FMO janeiro 2020

29/03


2020

Bolsonaro visita comércios e cumprimenta populares

Por Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada nesta manhã de domingo, 29, pelo acesso à residência oficial da vice-presidência, o Palácio do Jaburu, evitando assim o contato com a imprensa. Em meio à pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro, que tem 65 anos, foi visitar vários comércios locais ainda abertos em Brasília.

São poucos os estabelecimentos abertos neste domingo, porque a cidade cumpre decreto do governador, Ibaneis Rocha, que determina o fechamento de lojas e shoppings para evitar a circulação das pessoas e tentar controlar a propagação da covid-19. Apenas os serviços considerados essenciais podem funcionar.

O presidente saiu por volta de 9h30 do Palácio da Alvorada e seguiu para um posto de gasolina. Bolsonaro desceu do carro para cumprimentar e tirar fotos com frentistas que estavam trabalhando. Também conversou com populares. Em seguida, Bolsonaro visitou uma farmácia, padaria e uma mercearia no Sudoeste, bairro residencial que fica cerca de 10 km do Congresso Nacional.


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Abreu e Lima

29/03


2020

Prefeito de Nazaré da Mata faz teste para coronavírus

Do Diario de Pernambuco

O prefeito de Nazaré da Mata, Inácio Manoel do Nascimento, o Nino (PSDB), de 72 anos, está internado no Recife e fez teste para coronavírus. A secretária de Saúde do município da Zona da Mata Norte de Pernambuco, Vera Dantas, afirmou que Nino está bem de saúde, mas pediu para fazer o teste no sábado (28) porque esteve em Brasília nos últimos dias.

“Ele esteve com o presidente Bolsonaro (sem partido). Quando voltou, foi ao hospital e fez uma bateria de exames de rotina”, afirmou Dantas, que não quis informar em qual hospital o prefeito está internado. “Nino estava sem sintomas, e os exames que ele fez deram que está tudo normal. Mas ele preferiu fazer o teste do coronavírus, e por isso tem que ficar internado”, explicou.

Segundo a secretária de Saúde, o resultado sai de 3 a 5 dias depois que foi feito o teste. Geruza Albuquerque, assessora do prefeito, também está isolada por conta da pandemia. “Ela está em casa, tem 72 anos, é do grupo de risco. Mas está bem, só está isolada por causa disso”, afirmou Vera Dantas.


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29/03


2020

"Não é o momento de Bolsonaro dar cutucada em ninguém"

Por Estadão Conteúdo

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), criticou, em entrevista ao Estado, o enfrentamento do presidente Jair Bolsonaro com governadores que optaram por manter a quarentena. Segundo ele, uma “crise de saúde, uma crise econômica e uma crise política” ocorrendo ao mesmo tempo têm potencial explosivo para o País. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Por que o sr. flexibilizou as regras para a quarentena no Mato Grosso?

Nós não mudamos praticamente nada. A única mudança que teve é que em um decreto nós proibíamos shopping e neste decreto abrimos. As demais restrições de convívio social, de aglomeração de pessoas e qualquer tipo de movimento social continuam valendo.

O sr. então nunca mandou parar as atividades econômicas?

Nós nunca proibimos em Mato Grosso o exercício das atividades econômicas, até porque estamos seguindo o protocolo técnico. Para salvar vidas, ele é necessário, mas tem que ter a hora certa para aplicar. O País vai quebrar de uma maneira que nunca mais se recupera.

O sr. pode rever essa medida mais flexível?

Claro. Não se pode aplicar um remédio na hora errada. As medidas restritivas precisam ir evoluindo, porque, segundo os cientistas, é impossível o vírus não contaminar a população.

O sr. liberou o funcionamento dos shoppings, que é um ambiente de aglomeração…

Qual a diferença de entrar num supermercado, que estão cheios no Brasil inteiro, e entrar num shopping e ir determinada loja? Vai ter muito menos gente no shopping, onde não permiti o funcionamento das praças de alimentação.

O sr. está alinhado ao presidente Bolsonaro?

Eu não estou alinhado. Eu não compartilho com tudo o que o presidente disse.

Bolsonaro criticou governadores que adotaram medidas mais restritivas para conter o avanço do novo coronavírus. Como o sr. vê isso?

Respeitosamente ao nosso presidente, mas não é momento dele ficar dando cutucada em ninguém. Não é o momento de ficar criando problemas. Nós estamos tendo hoje uma grave crise na saúde, que vai se transformar numa grave crise econômica e pode virar uma grave crise política. A combinação dos três é explosiva.

Nesta crise do coronavírus, o sr. vê o risco de Bolsonaro se isolar tanto politicamente a ponto de sofrer um processo de impeachment?

Crises gigantescas podem ter consequências imprevisíveis e inimagináveis. Nós precisamos ter serenidade e reconhecer quem são os líderes nacionais no Congresso, governadores, prefeitos e ministros. E não fazer pequenas disputas com interesses eleitorais.

Mas, objetivamente, o sr. vê risco de impeachment?

Podemos ter surpresas inimagináveis, como podemos também, com cientistas encontrando um remédio, acalmar os ânimos e a coisa voltar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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Prefeitura de Serra Talhada

29/03


2020

Papa apoia cessa-fogo global por conta do Covid-19

Por Ansa

O papa Francisco fez um apelo neste domingo (29) para a paralisação de todas as guerras no mundo durante o período de pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) para que seja possível abrir corredores humanitários em áreas de conflitos. “A atual emergência pela Covid-19 não conhece fronteiras. Eu me associo a todos aqueles que acolheram esse apelo e convido a todos a dar sequência parando todo tipo de hostilidade bélica”, disse o Pontífice durante o Angelus.   

O apelo de Francisco se une ao pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Antonio Guterres, que fez o pedido de um cessar-fogo total e global para ajudar os mais necessitados. Para o líder católico, além de abrir os corredores humanitários, esse é o momento de “abrir à democracia e dar atenção àqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade”. “Que o compromisso conjunto contra a pandemia possa fazer com que todos reconheçam a nossa necessidade de reforçar os laços fraternos como membros de uma única família humana. Em particular, suscite nos responsáveis das nações e em outras partes um renovado compromisso de superação de rivalidades. Os conflitos não são resolvidos através de guerras. É necessário superar os antagonismos e contrastes mediante o diálogo e uma construtiva busca pela paz”, afirmou Jorge Bergoglio. (ANSA)


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29/03


2020

Aliados de Bolsonaro defendem diálogo para conter crise

Por O Globo

O tom das declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a pandemia do coronavírus em pronunciamento na última terça-feira foi reprovado por aliados de segmentos importantes como a bancada da bala, ruralistas, empresários, evangélicos e caminhoneiros.

Contrariando as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), Bolsonaro defendeu o fim da quarentena sob o argumento de que a crise na economia do país poderia ter consequências piores do que a Covid-19. Entre aqueles que elegeram o presidente, ninguém gostou de ouvir a comparação da pandemia, que já matou 114, com uma “gripezinha” ou “resfriado”. Mesmo diante de uma forte reação, Bolsonaro dobrou a aposta numa apresentação ao vivo numa rede social na quinta-feira e voltou a usar as mesmas expressões ao minimizar as consequências da doença e ainda acrescentou que o brasileiro tem a imunidade tão alta que “pula no esgoto e não pega nada”.

Na última segunda-feira, uma pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostrou que 35% dos entrevistados consideram o desempenho de Bolsonaro ótimo ou bom; 26% acham regular; e outros 33% avaliam como ruim ou péssimo. Cinco por cento não souberam responder. Os governadores, a quem o presidente culpa por prejuízos econômicos provocados pelo isolamento social, tiveram aprovação de 54% dos entrevistados.

Embora avaliem que haja equívocos na comunicação, apoiadores de Bolsonaro nesses setores continuam com ele e evitam críticas para “não jogarem mais lenha na fogueira”. Preocupados com o comportamento intempestivo do presidente, dizem que o país precisa de união e diálogo com os demais Poderes e os estados para enfrentar a doença e a crise econômica.

Ainda assim, no conflito com os governadores, aliados estão mais sintonizados com o presidente. Defendem a tese de um isolamento social mais brando, de 15 dias, que seriam suficientes para alcançar o que pesquisadores chamam de “achatamento da curva” — redução nas taxas de transmissão e mortalidade pelo menor número de pessoas circulando. Em seguida, haveria uma reabertura lenta e gradual com o cuidado de manter o isolamento de grupos de risco.

Empresários da indústria e do varejo defendem a necessidade de discutir e definir, agora, a hora certa para reativar os negócios. O prazo de duração da quarentena é questão-chave para avaliar os impactos sobre a economia e as medidas a serem tomadas.

O presidente da Fundação Abrinq, Synesio Batista da Costa, é favorável à retomada gradual dos trabalhos da indústria brasileira:

— Gripezinha foi desnecessário. Mas é o jeito dele (Bolsonaro), que está eleito e precisamos respeitar. A gente se aborrece com o jeito de falar, mas é muito bom ter um presidente que entregue a economia para quem sabe. E o Paulo Guedes sabe exatamente o que fazer. A indústria não parou. Estamos a 20 por hora. Mas queremos voltar a trabalhar de maneira gradual. Não podemos entrar numa histeria.

Bancada da Bala: prioridade é a defesa da vida
Com exceção da ala considerada ideológica na Câmara dos Deputados, poucas são as vozes que endossam a postura do presidente Jair Bolsonaro no combate ao coronavírus. Até mesmo aliados mais fiéis da chamada bancada da bala têm demonstrado contrariedade com as palavras do presidente.

Líder da Comissão de Segurança Pública da Câmara, o deputado federal Capitão Augusto (PL-SP) afirma que Bolsonaro “queimou a largada” em suas declarações. Ele diz que continua aliado do presidente, mas que não o segue cegamente. Augusto afirma ainda que a repercussão das falas foi ruim entre bolsonaristas e disse ter alertado interlocutores do presidente sobre a necessidade de moderação.

— A gente tem que orientar quando a pessoa está indo paro o lado errado. A primeira questão é a saúde e depois vem a economia. O vírus tem que ser levado com seriedade e não algo quase num tom de brincadeira — diz o deputado, que acrescenta: — Se isso se agravar e for alto o número de mortes, ele (Bolsonaro) vai cair em descrédito e demonstrar imaturidade e falta de liderança.

O vice-presidente da bancada da bala, deputado Fernando Rodolfo, tem se dedicado a alertar as pessoas a ficarem em casa. Ele diz que “tem muita gente que não está levando essa crise a sério” e que “isolamento social é a palavra de ordem neste momento”.

Confira a íntegra aqui: Coronavírusaliados de Bolsonaro defendem diálogo para ...


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O Jornal do Poder

29/03


2020

Regina esbarra em deputado ligado a Malafaia

O Globo - Por Ancelmo Gois

Regina Duarte contou com o ovo no fiofó da galinha. No dia 19, anunciou, por meio de sua conta no Instagram, medidas em prol do setor cultural em tempos de quarentena contra a pandemia do novo coronavírus. Só que, dez dias depois, as medidas ainda não saíram do papel. Deu tempo para que a turma das trevas no governo — aquela que acha que “cultura boa é cultura morta” — armar-se contra.
O que se diz que é que essa intentona contra a cultura é liderada pelo deputado evangélico Sóstenes Cavalcante, ligado ao pastor Silas “Sempre Ele” Malafaia.


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