Jaboatão

01/01


2013

Rio: Eduardo Paes toma posse na manhã de hoje














Após acompanhar a festa da virada em Copacabana, o prefeito reeleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), toma posse em cerimônia marcada para as 11 horas desta terça-feira (1), na Câmara Municipal, na Cinelândia. Também serão empossados o vice-prefeito, Adilson Pires (PT), e os 51 vereadores eleitos em outubro.

Às 15h30, Paes e Pires empossam os secretários municipais em solenidade no Palácio da Cidade, em Botafogo. O prefeito também deve apresentar os primeiros decretos do mandato e explica à imprensa as novas medidas, que não foram adiantadas pela assessoria da Prefeitura.


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PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21

01/01


2013

Dilma esvazia Incra para reduzir gastos em até 70%

O ESTADO DE S.PAULO - RODÃO ARRUDA

Aos poucos, sem alarde e mesmo enfrentando resistência no meio do funcionalismo e dos movimentos de sem-terra, o governo está levando adiante um extenso projeto de reforma na estrutura do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Se concretizada, será a mudança mais profunda na instituição desde sua criação, em 1970, em pleno regime militar.

Uma das principais características da mudança é a descentralização das atividades. As prefeituras, que sempre foram postas à margem da reforma agrária e, por isso mesmo, sempre tenderam a tratar os assentamentos federais como enclaves em seus territórios, estão sendo mobilizadas pela primeira vez.

Por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - Equipamentos, municípios com até 50 mil habitantes vão receber motoniveladoras, retroescavadeiras e outras máquinas destinadas à melhoria das vias de acesso aos assentamentos da reforma. No caso das prefeituras que fecharem parcerias como Incra, comprometendo-se também a comprar parte da produção das famílias assentadas, o governo federal vai retribuir com o fornecimento de combustível.

Em entrevista ao Estado, o presidente do Incra, Carlos Guedes, observou que a medida vai permitir respostas mais rápidas às demandas dos assentamentos, além de garantir uma redução de quase 70% dos gastos. Para ver matéria na íntegra clique aí e Continue lendo.


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Ipojuca 2021

01/01


2013

No túnel do tempo




















Carlos de Lima Magalhães Moraes da Silva Rosa nasceu no Engenho Caeté, localizado na cidade pernambucana de Amaraji, no dia sete de julho de 1892. Diplomou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo (1915) embora tenha iniciado o curso cinco anos antes na Faculdade de Direito do Recife. Iniciou sua vida política filiando-se ao Partido Republicano Democrata (PRD), comandado, à época, pelo então governador Manoel Borba, a quem se manteve aliado mesmo depois dos acontecimentos que culminaram na divisão da legenda.

Elegeu-se deputado estadual em 1922 pela coligação Paz e Concórdia, renovando o mandato em 1925. Articulou, em 1930, o movimento armado que deporia o presidente Washington Luís e que levaria Getúlio Vargas ao poder, apoio que rendeu a Carlos de Lima Cavalcanti o título de interventor federal em Pernambuco. Em 1935, foi eleito pela Assembleia Legislativa governador constitucional do Estado, cargo que ocupou até 1937.

A convite de Vargas, Carlos de Lima assume as embaixadas brasileiras na Colômbia (1938), no México (1939) e em Cuba (1945). Com o fim da ditadura e Getúlio Vargas deposto, Lima Cavalcanti volta ao Brasil e retoma a vida política: deputado constituinte (1945), deputado federal (1946) e presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool (1954).

Foto do acervo do blog. Se você tem uma foto histórica e deseja vê-la postada neste quadro nos envie: [email protected]


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Petrolina abril 2021

01/01


2013

Minha cidade é linda
















 

A colaboração para o painel de hoje é do leitor Kleber Pontes e traz imagem do artesanato da cidade de Caruaru (Agreste Central, distante 135 km do Recife). Conhecida como a Capital do Forró, Caruaru possui um rico Polo Comercial e é considerada pela Unesco como o maior Centro de Artes Figurativas das Américas, fruto dos trabalhos de Mestre Vitalino, que tiveram início ainda na década de 40.

A cidade mais populosa do Agreste é também famosa por prometer produzir anualmente, em seu São João, a maior festa, a maior fogueira, o maior cuscuz, a maior pamonha, o maior pé-de-moleque e o maior arroz doce do mundo.

Entre os pontos turísticos mais visitados os destaques ficam por conta da Feira de Caruaru, eternizada na canção do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, o Alto do Moura, onde estão localizados o Memorial de Mestre Galdino e a Casa Museu de Mestre Vitalino, e o Espaço Cultural Tancredo Neves, onde também são encontrados vários outros museus, entre eles o Museu Luiz Gonzaga, do Barro de Caruaru, da Fábrica Caroá e o Espaço Elba Ramalho.

Faça uma foto bonita da sua cidade e nos envie para postagem neste quadro: [email protected]


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01/01


2013

Veja o perfil dos prefeitos que assumem hoje


TENDO O GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS COMO A RETAGUARDA MAIS FORTE, GERALDO JÚLIO(PSB) DESBANCA O PT DA PREFEITURA DO RECIFE, APÓS DOZE ANOS PETISTAS

DO SITE CONGRESSO EM FOCO - MARIO COELHO E EDSON SARDINHA

Quase 90% são homens e mais da metade tem entre 45 e 59 anos. A maior parte se declarou prefeito, empresário, agricultor ou comerciante ao registrar a candidatura.

Homem, entre 45 e 59 anos, reeleito para mais um mandato de quatro anos. Esse é o perfil médio dos prefeitos que saíram vitoriosos das urnas em outubro para comandar os 5,5 mil municípios brasileiros, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As informações consolidadas dos dois turnos mostram que a política brasileira continua predominantemente masculina. As mulheres representam apenas 12% do total de prefeitos que tomam posse hoje. São apenas 654 contra cerca de 5 mil homens.

A maior parte dos prefeitos empossados tem entre 45 e 59 anos. São 2.786 (50,7%) nessa faixa etária. O segundo grupo etário mais numeroso tem entre 35 e 44 anos – são 1.458 (26,5%) prefeitos. Em terceiro lugar, aparece aquele situado entre 25 e 34 anos. Com 527 nomes, eles representam 9,5% dos eleitos.

(Clique aí e Continue Lendo... a matéria completa)


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ALEPE

01/01


2013

Fortaleza: Luizianne já critica sucessor antes da posse

 O clima para a transmissão de cargo ao novo prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PSB), não é bom. Após oito anos governando a capital cearense, Luizianne Lins (PT) não aceitou a derrota do candidato que escolheu para ser seu sucessor e já criticou publicamente o prefeito eleito por ter nomeado um irmão para o secretariado. Até a última sexta-feira, Luizianne não havia confirmado presença na cerimônia de posse do novo prefeito, na Câmara Municipal. Informou que participaria apenas da transmissão do cargo, no Paço Municipal.

Hoje, o PT do Ceará acusa na Justiça a campanha de Roberto Cláudio de compra de votos e de abuso de poder econômico na eleição de outubro. Em seu último dia como presidente da Assembleia Legislativa, na última sexta-feira, Roberto Cláudio disse que as críticas da petista seriam “estratégias” para tirar o foco dos problemas no processo de transição.

O último atrito entre o grupo da prefeita e o do governador Cid Gomes (PSB), ao qual pertence Roberto Cláudio, deu-se em razão da realização do réveillon. Poucos dias antes do evento, Luizianne informou que a prefeitura não realizaria a festa, alegando falta de garantia de segurança por parte do governo do estado, e que não iria manchar a imagem positiva dos últimos sete anos. Após o anúncio, Cid Gomes assumiu a responsabilidade de realizar a festa. (Informações de O Globo - Bruno Cabral)


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Bandeirantes 2021

01/01


2013

Prefeitos que assumem hoje: o drama dos cofres vazios

Prefeitos tomam posse hoje queixando-se de dívidas e falta de informações sobre municípios.

A maioria dos 5,5 mil prefeitos que tomam posse nesta terça-feira tem em comum, além da tarefa de pôr em prática as promessas assumidas em campanha, um problema a enfrentar: as dificuldades financeiras que atingem a grande maioria dos municípios brasileiros. Dívidas que rolam há anos, novos gastos e contratações feitas pelo antecessor às vésperas de deixar o cargo, além da falta de pagamentos, o que leva a situações como a interrupção da coleta de lixo e a dificuldade de obter os dados reais da situação financeira dos municípios.

É um drama que atinge os eleitos dos mais diversos partidos, indiscriminadamente. Nas 26 capitais, apenas quatro prefeitos se reelegeram. Em todo o país, segundo o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, foram 1.509 reeleitos.

Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, as reclamações dos novos prefeitos são pertinentes, mas deverão ser feitas de novo daqui a quatro anos:

— O problema é do modelo, não apenas do atual gestor. É uma crise estrutural que torna as gestões um verdadeiro caos, pois o pacto federativo não é feito.

O BOLO TRIBUTÁRIO

Segundo Ziulkoski, do bolo tributário brasileiro, 6% são arrecadados pelos municípios. Esse percentual cresce para 15,5% com as transferências obrigatórias de estados e da União. Outros 6% são repassados por meio de parcerias com programas federais, para ele a maior fonte de corrupção. Ao todo, diz, são 393 programas federais, como o Merenda Escola e o Bolsa Família, que exigem dos municípios contrapartidas que muitas vezes não podem ser dadas.

— Por exemplo, o programa de construção de creches. O governo dá recursos para a construção. O prefeito constrói, mas não tem recursos suficientes para garantir o custeio da criança na escola. Chamam o município para ser parceiro, mas como um prefeito pode fazer? — diz Ziulkoski.

Segundo Ziulkoski, em agosto deste ano, 2,5 mil municípios já estavam com meses de atraso no pagamento de empresas contratadas porque não queriam deixar de atender à Lei de Responsabilidade Fiscal.

— São muitos os conselhos para os que irão assumir: reduzir o número de secretários, usar pregão eletrônico, ver o custeio da administração e não se preocupar com a reeleição, mas com a administração nestes quatro anos.(O Globo - Isabel Braga)


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Serra Talhada 2021

01/01


2013

Mensalão mineiro: julgar só em 2014, ano eleitoral

 O caso do chamado mensalão mineiro, que envolve políticos do PSDB, não deverá ser julgado pelo STF em 2013. A acusação aponta desvio de recursos públicos e financiamento ilegal na fracassada campanha pela reeleição do então governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998.

As operações contaram com a participação das empresas de Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como o operador do mensalão petista, que ocorreu entre 2003 e 2004, segundo o Ministério Público Federal.

A denúncia do caso mineiro foi apresentada ao STF pela Procuradoria-Geral da República em 2007. O tribunal abriu ação penal em 2009.

A causa não está pronta para ir a julgamento porque ainda há etapas processuais a serem concluídas. Atualmente o caso está na fase de depoimento de testemunhas.

Além disso, o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa, não poderá continuar na condução da causa, já que assumiu a presidência do tribunal em novembro.

A tarefa de relator será entregue ao novo ministro do Supremo a ser escolhido pela presidente Dilma Rousseff. Não há prazo para a indicação, que preencherá a vaga aberta após a aposentadoria de Carlos Ayres Britto. (Informações da Folha de S.Paulo)


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

01/01


2013

Um prefeito que desse jeito

MELCHIADES FILHO *

 Ainda existe quem estranhe quando Eduardo Paes afirma que
prefere completar o segundo mandato na Prefeitura do Rio a buscar uma eleição algo garantida ao governo do Estado.

Afinal, reza o senso comum que os políticos devem aproveitar o embalo para galgar a escada de cargos eletivos. Tudo menos ficar sem mandato entre um degrau e outro.

Como, além disso, o PMDB não dispõe hoje de nome mais forte que o do prefeito para dar continuidade à administração de Sérgio Cabral, virar governador em 2014 seria o caminho natural para Paes.

Ocorre que as coisas estão mudando -- e, pelo jeito, não só no Rio.

Uma nova safra de prefeitos toma posse amanhã inclinada a cumprir os quatro anos de mandato -se possível, engatando outros quatro. Parece ter percebido que pular de uma cadeira para outra não é
necessariamente a melhor estratégia.

A asfixia orçamentária dos Estados ajudou a amadurecer esse
diagnóstico. E está bem fresco o antiexemplo de José Serra, que se
espatifou nas urnas depois de deixar dois mandatos incompletos -- um
deles no nascedouro -- em São Paulo

Mas esse viés defensivo não explica, sozinho, a guinada. Os prefeitos
eleitos também notaram que têm pela frente uma grande oportunidade de fazer a diferença -- se honrarem o compromisso de quatro anos assumido com o eleitorado.

Nada melhor para o currículo de Paes do que ficar marcado como o
prefeito que comandou a reviravolta carioca e conduziu a cidade à
grande festa da Olimpíada de 2016.

Guardadas as diferenças, é o mesmo desafio de Fernando Haddad (PT), Gustavo Fruet (PDT) e ACM Neto (DEM). Reduzir o deficit social e o caos de São Paulo, recolocar Curitiba na vanguarda urbanística, tornar Salvador um município à altura de sua riqueza cultural e histórica, um feito assim pavimentaria o futuro político de qualquer um. (* Folha de S.Paulo)


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

01/01


2013

Datafolha: brasileiro mantém otimismo para 2013

Datafolha mostra que, após um 2012 fraco, 44% acreditam em melhora neste ano, mas com inflação mais alta. Para 57%, situação econômica pessoal vai progredir; otimismo é menor entre aqueles de maior renda

Apesar do desempenho pífio da economia em 2012, com crescimento que deve ficar abaixo de 1%, quase metade dos brasileiros acredita que a economia do país vai melhorar nos próximos meses.

Esse otimismo moderado apareceu em pesquisa nacional feita pelo Datafolha em 13 de dezembro, em 160 municípios. Para 44% dos 2.588 entrevistados, a economia vai melhorar; 38% acreditam que ficará como está e 13% acham que vai piorar. Não opinaram 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Em janeiro de 2012 -antes, portanto, do PIB decepcionante --, a percepção dos brasileiros sobre o futuro da economia era praticamente a mesma: 46% achavam que ia melhorar, 13% apostavam em uma piora e 37% acreditavam que ficaria igual.

Os brasileiros com renda entre cinco e dez salários mínimos são os mais otimistas: 48% apostam na melhora da economia. Os mais pessimistas são os de maior renda (mais de dez salários mínimos) -16% acreditam que a situação vai piorar. A renda dos 10% mais pobres da população foi a que mais cresceu entre 2001 e 2009. (Informações da Folha de S.Paulo - Patrícia Campos Mello)


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