FMO

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2019

Coluna desta quarta na Folha

Na briga, o SUS paga o pato

Na ânsia de esvaziar os negócios do presidente do PSL, o deputado pernambucano Luciano Bivar, dono da Excelsior Seguros, o presidente Bolsonaro anunciou, ontem, a extinção do DPVAT – Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres. Criado em 1974, 45% do seu valor arrecado por ano se destinam a reforçar o caixa do SUS, o Serviço Único de Saúde.

Na prática, são R$ 2 bilhões que deixarão de serem injetados na melhoria dos hospitais públicos e na compra de remédios para distribuição gratuita nas farmácias. Donos de veículos podem até achar justa e comemorar a medida, mas no fundo acidentados ou aposentados por invalidez ficarão sem seguro, descobertos.

Não sabe ou ignora o presidente que os R$ 2 bilhões excluídos do SUS contribuirão ainda mais para deixar os serviços públicos de saúde do Brasil na liderança do ranking como um dos piores do mundo.

Mais uma maldade – Para a deputada Marília Arraes, pré-candidata do PT à Prefeitura do Recife, a extinção do DPVAT é mais uma medida do pacote de maldades de Bolsonaro com os brasileiros. “Pessoas acidentadas, com invalidez permanente ou famílias de pessoas mortas no trânsito, ficarão sem o auxílio do Estado. O fim das fraudes foi a desculpa esfarrapada do presidente”, afirmou.

Tristinho – Numa longa entrevista, ontem, ao site da revista Época, o presidente do PSL, Luciano Bivar, afirmou que não estava desapontado com o presidente da República. “A gente só fica entristecido e decepcionado com alguém que conhece, eu não conhecia Bolsonaro”, justificou. Irado com Bivar, o presidente pretende tirar mais de 20 deputados do PSL para seu novo partido.

Ligação histórica – A nova superintendente do Metrorec, Renta Tetti, segundo uma fonte consultada ontem, tem ligação histórica com o presidente da CBTU, José Marques, a quem assessorou por mais de três anos no Rio de Janeiro, embora com residência fixa no Recife. Já Marques não tem ligação com o deputado Eduardo da Fonte, mas sim com o alagoano Arthur Lira (PP).

Herança – O prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSL), poderia ter assinado com a CEF, como outros prefeitos, a exemplo de Raquel Lyra (PSDB), de Caruaru, uma linha de crédito para investimentos no valor de R$ 50 milhões. Foi impedido, segundo ele confessou à coluna, pela herança maldita do ex-prefeito Alexandre Arraes, que deixou um papagaio de R$ 2 milhões de consignados.

Tiro no pé – Ninguém está entendendo o interesse do presidente da Câmara de Camaragibe, Toninho Oliveira (PP), em dificultar o andamento do processo de impeachment do prefeito afastado Demóstenes Meira (PTB), preso no Cotel. Manobra a favor de um grupo na contramão da história.

O REJEITADO – Em Salgueiro, o prefeito Clebel Cordeiro (MDB) continua misterioso em relação à sua disposição cívica de disputar a reeleição. Uma hora acena que topa, outra não. Há quem diga que não sai candidato devido ao altíssimo índice de rejeição da sua gestão e do seu estilo de governar.

Perguntar não ofende: Por que Raul Henry não quis assumir sua pré-candidatura no Recife ao discursar em Petrolina no ato de filiação do prefeito Miguel Coelho ao MDB?


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Comentários

Fernandes

Santistas fazem campanha para Bolsonaro não comparecer à Vila Belmiro.

Fernandes

GOLPISTAS. Que pessoal hipócrita! Eles não estão nem aí pra bíblia ou Deus, mas apostam todas as fichas na ignorância religiosa.

Fernandes

Estou pensando nos motoqueiros que votaram 17 não tem mais DPVAT, eu avisei Um conselho Faz arminha, faz?

Fernandes

Vendo cristãos bolsominions e bolivianos, tenho certeza de que se Cristo vivesse hoje ele não chegaria nem aos 33 anos de idade.

Fernandes

DEPUTADO FEDERAL PAULO PIMENTA-RS,EXPULSOU NO TAPA OS INVASORES DA EMBAIXADA DA VENEZUELA,ESSE É DE RESPEITO.


Prefeitura de Abreu e Lima

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2019

Gonzaga Patriota lamenta morte do jornalista Inaldo Sampaio

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) lamentou o falecimento do jornalista pernambucano Inaldo Sampaio ocorrido na última segunda-feira.

O parlamentar relembrou como conheceu o jornalista e escreveu um discurso para homenageá-lo.  Patriota intitulou Inaldo como um dos mais talentosos colunistas de todo o País.

Inaldo Sampaio faleceu no Recife na madrugada da última segunda-feira (11), aos 64 anos de idade. Ele vinha lutando desde 2016 contra um câncer na próstata e posteriormente um tumor na coluna. Natural de São José do Egito (PE), Inaldo deixa esposa (Teresa Cristina) e os dois filhos (Joana e João Marcelo). 

 

Discurso pronunciado pelo Deputado GONZAGA PATRIOTA – PSB/PE, na Sessão do dia 11/11/2019.

Senhor Presidente,

Senhoras e Senhores Deputados,

INALDO SAMPAIO NOS DEIXA SEM O PINGA FOGO E MAIS NOTÍCIAS

No final dos anos sessenta, me casei na terra dos poetas, São José do Egito, aos 18 anos de idade e, lá, conheci um menino que estudava em Recife, o nome dele, Inaldo Sampaio. Conheci sua linda e querida mãe, seu pai, uma irmã, ainda novinha e mais uma meia dúzia de meninos, seus irmãos.

Depois, já como parlamentar, me aproximei do Inaldo Sampaio Jornalista do Jornal do Commércio, da Coluna Fogo Cruzado e, depois do Pinga Fogo. Assinava  uma coluna política no Diário de Pernambuco. Lí o último texto dessa Coluna, “Lula só não pode incendiar o país“, publicado na edição desta segunda feira. Inaldo Sampaio tinha também Coluna e Banda Musical Forrozeira.

Hoje, ao amanhecer do dia, tomei conhecimento do falecimento, em Recife, aos 64 anos de idade, deste irmão, amigo e colega jornalista Inaldo Sampaio. Nem demonstrava, mas, Inaldo Sampaio já vinha lutando desde 2016, contra um câncer na próstata e posteriormente um tumor na coluna.

Natural de São José do Egito, no meu querido Pernambuco, Inaldo Sampaio deixa esposa, a grande Teresa Cristina e os dois filhos, Joana e João Marcelo. O enterro de Inaldo Sampaio será às 17 horas de hoje, no cemitério Morada da Paz, em Paulista, onde está o meu filho, também egipciense, Lucyanno Patriota.

Formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e Direito pela Faculdade de Direito do Recife, Inaldo Sampaio trabalhou por 12 anos no jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Assinou durante 22 anos a coluna de política Pinga Fogo, no Jornal do Commércio. Há 24 anos atuava no setor de comunicação social do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) e atualmente era comentarista político na rádio CBN, além de assinar uma coluna no Diário de Pernambuco e escrever o blog Política, com “P” Maiúsculo.

Além da paixão pela política e pelo jornalismo, Inaldo Sampaio também tinha vocação para a música. Fundou, na década de 90, a banda Pinga Fogo, na qual tocava saxofone. Fez inúmeros shows pelo Estado e em cidades do interior.

Considerado um dos mais sérios e esclarecidos analistas políticos no país, Inaldo Sampaio, apesar de bastante reservado em sua vida pessoal, tinha como uma das características, a solidariedade para com o próximo. Era daquelas pessoas que praticavam o bem, sem pensar em retribuição. Vai muita fazer falta para o mundo do jornalismo, da política e, sobretudo, na vida daqueles que tiveram o prazer de conviver com ele.

Dentre tantos votos de pesar e lamentações, transcrevo aqui artigo do também amigo e colega comunicador, José Adalberto Ribeiro:       

Fico triste com a partida prematura de Inaldo, triste partida. Existe o principio existencial de que devemos saudar os que partem com bons sentimentos. Sim, mais que isto, por uma questão de justa fidelidade à memória de quem reverenciamos. Um pouco mais jovem do que eu, Inaldo brilhava e brilha na geração do nosso jornalismo impresso desde a década de 1980. Deixou um legado na galeria da Imprensa pernambucana.   

Inaldo na coluna “Pinga-Fogo” no Jornal do Commércio e eu na coluna Diário Político do Diário de Pernambuco, vivenciamos o apogeu do jornalismo impresso em Pernambuco. Foi o trem da história que passou na vida de nossas gerações nas décadas de 1980 e 1990.

Louvando o que bem merece, seja dito: Inaldo era um ótimo jornalista e também ótimo músico instrumentista de saxofone. Uma vez assisti uma performance dele na banda Pinga Fogo e fiquei empolgado com o repertório e com os trinados do sax. Eu disse a ele: “Tu sôis bom, bicho”. Ele respondeu na brincadeira: “Que nada, bom sôis tu”.

Diletante na música e admirador dele, emprestei-lhe um LP intitulado “Ronnie Aldrich e seus dois pianos”, com repertório de clássicos universais, de Mozart, Schubert, Chopin, gênios. Inaldo adorou. O tema de “Elvira Madigan”, de Mozart, sublime criação da natureza humana!     

Ele e eu almoçamos certa vez no antigo restaurante Lobster na Av.Rui Barbosa com o então governador Miguel Arraes. De modo meio enigmático, o “mito” na época nos recomendou que devíamos valorizar cada centímetro de jornal para abordar temas de interesse do povo. Inaldo ouvia o mito com atenção reverencial. O “pessedista” Arraes, como dizia, era um dos seus ídolos e o velho gostava dele. Se entendiam nos roçados da política interiorana.      

Pertence a uma família de irmãos vitoriosos e bem sucedidos nas suas áreas de atuação, a exemplo do competente e também respeitável editor Ivanildo Sampaio, a quem rendo homenagem como jornalista da melhor estirpe.      

Ele era conhecido por seus “arquivos implacáveis”, tipo aqueles fichários com relatos sobre os cenários e personagens da cena política, nacional e local. Também de boa memória, conhecia, de salteado e de cor, os viventes e os fatos da nossa fauna e nosso flora política. Conhecia e gostava do traçado.

A vida física foi ingrata para Inaldo. Devido a uma cirurgia mal sucedida, perdeu a articulação no joelho e ficou com a perna travada. Com mobilidade limitada, tornou-se um sedentário, ele um andarilho da notícia nas nuvens da política. Certamente sofria no coração, mas não externava amargura por essa limitação física. Resultado é que ficou obeso.

Construiu uma boa família, viveu cercado da melhor estima de familiares, parentes, aderentes, conterrâneos, amigos e conhecidos. 

Tinha um viés progressista de esquerda no sentido humanitário, do bem.

Nesta despedida, recorrendo ao gênio de Mozart, dedico o tema  de “Elvira Madigan” em reverência à boa memória do amigo e repito: “Tu sôis bom, Inaldo!”. 

Inaldo Sampaio foi um dos mais talentosos colunistas de todo o País. Fez aqui na terra tudo que desejava fazer, segundo o seu querido irmão Iradilson Sampaio, nosso companheiro socialista e presidente do PSB, em Roraima, a quem transmito estes meus votos de pesar à querida família de Inaldo Sampaio, com orações, orações e orações.

Saudades,

Deputado GONZAGA PATRIOTA

PSB-PE.


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Prefeitura de Paulista

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2019

Poesia nas escolas

O radialista e poeta Valdemir Cintra, com assento nas trovoadas poéticas e literárias que brotam do Agreste e irradiam até o Sertão, exibe seu talento, hoje, às 19h, na Faculdade UNIASSELVI, em Belo Jardim.

Sua palestra  Poesia nas Escolas é  um show de cultura. Vale a pena conferir.


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Prefeitura de Serra Talhada

13/11


2019

Bolsonaro se reúne hoje com líderes dos Brics em Brasília

Bolsonaro recebe líderes do Brics a partir desta quarta para reunião de cúpula do bloco. Grupo reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Agenda prevê discussão sobre temas como Venezuela, Bolívia, protestos em Hong Kong e mudanças climáticas; veja programação.

Por Mateus Rodrigues e Guilherme Mazui, TV Globo e G1 

 

O presidente Jair Bolsonaro se reunirá a partir desta quarta-feira (13) em Brasília com os líderes do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A programação da 11ª Cúpula do Brics vai até esta quinta (14) no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores.

Na pauta da cúpula então temas como futuro do bloco; crise na Venezuela; crise na Bolívia; série de protestos em Hong Kong e na Caxemira; e mudanças climáticas. Bolsonaro também terá reuniões separadas com cada chefe de Estado ou de governo do bloco.

Confira a íntegra da matéria aqui: Bolsonaro recebe líderes do Brics a partir desta quarta para ...


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13/11


2019

Deixa-pra-lá geral

Flávio e Queiroz /Tânia Rêgo/Agência Brasil/SBT   Tofolli/Foto/Fábio Pozzebom/Agência Brasil  Lula e Palocci- Arquivo Agência Brasil

Por Carlos Brikmann

 

Toma lá...

Ninguém está interessado no Queiroz, aquele que era assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Suspeita-se que tenha feito rachadinha – pegar uma parte do salário de cada assessor para colocá-la à disposição do dono da cadeira, no caso o filho 01.

Mas pegá-lo por rachadinha é complexo: o feio hábito, que pode ser confundido com peculato (o salário é pago com dinheiro público), é amplamente praticado em diversas casas legislativas e envolve gente que pode ser vítima da Lei se houver investigações. O problema não é Queiroz, nem o parlamentar que ocupava a cadeira: é o pai do parlamentar, o presidente Bolsonaro, que gostaria de ver o filho livre de suspeitas. Só assim o 000 estará livre de pressões de mandatários vorazes.

 ...dá cá

O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, travou por liminar todos os processos que receberam informações do Coaf sem ordem judicial. E, ao que se comenta, Toffoli já tem votos suficientes para manter sua liminar.

Alguém acredita que, até por gratidão ao ministro Toffoli, que travou os processos, e aos outros ministros que o apoiarem, o Executivo irá pressionar os parlamentares a apoiar uma Operação Lava Toga? As coisas assim estão bem: Flávio (e o pai) livres dos inquéritos, esquecimento das prisões após a condenação em segunda instância, Lula livre, talvez até com ficha limpa. E aí brigarão sobre partidos, governos estrangeiros, posição ideológica do nazismo e outros temas que não vão mudar em nada o nosso dia a dia.

 Coaf? Como é mesmo?

Um inesperado reforço ao deixa-pra-lá geral foi trazido pelo ex-ministro Antônio Palocci. Disse ele que acertou com um grande banco a retirada de quantias de até 100 mil reais (que, segundo ele, eram entregues em mãos ao então presidente Lula), sem qualquer comunicado ao Coaf – que, sabe-se lá por que, também não se queixava da falta de informações. Se a blindagem para evitar que o dinheiro fosse lavado apresentava essas brechas, tirar o Coaf do caminho fica mais fácil. O Coaf hoje está no Banco Central, mudou de nome e agora trabalha em silêncio. Nem se ouve falar de suas atividades.


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Comentários

Fernandes

Nova revelação do caso Marielle envolvendo Bolsonaro leva Seu Jair ao topo do Twitter.


Prefeitura de Limoeiro

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2019

Enem 2019: gabarito oficial será divulgado nesta quarta

Participantes só conhecerão suas notas em janeiro de 2020.

Provas do segundo dia do Enem 2019 — Foto: Ana Carolina Moreno/G1

Do G1

 

O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 será divulgado nesta quarta-feira (13), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os cadernos de prova também serão disponibilizados.

Não há um horário marcado para a divulgação do material. Os candidatos deverão acessar o portal do Inep ou o aplicativo oficial do Enem. Assim que o gabarito estiver disponível, o G1 irá reproduzi-lo.

É importante lembrar que o número de acertos não representa necessariamente a nota final. Na correção do Enem, é usado um método chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI) - modelo estatístico que leva em conta a dificuldade de cada pergunta e busca avaliar o desempenho do candidato em determinada área de conhecimento.

As notas individuais serão divulgadas em janeiro de 2020.

Gabarito extraoficial

Enquanto o gabarito oficial não é publicado, os candidatos podem conferir a resolução elaborada pelos professores do Sistema COC de Ensino.

Também é possível assistir, em vídeo, à forma de resolver as 10 questões mais difíceis ou polêmicas do Enem. Outras perguntas foram resolvidas por professores durante programas ao vivo, nos dois domingos da prova.

Leia mais aqui: Gabarito oficial do Enem deve ser divulgado nesta quarta-feira


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Capacitação de Candidatos

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2019

Despesas: governo libera R$ 16,8 bilhões para 2019

Despesas orçamentárias

O valor liberado supera o montante que ainda estava contingenciado para garantir o cumprimento da meta fiscal do ano, de R$ 14 bi.

O secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Da Veja - Por Reuters

 

O governo autorizou nesta terça-feira a ampliação de 16,768 bilhões de reais das despesas do Orçamento de 2019 em relatório extemporâneo de avaliação de receitas e despesas, que incorporou a arrecadação adicional que ocorrerá com o leilão do excedente da cessão onerosa de petróleo.

O valor liberado, segundo o Ministério da Economia, supera o montante que ainda estava contingenciado para garantir o cumprimento da meta fiscal do ano, de 14 bilhões de reais.

O detalhamento dos valores que serão autorizados em despesas para cada ministério será feito na próxima semana, segundo o relatório.

Mais cedo, o secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, havia afirmado que a arrecadação do governo com o leilão de excedente da cessão onerosa, na semana passada, permitiria um descontingenciamento orçamentário “substancial”.

Segundo Waldery, o valor do Orçamento ainda bloqueado, de 14 bilhões de reais, “pode zerar”.

O Tesouro receberá um valor líquido de 23,7 bilhões de reais com o leilão, após pagamento à Petrobras e compartilhamento de parte dos recursos com Estados e municípios.

Waldery reiterou que o déficit primário deve ficar em torno de 80 bihões de reais este ano. Para 2020, segundo o secretário, o governo não vai alterar a meta de déficit de 124 bilhões de reais prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), mas pretende trabalhar por um resultado melhor do que o de 2019.

(Por Gabriel Ponte, texto de Isabel Versiani)


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Magno coloca pimenta folha

13/11


2019

Pena após 2ª Instância: no futuro, tudo pode acontecer

Foto: Nelson Jr. / SCO / STF
Coluna de Carlos Brickmann

 

Dizia o ministro Pedro Malan que no Brasil não era possível prever nem o passado. Dizia o ministro Delfim Netto que no Brasil previsão para mais de 15 minutos é chute. Mas sabemos como o Brasil funciona. Tentemos.


A emenda constitucional (ou lei, falta decidir) que determine o início de cumprimento de pena após a condenação em segunda instância é prometida por diversos parlamentares e, a julgar pelas manifestações de domingo, tem apoio popular. Mas quantos, dos 513 deputados e 81 senadores, se sentem a salvo de cair nessa situação? Lembremos rapidamente: o poderoso deputado Eduardo Cunha está preso, Geddel Vieira Lima, que foi deputado e ministro, está preso (com o irmão Lúcio, também deputado, também preso), Delcídio, o senador, tantos outros. E Aécio, neto de presidente, teve de submergir.

Claro, talvez a pressão prevaleça e o Congresso examine a medida com bons olhos (mas sabendo que aprová-la significa destrancar a jaula das feras). Aí entra a tese defendida pelo presidente do Senado, David Alcolumbre: se o Congresso aprovar uma medida que contrarie uma decisão do Supremo, estará buscando o confronto. Não é bem assim: o STF decidiu conforme as disposições vigentes. Se as normas mudarem, muda o entendimento, sem confronto. Mas talvez Alcolumbre pense em algo diferente: como mudar as normas sem permitir que os ministros do Supremo sejam atingidos?

No futuro, tudo pode acontecer. E tudo pode também deixar de acontecer.


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