O Jornal do Poder

09/10


2006

Roseana pode ser expulsa do PFL

O presidente nacional do PFL, o senador Jorge Bornhausen (SC), afirmou nesta segunda-feira que a candidata ao governo do Maranhão, Roseana Sarney, pode ser expulsa do partido pelo apoio dado à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.

Bornhausen disse que a Executiva do partido vai se reunir no próximo dia 17 para "examinar a questão à luz da lei e do estatuto".

"Evidentemente que, no mínimo, vai se iniciar um processo de punição, ou seja, de expulsão", disse o senador, após participar de uma reunião com o candidato a presidente Geraldo Alckmin e o presidente do PPS, Roberto Freire.

Questionado se o PFL abriria mão da candidata mesmo com a possibilidade real de ser eleita no Estado, Bonhausen respondeu que este é problema de coerência e de credibilidade.

"Nós temos um compromisso com o Brasil e com a candidatura Geraldo Alckmin. Aqueles que querem divergir do PFL, é melhor saírem primeiro", afirmou. As informações são da Folha Online.


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Potencial Pesquisa & Informação

09/10


2006

Dirceu diz que vai processar Alckmin

O ex-ministro José Dirceu (PT) disse nesta segunda no blog que mantém na internet que processará o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, por afirmações do candidato durante o debate deste domingo na TV Bandeirantes.

José Dirceu argumenta que teve a honra atingida quando, numa passagem do debate, o ex-governador de São Paulo atribuiu a ele, Dirceu, a autoria do esquema do mensalão. O G1 procurou a assessoria de Geraldo Alckmin e aguarda resposta.

Leia abaixo a íntegra da nota publicada pelo ex-ministro:

"Vou acionar Alckmin na Justiça

O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, resolveu me caluniar no debate com o presidente Lula, ontem, na TV Bandeirantes. Afirmou textualmente:"o mensalão foi feito dentro do Planalto, no terceiro andar, pelo seu chefe da Casa Civil". Trata-se de um crime contra minha honra e imagem. Vou acionar o candidato tucano na Justiça. Espero que ele não se retrate como fez o irmão de Celso Daniel, quando chegou a hora de comparecer perante à Justiça e confirmar suas calúnias contra mim.

Quero repetir: não temo ver investigado. E quero ser investigado para provar minha inocência, como vem sistematicamente acontecendo, seja no caso de Santo André, nas CPIs dos bingos e do mensalão, seja na CPI do Rio de Janeiro para investigar o caso Waldomiro. Aliás, em relação a esse caso, a Polícia Federal e o Ministério Público do Rio me investigaram e nada encontraram que deponha contra minha vida pública de mais de 40 anos.

Também a Receita Federal, que durante um ano investigou meu patrimônio e minha renda, nada encontrou. Ao contrário, fui inocentado, inclusive após ter meu sigilo telefônico, bancário e
fiscal quebrados. E a denúncia do Ministério Público Federal, que me acusa de ser chefe de quadrilha e de ter organizado o mensalão, ainda não foi aceita ou rejeitada pela Justiça.

Logo, a afirmação do ex-governador Geraldo Alckmim é uma calúnia.
Repito, sou inocente e vou provar na Justiça que não existiu mensalão.

Durante os 30 meses em que fui ministro da Casa Civil, jamais violei qualquer lei ou deixei de defender o interesse público. Não tenho nenhuma investigação ou inquérito sobre minha gestão, ela foi aprovada pelo TCU. Considero a denúncia do MPF que me acusa de chefe de quadrilha uma aberração. Sem provas ou indícios, é toda apoiada nas entrevistas de Roberto Jefferson, cassado pela Câmara dos Deputados por mentir sobre o mensalão.

Fui cassado por razões políticas. O Brasil sabe que a Comissão de Ética não reuniu provas para minha cassação e que a Câmara dos Deputados me cassou sem provas, para me afastar da vida política brasileira. Como nos piores momentos da ditadura, quando tive meus direitos políticos e minha nacionalidade cassados e fui banido do país por dez anos. Da mesma maneira que voltei para lutar contra a ditadura, continuo na minha trincheira, como cidadão, lutando pelo Brasil e para provar minha inocência.

O ex-governador Geraldo Alckmin, se que ser presidente da República, precisa respeitar os devidos processos legais, a presunção da inocência e, assim, reconhecer meu direito de defesa. Caso contrário, ele mesmo pode vir a ser vítima da injustiça que fez comigo. Basta recordar as graves denúncias que envolveram não só o seu governo com a sua própria família, para exigir dele respeito à minha vida pública e à minha biografia. Para que ele também seja respeitado." As informações são do Portal G1.


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Comentários

José Rodrigues da Silva

Dirceu não passa de um acanalhado, tão cafajeste quanto um corrupto possa ser!

Raimundo Eleno dos Santos

Dr. Dirceu tem passado limpo nas lutas contra a ditadura. Já o Coroinha estava na sua região servindo ao "opus Dei". Pau nele Dr. Dirceu.

paulo

ESTE É O HOMEM DA REPUBLICA. QUANDO A COISA APERTA SAI DIRCEU DA TOCA, PARA DEFENDER O SEU "FILHOTE". É POR ESTAR JUNTO DE PESSOAS COMO DIRCEU QUE O LULLA DIZ QUEM É.

Francisco Filho

É A CARA -DE-PAU JAMAIS VISTA "NA HISTÓRIA DESSE PAÍS" COMO DIZ NOSSO ASNO-MOR. LULA E DIRCEU SE MERECEM. SÃO FARINHA DO MESMO SACO. E FARINHA DA PIOR QUALIDADE


Banco de Alimentos

09/10


2006

Ministros tiram férias para trabalhar na campanha

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição ganhou a partir de hoje o reforço de dois ministros em busca de votos em Minas Gerais e São Paulo. O ''Diário Oficial da União'' formalizou nesta segunda-feira o afastamento do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para um período de dez dias de férias (entre 9 e 18 de outubro).

Também estará fora do ministério a partir de hoje o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, que passará as férias visitando suas bases políticas em Minas Gerais, principalmente na região de Montes Claros, de Santa Bárbara (próximo a Belo Horizonte) e nas cidades governadas pelo PTB.

O afastamento de Mares Guia, publicado na sexta-feira, vai de hoje até o dia 26 de outubro, às vésperas do segundo turno das eleições.

Entretanto, ele poderá antecipar seu retorno ao ministério em um ou dois dias para participar no dia 25 de um congresso de agentes de viagem, no Rio de Janeiro.

As férias para reforçar o corpo-a-corpo com os eleitores foram acertadas durante reunião realizada na semana com a presença de 17 ministros, em Brasília.

O afastamento de outros dois ministros mineiros, Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), e Hélio Costa (Comunicações), também foi cogitado. Ananias informou que permanecerá no ministério. As informações são da Folha Online.


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Comentários

Jussara Regina

MAS É UM BANDO DE DESOCUPADOS, NÃO?

Raimundo Eleno dos Santos

Nunca se deve deixar munição para depois da guerra.Os ministros que podem somar com Lula têm que fazê-lo imediatamente. Não é favor.

Deweler

Pelo que sei quem tem o custume de usar o público na campanha e vosso presidente! como ele mesmo disse ele não sabe quando e candidato e quando é presidente! então é assim que é!!

Paulo M.

Porque o PFL nao segue o exemplo e bota a cachorrada de ferias para trabalhar na campanha? Só que daí nao ia sobrar ninguem pra trabalhar no Detran e na Empetur. E o uso dos carros da Diretoia como fica? Vamos vigiar esse povo!

Deweler

O PT PSB joga sujo no Juridíco , na Propaganda e na Politíca Eduardo pode se juntar com todos os politícos de PE mais ele ja esta junto com o Diabo hehehe por isso as coisas vão mudar...ele não vai ganhar!!!



09/10


2006

Feghali pede investigação contra Dornelles

A deputada federal Jandira Feghali (PC do B), candidata derrotada à vaga do Rio de Janeiro no Senado, entrou hoje com um pedido de investigação judicial contra abuso de poder econômico na eleição por parte de Francisco Dornelles, vitorioso na disputa pelo cargo de senador. A advogada da deputada, Rosana dos Santos Alcântara, quer que o TRE-RJ, constatando o crime eleitoral, negue a diplomação de Dornelles, ou casse-a, caso a investigação seja concluída depois de oficializado os resultados.

São dois os motivos que levaram a deputada ao Tribunal. Ela reclama de torpedos enviados a aparelhos celulares das operadoras Tim e Oi com mensagens contrárias à sua candidatura, por ela ter relatado um projeto a favor da descriminação do aborto. Reclama ainda que a secretária de Dornelles na Fundação Getúlio Vargas, Roziris de Oliveira Nagel, utilizou o correio eletrônico da instituição com propaganda do candidato, vice-presidente da FGV. Isto, segundo a advogada, já seria motivo para impedir a diplomação dele, que saiu das urnas com 3.373.731 votos (o que correspondeu a 45,77% dos votos válidos) enquanto ela obteve 2.761.216 (37,46%). As informações são do Último Segundo.


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09/10


2006

Debate: Wagner elogia a participação de Lula

O governador eleito da Bahia, Jaques Wagner (PT), concedeu há pouco entrevista coletiva na sede do comitê nacional da campanha do presidente à reeleição, para comentar a participação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no debate da TV Bandeirantes, ontem à noite, com o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin. Segundo ele, Lula foi bem durante o programa de televisão. “Eu acho que conseguimos esclarecer o que nós vamos fazer. Acredito que houve um embate entre dois projetos político. Apesar da insistência de Alckmin de trazer um tema único, o presidente Lula conseguiu promover um debate de idéias”, disse.

 

Jaques Wagner, no entanto, admitiu que o presidente Lula ficou um pouco “decepcionado” com a postura que o candidato Alckmin adotou durante o debate. “Creio que foi uma agressividade não natural. Uma agressividade encomendada. Mas eu acredito que você ganha a eleição com uma cara própria e não sob encomenda”, declarou.

 

O governador eleito ainda tentou explicar o envolvimento de petistas em escândalos de corrupção e defendeu que haja, depois do segundo turno, uma “revisão” dentro do partido. “Se tem três, quatro, cinco, dez ou 15 petistas que fizeram bobagem, eles vão ter que se explicar”, argumentou. As informações são da Agência Nordeste.


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Francisco Filho

SURPRESA SERIA SE ELE NÃO ELOGIASSE. FIQUEM CERTOS DE UMA COISA, A ELEIÇÃO DESSE INCOMPETENTE PARA O GOVERNO DA BAHIA FOI A PIOR COISA QUE PODIA ACONTECER AOS NOSSOS IRMÃOS BAIANOS. MAS ELES ESCOLHERAM ENTÃO SIGAM EM FRENTE. BOA SORTE. VÃO PRECISAR

LandRover

Lula perdeu o debate. - - - - Visivelmente embriagado, Lula não sabia o que dizia. Alckimim venceu o Debate, Alckimim venceu o Mijão, digo, o Fujão!



09/10


2006

OAB promove debate entre presidenciáveis

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) quer fazer um debate com os candidatos à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A idéia é fazer os candidatos debaterem, separadamente com a OAB, propostas e programas de governo.

Alckmin já confirmou presença no debate, marcado para às 11h do dia 18. O presidente Lula ainda não confirmou presença. Os dois candidatos foram convidados pelo presidente nacional da OAB, Roberto Busato, no último dia 2.

Busato disse que o debate é um serviço à sociedade. ''Trata-se de contribuição ao processo político, sempre na trincheira da cidadania e da democracia'', disse.

O Conselho Federal da OAB escolheu ontem os advogados que vão compor a banca de entrevistadores que participarão do debate com os presidenciáveis.

A bancada será formada por cinco conselheiros federais da entidade, sendo um de cada região geográfica, e dois ex-presidentes da entidade. São eles: Jefferson Luis Kravchychyn, de Santa Catarina (representando a região Sul), Paulo Quezado, do Ceará (representando a região Nordeste), Manoel Bonfim Correia, do Tocantins (região Norte), Luiz Cláudio Silva Allemand, do Espírito Santo (região Sudeste) e Ussiel Tavares, do Mato Grosso (região Centro-Oeste).

Os membros honorários vitalícios que participarão do debate são Hermann Assis Baeta e Rubens Approbato Machado.

Cada debate terá duração de duas horas, com uma exposição do candidato sobre seus planos na primeira meia hora. As informações são da Folha Online.


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LandRover

Lula perdeu o debate. - - - - Visivelmente embriagado, Lula não sabia o que dizia. Alckimim venceu o Debate, Alckimim venceu o Mijão, digo, o Fujão!



09/10


2006

Fortaleza: prefeita grava depoimento para guia de Lula

A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), passa o dia de hoje em Brasília. Ela vai ao Senado cobrar a liberação de empréstimo para construção de um novo corredor de ônibus na cidade. Também se reunirá com a coordenação nacional da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), visando o segundo turno das eleições em 29 de outubro. Luizianne deve se integrar à campanha gravando depoimento para o horário eleitoral gratuito. As informações são da Agência Nordeste.


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LandRover

Lula perdeu o debate. - - - - Visivelmente embriagado, Lula não sabia o que dizia. Alckimim venceu o Debate, Alckimim venceu o Mijão, digo, o Fujão!



09/10


2006

César Maia critica atuação de candidatos no debate

 O prefeito do Rio, Cesar Maia (PFL), criticou a performance dos presidenciáveis no debate realizado ontem à noite pela TV Bandeirantes entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB). Para o prefeito, Lula e Alckmin fizeram um debate focado nos problemas do Estado de São Paulo e se esqueceram do restante do país.

"Lula e Geraldo [Alckmin] pensam que Brasil é São Paulo. Debateram quase sempre em torno do que se fez e não se fez em São Paulo. E o resto do país? Entrou no debate residualmente", disse Maia em mensagem enviada por e-mail para assinantes do seu ex-blog.

Maia também criticou a falta de jeito de Lula com as câmeras. "Tá vendo, Lula, o que dá se negar a dar coletivas e entrevistas para a TV durante estes quase 4 anos? Se tivesse feito, estaria muito mais treinado para falar na TV... Não consegue olhar para a câmera (nem na fala final), fala com expressão facial contraída, sobe o tom, pensa que está falando em comício, o riso falso mostrando nervosismo, insegurança... tudo errado."

O prefeito do Rio também alfinetou Alckmin. "Seu tom [Alckmin] ficou um pouco acima do recomendado na TV, o que em seu caso ficou na fronteira da arrogância. Ou denotando um pouquinho de tensão. E o Brasil é muito grande, e não apenas São Paulo. Minas Gerais, estado eleitoralmente fundamental, não foi citado uma vez, nem seu governador campeão de votos. Jarbas Vasconcelos poderia ter sido citado."

Segundo Maia, Alckmin criou uma novidade no debate ao usar a réplica para fazer uma nova pergunta. "Lula caiu na armadilha duas vezes."

No entanto, na avaliação do pefelista, "Lula passou mais emoção e teve como ponto alto a resposta sobre política externa". "Geraldo fez o que deveria ter feito desde o início dos programas de TV. Tomou a iniciativa ao tratar de corrupção. Mas faltou usar imagens na fala, com narrativas sobre petequeiro, Waldomiro..."

Para Maia, os dois cometeram erros no debate, como a falta de controle de tempo das respostas. Como é possível dois políticos seniors não conseguirem controlar o tempo de fala? Geraldo ultrapassou quase todos e ficou com microfone mudo, o que dá uma impressão, a quem vê, de que levou um carão. Faltaram as promessas ou compromissos concretos: vou fazer isso, vou fazer aquilo..."  As informações são da Folha Online.


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LandRover

Lula perdeu o debate. - - - - Visivelmente embriagado, Lula não sabia o que dizia. Alckimim venceu o Debate, Alckimim venceu o Mijão, digo, o Fujão!

Ricardo José Amorim Campos

ah, sei nao. PArce que quem nao assistiu foi os colegas comentaristas. Alias, colegas petistas, vamos comentar mas sem essa fúria, ne. Afinal, democraria é respeitar as opniões por mais equivocadas que sejam. Afinal, repeitamos as de vcs!

Raimundo Eleno dos Santos

César Maia não assistiu ao debate.É a conclusão. Certamente ele está enlouquecido ou tomou rupinol, cheirou loló e coisa e tal.Mas nem um dos dois falou sobre o ecossistema,a recomposição da Mata Atlântica.Lemboru bem o Lula,se o PFL/PSDB não tiver mais o que vender,venderão a Floresta Amazônica.

Deweler

Será que a semana não nos reserva a resposta para a pergunta que não quer calar ? De onde veio o dinheiro para a compra do dossiê pelos Aloprados ?

Cesar Augusto R. Cavalcanti

Pobre de quem for atrás de um doido varrido como este!



09/10


2006

Debate: o duelo dos marqueteiros

Enquanto Lula e Geraldo Alckmin se enfrentavam no primeiro debate para o 2º turno da eleição presidencial, ontem à noite, na TV Bandeirantes, por trás das câmeras os marqueteiros Luiz Gonzales, do lado do tucano, e João Santana - do petista - protagonizaram um duelo silencioso. A cada intervalo, os dois municiavam os candidatos com informações passadas em bilhetes por aliados na platéia.

Santana e o coordenador da campanha, Marco Aurélio Garcia, eram abastecidos por recados passados pelos ministros, entre eles Tarso Genro, Dilma Rousseff e Márcio Thomaz Bastos. Gonzales recebia recados do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, e do deputado Carlos Sampaio, da CPI das Sanguessugas. O senador Tasso Jereissati, presidente do PSDB, e o coordenador da campanha, Sérgio Guerra, também transmitiam dados para Alckmin. As informações são do Portal G1.


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Cesar Augusto R. Cavalcanti

Arthur Vigílio( o homem dos 5%), Carlos Sampaio(mauricinho babacão), Tasso(o da surra no Ceará) e Sérgio Guerra (o homem que destesta pobre, mas se chama Severino). Tá explicado porque Alckmim se saiu tão mal!



09/10


2006

BA: PDT dividido entre Alckmin e Lula

O PDT baiano segue dividido neste segundo turno das eleições na Bahia, embora o presidente regional da legenda, deputado federal Severiano Alves, tenha optado por manter fidelidade à Executiva Nacional, oficializando o apoio ao tucano Geraldo Alckmin, agora que Cristovam Buarque está fora do páreo. Na noite da última sexta-feira, durante comício realizado em Salvador pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, o prefeito João Henrique (PDT) estava no palanque declarando de público o seu apoio ao PT, “mesmo tendo que desobedecer ao partido”.

 

Assim como o prefeito, é explícito o grande número de integrantes do PDT conduzindo seu próprio processo eleitoral e “debandando” a favor do time do PT. A polêmica começou desde o 1º turno, quando João Henrique, seu pai, o senador eleito João Durval, e os deputados federais eleitos Sérgio Brito e Marcos Medrado não hesitaram em declarar apoio ao então candidato ao Governo do Estado pelo PT, Jaques Wagner e, por tabela, a Lula, desprezando a candidatura de Buarque. Neste 2º turno o apoio já foi reafirmado e ganha força com mais um deputado estadual vitorioso nas urnas (Roberto Carlos) compondo a aliança.

 

Segundo o prefeito, “sempre tivemos um bom entendimento com a Executiva Nacional, mas não podíamos desprezar que as chances de vitória de João Durval na briga pela senatória seriam muito maior se sua imagem fosse associada à de Jaques Wagner, e disso a executiva não pode se queixar, pois tudo foi feito às claras”. Ele disse que existia ainda a necessidade de demonstrar gratidão por tudo que o Governo Federal vem fazendo pela Prefeitura de Salvador, e principalmente o que ainda fará, se Lula for reeleito, formando uma espécie de compromisso com Lula. As informações são da Agência Nordeste.


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09/10


2006

Debate foi destaque nos jornais argentinos

O primeiro debate entre os dois candidatos ao segundo turno das eleições presidenciais brasileiras foi destaque nos principais jornais argentinos. O La Nación classificou o debate como ''áspero'' e ''tenso'', com ''duras acusações entre Lula e Alckmin''. O jornal diz que o ''encontro entre ambos foi longamente esperado, pois o atual presidente se negara a debater antes do primeiro turno''.

La Nación considera que, ''depois das duas horas de um pingue-pongue de acusações, curtas e duras, a impressão foi que dificilmente o debate tenha gerado uma alteração importante na preferência do eleitorado''.

O jornal também avalia que ''nenhum dos dois perdeu o controle, se exaltou de forma inesperada ou demonstrou ser surpreendido. A estratégia usada por ambos foi o ataque constante, mas na mesma linha usada pelos candidatos durante toda a campanha''.

Para o jornal argentino Clarín, o debate entre os candidatos ''foi um duelo que o presidente aceitou à força'', já que não compareceu a nenhuma das três convocações anteriores. Até domingo, explica, o argumento de Lula, para não debater com seus competidores, era o de que não deveria se expor a uma polêmica com outros três adversários que iriam atacá-lo. ''Mas ontem, a história foi outra: o presidente brasileiro aceitou o desafio, depois de um primeiro turno onde sua vantagem foi muito menor do que se havia imaginado''.

Clarín classifica o debate de ''duríssimo'', no qual Lula e Alckmin ''não deixaram nada sem falar''. ''Mais que isso, foi um desnudo social, onde empresas e personagens ligados ao poder ficaram expostos à condenação pública pelas denúncias de seus ilícitos fatos, por um e outro candidato''.

Clarín também destaca que ''ainda não há indícios de como os três debates vão influenciar no segundo turno. Mas o certo é que a surpresa eleitoral do primeiro turno mudou a percepção que muitos têm no Brasil sobre a eficiência das pesquisas''. As informações são do Estadão.


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