02/03


2021

Com novos cortes, PEC Emergencial pode ser votada hoje

Por Hylda Cavalcanti

Se tudo correr como esperado, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, chamada de PEC Emergencial, será votada nesta quarta-feira (3) pelo Senado Federal. No relatório que apresentou hoje, o relator do texto, senador Márcio Bittar (DEM-AC), retirou novos itens do texto original, de forma a permitir um acordo mais amplo entre os parlamentares.

Depois de ter anunciado, no fim de semana, a retirada da flexibilização de verbas para saúde e educação, Bittar também eliminou do seu parecer o trecho que acabava com as transferências do PIS/PASEP à parte do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) destinado ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em outra concessão, o relator ainda retirou o termo “equilíbrio intergeracional”, que seria acrescentado ao trecho da Constituição referente aos direitos sociais fundamentais de cada cidadão, como acesso à alimentação, saúde e educação.

O trecho foi criticado por muitos parlamentares que avaliaram que poderia relativizar esses direitos. “Sai a desvinculação (de recursos para saúde e educação, sai a questão do equilíbrio intergeracional e sai o FAT”, anunciou ele logo cedo, ao apresentar seu parecer em reunião de líderes.

Na prática, a PEC Emergencial norteia condições fiscais para a volta do auxílio emergencial, uma vez que retira as despesas com o auxílio do teto de gastos (que limita o crescimento das despesas ao nível de inflação do ano anterior) da regra de ouro (que proíbe que o poder público se endivide para pagar despesas correntes) e da meta de superávit primário (a perseguição de saldo positivo entre receitas e despesas).

O relator só não incluiu no seu parecer uma sugestão apresentada pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), para que os recursos destinados ao Programa Bolsa Família também ficassem fora do teto de gastos. Embora sem dar explicações, ele desconsiderou o pedido.

Gatilhos fiscais

Bittar destacou que trabalhou, no seu parecer, com a lógica de gatilhos fiscais, a serem acionados quando o nível de despesa obrigatória ultrapassar 95% da despesa primária total. A nova versão do texto também mantém a possibilidade do acionamento de mecanismos como a redução gradual e linear de benefícios tributários ? exceto no caso de incentivos, de fundos de desenvolvimento regional, Simples Nacional, Zona Franca de Manaus, cesta básica, Prouni e entidades sem fins lucrativos.

A PEC estabelece a vedação temporária de admissão ou contratação de pessoal a qualquer título ? ressalvadas reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem novos gastos, reposições decorrentes de vacâncias de cargos efetivos ou vitalícios, contratação para atender necessidade temporária de excepcional interesse público e de militares temporários. Bem como previsão de suspensão de atos que impliquem aumento de despesa de pessoal, salvo no caso de progressões de carreira que e implicarem provimento de cargo ou emprego anteriormente ocupado por outro agente.

Além disso, o substitutivo estabelece um regime extraordinário fiscal, com regras aplicáveis somente em situações de calamidade ? a chamada “cláusula de calamidade”, tida como ponto inegociável do texto pela equipe econômica do governo.

Neste caso, há possibilidade de adoção de regime simplificado para contratações, dispensa de observância dos limites legais para a criação de despesas para enfrentar a calamidade (desde que com efeitos restritos à sua duração) e desvinculação do superávit para abater despesas da calamidade ou dívida. Os “gatilhos” também seriam as contrapartidas para União, Estados e municípios.

A expectativa, daqui por diante, é que o plenário do Senado vote o texto em dois turnos, mediante acordo entre os líderes para pular os prazos de interstício exigidos pelo regulamento comum do Congresso. Após aprovação pelo Senado, a PEC segue para a Câmara dos deputados, onde também deve ser aprovada sob rito diferente do normal, mais acelerado.


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Cabo 2021

02/03


2021

Lira e governadores acertam R$ 14,5 bi para combate à Covid

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu, na tarde de hoje, com governadores para discutir o orçamento voltado para as medidas de combate à pandemia da Covid-19.

O encontro reuniu governadores de 21 estados e do Distrito Federal – alguns deles, de forma virtual – e durou cerca de duas horas. O grupo tratou de medidas legislativas e alterações que podem ser feitas no Orçamento de 2021, que ainda está em discussão no Congresso.

Ao final do encontro, o governador Wellington Dias (Piauí) disse que a pauta da reunião incluiu uma possível destinação de R$ 14,5 bilhões adicionais no Orçamento 2021 para os gastos com saúde, sendo R$ 12 bilhões de emendas parlamentares das bancadas estaduais.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, alertou para a importância de garantir mais dinheiro para o enfrentamento à pandemia. "É o que nós pedimos ao presidente Arthur Lira e à deputada Flávia Arruda [presidente da Comissão Mista de Orçamento], que estava participando da reunião: que se possa buscar alternativa porque só a junção das rubricas é insuficiente para a gente fazer o enfrentamento [da Covid-19]. Também tem medidas provisórias tramitando na Câmara. O presidente disse que a única condição que ele precisa respeitar é o teto de gastos", disse.

Também na saída da reunião, Lira disse que foi debatida a criação de uma comissão de acompanhamento formada por governadores (um por região do país), representantes do Executivo e do Legislativo federal para monitorar a importação de matérias-primas e a situação dos laboratórios nacionais que produzem vacinas contra a Covid-19.

"Em vez de tratarmos as coisas nas discórdias, na disputa política, nas diferenças ideológicas, que todos nós nos unamos neste momento para resolver o problema da vacinação. Vacina para os brasileiros com maior brevidade, maior urgência, com mais efetividade vai ser nosso maior compromisso", disse Lira.

Participantes

Os governadores que participaram presencialmente da reunião, segundo a presidência da Câmara, foram:

  • governador do Amapá, Waldez Góes (PDT);
  • governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC);
  • governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB);
  • governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM);
  • governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo);
  • governador do Pará, Helder Barbalho (MDB);
  • governador do Piauí, Wellington Dias (PT);
  • governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL)

Participaram de forma remota:

  • governador da Bahia, Rui Costa (PT);
  • governador do Ceará, Camilo Santana (PT);
  • governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB);
  • governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB);
  • governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB);
  • governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD);
  • governador da Paraíba, João Azevedo (PSB);
  • governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB);
  • governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT);
  • governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB);
  • governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSL);
  • governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL);
  • governador de São Paulo, João Doria (PSDB);
  • governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD).


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02/03


2021

Parlamentares atuam para acelerar vacinação no Brasil

Mesmo após a aprovação da MP que facilita a aquisição de vacinas, parlamentares avaliam que ainda há diversos desencontros entre os entes da Federação acerca da distribuição das competências concorrentes na execução dessas políticas, sobretudo os referentes à negociação direta, aquisição e distribuição de vacinas e outras medidas profiláticas contra a Covid-19. Por isso, deputados federais apresentaram projeto de lei para regulamentar a hipótese de que os demais entes da Federação atuem diretamente para negociação, aquisição e distribuição de vacinas e outras medidas profiláticas contra a Covid-19.

Segundo o deputado federal Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara, que assina a proposta ao lado de Fernanda Melchionna (PSol-RS), o objetivo é garantir a vacina como um direito universal, de todos os cidadãos brasileiros. “O projeto não afasta, em nenhuma hipótese, a competência da União, mas busca garantir o atendimento à população quando o Ministério da Saúde falhar”, ressalta o deputado.

O Brasil tem hoje menos de sete milhões de pessoas vacinadas, segundo levantamento feito por veículos de imprensa. O número representa apenas 3,2% da população nacional. No total, pouco mais de dois milhões de pessoas (0,95% da população brasileira) receberam as duas doses de imunizante, seguindo a recomendação dos laboratórios que produzem a CoronaVac e a Oxford. “O que precisamos é criar alternativas para reforçar o ritmo de vacinação no país”, afirma Danilo Cabral.

Na justificativa do projeto de lei, os parlamentares reforçam que há, hoje, uma insegurança jurídica em relação à aquisição das vacinas. Tramitam hoje no STF pelo menos duas ações que tratam dessa repartição de competências e autorizações de diferentes entes federados para a execução direta dessas políticas, quando da inoperância do Ministério da Saúde, por qualquer razão. O Pleno do STF referendou, por exemplo, a decisão monocrática prolatada no âmbito da ADPF 770, de iniciativa do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, garantindo que os estados e municípios poderão dispensar às respectivas populações as vacinas das quais disponham, previamente aprovadas pela Anvisa, caso haja descumprimento do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Na sessão de hoje, a Câmara dos Deputados pode votar o projeto de lei (534/21), aprovado no Senado na semana passada, que autoriza a compra de vacinas contra Covid-19 pela iniciativa privada. O texto proíbe a revenda dos imunizantes e obriga que metade da quantidade adquirida seja doada para o SUS (Sistema Único de Saúde). Além disso, prevê que as vacinas para o sistema público devem ser compradas preferencialmente pela União, mas permite que estados e municípios façam aquisições em "caráter suplementar", seja com recursos federais ou próprios.


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Ipojuca 2021 IPTU

02/03


2021

Trump e Melania foram vacinados em janeiro

Uma das últimas ações de Donald Trump como presidente dos EUA foi revelada nesta segunda-feira, mais de um mês depois de deixar o cargo: segundo assessores do republicano, ouvidos por diversos órgãos de imprensa no país, ele e a ex-primeira-dama, Melania Trump, foram vacinados antes de deixarem a Casa Branca. Não se sabe se eles receberam as duas doses necessárias ou mesmo com qual vacina foram imunizados. O ex-presidente não comentou a informação.

Os dois foram infectados pela Covid-19 no ano passado, e Trump chegou a ser internado por precaução – o ex-presidente nunca defendeu medidas de controle da doença, como o distanciamento físico, o fechamento de atividades não essenciais em momentos de alta e, em especial, as máscaras.

Foram raros os momentos em que ele foi visto usando a proteção, e, mesmo depois de deixar o hospital, ainda com o vírus no organismo, tirou a máscara para fotos. Além disso, o avanço da doença nos EUA não impediu que fizesse reuniões com centenas de convidados nos jardins da Casa Branca, algumas delas servindo como focos de infecção, como na apresentação da então indicada à Suprema Corte, Amy Coney Barrett.

Por outro lado, Trump, que no começo da pandemia chegou a propagandear a cloroquina como um medicamento “milagroso” para a Covid (postura silenciosamente abandonada meses depois), via no desenvolvimento rápido de uma vacina uma ferramenta que o ajudasse a garantir mais quatro anos no cargo: seu plano apelidado de Operação Velocidade de Dobra destinou pelo menos US$ 12 bilhões para acelerar a produção de imunizantes, de preferência para que começassem a ser aplicados antes da votação de novembro de 2020.


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02/03


2021

TRE-PE suspende todo atendimento presencial

Devido ao aumento de casos de covid-19 no Estado, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu que todas as atividades no âmbito da Justiça Eleitoral de Pernambuco, inclusive nos cartórios eleitorais, serão realizadas exclusivamente de modo remoto. A partir de hoje, está suspenso, portanto, todo o atendimento presencial nos 122 cartórios eleitorais do Estado, centrais e postos da Justiça Eleitoral.

Uma Portaria neste sentido, de número 147/2021, foi assinada na noite de ontem pelo presidente do Tribunal, desembargador Frederico Neves. A decisão se justifica pela necessidade de preservação da saúde e da vida de eleitores, servidores e colaboradores desta Justiça Especializada.

Até 1º de março, em Pernambuco, 299.475 foram contaminadas pelo novo coronavírus. Quase 11 mil pessoas morreram. Além disso, as UTIs do Estado registram índices de ocupação críticos, acima de 90%. O Tribunal entende que o momento exige todas as medidas para se preservar a saúde das pessoas.

Cumpre esclarecer que o eleitor que necessite de algum dos serviços prestados pelo TRE-PE não será prejudicado. O cidadão poderá receber atendimento remoto clicando em https://www.tre-pe.jus.br/eleitor/atendimento-remoto/atendimento-remoto, sendo possível nesta área requerer a primeira via do título (alistamento), mudança de município (transferência), alteração de dados pessoais, entre outros serviços.

Para sanar dúvidas o eleitor poderá entrar em contato com a Ouvidoria do TRE, com a assistente virtual Julia, com o disque-eleitor ou com os cartórios eleitorais, que funcionarão com um servidor na modalidade presencial. Verifique as opções de canais de atendimento do TRE-PE clicando aqui (https://www.tre-pe.jus.br/o-tre/fale-conosco).


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Petrolina 2021

02/03


2021

Bolsonaro desiste de fazer pronunciamento hoje

O presidente Jair Bolsonaro desistiu de fazer, na noite de hoje, um pronunciamento em cadeia nacional de televisão e rádio, informou uma fonte ao Estadão. O chefe do Executivo estava com a agenda livre nesta manhã para produzir a mensagem, mas desistiu e não chegou a gravá-la.

O pronunciamento devia abordar a medida do governo federal de zerar PIS/Cofins sobre o óleo diesel por dois meses e sobre o gás de cozinha de forma permanente. A redução atende a reivindicações de caminhoneiros, base de apoio do presidente, e ocorreu após reajustes nos preços de combustíveis anunciados pela Petrobrás.

A última fala oficial à nação de Bolsonaro ocorreu no dia 24 de dezembro do ano passado, véspera de Natal. Em 2020, o chefe do Executivo realizou sete pronunciamentos em rede nacional, em seis dos comunicados a questão da pandemia da covid-19 foi tema de destaque.

O Brasil vive atualmente uma nova alta de casos e mortes pelo novo coronavírus. Governadores têm intensificado medidas de restrição e cobrado apoio financeiro do governo federal, que alega já ter feito repasses volumosos no ano passado para Estados e municípios.


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Comentários

Fernandes

O cancelamento do pronunciamento, seria por medo das panelas?

Fernandes

Bolsonaro quando soube que haveria ter panelaço desistiu do pronunciamento. KKKK


Serra Talhada 2021

02/03


2021

Samu chega em Arcoverde despejando o GSVA

Com mais de dez anos atuando de forma voluntária, sem nenhum custo aos cofres públicos do município, o Grupo Socorristas de Voluntários de Arcoverde recebeu, hoje, a ordem de despejo do local em que funciona. Na mesma área será instalado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Ministério da Saúde, com elevado ônus à Prefeitura e ao Governo do Estado. Na prática, a cidade, considerada a porta de entrada do Sertão, abrirá mão, forçadamente, de um serviço eficiente e gratuito por um pago. A conta, evidentemente, será remetida à viúva municipal.

Médico, com relevantes serviços prestados a Arcoverde no campo da radiologia, o vereador Rodrigo Roa (Avante) desencadeou um movimento para convencer o prefeito interino Weverton Siqueira, o Siqueirinha (PSB), a salvaguardar os serviços prestados pelo Grupo Socorristas, conhecido pela sigla GSVA. “Que o Samu venha, e será bem recebido pela população, mas Arcoverde não pode prescindir de um trabalho voluntário tão importante para a população, como o GSVA. Afinal, são mais de 70 profissionais trabalhando 24 horas, de graça, salvando vidas”, disse o parlamentar.

Segundo ele, o prefeito, que está no cargo devido ao afastamento de Wellington Maciel (MDB), cassado por abuso do poder econômico, garantiu que encontrará uma alternativa para salvar o GSVA. “Estive com o prefeito, há pouco, e ele me garantiu que o serviço não será paralisado, voltando a funcionar em outra área em reforço ao Samu”, disse Roa. 


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02/03


2021

Agamenon Magalhães é retratado em livro

O escritor, professor e colunista, Paulo César Gomes, lança mais um livro intitulado de “Agamenon Magalhães e ciclo do algodão mocó em Serra Talhada”, um projeto que contou com o financiamento da Lei Aldir Blanc. O processo de pesquisa que deu origem ao trabalho começou durante o curso de Mestrado em História realizado pelo professor na Universidade Federal de Campina Grande UFCG), na Paraíba.

“A publicação faz o entrelace entre a atuação política do ex-governador e ex-ministro Agamenon Magalhães e o apogeu da produção de algodão mocó em Serra Talhada, que ocorreu entre às décadas de 1940 e 1950”, destaca Gomes.

“Agamenon Magalhães é um personagem muito pouco conhecido pelo serra-talhadense, mesmo ele tendo nascido na cidade e realizado importantes obras para o desenvolvimento. Um dos grandes investimentos de ex-governador foi na valorização e aparelhamento do Centro Experimental da Fazenda Saco. Foi no centro que se desenvolveu a melhor fibra de algodão mocó do país e o resultado foi que a produção da Fazenda Saco era exportada para o Brasil e o mundo. O algodão é tão importante na história que acabou sendo imortalizado ao ser gravado na bandeira do município”, acrescentou.

O LIVRO – A obra é recheada de fotos e reportagens de jornais e de revistas da época, como Diário de Pernambuco, Jornal Pequeno, Diário da Manhã, Jornal do Brasil, Revista O Cruzeiro e Revista Manchete. Um dos pontos que se destaca, é a rivalidade entre os grupos político de Agamenon Magalhães e dos opositores em Serra Talhada.

Gomes ainda destaca que o livro traz informações sobre a origem e o processo de povoamento do município, além de relatos sobre a escravidão. “Na pesquisa abordamos diferentes contextos da origem de Serra Talhada até chegarmos à figura de Agamenon e o ciclo do ouro branco. Esse é um trabalho que vale a pena ler”, reforça o escritor.

COMO ADQUIRIR – O livro possui 66 páginas e será lançado virtualmente, mas os exemplares já estão à venda, pelo valor simbólico de R$ 20,00 o exemplar. Contatos para a compra da obra através do WhatsApp: (87) 9.9668-3435, pelo Instagram: @escritor.paulocesargomes ou pelo e-mail: [email protected].


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Jornao O Poder

02/03


2021

Bolsonaro veta prazo para Anvisa autorizar vacina

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei 14.121, de 2021, que autoriza o Brasil a aderir ao projeto Covax Facility. O programa prevê o acesso global a vacinas contra o coronavírus. Um dos dispositivos barrados pelo Poder Executivo dava cinco dias para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceder autorização temporária de uso emergencial para importação e distribuição de imunizantes.

A nova lei foi publicada na edição desta terça-feira (2) do Diário Oficial da União. Bolsonaro vetou seis artigos do projeto aprovado em fevereiro pelo Congresso Nacional. O texto defendido pelos parlamentares dispensava a autorização de qualquer outro órgão – que não a Anvisa – da administração pública direta ou indireta para vacinas aprovadas por autoridades sanitárias de Estados Unidos, União Europeia, Japão, China, Canadá, Reino Unido, Coreia do Sul, Rússia ou Argentina.

Na mensagem de veto, Bolsonaro reconhece “a boa intenção do legislador”. Mas adverte que o prazo de cinco dias dado à Anvisa “viola o princípio constitucional da separação dos Poderes ao usurpar a competência privativa do presidente da República”. Segundo ele, cabe apenas ao chefe do Poder Executivo criar ou definir atribuições para a Anvisa.

Bolsonaro argumenta ainda que o artigo vetado contraria o interesse público. Segundo o presidente, ao tornar compulsória a autorização emergencial, o texto impede a Anvisa de investigar a segurança, a qualidade e a eficácia das vacinas e avaliar “eventual risco de doença ou agravo à saúde da população”. O presidente argumenta ainda que o prazo de cinco dias “inviabiliza a operacionalização da medida” e “suprime a autonomia decisória da Anvisa com base em critérios estritamente técnicos”.

Omissão – O presidente também barrou um inciso que autorizava estados, Distrito Federal e municípios a vacinar suas populações “no caso de omissão ou de coordenação inadequada das ações de imunização de competência do Ministério da Saúde”. A responsabilidade por todas as despesas ficaria a cargo da União.

Para Bolsonaro, a medida “viola a competência privativa do presidente da República” e “ofende o pacto federativo ao imputar à União a responsabilidade por despesas realizadas unilateralmente por outros entes da Federação. Ainda segundo o chefe do Executivo, o dispositivo “enseja potencial risco de judicialização, o que poderá comprometer a necessária celeridade da vacinação da população brasileira”. Para o presidente, o texto do Congresso não prevê “parâmetros para se aferir existência ou não de eventual omissão ou coordenação inadequada do Ministério da Saúde”.

Bolsonaro vetou ainda o artigo que obrigava o Ministério da Saúde a ouvir o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) sobre a imunização contra o coronavírus. De acordo com o projeto, o Ministério da Saúde deveria adquirir os imunizantes autorizados pela Anvisa e distribui-los para estados, Distrito Federal e municípios.

Segundo Bolsonaro, a medida “cria despesa obrigatória sem apresentar a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro”. O presidente da República afirma que cabe ao Ministério da Saúde definir as vacinas de caráter obrigatório e analisar novas aquisições, “em atenção ao princípio da economicidade que rege as compras no âmbito da administração pública”.

Outro dispositivo vetado obrigava o Ministério da Saúde a publicar periodicamente na internet relatórios sobre quantidade de vacinas adquiridas, laboratório de origem, custos, grupos elegíveis por região, percentual de imunização e dados sobre aquisição, estoque e distribuição de insumos. Para o presidente da República, a medida gera insegurança jurídica por tratar de matéria semelhante à medida provisória (MP) 1.026/2021.

Jair Bolsonaro também vetou um dispositivo que autorizava o Poder Executivo a celebrar contratos para aquisição de insumos e vacinas contra o coronavírus antes do registro sanitário ou da autorização emergencial, inclusive com dispensa de licitação. A medida também está prevista na MP 1.026/2021.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

02/03


2021

Ibaneis: Caiado tem seus problemas psiquiátricos

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), criticou de forma aberta o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), estado vizinho ao seu. O chefe do Executivo da capital federal alegou que nunca manteve um bom relacionamento com o colega. As declarações foram feitas hoje, durante o UOL Entrevista, conduzido pelo colunista Tales Faria.

"Nunca tive um bom relacionamento com Caiado. Acho que ele tem seus problemas psiquiátricos, tem que cuidar desse assunto", disse.

“A grande realidade em relação ao entorno da cidade de Goiás é que ele não dá a atenção devida. Ele tem um hospital aqui do lado, em Águas Lindas, que está faltando 12% para a conclusão. Ele já tem dois anos de governo e não conseguiu concluir, mesmo com a pandemia. Então são 2,5 milhões de habitantes que são atendidos no DF porque ele não tem capacidade de atendimento”, afirmou Ibaneis.

Ao mesmo tempo, o emedebista disse que trata as desavenças com Caiado no campo político e que não leva as questões para o pessoal. Procurado, o governador de Goiás rebateu: "Meu problema psiquiátrico sério é ter ojeriza a quem rouba dinheiro da saúde e do transporte público", disse. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.


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