Lavareda

23/03


2008

PAC, moeda de troca eleitoral?

Blog de Luis Nassif

 A "Folha" insiste na história de que todo gasto público tem objetivo eleitoral. É evidente que todo governante procura maximizar o retorno eleitoral de suas obras.

Mas a implicância com o PAC é demais. Daqui a pouco, nenhum governante vai poder fazer qualquer obra em ano eleitoral (independentemente da sua relevância ou dos critérios de distribuição) porque será considerado eleitoral.

Olha a matéria da "Folha". Na capa:

PAC privilegia 158 cidades no ano eleitoral

O governo Lula driblou o veto da lei eleitoral a repasses de recursos para obras novas nos três meses anteriores à eleição municipal e, sem alarde, listou por decreto quase 1.800 ações do PAC que terão gastos liberados na reta final, informa Marta Salomon. A lista de projetos tratados como prioritários, de transferência obrigatória, é liderada por saneamento, urbanização de favelas e construção de casas.

Veja só: privilegia cidades em ano eleitoral. Como se cidades fossem partidos políticos. Nas matérias internas, se lê que a cidade mais beneficiada será o Rio de Janeiro (de César Maia) seguido de São Paulo (de Gilberto Kassab). E em questões fundamentais: saneamento, habitação popular.

Onde, então, o caráter eleitoreiro das verbas? Aí a repórter tem que se virar e encontrar uma justificativa para a primeira página:

Os votos mobilizados pelo PAC poderão beneficiar tanto os atuais prefeitos que disputam a reeleição como seus adversários no pleito de outubro (!!!). No caso de São Paulo, por exemplo, a expectativa dos governistas é que a petista Marta Suplicy apareça vinculada ao PAC e não o atual prefeito, Gilberto Kassab (DEM).

Se podem beneficiar tanto um quanto outro, o parágrafo poderia ter terminado com a frase: "E a expectativa dos governistas de São Pauylo é que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) apareça vinculado às obras".

Agora, cá para nós: se receber verbas do PAC em ano eleitoral fosse ruim para as eleições, Serra, Kassab e César Maia teriam assinado os convênios?


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Comentários

Severino Isidoro Fernandes Guedes

Se o PAC é de fato eleitoreiro, como dizem alguns segmentos implicantes da pseudo-imprensa, refaça-se a pergunta: por que os prefeitos do DEMO, César Maia (RJ) e Kassab (SP) assinaram convênio de obras com o Gov. Federal? Obviamente porque o que beneficia cá (PT) beneficia lá também.

jose carlos da silva

Atingidas/beneficiadas melhor dizendo.

jose carlos da silva

As cidades atingidas pelo PAC são exatamente aquelas onde o PT tem poucos votos, agora dá prá vcs entenderem?

Raimundo Eleno dos Santos

Mas será o cão! O Brasil tem mais de 5 mil municípios. Apenas 158 foram beneficiadas com esse PAC. SERÁ QUE ISSO É ELEITOREIRO MESMO?Onde já se viu?! Isso representa +- 3% dos municípios brasileiros! Que gritaria desnecessária?!

Sérgio J. Cadena Bandeira de Melo

QUE ESTA ACONTECENDO COM O T R E QUE NÃO DA NENHUMA EXPLICAÇÃO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O QUE VEM ACONTECENDO COM A ATITUDE DESTE GOVERNO.DIZ O T R E VOTAR É UM ATO CÍVICO,NÃO VOTAR NÃO É PUNIDO. E LIBERAR VERBAS A POUCOS MESES DAS ELEIÇÕES ESTA DENTRO DA LEI?NOS ELEITORES TEMOS DIREITO DE SABER.


ALEPE

23/03


2008

Casa de Passagem e AL lembram Dia Mundial da Água

 A Assembléia Legislativa, junto com a ONG Casa de Passagem estão iniciando a semana de comemoração ao Dia Mundial da Juventude, nessa segunda-feira (24), com uma Audiência Pública, Grande Expediente Especial no plenário do Palácio Joaquim Nabuco. A juventude de 16 comunidades atendidas pela Casa de Passagem, representada por Henrique, um adolescente assistido pela Casa de Passagem, estará entregando a “Carta da Amazônia”, que contém proposta de políticas públicas com a temática de “Direitos Humanos e Direitos Ambientais”.

Foram convidados para participar da composição da mesa, além de Henrique, o autor do requerimento n° 1608, Deputado Isaltino Nascimento, o Secretário da Juventude Pedro Mendes, o Secretário de Direitos Humanos e Segurança Cidadã Luis Roberto, o assessor do Secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Acácio de Carvalho e o articulador do Movimento Nacional da Juventude, Ivan Moraes Filho.


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milton tenorio pinto junior

A casa de joaquim Nabuco há muito perdeu a força. Bem disse Pedro Eurico: Virou chiqueiro do Palácio. E com parlamentares do nível de Isaltino é que piorou.


O Jornal do Poder

23/03


2008

Dossiê: o furo, a norma e o desvio de conduta

Do blog de Reynaldo Azevedo

 Este ou aquele já haviam noticiado o dossiê? Não haviam, não. Até porque, se for para reivindicar alguma coisa, reivindico para o meu blog — apelem à memória do Google — a afirmação de que, nos termos então dados, o requerimento da CPI permitiria ao governo montar uma máquina de acusações contra os tucanos. Que a turma estava escarafunchando coisas, bem, disso todos sabíamos.

Mas o furo não é meu nem de ninguém. É da VEJA, que botou a mão em parte do dossiê. Ele existe. As ilações e palavras oblíquas de pelo menos três ministros de estado — Jorge Hage, Tarso Genro e Paulo Bernardo — se traduziram em ação: já há papelório circulando por aí. E sua produção contou com a colaboração da Casa Civil. O ministério do PACderme produziu o PAD: Programa de Aceleração das Denúncias.

Aí me diz alguém, um tanto desiludido. “Ah, governos são assim mesmo”. Ou outro: “Há gente que não presta em todos os partidos”. Não, governos não são “assim mesmo”. Só os que não dão pelota para o estado de direito. Quanto a haver indecentes e decentes em todas as legendas, concordo. A questão é saber se a indecência é a melhor ou a pior parte da legenda; se é desvio de conduta ou norma. A minha resposta está dada desde sempre no que diz respeito ao partido do poder. Como diria o velho Polônio, é método, não loucura.


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Severino Isidoro Fernandes Guedes

... no dia em que um governante não precisar mais fazer conchavos nem se render a chantagens (nem com mensalões ou mensalinhos) para poder governar, aí sim teremos um país com um nível ínfimo de corrupção. Mas isso ainda demanda tempo e investimento em educação, que produz cidadania.

Severino Isidoro Fernandes Guedes

No dia que no Brasil houver uma legislação político eleitoral decente com regras rígidas que dificultem a gatunagem e o troca-troca de partidos e interesses. No dia em que o eleitor for mais seletivo e menos induzido por compra de votos ou pela (des) informação de uma mídia conservadora...

jose carlos da silva

Governo ou desgoverno? Comente sobre a saúde nos quatro cantos do país? Insegurança dentro e fora de casa. Educação igual a qual continente? Corrupção? Agora sim senhor em todo país.Um melhor exame, gera um bom comentário. Muito cuidado nos fora-da-lei do seu lugar.Vida longa e boa sorte!

JARBASTA

Vide a reposta oficial da Casa Civil da Presidência da República, desmascara Veja, Reinaldo Azevedo e tantos outros jornalistas do PIG (Partido da Imprensa Golpista)

Normando Leite Cavalcante

Este comentário está perfeito quanto a essa política suja dos dociês. Outra coisa, aonde já se viu um governo cometer desmandos administratitos, ou até mesmo gatunagem ,sôbre o manto de que o antcessor também fazia o mesmo. Ética e correção, nem pensar!


Abreu no Zap

23/03


2008

Alunos de universidades públicas devem pagar?

Defendo que os alunos de Universidades Públicas paguem mensalidades. Os que não podem pagar devem receber bolsas do governo. Os alunos que chegam às instituições públicas de ensino, geralmente, são advindos de escolas privadas, principalmente nos cursos de Direito e Medicina. Se eles estudaram em escolas privadas, qual é a razão deles estudarem de graça no ensino superior?

Os alunos das Universidades Públicas quando terminam a sua graduação dão adeus. Não voltam para fazer nada na Universidade Pública, a não ser atividade docente. Esta remunerada. Os que não voltam serão médicos, juízes, promotores, executivos. Todos são ingratos com que lhe financiou, no caso, o Estado. E egoistas com os que não tiveram oportunidade de cursarem uma boa escola.
 

O presidente Lula, na semana passada, defendeu que os alunos das escolas superiores privadas paguem o financiamento governamental por meio do trabalho após estarem formados. Excelente Idéia. Contudo, o presidente também deve cobrar dos alunos das Universidades Públicas alguma compensação. A primeira delas seria o pagamento de mensalidade. A segunda, para os bolsistas, exercício de atividade laborial não remunerada depois de formado.

As Universidades públicas de ensino superior criam uma casta de privilegiados e, por conseqüência, aprofunda a desigualdade. Elas não determinam metas para os seus professores. Estes não podem ser demitidos, pois possuem parcial estabilidade. Os docentes, infelizmente, possuem salários iguais, independente da produção científica. A estrutura burocrática das instituições públicas de ensino superior é pesada, não funcionam de modo eficaz. Laboratórios e bibliotecas não atendem com qualidade a demanda, apesar dos gastos exorbitantes por parte da União.

Infelizmente, são poucos os acadêmicos que defendem o pagamento de mensalidade nas Universidades Públicas. Alegam que se isto ocorrer, a pesquisa será prejudicada. Falso! O Estado continuará, junto com o setor privado, financiando pesquisas. Incentivos tributários, inclusive, deverão ser concedidos às empresas que contratem doutores e que desenvolvam pesquisas. Conheço inúmeras instituições privadas que desenvolvem pesquisas. Friso, ainda, que nem todos os doutores, apesar da pouco carga horária em sala de aula, desenvolve atividades de pesquisa de modo sistemático.

Espero que algum governo, algum dia, tenha a coragem de discutir a eficiência e o financiamento do ensino superior público no Brasil. Caso não, o Brasil não produzirá o número de formados e doutores que tanto necessita. Além de não enfrentar a desigualdade social com eficiência. ( Do blog de Adriano Oliveira)


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Severino Isidoro Fernandes Guedes

Eu próprio, filho de família humilde (mãe costureira e pai operário) me formei em Ciências Sociais pela UFPE e já atuei em cursinhos pré-vestibulares gratuitos e ainda presto assessoramento voluntário a movimentos sociais. Acredito que isso é o mínimo que se pode fazer.

Severino Isidoro Fernandes Guedes

Não sou a favor de cobrança alguma em universidades públicas. Afinal, o que é público é público, seja para rico, pobre ou remediado. O que sou a favor é que o aluno de universidade pública retribua o benefício recebido em atividades de prestação de serviço comunitário em dias específicos da semana

joao daniel neto

Saci-pererê que nada" Dr Saci"...Já to vendo gilberto gil mais gabeira e clodovíl criarem vagas para puta e viado na universidade...

adolfo henrique nunes monteiro

afirmação social, além de serem eleitoreiras são uma farsa. gera uma classe de oprimidos privilegiados. hj em dia, existe vaga pra negro, indio, pobre, mameluco, crioulo, ....daqui a pouco não vai ter vaga é para quem n se enquadra nestes parâmetros. que palhaçada.

adolfo henrique nunes monteiro

é cada uma q inventam. neste país tão querendo até tirar o ensino publico gratuito. querem cobrar por tudo, além do mas, tudo neste país é ineficiente. pagar pela faculdade publica seria um absurdo. se isso acontecesse, rasgariamos de vez a nossa constituição. além do mais, estas políticas de



23/03


2008

No 3º mundo: angolanas invadem SP e levam moda da TV

 É hora do almoço de um dia ensolarado e as ruas estão cheias de belas mulheres negras alegres e falantes, de penteados caprichadíssimos, roupas de cores vibrantes e adornos dourados, mas sem fazer ''''banga''''. Elas falam um português muito ''''giro'''' entre si e estão carregadas de sacolas. São respaldadas por homens fortes que entram e saem dos pequenos hotéis da redondeza levando nos ombros imensas ''''pastas'''' lotadas de compras feitas por elas. Uma loja de calçados exibe a bandeira desse povo alegre e apaixonado pelo Brasil. Isso, unido ao burburinho e colorido nas ruas e, por um instante, tem-se a impressão de estar em Angola.

Mas o local descrito é a esquina das Ruas Cavalheiro e Joaquim Nabuco, no Brás, centro de São Paulo. Fazer ''''banga'''' é ostentar riqueza, ''''giro'''' é palavra herdada dos colonizadores portugueses e quer dizer legal e ''''pastas'''' é sinônimo de malas. São palavras que se aprende em um giro - este, do português brasileiro - pelo Brás. A cena se repete no Bom Retiro e, mais recentemente, nas pontas-de-estoque de Moema. As mulheres são sacoleiras e lojistas angolanas que vêm ao Brasil comprar roupas, calçados e acessórios para vender no seu país. Algumas atravessam o Atlântico a cada duas semanas.

No 5º andar do Hotel Vitória, na Rua Cavalheiro, Cristina Rafael, a Tininha, de 31 anos, abre a porta desconfiada.No ''''cubico'''' com TV e ''''geleira'''', Tininha abre as seis ''''pastas'''', cada uma com US$ 2 mil em mercadorias, em média. São 204 kg de roupas e sapatos, 50 pares de Havaianas e cabelo. As angolanas adoram os fios lisos e os cachos soltos das brasileiras e chegam a pagar US$ 150 por um rabo-de-cavalo de madeixas naturais - o preço depende do comprimento. Na Mãe Lú, a primeira das oito lojas de cabelo no Brás, 90% das clientes são africanas.

Os jeans e as calças coloridas e justíssimas usadas por Solange e Gislaine, de Duas Caras (leia abaixo), são mais vendidos porque, segundo Tininha, as angolanas têm o corpo das brasileiras: bem distribuído, de coxas grossas e bumbum avantajado. E ginga, elas têm? Tininha acha graça: ginga, para ela, quer dizer bicicleta.

Com três filhos para cuidar, ela vende as roupas em casa. Paga cerca de US$ 100 por sete ou oito calças e blusas femininas no Brás e vende cada uma a US$ 30, US$ 40, US$ 100 em Luanda, uma das capitais mais caras do mundo. Mas para atravessar a alfândega em Angola ela paga entre US$ 100 e US$ 350 por mala e garante que o lucro é pouco. Com a valorização do real, a China passou a fazer concorrência, mas o sucesso das novelas brasileiras sustenta o comércio de moda entre os dois países. ''''O Brasil é um bocadinho caro, mas compensa a qualidade'''', diz Dolores Hilário, de 28 anos.

Sua clientela faz parte da classe média e alta de Angola, que aumenta no rastro do PIB, com taxa de crescimento de 20% ao ano, uma das mais altas do mundo, desde o fim da guerra civil. Ela busca a moda brasileira nas pontas-de-estoque de Moema. Na semana passada, embarcava com a amiga Fefinha, dona de um salão de cabeleireiro em Lubanga (interior de Angola), com 408 kg de roupas e sapatos Jorge Alex.

Hoje, único vôo direto entre Brasil e Angola faz a rota Luanda-Rio três vezes por semana em um 747-300 para até 400 passageiros. A companhia só permite 20 kg - e não há sacoleira que saia do Brasil com menos de 200 kg de bagagem. Para atendê-las, pipocaram no centro de São Paulo pequenas transportadoras como a Express Luanda, com matriz no número 99 da Rua Joaquim Nabuco e filial no Brás. Emprega 6 angolanos e 12 brasileiros e despacha 16 toneladas por semana para Luanda. Cobra U$ 5 por kg e faz a entrega em 15 dias.(Portal Estadão)



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Raimundo Eleno dos Santos

Somos irmãos. Angola, Moçambique... Filhos de Portugal. Devemos isso;Eles nos ajudaram a fizer o que somos. O braço, o suor, a alegria...Bem-vindos.


Banco de Alimentos

23/03


2008

Fritada em fogo lento

 Para ficar nos périplos presidenciais desta semana, é bom atentar para o cumprimento da promessa feita por Lula no começo do mês: levaria a ministra Dilma Rousseff em todas as suas viagens, apresentando-a como a "mãe do PAC" e deixando claro que se essa exposição explícita vier a torná-la conhecida e elogiada no País inteiro, poderá constituir-se na candidata do PT à sucessão de 2010.

Terça-feira foi em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, dois dias depois, em Foz do Iguaçu, no Paraná e Florianópolis, Santa Catarina. A comitiva já esteve no Nordeste e em Minas. Em pouco tempo terá percorrido o Brasil inteiro. Só então o presidente dará atenção às pesquisas eleitorais que, até ironicamente, deixaram de acontecer com a freqüência anterior. Parece até que os institutos decidiram colaborar, suspendendo o ritmo das consultas até a hipotética fixação do nome da pré-candidata. Milagres às vezes acontecem.

Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa


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Sérgio J. Cadena Bandeira de Melo

NÃO MERECEMOS MAS DESCASO DE UM PARTIDO TÃO ÉTICO COMO ESTE GOV. QUE AI ESTA. CHEGA DE MASOQUISMO. OLHAS PARA TRAIS E VEJAM OS DESCASOS COM A SAÚDE ,SEGURANÇA,ROD. FED. O ENSINO PÚBLICO E OS SALÁRIOS DOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA. ENQUANTO OS 25000 CARGOS COMISSIONADOS DE 34% A140% DE AUMENTO.

Raimundo Eleno dos Santos

Fritada ou chamuscada. Se Lula apresenta-la como candidata, nela votarei. Chile, Argentina, Brasil. Essa é a vez dos brasileiros elegermos uma mulher para presidente.



23/03


2008

Marido de Marta nega "barraco" de ambos em São Paulo

 O marido da ministra Marta Suplicy, Luis Favre ficou indignado com a notícia da VEJA(Coluna Radar), reproduzida aqui no blog, dando conta de um suposto barraco que o casal teria armado ao tentar furar a fila do aeroporto, em vôo internacional. Favre utilizou o seu blog para ''soltar os cachorros'' em cima da revista e do jornalista Josias de Sousa, que também publicou o suposto ocorrido. Na íntegra a nota de Favre:

''É importante ver o método e o percurso. Como já relatei aqui, a nota do Radar da Veja sobre suposto incidente em vôo de Air France é fruto da fantasia de algum tucano que levou a Veja no bico. Agora, amparado por trás da nota, o Josias, da Folha, propala a inverdade no seu blog, sem publicar , como faria um jornalista, meu desmentido. Mais, ele poderia ter contatado a assessoria de imprensa da Ministra para “ouvir o outro lado”. Não o fez. Dirá que simplesmente reproduziu um artigo publicado e ponto. Não é bem assim, ele aproveitou o gancho para alimentar a campanha de insultos e ataques a ministra, ao PT e ao governo.

Acompanhem o próximo passo. O percurso da propaganda e as formas que tomará é sempre uma lição sobre o funcionamento da mídia. Alguns reproduzirão o conteúdo da nota, outros farão uma nota mais “objetiva”, sempre propagando a mentira. Ver se cola. Alguns até o farão de “boa fé”, como registro de um “incidente” envolvendo uma figura conhecida. Para outros será oportunidade para tentar atingir uma liderança com a qual não comungam. Depois viram as cartas “indignadas” de “cidadãos do bem”.

A coisa não atingirá a virulência da campanha sobre a frase infeliz pronunciada por Marta Suplicy sobre os turistas nos aeroportos, que apesar de ter sido objeto imediatamente de desculpas públicas, foi amplamente difundida e abusivamente usada para tentar destruí-la. Não atingirá esta proporção por dois motivos: no caso da frase ela foi efetivamente pronunciada, em frente à câmeras e microfones e as desculpas só estavam escritas em papel, facilmente esquecido. Mas o fato existiu. Já o relato da Veja é uma inverdade acoplada a outra inverdade, numa fantasia que provavelmente algum tucano viveu, com êxtase onírico, no vôo de Air France.

Mas se “o método é a pessoa”, o método do nazista Goebbels de repetir insistentemente uma mentira com o intuito de transformá-la em verdade, ilustra o comportamento de alguns e a ética de uma parte da mídia. A diferença é que esse método só funciona baixo ditaduras, onde não existe liberdade de expressão, nem liberdade de imprensa e muito menos internet.

Luis Favre''


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Raimundo Eleno dos Santos

Luis Favre, mil perdões. Não dê ouvido a essa gentalha. Relaxe e goze!



23/03


2008

Prêmio Maximiano Campos incentiva leitura entre jovens

 Uma oportunidade para mostrar talento com as palavras. Estudantes de escolas públicas e particulares, de 5ª à 8ª série, podem participar do 4º Prêmio Maximiano Campos de Literatura. As inscrições estão abertas para a categoria alicerce até o dia 30 de junho.O concurso visa a fomentar a leitura, interpretação e produção de textos e incentivar o processo criativo através da escrita. O regulamento do prêmio está disponível no endereço www.imcbr.org.br e os alunos interessados devem encaminhar, no máximo, dois textos sobre o tema ‘O Futuro do Livro’.

Os textos devem ser feitos na ficha do concurso e não pode ultrapassar 35 linhas. Eles devem seguir acompanhados de fotocópia da carteira de estudante do ano corrente e da declaração da freqüência letiva. Cada aluno inscrito terá direito de indicar um professor, que deverá preencher a ficha de inscrição específica. Se o aluno que o indicou for selecionado no concurso, o professor deverá comprovar sua função através de documentação da escola.

O aluno vencedor levará para casa um computador e uma viagem para Porto de Galinhas para participar da Fliporto que acontece em 06 e 09 de novembro. O estudante terá direito a passagens, hospedagens e a um acompanhante. O professor indicado por ele, também ganha a viagem e mais R$1.500. O segundo colocado ganha uma câmera fotográfica digital e dá ao seu professor R$1.000. Já o terceiro lugar leva um aparelho MP3 para ele e R$500 para seu professor.

Professores e alunos ainda receberão um kit de obras de Maximiano Campos, cuja obra ‘Sem Lei nem Rei’ completa 40 anos em 2008, ano que também marca os 10 anos de sua morte. (Do portal pe360graus)


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23/03


2008

Maracutaia na inclusão digital em Sâo benedito do Sul

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o diretor-executivo do Serviço da Sociedade Civil para o Desenvolvimento (Sercap), Marcos Swetonne Monteiro da Silva, a devolver R$ 253.943,79, valor atualizado, aos cofres públicos. O tribunal encontrou irregularidades no uso de dinheiro recebido do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para ações de inclusão digital em São Benedito do Sul (PE).

As principais irregularidades detectadas foram superfaturamento na compra de material de informática, saques injustificados, pagamento de serviços não prestados e de mercadorias não entregues. O diretor-executivo do Sercap terá ainda de pagar R$ 100.266,01 solidariamente com a empresa Rodrigues Associados Ltda, R$ 41.882,40 em solidariedade com a empresa Josemar Cândido da Silva ME e R$ 21.737,90 com o Centro de Desenvolvimento e Capacitação (Cedec), além de multa de R$ 30 mil.

Os membros da comissão de licitação José Nilson Alves, Jannifer Gomes Duarte da Silva e Hevelin Gomes Ribeiro foram multados em R$ 5 mil cada, por irregularidade na licitação para compra de material de informática. A cobrança judicial já foi autorizada. Cabe recurso da decisão. O TCU enviou cópia da decisão para a Procuradoria da República em Pernambuco. O ministro Valmir Campelo foi o relator do processo.


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