FMO janeiro 2020

29/07


2020

Como vai ser o futuro dos alunos das escolas públicas?

Por Graham Tidey*

O brasileiro é um povo otimista e isso é algo que todos os estrangeiros admiram. Por aqui existe uma alegria de viver a vida que é tão contagiosa quanto o covid-19! Outra coisa que os estrangeiros admiram no brasileiro é a felicidade do povo apesar das condições difíceis da vida no Brasil. Não entendemos como um povo pode ser tão feliz com tão pouco e isso nos ensina muito sobre gratidão.

Escrevo este artigo usando a parte gringa e cínica do meu cérebro em vez da parte otimista que espero ter ganho quando recebi meu RG. Vamos ser realistas sobre o futuro complicado de muitos alunos da rede pública no país e em especial sobre o futuro alarmante da desigualdade no país.

Os problemas causados pela falta de resposta das escolas e universidades a pandemia de covid-19 são inúmeros. Por exemplo, temos milhares de crianças que antes comiam bem uma vez por dia, na escola, e quem agora nem comem isso. São crianças passando fome cujos corpos estão mal se desenvolvendo devido à má nutrição. Enquanto isso os alunos brancos de escolas particulares ainda têm acesso a refeições em casa (e quem sabe, iFood) e estão se desenvolvendo bem. Vão ser mais altos, mais fortes e mais saudáveis do que aqueles que estudam em escolas públicas.

Também temos que lembrar das crianças de famílias pobres que moram com parentes drogados, alcoólatras ou que praticam abusos físicos ou sexuais contra elas. Sabemos que alcoolismo e o uso de drogas é mais comum entre as classes sociais mais economicamente frágeis. A pandemia fez que as crianças que usavam a escola como um refúgio para escapar dos problemas dentro de casa já não têm isso. Elas têm que ficar em casa o tempo todo com quem as maltrata, algo que certamente vai deixar não só rastros físico, mas também psicólogos.

É normal que famílias que não tiveram acesso a escolas boas no passado hoje toleram a escola, mas não defendem a importância dela. Os filhos dessas famílias são em bastante risco de largar a escola de vez. Se a ligação entre aluno e escola antes da pandemia já era frágil, ou seja, se o aluno já frequentava pouco, agora que os alunos passaram quatro meses sem ir, essa ligação já está rompida. É previsto que muitos dos alunos que não frequentavam todos os dias a escola já não voltarão a frequentar de forma alguma.

E, por final, a escola é um lugar de ensino que prepara a criança para ter uma vida melhor. Mas, no mínimo, ela também é um lugar que ocupa o tempo da criança. Sem ela existem diversas outras atividades menos produtivas que podem ocupar o tempo da criança. Todo pai sabe que uma criança brincando na rua todo o dia e noite é mais vulnerável a ficar encantado pelas más-influencias dos traficantes de drogas. As meninas também são mais prováveis a se engravidar cedo se não tiverem um lugar como uma escola para ir cedo todos os dias. E na periferia e no interior, se a criança não estiver na escola, muitos pais vão exigir que a criança trabalha informalmente para poder contribuir. Uma vez que a criança começa a trabalhar, fica mais difícil resgatá-la e recolocá-la na escola.

Levando tudo isso em consideração, os efeitos futuros do fechamento das escolas públicas já são óbvios. Aqueles que não tiveram acesso às escolas serão mais prováveis de trabalhar cedo, engravidar cedo, entrar no crime ou sair da escola. Tudo isso vai limitar muito o salário que essa pessoa vai conseguir ganhar. A pessoa que saiu da escola cedo, por exemplo, vai um dia conseguir um trabalho de 5 mil reais por mês?

Temos que estar atentos ao fato de que teremos que implementar um sistema de benefícios sociais no futuro para que as pessoas que saiam da escola durante a pandemia vão conseguir sobreviver com os baixos salários disponíveis para elas num mundo onde mais serviços e produtos são entregues online. Em vez de criar um Brasil onde o dinheiro público é investido em fomentar inovação, cidades inteligentes, pesquisa e desenvolvimento e etc, ainda vamos ter que gastar muito dinheiro em tirar pessoas da pobreza. Atrasamos nosso avanço como um país com a falta de resposta para a educação na pandemia.

*Cônsul britânico em Pernambuco


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Cabo de Santo Agostinho

29/07


2020

Pernambuco pode se dar bem

Por Mauro Ferreira Lima*

Superada a fase mais crítica da atual pandemia e iniciada a fase de vacinação em massa, certamente no final do primeiro trimestre de 2021, será a hora de se partir para a luta da reconstrução do que foi destroçado pelo atual horror sanitário.

De todas as economias afetadas, apenas a China terá um futuro menos imprevisível para a retomada do crescimento. A grande maioria dos países vai padecer muito para reerguer-se. Nesse contexto, o Brasil despontará com um quadro tenebroso de desarrumação econômica e social para administrar. De repente, "descobriu" que metade dos seus 211,5 milhões de habitantes vive numa penúria atroz para sobreviver no seu infelicitado cotidiano.

Durante os últimos 14 anos, "vendeu-se" ao mundo a imagem de um país que havia superado o subdesenvolvimento, a pobreza crônica e a miséria persistente. A pandemia escancarou a triste realidade de milhões de famílias cujo cotidiano é absolutamente inseguro até para garantir o pão com pão do dia a dia.

O país terá que "assumir" esse horror social e partir para rearrumar-se economicamente, após anos seguidos de crescimento pífio nesta atribulada década que se finda. Mais uma perdida!

No meio desse pandemônio, alguns segmentos econômicos terão mais chances de se ajustar à nova e desafiante realidade. Dentre estes, o segmento turístico, responsável por uma cadeia expressiva de geração de emprego e renda no país. Segundo dados do quase invisível e pouco operante Ministério do Turismo, representou em 2018, 8,1% do PIB nacional, gerando 7 milhões de empregos e oportunidades de trabalhos.

Apesar de não ter uma política nacional convincente para desenvolver o turismo interno, a pandemia vai forçar seu surgimento por uma questão de emergência para combater a desocupação das pessoas. Como consequência acidental não deliberada disto, o Nordeste deverá ser uma das regiões que mais se beneficiará dessa nova realidade. Explico: com o dólar mantido no entorno dos 5 reais, ficará caro para as classes média-média e média-alta mandarem-se para o exterior. O aperto econômico e o desemprego continuarão dificultando esta opção. Até mesmo a Argentina e Chile sentirão o baque da massiva presença de brasileiros por lá.

A tendência será o turismo interno "despontar". Poderá se nesse quadro que o Nordeste se situará bem melhor como polo atrativo para lazer e negócios no país. É aí que Pernambuco poderá se dar muito bem se os gestores públicos abrirem seus cerrados olhos para "vender", com profissionalismo, o que o Estado acumula no seu privilegiado conjunto de ativos exploráveis turisticamente.

Para que isto se concretize, o Estado terá que pôr em prática uma "agressiva" política de atratividade setorial. Terá que entender que dispõe de um ativo excepcional para viabilização disto: o contexto "Recife-Olinda". Tal preciosidade, é inexplorada pela visão, nada profissional, do seu imenso potencial. É um privilégio para a histórica cidade do Recife ser uma capital geminada a uma outra como Olinda, "patrimônio cultural e histórico da humanidade", desde 1982. Onde existe isto, no mundo?  E isso não se explora nem se "vende" nas publicidades canhestras para divulgar o Estado. Tampouco, falta eficiência na divulgação profissional do Instituto e da Oficina dos Brennands, Ricardo (in memoriam) e Francisco. E também: a Sinagoga Kahal Zur Israel, o Paço do Frevo, a Central do Artesanato e o Cais do Sertão! Há muito para ser "vendido" competentemente em Pernambuco, minha gente!

Além dessas constatações de potencialidades inexploradas no conjunto Recife-Olinda, recente pesquisa de junho do Booking, coloca Porto de Galinhas como um dos cincos "points" nacionais de maior interesse para a atração de fluxos turísticos. Com seus 13,5 leitos, Porto de Galinhas tende a assegurar empregos e retomar seu glamour como local dos sonhos para recém-casados de múltiplos recantos do País.

Recentes pesquisas de fontes confiáveis, como a da Omnibees, atestam que, em junho, já se constata uma subida promissora na reserva de hotéis na localidade. Atualmente está em 35%.A tendência é de elevação, com comedimento, mas acontecendo. Nessas pesquisas, o Recife aparece em segundo lugar como opção preferencial de viagem, logo atrás de Fortaleza.

A cidade tem tudo para avançar e se situar no patamar superior!  

Vender "Recife-Olinda", com Porto de Galinhas, a 65 km da capital, torna-se um produto com enorme atratividade se for bem feita a campanha promocional deste "produto". As outras importantes localidades turísticas do Estado poderão vir por agregação paulatina, mas também, de forma ágil. Exige-se!

Em resumo, Pernambuco tem tudo para ser um caso de sucesso nessa tentativa de retomada do crescimento nacional. O Brasil tende a cair 6,0 % no seu PIB e tende a subir para 3,0 % positivos em 2021. Há que começar a trabalhar diferente já a partir de agora, senhores gestores públicos, para pegar este bonde que logo-logo partirá da estação!

*Economista


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Prefeitura de Serra Talhada

29/07


2020

Ana Arraes é constrangida em sessão virtual

A ministra Ana Arraes, do TCU, foi constrangida ao vivo em sessão virtual, quando se confundiu sobre um voto. Ela conduzia sessão da 2ª câmara do Tribunal e entendeu que o sub-procurador-Geral Lucas Furtado tinha pedido vista, quando, na verdade, ele teria concordado com o voto do relator.

A situação parece ter irritado o chefe de gabinete do membro do MP junto ao órgão, que disparou: “Não, ele não pediu vista, porra!”. E emendou: "Mulher louca. Rapaz do céu. A ministra Ana Arraes vai ser o caos na presidência do TCU!". Arraes deverá ser a próxima a presidir o órgão.

Espantados com a grosseria, os ministros submeteram o caso à apuração da Corregedoria do Tribunal – comandada por ninguém menos do que a própria ministra.


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Comentários

marcos

Isso é uma Analfabeta Funcional.


Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

29/07


2020

Aline comemora liberação do crédito para os quiosques

Comerciantes dos quiosques da orla do Recife, que retomaram as atividades depois de 100 dias fechados, já começaram a receber o crédito especial para atender a categoria. O recurso, que foi disponibilizado depois de uma reunião entre a vereadora Aline Mariano (PP), a Associação dos Barraqueiros de Coco do Recife (ABCR) e a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), chega em um momento bem delicado e está ajudando os permissionários dos quiosques a comprar mercadorias e repor equipamentos furtados durante o longo período em que tiveram que fechar as portas.

"Recebi muitas ligações e mensagens dos quiosqueiros super felizes em poder fazer o saque desse recurso que está ajudando a recomeçar as atividades. Os que estão cadastrados como microempreendedores individuais puderam ter o crédito de até 10 mil reais para comprar mercadorias e repor alguns objetos que foram furtados nos inúmeros arrombamentos que ocorreram na orla. Só temos que comemorar e agradecer a sensibilidade dos gestores da Agência de Empreendedorismo", destacou a vereadora.

Para o diretor-presidente da AGE, Marcelo Barros, a linha de crédito foi criada entendendo a dificuldade dos quiosqueiros para reabrirem seus negócios.

“Nosso foco é nos micro negócios e sabemos de todas as dificuldades que os comerciantes dos quiosques estão enfrentando. Por isto, a linha de crédito especial foi criada atendendo tanto para quem é Pessoa Física quanto para quem tem MEI. É um recurso produtivo, para ser usado no empreendimento de cada um, já que não financiamos crédito pessoal”.


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29/07


2020

Mourão declara apoio à pré-candidatura de Marco Aurélio

Hoje, o vice-presidente da República, General Hamilton Mourão (PRTB), declarou apoio à pré-candidatura do deputado estadual Marco Aurélio (PRTB) a prefeito do Recife, durante entrevista concedida ao jornalista Kauê Diniz, no Diário de Pernambuco TV. 

“Marco Aurélio é um quadro expressivo do PRTB, eu sou um homem do partido então estou comprometido com o nosso presidente do partido Levy Fidelix em apoiar as nossas candidaturas importantes como a de Marco Aurélio, em uma cidade como a expressão do Recife”, declarou Hamilton Mourão.

Ao ser questionado se faria campanha nas ruas do Recife ao lado de Marco Aurélio, o vice-presidente garantiu que vai cumprir agenda na cidade para apoiar a candidatura do seu correligionário.

“Dentro dos limites da legislação, vamos lembrar que eu como figura pública, como Vice-presidente da república a legislação me dá uma série de limites na forma de como apoiar os nossos candidatos. Então dentro desses limites eu darei meu apoio ao Marco Aurélio e dentro da possibilidade eu passarei aí no Recife para estar junto com ele em alguma atividade que seja importante para o sucesso da candidatura dele”, disse Mourão.

Em junho do ano passado Mourão recebeu o título de Cidadão Recifense, proposto pelo então vereador Marco Aurélio (PRTB). Também no ano passado Marco Aurélio foi convidado para representar Pernambuco integrando a comitiva do vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB), no ‘Brasil Conference at Harvard & MIT’ a convite da comunidade brasileira em Boston.


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Banco de Alimentos

29/07


2020

PP lança pré-candidato em São Joaquim do Monte

Carlos Francisco, conhecido como Carlinhos de Chico por ser filho do ex-vice-prefeito Chico da Padaria, confirmou sua pré-candidatura a prefeito de São Joaquim do Monte, sua cidade natal, pelo Progressistas.

O pré-candidato é agricultor, comerciante e filho da terra. Esteve na sede do partido ao lado de seu pai, Chico da Padaria; e do ex-vereador Alvinho Maloca, onde ganhou o apoio e a receptividade do presidente da sigla, deputado federal Eduardo da Fonte; e do presidente da Juventude do PP, Lula da Fonte. “Quero fazer um importante trabalho nesse município que tanto amo, gerando emprego para trazer mais renda, melhorando a saúde, educação, segurança e o esporte”, declara Carlinhos.


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O Jornal do Poder

29/07


2020

Nossos negacionistas

Por Cristovam Buarque

Tudo indica que o atual governo deixará o Brasil em situação pior do que recebeu. A culpa não será da herança nem da epidemia, mas de seu obscurantismo, reacionarismo e falta de empatia. Bolsonaro olha o mundo por retrovisor embaçado, com raiva do passado e sem projeto para o futuro. Basta citar sua crença em mitos e narrativas sem comprovação científica; sua obsessão por ideias ultrapassadas, tanto as que adota quanto as que ele combate. Sua negação da realidade e da ciência, ao lado da falta de empatia, é o fator determinante para agravar a falta de coesão e rumo que enfrentamos há muitos anos.

Lamentavelmente, o negacionismo não é apenas dele e de seus seguidores. Muitas das lideranças na oposição também negam a realidade. Acreditam que estatal é sinônimo de público; que o Estado é sempre comprometido com justiça social, com eficiência e sem corrupção. Não enxergam que cada estatal tem também interesses próprios de políticos, servidores e dirigentes, às vezes opostos aos do público. Negam a realidade da corrupção, visível em malas com dinheiro, contas em santuários fiscais, propinas devolvidas. Veem a realidade como desejam que ela seja e divulgam as narrativas que lhes interessam.

Há momentos em que, para enfrentar catástrofes ou para executar projetos, governos responsáveis e solidários gastam mais do que arrecadam. Para isto, tomam empréstimos ou emitem moeda, mas sem negar que o déficit será cobrado depois por juros altos, aumento de impostos ou por desvalorização da moeda, com a desestruturação da economia e sacrifícios sobretudo para os pobres. Mas, enquanto bolsonaristas acreditam que a Terra é plana, oposicionistas acreditam que o Tesouro público é elástico, com dinheiro ilimitado. Outros confiam na lógica temerária de que os empréstimos ou emissões de moeda induzirão crescimento de produção que aumentará a arrecadação na dimensão necessária para cobrir déficits.

Negam também a realidade política ao optarem pelo acomodamento populista de aumentar gastos em uma prioridade sem sacrificar outras. Defendem que é possível fazer Copa e Olimpíada sem usar recursos que poderiam ir para educação e saúde; escondem que distribuir renda significa tirá-la de algum lado; negam que a gratuidade sempre é paga por alguém; e que aumentar gastos sociais exige reduzir subsídios e privilégios em outros setores; tratam privilégios como se fossem direitos; consideram que a vontade solidária não precisa respeitar a realidade.

Entre líderes e intelectuais progressistas, muitos negam os impactos das grandes transformações mundiais e seus impactos no Brasil: globalização, robótica, inteligência artificial, elevação na esperança de vida, redução na taxa de natalidade, limites ecológicos ao crescimento. Não percebem que, para construir progresso e justiça, a nova realidade do mundo exige reformar leis e regras da época em que a economia era nacional e a produção, manual. Tampouco enxergam que conhecimento e confiança são fatores determinantes da economia moderna. Por isso, não tomam a educação de qualidade para todos como o vetor do progresso e da justiça social; nem a estabilidade jurídica e monetária como os alicerces. Negam que o Brasil tem um sistema de apartação social no qual os trabalhadores sindicalizados do setor moderno não têm necessariamente interesse econômico, nem solidariedade política com os pobres excluídos. Não percebem que o equilíbrio ecológico vai exigir um novo modelo civilizatório que reduza padrões de consumo e substitua o PIB como indicador de progresso.

O terraplanismo não resiste à observação, mas as narrativas de nossos segregacionistas são convincentes e sedutoras, até que ocorram desastres. Por isso, o obscurantismo bolsonarista ameaça poucos anos e passa, o obscurantismo na oposição poderá ameaçar a coesão e o rumo por décadas.


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29/07


2020

Janaína Paschoal na live da sexta-feira

Deputada estadual mais votada do Brasil nas eleições passadas, com dois milhões de votos, a ex-advogada do processo de impeachment da ex-presidente Dilma, ao lado do advogado Realli Júnior, Janaína Paschoal (PSL) é a convidada para a live deste blog da próxima sexta-feira, às 18 horas, com transmissão simultânea pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 40 emissoras, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, no Grande Recife. Se você ainda não segue o Instagram deste blog, anote o endereço: @blogdomagno.


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29/07


2020

Duas mulheres para vencer o machismo em Barra

Em Barra de Guabiraba, no Agreste pernambucano, a 130 quilômetros do Recife, a chapa favorita na disputa pela Prefeitura nas eleições de novembro está fechada com duas mulheres: Kelly Cabral (PSD), ex-secretária de Saúde do município, e Eliane Machado, esposa do ex-prefeito Bebeto, uma das lideranças mais populares da região.

No momento em que a justiça eleitoral anuncia severidade no cumprimento da chamada cota feminina, Barra mostra para o País que a política está, verdadeiramente, conquistada pelas mulheres, de grande sensibilidade social. Os que conhecem a política do município sabem o valor dessas duas mulheres na busca de dias melhores alavancados pelo desenvolvimento, com programas fortemente sedimentados na área social.


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29/07


2020

Deputado apoia privatização de presídios brasileiros

“Já demorou!”, a afirmação é do deputado Fernando Rodolfo (PL/PE) quando questionado sobre a iniciativa do governo federal sobre a privatização dos presídios brasileiros. O parlamentar destaca que apoia o Projeto, principalmente porque os presos serão colocados para trabalharem e parte do salário será utilizada para pagar os custos.

“Você viu cidadão de bem ser sustentado em casa? Eu não vi. Vejo milhares de brasileiros que acordam cedo, que trabalham duro para garantir o sustento das suas famílias. Isso é justo? Fazer quem trabalha bancar hospedagem de bandido na cadeia? Eu não acho. Por isso, parabenizo o presidente pela iniciativa. Bandido precisa trabalhar sim e pagar pela despesa que gera para o estado”, argumenta Rodolfo.

Pelo projeto, as empresas irão construir fábricas dentro dos presídios e os detentos que trabalharem, terão o benefício da redução da pena: a cada três dias de trabalho reduz um da pena. Além disso, eles receberão remuneração, que não pode ser menor que um salário mínimo. Parte desse dinheiro ajudará a manter o sistema, pagando por hospedagem e alimentação, por exemplo. Para o deputado, esta também é uma eficiente forma ressocialização. “Sabemos que a situação carcerária é precária, com superlotação e alto custo, com o modelo de Parceria Público Privada podemos inverter esse cenário e dar uma oportunidade à eles de aprenderem uma profissão”, conclui o parlamentar.


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29/07


2020

Hospitais de campanha do Recife devolvem R$ 3 milhões

O secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, informou ao TCE a devolução de R$ 3,4 milhões de reais aos cofres públicos municipais, recebidos e não sem comprovação de gastos pelas organizações sociais que administram os três hospitais de campanha do Recife.

A devolução do dinheiro teve que ser feita após uma fiscalização dos auditores do TCE. Os hospitais onde foram detectadas as irregularidades foram os hospitais provisórios da Aurora, Coelhos e Imbiribeira.

A Secretaria de Saúde do Recife, alvo de cinco operações da Polícia Federal, escolheu três entidades privadas, sem licitação, para gerir os hospitais. Uma delas foi o IMIP, com antigas ligações com as gestões do PSB.

O hospital de campanha da Aurora teve que devolver R$ 871.353,07. O dos Coelhos R$ 1.828.904,26. O da Imbiribeira R$ 756.087,24.

Ontem, a gestão municipal teve um revés, o TRF5, por unanimidade, disse que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal podem continuar investigando as dispensas emergenciais da Prefeitura.


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