FMO janeiro 2020

11/07


2020

Para Clóvis Lira, PT errou ao recuar em Afogados

A advogado Clóvis Lira criticou, na última quarta-feira (8), a decisão do PT em desistir de lançar candidatura própria à Prefeitura de Afogados da Ingazeira este ano. A declaração ocorreu em uma live promovida pelo Blog do Itamar. Segundo ele, a decisão pela retirada foi “errada e precipitada” e deveria ter passado por maior debate no partido.

Ainda de acordo com Clóvis, um nome da legenda na eleição majoritária faria a sigla ter protagonismo, além de reerguer os petistas na cidade do Sertão do Pajeú. O advogado também alertou para o risco de o PT não eleger vereador em Afogados da Ingazeira.


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Prefeitura de Serra Talhada

11/07


2020

Pré-candidato em Arcoverde nega ódio a Paulo Câmara

Prezado Magno,

Em resposta à matéria publicada no Blog do Magno, em que cita meu nome associado ao ódio mortal, cabe esclarecer, primordialmente, que até compreendo a atitude de V. S.a. pelo simples fato de não ser de Arcoverde e desconhecer a minha vida, minha índole e minha história. 

E, não obstante, a palavra ódio mortal nunca fez parte do meu vocabulário nem tampouco dos meus sentimento. Minhas raízes são simples. A educação e o respeito ao ser humano são a minha base, portanto, em meu coração, não cabem sentimentos tão pequenos.

Já no que tange a operação da SEFAZ - Pernambuco, em que o Grupo LW foi vítima, é mister informar-te que muitas outras empresas do Estado também foram alvo da mesma operação. Não obstante, o Grupo LW conseguiu comprovar a sua inocência, tendo todas as suas lojas abertas, funcionando com total rigor da lei, gerando emprego e renda em diversas cidades, sem precisar de beneficies da política ou arrumadinhos para prosseguir com as suas atividades. Sempre pautamos nossas ações em obediência às normas vigentes. Não temos o costume de andar com os nossos CNPJ's sujos, empurrando as ilegalidades com a barriga.

Nesse mesmo diapasão, eu, Wellington Maciel, pessoa física, não tenho inimigos, mormente a pessoa do Governador do Estado. Sempre entrei e saí dos lugares com respeito e retidão. Outrossim, em relação ao próximo pleito eleitoral, não sabemos, sequer, se haverá palanque. Mas se tivermos, com certeza, o Governador estará presente como sempre esteve, junto à nossa Prefeita.

No tocante a Polícia Federal, uma das entidades mais sérias desse país, é fundamental afirmar que essa instituição nunca esteve presente em meu comércio. A última notícia que tive foi da presença da mesma na Prefeitura de Arcoverde, em busca de documentos sobre desvios de dinheiro - da gestão anterior - no Programa de Erradicação do Trabalho infantil.

Orgulho-me e amo o que tenho, pois tudo foi adquirido de forma honesta e com o meu suor, desde os 12 anos de idade. 

Aproveito para te convidar a vir à Arcoverde. Converse com as pessoas mais velhas, converse com os colaboradores do Grupo LW, converse com os desportistas do município e com todas as lideranças de entidades socias. Se houver um depoimento contrário às minhas palavras, V. S.a. pode divulgar em seu blog.

Por oportuno quero te dizer que fui criado dentro do comércio e aprendi que precisamos das pessoas. Seguimos uma métrica antiga do comércio em enxergar em cada cliente um amigo e em cada amigo um irmão. Por isso o poder não me enche os olhos. 

Não forme opinião da minha pessoa por orientação de pessoas que não contribuem para o bem de Arcoverde, porque nunca fiz parte desse ciclo de amizades. 

Por fim, hoje sou pré-candidato com a missão de servir a minha terra em agradecimento a tudo que ela já me deu.  Deus me concedeu tudo que preciso para viver bem com a minha família.

Um abraço e conte comigo!

Wellington Maciel


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

11/07


2020

Marília acusa Prefeitura de negligenciar enfermeiros

A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) afirma que a Prefeitura do Recife está deixando os enfermeiros em situação precária, com a falta de equipamentos de proteção individual (EPI), a ausência de máscaras adequadas, bem como de estrutura de trabalho. Na sua visão, isso reflete uma falta de investimentos da administração de Geraldo Julio (PSB) na área da saúde. "Deixo minha solidariedade aos enfermeiros que fizeram um protesto contra a falta de atenção por parte da prefeitura", afirma a parlamentar. 

Marília relembra que desde o início da atual gestão municipal os enfermeiros enfrentam um cenário de falta de diálogo e de sucateamento da área da saúde, o que atrapalha os profissionais no exercício da profissão.

A deputada também aponta a falta de compromisso da Prefeitura em relação aos salários dos enfermeiros. "O acordo de reajuste salarial feito no último mês de março não foi cumprido", ressalta. "A Prefeitura do Recife usa os enfermeiros para fazer homenagens em propagandas, mas na vida real vira as costas para estes profissionais que estão salvando milhares de vidas", continua.

Na Câmara dos Deputados, Marília assinou um Projeto de Lei junto com o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) que aumenta o piso salarial nacional da classe e ratifica a luta dos enfermeiros pela jornada de trabalho de 20 horas semanais. "É uma luta antiga e justa que esses profissionais reivindicam", conclui


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Banco de Alimentos

11/07


2020

Levy Fidelix chama Geraldo Julio de Topo Gigio

Em live realizada, ontem, o presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix, demonstrou que está acompanhando com atenção a corrida eleitoral na capital pernambucana. No vídeo, ratificou o apoio à pré-candidatura do correligionário Marco Aurélio à Prefeitura do Recife e, ao mesmo tempo, bateu em Geraldo Julio, chamando-o de "Topo Gigio".

O personagem, uma espécie de ratinho, fez muito sucesso na televisão décadas atrás. Assista ao vídeo.


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11/07


2020

"Pernambuco precisa cuidar das mulheres", diz Marília

Em meio à pandemia, a deputada federal Marília Arraes (PT-PE) tem demonstrado preocupação com a situação das mulheres grávidas que vivem em Pernambuco. Segundo a parlamentar, que é pré-candidata à Prefeitura do Recife, mais de 300 gestantes precisaram de internamento devido à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com forte suspeita de Covid-19. "Até o último dia 04 de julho, 313 gestantes precisaram de internação. Pernambuco precisa cuidar melhor das mulheres e crianças", afirma. 

Marília se apoia em dados do Ministério da Saúde, que mostram que Pernambuco é o segundo estado brasileiro com o maior número de mulheres grávidas hospitalizadas pela SRAG. Um dos projetos apresentados pela parlamentar na Câmara dos Deputados garante o afastamento do trabalho, com todos os direitos assegurados, de mulheres grávidas ou que tenham dado à luz há pouco tempo (puérperas) no período da pandemia.
 
"Esse momento de reabertura de atividades exige de toda a sociedade o cuidado redobrado com estas mulheres. Elas não podem se expor ao risco e também expor os seus filhos", prossegue. Marília relembra também que o próprio Ministério da Saúde já havia incluído grávidas e puérperas no grupo de risco de contaminação da Covid-19.


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Comentários

joao carlos da silva

Começaram as promessas cavazias. A família dela, banda na Prefeitura e estado há muitos anos e porque não resolveram nada. Chega de Capitanias Hereditárias, nem Campos nem Arraes. Voto até num cachorro sarnento menos nessas famílias. Chegaaaa devacgar donos dos votos e das vidas das pessoas. Fora Campos, fora Arraes.


O Jornal do Poder

11/07


2020

O tempo pra ele não para

Com 60 anos, meu pai Gastão Cerquinha levantou o canudo de Contabilidade. Aos 70, escreveu três livros sobre Afogados da Ingazeira - Retalhos da sua história. Hoje, aos 98 anos, navega na internet quando a memória, já bem debilitada, reacende. Nossa baraúna que nos enche de orgulho.


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11/07


2020

OAS bancou reforma para Toffoli, diz jornalista

O ex editor-chefe da Revista Época e fundador da plataforma Vortex Media, Diego Escosteguy, assina uma série de reportagens que afirma que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, foi beneficiado pela empreiteira OAS, em 2013, quando já era ministro, com reforma em sua casa. Além dele, o irmão Ticiano Toffoli, ex-prefeito de Marília, teria sido contemplado com favores da empresa, uma das denunciadas na Operação Lava Jato.

"Documentos secretos do departamento de propinas da OAS indicam que a empreiteira beneficiou financeiramente o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, e seu irmão, o ex-prefeito de Marília, em São Paulo, Ticiano Toffoli. A planilha 'composicaodesembolso-ecano2013.xls', elaborada pela 'Controladoria de Projetos Estruturados', como era conhecido o departamento de propinas do grupo, registra que a empresa bancou uma reforma na casa de Dias Toffoli em 2013, quando ele já era ministro do tribunal. Nela, há o seguinte lançamento: '15 mil – reforma casa dias toffoli em 2013'. Outro arquivo ('ajustes solicitados GRI em 29/10/12.pdf') do departamento de propinas anota que o irmão de Toffoli recebeu R$ 850 mil em dinheiro vivo, durante 2012", escreve Escosteguy. 

"Os documentos estão entre os 8.916 arquivos anexados pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal nos autos da PET 7254, que tramita em sigilo. ('PET' é a abreviação de Petição, uma classe processual usada regularmente, entre outros fins, para homologar delações premiadas.) Foram entregues à PGR por delatores da área financeira da OAS, em colaborações negociadas sem o conhecimento da cúpula da empreiteira e homologadas pelo ministro Edson Fachin em 2017. O acervo estava guardado fora do Brasil e compõe a contabilidade secreta da OAS, em que se registrava pagamentos ilegais da empresa. Um dos delatores diz que recebeu ordem para destruir os documentos. Ele e outros funcionários da área financeira da OAS preferiram entregar os arquivos ao Ministério Público", prossegue a reportagem, disponível no site da Vortex Media.

Em seu Twitter, o jornalista Diego Escosteguy chegou a comentar: "Julgo, ciente da possibilidade de estar errado, que os assuntos são profundamente graves e complexos, arredios a leituras binárias."

A reportagem surge um dia após Dias Toffoli decidir que a Lava Jato tem de compartilhar informações com a Procuradoria-Geral da República.


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11/07


2020

Auxílio emergencial leva eleitor do PT a apoiar Bolsonaro

Ullisses Campbell e Mauricio Xavier, da Época

A agricultora piauiense Maria da Paz Silva Maia, de 31 anos, acorda todos os dias às 4 da manhã. Na aurora, ela acende um fogão à lenha e põe sobre ele uma panela com água potável para fazer café coado. Ainda em jejum, abre uma saca de milho e despeja três punhados do grão para meia dúzia de galinhas que ela cria soltas no quintal sem cerca. Na sequência, prepara cuscuz para a primeira refeição do dia. Tanto o café moído quanto a farinha usada no cuscuz e até mesmo os grãos distribuídos para as aves foram comprados por Maria da Paz com o auxílio emergencial, benefício de R$ 600 destinado aos trabalhadores informais, autônomos e desempregados em função da pandemia de coronavírus.

Ivanildo Correa, de 35 anos, tem uma roça de 5 hectares nos cafundós do Piauí. Planta arroz, feijão, mandioca e milho. Na semana passada, percorreu mais de 100 quilômetros desde sua casa e foi ao centro do município de São Raimundo Nonato, a 525 quilômetros de Teresina, comprar farelo para alimentar porcos, uma peneira agrícola de classificar grãos e uma bicicleta para a filha de 12 anos. Ele também usou o dinheiro enviado pelo governo federal para bancar essas despesas. Assim como Maria da Paz e Ivanildo, a trabalhadora rural Izamaura Matias, de 26 anos, foi às compras graças ao programa. Botou na sacola do mercado farinha de mandioca, leite em pó, trigo, sal e fermento para fazer pão francês. Aproveitou e levou um par de sandálias Havaianas, pois as que usava estavam com as tiras amarradas com arame.

Além da súbita bonança trazida pelo auxílio, os três têm em comum o fato de morarem em Guaribas, a 660 quilômetros da capital piauiense, considerado no passado o município mais pobre do país. Em 2000, mais da metade da população local era analfabeta (58,2%), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) era de 0,214, menos da metade da média nacional e um dos mais baixos do Brasil. Por causa desses indicadores sociais indigentes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu a pequena localidade como projeto-piloto do Fome Zero, programa fracassado que seria remodelado no Bolsa Família, em 2003. Das 4.400 pessoas que moram no município, apenas 265 não recebem hoje o benefício.

O dinheiro ininterrupto ao longo dessas quase duas décadas ajudou a criar uma forte base de apoio ao PT na acanhada Guaribas, o que se refletiu em votações consagradoras por ali na reeleição de Lula em 2006 e nas duas vitórias de Dilma Rousseff, em 2010 e 2014. Na última eleição presidencial, Fernando Haddad herdou esse espólio e colheu 97,99% dos votos na cidade, enquanto Jair Bolsonaro teve míseros 2,01%. Outros municípios dessa região do sudoeste do Piauí também entregaram bons resultados para Haddad em 2018.

Esse cinturão próximo às divisas com Bahia e Pernambuco, que por mais de uma década foi irrigado pelo dinheiro do Bolsa Família, agora está sendo inundado pelo auxílio emergencial distribuído pelo governo de Jair Bolsonaro. Em todos esses municípios onde o petismo reinou nas últimas eleições, ao menos 40% da população recebe a verba extra. Dados oficiais mostram que o valor médio pago nesse trecho isolado das bordas do sertão gira em torno de R$ 700, mais de três vezes o benefício médio do Bolsa Família, de R$ 200.

O efeito dessa gastança numa terra seca onde sempre faltou quase tudo já aflora por ali. Época esteve por quatro dias na região para captar os impactos do auxílio emergencial na vida dos trabalhadores rurais e também em sua visão sobre o governo e os políticos. “Quando morava com minha mãe, a casa era cheia de cartazes do Lula. Meus pais idolatravam ele. Repetia na hora da refeição que só tinha comida na mesa por causa do Lula. Cresci ouvindo isso. Votei na Dilma porque o PT tirou minha família da miséria. No Haddad, por obediência a meus pais. Mas agora mudei meu voto porque o Bolsonaro foi mais generoso, provou ser mais mão aberta na crise do vírus”, explicou a agricultora Maria da Paz.


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11/07


2020

Como a Lava Jato virou puxadinho do FBI

Por Marcelo Tognozzi

Edward Bernays morreu em 1995 com 103 anos. Considerado um dos americanos mais influentes do século 20, ele dizia que as pessoas são irracionais, suas decisões e ações são manipuladas facilmente e que a “minoria inteligente” necessita fazer uso contínuo e sistemático da propaganda.

Quase 25 anos depois da sua morte, Bernays foi resgatado por Mário Vargas Llosa no seu livro “Tiempos Recios”, lançado no ano passado. Vargas mostra como Bernays, um sobrinho de Freud e autor do best-seller “Propaganda”, elaborou e executou a doutrina de defesa dos interesses dos Estados Unidos e suas empresas. O principal cliente de Bernays era a United Fruit.

Como responsável pela estratégia de propaganda da empresa, mexeu os pauzinhos para a contratação da cantora Carmen Miranda por Hollywood em 1940. A pequena notável, com seu rebolado e os arranjos de bananas e outras frutas na cabeça, foi a mais eficiente garota propaganda da companhia que mais produzia bananas no continente.

Os Estados Unidos investiram pesado na manipulação política dos países da América Central e Caribe desde a época da construção do Canal do Panamá, no fim do século 19, quando também derrotaram a Espanha na guerra hispano-americana de 1898, ajudando Cuba a se tornar independente e enterrando de vez o já moribundo império espanhol.

Depois da 2ª Guerra, os americanos ficaram impossíveis. Meteram as mãos e os pés na região e foram ampliando sua influência em direção do Cone Sul. Já haviam se conectado por aqui pelo caminho cultural do cinema, música, literatura e histórias em quadrinhos.

Nos anos 1950 e até o início dos anos 1960, o Brasil foi resistente à sua influência política. JK peitou o FMI e tinha uma relação difícil – para dizer o mínimo – com o ex-secretário de Estado Foster Dulles, sintetizada na famosa foto de Antônio Andrade publicada em 1958 pelo Jornal do Brasil com a legenda: me dá um dinheiro aí.

O livro de Vargas Llosa é importante não somente pelo que revela do passado, as tramas de um golpe de Estado na Guatemala e a história de Johnny Abbes Garcia, agente da CIA que também serviu aos ditadores Trujillo, de Honduras, e Papa Doc, do Haiti. Garcia foi trucidado junto com a família pelos Tonton Macoute, misto de polícia e milícia de Papa Doc.

Com o golpe militar de 1964, os americanos derrubaram toda e qualquer resistência à sua ação de manipulação. O general Vernon Walters foi o eficiente e competente coordenador desta “ocupação”.

Oficiais do Exército brasileiro passaram a fazer estágio em instalações da Flórida e na famosa Academia Militar de West Point, em Nova Iorque, enquanto oficiais americanos davam assessoria para as forças de repressão ao comunismo no Brasil, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai. O lendário Cabo Anselmo, líder dos marinheiros em 1964, era na verdade um agente infiltrado na esquerda e há várias versões de que tenha trabalhado para CIA.

*Jornalista. O artigo completo pode ser lido no Poder 360.


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