FMO janeiro 2020

07/12


2011

Prefeito de Araçoiaba volta a sentar na sua cadeira

Rivânia Queiroz, repórter especial

Até o início da tarde de hoje o prefeito de Araçoiaba, Severino Alexandre Sobrinho (PMDB), volta a sentar na sua cadeira, na prefeitura daquela cidade da Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com o advogado Carlos Neves Filho, o gestor se encaminhará ao município de Igarassu, ainda nesta manhã, para pegar na 1ª Vara Civil e Promotoria de Justiça a notificação que determina o seu retorno à Prefeitura.

“É um cumprimento de uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que determinou seu retorno por entender que ele (Severino) não estaria prejudicando a instrução do processo de improbidade administrativa, impetrado contra o gestor no final de 2010. A lei da improbidade só se aplicaria se tivesse sido identificada pressão à testemunha ou destruição de provas, o que não aconteceu, assegurou o advogado do prefeito.

Ainda segundo Carlos Neves Filho, o afastamento do prefeito se deu de forma equivocada, já que todas as exigências do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) foram atendidas. “Ele não deixou de prestar um único esclarecimento. Apresentou todas as documentações necessárias, todas as informações administrativas, então não caberia esse afastamento de 180 dias”, argumentou.

Entenda
Severino Alexandre foi afastado pela 1ª Vara Civil de Igarassu, comarca a qual Araçoiaba está vinculada, há três meses, sendo substituído pelo vice Carlos Jogli (PSDB). Denúncias de improbidade do TCE e do Ministério Público foram acatadas pela Justiça, culminando no seu afastamento.


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Comentários

Marcos Antonio da Silva Néri

Essa situação éa de muitos prefeitos pelo Brasil afora. São verdadeiros gatunos das verbas públicas destinadas a saúde, educação entre outras. Cadeia para elses é ainda é pouco.

Sandra Araçoiaba

Por fim gostaria de dar os parabéns ao Dr. Alexandre e a sua tropa, inclusive os vereadores(que são bem capacitados), desejo a vocês que um dia desses tenham um mal súbito não para morte(claro) mais o suficiente pra vocês precisarem dar uma passadinha no matadouro que vcs tornaram o Hospital.

Sandra Araçoiaba

Enquanto os gatunos fazem a festa,Temos servidores com desvio de funções , desvio não! acumulo , pois aqui recepcionista e maqueiro e até faz limpeza de mortos , que são constantes pela falta de condição do hospital ,se quiserem ver como está o estado das ambulâncias é só ver as sucatas.

Sandra Araçoiaba

Enquanto os gatunos fazem a festa , os funcionários públicos são obrigados a receber apenas 452 reais , esses os de sortes(efetivos) pois os contratados ficam meses sem receber e não tem direito a 13ª nem a férias . Além de nenhum receber adicional nem mesmo noturno ou insalubridade ou periculosidad

Sandra Araçoiaba

Enquanto os gatunos fazem a festa, A população sofre com o péssimo governo , onde no papel se investe milhões na Saúde e na Prática , temos dois médicos um de 300 kilos que atende o povo deitado em uma cama e outro um idoso que atende em pé e leva uma hora pra fazer uma emergência sem condição.

Sandra Araçoiaba

Onde está o papel Fiscalizador do legislativo municipal de Araçoiaba , aqueles incompetentes só sabem receber seus mensalinhos para ficar calados , não sabem nem o que é uma CPI , nessas hora penso se ainda existe esperança para essa pequena cidade , que nunca teve condição de ser emancipada.

Sandra Araçoiaba

Essa noticia me surpreendeu como nossa justiça pode ser incompetente , esses Políticos sempre conseguem se sair bem ,Colocam os valores roubados em nome de laranjas. Se você visse a festa que teve ontem em araçoiaba , fogos e bebidas , nesse dia foi dado mais uma facada da frágil democracia.


Abreu e Lima

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05/04


2020

De ministro para ministro: "Bem-vindo ao clube"

O Globo - Por Lauro Jardim

"Bem-vindo ao clube". Foi com essa saudação que o ministro Luiz Eduardo Ramos, um incansável bombeiro instalado no Palácio do Planalto, tentou tranquilizar Henrique Mandetta, logo depois que Jair Bolsonaro disse que faltava "humildade" ao ministro da Saúde, com quem "está se bicando há muito tempo".

Ramos recordou para Mandetta o dia em que foi surpreendido por Bolsonaro que, numa entrevista, o qualificou de "inexperiente e imaturo".


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05/04


2020

China ajuda Brasil a comprar insumos contra Covid-19

Época - Coluna Guilherme Amado

Em meio à disputa internacional para se comprar insumos para enfrentar a pandemia, a China tem ajudado empresas brasileiras a adquirir os produtos de maneira mais rápida.

Multinacionais brasileiras que se ofereceram ao governo brasileiro para comprar respiradores, máscaras e kits de teste da China têm ganhado prioridade nos trâmites.

Para isso, a compra passa pelo aval do Itamaraty, que avisa a embaixada de Pequim sobre o interesse do negócio e o posto diplomático envia ao governo chinês como um pedido do governo brasileiro, acelerando o processo de compra.

JBS e Marfrig já usaram do expediente.


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Prefeitura de Serra Talhada

05/04


2020

Liberação de crédito é problemática

Por Estadão Conteúdo

As críticas dos economistas em relação à operacionalização das políticas contracíclicas também alcançam as medidas adotadas pelo Banco Central para aumentar a liquidez no mercado. A autoridade monetária já anunciou uma injeção de R$ 1,2 trilhão no sistema, mas esse dinheiro não tem chegado a quem precisa.

Para o economista Manoel Pires, coordenador do Observatório de Política Fiscal do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre), as medidas do BC, como a redução do compulsório (parcela de depósitos que os bancos precisam manter no BC obrigatoriamente) são pouco eficientes, dado que os bancos não querem dar crédito às empresas agora por causa do risco elevado. Uma opção, diz ele, seria a autoridade monetária oferecer empréstimo diretamente às companhias, como tem ocorrido nos EUA. Uma medida dessa, porém, teria de ser autorizada por uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

Como o crédito não está chegando à ponta final, políticas fiscais ganharão uma maior importância no combate à crise, explica Pires. "A falta de crédito exige medidas compensatórias, como a redução de impostos, que são bastante custosas sob o ponto de vista fiscal."

Ainda segundo Pires, uma parte da demora na implementação das medidas é explicada pela falta de senso de urgência do governo no início da crise. Depois, na necessidade de se dar uma resposta rápida à sociedade, saíram medidas ruins, como linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) muito caras. Há ainda entraves legais, como a necessidade de se aprovar PECs, o que não ocorre na maioria dos países.

Sócia da Tendências Consultoria, a economista Alessandra Ribeiro também vê problemas no canal de crédito e afirma que uma solução seria a concessão de empréstimos por meio das empresas de cartão. O setor varejista, que já reclamou da alta da taxa de juros nas linhas de crédito, pediu a adoção dessa medida ao BC. Alessandra diz ainda que a falta de sintonia entre o presidente e os ministros e técnicos das pastas tem atrapalhado bastante o andamento das medidas.

Diferentemente da maioria dos especialistas, o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores, diz que as políticas estão andando de forma célere e acredita que o pagamento dos trabalhadores informais deve começar nesta semana. Ele, porém, afirma que as medidas de saúde têm demorado, o que prejudica a economia. "O Brasil deveria estar testando as pessoas aleatoriamente, porque isso ajuda a definir o tamanho da quarentena e analisar se o auxílio emergencial é suficiente."


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05/04


2020

Demora nas medidas fará PIB recuar mais

Por Estadão Conteúdo

Após ser reprovado pela demora para anunciar medidas econômicas que amenizem a crise decorrente da pandemia da covid-19, o governo de Jair Bolsonaro passou a ser criticado também pela lentidão para colocá-las em prática. O ritmo de implementação das medidas deve resultar num PIB ainda mais baixo neste ano, em maior tensão social e numa deterioração mais acentuada da situação fiscal do País, segundo analistas.

Levantamento feito pelo Estado mostra que, de 39 medidas econômicas divulgadas até agora, apenas um terço já saiu do papel. A maior parte delas (36%) está atrasada e 31%, em andamento.

Na última semana, por exemplo, diante de um impasse jurídico, o presidente Bolsonaro demorou 48 horas para sancionar o auxílio emergencial para trabalhadores informais. Agora, ainda há entraves para fazer com que esse dinheiro chegue a grande parte da população. Na área monetária, também há dificuldades para que o crédito alcance os empresários.

"As medidas que saíram até agora estão na direção correta. O problema é a entrega. Não é de agora que o governo tem sido lento. Olha o que aconteceu nas privatizações. Nesse ritmo, acho razoável pensar que, antes do fim de abril, não vai ter nada significativo em prática", diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, da consultoria MB Associados.

A maior preocupação dos economistas é com o auxílio emergencial de R$ 600 aos informais, tido como uma das medidas mais importantes neste momento. Na sexta-feira, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que entre 15 milhões e 20 milhões de pessoas que têm direito ao auxílio não estão em nenhum cadastro usado pelo governo. A ideia é que essas pessoas se cadastrem por meio de um aplicativo, de um telefonema ou de um site na internet que ainda está em desenvolvimento.

"O governo precisa de criatividade e agilidade, porque não dá para as pessoas ficarem passando fome. E essas duas características não são naturais da nossa burocracia", diz a economista Ana Carla Abrão, sócia da consultoria Oliver Wyman. "As pessoas têm de receber esse dinheiro a tempo inclusive de se evitar uma convulsão social. Não estamos falando de eficiência, mas de vida ou de morte", acrescenta.

Mendonça de Barros destaca que, quanto mais demorar para esse auxílio chegar ao trabalhador, maior será a retração da economia neste ano. "Há um colapso na demanda, o auxílio emergencial compensa parte disso. A demora para o auxílio sair amplia a retração do PIB, sem falar no custo social. As pessoas estão passando necessidade." A MB Associados projeta, por enquanto, uma queda de 2,1% no PIB deste ano, com viés negativo.

O economista acha ainda pouco provável que empresas tenham coragem de reduzir salários e jornadas de trabalhadores enquanto a medida provisória (MP) que permite isso não seja aprovada pelos parlamentares, o que pode resultar em mais demissões nesse período crítico. "Essa MP demorou muito e, agora, ninguém vai se sentir seguro para fazer algo sem passar pelo Congresso", diz.


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O Jornal do Poder

05/04


2020

Argentina bloqueia respiradores comprados pelo Brasil

Por Estadão Conteúdo

O governo da Argentina bloqueou a exportação de 1.000 respiradores pulmonares comprados pelo Brasil para instalação em leitos de UTI nos estados para combate ao coronavírus, disse ontem, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo. “Argentina fez o que também fizemos (bloquear exportações). Não é uma crítica. Fechou porque ela vai precisar”, disse Gabbardo. Segundo o secretário, uma empresa contratada pelo Brasil para trazer estes equipamentos agora busca novos fornecedores.

O Ministério da Saúde promete a instalação e o custeio de 2 mil leitos de UTI nos Estados. Já foram enviados kits para montar 540. Cada unidade da federação escolhe onde instalar esses leitos com os produtos enviados pelo governo federal.

Gabbardo lembrou que o Brasil também está controlando a exportação de insumos usados contra a covid-19, além de determinar que a produção nacional seja direcionada ao governo.

Segundo o secretário, o governo contratou a produção de 17 mil respiradores com a indústria nacional. A expectativa é de que os produtos sejam entregues em várias parcelas durante 90 dias.

Além destes, há um contrato de R$ 1,01 bilhão para compra de 15 mil respiradores com uma empresa de Macau, uma região administrativa da China. Gabbardo disse que os respiradores devem ser entregues de forma fracionada daqui a 15 dias.

Os respiradores são essenciais para tratar casos graves da covid-19. O Brasil tem 65.411 respiradores nos hospitais públicos e privados, dos quais 61.772 estão em uso e o restante, parado.

A corrida global por equipamentos para a saúde tem feito o SUS perder contratos que estavam fechados para a compra destes produtos. Uma compra de 600 respiradores para estados do Nordeste, assinada pela Bahia, está retida nos EUA. O governo do Maranhão também perdeu contratos e afirma que, por ora, desistiu de tentar trazer produtos da China, como revelou o jornal O Estadão de S. Paulo


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Banner de Arcoverde

05/04


2020

Bolsonaro lembra um pouco Delfim Moreira

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois

Fale a verdade. Até dias atrás, Delfim Moreira (1868-1920) era mais conhecido como o nome de uma avenida à beira-mar de um bairro de bacanas do Rio. Foi a Covid-19 que fez relembrar a Gripe Espanhola e, por tabela, esse político mineiro que chegou a ser governador de seu Estado. Afinal, Delfim, vice na chapa de Rodrigues Alves, teve de assumir a Presidência do Brasil em 15 de novembro de 1918 — quando o titular morreu vítima daquela pandemia — e ficou até julho do ano seguinte.

“Delfim Moreira era um pouco desequilibrado, via alucinações no Palácio do Catete”, lembra a economista Hildete Pereira de Melo, da Universidade Federal Fluminense (UFF). O então presidente ficava, vez por outra, totalmente desconcentrado da realidade e desligado de suas tarefas, sendo que, na prática, quem tomava as decisões era o ministro Afrânio de Melo Franco (1870-1943), o grande político e diplomata, então ministro de Viação e Obras Públicas.

Bolsonaro lembra um pouco, com todo o respeito, Delfim Moreira. Mas... sem Afrânio. Mas essa é outra história...


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Prefeitura de Limoeiro

05/04


2020

Marta quer ser vice de Haddad

uePor Carlos Brickmann

Marta Suplicy (sem partido), entrou no Solidariedade, de Paulinho da Força. O PT a convidou, mas ela preferiu outro partido para ser indicada, em aliança, para a vice do candidato petista à Prefeitura paulistana – se houver eleição neste ano. Marta gostaria de ser vice de Haddad, que foi subsecretário de Finanças em sua administração. Marta foi uma boa prefeita, criou em São Paulo os CEUs, escolas públicas de tempo integral e alta qualidade, lançou o Bilhete Único de Ônibus. Haddad foi o responsável por um apelido que a marcou: “Martaxa”. Ele vivia tendo ideias a respeito de novas taxas e impostos, e a prefeita, que aceitou suas ideias, levou a culpa de tudo.

Mas há um problema para a formação da chapa Haddad-Marta. Ele não quer ser candidato à Prefeitura. Lula acha que pode convencê-lo.


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Shopping Aragão

05/04


2020

Suplicy: "O auxílio de R$ 600 vai na direção certa"

O Globo - João Sorima Neto

O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) se dedica a estudar os efeitos da renda básica desde os anos 90. Ele avalia que o programa de ajuda de R$ 600 por três meses, do governo federal, é o primeiro passo na direção de um programa que poderia se transformar em uma renda mínima.

O que o senhor achou do auxílio de R$ 600 do governo?

O programa leva em conta muitos aspectos da minha proposta de renda mínima, como maneira de erradicar a pobreza e de prover a cada cidadão proteção econômica e social. É um programa emergencial, mas vai na direção certa, porque vai impactar milhões de pessoas. Terá como efeito aumentar a demanda por bens e serviços e estimular a economia.

O tema da renda mínima é mais latente em países emergentes ou é uma discussão global?

É uma discussão que existe no mundo todo. E, agora, com as medidas de socorro anunciadas por vários governos para combater os impactos negativos econômicos da pandemia, será possível observar os efeitos positivos da renda mínima. Inclusive o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Quais são os principais benefícios?

No Quênia, as famílias que começaram a receber US$ 22 mensais compraram instrumentos para plantar. Também puderam adquirir mais terra para criar bois ou galinhas. Passaram a trabalhar mais. As mulheres ganharam mais autonomia, e a violência contra elas foi reduzida. Em resumo: melhorou a qualidade de vida das famílias.

E num país rico? Quais foram os efeitos?

No Alaska, nos EUA, a experiência de oferecer renda mínima é uma das mais bem-sucedidas. Começou em 1980, quando a ideia ganhou força e foi criado um fundo de US$ 1 bilhão com os impostos do petróleo a serem distribuído a seus moradores. Hoje o fundo tem US$ 66 bilhões, e o Alaska se tornou um dos estados mais igualitários.


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05/04


2020

Covid-19: País pode chegar a 100 mil casos em abril, diz IBGE

O Globo - Coluna do Ancelmo Gois

Se não forem tomadas medidas mais rígidas de combate à pandemia do novo coronavírus, em todo o Brasil, a projeção do professor Jose Eustáquio Alves (da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE) não é nada otimista: “O país pode chegar a 100 mil casos até o fim de abril, com pelo menos quatro mil mortes”.

Para ele, nosso país, “infelizmente, segue o mesmo caminho percorrido por Itália, Espanha e EUA com uma taxa porcentual de variação diária em torno de 15% a 20%. Oposto ao caminho seguido por China, Japão e Coreia do Sul”, disse.

Mas o jogo não está perdido: mexam-se!


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05/04


2020

Aliança: TSE recusará metade das assinaturas

O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Os fundadores do Aliança pelo Brasil, futuro partido da Jair Bolsonaro, voltarão a cadastrar no sistema do TSE as fichas de apoiamento à criação da legenda.

Eles haviam suspendido o procedimento em virtude da grande quantidade de assinaturas que estavam sendo consideradas inválidas pelo tribunal.

A cúpula da futura sigla calcula ter pouco mais de 1 milhão de documentos preenchidos e estima que aproximadamente metade não passará no crivo do tribunal.

Se a previsão se confirmar, o Aliança deverá sair do papel, já que são necessárias 492 mil assinaturas em nove estados diferentes.


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05/04


2020

Panelaços contra Bolsonaro entram na rotina da população

Por Revista Forum

Assim como nos últimos 18 dias, ontem foi dia de panelaço contra o presidente Jair Bolsonaro. O protesto feito nas janelas das casas e apartamentos, em meio ao isolamento social que boa parte da população brasileira se submeteu por conta do coronavírus, começou no dia 17 de março, véspera do primeiro pronunciamento do presidente para falar sobre a pandemia.

No dia do discurso, quando Bolsonaro pregou a “volta à normalidade” e minimizou os impactos da Covid-19, a manifestação espontânea ganhou caráter massivo e atingiu seu ápice na última terça-feira (31), quando o presidente falou mais uma vez em cadeia nacional e destilou mentiras sobre a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para além dos dias de pronunciamento, os panelaços ocorreram diariamente, por vezes maiores, por vezes menores. Mas não cessaram. As palavras de ordem que predominam são “Fora, Bolsonaro” e “Bolsonaro genocida”. Há também apoiadores do presidente que aproveitam o momento para xingar o ex-presidente Lula ou o PT.

Ocorrendo sempre entre 20h e 20h30, os protestos contra Bolsonaro entraram na vida dos brasileiros confinados em casa a ponto do panelaço já se tornar uma referência para as atividades do dia a dia.

“Hoje minha mãe falou que vai fazer a janta depois do panelaço”, relatou uma usuária do Twitter. “20:30 estamos sempre no horário. O panelaço já virou referência”, postou outro.


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05/04


2020

"Todos terão contato com o vírus", diz secretário

Por Estadão Conteúdo

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, disse que a contaminação de toda a população pelo novo coronavírus é uma situação inevitável. A questão é a velocidade em que isso vai ocorrer, para que todos aqueles que precisarem de apoio médico, possam encontrar a estrutura necessária.

Gabbardo ponderou que, apesar da contaminação generalizada prevista no longo prazo, cerca de 86% dos infectados sequer vão perceber ou ter sintomas, dadas as suas condições de saúde, idade e imunidade, entre outros fatores. Os demais 14% podem precisar de apoio médico. Boa parte desses será tratada, mas uma parte menor não vai resistir.

A tendência, segundo o secretário, é que haja uma desaceleração no ritmo no médio prazo. Gabbardo disse que, ao longo do tempo, não se sabe em quanto tempo, ao menos 50% das pessoas vão ter tido contato com o vírus e vão criar imunidade. "Eu já tive? Estou imunizado. Entro em contato com outro, não transmito. Isso vai acontecer lentamente. O fluxo só reduz quando tem 50% das pessoas já imunizadas", disse o secretário. "Imaginar que, se botássemos uma máscara, e vivêssemos em uma bolha, não teríamos o vírus..."

Gabbardo declarou que, na prática, a situação só tende a cair quando a maior parte da população criar imunidade. "Isso vai deixar de existir quando nós tivermos uma vacina. Agora, o que a gente procura fazer é que essa transmissão ocorra numa velocidade baixa, para que a gente possa ter tempo para tratar isso", comentou o secretário-executivo.


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05/04


2020

Datafolha: 59% são contra renúncia de Bolsonaro

Folha de S. Paulo - Igor Gielow

A renúncia do presidente Jair Bolsonaro em meio à sua atuação no combate à Covid-19 é rejeitada por 59% dos brasileiros.

Já 37% desejam que ele renuncie, conforme vem sendo pedido por políticos de oposição, e 4% não sabem dizer. Foi o que apurou pesquisa do Datafolha com 1.511 entrevistados, feita por telefone de 1º a 3 de abril. A margem de erro é de três pontos.

Apesar de o levantamento apontar que apenas 33% dos ouvidos consideram a gestão da crise sanitária pelo presidente da República como boa ou ótima, 52% creem que ele tem condições de seguir liderando o país.

Para 44%, Bolsonaro perdeu tais condições, e 4% não souberam responder.

O tema renúncia passou a frequentar as conversas no mundo político desde que o presidente adotou um tom negacionista e de confronto com o Ministério da Saúde e governadores na condução da emergência.

Um grupo de políticos de oposição à esquerda —incluindo os ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT-SP), Ciro Gomes (PDT-CE) e Guilherme Boulos (PSOL-SP)— lançou na semana passada manifesto pedindo a renúncia de Bolsonaro, o que ele negou.

"Da minha parte, a palavra renúncia não existe. Eu fico feliz até por estar na frente [do combate] a um problema grande como esse. Fico pensando como estaria o outro que ficou em segundo lugar [Fernando Haddad] no meu lugar aqui", afirmou.

A pesquisa Datafolha mostra que a renúncia do presidente tem maior apoio entre jovens (44%), mulheres (42%), os que têm até o ensino fundamental (40%) e quem tem renda mensal acima de 10 salários mínimos (39%).

Já a rejeição ao gesto tem maior apelo entre quem ganha de 5 a 10 mínimos (69%), homens (65%) e quem ganha de 2 a 5 mínimos (64%).

A região Nordeste segue a tendência geral do levantamento e registra o maior índice de apoiadores da renúncia de Bolsonaro: 47%, ante 49% contrários à ideia.

Já o Sul, região bolsonarista na eleição, vem com 28% de apoio à renúncia. Norte e Centro-Oeste registram 30% e o Sudeste, 37%.

A divisão se mantém quando a pergunta é sobre a capacidade de liderança do presidente da República. Bolsonaro é visto como capaz por 62% no Sul, 60% no Norte/Centro-Oeste, 49% no Sudeste e 47% no Nordeste —onde empata com os que o acham incapaz (49%).

A Covid-19 é tema de contencioso entre o Planalto e os estados, mas não há uma mudança abrupta de percepções sobre Bolsonaro entre aqueles que melhor avaliam o trabalho de seus governadores.

Entre as ocupações, empresários e estudantes estão em polos opostos. Para 74% dos primeiros, Bolsonaro não deve renunciar; pensam que ele deve 52% dos segundos.

Estudantes são os que mais acham que o presidente perdeu condições de liderar (57%), enquanto empresários são os que mais o veem como capaz (65%).

Entre os mais ricos, há um empate acerca da imagem de liderança do presidente. A avaliação positiva é maior entre os mais velhos (59%) e com renda entre 5 e 10 mínimos (62%).

Na sua tradicional base de apoio, os evangélicos, Bolsonaro pontua melhor do que na média. Não querem a renúncia 64% deles, e 60% acham que o presidente ainda reúne condições de governar.

O temor da Covid-19 também impacta a avaliação. Creem que Bolsonaro segue apto ao cargo 66% dos que não têm medo da doença, índice que cai a 57% entre os que têm um pouco de medo e para 38% entre quem tem muito medo.

Da mesma forma, 48% dos que têm muito medo defendem a renúncia, ante 32% dos que têm um pouco e de 28%, dos que não sentem temor.

A título ilustrativo, na mesma altura de seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) tinha sua renúncia pedida por 60%, ante 37% que a queriam no cargo em abril de 2016.

Os dados não são diretamente comparáveis porque aquela pesquisa foi presencial, com outra metodologia.

A crise era de outra natureza também. Naquele ponto, Dilma estava a dias de sofrer a abertura do processo de impeachment e ser afastada, o que ocorreu em maio.

Já seu sucessor, Michel Temer (MDB), teve a cadeira pedida por 76% dos ouvidos em junho de 2017, sob o impacto do escândalo das gravações do empresário Joesley Batista. Mas ao fim ele conseguiu passar a faixa a Bolsonaro.

O Datafolha também questionou o grau de conhecimento das pessoas acerca do pronunciamento do presidente em rede nacional na última terça-feira (31), no qual ele tentou moderar seu tom negacionista da crise.

Viram a fala de Bolsonaro 57% dos brasileiros. Desses, 23% acham que ela ajudou a gestão da crise, 26% não viram nem vantagem nem desvantagem, e 5% creem que ela atrapalhou.

Os mais instruídos e ricos foram os que mais viram: 78%, e também são os que mais a aprovaram como positiva: 35% e 38%, respectivamente.

Pesquisa foi feita por telefone para evitar abordagem

A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo do Datafolha, procura representar o total da população adulta do país, mas não se compara à eficácia das pesquisas presenciais feitas nas ruas ou nos domicílios.

Por isso, apesar de aproximadamente 90% dos brasileiros possuírem acesso pelo menos à telefonia celular, o Datafolha não adota o método em pesquisas eleitorais, por exemplo.

O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos.

Além disso, torna mais difícil o contato com os que não podem atender ligações durante determinados períodos do dia, especialmente os de estratos de baixa classificação econômica.

Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela.

Na pesquisa divulgada na sexta (3), feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar.

Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários de suas casas através de central telefônica remota.

Os limites impostos pela técnica telefônica não prejudicam as conclusões pela amplitude dos resultados apurados e pelos cuidados adotados.

Foram entrevistados 1.511 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu do dia 1º ao dia 3 de abril de 2020.


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Comentários

Fernandes

Essa foi comprada para agradar os gados Bozolóides. kkkk. Aceita dói menos.

marcos

Ô mortadela, o povo brasileiro cansou de Ladrões. Xô Corrupção.

Fernandes

Essa foi comprada para agradar os gados Bozolóides. kkkk

marcos

59% aprovam o presidente, a esquerda corrupta e os idiotas úteis ficam mordendo as costas. Kkkkkkkkk



05/04


2020

A saúde e a política

Por Carlos Brickmann

Bolsonaro prometeu não demitir o ministro Mandetta no meio da guerra. De que guerra fala? Da guerra ao coronavírus, na qual adota comportamento contrário ao recomendado pelo Ministério da Saúde? Guerra pela reeleição?

O presidente disse que o ministro sabe que ambos “não estão se bicando”. Mas levou uma pancada forte: Rosângela, esposa do ministro Sérgio Moro, apoiou Mandetta publicamente. “Entre a ciência e o achismo, eu fico com a ciência (...) Mandetta tem sido o médico de todos nós e minhas saudações são para ele”. Ambos, Moro e Mandetta, estão com popularidade superior a dele. É possível que Bolsonaro tema que decidam disputar 2022 contra ele.


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05/04


2020

Hora da verdade: o bem e o mal

Por Carlos Brickmann

É na hora da crise que as pessoas se revelam: dá para ver quem é bom, quem é mau, quem é ótimo. Bom é o pessoal da Lupo, famosa por suas meias. A fábrica estava parada – mas seus donos arranjaram tudo para manter boa distância entre os operários chamados a trabalhar, desenvolveram a máscara de proteção e estão trabalhando, por enquanto abastecendo as unidades de saúde da região de Araraquara. Maus são altos funcionários do setor público, que recebem ótimos salários, multiplicam-nos com penduricalhos e não desistem de um único centavo para a luta contra o coronavírus. Mantêm carros, jatinhos, todas as mordomias, e garantiram uns aos outros que na verba deles não se mexe.

 Bons são os empresários (190, até agora) que assinaram manifesto se comprometendo a não demitir até maio e pedindo que, além disso, o empresariado faça doações para a sobrevivência de pessoas como manicures, vendedores de lanches e outros que não têm como pagar as contas. Entre as empresas que assumiram este compromisso, estão Magazine Luiza, Renner, BTG, Natura, Boticário, XP. Itaú, Bradesco e Santander estão no grupo (mas mostram seu lado mau mantendo os juros no alto).

E, dizem os empresários, demitir é mau negócio, custa caro. Pior, ao demitir ajudam a perpetuar a crise que lhes dá prejuízo.

 Ótimos são médicos e enfermeiros que, mesmo aposentados, voltaram à ativa e enfrentam o risco do vírus lutando para salvar vidas. Sejam louvados. 


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