Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

06/04


2013

Pesquisa: trabalhador se sente mais seguro no emprego

 O índice de Medo do Desemprego, indicador criado pela Confederação Nacional da Indústria e divulgado nesta sexta-feira, mostra que o trabalhador brasileiro está com menos medo do desemprego no início deste ano, informa Leonel Rocha. Em março o índice caiu 7,4% em comparação com dezembro. Comparado com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 6,1%. Nas regiões Norte e Centro Oeste a queda no índice de medo do desemprego foi de 15,6% em março deste ano em comparação com o mesmo mês de 2012.


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O Jornal do Poder

06/04


2013

Renan desiste da blindagem: devolveu carro bilindado

 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), mandou devolver o Azera zero quilômetro blindado que ele deveria usar em seus deslocamentos em Brasília, informa Leonel Rocha, na revista ÉPOCA. O Senado chegou a promover uma licitação para alugar o carro, vencida pela empresa gaúcha Rural Rental Service. Renan diz que não conhecia os detalhes da concorrência, muito menos que havia a exigência de que o carro fosse à prova de balas.

“Não ando nem de segurança, vou andar de carro blindado?”, disse o presidente do Senado. Renan determinou que os carros do Senado sejam vendidos para reduzir despesas da instituição. Hoje, a casa mantém uma oficina e mecânicos para reparar eventuais defeitos de sua frota. É mais barato para o Senado desativar esse serviço e usar veículos locados.


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Comentários

o povo da de olho

ESSE SUJEITO É UM ANJINHO. KKKKKKKK


Abreu no Zap

06/04


2013

Dilma e Lula avaliam 2014: dá para ganhar no 1º turno

 O ex-presidente Lula e a presidente Dilma fizeram um raio-x das eleições presidenciais, anteontem.  Avaliaram que dá para vencer no primeiro turno, mas que se tiver segundo turno o adversário será Aécio Neves (PSDB).  Em Pernambuco, avaliam que terão de improvisar um palanque e prevêem uma vitória acachapante de Eduardo Campos. No Ceará, a expressão usada foi: ''O Cid é nosso''. No Rio, a ordem é “deixar rolar” até o ano que vem. Em São Paulo, Lula criou a expressão “Edukin”, devido ao apoio do PSB de Eduardo Campos ao tucano Geraldo Alckmin. Ambos apostam alto em Fernado Pimentel em Minas, pois o PSDB não teria um sucessor forte. 


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06/04


2013

Barbosa quer fim do Tribunal da Inquisição no STF

BLOG DO HERÓDOTO BARBEIRO

 Certamente você já ouviu falar do tenebroso Tribunal da Inquisição, que existiu há uns 500 anos.

Pessoas eram condenadas à fogueira sem saber quem eram os seus acusadores. Ficavam atrás de uma porta e só sua voz era ouvida no tribunal.

Hoje quando uma autoridade é julgada no Supremo os cidadãos não podem ter acesso ao seu nome. Apenas as iniciais. E se mais de uma pessoa tiver as mesmas iniciais?

Foi isso que motivou o ministro Joaquim Barbosa a discutir o fim dessa prática em reunião na semana que vem. Um aberração que impede a transparência e o direito das pessoas saberem quem está sendo julgado. E que pode ser considerado inocente ou culpado.

Há um vento liberalizante soprando em Brasília e ele chegou na mais alta corte de justiça do Brasil. Aos poucos o cidadão está conhecendo melhor as estruturas que governa e administra a sociedade.


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05/04


2013

Sacrificar o primeiro mandato em favor do segundo?

CARLOS CHAGAS

 Conseguirá a presidente Dilma botar ordem no galinheiro em que se transformou a aliança de partidos que apóiam seu governo, mas mantém-se arredios quanto à reeleição, numa evidente manobra de chantagem? Força, ela vem fazendo, até para engolir sapos, como no caso da devolução dos ministérios dos Transportes e do Trabalho ao PR e ao PDT. Ainda espera que o governador Eduardo Campos reflua em seu furor sucessório, sem esquecer o oferecimento ao PSD do trigésimo-nono ministério. Isso depois de haver contemplado o PMDB com um troca-troca de ministros, ao tempo em que demonstra a mesma fidelidade ampla e irrestrita ao Lula e ao PT, como ainda na quarta-feira ao deslocar-se a São Paulo para beijar-lhes a mão.

O preço dessas concessões está sendo alto demais em termos de eficiência governamental, pois inchado e composto em parte por nulidades flagrantes, seu governo deixa a desejar. Mesmo distribuindo benesses para o empresariado, como a desoneração de encargos trabalhistas nas folhas de pagamento, a redução no IPI para produtos industrializados, o crédito fácil e a farra dos empréstimos promovidos pelo BNDES, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, além da contratação de obras remuneradas acima dos preços do mercado e a proposta de novas características para portos e rodovias – ainda assim as elites querem mais.

Para demonstrar o tamanho de suas garras e presas, grandes industriais contribuem conscientemente para reduzir sua produção, sob o pretexto da falta de investimentos. Banqueiros, inconformados com a queda dos juros, limitam suas atividades. Empreiteiros exigem pagamento antecipado pelos projetos não iniciados. A serviço desses interesses, parte da imprensa não perdoa, desenvolvendo nítida campanha derrotista. Os principais jornalões refletem a má vontade e o golpe de sua clientela diante do governo, utilizando a ameaça de torpedear a reeleição.

O problema é que se Dilma vem cedendo aos políticos e aos empresários, logo sentiremos a presença do terceiro pé dessa mesa instável, no caso, as forças sindicais. Elas também começam a cobrar a sua parte na divisão do bolo. Reivindicarão mudanças na jornada de trabalho, reajustes salariais mais densos e outros benefícios, mediante a mesma chantagem, de não apoiar a tentativa de mais quatro anos.

Em suma, a presidente vem-se tornando prisioneira do segundo mandato, fazendo o que não deseja e comprometendo o primeiro. Conseguirá recuperar o tempo e as realizações perdidas que antes prometeu, no suposto novo período por conquistar em 2014? Pode ser. Afinal, uma vez reeleita, seus compromissos fisiológicos poderão ser mandatos passear. Talvez forme o ministério de seus sonhos, ao mesmo tempo promovendo reformas econômicas e sociais capazes de situá-la na galeria de antecessores do tipo Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e, de certa maneira, o próprio Lula?

Ficará, de qualquer forma, a indagação inicial: terá valido à pena sacrificar o primeiro mandato para poder exercer o segundo como desejaria? Em vez de postergar, compor e ceder, não teria sido melhor ter empreendido seu programa nos quatro anos iniciais?


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Comentários

Josadaque Vieira

Esta é a posição do Magno.a verdade ele não é dono.


Banco de Alimentos

05/04


2013

Oposição cobra de prefeito posição sobre relatórios
















A líder da oposição na Câmara do Recife, vereadora Aline Mariano (PSDB), protocolou na manhã de hoje (5) uma carta cobrando um posicionamento oficial da Prefeitura do Recife a respeito de um relatório de obras inacabadas, um relatório com os contratos com termos aditivos, um diagnóstico da educação e a proposta do pacto pela educação apresentadas pelos membros da oposição em uma reunião de trabalho realizada em fevereiro.

Até o momento, o grupo afirma não ter recebido qualquer posicionamento por parte do prefeito Geraldo Julio (PSB), e soube apenas de algumas notícias através da imprensa.

Enquanto representantes do Poder Legislativo Municipal, a bancada diz se sentir desrespeitada por não ter recebido um posicionamento oficial, uma vez que o prefeito se comprometeu a analisar o material e procurar os vereadores com uma resposta sobre os assuntos em questão. Segue na íntegra a carta da oposição:

Excelentíssimo Sr. Geraldo Júlio,

Nós, membros da bancada de oposição da Câmara Municipal do Recife, viemos solicitar, respeitosamente, um posicionamento oficial do chefe do Executivo Municipal a respeito do “Pacto pela Educação”, proposto pessoalmente durante a reunião de trabalho realizada em fevereiro deste ano. Na ocasião, foram apresentados dois relatórios, respectivamente referentes a obras inacabadas e aos contratos com os termos aditivos, e a proposta final do referido Pacto.

 Causou-nos estranheza a afirmação do Secretário de Educação, Valmar Correa, de que não será possível estabelecer como meta da Prefeitura a obtenção de média seis (6,0) no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) para a educação pública recifense, porquanto nenhuma posição oficial foi comunicada anteriormente ao grupo.

 Estamos certos de que o senhor se recorda do acordo firmado em nossa reunião, cuja resolução consistiu na apresentação das questões avaliadas e do posicionamento oficial do governo aos vereadores. Até o momento, porém, não fomos procurados pela gestão para a exposição de uma resposta e ficamos sabendo da decisão referente à educação mediante a imprensa.

Como representantes do Poder Legislativo Municipal, nos sentimos desrespeitados por não termos sido informados previamente sobre a recusa de nossa proposta.

Tendo em vista que tivemos o posicionamento democrático de aceitar o convite para a primeira reunião de trabalho e apresentar, construtivamente, um relatório detalhado sobre a educação da cidade e uma proposta para o futuro do Recife, entendemos que a resposta adequada da Gestão Municipal deveria estar de acordo com o cumprimento do acordo, comunicando formalmente as razões pelas quais a meta sugerida foi negada.

Se o novo governo recebeu a Prefeitura do Recife da gestão petista com considerável estabilidade financeira, nos é difícil compreender por que recear o estabelecimento de metas mais ousadas, cujos impactos podem ser extremamente positivos na qualidade de vida da população.

Precisamos saber se o posicionamento do secretário municipal, que defende a busca pelo cumprimento da meta estabelecida pelo MEC para o IDEB (de 4,6 pontos), reflete uma postura oficial sobre o futuro da educação da cidade, ou se consiste em uma opinião pessoal do gestor da pasta.

 Nós, membros da bancada de oposição da Câmara Municipal do Recife, viemos solicitar, respeitosamente, um posicionamento oficial do chefe do Executivo Municipal a respeito do “Pacto pela Educação”, proposto pessoalmente durante a reunião de trabalho realizada em fevereiro deste ano.

Na ocasião, foram apresentados dois relatórios, respectivamente referentes a obras inacabadas e aos contratos com os termos aditivos, e a proposta final do referido Pacto.

Causou-nos estranheza a afirmação do Secretário de Educação, Valmar Correa, de que não será possível estabelecer como meta da Prefeitura a obtenção de média seis (6,0) no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) para a educação pública recifense, porquanto nenhuma posição oficial foi comunicada anteriormente ao grupo.

Estamos certos de que o senhor se recorda do acordo firmado em nossa reunião, cuja resolução consistiu na apresentação das questões avaliadas e do posicionamento oficial do governo aos vereadores. Até o momento, porém, não fomos procurados pela gestão para a exposição de uma resposta e ficamos sabendo da decisão referente à educação mediante a imprensa.

Como representantes do Poder Legislativo Municipal, nos sentimos desrespeitados por não termos sido informados previamente sobre a recusa de nossa proposta.

Tendo em vista que tivemos o posicionamento democrático de aceitar o convite para a primeira reunião de trabalho e apresentar, construtivamente, um relatório detalhado sobre a educação da cidade e uma proposta para o futuro do Recife, entendemos que a resposta adequada da Gestão Municipal deveria estar de acordo com o cumprimento do acordo, comunicando formalmente as razões pelas quais a meta sugerida foi negada.

Se o novo governo recebeu a Prefeitura do Recife da gestão petista com considerável estabilidade financeira, nos é difícil compreender por que recear o estabelecimento de metas mais ousadas, cujos impactos podem ser extremamente positivos na qualidade de vida da população.

Precisamos saber se o posicionamento do secretário municipal, que defende a busca pelo cumprimento da meta estabelecida pelo MEC para o IDEB (de 4,6 pontos), reflete uma postura oficial sobre o futuro da educação da cidade, ou se consiste em uma opinião pessoal do gestor da pasta.

Certos de sua colaboração, aguardamos uma resposta oficial.


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05/04


2013

OAB-PE comemora indicação de Heleno Torres para o STF

A OAB-PE comemora a indicação do nome do advogado tributarista pernambucano Heleno Torres para o Supremo Tribunal Federal (STF). Torres foi escolhido pela presidente Dilma Rousseff e deve ocupar a vaga do sergipano Carlos Ayres Britto, que presidiu o Supremo e deixou a Corte no fim do ano passado.

"Pernambuco e o próprio STF ganham muito com a nomeação de Heleno Torres, um dos mais conceituados tributaristas do país, dotado ainda de equilíbrio e bom senso exigidos para este importante cargo de ministro", destaca o presidente da OAB-PE, Pedro Henrique Reynaldo Alves.

Vale lembrar que em fevereiro último, Pedro Henrique encaminhou ofício para a ministra chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Helena Hoffmann, sugerindo ser o nome do novo ministro do STF, o de um nordestino.

"Felizmente, além de advogado militante e meu estimado colega da Faculdade de Direito do Recife, Heleno Torres é pernambucano, o que muito nos orgulha", frisa o presidente da OAB-PE.


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Jornao O Poder

05/04


2013

Barbosa: "A sociedade tem o direito de protestar contra Feliciano"














Em um discurso de cerca de 20 minutos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, disse, bem-humorado, que foi colocado numa saia-justa diante da pergunta de uma estudante de Ciências Sociais sobre o que acha de o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Barbosa evitou criar polêmicas. “A minha resposta é a resposta de quem viveu anos e anos nesse ambiente de liberdade. É simples: o deputado Marco Feliciano foi eleito pelos seus pares para assumir um determinado cargo dentro do Congresso Nacional. Agora, a sociedade tem todo o direito de se exprimir contra a presença dele neste cargo. Isso é democracia”.

A declaração foi feita durante uma aula magna que ele proferiu na Universidade de Brasília (UnB), evento reuniu cerca de 3.500 pessoas no Centro Comunitário da unidade de ensino.


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05/04


2013

Goiana recebe cadeia totalmente reformada
















A secretária estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Laura Gomes, entregou, nesta sexta-feira (5), a cadeia pública de Goiana, município localizado na Zona da Mata Norte do Estado.

Requalificada, a unidade prisional conta agora com capacidade para abrigar 80 detentos alojados em 13 celas. A estrutura física recebeu novos telhados, instalações elétricas e hidráulicas. A administração foi totalmente informatizada e agora passa a contar com acesso à internet.

Durante o ato, Laura falou sobre a importância da parceria entre os governos estadual e municipal na corrida para implantar um sistema carcerário mais humanitário e que ofereça ao detento oportunidades de se qualificar para, assim, ser reinserido na sociedade. “A cadeia que entregamos não seria possível se não tivéssemos trabalhando juntos, Governo do Estado e Municipal, para tornar realidade essa obra que vai ressocializar nossos privados de liberdade”, ressaltou a secretária.

Acompanharam a entrega o secretário de Defesa Social, Wilson Damásio, o promotor da Vara de Execuções Penais, Marcelo Ugietts e o secretário municipal de Governo, Marcelo Mendonça, além de juízes, vereadores e representantes da comunidade.


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