Blog do Magno 15 Milhões de Acessos

17/01


2021

Deputada Fabíola Cabral é vista em festa no RN

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

A deputada estadual Fabíola Cabral (PP) foi flagrada em uma festa em Nísia Floresta, na Grande Natal, no Rio Grande do Norte, na última sexta-feira (15). A comemoração intitulada White Oasis ocorreu no Espaço di Trento, uma casa de eventos da cidade potiguar, e contou com apresentações musicais, entre elas a do DJ pernambucano Jopin.

O Blog teve acesso a imagens que mostram a parlamentar sem máscara, perto de várias pessoas também sem proteção. No vídeo, é possível ouvir um trecho da música "Meia-noite", de Zé Vaqueiro, uma das atrações da festa.

Conforme o Blog apurou, quase três mil pessoas participaram do evento, o que gerou protestos nas redes sociais devido às aglomerações provocadas.

“Isso sim é falta de empatia e respeito com os que já se foram, vítimas da Covid. Absurdo!”, escreveu a internauta Regina Brito.

“Vistos a olhos nus: a ignorância, o desrespeito ao próximo, o egoísmo individualista dos medíocres, a hipocrisia dos discursos de humanidade... as máscaras caídas. Não é questão de ideologia, é maldade mesmo”, comentou Estevão Lucio.

“Eu precisei me medicar pra poder dormir! Onde está o Ministério Público, Polícia Ambiental? Estamos em uma pandemia, hospitais lotados, p****”, desabafou Edi Germano.

Em sua conta oficial no Instagram, o DJ Jopin fez referência à festa ao publicar imagens e uma mensagem: “Estava com muita saudade disso, parabéns galera da @conceitohemotion muito massa tudo lindo.”

Por meio de decreto, o Governo do Rio Grande do Norte recomenda aos municípios "a adoção de medidas necessárias para a suspensão de shows e eventos públicos ou privados de massa". 

Até o momento, foram confirmados 129.549 casos de Covid-19 e 3.173 pessoas morreram pela doença em todo o estado, segundo dados da Secretaria de Saúde. Em Nísia Floresta, houve a confirmação de 764 pessoas contaminadas e 12 óbitos, conforme atesta informativo da Secretaria de Saúde do município.

Já em Pernambuco, o boletim epidemiológico divulgado ontem informa que 240.605 foram infectadas pelo novo coronavírus, com 9.993 mortes registradas devido à doença.

A reportagem procurou a deputada Fabíola Cabral e o DJ Jopin para que se pronunciassem sobre o caso, mas não obteve resposta até o momento.


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O Jornal do Poder

17/01


2021

Diretor-presidente da Anvisa também vota pelo uso de vacinas

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, acompanhou o voto de Meiruze Freitas, relatora dos pedidos de uso emergencial da Coronavac e da vacina da Aztrazeneca. Com isso, houve aprovação por unanimidade.

"Essas vacinas estão certificadas pela Anvisa, foram analisadas por nós brasileiros por um tempo, o melhor e menor tempo possível. Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certificar e quando ela estiver ao seu alcance vá e se vacine", disse Antônio Barra.


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Abreu no Zap

17/01


2021

Anvisa forma maioria pelo uso de vacinas contra Covid

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) formou maioria de votos, hoje, a favor do uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. Quatro diretores de um total de cinco já votaram em prol da autorização da aplicação das vacinas no Brasil.

Os diretores seguiram o voto da relatora Meiruze Sousa Freitas. Em relação à Coronavac, a diretora condicionou a aprovação à assinatura de termo de compromisso e publicação em "Diário Oficial". A decisão da Anvisa deste domingo passa a valer a partir do momento em que houver a comunicação oficial ao laboratório. Ela será publicada no portal da Anvisa, no extrato de deliberações da Diretoria.

*Com informações do G1


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17/01


2021

Relatora vota pela aprovação da CoronaVac e AstraZeneca

Do UOL

A diretora da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Meiruze Sousa Freitas votou pela aprovação do uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, e AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz, contra a covid-19. Ela é a relatora das duas solicitações e fez ressalvas ao aprovar os imunizantes.

Durante a manhã e o início da tarde, ambas as vacinas foram recomendadas, com ponderações, pela gerência técnica da Anvisa. Agora, além da relatora, votarão sobre a demanda o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, e os demais diretores da agência: Cristiane Rose Jourdan Gomes, Romison Rodrigues Mota e Alex Machado Campos.

A relatora Meiruze se solidarizou com as famílias das vítimas da covid-19 no Brasil e afirmou, na reunião que foi transmitida pela Anvisa e pelo UOL, que seu único voto valeria para as duas empresas. Ela afirmou que, se guiando pela ciência, seria a favor da aprovação de ambas os imunizantes.

"Até o momento, não contamos com alternativa terapêutica disponível eficiente. Assim, compete a cada um de nós, cada um em sua esfera de atuação, tomar todas as medidas ao nosso alcance para diminuir o impacto da covid-19 sobre a vida do nosso país", declarou. "A autorização para uso emergencial a uma vacina precisa deixar claro que seus benefícios superam eventuais riscos", prosseguiu.

"As duas vacinas atendem os critérios de segurança para o uso emergencial", disse a relatora, que fez ressalvas à vacina Coronavac, recomendando o monitoramento contínuo dos estudos de imunogenicidade após o uso emergencial.

A Anvisa diz que a decisão sobre ambas as vacinas vai se basear em pareceres de áreas técnicas e que, se aprovadas, serão usadas preferencialmente em programas de saúde pública.

O foco da Anvisa é analisar a eficácia e a segurança das vacinas, de acordo com a própria agência reguladora, para o uso emergencial, ou seja, para uso destinado a imunização de grupos de risco, como indígenas, idosos e profissionais de saúde.


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17/01


2021

Nova gestão afirma que Matuto pagou honorários com Fundef

Em levantamento, a Secretaria de Finanças de Paulista atesta que o ex-prefeito Júnior Matuto (PSB) utilizou recursos do extinto Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef) para pagamento de despesas com escritório de advocacia no valor de R$ 16 milhões. Segundo a Prefeitura, hoje administrada por Yves Ribeiro (MDB), a aplicação de recursos fora da destinação do fundo implica a imediata necessidade de recomposição do erário, responsabilizando o gestor que lhes conferir outra destinação, na forma da Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além disso, o relatório aponta que o ex-prefeito "retirou recursos da conta específica e transferiu para a conta de caráter geral da administração e de lá encaminhou para a conta da folha de pagamento de pessoal, com o objetivo claro de burlar a lei. Essa situação não possibilitou ao TCU estabelecer conexão lógica entre os recursos dos precatórios e as despesas realizadas que deveriam ser de manuntenção e desenvolvimento do ensino".

De acordo com a secretária de Educação da atual gestão, Jaqueline Moreira, o governo anterior não fez o plano de aplicação de recursos em parceria com o Conselho do Fundeb, conforme determina a legislação. Instituído pela emenda constitucional n° 53, de 19 de dezembro de 2006, o Fundeb atende toda a educação básica, da creche ao ensino médio. 60% dos recursos deveriam ser aplicados na remuneração dos professores em efetivo exercício do magistério e no aumento do salário da categoria.

A competência para fiscalizar a aplicação dos recursos complementares  do fundo é do TCU, ainda que esses pagamentos decorram de setença judicial, uma vez que são recursos de origem federal. Como as despesas efetuadas pela administração anterior, com recursos do Fundef, estão em desacordo com as disposições da lei, a assessoria jurídica do prefeito Yves Ribeiro informou que dará ciência aos órgãos de fiscalização e controle sobre os desvios de recursos do fundo.

Já a Secretaria de Finanças se comprometeu a concluir os trabalhos de verificação das despesas irregulares do Fundef num prazo de um mês, não descartando a possibilidade de instaurar auditoria interna.

O Blog segue aberto para que o ex-prefeito Junior Matuto se pronuncie sobre o caso.


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Banco de Alimentos

17/01


2021

Gerente da Anvisa critica, mas recomenda Coronavac

O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, afirmou na manhã de hoje que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, teve o dado de imunogenicidade considerado não adequado, mas, tendo em vista a necessidade brasileira, recomendou a aprovação do imunizante. As informações são do UOL.

Na reunião da diretoria técnica da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que começou às 10h de hoje e que avalia a liberação para o uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz, contra a covid-19 no Brasil, diretores avaliarão por a necessidade por, pelo menos, 5 horas.

Gustavo Mendes afirmou: "Os dados fornecidos de imunogecidade da Coronavac não são quantitativos, são qualitativos e, por isso, não foram considerados adequados pela Anvisa. É um pacote de informações que precisa ser enviado, esse dado é fundamental."

De acordo com apresentação elaborada pela equipe da Anvisa, com relação à CoronaVac, "não foram apresentados os resultados da avaliação de imunogenicidade ao longo do tempo para esse estudo, de acordo com o que era esperado e definido no protocolo" e que "o único resultado apresentado não foi considerado adequado para avaliação e conclusão".

A Anvisa afirmou que, por meio do resultado secundário de eficácia, as avaliações de anticorpos neutralizantes previstas não tiveram os resultados previstos, assim como os anticorpos de ligação previstas e de soroconversão e da imunidade celular previstas.

Apesar disso, Gustavo Mendes afirmou que recomenda aos diretores a aprovação da CoronaVac. "A recomendação, como área técnica, é que, tendo em vista o cenário da pandemia, aumento do número de casos e ausência de alternativas terapêuticas, a gerência recomenda a aprovação do uso emergencial da CoronaVac, com acompanhamento das incertezas que ainda temos e reavaliação periódica."

Reunião da Anvisa 

Participam da reunião cinco diretores da Anvisa, um de cada diretoria da agência: Antonio Barra Torres, que é diretor-presidente da Anvisa, e a relatora dos pedidos, Meiruze Sousa Freitas, e os demais diretores Cristiane Rose Jourdan Gomes, Romison Rodrigues Mota e Alex Machado Campos.


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Fernandes

É a caridade da Venezuela e da China chegando ao país de Bolsonaro.



17/01


2021

À sombra mortal da suástica

Por Weiller Diniz*

Entre os métodos recorrentes de Jair Bolsonaro para conspirar contra a democracia representativa, avacalhando as instituições, muitos têm inspiração nefasta no nazismo: hostilizar a liberdade de imprensa diariamente, atribuir todos os malogros aos comunistas (esquerda e o PT), incensar a mitomania ignorante, reforçar o ideário de reiteração de mentiras, apostar na propaganda maciça de falsidades alienantes, o culto à morte, o belicismo, a militarização dos cargos públicos civis e a disseminação do ódio contra todas as minorias, adversários, pensadores, escritores e a academia. O que o capitão diz, pensa e faz tem similitudes despudoradas com o nazismo. Ele trama sua própria noite dos cristais, uma ruptura já vocalizada em várias oportunidades, ora pelo próprio capitão, ora pelos filhos, ora por aliados e intentada por seu preceptor diabólico, Donald Trump, após ser repelido pelo eleitor.

A selvageria assassina no capitólio dos EUA, perpetrada por ogros simpatizantes de Trump, assombrou o mundo, escancarou a barbárie do extremismo de direita e, óbvio, obteve o endosso tosco do capitão. “O pessoal tem que analisar o que aconteceu nas eleições americanas agora, basicamente qual foi o problema, a causa dessa crise toda: falta de confiança no voto. Lá, o pessoal votou e potencializaram o voto pelos Correios por causa da tal da pandemia e teve gente que votou três, quatro vezes. Mortos votaram, foi uma festa lá. Ninguém pode negar isso daí, então a falta de confiança levou a esse problema que está acontecendo lá. E aqui no Brasil se tivermos o voto eletrônico em 22 vai ser a mesma coisa, a fraude existe”. As ativações golpistas da sua base desmiolada são rotineiras e majoritariamente inverídicas, como as delirantes fraudes eleitorais aqui e nos EUA.

Mais uma vez sem provas, o capitão investiu para deslegitimar as instituições, sabotou a democracia, espancou a Justiça Eleitoral e atentou contra o livre exercício dos poderes. Os pedidos de impeachment por crime de responsabilidade se acumulam quase na mesma proporção das estéreis notas de repúdio de autoridades a cada coice autoritário vindo da estrebaria presidencial. O STF toca 3 inquéritos sensíveis (fake news, atos golpistas e uso político da Polícia Federal). O TSE tem ainda processos sobre possíveis fraudes eleitorais para julgar. Ou seja, os poderes Legislativo e Judiciário, cumprindo seu papel institucional, têm mecanismos democráticos para, além dos protestos burocráticos, abortar a índole despótica e impedir os retrocessos que estão envenenando a democracia brasileira.

Em outra manifestação de inclinação nazista o capitão opinou por segregar o que ele qualificou de alunos “atrasados”. “O que acontece na sala de aula: você tem um garoto muito bom, você pode colocar na sala com melhores. Você tem um garoto muito atrasado, você faz a mesma coisa. O pessoal acha que juntando tudo, vai dar certo. Não vai dar certo. A tendência é todo mundo ir na esteira daquele com menor inteligência. Nivela por baixo. É esse o espírito que existe no Brasil”, pontificou o falso pedagogo Bolsonaro com a mesma desfaçatez de um charlatão que prescreve medicamentos inúteis para Covid 19.

Adolf Hitler e seus facínoras deportavam e encarceravam em campos de concentração pessoas com deficiência, judeus, gays, comunistas e dissidentes. A eugenia, sinônimo de barbárie, foi a base do terror nazista e deve ser lembrada para que não se repita. “Menor inteligência” é mesmo um campo fértil e vasto para os “atrasados” bolsonaristas.

Otto Adolf Eichmann foi o carrasco da sanguinária SS que comandou a política de segregação em guetos e o extermínio na Segunda Guerra. À exemplo de Eduardo Pazuello, o coronel hitlerista também era especializado em logística, a logística do holocausto e da morte no confinamento. Eichmann fugiu após a derrota alemã, mas foi capturado pelo serviço secreto de Israel, o Mossad, em 1960 na Argentina. Levado a Israel foi julgado, condenado e enforcado em 1962 por 15 crimes. Além de Augusto Pinochet, Jorge Videla e Slobodan Milosevic, Eichmann é outro exemplo de que crimes contra a humanidade, morticínios e genocídios não ficam impunes. O “dia D e a hora H” de Pazuello, o pesadelo, trarão o castigo para o escárnio diante dos milhares de mortos. O dia D (desembarque na Normandia) na Segunda Guerra Mundial foi também o começo do fim do terror hitlerista.

Há mais sombras nazistas no governo. A Secretaria de Comunicação da Presidência, chefiada por Fábio Wajngarten, produziu uma peça publicitária em maio de 2020, em plena ascensão da pandemia contra o isolamento social. Ela foi compartilhada pelo capitão e, em determinado trecho afirma: “O trabalho, a união e a verdade nos libertará”. Há dois erros grosseiros. O de concordância e a inconcebível correspondência fúnebre à famosa inscrição nazista na entrada do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia: “Arbeit macht frei” (o trabalho liberta). A incorreção gramatical foi corrigida posteriormente. O conteúdo e as semelhanças da peça com nazismo são eternas como as câmaras de gás. Um dos terroristas no vandalismo na sede do Congresso norte-americano usava uma camiseta propagandeando Auschwitz. O chefe da diplomacia isolacionista e servil aos EUA, Ernesto Araújo, também foi pressionado a se retratar por comparar erroneamente o isolamento social imposto por uma pandemia aos campos de concentração.

Em janeiro de 2020, ao som de Richard Wagner (compositor predileto de Adolf Hitler), o secretário de Cultura de Bolsonaro, Roberto Alvim, plagiou trechos de um pronunciamento do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels: “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada”, afirmou Alvim em vídeo. Goebbels havia dito: “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferrenhamente romântica, será desprovida de sentimentalismo e objetiva, será nacional com um grande pathos e será ao mesmo tempo imperativa e vinculante – ou não será nada”, disse Goebbels em seu discurso. A fala de Alvim resgata a grande queima de livros em 1933 na Alemanha, quando Hitler já era chanceler, em nome de uma “limpeza” cultural.

A convergência de valores revela muito da índole dos integrantes do governo. A sucessora de Alvim, Regina Duarte, também demonstrou um repulsivo desprezo pelas vidas subtraídas por governos autoritários e minimizou os métodos nazistas: “Bom, mas sempre houve tortura. Meu Deus do céu… Stalin, quantas mortes? Hitler, quantas mortes? Se a gente for ficar arrastando essas mortes, trazendo esse cemitério… Não quero arrastar um cemitério de mortos nas minhas costas e não desejo isso pra ninguém. Eu sou leve, sabe, eu tô viva, estamos vivos, vamos ficar vivos. Por que olhar pra trás? Não vive quem fica arrastando cordéis de caixões”. Regina Duarte foi usada e, depois, expelida pelo governo que arrasta um cemitério de mortos nas costas e, até aqui, mais de 200 mil caixões pela inépcia no enfrentamento da Covid 19.

As excreções purulentas do nazismo não passaram despercebidas pelo ex-ministro Celso de Mello do STF. Em junho de 2020, anotou com a justificável ênfase maiúscula: “GUARDADAS as devidas proporções, O “OVO DA SERPENTE”, à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933), PARECE estar prestes a eclodir NO BRASIL! É PRECISO RESISTIR À DESTRUIÇÃO DA ORDEM DEMOCRÁTICA, PARA EVITAR O QUE OCORREU NA REPÚBLICA DE WEIMAR QUANDO HITLER, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo Presidente Paul von Hindenburg, em 30/01/1933, COMO CHANCELER (Primeiro Ministro) DA ALEMANHA (“REICHSKANZLER”), NÃO HESITOU EM ROMPER E EM NULIFICAR A PROGRESSISTA, DEMOCRÁTICA E INOVADORA CONSTITUIÇÃO DE WEIMAR, de 11/08/1919 , impondo ao País um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição , em março de 1933 , da LEI (nazista) DE CONCESSÃO DE PLENOS PODERES (ou LEI HABILITANTE) que lhe permitiu legislar SEM a intervenção do Parlamento germânico!!!! “INTERVENÇÃO MILITAR”, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia, NADA MAIS SIGNIFICA, na NOVILÍNGUA bolsonarista, SENÃO A INSTAURAÇÃO, no Brasil, DE UMA DESPREZÍVEL E ABJETA DITADURA MILITAR !!!!”

Mello tem razão. Eles rastejam entre nós chocando um novo ovo da serpente, maquinando uma noite dos cristais, como no ataque contra o STF em junho de 2020. Oportuna a lembrança dos versos do pastor Friedrich Gustav Emil Martin Niemöller: “Quando os nazistas vieram buscar os comunistas, eu fiquei em silêncio; eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu fiquei em silêncio; eu não era um social-democrata.

Quando eles vieram buscar os sindicalistas, eu não protestei; eu não era um sindicalista. Quando eles buscaram os judeus, eu fiquei em silêncio; eu não era um judeu. Quando eles me vieram buscar, já não havia mais ninguém para protestar.” Os versos sintetizam a infame perseguição de Adolf Hitler a comunistas, demais esquerdistas (inclusive os moderados), judeus, sindicalistas, homossexuais, oponentes, ciganos entre outros. O que atalhou esse período de terror e da banalização da vileza foi a derrota na segunda guerra simbolizada pela invasão ao bunker de Hitler em Berlin em 30 de abril de 1945. A operação das tropas soviéticas que encontrou Hitler morto foi batizada de “Mito”.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Os divergentes.


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Cícero Ramos de Souza

Mais um com crise de abstinência. Com a teta seca essa turma tem o cérebro atrofiado e dana-se a falar besteiras. Para afastar o presidente precisa de povo. Vai pra rua ver se encontrar eco nesse pedido ridículo. Vai ser é gozado. Sugestão: tomar \" cachete\" para o coração pra aguentar mais 6 anos. Senão...embarca.

Fernandes

É a caridade da Venezuela e da China chegando ao país de Bolsonaro


Jornao O Poder

17/01


2021

Olha o que o Facebook me recordou hoje

Que felicidade em grudar os olhos nessa imagem hoje, lembrança me repassada pelo Facebook já se vão cinco anos: o grande Genival Lacerda, que nos deixou, recentemente, para animar as noites celestiais. 

Ele exibe o meu livro Reféns da seca, um dos trabalhos mais sangrentos de lágrimas: o retrato cruel de 50 personagens da vida severina de terras euclidianas. Autor do prefácio, o cantor Maciel Melo, conterrâneo do chão seco, mas de estrelas brilhantes e poéticas, o Reino Encantado do Pajeú, confessou que escreveu chorando.


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17/01


2021

Sou o maestro do meu ponta de rama

A princípio, eu só publicaria esse texto nas minhas redes sociais por ser algo bastante pessoal, mas devido à grande repercussão e o envio de uma canção tão bonita pela jornalista Andreza Matais, de Brasília, resolvi publicar no blog linkado a uma maravilhosa música interpretada por Diogo Nogueira que aborda a bonita relação entre pais e filhos. Segue o escrito:

Filhos são dádivas de Deus, tesouros celestiais que produzem o ouro do contentamento e da felicidade. São neles que se encontram sentido e significado para continuar a luta diária, o bom combate. Tenho quatro, todos homens. André Gustavo, o segundo pela ordem do ventre sagrado, residente nos Estados Unidos desde os 7 anos de idade, me trouxe uma grande emoção no início da semana.

Comunicou-me seu noivado com uma jovem da Guatemala, naturalizada americana como ele. Ambos trabalham na área de educação e traduzem línguas. Falam quatro idiomas e arranham outros dois. Na quinta-feira, vivi outra grande emoção: a formação do ABC do meu ponta de rama, o sapeca João Pedro, de apenas 7 anos.

Folheando seu livreto dos trabalhos da escola, a maior de todas as emoções, me fez ir às lágrimas: em resposta à pergunta quem era o maestro da sua vida respondeu: MEU PAI. Quem resiste? Fiquei sem teto. Ao escrever agora, ainda recorro a uma caixa de lenços. São lágrimas que me dão o combustível da vida, o oxigênio renovado para continuar na labuta sem fim.

João Pedro é um garoto muito inteligente e precoce. Com dois anos, já estava engajado nas campanhas da mãe Aline Mariano. Vez por outra, manda mensagem informando que está ouvindo o meu programa e pede um abraço. É um conquistador, doce, jogo de cintura, envolvente. As professoras e seus coleguinhas na escola são paixão ferventes por ele.

Deus nos enviou filhos para manter nossos corações aquecidos e cheios de vida. Enquanto eu viver, vou fazer tudo que puder para vê-los sorrir. O sorriso de um filho renova as energias, acalma o coração e ameniza qualquer dor.

Filho é sangue da gente, a certeza que existimos, a nossa continuação, volume dois dos nossos livros, o amor puro como água cristalina. Para eles, o melhor lugar do mundo é o território dos nossos corações. Deus nos concede filhos para pôr a prova nossa capacidade de amar o outro, mais que a nós mesmos.

A propósito, em homenagem a todos aqueles que são pais maestros, segue o pot-pourri "Espelho/Além do Espelho", interpretado por Diogo Nogueira e composto pelo seu pai, o saudoso sambista João Nogueira, que fala justamente sobre o amor paterno.


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