FMO janeiro 2020

29/05


2020

Coluna da sexta-feira

O PSB e a corrosão de valores

A operação da Polícia Federal, ontem, no Recife, aponta que a eleição deste ano será marcada pelo debate da corrupção, do desvio ético e da moralidade. Mas em se tratando de PSB, nenhuma novidade. O partido tem suas digitais em outros escândalos locais e federais, como a Lava Jata, no plano nacional, e a Casa de Farinha, no estadual. O ingrediente que se apresenta novo agora é a da canalhice, da estupidez e da desfaçatez.

Meter a mão em dinheiro destinado a salvar vidas de gente que agoniza nos hospitais, arrastada para o túmulo pela Covid-19, é crime odiento, horrendo e inafiançável. O preço maior deve ser político, pago nas urnas com o povo usando a sua arma mais poderosa, o voto. Nunca se viu na história algo mais arrepiante, e até inacreditável: comprar respiradores usados em porcos para quem está entre a vida e a morte numa UTI pública.

Nem Hitler! Isso prova que o fascínio não morreu, que há gente capaz de tudo, inclusive de cometer genocídio. O Brasil, especialmente Pernambuco, cansou. Fim a insensatez sem limites! Nada floresceu para o bem nessa era socialista em Pernambuco. O vermelho do socialismo exercitado no Estado, com forte odor concentrado na Prefeitura do Recife, é o do ódio, da mentira, de políticas perversas e enganadoras.

O verdadeiro socialismo prega que nenhuma pessoa pode ser dona das máquinas e dos outros recursos utilizados na produção de bens de consumo.  É a humanidade, por assim dizer, a dona desses recursos. Aqui, isso é o inverso na era PSB, prática do capitalismo disfarçado. O socialismo daqui resultou em escassez, ineficiências e desperdícios assombrosos com o dinheiro alheio.

Desnecessário dizer que, quando não se tem compromisso social nem elevado espírito público, o preço maior quem paga é a sociedade, afundada em um empobrecimento progressivamente deteriorante, como se observa hoje num Estado que já foi no passado um leão e numa capital, orgulhosamente conhecida lá fora como a Veneza Brasileira. Os pobres por aqui não foram feitos para usufruir do que o poder emana, mas para sustentar o poder de políticos maus, insanos e irresponsáveis.

A triste realidade, por fim, é constatar que a corrupção política é apenas uma consequência das escolhas do povo. Meu avô dizia que o povo tem o governo que merece. A política, quando gera corrupção na célula social, é um verdadeiro câncer que destrói toda a sociedade e os seus valores morais. A corrupção moral, política, a da palavra e da alma, enfim, leva o povo, a família, amigos e amores à corrosão de valores.

Raio bem maior – Na operação da Polícia Federal o que chamou atenção, ontem, foi que se destinou atingir apenas um alvo da busca e apreensão de documentos: o secretário de Saúde, Jailson Correia, quando é sabido que o prefeito Geraldo Júlio tem um exército de áulicos cumpridores de missões quase impossíveis. A PF não foi advertida sobre esse detalhe extremamente importante ou está escondendo a parte mais importante da sua investigação? Oxalá a segunda opção, porque as compras suspeitas do prefeito estão em torno de R$ 700 milhões e não apenas de R$ 11,5 milhões, objeto da operação da Federal no gabinete da Saúde e na casa do secretário.

Falta aprender – Seria cômico se não fosse trágico o prefeito do Recife afirmar, na maior cara de pau, que mandou devolver a dinheirama referente às compras de respiradores para porcos e que em função desse gesto estaria impune de qualquer punição. Ora, o direito versa sem arrodeios que isso, na prática, é confissão do crime. Se o assunto não tivesse vindo à mídia, a partir inicialmente de denúncia neste blog, a farra então com o dinheiro público estaria mantida. Deveria aprender que não entrou na política para agradar corruptos nem fazer corrupção, mas para lutar pela dignidade do povo, que está morrendo sem saúde, sem educação, sem segurança e sem emprego, por causa do alastramento dos efeitos da Covid-19.

O preço da morte – Triste realidade: no dia em que a Polícia Federal põe os pés no Recife para rastrear ilegalidades em contratos com o dinheiro federal da Covid-19, foram registrados mais 794 casos e 98 óbitos. Com isso, o Estado passou a ter 30.713 confirmações e 2.566 mortes por essa doença causada pelo novo coronavírus. Esses números são contabilizados desde o início da pandemia, em março. Se o dinheiro liberado pela União tivesse sido usado na compra de respiradores humanos e não para porcos, certamente muitas dessas vidas teriam sido salvas no Recife.

Livrando a cara – Acuado com a operação da Polícia Federal, o prefeito Geraldo Júlio exigiu até do presidente nacional do PSB, o ensaboado Carlos Siqueira, uma nota de solidariedade com a intenção de mostrar que o errado nessa história é a Polícia Federal. Eis o principal trecho: “As investigações em curso, conduzidas pela Polícia Federal, não maculam a administração de Recife que já veio a público, em nota oficial, para esclarecer a situação objeto das diligências realizadas. Nestes termos, o PSB Nacional manifesta sua solidariedade para com o Prefeito Geraldo Julio, convicto de que os fatos se esclarecerão rapidamente, e em favor da administração municipal.”

CURTAS

BAIXO QUORUM – Mesmo com sessões feitas pela internet, apenas 13 deputados participaram de todas as votações nominais da Câmara dos Deputados durante a pandemia do novo coronavírus, mostra levantamento feito pelo G1, portal do sistema Globo. Isso significa que 97,5% dos 513 deputados federais faltaram a pelo menos uma votação remota durante a quarentena. Nas sessões virtuais, criadas para lidar com a pandemia do coronavírus, os deputados carregam no celular o aplicativo da Câmara e podem votar de qualquer lugar. Até então, precisavam estar pessoalmente no plenário da Casa, em Brasília. Ao longo das últimas semanas, foram votadas várias proposições relacionadas à pandemia do novo coronavírus, como a PEC do Orçamento de Guerra e o projeto de ajuda financeira a estados e municípios.

EMPREGOS SOMEM – A taxa de desemprego no Brasil subiu para 12,6% no trimestre encerrado em abril, atingindo 12,8 milhões de pessoas e com um fechamento de quase cinco milhões de postos de trabalho em relação ao trimestre anterior. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua) divulgada, ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma alta de 1,3 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em janeiro. Dessa forma, o número de pessoas na fila por um emprego aumentou em 898 mil pessoas em três meses, em meio aos impactos da pandemia de coronavírus na atividade econômica.

MÚCIO NA LIVE – O entrevistado pela live do blog da próxima terça-feira é o presidente do Tribunal de Contas da União, o pernambucano José Múcio Monteiro. Nome sempre lembrado para uma eventual disputa ao Governo do Estado em 2022, Monteiro vai tratar dos efeitos da pandemia na vida da corte de contas, na política e na economia. É a primeira live que ele participa na condição de presidente do TCU e certamente deve gerar uma grande expectativa nacional.

Perguntar não ofende: A operação da Polícia Federal no Recife vai se estender também ao gabinete do governador e do Governo Paulo Câmara?


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Detra maio 2020 CRLV

28/05


2020

Prefeito de Araripina com Covid

Em vídeo postado, há pouco, pelas redes sociais, o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, comunicou que testou positivo para a Covid-19. Informou que foi contaminado por um secretário da sua equipe. Confira!


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Abreu e Lima - Maio

28/05


2020

Filho de Bolsonaro será denunciado por incitar golpe

Na live pelo Instagram do blog, há pouco, o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), anunciou, em primeira mão, que os partidos que se opõem ao Governo na Câmara vão entrar, amanhã, no Conselho de Ética, com o pedido de abertura de processo de cassação do deputado Eduardo Bolsonaro (RJ-sem partido) por quebra do decoro parlamentar. Ao pregar um movimento numa live ontem, para promover uma ruptura institucional no País, o filho do presidente, segundo o senador, incitou um golpe militar.

"Amanhã, estaremos formulando oficialmente esse pedido ao Conselho de Ética", disse. Ao longo da entrevista, Randolfe culpou o presidente Bolsonaro pelo agravamento da crise política e o acusou de ser também responsável pelo descontrole da pandemia do coronavírus. "O Governo já mudou dois ministros da Saúde e o País perdeu completamente as rédeas das medidas de combate à Covid-19", afirmou.

Autor de um pedido de impeachment do presidente, dentre outros que já deram entrada na Câmara, o líder oposicionista disse que há sustentação jurídica para tal medida, mas admitiu que o momento conturbado que o País está mergulhado não é o mais propício. "O mal maior do País é o presidente. O seu impeachment deve vir após a pandemia", afirmou. O vídeo da live está disponível nas postagens do Instagram do blog para quem perdeu e quiser assistir.


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Prefeitura do Ipojuca

28/05


2020

A milícia anunciada por um governo com gângsteres

Por José Nêumanne*

Em reunião mafiosa, Bolsonaro avisa que armará bandos contra seus ‘inimigos’ eleitos

Quando o vídeo da reunião do Conselho de Governo de 22 de abril teve o sigilo levantado, inocentes inúteis adotaram a definição do gabinete do ódio bolsonarista de que a bala de prata teria virado traque junino: “Ufa, a prova material da interferência política de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, denunciada por Sergio Moro, não foi exibida!”.

Nenhum figurão da República deu importância a uma personagem relevante do inquérito, a deputada Carla Zambelli, que havia oferecido uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) ao então ministro da Justiça. Antes de ser divulgado o vídeo, ela definiu: “Moro caiu porque é desarmamentista”. Nem sequer lhe foi dedicado um muxoxo de “tolinha”. Pois não é que a atual pomba-correio do presidente da República na Câmara dos Deputados e na Secretaria Especial de Cultura tinha razão? Meninos, eu vi. Basta ver e ouvir o que seu “mito” que mente disse.

Segue transcrição oficial: “Como é fácil impor uma ditadura no Brasil. Como é fácil. O povo tá dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura”, esbravejou o chefão. E frisou: “Eu peço ao Fernando (Azevedo e Silva, ministro da Defesa) e ao Moro que, por favor, assinem essa portaria hoje”, disse o “senhor Constituição” na reunião em que, ao contrário do agendado, não se discutiu a reconstrução da economia pós-pandemia. A não ser por discursos “kaftianos” (apud Weintraub) do “posto Ipiranga” da economia. Tudo numa linguagem que não foi de prostíbulo de porto nem de botequim pé-sujo, mais respeitáveis, mas das reuniões da Máfia de Chicago, sob o taco de beisebol de Al Capone, durante a Lei Seca nos Estados Unidos.

O “capitão cloroquina” fez aí referências explícitas a dois ministros e sobre elas o advogado-geral da União, José Levi do Amaral Júnior, nem se importou em inventar a mentira deslavada do pito na segurança pessoal, assumida pelos generais palacianos, de que tratava, em linguagem de chulé, de crimes que o procurador-geral da República, Augusto Aras, nem sequer se quis dar ao luxo de ver e ouvir na sessão prévia para as partes. No dicionário limitado de um, União, que inclui o Legislativo e o Judiciário federais, é sinônimo exclusivo de “meu chefe” (que o chama de “meu advogado”). O que é algo de pouca relevância, de vez que este se diz dono da voz do povo. E o outro, ao que parece, não se esforça para investigar algum eventual crime do usuário da caneta BIC capaz de alçá-lo ao “pretório excelso”.

Em 23 de abril, um dia depois, a portaria que Bolsonaro cobrou, e para a qual Zambelli chamou a atenção, foi publicada. O volume autorizado, que era de 200 cartuchos por ano, passou a ser de até 300 unidades por mês, a depender do calibre do armamento. A nobre parlamentar deve estar bem informada sobre o assunto, pois é casada com o coronel da PM cearense Aginaldo de Oliveira, egresso da corporação que pode ter lembrado ao capitão de milícias seus tempos de terrorista condenado e depois absolvido pela Justiça Militar. Então, foi-lhe permitido pelo Exército alterar provas do atentado a bomba que preparava contra quartéis e a adutora do Rio Guandu em sua luta obsessiva para melhorar o próprio soldo. Isso levou o ex-presidente Ernesto Geisel a chamá-lo de “mau militar”. Por sinal, a simpatia do chefe da famiglia Bolsonaro pelo motim recente da corporação do marido da devota fã ficou patente.

É claro que também confessou crime de interferência política, que levou os generais palacianos e o advogado-geral da União a agirem de má-fé, os três primeiros em depoimento no inquérito aberto pelo procurador-geral da República com autorização do STF e o último na defesa oficial do chefe do Executivo nessa mesma investigação.

A confissão de querer armar bandos contra o Estado de Direito foi adicionada à de interferir na polícia judiciária para ajudar o filho 01 e um amigo (Fabrício Queiroz) e à da existência de um serviço clandestino de informação pessoal. Os atos lembram os fasci di combattimento (grupos de combate) do fascismo do italiano Benito Mussolini. Mas pela linguagem usada e pelo passado de quem os comete têm mais que ver com as milícias da periferia do Rio, com as quais o idealizador do armamentismo cobrado de Moro se identifica. Ele saudou o tenente Adriano da Nóbrega, do Escritório do Crime, como herói do Bope, quando este já tinha sido condenado por homicídio. E mandou o filho 01 condecorá-lo com a medalha mais importante do Legislativo fluminense. A esse respeito comentou o citado ministro da Defesa, em abril de 2019: “A milícia começou numa intenção de proteger as comunidades. Na boa intenção. Começou com uma intenção de ajudar, mas desvirtuou. Desvirtuou e são bandos armados”. Que flor de ingenuidade!

Mas mais grave do que isso é que nossos falsos pais da Pátria passam ao largo de óbvias ameaças ao Estado de Direito. Incluindo-se aí as vítimas da milícia chavista de direita: João Doria, Wilson Witzel e Bruno Covas, ungidos da mesma consagração pelo voto popular em que se justifica o capo di tutti capi.

*Jornalista, poeta e escritor


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28/05


2020

PE anuncia plano de reabertura das atividades econômicas

Nos últimos dois meses, o Governo de Pernambuco vem realizando uma série de reuniões com representantes de vários setores produtivos para estabelecer os parâmetros de um plano de convivência das atividades econômicas com a pandemia da Covid-19. O estudo foi conduzido pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Gestão, da Fazenda, do Trabalho e Qualificação e de Desenvolvimento Urbano. O estudo prevê uma retomada gradativa, respeitando as orientações sanitárias e com um período de 11 semanas para ser totalmente posto em prática.

A data de início da estratégia dependerá de um conjunto de indicadores definidos pelas autoridades sanitárias e científicas que fazem parte do Gabinete de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, do governo estadual. O plano também inclui a análise da quantidade de trabalhadores por setor e de que maneira o retorno de cada atividade influenciará em pontos complementares, como o transporte público. A ideia é que os setores adotem horários diferentes de expediente para não saturar o sistema nos horários de pico.

“Sem vacina ou medicamento comprovadamente eficaz contra o novo coronavírus, todos teremos que conviver com a doença. Nosso plano pesa quais atividades têm menos impacto nas curvas de contaminação e a relevância econômica de cada setor para definir o cronograma de liberação”, detalhou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach.

A epidemia da Covid-19 atingiu de maneira direta a economia mundial, e no Brasil não foi diferente. A estimativa da Secretaria da Fazenda é de que a paralisação das atividades econômicas, por conta das medidas de isolamento social, tenha um reflexo negativo na arrecadação da ordem de 20%, no comparativo com 2019. “A ajuda aos Estados, sancionada nesta quinta-feira pelo Governo Federal, é insuficiente para repor as perdas impostas pela epidemia do novo coronavírus”, destacou o secretário da Fazenda, Décio Padilha.


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Banco de Alimentos

28/05


2020

Lula Cabral anuncia feriados e reabertura do comércio

O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral (PSB), antecipou os feriados dos dias 11 de junho (Corpus Cristhi), 13, Santo Antônio (padroeiro da Cidade) e 24 (São João) para os dias 1,2 e 3 de junho. Ao mesmo tempo, anunciou, hoje, a flexibilização “com restrições” para uma retomada gradual e consciente das atividades econômicas do município.

A retomada dar-se-á, tendo em vista os efeitos das ações de combate ao coronavírus e pela disponibilidade de leitos no município, instalação de dois hospitais de campanha, taxa do distanciamento social, uso de máscara, profilaxia das ruas e logradouros públicos e redução do número de casos confirmados.

O plano é estabelecido por setores da economia e terá ritmos diferentes, por etapas, de acordo com as características de cada setor. Não significa que será encerrado o período de quarentena, algumas atividades serão flexibilizadas, outras não.

O plano está amparado na ciência, na saúde, nas questões regionais, dados analíticos e economia. “Entendemos que, de forma responsável, podemos salvar economicamente nosso comércio e atender as orientações das autoridades sanitárias”, disse o prefeito.

A abertura obedecerá aos seguintes critérios:

  • Acatamento aos parâmetros da OMS relativos à prevenção e combate da Covid-19;
  • Abertura do comércio por protocolos de prevenção;
  • Redução do horário funcionamento.


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Comentários

Fernandes

Lula Cabral, o prefeito com DNA do POVO.

marcos

Lula Cabral o prefeito que governa de Tornozeleira. Bandido Monitorado.


Prefeitura de Serra Talhada

28/05


2020

PSB de Pernambuco sai em defesa de Geraldo

Nota oficial

O PSB de Pernambuco destaca e reitera a confiança no trabalho desempenhado pelo prefeito Geraldo Julio e pelo secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia. Desde o primeiro caso confirmado da Covid-19 na cidade, a gestão municipal tem trabalhado arduamente para salvar vidas.

Esse trabalho resultou na construção de sete hospitais de campanha, com mais de mil pacientes que já receberam alta.

A população recifense reconhece o trabalho do prefeito Geraldo Julio, um gestor que tem a vida dedicada ao serviço público. O PSB apoia e acredita no andamento das investigações, que mostrará a realidade dos fatos.

Partido Socialista Brasileiro de Pernambuco


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Foi a Polícia Federal abrir a porta da Prefeitura do Recife e os números de infectados e de mortes começaram a cair. Já pensam até em abrir o comércio. Não existe melhor remédio para essa pandemia, no Brasil, que a vacina PF.

Fernandes

A população brasileira reconhece o Roubo do Clã Bolsonaro Milicianos Rachadinhas e a vergonha que está passando. Cadeia nesses Bandidos.

marcos

Só lembrando, já são 03 secretários do grande prefeito Geraldo Júlio que estão na Cadeia. Inclusive o da Saúde! Amém

Fernandes

A população brasileira reconhece o Roubo do Clã Bolsonaro Milicianos Rachadinhas e a vergonha que está passando. Cadeia nesses Bandidos.

Fernandes

Grande prefeito Geraldo Júlio.


O Jornal do Poder

28/05


2020

Randolfe Rodrigues na live do blog daqui a pouco

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), é o convidado para a live de daqui a pouco pelo Instagram do meu blog, às 19 horas. Na pauta, a crise nacional e a extensão dos problemas decorrentes da pandemia do coronavírus na economia.

Pernambucano de Garanhuns, começou na vida pública como deputado estadual pelo Amapá. Em 2010, foi o senador mais votado daquele Estado e em 2018 reeleito. Se você quer acompanhar a live e ainda não segue o blog pelo Instagram, vá lá e passa a seguir. O endereço é @blogdomagno.


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Shopping Aragão

28/05


2020

18 anos sem Tim Lopes

Por Irineu Tamanini

Há 18 anos, no dia 2 de junho de 2002, o jornalista Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, conhecido como Tim Lopes, foi torturado e assassinado pelo traficante Elias Maluco e seus comparsas na Vila Cruzeiro, na Penha, no Complexo (conjunto de favelas) no Morro do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Tim era repórter investigativo e produtor da Rede Globo desde 1996.

Gaúcho de Pelotas, nasceu no dia 18 de novembro de 1950. Tim era o quarto filho de uma família de doze. Quando tinha 8 anos, seus pais se mudaram com a família para o Rio de Janeiro, onde viveram em circunstâncias humildes na favela da Mangueira em uma casa de três cômodos. A Mangueira abriga a escola de samba Mangueira e está localizada em uma colina perto do estádio de futebol do Maracanã.

Tim Lopes cursou a faculdade de jornalismo da Faculdade Hélio Alonso (FACHA) no Rio de Janeiro e durante sua carreira escreveu para os jornais do Rio O Globo, O Dia, e Jornal do Brasil. Como parte de uma peça de investigação em 1978, Lopes trabalhava em um canteiro de obras em subterrâneo do Metrô do Rio, para destacar condições de trabalho difíceis no calor sufocante. Lopes ganhou um prêmio de jornalismo brasileiro chamado Prêmio Abril de Jornalismo em 1985 e 1986 por reportagens envolvendo o futebol na revista esportiva Placar.

Na tarde de 2 de junho de 2002, Tim Lopes deixou seu apartamento em uma zona de classe média do bairro de Copacabana, onde vivia com a mulher Alessandra Wagner e o filho Bruno Quintella, então com 19 anos. Estava a caminho da Vila Cruzeiro porque tipo obtido a informação que uma gangue de traficantes de drogas que controlava a Vila Cruzeiro estava dando um baile funk naquela noite. Lopes foi avisado pelos moradores locais da área que os traficantes estavam promovendo a prostituição infantil no baile na Vila Cruzeiro.

Antes de subir a favela, Tim Lopes foi ao shopping Penha, onde montou uma câmera escondida. Ele estava usando uma microcâmera escondida dentro de um pequeno pacote em sua cintura. Um dos propósitos deste baile funk era atrair multidões de outros bairros, então a presença de Lopes não o tornaria um alvo em si. No entanto, o relatório “Feirão das Drogas” do ano anterior havia recebido muita atenção e levado a inúmeras detenções. Além disso, depois que Lopes e sua equipe receberam o Prêmio Esso, sua imagem tornou-se posteriormente popular por todo o Rio.

Após uma caçada humana de três meses liderada pela cúpula da segurança do Rio de Janeiro,[4] a polícia lançou no dia 16 de setembro de 2002 a chamada “Operação Sufoco”, cercando o Complexo do Alemão com o objetivo de capturar Elias Maluco. Após 50 horas de cerco policial, foi capturado no dia 19 de setembro na Favela da Grota, não tendo resistido à prisão. É dele a frase, no momento da prisão, “Perdi, chefe. Só não esculacha, não.”, em referência à ânsia da polícia em prendê-lo.

Elias Maluco foi condenado em dezembro de 2002 a 13 anos de prisão pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, num processo que envolvia o cantor Belo. Em 10 de novembro de 2003, foi condenado a 18 anos de prisão pela 23ª Vara Criminal do Rio de Janeiro pelos mesmos crimes no âmbito de outro processo, e em 25 de maio de 2005 foi condenado a 28,5 anos de prisão pelo 1º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, formação de quadrilha e ocultação de cadáver no caso do assassinato de Tim Lopes.

Tim sempre foi conhecido por seu olhar humano e por lutar pelas causas sociais. Sua primeira matéria para o jornal alternativo O Repórter retratava bem isso. A reportagem retratava as precárias condições que os operários da construção do metrô do Rio trabalhavam. Ele sentiu isso na pele. Para produzi-la, trabalhou por um período na construção.

Lopes também era apaixonado por futebol, mais precisamente pelo Club de Regatas Vasco da Gama. Essa paixão pelo esporte o levou até a Revista Placar, emprego no qual foi contemplado com o Prêmio Abril de Jornalismo nos anos de 1985 (com a matéria Tricolor de Coração) e em 1986 (com Amizade sem Limite).

Em sua carreira, ele se destacou pela série de reportagens intitulada ‘Funk: som, alegria e terror’, no qual mostrava como os cidadãos das favelas do Rio eram submetidos ao terror sob as leis dos traficantes. Ele achava que o governo do Rio cedeu o controle de bairros pobres a traficantes violentos.


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