A possibilidade do Espirito Santo eleger dois senadores aliados do presidente Lula (PT), que disputa a reeleição, não está descartada. O ex-governador Renato Casagrande (PSB) e o senador que busca a reeleição, Fabiano Contarato (P), lideram a corrida no Espírito Santo pelas duas vagas em disputa este ano.
O portal Agência Congresso teve acesso a um levantamento feito a pedido de partidos políticos, após o último dia de registro de candidaturas (15 de agosto). A pesquisa mostra Casagrande com 31% e Contarato com 12%. O terceiro colocado com 9% é o deputado estadual Sérgio Meneguelli (PSD).
Rose de Freitas (MDB), Evair de Mello (REP) e Maguinha Malta (PL) tem 6% cada um deles. Os percentuais foram arredondados. A consulta foi feita de 17 a 20 de agosto em 30 municípios, Grande Vitória e cidades polos. Também apurou governo do estado e Câmara Federal.
O instituto Real Time Big Data divulgou, hoje, uma pesquisa de intenções de voto para governador e senadores no estado do Paraíba, nas eleições 2026. As informações são do portal Gazeta do Povo.
Lucas Ribeiro (PP) e Cícero Lucena (MDB) são os mais lembrados em cenário espontâneo. Porém, a 48 dias para a realização do primeiro turno, que ocorre em 4 de outubro, 48% do eleitorado paraibano ainda não sabe ou não respondeu sobre qual deve ser o voto para governador.
Leia maisEm cenário estimulado, Lucas Ribeiro abre vantagem na disputa pelo voto no 1º turno para os demais concorrentes, com 35% das intenções de voto.
Foram simulados três cenários de segundo turno. Se as eleições fossem hoje, conforme levantamento do Real Time Big Data, o candidato do PP venceria Lucena por 42% a 35% e ganharia de Efraim Filho (PL) por 46% a 30%. Em eventual disputa direta entre Lucena e Efraim Filho, o candidato do MDB venceria por 42% a 31%.
A pesquisa também mediu a percepção popular sobre a atual administração do governador Lucas Ribeiro. A aprovação da gestão estadual chega a 65%, contra 30% dos eleitores que a desaprovam — outros 5% não souberam ou não responderam à pergunta.
Para o Senado, o Real Time Big Data apresentou um cenário estimulado para primeiro e segundo votos. O candidato João Azevêdo lidera na vaga pela primeira cadeira em disputa, com 29% das intenções de voto, seguido por Veneziano (MDB) com 23%.
O Real Time Big Data fez pesquisa espontânea (quando os nomes não são apresentados, em uma pergunta aberta) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes dos concorrentes para escolha do eleitor).
Lucas Ribeiro e Cícero Lucena são os mais lembrados em cenário espontâneo
Lucas Ribeiro abre vantagem na disputa pelo voto no 1º turno, segundo cenário estimulado
Pesquisa de segundo turno para governador da Paraíba
A pesquisa Real Time Big Data estimulou três cenários de segundo turno para governador da Paraíba.
Lucas Ribeiro x Cícero Lucena
Lucas Ribeiro x Efraim Filho
Cícero Lucena x Efraim Filho
Rejeição dos candidatos ao governo da Paraíba
O Real Time Big Data perguntou para o eleitor em qual possível candidato ele não votaria de jeito nenhum para governador da Paraíba. O resultado foi:
Pesquisa para o Senado pela Paraíba
Para o Senado, o Real Time Big Data apresentou um cenário estimulado para primeiro e segundo votos. Cada entrevistado poderia escolher dois nomes e o resultado de cada cenário é o consolidado do primeiro e do segundo voto reduzidos para 100%.
Cenário estimulado
*Os candidatos Adriano Trajano (PCO), Rinaldo Júnior (DC), João Batista (UP) e Rosilene Santana (UP) não foram citados, conforme divulgação feita pelo instituto de pesquisa.
Metodologia: O Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas nos dias 19 a 22 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº PB-07790/2026.
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Por Bernardo Mello Franco – O Globo
Esvaziado pelos ausentes e avacalhado pelos presentes, o debate da Band foi o pior encontro de presidenciáveis transmitido pela TV brasileira desde 1989. À frente nas pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro já haviam informado que não compareceriam. No domingo, Romeu Zema surpreendeu ao se juntar ao boicote.
Dos seis convidados, restaram três, que por pouco não se reduziram a dois. O psiquiatra Augusto Cury já estava na portaria da Band quando deixou repórteres perplexos ao avisar que daria meia-volta para casa. “Vocês não percebem a minha mágoa?”, perguntou.
Leia maisMinutos depois, ele desistiu da desistência e se juntou a Ronaldo Caiado e Renan Santos no estúdio. Eles se acomodaram num cenário melancólico, com três púlpitos vazios. Apesar do esforço da emissora, não havia muito o que extrair dali. Os nanicos pareciam mais interessados em criticar os favoritos do que em apresentar propostas para justificar suas próprias candidaturas.
Renan Santos mostrou a que veio ao exibir duas fraldas com os nomes de Lula e Flávio. Ao longo do debate, despejou falas misóginas e xingou eleitores dos adversários. Chegou a ser repreendido por Cury, que se disse espantado com sua agressividade.
Também estreante em eleições, o psiquiatra se mostrou uma metralhadora de chavões de autoajuda embrulhada num exótico terno verde. Faltou explicar o que faz na corrida presidencial.
Ronaldo Caiado não soube aproveitar o fato de ser o único presente com experiência política. Gastou a maior parte do tempo descrevendo Goiás como um paraíso nos trópicos. A imagem do vice cochilando enquanto ele falava resume sua participação no debate. Difícil criticar Gilberto Kassab pela soneca. Quem resistiu uma hora e meia diante da TV é que merecia uma medalha.
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O candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, destacou, na manhã de hoje, durante porta a porta no bairro de Areias, na Zona Oeste do Recife, o projeto de construir quatro novos hospitais estaduais. Entre as unidades está o Hospital Geral, com 900 leitos, previsto para a área entre Recife e Jaboatão dos Guararapes e voltado a atendimentos de média e alta complexidade.
“Eu tenho andado Pernambuco inteiro e tenho escutado muitas críticas à saúde do Estado. Como prefeito, eu construí o Hospital da Criança do Recife, 78 USF+ e oito Centros TEA. Como governador, eu vou fazer quatro hospitais: um no Araripe, um em Petrolina e o maior hospital da história de Pernambuco, com 900 leitos, aqui entre Recife e Jaboatão”, afirmou João Campos.
Leia maisA unidade terá cerca de cinco mil profissionais e, segundo a proposta, será o maior hospital público da história de Pernambuco. Além do Hospital Geral, o projeto prevê equipamentos no Araripe, em Petrolina e no Agreste. A iniciativa, de acordo com o candidato, será viabilizada em parceria com o Governo Federal para ampliar a oferta de serviços especializados e descentralizar o atendimento na rede estadual.
“Eu vou utilizar os recursos da expansão da economia para fazer o maior hospital público da história de Pernambuco. A prioridade é cuidar do povo”, reforçou.
Durante a passagem por Areias, João Campos também lembrou intervenções realizadas na região durante sua gestão à frente da Prefeitura do Recife, como a construção da Ponte Júlia Santiago, que liga Areias à Imbiribeira, além de investimentos em saúde, educação e infraestrutura.
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Folha de Pernambuco
Com uma abertura prestigiada, o lançamento da quarta edição da Revista Folha Energia, realizado na manhã de hoje, reúne representantes do setor público, da indústria, do agronegócio, da bioenergia, da navegação e do setor portuário, no Mar Hotel Conventions, no Recife. O evento é promovido pela Folha de Pernambuco e pelo Grupo EQM.
Ao longo da programação, serão discutidos temas como a transição energética na navegação, a versatilidade do etanol e seu potencial de aplicação no mercado de motores estacionários. O encontro busca estimular o diálogo, aproximar os setores, compartilhar conhecimento e contribuir para a construção de novos caminhos para a energia brasileira.
Leia mais“Quando a gente fala em energia, o resultado final que queremos é um futuro mais sustentável. E o nosso papel, por meio do jornalismo e desses encontros, é ajudar a traduzir essas discussões e fazer com que elas possam gerar resultados efetivos”, afirmou Eduardo de Queiroz Monteiro, presidente do Grupo EQM.
“A gente vai ver novas informações, inovações e, se Deus quiser, com muita notícia boa para setor”, disse o líder setorial sobre as palestras que farão parte do evento. De acordo ele, o Nordeste vivencia um estágio crucial de perspectivas de evolução, consolidando este como o momento mais importante para a região refletir sobre o segmento sucroenergético. Contudo, o alcance desse debate já superou as fronteiras regionais.
A secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto, reafirmou o papel estratégico do estado na articulação de novas matrizes produtivas e na segurança energética. “Este evento traz um potencial importante para discussão e pensa na perspectiva de futuro, não só do nosso estado, mas de toda a nação. É um tema extremamente relevante para o mundo inteiro”, disse.
Já o secretário-executivo de Energia de Pernambuco, Guilherme Sá, destacou a relevância estratégica do estado e o papel crucial dos combustíveis sustentáveis de baixo carbono na continuidade da transição energética global. De acordo com o secretário, esses combustíveis desempenham uma função indispensável não apenas por promoverem a descarbonização das fontes energéticas, mas por atenderem a setores de difícil eletrificação, tais como o transporte pesado, a navegação marítima e a aviação.
A abertura contou com a participação do presidente do Grupo EQM e fundador da Folha de Pernambuco, Eduardo de Queiroz Monteiro; da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra; da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause; do prefeito do Recife, Victor Marques; dos ministros André de Paula (Agricultura e Pecuária) e Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação); da ministra em exercício de Portos e Aeroportos, Thairyne Oliveira; do senador Fernando Dueire; e do presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE) e presidente-executivo da NovaBio, Renato Cunha.
Painéis
O primeiro painel, “Transição energética da navegação: desafios e oportunidades para o etanol brasileiro”, será mediado pelo presidente e CEO da Datagro Consultoria, Plínio Nastari, e reunirá representantes da Maersk, União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Bioenergia Brasil, Sindaçúcar-AL e Sindaçúcar-PE.
Na sequência, o painel “Versatilidade do etanol e biometano” terá mediação do presidente do Sindicato das Indústrias de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg), André Rocha, e contará com a participação de representantes da Marinha do Brasil, Grupo EQM, Ministério de Minas e Energia, Wärtsilä e Copersucar.
O terceiro e último debate, sobre o “Mercado de motores estacionários com uso de etanol”, será mediado pelo vice-presidente do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Jacyr Costa Filho, e reunirá representantes de Suape, Unica, Porto do Recife e Energética Suape II.
A quarta edição da Revista Folha Energia tem o patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia. O evento conta com o apoio da Prefeitura do Recife, da NovaBio, do Sindaçúcar-PE e do Sindaçúcar-AL.
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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu mais um importante apoio político na Mata Sul de Pernambuco. A prefeita de Escada, Mary Gouveia, anunciou sua adesão à candidatura da pedetista, levando para o palanque de Marília o grupo político liderado por Jandelson Gouveia, ex-prefeito do município por dois mandatos consecutivos e uma das principais lideranças políticas da região.
A chegada do grupo de Escada amplia uma sequência de adesões conquistadas por Marília, nos últimos dias, em diferentes regiões do estado. Neste fim de semana, anunciaram apoio à pedetista o prefeito de Tamandaré, Carrapicho (Republicanos), e o prefeito de São Caetano, Josafá Almeida (PRD) e seu irmão, o candidato a deputado estadual Jobson Almeida (republicanos). Na última sexta-feira, a vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora (PT), oficializou sua adesão, e, na semana passada, o prefeito de Bonito, Dr Ruy (PSB), também declarou apoio à candidatura de Marília ao Senado.
Leia maisÀ frente da Prefeitura de Escada, Mary Gouveia destacou a confiança na capacidade de Marília de representar os municípios pernambucanos em Brasília. “Marília tem experiência, conhece a realidade do nosso estado e tem capacidade para defender os municípios e ajudar a trazer investimentos e oportunidades para a população. Nossa parceria política nasce dessa confiança no trabalho e no compromisso que ela tem com a nossa gente”, comentou a prefeita.
O ex-prefeito Jandelson Gouveia ressaltou que a decisão foi construída coletivamente e destacou a trajetória política da candidata. “Nosso grupo conhece a história de Marília, sua capacidade de diálogo e a forma como ela constrói a política estando próxima das pessoas. Ela reúne experiência, força política e compromisso para representar Pernambuco no Senado. Por isso, Mary, eu e todo o nosso grupo estamos juntos com Marília nessa caminhada”, afirmou o ex-prefeito.
Marília destacou o peso político do grupo no fortalecimento de sua candidatura na Mata Sul. “Receber o apoio de Mary, de Jandelson e de todo esse grupo político tão importante para Escada e para a Mata Sul é motivo de muita alegria. É uma chegada que fortalece muito a nossa caminhada e mostra que estamos construindo um projeto cada vez mais amplo, reunindo lideranças de diferentes partidos e regiões. Vamos seguir dialogando e somando forças para representar Pernambuco no Senado e trabalhar pelos nossos municípios e pela nossa gente”, destacou.
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Por Roberto Almeida
A governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, se mantém neutra na disputa para presidente da República. Repete o que fez em 2022 e está dando certo, pelo menos até agora. Raquel fez (faz) um governo de resultados. Massificou a ideia de que o PSB destruiu Pernambuco e que ela está reconstruindo o Estado. Quem lê, acompanha os fatos, tem memória, sabe que não é bem assim.
Essa versão é tão falsa que esconde o fato de a atual governadora ter sido deputada e secretária estadual filiada ao PSB. Se foram 16 anos (às vezes falam em 20) de governos do Partido Socialista, ela e o pai, João Lyra, fizeram parte desse período. Essa neutralidade, a meu ver, faz parte da negação da política.
Leia maisE isso sempre foi perigoso. Foi o que deu em Fernando Collor e Jair Bolsonaro, os dois piores presidentes da história do Brasil. Quando está em jogo a democracia versus fascismo os eleitores, principalmente os governantes, não podem se omitir. Tem de ter peito como Arraes, em 1964, que preferiu ser deposto e preso a compactuar com os golpistas.
Há quatros anos, como agora, se luta pela democracia, pela manutenção de programas que beneficiam os mais pobres, pela soberania nacional, por um salário mínimo digno, por mais empregos, liberdade, respeito aos poderes e a Constituição.
Até uma criança sabe que Lula representa os valores democráticos e seu principal adversário é um político carreirista com projeto pessoal, que atende a interesses escusos, inclusive dos Estados Unidos.
Ser neutro em relação a esse confronto é não ter compromisso com a democracia, é privilegiar seu próprio projeto de poder. E Raquel, ainda mais este ano, não é tão neutra assim.
Caso contrário não teria ao seu lado companhias como as de Mendonça Filho, Gilson Machado, Clarissa Tércio, Eduardo Moura, Eduardo da Fonte, Miguel Coelho e a própria vice, Priscila Krause.
Alguns democratas reclamam de João Campos por não ser tão de esquerda quanto Arraes. E não perdoam o PSB pela participação decisiva no impeachment de Dilma. Ora, o Partido Socialista, especialmente em Pernambuco, já pagou pelo seu erro.
A candidatura de Danilo Cabral em 2022 foi um fiasco sobretudo pelo seu voto entusiasmado, em 2016, pelo impeachment. Lula, que é sábio, não faz política como se fizesse parte de diretório estudantil, tanto perdoou os socialistas pelo posicionamento equivocado, no passado, que tem como vice Geraldo Alckmin, filiado ao PSB e que vem sendo correto com ele.
João Campos, em 2016, devia estar com 22 anos, ainda nem tinha estreado na vida pública. Não dá para culpá-lo pelo erro de Danilo Cabral ou Paulo Câmara. Aliás Paulo, que apoiou o processo contra Dilma, hoje faz parte do governo Lula.
Nesse contexto que estamos examinando, a “neutra” Raquel está à direita, cercada pela velha e nova direita pernambucana, praticando a antiguíssima política do toma lá dá cá, cooptando prefeitos, deputados e jornalistas como nunca se fez no estado.
João, que trabalhou muito no Recife, com uma capacidade de entregas maior do que a da governadora, está aliado com o PT, está com Lula, está contra as forças do atraso e isso precisa ser levado em consideração na escolha de quem vai governar Pernambuco.
Se Raquel vence continuará mais do mesmo. Se João Campos ganha há uma perspectiva de avanços e poderemos ter novos hospitais, mais investimento na educação, além de mais respeito aos municípios que não podem ser discriminados simplesmente porque o prefeito é da oposição, como acontece com Garanhuns, cidade esquecida até quando da nomeação de policiais militares.
A neutralidade faz parte de um teatro. Ela na verdade não existe.
O que existe mesmo é um projeto de poder nos moldes do praticado pela velha Arena, PDS, PFL, ideário político que sobrevive com nova roupagem.
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Faleceu, há pouco, no Recife, Socorro Ramos, esposa do ex-governador de Pernambuco, José Ramos. Segundo as informações iniciais, ela foi vítima de um infarto. Detalhes sobre o velório e o sepultamento ainda não foram divulgados. Mais informações em instantes.
No lançamento da 4ª edição da revista Folha Energia, na manhã de hoje, em Boa Viagem, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) avaliou o posicionamento do estado produção de energia limpa. As informações são do Blog da Folha.
Sob o tema “Matriz de Oportunidades”, o evento reúne autoridades e representantes de diferentes segmentos da economia para discutir como o etanol, o biometano e outras fontes renováveis podem ampliar sua participação na matriz energética e abrir novas oportunidades para a indústria brasileira.
“Acho que esse tema de hoje é mais que uma possibilidade, é super propício porque Pernambuco está pronto para, nos próximos quatro anos, liderar não só a transição de energia, mas a nova economia no nordeste e no Brasil. É importante a gente ter falado sobre isso porque é o Brasil inteiro que está ligado no que está acontecendo aqui no nosso estado”.
Por José Adalbertovsky Ribeiro*
MONTANHAS DA JAQUEIRA – Saibam todos que lerem estes papiros ou deles forem informados que o Reino de Pindorama tem caleidoscópios nos olhos e no coração. Eu vos direi: o coração desta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz, tem catedrais imensas, nas orações do poeta dos Anjos e pecadores, Augusto. E também tem capelas humildes, feito a Capela dos Aflitos e a Capela da Jaqueira.
Os brasileiros debulham suas aflições na Capela azul dos Aflitos e na capela da Jaqueira. As aflições da vida são debulhadas a cada dia feito grãos de milho e grãos de feijão. “Miserere nobis”, Senhor, tende misericórdia de nós! Repreendei o coração dos homens perversos que censuram, roubam e infelicitam nosso Brazil! Meu coração é vermelho, dirão os lobisomens do cordão encarnado. Paciência.
As pessoas contemplam a vida com os olhos do coração, como diria o poeta Alvacir Fox, guru da Freguesia de Apipucos, Jaqueira et Orbi.
Haverá um momento de inflexão ideológica na América Latina este ano. Cá entre nós, se a seita vermelha for vitoriosa, irá consolidar a hegemonia das esquerdas no País. Caso contrário, o bloco conservador será fortalecido com o poder na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru. O Brazil é fator dominante na hegemonia política do Continente.
A longa manus do cowboy Donald Tramp está de olho nas sístoles e diástoles do coração auriverde. Esquerda, volver! Direita, volver! Tum-tum-tum! O guru vermelho desafiou o tremendão e falou: Não vem que não tem. Em 2022 a longa manus globalista de Joe Biden deu uma colher de sopa para a vitória das esquerdas. Os vermelhos adoraram.
A nova versão da Doutrina Monroe – América para os americanos – no império de Donald Tramp, a “Doutrina Donroe está no ar. O cowboy aciona o “Big Stick”, o grande porrete. A intervenção mais explícita aconteceu na Venezuela. O regime escravagista-comunista de Cuba sobrevive em clima de velório.
Organização de conquista ideológica das esquerdas, o Foro de São Paulo foi criado em 1990 pelo energúmeno Fidel Castro, com licença da palavra, e o guru da seita encarnada, entre outros feiticeiros. O momento histórico aconteceu pós queda do maldito muro de Berlim. A ideia era compensar na América Latina e Caribe as perdas do comunismo no Leste Europeu. Haverá uma peleja entre os imperialistas do Big Stick de Tramp e os zumbis da caterva vermelha.
Feito o morcego da covid, Fidel voava nos ares e inoculava, via lavagem cerebral, o vírus do comunismo na cabeça dos intelectuais que veneravam o regime de Cuba. A doença venérea do comunismo causou mais aleijões cerebrais que as viradas de trem, de ônibus e caminhões nas décadas de 1960, 1970 e 1980 na América Latina. O comunismo é uma virada de trem.
O ímpio Donald Tramp é fazedor de mil pecados neste vale de lágrimas e de silício, mas também possui uma virtude proverbial: é anticomunista de nascença. Por isso será perdoado de todos os pecados no Dia do Juízo.
*Periodista, escritor e quase poeta
A quarta edição da Revista Folha Energia, sob o tema “Matriz de Oportunidades”, iniciou, há pouco, no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. O encontro é uma realização da Folha de Pernambuco e do Grupo EQM, com patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia.
Estão presentes no evento a governadora Raquel Lyra (PSD), a vice-governadora Priscila Krause (PSD), o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), a ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PCdoB), o ministro da Agricultura, André de Paula (PSD), o presidente do Sindaçúcar-PE, Renato Cunha, além do senador Fernando Dueire (PSD).
Folha de Pernambuco
O debate sobre os caminhos da transição energética ganha espaço, hoje, no Recife, com a quarta edição da Revista Folha Energia. Sob o tema “Matriz de Oportunidades”, o evento reúne autoridades e representantes de diferentes segmentos da economia para discutir como o etanol, o biometano e outras fontes renováveis podem ampliar sua participação na matriz energética e abrir novas oportunidades para a indústria brasileira.
Realizado no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, a partir das 8h30, o encontro é uma realização da Folha de Pernambuco e do Grupo EQM, com patrocínio de Banco do Nordeste, Copersucar, Copergás, Fertine, Maersk e Suape Energia.
O evento tem apoio da Prefeitura do Recife e da NovaBio e apoio técnico do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE).
A programação é dividida em três painéis, que conectam os biocombustíveis a áreas como navegação, geração de energia e infraestrutura portuária. Para a vice-presidente da Folha de Pernambuco, Mariana Costa, reunir diferentes setores é fundamental para discutir os desafios e as oportunidades da transição energética.
“O Nordeste tem um enorme potencial quando a gente fala em transição energética e na produção de fontes renováveis. Por isso, é importante reunir diferentes setores para entender os desafios que precisam ser enfrentados e quais oportunidades de negócios e de soluções podem surgir a partir dos investimentos nesse segmento”, afirma.
Painéis
O primeiro painel, “Transição energética da navegação: desafios e oportunidades para o etanol brasileiro”, coloca em discussão o potencial dos biocombustíveis na descarbonização do transporte marítimo. O assunto será apresentado pelo vice-presidente da América Latina de Políticas Públicas e Regulatórias da Maersk, Danilo Veras.
A mesa será mediada pelo presidente e CEO da Datagro Consultoria, Plínio Nastari, e terá a participação do presidente da Unica, Evandro Herrera Bertone Gussi; do presidente da Bioenergia Brasil e da Siamig-MG, Mário Campos Filho; do presidente do Sindaçúcar-AL e vice-presidente da Coagro CNI, Pedro Robério de Melo Nogueira; e do presidente do Sindaçúcar-PE, vice-presidente da Fiepe e da Bioenergia Brasil, Renato Cunha.
Para Cunha, Pernambuco pode ocupar posição estratégica na expansão das novas aplicações do etanol, especialmente pela estrutura portuária e localização do estado. “Pernambuco tem um papel por tradição, pela centralidade geográfica e pela importância socioeconômica que sempre teve na região. Suape tem uma relevância muito grande e está procurando criar as condições para ser um grande abastecedor das rotas marítimas”, ressalta.
Segundo o presidente do Sindaçúcar-PE, o uso do etanol no chamado biobunker, combustível marítimo que incorpora fontes renováveis, pode conectar a produção sucroenergética a novas cadeias de negócios.
O segundo painel, “Versatilidade do etanol e biometano”, com o diretor de Relações Institucionais da Copersucar, Henrique Araújo, amplia a discussão para diferentes aplicações dos combustíveis renováveis.
A mesa será mediada pelo presidente do Sifaeg-GO, André Rocha, e terá a participação do chefe do Estado-Maior da Armada da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes; do presidente do Grupo EQM, Eduardo de Queiroz Monteiro; do diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Marlon Arraes; e do gerente-geral de Vendas da Wartsila, Mario Barbosa.
O terceiro painel é dedicado ao “Mercado de motores estacionários com uso de etanol”, discutindo a aplicação do combustível na geração de energia, ficará sob o comando do diretor da Energética Suape II S.A., José Faustino da Costa Cândido.
A mediação será do vice-presidente do Conselho Superior do Agronegócio do COSAG/FIESP, Jacyr Costa Filho, com participação do presidente do Complexo Portuário de Suape, Armando Monteiro Bisneto; do presidente da UDOP, Hugo Cagno Filho; do diretor de Economia e Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues; e do presidente do Porto do Recife, Wagner Maciel.
Agenda sobre sustentabilidade
Para Mariana Costa, a proposta da Folha Energia é fazer com que o debate ultrapasse o momento do evento e contribua para a construção de uma agenda permanente sobre inovação e sustentabilidade.
Segundo ela, a discussão sobre energia precisa ser traduzida para a sociedade e resultar em avanços concretos.
“Quando a gente fala em energia, o resultado final que queremos é um futuro mais sustentável. E o nosso papel, por meio do jornalismo e desses encontros, é ajudar a traduzir essas discussões e fazer com que elas possam gerar resultados efetivos”, completa.
