Lavareda

22/11


2020

Túlio diz que PSB queria comprar seu silêncio

O deputado federal Túlio Gadêlha, que chegou a ser pré-candidato a prefeito do Recife pelo PDT, fez uma grave denúncia na noite de hoje envolvendo um integrante do PSB. De acordo com o parlamentar, houve uma tentativa da campanha de João Campos de que o pedetista não declarasse apoio à candidatura adversária, representada por Marília Arraes (PT), numa barganha.

"Meu chefe de gabinete foi procurado pela coordenação da campanha do PSB no Recife. Disse que eles estavam querendo 'negociar o meu silêncio' nesse segundo turno. Dá pra acreditar?! Me senti testemunha de um crime. Crime mesmo foi o que eles fizeram nesses últimos anos no Recife", escreveu Túlio em sua conta oficial no Twitter.


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Fernandes

Agora é MARÍLIA 13.

Fernandes

Marília PT 45X39 Candidato do PSB

murilo arraes de alencar

Muito Voto PQP,pergunta a Fatima!

Fernandes

Eu acredito.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Tu acredita? Eu não.


ALEPE

22/11


2020

As últimas pesquisas da semana decisiva

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Na reta final da disputa de segundo turno entre João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) no Recife, vários veículos de imprensa encomendaram levantamentos aos principais institutos de pesquisa. Há ao menos oito a serem divulgados pelos registros que constam no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na terça-feira (24), a Folha de Pernambuco publica a pesquisa do Ipespe sobre as intenções de voto na capital pernambucana. Já a quarta-feira (25) é reservada à consulta encomendada ao Ibope pelo Jornal do Commercio e a TV Globo.

A Globo também divulga na quinta-feira (26) a penúltima rodada do Datafolha. Já a TV Clube/Record trará na sexta-feira (27) um levantamento do Real Time Big Data.

No sábado (28), véspera da eleição, a CNN Brasil informa novos números do Real Time Big Data, enquanto a Folha PE promove a última rodada do Ipespe, o Jornal do Commercio e a Rede Globo trarão a última prévia do Ibope, além da Globo/Datafolha.

Paulista também terá pesquisas

Os eleitores de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, também terão acesso a informações sobre a disputa de segundo turno. Na quinta-feira (26), este blog divulga o levantamento encomendado ao Instituto Opinião sobre o pleito entre Francisco Padilha (PSB) e Yves Ribeiro (MDB). No mesmo dia e no sábado (28), o Diario de Pernambuco vai trazer dados da pesquisas feitas pelo Exatta.


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Wellington Antunes

Chora bozolóide, o choro é livre. Ou então aceita que dói menos.

Fernandes

Agora é MARÍLIA 13. Chora bozoloide.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Vou criar um instituto de pesquisa. Parece ser um bom negócio.


O Jornal do Poder

22/11


2020

Triunfo elege Bonfim pela quarta vez

Os triunfenses escolheram pela quarta vez o médico Luciano Bonfim (Avante) para governar os destinos do município pelos próximos quatro anos. Ele foi eleito com a votação proporcionalmente mais expressiva entre todos os municípios do Sertão do Pajeú.

Foram exatos 6.082 votos, que correspondem a 73,45% dos votos válidos, contra 26,55% do candidato da oposição Genildo da Água (Patriota).

Bonfim já administrou o município de 2001 a 2004 e de 2009 a 2016. Com 57 anos, ele volta ao comando do executivo, tendo a companhia do vereador João Hermano, também do Avante, como vice-prefeito.

*Com informações do Baixa Verde Notícias


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Abreu no Zap

22/11


2020

Pernambuco tem prefeita mais jovem do Brasil

Camutanga, na Mata Norte pernambucana, elegeu a prefeita mais jovem do Brasil: a empresária Talita Fonseca, mais conhecida como Talita de Doda (MDB), recebeu a confiança do povo aos 23 anos de idade. Ela também é a primeira mulher escolhida para governar o município.

"Faremos uma gestão que olhará para todos e atenderá a necessidade da grande maioria", disse, em um vídeo de agradecimento divulgado nas redes sociais. Talita obteve 60,65% dos votos válidos (3.614 votos). 


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murilo arraes de alencar

Aipela tua otica Joao campos e novo



22/11


2020

Prefeito de Buíque é recordista de mandatos em PE

Com 73 anos de idade e 38 anos dedicados à vida pública, o prefeito reeleito de Buíque, Arquimedes Valença (MDB), comemora um recorde em Pernambuco, sendo o único político no Estado a gerir sua cidade por cinco vezes. Desta vez, a vitória foi consagradora, com 13.434 votos contra 8.551 de seu principal adversário, o ex-prefeito Jonas Camelo. Uma diferença de 4.883, a maior já registrada no município. Sobre a vitória, o prefeito Arquimedes Valença falou a uma rádio de Arcoverde. 

“Agradeço de coração cheio ao povo de Buíque que me confiou esse novo mandato. Minha terra, lugar onde nasci, a minha região da Ribeira que nunca nos faltou em nenhuma eleição, a todas as regiões que reconheceram nosso trabalho e nos deram essa nova oportunidade. Sempre estivemos e vamos continuar à disposição do povo, respeitando os amigos e aliados, bem como os concorrentes. Agora é trabalhar, trabalhar e trabalhar”, afirmou.


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Josinaldo Nunes de Araújo

Caro Magno, lhe passaram uma informação incorreta. Fred Carrazzoni foi prefeito de Itambé por seis mandatos, sendo o verdadeiro recordista De mandatos em Pernambuco e pelo que eu sei, do Brasil inteiro. Esse ano, Itambé reelegeu Dona Graça Carrazzoni, esposa de Fred para o segundo mandato a frente do município. Quem empata com Fred, e pode até se tornar único recordista é Ives Ribeiro, também com seis mandatos e que pode chegar ao sétimo esse ano, só que em municípios diferentes (2 em Itapissuma, 2 em Igarassu e 2 em Paulista podendo ser eleito para mais um em Paulista).


Banco de Alimentos

22/11


2020

O mal da Wal e o rapaz que se acha o tal

Por Weiller Diniz*

Walderice Santos é a célebre Wal do açaí. Ela se correspondeu com o rapaz que se acha o tal. Tanto faz se ele não tem cultura, nem estatura, só impostura. Ela ama igual. A moça do açaí corporificou a Wal Bolsonaro para ciscar uma vaga de vereadora em Angra do Reis (RJ). Ganhou uma live do patrão, gélida e fatal como a morte. O apoio de Bolsonaro rendeu míseros 266 votos no município onde ele obteve 63 mil votos (74%) em 2108. Repelida pela urna, terá de reencarnar a Wal do açaí, no balcão empoeirado da vila de Mambucaba. Não voltará ao anonimato em razão da suspeita ser fantasma do rapaz que se acha o tal. A Wal é a síntese da maldição da eleição. Candidatos apoiados por Bolsonaro, aliados, os ícones e aqueles que professam o mesmo ideário afundaram no mesmo desastre.

A anemia da Wal do açaí congelou o bolsonarismo. A derrota é emblemática. Bolsonaro testou, ao limite, o delírio absolutista de sapatear na democracia ao apadrinhar nomes que menosprezam a inteligência dos cidadãos. Não conseguiu votos para a protegida e se deu mal em outras petulâncias eleitorais. Outra amaldiçoada pela praga é Rogéria Bolsonaro. Ex-mulher e mãe dos numerais 01, 02 e 03, não foi bem na matemática das urnas. Com esquálidos 2.034 votos ficou na rabeira. Apesar do sobrenome teve morte eleitoral. É mais produtiva na compra de imóveis em espécie. Carlos Bolsonaro, vereador federal beliscou o mandato, mas afinou. Perdeu 34% dos eleitores desde 2016 e passou a faixa de campeão de votos para Tarcísio Motta, do PSOL. Outros 70 candidatos usaram a logomarca Bolsonaro e perderam.

Os resultados são incontroversos e os números eloquentes. Foi o pleito municipal mais federalizado da história recente. O eleitor expressou saturação com os extremos, reposicionou os partidos de centro e optou pela experiência no comando da maioria das cidades. É a óbvia rejeição ao experimentalismo amador do embuste batizado de “nova política”, encarnada por Bolsonaro. Os antagônicos que se retroalimentam, PT e o bolsonarismo, naufragaram. O PT ainda pode se reabilitar em 15 cidades grandes no segundo turno. Até aqui a esquerda que avançou não é petista. As legendas de centro monopolizaram a eleição e Bolsonaro sofreu reveses individuais e políticos.

Pessoalmente o capitão Jair Bolsonaro amargou derrotas contundentes. Entre os nomes que apoiou estavam 6 candidatos a prefeito e 45 a vereador. Elegeu apenas 9 vereadores. Já os “maricas” emplacaram 26. Dos postulantes a prefeituras, só dois avançaram ao segundo turno. Em Fortaleza o aliado de Bolsonaro já descolou do padrinho do dedo podre, fugindo da maldição da Wal. No Rio de Janeiro, Marcelo Crivella é a Wal amanhã. Tem uma rejeição superlativa e não herdará votos da esquerda para virar sobre Eduardo Paes. Paes surge como a nova estrela do DEM, que dobrou o número de eleitores nessa eleição e já comanda 3 grandes capitais (Salvador, Curitiba e Florianópolis).

Os estrondosos fiascos políticos de Bolsonaro ocorreram em São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Manaus. Celso Russomano colou a campanha em Bolsonaro. Amargou uma humilhante quarta colocação com pouco mais de 10% dos votos. Somou a própria rejeição à do capitão e desidratou. Em Belo Horizonte o escolhido, Bruno Engler, foi mastigado por Alexandre Kalil. Em Manaus, o coronel Alfredo Menezes obteve modestos 11% dos votos. Outro fenômeno que confirma a maldição da Wal se deu em Recife. Após anunciado o apoio de Bolsonaro, a delegada Patrícia derreteu e ficou em quarto lugar. As 5 capitais, incluindo o Rio, totalizam 18 milhões de eleitores. Os bolsonaristas somaram mirrados 1,5 milhão de votos. Menos que 10% do total.

O discurso da “nova política”, camuflagem da direita radical, perdeu aderência e foi pulverizado após uma fadiga precoce. A exemplo de países da América Latina (Argentina, Bolívia) e dos Estados Unidos a extrema direita não vislumbra um ciclo longevo no Brasil. O comparativo com 2016 mostra números estáveis do centro, mas não houve a segunda onda Bolsonarista. Apesar de êxitos rarefeitos, a grande maioria de perfis associados a tapeação da nova política (capitão, major, coronel, cabo, PM, juiz, delegado etc.) malogrou. Concebida e aplicada por Sérgio Moro e setores do MP, a satanização generalizada da política, que deformou a democracia, adulterou a última eleição presidencial e fraudou a istória, pode ser enterrada numa vala comum ao lado da lava jato.

Consolida esse quadro o pífio desempenho do PSL, legenda que se fantasiou de “nova política”. Elegeu poucos prefeitos e vereadores mesmo tendo o maior baú financeiro. A maldição da Wal devolve o PSL à estatura de nanico. Nomes de sólidos vínculos com o Bolsonarismo, como Joyce Hasselmann e Fernando Francischini tiveram desempenhos insignificantes. A deputada federal, eleita com 1 milhão de votos em SP, teve raquíticos 98 mil votos (1,8%) para prefeitura. Francischini obteve reles 52 mil votos (6,2%) em Curitiba. A bolsonarista Carla Zambelli também foi vítima. O pai, o irmão e a cunhada fracassaram nas urnas alcançados pela maldição da Wal.

A configuração do poder político-partidário, com reposicionamento da dita “velha política”, reorienta a sucessão presidencial e estremece qualquer tipo de conforto que Bolsonaro possa estar sentindo. A depender de outras 14 grandes cidades, onde os tucanos disputam, e da maior variável, São Paulo, João Dória vai aquecendo para sucessão presidencial. O DEM se credencia com os resultados obtidos. Crescerá mais com a eventual vitória de Eduardo Paes. O PSD também terá protagonismo. O primeiro teste será a presidência da Câmara. A pretensão de Jair Bolsonaro de escalar uma Wal para tutelar a Casa sofreu um revés com os números de DEM, PSDB e MDB, hoje aliados por lá.

O maior legado dessa e de outras eleições é o reconhecimento da volatilidade política. Ela insiste em pontuar que o poder é ilusório, efêmero e não pode tudo. Não pode, por exemplo, ser exercido da perspectiva autoritária a ponto de desafiar os alicerces mais sagrados da democracia, ameaçar as instituições, soterrar os valores humanistas e conspirar contra os avanços civilizatórios. Golpes, descasos, bravatas, incúria, despreparo e incompetência são monitorados pelo eleitor que dá o troco na urna. A existência do conceito de bolsonarismo precisa ser revista. Como fenômeno político duradouro e perpetuador de lideranças simplesmente não existe. No modo caos, o rapaz que se acha o tal, pode se dar mal e ser a próxima vítima da maldição da Wal.

*Jornalista. Texto publicado originalmente em Os divergentes.


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22/11


2020

Justiça manda João retirar propaganda negativa contra Marília

A candidata a prefeita do Recife Marília Arraes (PT) obteve nova vitória na Justiça Eleitoral. Em decisão proferida na tarde de hoje, o juiz da 6ª Zona Eleitoral, Nildo Nery dos Santos Filho, determinou que não seja mais veiculada na TV a propaganda eleitoral da Frente Popular, encabeçada pelo candidato a prefeito João Campos (PSB), que insinuava que Marília poderia acabar com o Prouni Recife e que seria contra a Bíblia.

Para o magistrado, houve tentativa por parte dos adversários políticos de deturpar fatos e criar estados mentais, emocionais e passionais nos eleitores, com a narrativa difundida e que chegou a ser externada por João Campos nos dois debates realizados neste segundo turno.

O juiz também lembrou já haver proibido em decisão anterior a veiculação de propagandas que questionavam a fé de Marília. Em vídeo, a candidata petista comemorou a decisão e ratificou que nunca quis acabar com o Prouni Recife, mas apenas impedir a concessão de isenções fiscais ilegais e também voltou a falar sobre a falsa informação propagada de que é contra a Bíblia. 


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Fernandes

Agora é MARÍLIA 13. Chora bozoloide.

Fernandes

Chora bozoloide, perdesse.kkkkkk

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O Comitê de Marília está em desespero. Magno está apelando para tudo e para todos. Se os IBOPEs da vida dá vitória tranquila para a afilhada do Lula ladrão, por que esse ódio todo contra um adversário? Aí tem.



22/11


2020

Leitão é grato a trinta moedas

Por Ricardo Carvalho* 

Caro Magno,

É triste observar o velho Ricardo Leitão tornar-se no seu final de vida um mero porta-voz e defensor da viuva de Eduardo Campos.
Suas agressões apenas me engrandecem e fazem dele um ser mesquinho e insignificante. 

Leitão é, hoje, depois de uma bela carreira jornalística, apenas um reles áulico do PSB pernambucano.

Ofende aos outros apenas como gratidão aos que lhe pagam trinta moedas de prata para trair sua história…

Eu não lhe devo nenhum respeito e ele sabe a razão. Sabe que existem testemunhas e documentos.

É triste vê-lo me ofender. Muitas já foram as mensagens de solidariedade que estou a receber. Sou um homem idoso, que vive apenas da verdade e não das ofensas pessoais, que nada nos engrandece.

*Jornalista


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Fernandes

Agora é MARÍLIA 13. Chora bozoloide perdedor.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O tiro saiu pela culatra. Com seu depoimento fajuto, Marília vai ganhar somente um voto. O do Ricardo Carvalho. Melhor, talvez nem o dele pois ele pois pode não ser eleitor no Recife.



22/11


2020

João Paulo rompe com PSB e apoia Marília

Houldine Nascimento, da equipe do blog

O deputado estadual e ex-prefeito do Recife João Paulo (PCdoB) decidiu apoiar a candidatura de Marília Arraes (PT) à Prefeitura da capital pernambucana. Por meio de nota enviada ao blog, há pouco, ele externa que considera "deploráveis os ataques ao PT".

Chama atenção o fato de que o PCdoB integra a Frente Popular, coligação do prefeiturável João Campos (PSB), que compete com Marília neste segundo turno no Recife. Além disso, a sigla comunista tem a liderança de Luciana Santos, vice-governadora de Pernambuco.

Confira o comunicado na íntegra:

NOTA PÚBLICA - Eleições Recife

Considero deploráveis os ataques ao PT - partido do qual participei desde sua fundação e que ajudei a construir por muitos anos. Sinto-me na obrigação de repudiar esse tipo de atitude política, que não constrói, não fortalece a disputa democrática em nosso estado e enfraquece as forças do campo progressista. Respeito o PT e a sua história. Não podemos aceitar a negação da grande contribuição do PT na vida democrática do Brasil, nas conquistas sociais e dos maiores avanços na gestão pública não só no Recife e em Pernambuco, do qual fiz parte e me orgulho, como no Brasil, com os governos Lula e Dilma. 

Ao longo de 49 anos de militância sempre pautei minha vida política pela consciência de classe, defesa da democracia, por melhores condições de vida para o povo e pelo fortalecimento das forças de esquerda em nosso país. Em muitas disputas eleitorais enfrentamos o jogo pesado de práticas de campanha covardes e intolerantes, que chegavam ao eleitor em forma de matérias apócrifas, difamações e calúnias. 

Hoje, estamos diante de uma conjuntura política ainda mais grave com a ascensão de Bolsonaro, onde as chamadas fake news se transformaram em arma política de primeira linha, capazes de influir decisivamente no processo eleitoral e ameaçar a democracia. Numa época de inversão de valores, em que a verdade se torna a primeira vítima, como nas guerras, gastamos muito tempo e energia para desfazer as mentiras, que caminham agora com velocidade bem superior à dos fatos. 

Portanto, nesse momento grave da disputa, quero reafirmar os princípios que sempre defendi e declaro o apoio à coligação PT/PSOL representada na candidatura de Marilia Arraes e João Arnaldo. 

Entendo que a população do Recife escolheu levar ao segundo turno candidaturas do campo progressista, deixando claro que não quer Bolsonaro. E agora a população precisa conhecer com profundidade as propostas defendidas para fazer sua escolha de forma livre, consciente e soberana. 

Pela ética na política e nas eleições!

Lute pela democracia! 

João Paulo Lima e Silva
Deputado estadual / PCdoB - Pernambuco
Recife, 22 de novembro de 2020


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Fernandes

Chora bozoloide, perdesse. kkkkkkkk

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Agora vai. O perdedor de Olinda dando apoio. Desses apoio eu estaria longe.