20/06


2021

Pedro Vilela garante recursos para wi-fi grátis no Sertão

Municípios sertanejos terão condições de colocar pontos de wi-fi grátis para a população, anunciou o deputado federal Pedro Vilela (PSDB-AL), que esteve na sexta (18) e no sábado (19) visitando Santana do Ipanema, Poço das Trincheiras, Monteirópolis, Jacaré dos Homens, Olho d’Água das Flores e Pão de Açúcar. “É apoio à educação, fomento à economia, cidadania e informação chegando gratuitamente a quem precisa, é o nosso Sertão conectado”, afirmou o parlamentar.

O deputado se reuniu com prefeitos e lideranças sertanejas e reforçou o apoio de seu mandato à agricultura familiar, saúde e infraestrutura desses municípios. “Estamos trabalhando para contribuir com uma Alagoas melhor para todos, onde no campo o homem tenha condições de tirar da terra o seu sustento e, na cidade, haja oportunidade de emprego e de uma vida digna”, destacou Pedro Vilela.

No Sertão, o deputado conversou sobre os efeitos da pandemia na economia da região e no luto que a covid tem provocado em muitas famílias. “Não está sendo fácil e o caminho é a vacinação, tenho estado permanentemente no Ministério da Saúde cobrando mais vacinas para Alagoas”, acrescentou. “Também estou buscando ajudar o país a conseguir mais vacinas, para que tenhamos em breve uma população imunizada acima dos 50%, com as duas doses”, enfatizou.

Os recursos para a implantação do sistema de wi-fi grátis serão de emendas do parlamentar. Na sexta passada, Pedro Vilela anunciou investimentos para o município de Palmeira dos Índios e para o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), totalizando cerca de R$ 2,5 milhões. 


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Jaboatão Habitacional Suassuna

20/06


2021

Morre marqueteiro que ajudou Joaquim a derrotar Jarbas

Soube, há pouco, através do jornalista Hélio Doyle, com quem trabalhei no Jornal de Brasília, da morte do jornalista paulista Ricardo Carvalho, 72 anos, um baita marqueteiro. Já atuou por muito tempo em Pernambuco, importado pelo ex-governador Joaquim Francisco. Não foi Covid, ele já vinha doente há muito tempo.

Eu o conheci em Brasília quando Joaquim me convidou em 1990 para coordenar a área de Imprensa da sua campanha a governador. Alto, incisivo, brigão no bom sentido da guerra eleitoral, Ricardo construiu uma carreira bem sucedida em Pernambuco. Conduziu as campanhas de Joaquim para prefeito do Recife e governador, ambas vitoriosas. Fez uma dobradinha com Luiz Alberto Passos, mas nunca se entendeu com Roberto Viana, o então mais poderoso assessor de Joaquim.

Na campanha de 90, Ricardo foi protagonista de uma bela história. Sem ir a debates por estar bem folgado nas pesquisas, Joaquim começou a despencar na reta final com a exploração de Jarbas Vasconcelos, com quem polarizou, com a contrapropaganda na TV carimbado de fujão pelo adversário. Além de agressiva, a chamada era ilustrada por uma cadeira vazia. 

Vendia a ideia de que Joaquim temia enfrentar Jarbas num debate. Deu certo. Num sábado, lembro como hoje, estávamos com Joaquim pelas ruas de Garanhuns quando chegou a notícia de que havia caído nas pesquisas e Jarbas ameaçava assumir a liderança. Era resultado da cadeira vazia, do apelido fujão, que estava se cristalizando nele.

Por sugestão de Ricardo Carvalho, que estava enfurnado no estúdio da propaganda eleitoral de Joaquim no Recife, toda agenda em Garanhuns e região foi suspensa. Voltamos voando, literalmente, para Recife. Joaquim, eu e mais dois assessores que cuidavam da logística da campanha.

Joaquim não tinha a menor noção da estratégia que adotaria para frear a queda nas pesquisas. Encontramos Ricardo num hotel do Recife já com a cartada nas mãos: Joaquim desafiar Jarbas para um debate, cara a cara, olho no olho. Mas como fazer esse confronto se a legislação eleitoral não permitia exclusão dos outros candidatos em debates?

Foi quando Ricardo matou a charada: o debate se daria durante o tempo do guia eleitoral na TV, resultado da soma do tempo de Joaquim com o de Jarbas, algo em torno de 50 minutos. A princípio, a Justiça Eleitoral não gostou da ideia, mas depois cedeu. O cara a cara foi realizado nos estúdios da TV Jornal e durou exatamente 50 minutos, mediado pelo jornalista José Mário Austregésilo, da TV Universitária.

Joaquim chegou com uma pasta amarela sem absolutamente nada dentro, vazia. Só para assustar Jarbas. Este, numa noite infeliz, gaguejou, mostrou enormes fragilidades diante de um Joaquim que rugia feito um leão.

Joaquim saiu da TV Jornal como vencedor do debate, houve Carnaval fora dos estúdios na rua, onde as militâncias acompanhavam o confronto num telão.

Joaquim reagiu nas pesquisas, ganhou de Jarbas no primeiro turno e ainda puxou o senador Marco Maciel.


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Pousada da Paixão

20/06


2021

Marco Maciel, um estadista da República

Por Carlos Henrique Cardim*

"Só três divindades sei que pintaram os antigos com os olhos vendados, sinal que não eram cegas; mas que eles a faziam e adoravam: há um Pluto, Deus da riqueza; um Cupido, Deus do amor; e uma Astréia, Deusa da justiça. Negue Vossa Excelência culto a semelhantes divindades, e nunca consinta que se lhe erijam templos, e se consagrem votos por oficiais de El-Rei, porque é prejudicial em quem governa, riqueza cega, amor cego e justiça cega". Marquês de Pombal. Carta ao sobrinho, Governador do Maranhão.

O Marquês de Pombal (1699-1782), Sebastião José de Carvalho e Melo, infelizmente esquecido, inspira a mentalidade e o comportamento políticos brasileiro no século XIX. Como sublinhou Álvaro Lins, "o nosso Império - em Constituição, leis e costumes - é todo ele galicano e pombalista". A sua principal nota é a moderação, a conciliação.

Nas palavras do Visconde do Rio Branco, considerado por Joaquim Nabuco o mais completo homem público do Império, a chave da política nacional está no bálsamo da conciliação: "Quereis a prosperidade da nação?... derramai o bálsamo: por vossos atos inspirai ao país a maior confiança possível no seu futuro; franqueza e justiça para todas as opiniões, a par de fortaleza para com o delírio das facções; alargai a esfera dos cidadãos, que podem tomar parte nos negócios do Estado; proscrevei o exclusivismo, que manda dar somente importância a um limitado número de pessoas. (...) Quereis a desgraça do país? Pois bem: exercei a parcialidade e a injustiça com aquele cujas opiniões forem diversas, concentrai todo o vosso poder nesses amigos que vos acompanharão nos dias de felicidade, que vos darão o último empurrão para o abismo no dia da desgraça; sede desapiedados com os vencidos, condenai à fome, à miséria e à morte os que não jungirem ao vosso carro; e a vossa obra estará completa com o desmantelamento do Império, e o aniquilamento de tudo quanto tem de mais caro a nação".

Sérgio Buarque de Holanda, ao analisar o famoso panfleto de Justiniano José da Rocha "Ação Reação Transação", mostra os perigos dessa orientação no mais da vezes, em sua opinião, mais um anestésico do que um bálsamo. José Honório Rodrigues sublinha fala do Barão de São Lourenço no Senado, em junho de 1864 : "Opus-me à conciliação como bandeira, porque logo receei alguma mistificação; a nação, porém, tomou-a a sério, porque de fato havia cansaço e o caráter brasileiro tende sempre para fraternizar".

Na República, Marco Maciel figura como um dos seus principais estadistas. Como assinalou Fernando Henrique Cardoso: "Sempre foi um construtor de pontes. Homem educado e nunca arrogante, não deixou de ser um homem de princípios e de fé. Como Pascal, que acreditava em Deus e na razão, Marco foi ao meso tempo, católico convicto e sabedor que só a paciência da razão permite construir instituições e convívios sólidos".

Pascal que fez uma das melhores defesas da conciliação, além de escritor e filósofo de gênio, foi um excepcional pensador político. Michel Le Guern, assim mostra a visão pascaliana da política: "A conciliação dos contrários é, ao mesmo tempo que um método de pesquisa da verdade, um método de diálogo e de persuasão. (...) Esta atitude está nas antípodas da intolerância, e é a única que se conforma com a caridade, exigida pelo cristianismo".

Marco Maciel tinha presente, em seu pensamento e ação, Maquiavel que nos Comentários sobre a Primeira Década de Tito Lívio, sua mais importante obra, define a República de Roma com a melhor forma de governo, pois lograda uma base de consenso, permitia o dissenso, e se utilizava do conflito criador da desunião ente a plebe e o senado para alcançar a lei mais justa e equilibrada, como conclusão do debate entre as duas partes.

Traço definidor da personalidade de Marco Maciel foi a procura de pontos comuns na política: agregar, invés de desagregar. Lembra aqui, Píndaro: "Oh minh´alma, não aspira à vida imortal, mas esgotar o campo do possível". Recordo, a propósito, a elegia de Roberto Campos a San Tiago Dantas - que tiveram sérias divergências políticas, mas que conviviam e se estimavam - "Em que partido deveria (entrar) perguntei? Entre irônico e triste, tu me respondeste: ´Escolhe o partido segundo seu perfil. Mas o necessário mesmo é criarmos um novo partido. O partido de Abel, dos que habitam o tema da salvação´.

Repousa Marco Maciel, amigo certo das horas incertas. Foste aceito no Partido de Abel.

Marco Maciel foi a segunda pessoa que conheci, quando cheguei a Brasília, em 1976. Unidos por Waldemar Lopes, junto com Walter Costa Porto, construímos uma amizade nutrida de ideais e convivência, que gerou importantes realizações no campo político e editorial - revistas e coleções de livros.

*Sociólogo. Embaixador. Professor da Universidade de Brasília UnB, Ex-Decano de Extensão. Foi Presidente da Editora UnB. [email protected]


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20/06


2021

A Rose de Renan e a Mônica de Lula

Por Augusto Nunes, do R7

Mônica Veloso virou celebridade nacional em 2007, quando o Brasil ficou sabendo que as contas da jornalista que tivera uma filha com Renan Calheiros eram bancadas por uma empreiteira. Reeleito presidente do Senado no início daquele ano, o parlamentar alagoano acabou renunciando ao cargo para escapar da cassação. Mônica virou capa da revista Playboy, escreveu um livro sobre a história, apresentou um programa de TV, casou-se de novo e submergiu no semianonimato. Melhor: tenta submergir. Sempre que o líder da bancada do cangaço ganha espaço no noticiário, a caso é ressuscitado e reapresenta às novas gerações a protagonista do romance com final infeliz.

Em dezembro de 2013, Rosemary Noronha virou celebridade nacional, quando o Brasil ficou sabendo das bandalheiras cometidas pela chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo que se referia a Lula como “meu namorado”. Denunciada pelo Ministério Público e demitida por Dilma  Rousseff, Rose saiu de cena e continua na semiclandestinidade. Cuidam de mantê-la em liberdade advogados contratados pelo Instituto Lula. O ex-presidente não deu um pio sobre a história. Nem é cobrado por repórteres aos quais dita insultos a gente honesta.

Em 2007, Mônica Veloso não foi qualificada pela imprensa de “amiga” do presidente do Senado. A palavra era a certa: amante. “Renan Calheiros foi uma vítima do falso moralismo da mídia”, viajou José Dirceu num artigo publicado em seu blog. O senador foi vítima da verdade. Falso moralismo é a expressão que se aplica ao tratamento dispensado há mais de 7 anos à dupla formada por Lula e Rosemary Noronha.

Meio mundo sabe que Mônica esteve para Renan como Rose para o ex-presidente. Mas a amante de Lula é identificada como “amiga” do amante.

Abstraídas as formidáveis diferenças de ordem estética, o que distingue uma da outra é a origem do patrocínio. Mônica foi financiada por uma empreiteira. Rose ganhou um empregão federal e dele se valeu para prosperar como traficante de influência e quadrilheira. Como tem feito Lula desde 2013, Renan fez o possível para não comentar a história. Acabou falando e não convenceu ninguém. O ex-presidente ainda crê que uma patifaria deixa de existir se o seu arquiteto finge ignorar os fatos. Um dia terá de falar. É bom que encontre álibis menos toscos que os apresentados pelo senador.

Renan acha que Lula foi preso político. Lula diz que Renan “tem credencial” para o papel de relator da CPI da Pandemia — e de picadeiro. Se as ex-amantes contassem tudo o que sabe, os dois estariam flertando na cadeia.


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Comentários

Joao

Esse é o maior idiota do jornalismo do momento, assim como o imbecil Alexandre Garcia. Ainda trabalham, graças ao puxa saquismo do Bozolóide. Disseminadores de fakes, idiota!



20/06


2021

A enchente do Capibaribe e a fake news de Tapacurá

Da coluna de João Alberto

Duas grandes enchentes atingiram o Recife. A primeira, em 1966. A segunda, ainda maior, em 1975. Começou na tarde do dia 17 de julho, uma quinta-feira, num dia de sol. O Rio Capibaribe e os muitos canais da cidade foram subindo e transbordaram, alagando bairros inteiros, 80% da cidade. As ruas ficaram intransitáveis, dezenas de árvores caíram, muitos carros viraram, todos os serviços literalmente pararam, as lojas, muitas inundadas, fecharam.

Mais da metade da cidade ficou sem energia elétrica, os hospitais funcionavam à luz de velas. O transporte nos bairros era improvisado em botes e barcos, um verdadeiro terror. Quando começou a enchente, o governador José Francisco Moura Cavalcanti deu entrevista no Palácio do Campo das Princesas, alertando para a enchente e pedindo para as pessoas voltassem para suas casas. A água ficou a noite inteira e só começou a baixar no final da tarde do dia seguinte. Outras 25 cidades banhadas pelo Rio Capibaribe foram atingidas, algumas duramente como Camaragibe e São Lourenço da Mata.

Morreram 107 pessoas e 350 mil ficaram desabrigados, muitos perdendo tudo nas suas casas destruídas. Eu morava na Boa Vista, uma das poucas regiões da cidade que não foi atingida e pude ir trabalhar na reportagem do Diario de Pernambuco. Recordo de ter feito a cobertura, usando um caminhão do Exército cedido aos jornalistas. Entre as imagens que me marcaram foi o estádio da Ilha do Retiro, transformado numa enorme piscina.

Outro episódio da cheia de 1975 foi o boato (hoje seria uma fake news) de que a barragem de Tapacurá teria estourado. O pânico generalizado aconteceu no dia 21 de julho, quatro dias após o início da enchente, quando os recifenses tentavam voltar à rotina e contabilizavam prejuízos. Eu testemunhei o drama, em torno das 10h, de um dia de sol. Lembro o cenário: pessoas abandonaram seus carros nas ruas, deixaram seus comércios abertos e corriam sem rumo, alguns tentaram subir nos prédios.

Em geral, a crença é de que uma grande onda viria acabar com a cidade, como um tsunami. Eu tinha saído do Banco do Brasil, no Recife Antigo, onde trabalhava, para ir para a redação do Diario de Pernambuco, na Praça da Independência. O governador Moura Cavalcanti comunicou-se com a administração da barragem de Tapacurá e constatou que a situação era normal. Ele, então, dirigiu-se para o meio da confusão, em frente ao Diretório Central dos Estudantes, na Rua do Hospício. Os estudantes choravam, agitados.

O governador disse que a notícia não era verdadeira, que se Tapacurá houvesse estourado ele não estaria ali naquele momento. Os estudantes se acalmaram e tomaram as ruas gritando para o povo que a notícia sobre o estouro de Tapacurá era falsa, que era boato, que estava tudo bem. O jornalista Homero Fonseca fez uma investigação acerca da origem do boato. A conclusão é teria surgido na Avenida Caxangá, uma das mais atingidas pela cheia.

Alguém soltou o comentário, que foi se espalhando no boca a boca e através das rádios, causando pânico na cidade. Ninguém pensou em conferir se era verdade porque havia um sentimento coletivo de desespero. Hoje, a história parece coisa de folclore. As pessoas que viveram aquele acontecimento, no entanto, quase sempre têm uma história tragicômica para contar.


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Petrolina abril 2021

20/06


2021

TRE julgará recurso de prefeito e vice de Arcoverde

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) vai analisar, na próxima quarta-feira (23), um recurso eleitoral interposto pelo prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), o vice Israel Rubis (PP) e a ex-prefeita Madalena Britto (PSB) contra a segunda cassação de mandato determinada pela 57ª Zona Eleitoral. Existe a possibilidade de que a chapa vencedora do pleito municipal em 2020 seja novamente afastada. Neste caso, o presidente da Câmara de Vereadores, Siqueirinha (PSB), voltaria a ocupar interinamente o posto de prefeito.

O prefeito e o vice são alvos de uma ação de investigação judicial eleitoral (nº 0600494-55.2020.6.17.0057) por abuso do poder político. O juiz eleitoral Drauternani Pantaleão havia determinado a cassação dos diplomas de Wellington Maciel e Israel Rubis, em 10 de dezembro de 2020. Algumas irregularidades teriam sido constatadas em uma carreata realizada da coligação União por Arcoverde, em 1º de novembro.


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Ipojuca 2021

20/06


2021

Manifestantes fazem ato pró-Bolsonaro no Grande Recife

Manifestantes pró-Bolsonaro saíram em uma motociata para defender o presidente da República e sua gestão. O ato aconteceu hoje, na Avenida Beira Mar, no bairro de Piedade, Jaboatão dos Guararapes. As informações são jornalista Anna Tenório, da Folha de Pernambuco.

A concentração teve início às 10h da manhã deste domingo e não faz parte do evento oficial, convocado há algumas semanas pelo grupo "Aliança por Pernambuco" e cancelado após a recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). O ato saiu às 11h.

Mesmo com a chuva, os manifestantes mantiveram o cronograma. Saindo de Piedade, os manifestantes percorreram a Avenida Agamenon Magalhães em direção ao Centro de Convenções, onde está previsto o ponto de encerramento da motociata. Em alguns momentos, um carro de som tocou o Hino Nacional Brasileiro. Entre as bandeiras do movimento está a defesa da gestão do presidente Bolsonaro e a defesa do voto impresso.

Assim como houve na manifestação contrária ao presidente da República, acontecida neste sábado (19) no Recife, agentes de Conciliação do Estado também acompanham o ato político para garantir a segurança dos presentes. A mesa permanente de diálogo criada pelo Governo de Pernambuco conta com representantes das Secretarias de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Justiça e Direitos Humanos, Defesa Social, Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas, Casa Civil e Ministério Público.

A deputada estadual Clarissa Tércio (PSC) marcou presença na manifestação. Durante o percurso, a parlamentar, que fez transmissão ao vivo do ato, empenhou palavras de ordem de "Brasil acima de tudo e Deus acima de todos". "Passando agora na padaria Boa Viagem, esse local que é simbólico, esse local aqui onde se marca praticamente todos os movimentos. Olha aí crianças e idosos na rua", disse Clarissa, que fez o trajeto em um quadriciclo. 

Em outro momento, a deputada leu comentários de apoiadores. "O presidente não pôde estar aqui, mas ainda assim a gente está com muita determinação e garra gritando pela nossa liberdade, pedindo a Deus pela nossa Nação. A gente já sabia que a probabilidade era muito grande. Mas na presença ou na ausência a gente tá aqui apoiando. um dia ele vai tá aqui", relatou.

O pastor Júnior Tércio (Podemos) foi um dos políticos que participou do ato em defesa do presidente. "Estamos aqui em Olinda. Olha que coisa linda esse movimento", narrou o vereador. 

O deputado estadual Alberto Feitosa (PSC) também foi ao ato e participou do percurso de moto. Em sua transmissão nas redes sociais, o parlamentar reforçou a quantidade de motocicletas que aderiram ao movimento. "Esse é o brasil que a gente quer, o povo está indo pra rua, povo de bem, pedindo liberdade, e pedindo disciplina, pedindo pelo desenvolvimento do nosso país. É isso que a gente precisa", disse.

Caruaru

Além da Região Metropolitana do Recife, os manifestantes também pretendem se reunir em Caruaru, na tarde de hoje. A manifestação não deve ser no formato de "motociata" e está prevista para começar às 14h. A concentração está marcada para acontecer na Rua Nossa Senhora das Dores. 


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Caruaru Campanha São João 2

20/06


2021

Até hoje, 3ª via de centro nunca deu certo no Brasil

Os resultados das 8 eleições presidenciais de 1989 para cá mostram que a ideia de uma 3ª via tem muito de wishful thinking –quando se confunde desejo com probabilidade real – e quase nada de conexão com a realidade do país. Nunca houve uma 3ª via para valer no Brasil, no sentido do que alguns partidos buscam hoje, com um candidato de centro e fora da polarização esquerda-direita.

Poder360 compilou os resultados de todas essas eleições desde 1989 com dados do TSE e da página Políticos do Brasil. O resultado desse levantamento mostra um histórico desfavorável para que se tenha um 3º candidato competitivo representando forças do chamado centro político. A experiência recente indica ser improvável que surja um nome viável para tirar as vagas de Lula ou de Bolsonaro do 2º turno.

A eleição de 1989 foi a única com um 3º candidato competitivo desde a redemocratização. Mas aquele foi um pleito solteiro, só para presidente. Situação diferente da atual, quando candidatos a presidente, deputado federal, deputado estadual, senador e governador fazem campanha ao mesmo tempo e são votados no mesmo dia.

Em 1989, que teve a 1ª eleição direta para presidente depois da ditadura militar (1964-1985), houve uma clara polarização entre centro-direita, representada por Fernando Collor (PRN, à época) e esquerda, dividida em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Leonel Brizola (PDT). A 3ª via daquela disputa teria sido o tucano Mario Covas (1930-2001), mas ele fracassou e ficou mais atrás, em 4º lugar, sem nunca ter tido chances reais de vencer.

Brizola ficou em 3º, e fora do 2º turno, mas apenas 0,7 ponto percentual atrás de Lula. Seria incorreto dizer que o pedetista era a 3ª via em 1989. Brizola e Lula disputavam a mesma faixa do eleitorado de esquerda, que ficou dividido.

Não deixa de ser notável, entretanto, que a eleição de 1989 tenha sido a única das 8 disputas diretas pós-ditadura em que a diferença entre o 2º e o 3º candidatos ficou abaixo de 5 pontos percentuais. 

A matéria completa está disponível no Poder360.


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CABO

20/06


2021

André Ferreira reforça parceria em Canhotinho e Quipapá

O deputado federal André Ferreira (PSC) e os prefeitos de Canhotinho, Sandra Paes, e de Quipapá, Alvinho Porto (ambos do DEM), se reuniram na última sexta (19), em Canhotinho, para definir o planejamento da parceria, iniciada em 2018, para o restante do ano. Ficou definido o repasse de verbas para a saúde e infraestrutura, por meio de emendas, além de máquinas que serão utilizadas em obras e, também, na zona rural. 

No encontro, o parlamentar informou à prefeita Sandra Paes que, além de verbas para saúde, muito necessárias no atual momento de pandemia do coronavírus, destinou emenda para obras no município, como calçamento de ruas e a revitalização da entrada da cidade. Também anunciou que Canhotinho receberá três retroescavadeiras nos próximos dias.

“Tenho uma parceria antiga com o município de Canhotinho. Primeiro com o então prefeito Felipe Porto e, agora, com Sandra Paes, que é uma gestora muito capaz e vai avançar ainda mais na administração da cidade. Como fiz com outros gestores, venho visitando as cidades para ouvir as demandas de cada um. Canhotinho receberá verbas para a manutenção da saúde e, também, destinei emenda para infraestrutura. E vamos continuar trabalhando para que esta cidade se desenvolva cada vez mais.”, afirmou André Ferreira.

Já Quipapá receberá emenda para saúde e outra para que seja investido em obras na cidade, como o calçamento de ruas, uma demanda antiga em todo o município. “Alvinho Porto é jovem, dinâmico e vai mudar a cara de Quipapá, que sofreu muito nas últimas gestões com a falta de apoio em Brasília. Agora, a realidade é outra”, acrescentou o parlamentar.

A prefeita Sandra Paes agradeceu o apoio do deputado, principalmente num momento em que a cidade se prepara para viver uma nova era, com o início das atividades da fábrica da Masterboi no município. “Estamos conduzindo Canhotinho para um futuro próspero. Por isso, essa parceria com o deputado André Ferreira é muito importante”, afirmou a gestora.


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Bandeirantes Junho 2021

20/06


2021

OAB Pernambuco cobra reabertura do Judiciário

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB/PE), Bruno Baptista, se pronunciou durante a semana sobre a situação do Judiciário no Estado. Ele cobrou a reabertura ao TJPE e destacou que a decisão de manter fóruns fechados está causando muito prejuízo à sociedade.

"A reabertura do Judiciário, respeitando todos os protocolos sanitários, é uma medida urgente e necessária. Desde o dia 16 de dezembro/20 até hoje 17 de junho/21, os processos físicos do TJPE só tiveram seus prazos em curso durante 18 dias. DEZOITO DIAS!", disse por meio das redes sociais da OAB/PE.

Bruno Baptista também lembrou reajustes de auxílios e gratificações de magistrados durante a pandemia, além de uma licitação de R$ 4,1 milhões aberta recentemente para a aquisição de 50 novos veículos para o Tribunal de Justiça de Pernambuco em um período de crise econômica e com trabalho remoto no setor Judiciário.

Ainda de acordo com Baptista, a OAB Pernambuco "recorreu ao Conselho Nacional de Justiça para que a digitalização dos processos físicos seja feita o quanto antes, bem como melhorias no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e no atendimento à advocacia".


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Serra Talhada 2021