O perigo do “revogaço”

Desde a campanha eleitoral, o PT vem prometendo, com algum alarde, revogar decretos do governo Bolsonaro. O termo “revogaço” entrou na moda, mas, se virar costume, será um perigo para a democracia.

Ao concluir seus trabalhos, em 13 de dezembro, o gabinete de transição elaborou um documento com 23 páginas de sugestões de atos de Bolsonaro e de seu governo que devem ser anulados, segundo o coordenador técnico do grupo, Aloizio Mercadante.

Análise feita pelo projeto Política por Inteiro e pelo Instituto Talanoa chegou a listar 401 atos da atual administração que deveriam ser revogados apenas na área ambiental. Até um partido de esquerda alemão se juntou ao PSOL para propor uma lista de 200 atos infralegais do atual governo que poderiam ser revogados com uma canetada logo após a posse, em 1.º de janeiro. As informações são do editorial do Estadão.

Câmara Municial Recife - O Recife que amamos

Terceira maior economia do Nordeste, o Ceará criou como estratégia de governo, a atração de investimentos em duas áreas estratégicas: a produção de hidrogênio verde e a geração de energia eólica off shore onde o estado – cujo então governador e hoje senador Camilo Santana trabalhou ativamente para sua regulamentação – deseja se consolidar como líder no Nordeste e um dos grandes no Brasil.

Atualmente, ao menos 21 projetos de produção energia off shore estão aguardando licenciamento ambiental do Ibama. Se eles se forem implantados, o total de investimentos chegará US$ 100 bilhões, ou R$ 500 bilhões.

São projetos de médio prazo. Mas no Ceará eles começaram a ser trabalhados poucas semanas após a definição do marco regulatório que orientará a construção das usinas eólicas dentro do oceano em agosto último. As informações são do colunista Fernando Castilho, do JC.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Com uma oposição fortalecida no Congresso após a eleição de outubro, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, escalou um time de parlamentares experientes para comandar a articulação política do novo governo. A tropa de choque será formada pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) e pelos deputados José Guimarães (PT-CE) e Alexandre Padilha (PT-SP) — que deve ser nomeado para o Ministério das Relações Institucionais.

Um dos nomes mais próximos a Lula, Wagner já assumiu esse papel antes mesmo de o novo governo começar, tomando a frente das negociações da chamada “PEC da Transição”, que passou pelo Senado, mas empacou na Câmara. Ex-governador da Bahia e já tendo ocupado diversos ministérios, incluindo a Casa Civil e a pasta da articulação política, Wagner é conhecido pela capacidade de diálogo e a boa relação com partidos e lideranças.

Para garantir os 64 votos de senadores para a PEC — 15 a mais do que o necessário —, falou em nome de Lula com cada um deles, até mesmo com aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL). Recebeu Romário (PL-RJ) e o líder do governo, Carlos Portinho (PL-RJ), em seu gabinete e conversou com Flavio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a PEC. As informações são do O Globo.

Caruaru - Primeiro lugar no IDEPE

Já no Tio Armênio, QG da família nos jogos do Brasil, para torcer pela Argentina. No grupo, apenas um dissidente, o meu caçula João Pedro, fazendo figa pela França.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

Logo após a Copa do Mundo de 2018, uma piada comum entre dirigentes sul-americanos era que, se pudesse, a Fifa faria todos os seus torneios na Rússia.

Apesar dos problemas políticos e falta de liberdade de expressão, o país havia realizado um mundial de organização impecável. Por um mês, o governo do país fez vistas grossas para o comportamento de milhões de turistas que não condiziam com os costumes russos.

O torneio sediado pelo Qatar termina neste domingo com a final entre Argentina e França, a partir das 12h. O final de um ciclo de 12 anos de polêmicas, questionamentos, mudança de data, denúncias e acusações contra a Fifa. As informações são da Folha de S.Paulo.

Palmares - Natal Encantado 2025

A dois dias da votação da “PEC da Transição” na Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), se encontra com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no hotel onde o petista está hospedado em Brasília. A votação do texto estava prevista para acontecer na quarta-feira, mas foi adiada para esta terça-feira. Esta é a segunda vez que o petista e o parlamentar se encontram em menos de uma semana.

A votação da PEC é considerada prioridade para Lula, para poder iniciar o governo cumprindo promessas de campanha. Mas ela foi adiada nesta semana, levando sua definição para a última semana de atividades do Congresso neste ano.

Na Câmara, petistas admitem reservadamente que Lira só pretende entregar votos à PEC da Transição se houver a garantia de espaço robusto no governo a aliados. O impasse afeta diretamente a formação do ministério, já que Lula quer garantia de que terá os recursos liberados com o texto antes de atender aos pleitos dos parlamentares. As informações são do O Globo.

Olinda - Refis últimos dias 2025

A duas semanas de tomar posse, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), terá que correr contra o tempo para concluir a montagem do governo e garantir, no Congresso Nacional, fonte de recursos para suas principais promessas de campanha. Entre elas, a manutenção do valor de R$ 600 mensais do Auxílio Brasil (que voltará a se chamar Bolsa Família) e o reajuste do salário mínimo.

Até agora, Lula anunciou menos de um terço dos ministros que deverão compor a Esplanada, frustrando o cronograma que ele mesmo apresentou.

O principal problema está no impasse para aprovação da chamada PEC da Gastança, que libera R$ 168 bilhões em despesas para o novo governo. As informações são da Folha de S. Paulo.

Famílias integrantes do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) ocuparam um supermercado localizado no bairro de Apipucos, na Zona Norte do Recife, neste sábado (17). Eles pediram a doação de cestas básicas.

Segundo a coordenação do movimento, as ocupações em redes de supermercados são um “protesto contra a fome e a carestia” e acontecem todos os anos dentro da campanha Natal Sem Fome.

Uma das coordenadoras do MLB, Josilene da Silva afirmou que cerca de 200 integrantes de famílias ligadas ao movimento social participaram da ocupação. Ela disse que houve confusão com clientes do supermercado, por isso a Polícia Militar (PM) foi chamada. As informações são do Portal G1/PE.

A duas semanas da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) tentam dar um último fôlego aos atos que pedem intervenção militar contra a vitória do petista. Nos grupos de WhatsApp e Telegram, bolsonaristas convocam manifestantes a lotarem os quartéis-generais neste domingo (18/12) e na segunda-feira (19/12), data-limite para a diplomação de eleitos em 2022.

Extremistas espalham rumores de que o atual mandatário iria “tomar providências” para anular a eleição de Lula somente depois da diplomação de todos os governadores, senadores e deputados. Segundo eles, o recesso do Poder Judiciário, a partir do dia 20, também “facilitaria” a ação do presidente. Além disso, os acampamentos pró-Bolsonaro são alvo de pressão após atos de vandalismo em Brasília no início da semana.

Esta será mais uma mobilização convocada por bolsonaristas na tentativa de reverter o resultado das eleições. Reportagem do Metrópoles mostrou que, desde a derrota do candidato à reeleição, manifestantes acampados em frente ao Quartel-General do Exército de Brasília marcaram oito atos “decisivos”. Desta vez, a chamada para a movimentação ao redor de organizações militares é apelidada de “Novo 7 de Setembro”.