Faculdade de Medicina de Olinda 2

13/10


2019

Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos

Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos. O levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro da Educação contra uma jornalista podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, em café da manhã com jornalistas Foto: Jorge William / Agência O Globo

Época - Por Giulliana Bianconi

 

Na mesma semana em que quase 200 organizações da sociedade civil se reuniram para lançar manifesto contra a reeleição do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU para o período de 2020-2022, mais uma jornalista foi atacada nas redes sociais com discursos violentos e misóginos após uma voz do governo Bolsonaro, a do ministro Abraham Weintraub (da Educação), expor o nome da profissional na rede social Twitter e desqualificá-la. A mensagem que alavancou os ataques contra ela foi publicada após a insatisfação do ministro com uma reportagem veiculada no Estado de S. Paulo.

Ao colocar a repórter no centro da mensagem (ou seria fogueira?), Weintraub protagonizou um ataque à pessoa física, e não ao veículo ou mesmo à reportagem. Se o levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro contra a jornalista são dois fatos que parecem distantes e não-relacionados, podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa. São atitudes como essa de Weintraub que reforçam a leitura de que o Brasil está na contramão de sua tradição universalista que reconhece os direitos humanos como proteção para todos. 

A liberdade de expressão é um direito consagrado como essencial à realização e proteção de todos os direitos humanos, e no dia a dia do trabalho de cada jornalista é fundamental que não haja intimidação por quaisquer partes, principalmente pelo governo - que deveria resguardar tais direitos - no sentido de não tolher essa liberdade. É isso que garante que a informação de interesse público chegue ao público e que o jornalismo cumpra a sua função social. Mas o que se vê no momento é bem diferente: há um sinal verde para o ataque direto a jornalistas, que inevitavelmente aciona o ativismo conservador, esse que tem sua vertente mais odiosa nas milícias digitais. Quando se trata de um “alvo” mulher, os ataques vêm carregados de xingamentos e ameaças que denotam desprezo pela condição de mulher, o que é caracterizado como misoginia.

Jornalistas têm sido tratados como inimigos, adversários, independentemente do gênero, quando não seguem a narrativa “oficial”. A intimidação vale também para pesquisadoras, educadoras, ativistas. Uma das principais referências da pesquisa em direitos reprodutivos e humanos no Brasil, a cientista Débora Diniz, se sentiu em risco real e, mesmo tendo denunciado os ataques à polícia, decidiu sair do país para não lidar diariamente os ataques das milícias virtuais e seguir trabalhando e produzindo conhecimento à distância. 

Confira a íntegra aqui:  Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos ...


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Comentários

Wellington Antunes

Vergonha para o mundo


Detran

13/10


2019

Brasil e OCDE: vale o escrito, não o que Trump fala

Foto/fonte: Brazilian Voice

Por Calos Brickmann

 

Muy amigo

Bolsonaro acreditou que, fazendo uma série de concessões a seu ídolo Donald Trump, conquistaria o status de aliado preferencial dos americanos. O Brasil foi duríssimo na ONU ao apoiar a posição dos EUA com relação à Venezuela, o filho do presidente se fez fotografar com o boné de propaganda de Trump, e Trump, em troca, prometeu apoio à pretensão brasileira de entrar na OCDE, Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Mas, em carta à OCDE, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, só citou Argentina e Romênia entre os candidatos à OCDE. Brasil, nem sonhar..

Trump garantiu a Bolsonaro que sua promessa continua valendo e disse que a carta de seu secretário de Estado era fake news. Só que é uma carta, escrita, assinada pelo Governo americano, e a promessa de Trump é verbal. Mas o problema não é só esse: a Europa quer expandir rapidamente a OCDE, para garantir maioria de votos, e os EUA querem um avanço mais lento. Por isso propuseram só dois candidatos, Argentina e Romênia. o que a Europa não pode aceitar: por vários motivos, precisa colocar também a Bulgária. Se o Brasil for proposto, abre-se espaço para a Bulgária, o que Trump não quer.

Logo, vale o que Pompeo escreveu, não o que Trump falou. Simples assim.

E faz falta

Para o Brasil, entrar na OCDE seria excelente: as normas do grupo exigem estatísticas precisas, normas rígidas de combate à corrupção, padrões iguais de legislação. Para os investidores (especialmente fundos), estar na OCDE dá a um país um selo de boas práticas comerciais e segurança jurídica. Quem sabe um dia o presidente Trump, nosso muy amigo, muda de ideia?


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13° Bolsa Familia

13/10


2019

Caiado deixa hospital em SP após angioplastia

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado passou por angioplastia e colocou um stent para desobstruir um vaso sanguíneo.

Ronaldo Caiado — Foto: GloboNews

Do G1

 

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), recebeu alta no começo da tarde deste domingo (13) e deixou o Hospital Sírio-Libanês, no Centro de São Paulo, após passar por procedimentos cirúrgicos no coração na última quinta-feira (10).

Caiado passou por um cateterismo, uma angioplastia e teve um stent colocado para desobstruir um vaso sanguíneo, segundo o Sírio.

De acordo com a assessoria do governador, "todos os exames realizados atestaram o restabelecimento completo da saúde do governador, que ficará na casa das filhas em São Paulo".

Ele deve retomar a agenda institucional em Goiás na terça-feira (15).

Após sentir dor no peito e ser internado no Hospital do Coração, em Goiânia, Caiado, de 70 anos, foi transferido na última quarta-feira (9) para o Hospital Sírio-Libanês.

Ele havia sido internado no Hospital do Coração no início da tarde de quarta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do político, ele passou por uma avaliação médica e exames, que descartaram infarto.

Segundo a assessoria, Caiado estava trabalhando quando sentiu a dor. Ele passou mal no Palácio das Esmeraldas, sede oficial do governo.


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Prefeitura de Limoeiro

13/10


2019

Em evento, Damares compara esquerda ao diabo

Em evento conservador, Damares compara esquerda ao diabo e atribui eleição de Bolsonaro a "Tupã". Ministra levou público à euforia e rebateu declaração de arcebispo em Aparecida sobre direita ser "violenta e injusta"
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos, Damares Alves, em evento em Brasília Foto: Jorge William / 16-08-2019

O Globo - Por Guilherme Caetano

 

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves , conseguiu uma façanha neste sábado. Apesar da enorme concorrência com celebridades da direita na conferência conservadora CPAC Brasil, foi seu fervoroso discurso que levou o já empolgado público à euforia.

Entre aplausos frequentes, Damares comparou a esquerda ao diabo, rebateu a fala de um arcebispo em sermão na missa de Aparecida neste sábado e insuflou a direita a se organizar contra o "mal". Mesmo com a presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Damares foi a conferencista mais aplaudida e ouviu coro de "fica! Fica!" antes de deixar o palco.

A ministra abriu o discurso citando a declaração dada pelo arcebispo Dom Orlando Brandes, horas mais cedo, em missa no Santuário Nacional de Aparecida. O religioso criticou "o dragão do tradicionalismo" e afirmou que a direita é "violenta e injusta" .

Damares disse que o arcebispo deve "estar com medo de nós, que somos terrivelmente cristãos".

— O conservadorismo vai dar certo. O povo de bem se levantou e agora está governando esta nação — declarou ela, sendo aclamada pelo público.

Ela rasgou elogios ao CPAC Brasil, que definiu como um divisor de águas na história do conservadorismo no Brasil, e não poupou disparos contra a esquerda.

— Para a tristeza da esquerda nunca se defendeu tanto direitos humanos como hoje no Brasil. O presidente machista só neste ano já sancionou seis leis de proteção à mulher. Chora, esquerda! Aceita que dói menos.

Ataques à esquerda

Em seguida, Damares alertou o público sobre as estratégias da esquerda para voltar ao poder e pediu organização à direita para impedir esse movimento. Damares comparou a esquerda ao diabo.

— Não podemos subestimar o outro lado. Eles estão à espera para poder usurpar o poder novamente. Nós não podemos subestimar o Cão. Não podemos subestimar o mal. Vamos ter que começar a ocupar as câmaras de vereadores e prefeituras, ouviram? Precisamos sair daqui com isso em mente — disse.

O restante do discurso foi repleto de críticas a deputados de esquerda, como Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) e ao PT, além de referências ao seu famoso bordão "meninos vestem azul, meninas vestem rosa".

A ministra recebeu aplausos a cada frase de efeito. O público pedia que ela ficasse mais sempre que mencionava o tempo curto para falar. Na reta final, Damares ainda teve tempo de atribuir a eleição de Jair Bolsonaro a uma vontade divina. Falando sobre o que afirmou ser um domínio da esquerda sobre a vontade dos povos indígenas, ela arrancou gritos de "Fora, Raoni".

— Tupã ouviu o choro dos curumins e disse: chega! E então elegemos Jair Bolsonaro. A eleição dele interrompeu um ciclo de sofrimento e dor. Este país não vai mais suportar ser governado por sanguinários da esquerda — declarou — Pode bater, esquerda. Quanto mais bate, mais esse governo cresce.

Em seguida, foi encoberta pelos aplausos e por um coro decorado. "Homem nasce homem, mulher nasce mulher, na nossa família você não vai poder mexer".


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13/10


2019

Defesa de Lula avalia usar decisão do STF

Motivo é para impedir ida ao semiaberto.

Foto: Felipe Gonçalves/247

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

A defesa de Lula começou a alinhavar teses que podem ser usadas para impedir a Justiça do Paraná de decretar a progressão para o semiaberto. Entre as opções que serão levadas ao petista está a que prega o uso de decisão na qual o Supremo, em agosto, vetou transferência do ex-presidente para Tremembé (SP) sob o argumento de que ele aguarda a conclusão do julgamento de um habeas corpus na corte. Uma ideia é sustentar que qualquer mudança antes deste veredito do STF seria precipitada.

Esse habeas corpus que está no Supremo e pode ser usado pela defesa de Lula é o que questiona a imparcialidade do ex-juiz Sergio Moro. O julgamento do caso foi iniciado, mas o ministro Gilmar Mendes pediu vista.

Outra linha que será apresentada pelos advogados como opção ao ex-presidente é a que aponta a solicitação dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para que Lula migre para o regime semiaberto como ilegítima, já que a suspeição deles também é questionada na Justiça pelo petista em um outro habeas corpus.

Por fim, se ainda assim a juíza Carolina Lebbos decidir autorizar a migração de Lula para o regime semiaberto, a defesa do petista entende que ele não está obrigado a cumprir qualquer condição legal.

Tal concepção estaria amparada no artigo 113 da Lei de Execuções Penais, que diz que “o ingresso do condenado em regime aberto supõe a aceitação de seu programa e das condições impostas pelo juiz”. O advogado Cristiano Zanin visita Lula nesta segunda (14) e só deve finalizar a resposta à Justiça na sexta (18). 


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Magno coloca pimenta folha

13/10


2019

Grupo armamentista realiza eventos pelo país

O grupo também faz lobby em Brasília, mas se diz "traído" por Bosonaro. Instituto defende a comercialização de armas de fogo sem barreiras impostas pelo Estado e tem canal no YouTube para falar de armas e políticas.

Produtos personalizados do grupo armamentista Instituto DEFESA Foto: Instituto DEFESA
Época - Por Victor Calcagno

 

Ser uma espécie de National Rifle Association (ou NRA, na sigla em inglês), maior grupo armamentista dos Estados Unidos com forte lobby na política pró-armas e que clama ter mais de 5 milhões de membros, talvez seja o sonho dos cerca de 2 mil integrantes parceiros do brasileiro Instituto DEFESA. A organização, com representantes em todo o país, defende desde 2011 a comercialização de armas de fogo sem barreiras impostas pelo Estado, tem interlocução com alguns parlamentares em Brasília, organiza eventos de introdução e conscientização sobre defesa pessoal e se diz desiludida – e até “traída” - com o resultado prático das políticas do governo atual sobre armamento.

Fundado pelo atual presidente Lucas Silveira no Paraná como resposta à campanha do desarmamento praticada pelo governo federal, a organização tem, segundo ele, 200 mil inscritos no site, de forma gratuita. Menos de 1% deles é membro premium, e pagam mensalidades de R$ 15.

A carteirinha dá direito a descontos em lojas de armamento e clubes de tiro associados, além de cursos táticos em instituições parceiras (a organização não possui oficialmente estandes de tiro ou comercializa armamentos, por se reservar ao ativismo). O dinheiro vai para a confecção de faixas, panfletos, materiais de divulgação e eventuais viagens a Brasília para sessões de interesse no Congresso, além de eventos que pretendem criam a tão sonhada “cultura de armas” que esperavam ver defendida com mais ímpeto pelo presidente Jair Bolsonaro.
Nessas ocasiões, tanto aficionados por pólvora quanto novatos no manejo de pistolas se reúnem com curiosidade para ouvir palestras e ter contato com esse tipo de armamento, como no caso do “Estande Rosa”, reunião dedicada às mulheres que aconteceu em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em agosto.

Mesmo com chuva, ventania, céu escuro e algumas das temperaturas mais baixas em todo o ano no Rio, um grupo de 40 pessoas composto por jovens, casais, adolescentes, idosos e famílias com bebê se reuniu às 9h de um domingo para ouvir mensagens sobre proteção, autoestima e integridade. Com instrutores de pistola na cintura, conversas sobre “fazer um desenho na minha Glock” e vestimentas táticas, de roupas camufladas a botas bordadas com fuzis AR-15, o evento era o sexto organizado na cidade pelo Instituto DEFESA e o primeiro dedicado às mulheres.

Confira a íntegra da reportagem aquiGrupo armamentista faz eventos pelo país e lobby em Brasília ..


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Banner de Arcoverde

13/10


2019

Lobão dedica música a Olavo de Carvalho

Rompido com Bolsonaro, Lobão faz música para Olavo de Carvalho: "Todo tolo não entende o horizonte"

Foto/fonte: Folha Centro Sul

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois 
Por Ana Cláudia Guimarães

 

Lobão, que rompeu com os bolsonaristas, escreve uma música dedicada a Olavo de Carvalho, o guru dos toscos. Uns versos: “Todo tolo não entende o horizonte/ nem os mistérios do céu/ Satisfaz-se feliz com blefe/ De qualquer fariseu/ E o dia amanhece tranquilo/Com a graça de Deus/ E os segredos do homem sozinho/Ele chama de eu...”.

Para o polêmico músico, o governo “é bem pior do que eu pensava. Esperava que a parte mais liberal, moderna e elegante da direita desse o ar da sua graça. O Sergio Moro é fraquinho. O Paulo Guedes é uma decepção”.

"60 anos a mil"

Aliás, Bolsonaro será um dos personagens da biografia de Lobão. É que o livro “50 anos a mil”, que fez o maior sucesso quando foi lançado, será atualizado. Na nova versão, o presidente entra nos capítulos que o cantor acabou de escrever sobre os últimos dez anos.


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13/10


2019

Ministério contrata carro blindado para Ricardo Salles

Ministério alega risco de morte e contrata carro e escolta blindados para o ministro Ricardo Salles. Contrato foi assinado em urgência e teve dispensa de licitação.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles Foto: Jorge William / Agência O Globo

Època - Coluna de Guilherme Amado 
Por Por Eduardo Barretto

 

Alegando que Ricardo Salles corre risco de morte, o Ministério do Meio Ambiente contratou carros blindados para o ministro usar em Brasília, Rio de Janeiro em São Paulo.

O contrato de R$ 320 mil para os próximos seis meses foi assinado em urgência, o que foi usado para justificar a dispensa de licitação.

Em 3 de junho, um documento do gabinete de Salles afirmou que o ministro "recebeu ameaças contra a sua vida" e que "comprometem sua integridade física".

O ofício pediu uma contratação emergencial de "veículo blindado que forneça o aporte mínimo de proteção, acompanhado de um veículo de escolta, formando assim uma cápsula de segurança".

Dois carros idênticos são necessários nesses casos para não mostrar ao público em qual deles a autoridade está.

Foram citados episódios de ameaças graves em 27 de fevereiro, em Porto Seguro (BA), com "desordem e tentativa de agressão", e, em 28 de abril, na sede da pasta, em Brasília, com "ameaças contra a sua vida".

O ministério pediu à Polícia Federal reforço na segurança, mas não foi atendido.

Então, a PF recomendou "medidas que podem ser adotadas para mitigar situações de vulnerabilidade, entre as quais o uso de veículo blindado nos deslocamentos do senhor ministro".

O subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração informou ainda que o ministério consultou "em diversas ocasiões" se o Palácio do Planalto poderia ceder um carro blindado para Ricardo Salles, mas também recebeu resposta negativa: o contrato de carros blindados do palácio não cita "autoridades que não integram a Presidência da República".

O contrato — firmado com a Obdi Gestão, Terceirização de Frotas e Locação de Veículos, de Curitiba — foi assinado em 26 de agosto, com vigência de seis meses, por R$ 320 mil.

A Consultoria Jurídica do ministério defendeu que havia uma "situação extraordinária e urgente apresentada, retratados como indispensáveis para evitar o risco de dano irreparável" ao ministro.

O parecer foi semelhante ao da Coordenação-Geral de Compras: havia "risco de prejuízo irremediável à vida da autoridade máxima do órgão".

(Por Eduardo Barretto)


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