Por Alexandre Ricardo – especial para o blog
A governadora Raquel Lyra marcou presença, nesta segunda-feira (13), na missa solene que encerrou as festividades em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres. O evento ocorreu no histórico Monte dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, reunindo fiéis e autoridades para celebrar uma das tradições religiosas históricas da Região Metropolitana do Recife. Acompanhada pela vice-governadora Priscila Krause, a chefe do Executivo estadual aproveitou a ocasião para enfatizar o valor espiritual e a relevância da festividade.
Em seu pronunciamento, Raquel Lyra conectou a tradição religiosa ao compromisso com o desenvolvimento social. “No alto do Monte dos Guararapes, onde nasceu a pátria, nós temos a reafirmação da fé de um povo que acredita sempre na luta pela justiça social. Esse é um lugar belíssimo, que por muito tempo não foi enxergado. Nós, em parceria com o Exército e com a prefeitura, já estamos fazendo projetos para restaurar esse espaço, garantir a realização de eventos e permitir que a população o ocupe. Estou muito feliz de poder celebrar Nossa Senhora dos Prazeres. Que a gente continue pedindo sempre sabedoria para que possamos tomar as decisões certas e servir ao próximo”, declarou a governadora. As informações são do JC.
Leia maisPRESENÇA EM JABOATÃO
O prefeito de Jaboatão, Mano Medeiros, reforçou a importância da cooperação institucional entre o município e o estado para viabilizar a estrutura do evento, que teve início no dia 5 de abril. Segundo o gestor, a harmonia entre as esferas de governo foi fundamental para o sucesso dos nove dias de programação, expressando gratidão pelo apoio recebido do Governo de Pernambuco.
A celebração final foi conduzida por Dom Fernando Saburido, Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Olinda e Recife. O religioso destacou que a imagem de Nossa Senhora dos Prazeres remete à alegria da ressurreição, sendo um momento propício para a comunhão e a caridade. A cerimônia contou ainda com comitiva política, incluindo o senador Fernando Dueire, deputados federais e estaduais, além de lideranças locais que acompanharam o ato litúrgico com Raquel.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve almoçar com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), na terça-feira (14) para explicar as razões de ter decidido pelo envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho.
Segundo assessoria do presidente da Câmara, o encontro será após a posse do novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), no Palácio do Planalto. As informações são do g1.
Nesta segunda-feira (13), o presidente Lula confirmou que enviará o projeto para análise dos deputados nesta semana.
Leia mais“A questão da jornada de trabalho, não tem mais sentido com o avanço tecnológico que o mundo teve a gente ainda só tem um dia para descansar no final de semana”, disse Lula durante um evento no Planalto.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), um dos articuladores do tema dentro do governo, afirmou que o texto está pronto e só depende da conversa entra Lula e Motta para ser enviado ao Congresso.
Na semana passada, Motta disse à imprensa que o então líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), havia informado a desistência do Palácio do Planalto de propor um novo texto. Logo depois, o governo contradisse a declaração de Motta e negou.
“Tema está pacificado no governo. Tem a decisão do presidente. Os ministros podem ter sua opinião, líder de governo pode ter sua opinião. Há uma definição, quem teve voto para isso é o presidente. Presidente Lula tomou e anunciou a decisão de que vai mandar o projeto de lei com regime de urgência”, disse Boulos.
O projeto de lei do governo deve ser enviado em regime de urgência, o que obriga a Câmara e o Senado Federal a analisarem a proposta. Caso contrário, a pauta de votação fica trancada até o texto em urgência ser analisado.
Projetos com urgência de autoria do presidente da República trancam a pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado.
Motta defende votar a PEC que tramita na Câmara. No começo do ano, ele determinou que sejam analisadas juntas uma proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) que acaba com a escala 6×1 e outra apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
Segundo Motta, a PEC deverá ser votada nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até o fim de maio em plenário.
A possibilidade de Lula vetar pontos do projeto de lei que não agradem também é levada em consideração. A PEC não passa pelo crivo do presidente após ser aprovada pelos parlamentares e é promulgada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), cumpriu agenda nesta segunda-feira (13) no município de Agrestina, no Agreste. Recebido pelo prefeito Josué Mendes (PSB), ele percorreu ruas do centro da cidade, conversou com comerciantes e concedeu entrevista a uma rádio local. Durante a visita, defendeu que o Estado adote um ritmo de gestão semelhante ao observado em outros estados do Nordeste e no Recife, capital que administrou nos últimos anos.
Na entrevista, João Campos afirmou que a disputa eleitoral deve envolver a comparação entre gestões e projetos. “Eu sei fazer um compromisso e sei concretizar e tirar do papel esse compromisso. Eu tripliquei as vagas de creche no Recife, enquanto o Governo do Estado só fez três creches. Então, o que a gente vai colocar à disposição é a comparação”, disse. Ainda em Agrestina, ele visitou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e destacou a importância da ampliação de serviços públicos voltados a pessoas com deficiência.
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á em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, João Campos participou, à noite, da inauguração do Diretório Municipal do PSB. O ato contou com a presença do prefeito Paulo Roberto (MDB), do deputado estadual Sileno Guedes, da deputada federal Isa Arruda e de Túlio Arruda, que assumiu a presidência da legenda no município. Durante o evento, lideranças locais destacaram a importância da reorganização partidária.
Em seu discurso, João Campos afirmou que a iniciativa faz parte do processo de fortalecimento do partido no estado. “A gente vem fortalecer o nosso partido na cidade e no estado, agora com um novo diretório municipal, liderado por Túlio Arruda, junto com o prefeito Paulo Roberto”, disse. Ele também relembrou a trajetória do PSB e a relação histórica com o MDB, ao citar nomes como Miguel Arraes e Eduardo Campos.
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O novo líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou nesta segunda-feira (13) que o projeto do Executivo para o fim da escala 6×1 será encaminhado em regime de urgência, tratado como prioridade no Congresso ainda neste semestre e será uma de suas principais tarefas à frente da liderança.
“É um dos projetos prioritários da minha tarefa aqui como líder do governo, viabilizar o diálogo com os demais líderes da casa, estabelecer um processo ágil, na medida que ele virá em regime de urgência, para que nós possamos votar ainda no primeiro semestre”, disse. As informações são da CNN.
Leia maisSegundo Pimenta, o presidente Lula deve conversar com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos PB) sobre o tema. A expectativa do governo é que, após esse alinhamento, o texto seja formalizado para tramitação na Casa.
“Eu tenho certeza que nesse diálogo entre o presidente da Casa e o presidente da República, eles vão chegar aí no entendimento sobre a melhor forma da tramitação dessa matéria”, disse.
O líder reconheceu que ainda não iniciou formalmente as tratativas sobre a pauta e disse que não tem reuniões marcadas neste momento, mas que pretende abrir diálogo com Motta, líderes partidários e representantes do setor produtivo para viabilizar a tramitação.
Pimenta também minimizou a possibilidade de atritos com a Câmara diante da intenção do Planalto de acelerar a análise da proposta e afirmou que a construção será feita com base no diálogo. Para ele, o objetivo é garantir a aprovação do projeto ainda no primeiro semestre, antes da redução do ritmo legislativo em função do calendário eleitoral.
Paulo Pimenta está no sexto mandato como deputado federal. Já foi líder do PT na Câmara, em 2018 e 2019. No atual governo, foi ministro da Secretaria de Comunicação Social. Também esteve à frente da pasta criada para apoiar na Reconstrução do Rio Grande do Sul após as tragédias climáticas no estado.
Mais recentemente, participou da CPMI que investiga fraudes no INSS. A nomeação de Pimenta, assim como a de José Guimarães na articulação política, devem ser oficializadas em edição extra do Diário Oficial da União, conforme indicação do presidente Lula.
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CORREIO BRAZILIENSE
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a construção de uma liderança capaz de substituir o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “não é simples” no atual cenário político. A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band.
Na entrevista, Edinho defendeu a reeleição de Lula para o quarto mandato nas eleições presidenciais de 2026. “Precisamos reeleger o presidente Lula para que a gente tenha segurança de um Brasil que seja conduzido com segurança diante da estabilidade política e econômica que estamos vivenciando. O risco é o Brasil ter retrocesso, vivenciar uma situação de autoritarismo e desmanche.”
Leia maisSegundo Edinho, Lula concentra hoje um capital político relevante, o que dificulta a definição de um sucessor imediato dentro do campo democrático.
O dirigente ressaltou que a complexidade do cenário político e econômico amplia o desafio de formação de novas lideranças com capacidade de manter a mesma articulação e apoio.
“Evidente que uma liderança para substituir o presidente Lula não é simples, porque ele é hoje o maior líder político do mundo. Não é simples substituir o presidente Lula”, afirmou Edinho Silva.
O presidente do PT afirmou que novas lideranças tendem a surgir ao longo do tempo, desde que haja conexão com as demandas da sociedade.
Para ele, o processo de renovação política ocorre de forma gradual e depende da consolidação de projetos e agendas no País.
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Caso o Congresso Nacional derrube o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, presos condenados por crimes hediondos, como tráfico de drogas, estupro e feminicídio, poderão ficar menos tempo na cadeia. Um parecer da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados indica que a medida reduziria o tempo mínimo exigido para a progressão do regime fechado. A votação do veto está marcada para o dia 30 deste mês.
O estudo foi elaborado pelo consultor Lucas de Oliveira Jaques e compara as regras de progressão de pena após a aprovação da “Lei Antifacção”, ou Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, (Lei 15.358/2026) com o cenário em caso de derrubada do veto ao PL da Dosimetria. As informações são do Estadão.
Leia maisO parecer conclui que a derrubada do veto manteria as regras atuais para crimes menos graves, mas tornaria mais rápida a progressão de regime para condenados por tráfico, estupro, homicídio qualificado e feminicídio, além de líderes de organizações criminosas e milícias. Na prática, a queda do veto reverteria o endurecimento das penas promovido pela “Lei Antifacção”.
“Ressalta-se que a Lei 15.358/2026 entrou em vigor dia 25 de março de 2026, e foi aprovada com grande apelo popular ao recrudescer o tratamento penal aos criminosos”, diz o autor do estudo.
Segundo o comparativo, em crimes hediondos, o tempo mínimo de cumprimento da pena em regime fechado para progressão cairia de 70% para 40% no caso de réus primários. Nos crimes hediondos com resultado de morte, o percentual seria reduzido de 75% para 50%.
No caso de feminicídio, a exigência passaria de 75% para 55% para condenados primários, enquanto, para reincidentes, cairia de 85% para 70%.
A derrubada do veto também beneficiaria condenados por atuação em organizações criminosas e milícias, com redução do tempo mínimo de cumprimento de pena de 75% para 50% em regime fechado.
O objetivo do PL da Dosimetria, é reduzir as penas impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a outros réus condenados pela tentativa de golpe de Estado e pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Com o projeto, Bolsonaro teria a pena reduzida para 20 anos, com diminuição do tempo de regime fechado para dois anos e quatro meses. O texto foi aprovado pelo Congresso, mas em 8 de janeiro deste ano, três anos após os atos de vandalismo em Brasília, Lula assinou um veto integral ao projeto.
Agora, os parlamentares vão discutir a derrubada do veto presidencial, no próximo dia 30 de abril. A votação foi pautada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Como mostrou o Estadão, caso o veto seja derrubado, o projeto da dosimetria vai aliviar o tempo de cadeia para Bolsonaro, mas junto, vai beneficiar bandidos como Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, e André de Oliveira Macedo, o André do Rap. Isso porque ele reduz o tempo que esse tipo de criminoso deve permanecer na cadeia, em regime fechado, antes de passar para o regime semiaberto.
O gabinete do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também elaborou um estudo técnico baseado no parecer da Consultoria Legislativa. Segundo nota do parlamentar, “a derrubada do veto implicará diminuição substancial do tempo efetivo de cumprimento de pena em regime fechado para crimes extremamente graves, fragilizando a resposta estatal, comprometendo a prevenção geral e especial, e transmitindo à sociedade uma mensagem de tolerância incompatível com a gravidade dessas condutas”.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta segunda-feira (13) o deputado Paulo Pimenta como novo líder do governo na Câmara.
Pimenta vai substituir, na função, o deputado José Guimarães (PT-CE), que assume a Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação entre o governo e o Congresso Nacional.
Nas redes sociais, o presidente Lula afirmou que a articulação política do governo “tem sido fundamental para várias conquistas do povo”. As informações são do g1.
Leia mais“Com Guimarães e Pimenta em seus novos postos, [a articulação] seguirá sendo muito bem conduzida”, disse.
Paulo Pimenta foi ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência no início do terceiro mandato do governo Lula, mas foi substituído por Sidônio Palmeira no começo do ano passado.
Pimenta está em seu sexto mandato como deputado federal. Já liderou a bancada petista por dois anos consecutivos, em 2018 e 2019, e ocupou cargos de destaque no Congresso, como a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHM). Mais recentemente, esteve à frente da bancada do governo na CPMI do INSS.
Articulação
José Guimarães foi anunciado novo ministro da SRI no fim de semana. A pasta estava sem titular após a saída da ministra Gleisi Hoffmann, no último sábado (4), em função do fim do prazo de desincompatibilização.
Este é o período em que ministros devem deixar os cargos no governo até seis meses antes das eleições, caso queiram concorrer ao pleito.
O novo ministro vai tomar posse nesta terça-feira (14). Segundo Guimarães, a previsão é que ele permaneça no comando da pasta até o final deste ano. Em caso de reeleição de Lula, o líder afirma que “o futuro a Deus pertence”.
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O Tribunal de Justiça de Pernambuco concedeu nesta segunda-feira (13) liminar favorável à deputada Débora Almeida (PSD) e suspendeu a tramitação do Projeto de Lei Ordinária 3694/2026 sob o rito especial adotado pela Presidência da Assembleia Legislativa. A decisão é do desembargador Eduardo Guilliod Maranhão.
O PLO 3694/2026, enviado pela governadora Raquel Lyra em dezembro, altera o percentual de remanejamento da Lei Orçamentária Anual de 2026. A proposta do Executivo busca preservar o patamar de 20% para remanejamento, após a oposição reduzir o índice a 0% na LOA aprovada. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisNo pedido, Débora Almeida sustentou que a Mesa Diretora aplicou indevidamente ao projeto o regime de tramitação da LOA, o que estendeu prazos e concentrou a deliberação na Comissão de Finanças, hoje de maioria oposicionista. Para a parlamentar, a medida violou o Regimento Interno e o regime de urgência solicitado pelo Executivo.
Ao deferir a liminar, o desembargador afirmou que o rito especial “vulnera as atribuições constitucionais do Poder Executivo, por desprezar o regime de urgência, e restringe a atuação parlamentar dos deputados estaduais, por representar restrição à participação do processo legislativo”.
A decisão é interpretada por aliados do governo como vitória política. Sem o rito especial, o projeto volta a seguir a tramitação ordinária e pode ser modificado diretamente em plenário, onde a base governista tem maioria. Isso reabre a possibilidade de recompor o percentual de remanejamento de 20% defendido pelo Palácio do Campo das Princesas.
Entenda o caso –
Em dezembro de 2024, a governadora enviou o PLO 3694/2026 para ajustar a LOA de 2026 e garantir 20% de margem para remanejamento orçamentário. A oposição havia zerado o percentual. Ao receber a matéria, a Presidência da Alepe, com aval da Procuradoria da Casa, enquadrou o texto no rito da LOA. Na prática, o procedimento ampliou prazos e limitou a análise à Comissão de Finanças, bloqueando emendas de outros deputados. Pelo rito comum, a proposição iria a plenário e poderia ser alterada pela maioria governista.
A Polícia Federal informou que a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem ocorreu a partir de cooperação internacional com autoridades dos Estados Unidos. Ramagem foi preso nesta segunda-feira, em Orlando, na Flórida, por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) dos Estados Unidos. No site oficial do ICE consta que ele está sob a custódia do órgão.
“A prisão decorreu de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e autoridades policiais dos EUA. O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado de Direito”, informou a PF em nota. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisRamagem foi condenado no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de estado. A sentença foi aplicada no mesmo processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o aliado e influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo, que mora nos Estados Unidos, Ramagem foi detido “após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE — procedimento comum na Flórida”.
“Essa é, neste momento, uma questão meramente imigratória. Porém, o status de Ramagem é LEGAL: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso — que é demorada, mas tem tudo para ser deferida”, escreveu Figueiredo..
Segundo o influenciador, a sua expectativa é que o ex-deputado seja liberado.
“O trâmite do ICE também é burocrático e depende da formalização no sistema do órgão para que os próximos passos sejam dados nesta direção”.
Como informou O GLOBO, a família do garimpeiro Rodrigo Martins de Mello, mais conhecido como Rodrigo Cataratas, desempenhou “papel de protagonismo” na fuga do ex-deputado federal, segundo a Polícia Federal.
Rodrigo Cataratas, a mulher Priscila de Mello e o filho Celso Rodrigo de Mello viabilizam a estadia de Ramagem em um condomínio de luxo nos Estados Unidos e o ajudam a obter documentos falsos.
O trecho da investigação da Polícia Federal consta na decisão do ministro Alexandre de Moraes de dezembro que negou, à época, a transferência para a prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o trecho destacado pelo ministro, os documentos falsos seriam usados por Ramagem, que estava desde setembro em Miami, na Flórida, para “ludibriar as autoridades americanas” e conseguir uma carteira de motorista.
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A prefeita de Olinda, Mirella Almeida, sancionou uma lei que endurece as penalidades para o descarte irregular de resíduos sólidos no município. A nova legislação amplia o poder de fiscalização, que passa a ser exercido pela Secretaria de Meio Ambiente e Planejamento Urbano e pelo Grupamento Ambiental da Cidade de Olinda (GACO), vinculado à Guarda Civil Municipal. As multas, que antes chegavam a R$ 1 mil, passam a atingir até R$ 200 mil, a depender da gravidade da infração, e se aplicam a pessoas físicas e jurídicas.
A norma também estabelece como infração a contratação de tração animal para o descarte de resíduos, prevendo as mesmas penalidades. “A atualização da legislação representa um marco para Olinda, ao unir maior capacidade de fiscalização, penalidades mais rigorosas e instrumentos mais modernos de controle ambiental”, afirmou o secretário Guilherme Cabral. A sanção ocorre em meio à intensificação das ações de fiscalização, após flagrantes recentes de descarte irregular, como o caso de um caminhão autuado no bairro de Aguazinha.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (MDB), criticou, nesta segunda-feira (13), o envio, pelo Governo do Estado, de um projeto de crédito suplementar de R$ 155 milhões destinado ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Segundo o parlamentar, a iniciativa contraria o discurso do Executivo de que o orçamento estaria “engessado” por responsabilidade da Assembleia.
“O governo, que tanto fala em falta de recursos, encaminhou hoje a esta Casa um projeto para remanejar R$ 155 milhões para o Tribunal de Justiça. Questiona-se, então, por que não enviar projeto similar para beneficiar o setor sucroalcooleiro?”, afirmou Porto durante sessão plenária. Ele acrescentou que, caso o governo envie proposta nesse sentido, o texto poderá ser votado rapidamente.
O deputado também criticou a condução das votações na Casa, mencionando a falta de quórum para apreciação da redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA). “A Assembleia está aqui para votar. Mas pode-se ver que o governo, mais uma vez, esvaziou o plenário de hoje para não ter votação”, disse. Segundo ele, já houve indicação para abertura de crédito de R$ 120 milhões em apoio ao setor canavieiro, mas o Executivo não teria avançado na proposta.
Porto ainda afirmou que a responsabilidade pela tramitação da LOA não pode ser atribuída ao Legislativo. “Não existe culpa da Assembleia, porque a LOA já foi aprovada. Só falta agora se aprovar a redação final, que não vai adiante por determinação do Palácio”, declarou. O parlamentar também questionou a gestão orçamentária do governo ao citar valores já empenhados no exercício.
A bancada da Federação União Progressista em Pernambuco se reuniu, na manhã desta segunda-feira (13), para discutir estratégias de atuação na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e alinhar prioridades para o estado. O encontro foi conduzido pelo presidente estadual da federação, o deputado federal Eduardo da Fonte, com a participação do vice-presidente do Partido Progressistas, Lula da Fonte.
Durante a reunião, os parlamentares trataram do realinhamento da atuação nas comissões da Casa, com o objetivo de fortalecer a presença da federação e ampliar a participação nos debates legislativos considerados estratégicos para Pernambuco. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisA bancada estadual discutiu a reorganização interna com foco em garantir maior protagonismo nas pautas de interesse público, além de buscar maior articulação política dentro do Legislativo.
Integram a Federação União Progressista em Pernambuco os deputados estaduais Claudiano Filho, Adalto Santos, Pastor Júnior Tércio, Gleide Ângelo, Pastor Cleiton Collins, France Hacker, Kaio Maniçoba, Joel da Harpa, Henrique Filho e Dannilo Godoy.
Segundo Eduardo da Fonte, a atuação do grupo seguirá pautada pelo compromisso com o desenvolvimento do estado.
“O nosso compromisso é com Pernambuco. Vamos votar as pautas importantes para o crescimento do estado, sempre com responsabilidade e autonomia”, afirmou.
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