27/02


2021

Pousadas de Noronha lançam site para reservar hospedagem

Um lugar de beleza estonteante, cercado de natureza, águas mornas cristalinas e espetaculares cenários naturais, um paraíso. Assim é a Ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco. A experiência de conhecer um dos melhores destinos do Brasil pode ficar ainda melhor se for aliada à exclusividade de uma hospedagem impecável.

Buscando reunir tudo isso em apenas um clique, a Associação de Pousadas de Fernando de Noronha (APFN) criou um site (www.apfn.com.br), onde é possível fazer reservas, diretamente, em uma das suas 25 pousadas associadas. Ao utilizar o site da associação para fazer sua reserva, o turista também tem a garantia de fazer uma hospedagem segura, evitando os transtornos comuns que acontecem nas pousadas que funcionam de forma irregular e clandestina, amplamente ofertada pelos canais digitais, que não se responsabilizam por eventuais problemas com o estabelecimento.

“Resolvemos criar nossa própria plataforma de vendas para proporcionar aos nossos clientes um canal direto com cada uma das pousadas e nos aproximar dos clientes para poder atender todas as expectativas e estreitar o contato com nossos turista, transformando uma hospedagem em uma experiência. Queremos conhecer de perto nossos clientes para minimizar essa “digitalização” no atendimento, que tanto tem afastado as pessoas. É muito bom saber o que cada cliente pensa”, diz Adriana Flor, presidente da APFN. 

Para fazer a reserva é bem simples. Basta acessar o site da associação, preencher o check-in e check-out, quantidade de adultos e crianças e escolher uma pousada. Pronto. Você será direcionado para a página de reservas da pousada escolhida. Fácil, ágil e seguro.

“Fizemos um site para que as pessoas tenham segurança e praticidade na hora de fazer sua reserva. Além dos detalhes da hospedagem, o site reúne outras informações para os turistas. É rápido, pratico e seguro”, comenta Juliana Paraíso, desenvolvedora do site. No site também estão disponíveis informações sobre o arquipélago, a associação e as pousadas.

A Ilha de Fernando de Noronha é reconhecida pelas suas praias pouco urbanizadas e por atividades como o mergulho, onde é possível nadar em um aquário natural de águas quentes e cristalinas. Outras informações sobre a associação, as pousadas e as belezas de Fernando de Noronha estão disponíveis no site www.apfn.com.br e no perfil @apfnoronha.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Cabo 2021

27/02


2021

Urbanos, rurais e os demais

Por Marcelo Tognozzi*

Numa época em que a cidade entendia o campo a partir do clássico “Coronelismo, enxada e voto”, do escritor Victor Nunes Leal, um moleque pobre de Viçosa, no interior de Alagoas, entrou para o PC do B em 1977. Seu pai era vaqueiro da fazenda do senador Teotônio Vilela. Aldo Rebelo mergulhou de cabeça na política. Passou pela Ação Popular antes de militar num partido que na época era clandestino. Três anos depois, em 1980, o comunista de Viçosa virou presidente da UNE. No início dos anos 1980, a política uniu o dono da fazenda e o filho do vaqueiro na luta pela redemocratização do Brasil. Teotônio morreu em 1983 e 5 anos depois o filho do vaqueiro fazia sua estreia nas urnas se elegendo vereador por São Paulo.

Aldo tem uma visão do país extremamente realista, distante dos delírios e da tempestade de bobagens que a todos assola cotidianamente pelas redes sociais. Em 2017, durante a comemoração do aniversário de um alagoano ilustre, um amigo perguntou por que ele deixara o PC do B. “Eu não aguentava mais. Queria discutir o Brasil, a questão da infraestrutura, da saúde, da garantia de escola para todos, e eles queriam uma outra pauta, que a meu ver não é prioritária. Decidi seguir meu caminho”, explicou.

Na última Quarta-Feira de Cinzas, na dolorosa abstinência forçada do Carnaval, meu amigo baiano (imagine a agonia de um baiano sem Carnaval!) Edson Barbosa publicou neste Poder360 um artigo sobre o pensamento de Aldo, esquentando o debate sério e qualificado sobre que país queremos construir. Em resumo, propõe pacificar o Brasil como caminho para destravar a economia e investir nas pessoas, naquilo que define como 5º Movimento.

Existem hoje 2 Brasis. Aquele que faz política pelas redes sociais, pregando uma pauta recheada de problemas absolutamente regionais e essencialmente ideológica, como as milícias do Rio ou as máfias de São Paulo. E um outro fora das regiões metropolitanas, onde esta narrativa não tem aderência. Neste outro Brasil estão nada menos que 2/3 dos votos. Aldo Rebelo, ex-ministro da Defesa, da Ciência e Tecnologia e ex-presidente da Câmara dos Deputados conhece esta realidade de cor e salteado.

Os candidatos que viraram o jogo e ganharam a eleição nos últimos 20 anos, foram aqueles focados em conversar, entender e conhecer o interior. Lula fez suas caravanas na campanha de 2002 e conquistou estes votos. Bolsonaro peregrinou pelo interior muito antes de ser percebido e admitido como possibilidade viável pela grande mídia e a Faria Lima. Quando acordaram, o capitão estava no segundo turno.

Vamos falar sério: ele não foi eleito por causa da facada ou do bate-boca nas redes sociais. Ganhou porque convenceu aquele Brasil que não sai no Jornal Nacional ou na novela, focado em produzir, criar seus filhos e melhorar de vida. A escola integral virou realidade faz tempo em muitas cidades deste Brasilzão, no Oeste da Bahia, Goiás ou Mato Grosso. O cidadão formado na zona rural acaba sendo bem diferente em pensamento e atitude daquele das periferias das metrópoles.

Transformar questões regionais do Rio ou de São Paulo em temas nacionais não seduz o eleitor de Sorriso, Lucas do Rio Verde, Gurupi, Porto Nacional, Rolim de Moura, São Gabriel, Cascavel, Pato Branco, Três Lagoas, Dourados, Rondonópolis, Balsas, Uruçuí ou Luís Eduardo Magalhães. Acreditar na possibilidade de convencer o eleitor brasileiro médio que a Amazônia é o futuro, só tem sentido se mudarmos o presente das pessoas fazendo um baita investimento em educação. Num país onde 47% do eleitorado se declara desempregado ou sem renda fixa, é um luxo falar em futuro da Amazônia para quem não sabe se vai conseguir almoçar.

É essencial entendermos o país a partir de um ponto de vista distinto, fora da bolha das regiões metropolitanas. Sem mudar o tom, a forma e o discurso, não será possível compreender e interagir com este Brasil emergente, dono dos votos decisivos na hora de escolher quem será o próximo a sentar na cadeira de presidente. A elite metropolitana vive um processo de decadência cultural e política, enquanto a do campo é emergente, cada vez mais influente, rica e bem educada.

Aldo fez sua carreira no PC do B e largou o partido insatisfeito com a pauta limitada e desfocada da realidade, filiou-se ao PSB e hoje está no Solidariedade. Veio da zona rural de Alagoas, família humilde, num tempo em que a rota de ascensão social dos meninos pobres passava pela política ou pelo Exército. Sua percepção do mundo traz esta a marca cultural de um estado tradicionalmente violento e uma sociedade hierarquizada pela força e pelo dinheiro.

Ainda não apareceram muitos políticos ou partidos com propostas claras e objetivas, focados em debater os rumos do país. O PSDB acaba de lançar suas propostas para o Brasil pós-pandemia, pregando mudanças profundas e estruturais na organização do Estado. Toda contribuição é importante num momento em que a pandemia virou o mundo de pernas para o ar e temos de repensar o país, nosso estilo de vida e valores. Ou será que vamos continuar lavando roupa suja e batendo boca nas redes sociais num eterno looping de bobagens que não resolvem a vida de ninguém?

Correção – No artigo da semana passada me referi a um vídeo do ministro Alexandre de Moraes com críticas ao Supremo que circula pela internet. O vídeo, conforme pude comprovar, é fake. O ministro aparece lendo o trecho de um processo durante audiência do STF. Esta parte foi editada para dar a impressão de que Moraes criticava o tribunal.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Poder 360.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


27/02


2021

Coluna do sabadão

Distritão em 2022?

A eleição de 2022 parece estar longe, mas já bate à porta. Nos bastidores, deputados revelam preocupação com a montagem das chapas, caso as coligações – união de vários partidos – para o Poder Legislativo continuem proibidas. Nesse caso, as siglas terão que disputar "sozinhas" vagas na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa, aumentando a competitividade entre os parlamentares.

A expectativa é de que haja um troca-troca movimentado de partidos entre os deputados, de olho em garantir a reeleição. A eleição municipal de 2020 serviu de lição para muitas legendas. O pleito do ano passado foi o primeiro sem as famosas coligações na disputa proporcional para vagas no Legislativo. Esse “sistema” é usado para fazer uma aliança de partidos grandes com pequenos. Entre as vantagens está a de que, quanto maior a coligação, maior é o tempo da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.

Além disso, na eleição com coligação proporcional, eram computados os votos dados aos partidos e candidatos, aumentando as chances de a coligação obter maior número de cadeiras no Legislativo. Como consequência, é comum existirem nesse sistema os “puxadores de votos”, candidatos que têm votações altas e acabam ajudando outros a se elegerem, por estarem na mesma coligação.

Pela reforma política que começou a ser discutida, serão analisados dois sistemas eleitorais. No distritão, cada Estado ou Município será um distrito eleitoral e os candidatos aos legislativos federal, estaduais e municipais são eleitos pela maioria simples, como acontece hoje nas eleições para prefeito, governador e presidente.

Com esse sistema, há redução no número de candidatos e deixam de existir os puxadores de votos, ou seja, aqueles que recebem muitos votos e elevam o quociente partidário, permitindo a eleição dos menos votados. Ao reduzir o número de candidatos - e dividi-los em distritos -, esse sistema permite que os eleitores possam pesquisar melhor o histórico dos candidatos e das suas propostas eleitorais.

Outro sistema é o distrital misto, que mistura votos da maioria e votos proporcionais, ou seja, ao mesmo tempo em que permite maior aproximação do eleitor com os candidatos, também permite o voto por ideologia ou em pautas minoritárias.

Desvinculação – O relator da PEC emergencial, senador Márcio Bittar (MDB-AC), disse, ontem, que retirará de seu parecer o trecho que permitia a desvinculação dos recursos de saúde e educação (isto é, eliminava a obrigatoriedade de investimento mínimo nessas áreas). “Eu perdi ontem. Tenho que aceitar”, afirmou. Ontem, em sessão marcada para a leitura do relatório e começo das discussões, o tema foi amplamente criticado pelos senadores e a oposição conseguiu impedir que Bittar apresentasse seu parecer.

Oportunismo barato – Na avaliação do líder do PSB na Câmara dos Deputados, Danilo Cabral (PSB), a tentativa de usar os recursos da educação para viabilizar o auxílio emergencial não passa de um oportunismo barato e imoral. “Essa pandemia aprofundou as desigualdades na educação e o Governo se esforça para retirar recursos da área em vez de promover investimentos. O Ministério da Educação sequer executou o orçamento previsto para a educação básica no ano passado”, afirmou.

Ruido no poder – Reportagem da Veja revela insatisfação do ministro Paulo Guedes (Economia) com o presidente Jair Bolsonaro após o anúncio da troca no comando da Petrobras, feito em 19 de fevereiro. Suposto diálogo entre os dois reproduzido pela revista indica que Guedes teria dito que o presidente estava “ferindo seu general”. Bolsonaro decidiu substituir o atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo general Joaquim Silva e Luna. O chefe do Planalto se incomodou com os seguidos reajustes nos preços dos combustíveis promovidos pela petroleira. Guedes ficou contrariado, prevendo reação negativa do mercado por suposto intervencionismo do presidente.

Perseguição – O presidente Jair Bolsonaro disse, ontem, que houve “perseguição” a sua família em diálogos entre o procurador Deltan Dallagnol e seus pares no Ministério Público. As críticas foram publicadas nas páginas oficiais de Bolsonaro em todas as redes sociais. Segundo o presidente, “além de quebra criminosa de sigilos”, houve “a tentativa de cooptar o entorno do Presidente da República para a escolha do Procurador-Geral da República em 2019”. Na publicação, Bolsonaro compartilhou um texto no qual está a foto do filho mais velho do presidente e senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), investigado por comandar um suposto esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa no Rio de Janeiro. “Dallagnol querer dizer ser brincadeira tais diálogos, demonstra querer fugir de sua responsabilidade”, escreveu o presidente.

O campeão – Entre os representantes de Pernambuco no Congresso não foi o senador Jarbas Vasconcelos o campeão em destinação de emendas de bancada para o Governo do Estado, mas sim o deputado Fernando Monteiro (PP). Destinou 100% de suas emendas de bancada, no valor total de R$ 8,2 milhões, para investimento na Barragem de Gatos, no Aeroporto de Fernando de Noronha, na conservação da BR-232 e implantação do anel viário da PE-33. Já um bis. Em 2020, fez o mesmo. “Precisamos unir esforços para a conclusão de obras que garantam o desenvolvimento do Estado. Muitas estão em andamento e outras virão. Estamos unidos com o mesmo objetivo”, justifica.

CURTAS

VISÃO – Relatora da reforma política, a deputada Renata Abreu (SP), presidente nacional do Podemos, afirma que defende qualquer sistema que aprimore o atual. "Tem um sentimento na Câmara pelo distritão ou distrital misto, mas não é consenso. Vou atuar para construir uma proposta que seja apoiada pela maioria", garante.

CANDIDATO – Presidente da Câmara de Vereadores de Gravatá, Léo do Ar (PSDB) convenceu o atual presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), Josinaldo Barbosa, a desistir da reeleição e será o candidato da situação ao comando da instituição. Ele tem o apoio de caciques estaduais, como o presidente da Assembleia, Eriberto Medeiros (PP).

Perguntar não ofende: Na ida ao Ceará, ontem, o presidente Bolsonaro também não convidou o governador Camilo Santana. Para ele, chefes estaduais do poder no Nordeste são irrelevantes?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

marcos

Haddad o nosso Kit Gay não cansa de passar vergonha, primeiro foi Ciro Gomes , agora O Antagonista. O Jumento Gay tá ruim na parada. Kkkkkkkk

marcos

Fernando Haddad é um Poste de Ladrão e Imbecil. Diogo Mainardi do Antagonista.

Fernandes

Todo apoio ao Walter Delgatti, o hacker que iluminou o Brasil!

Fernandes

Morre de Covid-19 enfermeira bolsonarista de 35 anos que se recusou a tomar vacina Fanática por Bolsonaro ela teve oportunidade de ser vacinada por trabalhar na linha de frente, mas se recusou a receber a dose da Coronavac que tinha direito por achar que a vacina chinesa não tinha sido testada e que não era cientificamente comprovada. Priscila era moradora do bairro Brasília em Arapiraca, cidade do Agreste de Alagoas e trabalhava como funcionaria do Hospital Chama. Ela já havia sido infectada uma vez e, fanática pelo presidente Jair Bolsonaro, se recusou a tomar a vacina.

Fernandes

Bom dia povo de Deus, só lembrando que Bozo genocida, o Ladrão tá quebrando o Brasil, saqueou os cofres durante 28 anos fazendo Rachadinhas , deixando 14,1 milhões de pessoas desempregadas e rouba até pano de Pereba. Amém. Quem acha bom é marcos mamador de piroca Lolita de camaragibe, queima rosca.Amém!


Banner Jaboatao 2021

26/02


2021

A versão da Prefeitura de Ibimirim sobre contratos

Nota oficial

A respeito da publicação realizada no portal “Blog do Magno” no dia 26 de fevereiro de 2021, em que se divulgou notícia com o título “Contratos sem licitação acendem alerta em Ibimirim”, a Prefeitura de Ibimirim informa que a atual gestão vem trabalhando intensamente para garantir à população as melhores condições na prestação dos serviços, com qualidade e lisura, sempre pautada na legalidade, no zelo e na responsabilidade administrativa. Em dois meses, a atual gestão mostra que podemos proporcionar uma melhor qualidade de vida para aos ibimirienses, com a aplicação correta dos recursos públicos, transparência e respeito aos cidadãos.

No que diz respeito a contratação emergencial de ambulância para atuar na remoção e atendimento de pacientes com COVID, chega a ser desumano a tentativa de politizar a questão. Voltada para atender à população de Ibimirim, que estava sofrendo na gestão passada sem atendimento médico humanizado e sem ambulância, em momento crítico devido a pandemia da Covid-19, a contratação da Ambulância com UTI Móvel não possui óbice jurídico por dispensa de licitação, com fulcro no art. 24, IV, da Lei n.º 8.666/93, visando garantir a continuidade do serviço, considerando a iminência do prazo final dos contratos vigentes, assim como não ser possível aguardar o trâmite regular do processo de licitação, com o objetivo de que a população não fique desatendida quanto à remoção medicalizada de pacientes de alto risco. 

Considerando o avanço significativo no acesso dos pacientes aos serviços de UTI e outras emergências, gerando um aumento da demanda para este serviço, deve-se observar que a gravidade dos casos regulados exige suporte logístico para transporte medicalizado dos pacientes em UTI Móvel e condições especiais para o não agravamento do quadro clínico.

Seria um absurdo se a administração atual mantivesse o descaso com a saúde da população que ocorreu em 2020, sem tomar medidas urgentes e necessárias para o enfrentamento do grave momento que estamos passando, que a cada dia toma vida de mais cidadãos, sendo 14 óbitos em Ibimirim e mais de 400 casos confirmados.    

É dito ainda que a Prefeitura de Ibimirim tem em seus quadros as presenças de irmãos do prefeito Welliton: Wellitania Siqueira, na Secretaria de Saúde, e Werlly Siqueira, na Secretaria de Finanças. Nada de ilegal ou imoral há na atitude, pois é plenamente autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Sumula 13, de observância obrigatória para toda a administração pública, seja no nível federal, estadual ou municipal, atesta que as nomeações estão de acordo com a Constituição Federal. Ademais os mesmos possuem qualificação para tanto, o secretário Werlly é formado em Administração de Empresas pela UPE, tendo atuado na iniciativa privada e pública. Já Wellitania é formada em Psicologia, tendo atuado na área de Saúde nos municípios de Ibimirim, Buíque, Tupanatinga e Recife, além do Sistema Penitenciário do Estado.

A matéria veiculada sugere ainda que a contratação de assessoria jurídica pelo Município seria repudiada pelos órgãos de controle. O Tribunal de Contas do Estado (TCE/PE) já emitiu pronunciamentos que não vedam a contratação de assessorias jurídicas por meio de inexigibilidade. A interpretação combinada dos artigos 25, inciso II, e 13, inciso V, da Lei n. 8.666/93 (Lei de Licitações) autoriza, em caráter excepcional, a contratação de serviços técnicos advocatícios, por meio de procedimento de inexigibilidade de licitação, para patrocínio de questões de interesse da Administração Pública, nas quais o objeto seja singular e o advogado ou a sociedade de advogados a ser contratada ostente notória especialização.

Ao contrário do que foi publicado no “Blog do Magno” a gestão anterior (2017-2020) manteve contratos que somavam o valor anual de R$ 147 mil (R$ 108.000,00 + R$ 21.000,00 + R$ 18.000,00), isto em 2020. Em 2017, o valor atingiu a marca de R$ 165 mil. Ocorre que ditos contratos não abarcam todos os serviços prestados pelo escritório contratado, se restringindo somente a duas das oito áreas de atuação do atual contrato. A verdade é que, atualmente, a Prefeitura de Ibimirim faz muito mais por menos. 

A atuação do escritório de advocacia na campanha do prefeito na eleição de 2020, a prestação de serviços foi objeto de contrato e paga com recursos partidários arrecadados durante a eleição, conforme consta na prestação de contas do então candidato (Processo nº 0600235-41.2020.6.17.0128), que foi APROVADA pela JUSTIÇA ELEITORAL em 08/02/2021.

A gestão Weliton Siqueira tem primado por transparência e retidão nos atos e ações que norteia a administração pública, fazendo que cada cidadão e cidadã de Ibimirim saibam que o Município trilha novos caminhos para dias melhores.   

Prefeitura de Ibimirim, 26 de fevereiro de 2021.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


26/02


2021

As contas do faz de conta

Por Everardo Gueiros*

É muito triste constatar que numa época de tragédia coletiva, provocada pela pandemia do coronavírus, um profissional supostamente esclarecido como o presidente da OAB-DF, se entregue ao populismo mais rasteiro ao supostamente prestar contas da sua administração através de um artigo no qual fala bem de si mesmo, desfilando feitos através de uma linha do tempo traçada entre dois carnavais. O advogado Délio Lins e Silva Junior deveria fazer um exame de consciência, uma autocrítica sincera, não um samba-exaltação de si mesmo.

Num ano em que os advogados do Distrito Federal acumularam perdas profissionais provocadas não apenas pela pandemia, mas também pela insensibilidade de parte da magistratura, o doutor Délio vem a público sem a menor cerimônia se vangloriar de ter distribuído comida para mil advogados e garantido exames de mama e de próstata a outros 900.

Faltou pouco para o presidente da OAB-DF proclamar solene que era com “a alma lavada e enxaguada” que prestava contas de todo o bem que fez pela classe dos advogados, a quem deu comida, assistência médica e gastou mais de R$ 1 milhão em “ajutórios diversos” numa “obra que entrará para os anais e menstruais de Sucupira e do país”, como diria Odorico Paraguaçu, personagem criado pelo genial Dias Gomes e imortalizado por Paulo Gracindo.

Odorico encarna os políticos capazes de transformar a desgraça coletiva em ambição desmedida. Como ele, o doutor Délio usa e abusa da condição de ginasta da retórica, ousando falar em qualidade de esperança, como se a esperança das pessoas pudesse ser classificada por tipo, cor, intensidade ou preço. A esperança não é um bem de consumo, nem muito menos uma maquiagem para a auto louvação de quem mistura vaidade com demagogia para sacar frases de efeito, como quando assinala que “com a coragem típica da advocacia, enfrentamos os problemas e hoje posso dizer que nem nos meus melhores sonhos teríamos feito tanto”.

O doutor Délio está em campanha aberta para continuar no cargo de presidente da OAB-DF, mirando a eleição marcada para novembro. Seu açodamento em apresentar-se como o benfeitor dos advogados, reside no fato de ele imaginar que nós somos capazes de trocar dignidade por coisas que nada mais são do que um direito líquido e certo. A OAB-DF não fez mais do que a sua obrigação ao facilitar o pagamento de anuidades ou garantir acesso à saúde e à alimentação. Nós temos uma Caixa de Assistência, da qual fui presidente, e que, entre as suas atribuições, deve atender a este tipo de necessidade.

O que ele não fez, e por isso não tem como prestar contas, foi empenhar-se na defesa intransigente das nossas prerrogativas. Falta ao doutor Délio a atitude de quem conhece em detalhes as dificuldades do dia a dia, o drama do advogado que não consegue despachar com o juiz adequadamente, porque as audiências virtuais viraram peça de ficção, na qual a corda sempre arrebenta do lado do advogado, prejudicado na paridade de forças tão necessária para o bom encaminhamento dos processos.

A OAB do doutor Délio perdeu o vigor a indignação que fez história na nossa entidade, como a centelha a estalar na alma dos corajosos Esdras Gueiros, Maurício Correa, Amauri Serralvo, Esdras Dantas, Estefânia Viveiros, Ibaneis Rocha, Juliano Costa Couto e tantos outros que lutaram e continuam lutando pelas nossas prerrogativas e condições dignas de trabalho. Se o atual presidente da OAB-DF demonstrasse coragem e determinação para enfrentar este desafio – o maior dentre todos provocados pela pandemia – provavelmente teria gastado muito menos dinheiro com assistencialismo e mais energia com aquilo que faz a diferença. Muitos dos nossos advogados não teriam diminuído drasticamente o ritmo de trabalho ou até parado de atuar.

Não sou nem nunca fui contra ajudar e ser solidário com quem precisa. Mas nossa compreensão do problema deve ser mais ampla. A capacidade de prover aos mais necessitados é naturalmente limitada. A ela precisamos somar o compromisso irrestrito de fazer valer o direito ao trabalho, não apenas pelos advogados representados pela Ordem, mas também pela sociedade que depende da Justiça para resolver desde seus problemas mais simples e cotidianos até os mais complexos.

O doutor Délio está oferecendo a colaboração da OAB-DF para participar do esforço da campanha de vacinação, quando, ao invés de ter dado as costas para a sociedade, deveria ter se engajado há muito tempo, seja auxiliando na investigação de denúncias sobre a não aplicação de vacinas nos idosos, de mal uso dos imunizantes ou do seu desperdício. Não falta trabalho para quem quer ação e tem espírito público. É muito confortável ficar sentado no trono do seu escritório tecendo loas a si mesmo, bebendo da sua própria vaidade e achando que fez muito, quando na realidade ficou aquém da sua obrigação. Ele não presta contas; ele faz de conta.

Quando li o artigo do doutor Délio lembrei do livro “Ensaio sobre a cegueira” de José Saramago e sua narrativa sobre a epidemia de uma cegueira leitosa, baça, da qual ninguém escapa. Ali, natureza humana acaba incontida em seus instintos mais duros e as pessoas se revelam por inteiro, sem freios. Saramago sintetiza tudo na fala, incômoda e real, de um dos seus personagens: “Penso que não cegamos, penso que estamos cegos. Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem”.

*Advogado, foi conselheiro federal da OAB, presidente da Caixa dos Advogados do Distrito Federal, desembargador do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) entre os anos de 2016 e 2018 e Secretário de Projetos Especiais do governo do Distrito Federal nos anos de 2019 e 2020.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Petrolina 2021

26/02


2021

Leitor faz alerta de buracos na PE-630

A PE-630, rodovia que liga as cidades de Trindade e Ipubi, no Sertão do Araripe, é essencial para o escoamento da produção de gesso. O leitor Francisco de Assis entrou em contato com o Blog para reclamar da situação da estrada, com muitos buracos. Isso prejudica a passagem dos caminhões. "Não há mais estrada. A gente está vendo a hora os caminhões virarem", relatou.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Serra Talhada 2021

26/02


2021

Roberto Jefferson: STF se habituou a rasgar Constituição

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, concedeu entrevista ao programa Frente a Frente, hoje. Um dos assuntos comentados por ele foi a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) após desferir ataques em vídeo a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O líder da sigla trabalhista fez críticas à decisão da Corte: “O Supremo está habituado a rasgar a Constituição, não respeita mais o texto constitucional.”

“O Supremo está cumprindo o crime de abuso de poder, com ingerência”, prosseguiu Jefferson na entrevista ao âncora Magno Martins. “Do que é que Daniel é acusado? De ter xingado um ministro do Supremo? Se for prender todo mundo que xinga ministro do Supremo, não tem cadeia no país”, completou.

Roberto Jefferson reiterou que deseja a filiação de Silveira ao PTB e cutucou o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, que defende a expulsão do parlamentar fluminense. “Ele (Daniel Silveira) é meu velho amigo, atirador do clube de tiro em Petrópolis comigo. É um bom caráter, uma boa pessoa. Eu tenho o maior prazer de recebê-lo no PTB, já que ele está sendo maltratado pela direção nacional do PSL. O (Luciano) Bivar, ao invés de ser solidário com ele, disse que o expulsaria”, afirmou.

Ex-deputado federal célebre por delatar o Mensalão, esquema de corrupção pelo qual foi condenado, Jefferson também disparou contra a Câmara dos Deputados por referendar a prisão de Silveira: “Um ato covarde, pusilânime da pior qualidade. Esqueceram daquele ditado popular que diz que ‘quem muito abaixa, mostra os fundos’, e a Câmara mostrou os fundos, infelizmente.”

O líder nacional do PTB equiparou a situação de Daniel Silveira a do ex-presidente Lula e do ex-ministro José Dirceu, condenado pelo próprio STF devido ao Mensalão. “A acusação que pesa contra ele é crime de opinião. E o Lula, que está solto e nem tornozeleira tem, condenado em terceira instância por lavagem de dinheiro e corrupção passiva? E o Zé Dirceu? Estão soltos, andando por aí e está tudo bem. Isso é um absurdo. Um abuso sem precedentes”, questionou.

Sobrou até para a Rede Globo, que exibiu uma reportagem no Fantástico, no último domingo (21), trazendo o histórico negativo do deputado enquanto era soldado na Polícia Militar do Rio de Janeiro e antes mesmo de ingressar na corporação, quando foi acusado de furtar o carimbo de uma médica, utilizando-o para fraudar atestados médicos:

“Os bandidos estão na Globo. Só na história daquele doleiro que denuncia o envio de mais de 1 bilhão de dólares para fora do Brasil pelos diretores da Globo é suficiente para você entender que os bandidos estão lá e eles medem todos pela própria régua. Bandidos são os irmãos Marinho”, disse em referência a acusações feitas pelo doleiro Dario Messer, que não apresentou evidências.

Ouça a entrevista completa.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Anuncie Aqui - Blog do Magno

26/02


2021

Covid-19: Pacheco proíbe entrada de visitantes no Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decidiu, hoje, proibir o acesso de visitantes às dependências do Senado enquanto estiverem em vigor, no Distrito Federal, medidas de restrição adotadas em razão da pandemia do novo coronavírus.

Mais cedo, hoje, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), publicou um decreto com medidas de restrição do comércio e de serviços em razão do agravamento da pandemia no Distrito Federal.

Inicialmente, as medidas valeriam a partir de segunda-feira, das 20h às 5h. Entretanto, após a publicação do decreto, Ibaneis decidiu antecipar as restrições, que iniciarão neste fim de semana e valerão 24 horas por dia. O GDF afirma que somente serviços essenciais poderão funcionar.

Na decisão que proíbe o acesso de visitantes ao Senado, Rodrigo Pacheco cita o decreto de Ibaneis e a alta taxa de ocupação dos leitos hospitalares das redes pública e privada em virtude das infecções pelo novo coronavírus.

A atitude de Pacheco foi tomada em uma semana que ficou marcada por aglomerações no Congresso Nacional.

O Legislativo está em fase de elaboração do Orçamento deste ano e, tradicionalmente, nesse período um grande número de prefeitos e vereadores visitam parlamentares em busca de recursos para seus municípios, por meio de emendas orçamentárias.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Jornao O Poder

26/02


2021

Marília visita sede do IFPE no Recife

A deputada federal e segunda secretária da Câmara dos Deputados, Marília Arraes (PT-PE), visitou, na manhã de hoje, o campi Recife do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). A parlamentar participou de uma reunião com o reitor do instituto, professor José Carlos de Sá, com o diretor do IFPE no Recife, Marivaldo Rosas, e com o vereador Jairo Britto (PT), que também é professor da instituição.

Uma das pautas da visita de Marília ao IFPE foi o debate sobre estratégias e a importância da luta pela manutenção do piso de investimento mínimo para a área da educação, que está sendo atacada pelo Governo Federal. "Sem esses recursos, a educação pública e de qualidade no Brasil sofrerá um duro golpe que coloca em risco o desenvolvimento de toda uma geração de brasileiros e brasileiras", afirma Marília.

O reitor do IFPE, José Carlos de Sá, falou sobre a importância do piso da educação ser mantido, principalmente para investimentos futuros do Instituto. "Em média, houve uma redução de 18% do nosso custeio em relação a 2019. O MEC precisa lutar pelo orçamento da educação. Esse é um dos maiores momentos de ameaça para a rede."

O campi do Recife, por exemplo, é o maior do IFPE em Pernambuco. São mais de seis mil estudantes, além de cursos técnicos, profissionalizantes e mestrados. "Não podemos medir esforços na luta contra mais esse momento de ameaça contra a rede pública de ensino", ressalta Marília. "É fundamental que haja um esforço da bancada de Pernambuco e das demais bancadas na luta pela nossa educação", complementa o diretor do IFPE no Recife, Marivaldo Rosas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

26/02


2021

Soluções para o Turismo

Por Osvaldo Matos de Melo Júnior*

No primeiro artigo, fiz alguns apontamentos sobre os entraves do Turismo Brasileiro. Neste segundo proponho algumas soluções. Fiz essas reflexões não apenas como um profissional da área, mas como um entusiasta do setor e um apaixonado pela riqueza do nosso país, que merece ter a devida visibilidade e reconhecimento nacional e internacional. Faço também um convite para que essas reflexões também impliquem em integração e ação.

Nós sonhamos com a criação de uma Zona Federal de Excelência Turística, com interface com os diversos agentes e instituições públicas que interagem com o setor, trazendo um Posto avançado da Polícia Federal (combater tráfico de drogas e exploração sexual, ainda muito presentes, realizar emissão de documentos e o combate à corrupção), uma Unidade de Saúde do Turista, como acontece em tantos outros países. A Zona Federal de Excelência Turística seria replicada gradativamente em destinos Gramado, Bonito, Jericoacoara, Pipa, Sauipe etc. Esse é o tipo de organização e profissionalização que sonhamos e que pode ajudar o país a ser mais competitivo.

Outros pleitos importantes envolvem:

  • Federalizar toda a operação aérea, algo que representaria o fim da disputa pelos impostos estaduais, o que incide diretamente no custo das passagens. Permitir relações de trabalho através das regras da OIT e não apenas da CLT. Que o combustível de aviação seja o mesmo usado na Europa e nos EUA.
  • Envolver cidadãos da terceira idade no turismo, atuando como guias e contadores de histórias, permitindo que pessoas com total capacidade e larga experiência de vida se sintam úteis e gerem renda.
  • Criar o Sistema de Prevenção e Controle à Exploração Sexual no Turismo, dando um selo de qualidade aos espaços que aderirem.
  • Trazer um EcoParque da Disney para o país (uma Disney Tropical), que seria o primeiro da América Latina e outros equipamentos internacionais para ativar mais destinos e gerar fluxo de visitantes e divisas. Ou até criar uma zona estratégica de desenvolvimento turístico na Amazônia, para atrair ainda mais americanos e canadenses, bem como nossos vizinhos na América Latina. Nesse contexto, os empresários teriam isenção de impostos durante 20 anos, e em contrapartida gerariam renda, emprego e ativariam mais de 52 segmentos que fornecem para o turismo e pagam impostos.
  • Definir linhas perenes de financiamento da promoção turística profissionalizada, para que o Brasil tenha pelos menos o que o México tem no seu marketing Turístico nacional e internacional.
  • Ordenar a orla, com controle, segurança e serviços especiais estabelecidos a partir da criação de áreas integradas de turismo em grandes destinos nacionais.

Neste planejamento, precisamos também ter no horizonte todos os desafios com os quais lidamos como setor e como país. Temos um ambiente de negócios burocrático e que ainda afasta o investimento; infraestrutura turística precária (acessos de má qualidade nas rodovias, ferrovias e hidrovias); carência de saneamento, deficiência nos equipamentos e necessidade de restauração do patrimônio turístico, além de qualificação profissional; problemas de embargo pelo Ministério Público em píeres e portos, devido à excessiva quantidade de normas e fatores burocráticos de diversos órgãos e pastas; impostos de parques temáticos, que poderiam ser reduzidos para alíquota zero, a fim de gerar uma maior capacidade de prospecção; conectividade aérea (aumentar a quantidade de voos, sobretudo regionais, e melhorar competitividade de preços).

Temos também má gestão dos recursos e dos cargos técnicos; falta de articulação com o trade; pulverização de recursos para cumprimento de Emendas Parlamentares impositivas, dissociadas dos polos de interesse turístico; desvio de foco com obras de infraestrutura (precisamos de mais transparência e adequado monitoramento do Ministério do Turismo para garantir que essas obras aconteçam em locais de interesse turístico, não político); falta de segurança jurídica; precisamos dispor de equipes qualificadas na promoção, mais investimentos e devida fiscalização; falta de linhas de financiamento permanentes para a promoção turística nacional e internacional; falta de associação da marca Brasil com grandes marcas mundiais com fazem os Estados Unidos, o Reino Unido, Japão entre outros; falta de investimentos em merchandising em produções de audiovisual com locações no Brasil; investimento em Big Datas com inteligência artificial cognitiva para tomadas de decisões, estratégicas rápidas e em tempo de solução.

Diante disso, sugerimos iniciativas como a abertura de capital estrangeiro para companhias aéreas (existe o PL 2724/2015); estudar a Política de Céus Abertos; estudar a redução do custo do querosene, unificando e reduzindo a alíquota de ICMS que incidem no combustível nos estados

Acrescidos a isso, ampliar o visto eletrônico nos consulados; isenção de Visto de forma unilateral para países com grande capacidade de emissão de turistas, ou implantação de vistos online; um Plano de Segurança Pública para  turismo; criar um Protocolo, integrado com a cadeia produtiva do setor turístico, para atendimento de Turistas que sofreram agressões ou roubos; implantar o Wi-Fi público nos pontos turísticos; declarar áreas especiais de interesse Turístico, criadas por Lei, visando atrair investimento (a exemplo, Cancun, Orlando, Las Vegas Singapura). Isso apenas para citar algumas iniciativas práticas.

O Brasil, e o mundo, devem começar em breve a transição de volta à normalidade, após um ano de uma pandemia global que afetou as vidas, a economia e impactou seriamente os setores de serviços, alimentação, viagens. Nosso turismo, mais do que nunca, precisa de mobilização e reestruturação, para retomarmos do ponto onde paramos e seguirmos com o nosso trabalho diário de posicionar o Brasil como um dos principais players mundiais.

Estamos à frente de um mercado de sonhos, de uma indústria que tem como arte a criação da felicidade, de emprego e renda e de conexão espiritual e com a natureza. Nosso país é um destino privilegiado e o turismo tem todos os meios para mostrar isso ao mundo – e aos brasileiros. Precisamos confiar mais, investir mais, nos organizar, nos unir e inovar. Isso é muito maior que política, ideologia, governo. É a alma do nosso negócio, a essência do nosso país.

*Sociólogo, publicitário, cientista político e jornalista. Tem diversas especializações em Gestão Pública, Gestão do Turismo, Marketing Digital, Inteligência competitiva e Comunicação Pública.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Yuri gagarin

Oswaldo é um grande profissional.