FMO janeiro 2020

01/10


2006

Apuração já acabou em 14 países

Em razão da diferença de fuso-horário, a apuração dos votos para presidente da República já terminou em 19 cidades de 14 países onde foram instaladas urnas que permitiram a participação de brasileiros residentes no exterior nestas eleições. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os dados foram apurados até as 14h (horário de Brasília).

A eleição já foi encerrada em Nagóia e Tóquio, no Japão; Berlim e Munique, na Alemanha; em Camberra e Sydnei, na Austrália; em Barcelona e Madri, na Espanha, e em Genebra e Zurique, Suíça. O pleito também já terminou em Viena, Bruxelas, Copenhague, Paris, Tel Aviv, Beirute, Maputo, Roterdã (Holanda) e Estocolmo.

Em 93 países, 86.360 eleitores brasileiros residentes cadastraram-se para poder votar nas eleições presidenciais.


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Abreu e Lima

Confira os últimos posts



26/03


2020

Assessores afirmam que Bolsonaro editou decreto

Blog da Andréia Sadi

Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro disseram, hoje, que ele atendeu a um pedido de religiosos de diferentes igrejas – como a católica e evangélica – ao autorizar o decreto que inclui atividade religiosa como essencial, mesmo durante a quarentena.

Procurados, assessores justificaram "preocupação" dos religiosos com a Semana Santa, que acontece em abril, "com a parte emotiva" das pessoas — e, por isso, o presidente autorizou missas. Segundo palacianos, pastores e arcebispos procuraram o governo com esse apelo.

Perguntados pela reportagem sobre as recomendações para que não haja aglomerações durante o período de isolamento, por conta da pandemia de coronavírus, governistas disseram que o decreto é um "amparo" para que prefeitos não proíbam missas e cultos dos religiosos que queiram realizá-las. E dizem que a instrução, mesmo para religiosos, é evitar aglomerações — realizando missas menores.

O presidente Bolsonaro tem nos religiosos uma forte base de apoio político e eleitoral.


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Comentários

Alberto Costa Santos

Agora q vai desencadear o surto paranóico ... Próxima etapa: ser contido pelos seguranças do Alvorada, pego correndo à noite, de cueca, ao redor do Palácio gritando: É a mídia, é a mídia.

Kelson Menezes da silva

Um tremendo imbecil , cedendo as pressões das igrejas evangélicas , um genocida

Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.



26/03


2020

Os destaques do podcast de Ivan Maurício

O jornalista político Ivan Maurício está inovando com a divulgação do seu Podcast, através do WhatsApp. Todos os dias, pontualmente às 6 da matina, logo cedo, ele traz informações e comentários com boa dose de pimenta.

Para se cadastrar e receber o Podcast do jornalista Ivan Maurício, é só entrar em contato com o mesmo pelo seu WhatsApp: 9.8606-7127.

DESTAQUES

- Pernambuco registra primeira morte de paciente com coronavírus.

- Recife, Olinda e Jaboatão suspendem campanha contra gripe influenza por causa da falta de vacina.

- Tribunal Regional do Trabalho revoga decisão e mantém operação normal no Metrô do Recife.

- Férias das escolas privadas de Pernambuco são antecipadas para abril por causa do coronavírus.

- Governo libera R$ 3,4 bilhões para combater coronavírus e reforçar Bolsa Família. Agora são mais 1 milhão e 200 de famílias atendidas pelo Bolsa Família.

- Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta diz que segue no cargo e que viu 'grande colaboração na fala do presidente' Bolsonaro.

- General Hamilton Mourão, vice-presidente da República, afirma que posição do governo sobre coronavírus é de isolamento, e diz que Bolsonaro 'pode ter se expressado mal'.

- Em carta, governadores do Nordeste mantêm medidas preventivas ao coronavírus após Bolsonaro pedir fim de isolamento.

- Bolsonaro volta a ser alvo de panelaços, xingamentos e pedidos de renúncia.

- Senado dos EUA aprova pacote de 2 trilhões de dólares para aliviar impactos do coronavírus na economia.

- Espanha supera o número de mortes da China por causa do coronavírus.


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Prefeitura de Serra Talhada

26/03


2020

Por que Geraldo Júlio quer monitorar o recifense?

Por Antonio Magalhães*

Esta pandemia do Coronavírus está oferecendo oportunidades econômicas e políticas inimagináveis. Se houver um dia, depois de passada a crise, uma CPI do  Congresso para investigar os horrores e sobrepreços praticados nas licitações, vamos ter muitas surpresas. Do ponto de vista político, o povo do Recife viu um movimento do prefeito Geraldo Júlio de arrepiar os cabelos dos cidadãos.

GJ anunciou, em tom bondoso e ar de preocupação, que a prefeitura do Recife conta a partir de agora de um aplicativo para celulares para identificar toda a movimentação dos recifenses durante a quarentena. Foram grampeados 700 mil smartphones para a acompanhar os passos dos cidadãos, seja em casa ou nas ruas. Aqueles que descumprirem a quarentena, indo às ruas ou ao encontro de várias pessoas, serão alertados por mensagens. Por enquanto.

Se hoje o prefeito foca na quarentena, mais adiante, durante o período eleitoral vai querer saber o que andam fazendo os eleitores do seu candidato a prefeito, deputado João Campos (PSB). Depois pode-se até especular o que seria possível fazer com esta plataforma que fere o direito constitucional de ir e vir (artigo 5º) sem ter que prestar contas a ninguém, desde que seja dentro da lei.

Quem está por trás desta iniciativa da prefeitura do Recife é a startup pernambucana In Loco. Por conta de 25 mil aplicativos, 80% dos disponíveis no país, a empresa tem acesso a 5 milhões de estabelecimentos comerciais e 25 milhões de residências. Por meio de ações enganadoras, o chamado “fishing”, ela termina capturando na sua rede os dados dos celulares.

A In Loco informou a prefeitura do Recife – que a contratou pagando bem porque a empresa não faz voluntariado – que sua plataforma  de geolocalização é mais precisa do que o conhecido GPS. Pode localizar pessoas com a diferença de poucos metros. Caso queira usá-la para publicidade móvel ou outras ações, pode rastrear com facilidade 60 milhões de celulares nacionais, gerando 250 bilhões de pontos de localização.

A startup pernambucana atua hoje nacionalmente,  vendendo sua plataforma de geolocalização a bancos e empresas, que a instalam em seus aplicativos comerciais. Quando essas organizações pedem que use o aplicativo próprio estão passando, na verdade, seus dados à In Loco.

Em 2018, a Comissão e Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu um inquérito civil público para investigar as ações da In Loco. Suspeitava das suas atividades na obtenção de dados pessoais. Em fevereiro de 2020 arquivou o inquérito sem encontrar crime da empresa. 

Uma nova Lei de Proteção de Dados, já aprovada no Congresso e está para entrar em vigor em agosto deste ano, permite ao cidadão o acesso a seus dados na rede e retirá-los de circulação se não aprovar. Empresas como In Loco  aproveitam o descaso do usuário de smartphones em deixar de ler a autorização para uso de seus dados. Geralmente uma autorização em letras miúdas e um grande texto.

O escritor e professor isralense Yuval Noah Harari antecipou no seu livro “As 21 lições para o século 21” o controle da cidadania. “Para interromper a epidemia, populações inteiras precisam obedecer a certas diretrizes.  Existem duas maneiras principais de conseguir isso.  Um método é o governo monitorar as pessoas e punir aqueles que violarem as regras”.

Harari lembrou que, pela primeira vez na história da humanidade, a tecnologia torna possível monitorar todos o tempo todo.  Há cinquenta anos, a KGB não podia seguir 240 milhões de cidadãos soviéticos 24 horas por dia, nem poderia esperar processar efetivamente todas as informações coletadas.  A KGB contava com agentes e analistas, e simplesmente não podia colocar um agente humano para seguir todos os cidadãos.  Mas agora os governos podem confiar em sensores onipresentes e algoritmos poderosos, em vez de fantasmas de carne e osso”.

Yuval Harari informou que “em sua batalha contra a epidemia de coronavírus, vários governos já implantaram as novas ferramentas de vigilância.  O caso mais notável é a China.  Ao monitorar de perto os smartphones das pessoas, usar centenas de milhões de câmeras que reconhecem o rosto e obrigar as pessoas a verificar e relatar sua temperatura corporal e condição médica, as autoridades chinesas podem não apenas identificar rapidamente os portadores suspeitos de coronavírus, mas também rastrear seus movimentos e deslocamento,  identificar qualquer pessoa com quem eles entraram em contato.  Uma variedade de aplicativos móveis avisa os cidadãos sobre sua proximidade com pacientes infectados”.

E depois Geraldo Júlio, com ar de bondade e preocupação com a nossa sociedade, vem anunciar que todo este controle cidadão é apenas para o bem dos recifenses. Me poupe GJ. Deixe de ser “hipocritamente correto” e abra o jogo do ganho político que você quer ter com esta atitude. É isso.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


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Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

Elias Bispo

Trata-se do olho que tudo quer vê. Controle de tudo e de todos. Que a nova Lei de Proteção de Dados, já aprovada no Congresso e está para entrar em vigor em agosto deste ano, permita ao cidadão o acesso a seus dados na rede e a retirá-los de circulação, se não aprovar

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Quem concorda em se deixar monitorar é um perfeito idiota. É por isto que temos os políticos que aí estão.



26/03


2020

Falta de vacina: Recife, Olinda e Jaboatão suspendem campanha contra gripe

Por G1

O Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes suspenderam a campanha contra a gripe devido ao esgotamento das vacinas. De acordo com as administrações municipais, a situação só deverá ser normalizada com o envio de novas doses pelo Ministério da Saúde. A primeira fase da campanha ocorre até o dia 15 de abril.

Anteriormente, várias cidades do Grande Recife montaram esquemas especiais de vacinação, devido à alta procura pela imunização. A primeira fase da campanha é voltada a idosos e os profissionais de saúde, de acordo com as diretrizes do programa nacional.

Na capital pernambucana, foram vacinadas 130 mil pessoas, nos três primeiros dias da campanha. Isso equivale a metade da população que deveria ser vacinada na primeira fase. Segundo a gestão municipal, a procura dos idosos pela vacinação excedeu todas as expectativas e as novas doses devem ser recebidas até a sexta (27).

As vacinas remanescentes do primeiro lote serão usadas para vacinar os idosos acamados. Foram montados pontos de vacinação no esquema de "drive thru", em que a população não precisa descer do veículo para ser vacinada. Eles ficam no Shopping Rio Mar e no Parque da Macaxeira. Também há 40 creches, escolas municipais e clubes onde o público pode ir.

Em Jaboatão, foi montado um esquema de "drive-thru", no Shopping Guararapes, para que os idosos e profissionais de saúde sequer precisassem sair dos carros para se vacinar. Foram aplicadas, desde a segunda-feira (23), 51 mil doses da imunização.

A meta da cidade, que tem a segunda maior população de Pernambuco, é de imunizar 75 mil pessoas na primeira fase da campanha. Na cidade, há mais de 100 pontos de vacinação, segundo a gestão municipal.

Em Olinda, a Secretaria de Saúde municipal informou que foi obrigada a suspender a imunização "porque o estoque de vacina chegou ao fim". O município afirmou, ainda, que "retomará o trabalho assim que a Secretaria Estadual de Saúde repassar uma nova remessa oriunda do Ministério da Saúde".

Em Paulista, a campanha já tinha sido suspensa desde segunda (23). Segundo a prefeitura, a a decisão foi motivada por falta de insumos.

A administração municipal alegou que "o lote com 16 mil doses enviado pelo Ministério da Saúde não foi suficiente para a grande procura". Ainda não existe data para a campanha ser retomada, de acordo com o município.

No site, a prefeitura informou que "por conta do número insuficiente de doses que chegaram ao município, disponibilizadas pelo governo federal, e da alta procura pela vacina do H1N1, a saúde de Paulista irá interromper temporariamente a campanha de vacinação e aguardar que cheguem as doses do Ministério da Saúde. Assim que for restabelecido o abastecimento, serão divulgadas novas datas".


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O Jornal do Poder

26/03


2020

Após 1h30 de críticas no JN, Bolsonaro vai ao Twitter se defender

Por Revista Forum

O presidente Jair Bolsonaro sentiu as críticas que seu pronunciamento feito na terça-feira (24) gerou e, na noite de ontem, foi ao Twitter para tentar se defender.

Escrevendo frases em caixa alta e utilizando termos como “covardes”, o capitão da reserva se mostrou irritado com toda a repercussão de suas declarações defendendo o fim do isolamento social, medida adotada no mundo todo para frear a curva de disseminação do novo coronavírus. A postagem do presidente veio logo após uma edição de 1 hora e 30 minutos do Jornal Nacional, da Globo, praticamente toda dedicada a refutar a forma como Bolsonaro vem lidando com a pandemia.

“É mais fácil fazer demagogia diante de uma população assustada, do que falar a verdade. Isso custa popularidade. Não estou preocupado com isso! Aproveitar-se do medo das pessoas para fazer politicagem num momento como esse é coisa de COVARDE! A demagogia acelera o caos”, escreveu Bolsonaro.

E continuou: “Se estivesse pensando em mim, lavaria as mãos e jogaria para a platéia, como fazem uns. Penso no povo, que logo enfrentará um mal ainda maior do que o vírus se tudo seguir parado. NÃO CONDENAREI O POVO À MISÉRIA P/ RECEBER ELOGIO DA MÍDIA OU DE QUEM ATÉ ONTEM ASSALTAVA O PAÍS”.

Toda a sequência de tuítes de Bolsonaro é uma tentativa do presidente de justificar sua fala de terça-feira. Apesar de dizer que “não quer descaso” com a questão do coronavírus, ele seguiu defendendo o isolamento apenas de idosos e demais grupos de riscos, indo contra as recomendações de especialistas no Brasil e no mundo.

“Não queremos descaso com a questão da Covid-19. Apenas buscamos a dose adequada para combater esse mal sem causar um ainda maior. Se todos colaborarem, poderemos cuidar e proteger os idosos e demais grupos de risco, manter os cuidados diários de prevenção e o país funcionando”, escreveu.

Bolsonaro, apesar de defender o isolamento vertical em detrimento do isolamento social, não tem nenhuma proposta para garantir a renda daqueles que devem ficar em casa. Foi o que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), destacou nesta quarta-feira (25).

“Eu fico pensando como alguém pode falar em isolamento vertical se até hoje não apresentou uma proposta de contigenciamento pros idosos brasileiros mais pobres. Como um governo pode falar de um assunto sabendo que temos milhares de idosos nas comunidades, e até hoje a gente não viu do governo qual a política pra isolar os idosos”, disparou o parlamentar.


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Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Quando o Presidente do STF falou que era inadmissível mandar as pessoas para casa sem nenhuma garantia de salário, toda a imprensa calou. São realmente covardes e canalhas. Os políticos então nem se fala pois os adjetivos para eles tem de ser muito mais forte.


Banner de Arcoverde

26/03


2020

Lula: "Ou Bolsonaro renuncia, ou fazem impeachment dele"

Por Estadão Conteúdo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, durante conversa com o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad transmitida ao vivo em suas redes sociais, que o presidente Jair Bolsonaro não tem ¨estatura psicológica¨ para governar o Brasil e, portanto, deve renunciar ou ¨se faz o impeachment¨.

Haddad, acho que nós estamos numa situação complicada, porque acho que o Bolsonaro não tem estatura psicológica para continuar governando o Brasil. Ou este cidadão renuncia ou se faz o impeachment dele, alguma coisa, porque não é possível que alguém seja tão irresponsável de brincar com a vida de milhões de pessoas como ele está brincando", disse o ex-presidente.

Lula criticou duramente o pronunciamento de Bolsonaro no qual o presidente defendeu a flexibilização das medidas de controle ao coronavírus adotadas pelos Estados e voltou a comparar a doença a uma ¨gripezinha¨.

Citando episódios de seus oito anos de governo para ilustrar sua fala, Lula disse que o papel de um presidente em momentos de crise é unir o País, ouvir os melhores especialistas em cada área e tomar decisões com base em fatos científicos.

Ao falar em renúncia ou impeachment de Bolsonaro, Lula faz um avanço em relação à posição que defendia desde a eleição do atual presidente, sempre contrária ao discurso de setores do próprio PT que pedem a derrubada do governo.

Há menos de duas semanas, o grupo de Lula na direção do PT barrou tentativa de correntes minoritárias de aprovar o ¨Fora Bolsonaro¨ como bandeira do partido. Até antes do pronunciamento do presidente na TV, líderes petistas avaliavam que a defesa do impeachment de Bolsonaro poderia ser interpretada como oportunismo político.

Em suas redes sociais, Lula divulgou a íntegra da conversa com Haddad, mas não deu destaque para a fala sobre o impeachment.

¨O Bolsonaro não está preparado para tocar esse país. Um presidente não é obrigado a saber de tudo, mas quando você não sabe, você consulta a sociedade, os especialistas, os governadores. Coisa que em nenhum momento ele fez¨ escreveu o ex-presidente.


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Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

Fernandes

Magno, dá nojo ver bolsominion ter vez no seu blog defender miliciano genocida.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Magno, dá nojo ver bandido ter vez no seu blog. Faz isso não.


Prefeitura de Limoeiro

26/03


2020

Câmara aprova medidas sobre a merenda escolar

Por Agência Brasil

Em uma sessão marcada pela inédita atuação virtual de parlamentares no plenário, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem, uma proposta que estabelece a distribuição dos alimentos da merenda escolar às famílias dos estudantes da rede pública que foram dispensados das aulas como medida de enfrentamento à epidemia do novo coronavírus. A matéria, aprovada em votação simbólica, segue para apreciação do Senado.

O texto aprovado prevê que o recurso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) continuará a ser repassado pela União a estados e municípios para a compra de merenda escolar, que beneficia principalmente as crianças mais pobres das escolas públicas. O texto aprovado incluiu outra proposta com o mesmo conteúdo, da deputada Dorinha (DEM-TO).

Para a parlamentar, a medida é necessária e extraordinária após a suspensão das aulas, o que tem impedido o acesso dos alunos mais pobres à merenda escolar. A deputada ressaltou ainda que, em muitos casos, a alimentação na escola é essencial para subsistência dessas crianças.

“A suspensão das aulas nas escolas públicas de educação básica tem impedido o acesso dos alunos mais pobres a um programa suplementar de assistência estudantil fundamental: o da alimentação escolar. Para uma imensa parcela do alunado brasileiro, a merenda escolar é essencial para sua subsistência”, argumentou a deputada Dorinha.

A parlamentar ressaltou ainda que essa alimentação, já adquirida pelas redes escolares, não virá a perder validade, “evitando-se assim um infrutífero desperdício de recursos públicos”.

Sessão virtual

Com poucos parlamentares presencialmente no plenário, os deputados puderam participar da sessão por meio do Sistema de Deliberação Remota (SDR). A plataforma, integrada ao sistema de tecnologia da Câmara, permitiu que os deputados tivessem acesso por meio da internet às ferramentas legislativas com as opções de voto em: sim, não, abstenção e obstrução. Apesar dessa possibilidade, as votações foram todas realizadas por meio de votação simbólica.

As argumentações dos deputados que participavam virtualmente eram projetadas em telão no plenário, sob o comando do presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Diversos parlamentares, no entanto, reclamaram de falhas na conexão e não conseguiram participar da sessão.


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Shopping Aragão

26/03


2020

Startup e Prefeitura do Recife vão monitorar celulares

Por Estadão Conteúdo

A prefeitura da cidade de Recife anunciou na terça-feira, 24, que está usando sistemas de localização de cerca de 700 mil celulares de moradores para ações que incentivam que a população permaneça em casa, devido a pandemia de coronavírus. O projeto será feito em parceria com a startup pernambucana InLoco, dona de uma tecnologia de geolocalização que permite determinar identidades virtuais a partir dos dados de movimentação dos celulares pelo espaço.

Segundo o prefeito da cidade, Geraldo Júlio, o monitoramento não interfere na privacidade dos moradores nem de seus dados."Isso é uma ação direcionada ao coletivo, nada individual, para orientarmos as ações para onde as pessoas continuam se movimentando mais. Sabemos que o índice não é 100% fiel, porque mantemos os serviços essenciais funcionando e também temos crianças e pessoas que não têm celular, mas, assim, conseguimos dar alcance específico para cada bairro", explicou durante entrevista coletiva.

O monitoramento será feito em parceria com a In Loco, empresa de inteligência de localização e vai indicar em que bairros a medida de isolamento social estará sendo cumprida. "Não existem pessoas que vão para os mesmos lugares nos mesmos momentos. A geolocalização é como uma impressão digital, que pode ser anonimizada", diz André Ferraz, presidente executivo da startup, ao Estado.

Para captar os dados, a InLoco insere seu sistema em aplicativos de parceiros - no caso da colaboração com a Prefeitura de Recife, estarão monitorados os aparelhos que tiverem apps da Prefeitura instalados. "Mas o usuário terá de permitir que o app tenha acesso à sua localização para o recurso funcionar. Nada é feito sem consentimento", diz. Segundo Ferraz, a InLoco vai usar as informações para determinar o porcentual de pessoas em um determinado bairro que está em casa ou não.

"Com essas informações, que serão os únicos dados que a Prefeitura vai receber, é possível por exemplo mandar um carro de som do Corpo de Bombeiros para a vizinhança, com avisos para que as pessoas fiquem em casa", diz Ferraz. "Também é possível fazer comunicação direta: ao ver que o usuário tá saindo de casa, a prefeitura pode mandar uma mensagem pedindo para que ele tome cuidado e lave as mãos."

Segundo ele, o projeto começou a ser desenvolvido no último final de semana e já há conversas para que outras cidades e Estados o utilizem. Além disso, o plano é tornar o recurso disponível para o público, para que os cidadãos também utilizem a ferramenta como forma de conscientização em suas cidades.


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Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

Fernandes

Esse Direitopatas só sabem mistificar, raça nojenta.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Os bestas que vão nessa proposta indecorosa. Realmente é o espírito comunista para controle do povo.



26/03


2020

Telemedicina: Câmara aprova projeto que regulamenta atividade

Por Estadão Conteúdo

A Câmara aprovou, em sessão virtual realizada na noite de ontem, projeto que regulamenta a telemedicina. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda queria votar um auxílio emergencial para os trabalhadores informais durante a crise do novo coronavírus, em projeto relatado pelo deputado Marcelo Aro (PP-MG), mas a matéria ficou para a sessão da quinta-feira, 26, que deverá começar às 15h.

O projeto aprovado, de autoria da deputada Adriana Ventura (Novo-SP), autorização o uso da telemedicina no Brasil em quaisquer atividades da área de saúde, enquanto durar a crise da covid-19. Para Ventura, este é um momento fundamental para usarmos a tecnologia a favor da medicina.

A telemedicina oferece diagnóstico de forma remota, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos a distância. Por sua capacidade de tornas mais ágeis processos urgentes e encurtar distâncias, se mostra como uma ferramenta potencial para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no Brasil.


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26/03


2020

Há um mês, Itália resistia a tomar medidas restritivas; hoje soma 7,5 mil mortes

Por G1

O Ministério de Saúde da Itália registrou ao menos 7.503 mortes por Covid-19 e mais de 57,5 mil casos do início da epidemia até esta quarta-feira (25). Há um mês, o país mediterrâneo relutava em ampliar medidas de isolamento que estavam concentradas em cidades da Lombardia, região ao norte do país mais afetada pelo surto de coronavírus.

Em 21 de fevereiro, a Itália confirmou sua 1ª morte por Covid-19. Naquele momento, o país registrava apenas 17 casos confirmados da doença. Logo no dia seguinte, o governo italiano anunciou um toque de recolher para 11 cidades da região mais afetada pela doença.

Mas foi apenas em 8 de março que a Itália decidiu isolar toda a região da Lombardia, responsável por parte importante da economia italiana, em uma medida que afetou cerca de 16 milhões de pessoas. No dia seguinte, o isolamento foi estendido para todos os 60 milhões de habitantes do país que naquele momento já registrava mais de 400 mortes pelo novo coronavírus.

Coronavírus na Itália

. 30 de janeiro: primeiros casos de coronavírus no país
. 21 de fevereiro: 1ª morte por Covid-19
. 22 de fevereiro: governo declara toque de recolher na Lombardia
. 8 de março: Lombardia é isolada para conter avanço da doença
. 9 de março: isolamento completo em todo o país
. 19 de março: número de mortos na Itália ultrapassa o da China
. 21 de março: pico de mortes com 793 registros

"Exagero"

Com o rápido aumento no número dos casos, que em apenas uma semana de fevereiro foram de 76 para 650, diversos países passaram a restringir as viagens tanto com destino como as que tinham origem nas regiões mais afetadas da Itália.

O ministro das Relações Exteriores, Luigi Di Maio, disse em 27 de fevereiro, que houve uma "cobertura exagerada da mídia", o que teria sido motivo para a redução no número de voos.
"Na Itália, passamos de um risco de epidemia para uma 'infodemia' de desinformação, que neste momento está afetando nosso fluxo de turistas, nossos negócios e todo o nosso sistema econômico", disse Di Maio.

Neste mesmo dia, as autoridades de saúde italianas definiram um novo protocolo de testes para poder diagnosticar pacientes infectados pelo novo coronavírus, limitando o número de exames apenas às pessoas consideradas "do grupo de risco" que apresentassem sintomas.

Decretos e revogações

Prevendo o avanço da epidemia no país e com a falta de ações centralizadas em Roma, prefeitos e governadores italianos tomaram atitudes individuais para tentar conter o surto de Covid-19. Decretos e regras mais restritivas eram impostas pelas regiões, mas anuladas pelo governo italiano.

Em 24 de fevereiro, o primeiro-ministro Giuseppe Conte suspendeu um decreto assinado pelo governador de Marche, região que até aquele momento não registrava casos de coronavírus, que previa o fechamento de escolas e a proibição de aglomerações.

O premiê italiano argumentou que este tipo de ação descentralizada “contribuía para gerar o caos”. O governador da Lombardia, Attilio Fontana, decretou o fechamento de bares e restaurantes, medida que foi anulada pelo governo central de Roma.

Naquele momento, o país ainda contava com cerca de 200 casos confirmados de coronavírus e ao menos 6 mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O número de confirmações e mortes aumentou exponencialmente e chegou a mais de 9 mil casos quando o país decidiu se isolar por completo.

Fechamento total

A Itália vive, desde o dia 9, um isolamento total que inclui a suspensão de aulas e de serviços não essenciais. Eventos foram cancelados, e até mesmo o transporte de mercadorias foi limitado.

Giuseppe Conte afirmou nesta quarta-feira que a emergência do novo coronavírus é "sem precedentes" em todo o mundo. Ele pediu também que os países sejam rigorosos no combate ao coronavírus.

"Ninguém pode aceitar, muito menos a Itália que está fazendo grandes sacrifícios para combater o vírus, que outros países não percebam essa necessidade de máxima atenção preventiva", disse o primeiro-ministro durante um pronunciamento na Câmara dos Deputados da Itália.
O premiê disse também que, se outros países não forem rigorosos com as medidas preventivas, a pandemia pode aumentar ainda mais o ritmo dos contágios.

Reflexos no Brasil

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, foi questionado pelo G1 sobre as mudanças de posicionamento da Itália e quais exemplos os recuos deixam para o enfrentamento da Covid-19 no Brasil.

"Diferentemente da Itália, nós estamos nos preparando para um cenário adverso", disse Wanderson. Ele afirmou que o governo prepara estratégias e insumos para enfrentar o avanço da epidemia, mas que os casos aumentam com velocidade diferente em cada estado e que é preciso cautela.

"Que (a quarentena) apresenta resultados, não temos dúvidas. Modulá-la para um país em desenvolvimento é fundamental, evitando exagero, que sejam proporcionais e restritas", disse Wanderson.


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Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

É a Globo querendo justificar essas medidas absurdas aqui no Brasil. Não falam que a concentração é na Região da Lombardia e a população média é de 80 anos. Também não fala que boa parte das mortes são decorrentes de gripes comum e pelo H1N1.



26/03


2020

Eduardo defende discurso do pai

Por Estadão Conteúdo

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, aproveitou ontem a primeira sessão virtual da Câmara, para defender o pronunciamento feito por seu pai na véspera, no qual o chefe do Executivo criticou o isolamento social. "O que o presidente quis alertar no seu pronunciamento de ontem foi exatamente esse ponto. O ponto da alimentação, se todos nós ficarmos confinados por tempo indeterminado, qual será o caminhoneiro que vai levar essa comida para escola ou para as cidades? Esse que é o temor maior", disse, por videoconferência. A Câmara votou nesta quarta projeto que garante a entrega de merenda para estudantes, mesmo sem aulas durante o período de calamidade pública.

Para Eduardo, não é preciso ser uma "pessoa superdotada" para conseguir prever o "futuro catastrófico" com a quarentena. "Então, nós temos a certeza de que é impossível ficar confinado durante um longo período, e isso vai de encontro ao que líderes mundiais estão falando. A OMS (Organização Mundial de Saúde), no dia 16 de março, seu presidente falou que o ideal é que você faça o diagnóstico e, que os casos suspeitos fiquem isolados da sociedade, mas não a sociedade inteira isolada dentro de suas casas, seus apartamentos", disse. O deputado ressaltou ainda que, para ele, não se trata de se separar e priorizar o que é vida e o que economia. "São coisas que convergem no final das contas", disse.

Na mesma sessão virtual, o discurso presidencial foi alvo de ataques. Infectado com o coronavírus, o deputado Luis Tibé (Avante-MG) criticou Bolsonaro por minimizar os efeitos da doença. "O que estou passando enfrentando esse vírus é tudo menos uma gripezinha. Precisamos estar unidos contra o vírus, e a fala do presidente é muito preocupante", afirmou.

O deputado fez ainda uma sugestão: "É que tenhamos nos prontuários, nas situações em que infelizmente ocorrem as mortes, para saber se a morte foi exclusivamente por conta do coronavírus ou se também teve aí no meio alguma doença pré-existente para que fique às informações as claras e possa nortear as politicas de saúde, não só federais bem como estaduais e municipais", afirmou.

No começo da semana, o guru bolsonarista Olavo de Carvalho divulgou informações falsas e inseriu a pandemia do novo coronavírus numa teoria conspiratória em uma transmissão ao vivo no Youtube. Na transmissão, ele afirmou que não há nenhum caso confirmado de morte por coronavírus no mundo - uma mentira - e que a pandemia, em sua opinião, seria "a mais vasta manipulação de opinião pública que já aconteceu na história humana".

Além do novo coronavírus, Eduardo Bolsonaro disse que não iria se pronunciar sobre a China. "Aproveito a oportunidade para dizer aqui que não farei considerações sobre a China. Como forma de união e foco naquilo que é necessário nesse momento que é o combate ao coronavírus. Até porque eu estou prestes a ser demandado no Conselho de Ética. Se isso se configurar, aí sim será o momento oportuno para eu falar dessa questão", disse.

Na quarta-feira, 18, Eduardo publicou um tuíte em que acusou a China de ter escondido informações sobre o início da pandemia do coronavírus. "A culpa é da China e liberdade seria a solução", escreveu o deputado. O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, respondeu as acusações de Eduardo e exigiu a retirada imediata das palavras do deputado e um pedido de desculpas ao povo chinês.


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26/03


2020

Paulo Guedes despacha de casa

Por Estadão Conteúdo

Com 70 anos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, passou a despachar temporariamente da sua residência no Rio de Janeiro. No grupo de risco da pandemia do novo coronavírus, o ministro seguiu a orientação do colega, Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, para fazer home office. Desde sexta-feira da semana passada, despacha de sua casa.

Do Rio, Guedes participou ao longo do dia de conferências virtuais com a sua equipe direta, os presidentes dos bancos públicos (Banco Central, Banco do Brasil, BNDES, e Banco do Brasil) e o Palácio do Planalto.

A ausência de Brasília, onde o presidente Jair Bolsonaro continua despachando presencialmente no seu local de trabalho, o Palácio do Planalto, tem alimentado especulações sobre o seu distanciamento, justamente nesse momento mais crítico de contenção do alastramento do novo coronavírus e de medidas para atenuar as consequências na economia.

Segundo auxiliares, o ministro continua trabalhando "loucamente" em contatos também com governadores, investidores, economistas e membros do governo. Guedes tem sido representado nas reuniões presenciais pelos secretários especiais de Fazenda, Waldery Rodrigues, e Executivo, Marcelo Guaranys.

A ausência de Brasília vêm porém, alimentado rumores sobre sua saída do cargo e desentendimentos com o presidente. Todos desmentidos por ele via ligações diretas pelo WhatsApp ou mensagens diretas para quem, de fora da equipe, consegue uma atenção na sua agenda. Depois que teve o telefone clonado, o ministro não faz ligações pelo número do seu celular.

As críticas ao seu "sumiço" aumentaram depois que o presidente Bolsonaro passou a defender o fim do confinando em massa da população em contraponto à posição dos governadores. Um assessor direto ressalta que ele é do grupo de risco e diz que é injusta a crítica por ele estar tendo a cautela. A demora de efetivação das medidas de mitigação da crise, já anunciadas, também é atribuída a falta de coordenação no Ministério da Economia.

Como apurou o Estado, o ministro é um dos integrantes do governo a alertar o presidente Bolsonaro sobre o risco da paralisação brusca da economia.

Nos bastidores de Brasília, o comandante da política econômica tem sido um contraponto à continuidade de um bloqueio generalizado e às medidas de fechamento do comércio. Publicamente, porém, diz que não é médico para falar sobre ações de saúde. A interlocutores, confidenciou que não tem conhecimento na área de saúde para "ousar" aconselhar o presidente, mas disse que explicou que há uma defesa crescente do isolamento vertical (para pessoas do grupo de risco, incluindo idosos e pessoas com outras doenças) em vez do horizontal (para toda a população). "Me limito a observar que o confinamento horizontal prolongado pode ter um enorme impacto na economia", diz ele a quem pergunta.

As ações de isolamento para todos sem distinção são recomendações de autoridades sanitárias, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), como a única forma de evitar a disseminação da doença em estado de transmissão sustentada, ou seja, quando não se sabe a origem da contaminação.

Oficialmente, em entrevista ao Estado, na segunda-feira, 23, Guedes deu uma resposta curta quando foi questionado sobre o confinamento para conter o alastramento da pandemia: "Eu tenho que seguir, por enquanto, o Mandetta. Ele é o médico".

Os argumentos dos que defendem o isolamento mais brando, inclusive da equipe econômica, é que o bloqueio do comércio desconsidera o enorme impacto humanitário e social de uma recessão econômica profunda, que afeta principalmente os segmentos mais vulneráveis da população.

Nesse cenário, para eles, o custo no pós-crise epidêmica seria mais prejudicial para a população. Circulam previsões na Esplanada que o Brasil pode demorar mais de quatro anos para se recuperar do baque econômico, portanto, depois das próximas eleições presidenciais marcadas para 2022.


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26/03


2020

Presidente da OAB: "Entre ignorância e ciência, não hesite"

Por Estadão Conteúdo

Após pronunciamento em que o presidente Jair Bolsonaro, em rede nacional, voltou a falar em histeria em torno da pandemia da covid-19 - que deixa mais de 16,3 mil mortos no mundo -, o presidente da Ordem dos Advogados (OAB) do Brasil, Felipe Santa Cruz, reforçou a orientação sobre o isolamento social para conter o novo coronavírus e criticou a atitude do presidente.

Entre a ignorância e a ciência, não hesite. Não quebre a quarentena por conta deste que será reconhecido como um dos pronunciamentos políticos mais desonestos da história", afirmou o chefe da maior entidade da advocacia no País em seu perfil no Twitter na noite de ontem.

O Brasil contava até a noite de terça com 48 mortes e 2.201 casos confirmados em todas as unidades federativas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o aumento do número de casos confirmados da covid-19 foi de 16,4% entre esta segunda, 23 e terça, 24.

Em meio a esse cenário, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em que defendeu o fim do "confinamento em massa", afirmou que a imprensa "espalha a sensação de pavor" e disse que não há motivo para fechar escolas, uma vez que o grupo de risco é composto por, também, pessoas com mais de 60 anos. "São raros os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos", disse.

O discurso gerou diferentes críticas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a fala de Bolsonaro foi grave e cobrou uma liderança "séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população". O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considerou "equivocado" o pronunciamento e criticou o fato de Bolsonaro usar a estrutura de transmissão para distribuir ataques.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes também se pronunciou após a fala de Bolsonaro e voltou a pedir que os brasileiros fiquem em casa. "As agruras da crise, por mais árduas que sejam, não sustentam o luxo da insensatez", afirmou o ministro.


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Comentários

Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Esse imbecil, tenho certeza que não mandou o porteiro do seu prédio e os zeladores para casa. É muito bom dizer para ficar no conforto de casa tendo outras pessoas se expondo. Não, não é a ignorância desse hipócrita, é ser aproveitador da miséria do povo.



25/03


2020

Mourão contraria Bolsonaro e defende quarentena

Do Terra

O vice-presidente Hamilton Mourão causou desconforto no governo e contrariou o polêmico pronunciamento de presidente Jair Bolsonaro, que pedia a "volta à normalidade" em meio à pandemia do coronavírus. Após um evento do conselho do Conselho Nacional da Amazônia Legal, na tarde desta quarta-feira (25) o general foi questionado sobre a fala de Bolsonaro, e foi na contramão da opinião do presidente.

Os militares não são os únicos que não gostaram da postura do presidente. Os governadores, que se reuniram por teleconferência com Bolsonaro na manhã desta quarta-feira, também discordaram do posicionamento do governo federal. Além disso, os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, foram outros que, assim como dezenas de parlamentares, lamentaram a fala do capitão da reserva.


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25/03


2020

Maia: "Acionistas da Bolsa pressionam por fim de quarentena"

Por Reuters

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (25) que investidores da Bolsa de Valores de São Paulo não podem impor, em razão das perdas financeiras que têm sofrido em razão dos desdobramentos da pandemia de coronavírus no país, a antecipação do fim de medidas de isolamento social.

Segundo Maia, nas últimas semanas tem havido uma pressão muito grande de parte de investidores que colocaram recursos na Bolsa brasileira, esperando o que chamou de "prosperidade" com a expectativa de o índice que poderia alcançar 150 mil pontos este ano.

O Ibovespa --que teve a segunda forte seguida após semanas de forte queda -- fechou nesta quarta-feira próximo dos 75 mil pontos.

O presidente da Câmara disse que não se pode ouvir --neste momento da crise sanitária do coronavírus-- investidores que perderam dinheiro. "Risco é assim, ganha ou perde", afirmou.  "Não podemos colocar vidas em risco", completou.

Para Maia, é preciso seguir as recomendações do Ministério da Saúde que tem advogado a manutenção do isolamento social para conter o avanço do coronavírus no país.


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25/03


2020

Bem-te-vi faz doação a famílias carentes

Engajada no combate ao coronavírus, a marca Bem te vi está doando sabão em barra para compor o kit que será entregue pela Prefeitura do Recife a famílias carentes da cidade. A ação será realizada nesta quinta-feira (26) e vai beneficiar a população vulnerável que faz parte da rede de atendimento da Prefeitura.

O objetivo é dar condições para que as pessoas possam fazer a higienização correta com o uso do sabão em barra, evitando a disseminação do coronavírus, já que lavar as mãos é o ponto principal no combate ao vírus.

Em outra ação para ajudar na prevenção  à doença, a Bem te vi está com uma campanha educativa onde ensina a forma correta de lavar as mãos. Os posts estão nas redes sociais da empresa. 

Com imagens ilustrativas, mostram os cinco passos para higienizar as mãos: passar sabão nas mãos, molhar e esfregar a palma de cada mão, lavar bem entre os dedos e também os punhos, retirar o sabão com água corrente, secar bem as mãos. Confira em @bemtevi.limpeza.


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25/03


2020

Bolsonaro é alvo de panelaços nesta quarta-feira

Por G1

Cidades brasileiras registraram panelaços contra o presidente Jair Bolsonaro pelo nono dia seguido na nesta quarta-feira (25).

São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Recife tiveram gritos de "fora, Bolsonaro!". Cidades da Grande São Paulo, como Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo e Taboão da Serra, também registraram panelaços.

Na Lagoa, no Rio, e em Niterói, foi possível ouvir o som do "Hino nacional" sendo executado em algumas residências.

As primeiras manifestações contrárias a Bolsonaro presidente ocorreram na terça-feira (17) da semana passada.

Confira aqui: Cidades brasileiras registram panelaços contra Bolsonaro ...


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Comentários

Fernandes

A RENÚNCIA DO MILICIANO JÁ ESTÁ PRONTA.



25/03


2020

FBC quer isolamento com medidas econômicas

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu, há pouco, que o isolamento social seja mantido nas próximas semanas para diminuir a propagação do coronavírus no Brasil. Ele ponderou, contudo, que os impactos na economia devem ser considerados em caso de isolamento por um período maior. 

“Acho que tudo recomenda para que a gente possa sim manter o isolamento social pelas próximas duas, três semanas no sentido de achatarmos a curva dessa epidemia. É recomendável que o isolamento social indicado por governadores e prefeitos possa ser acatado", afirmou.

E acrescentou: "Mas acho que a fala do presidente [Jair Bolsonaro] vai na direção que todos nós temos que refletir. Qual é o período de isolamento social que a gente pode suportar do ponto de vista das repercussões econômicas?”

Os desdobramentos de uma recessão aguda, de uma depressão econômica, segundo ele, são muito graves do ponto de vista das atividades produtivas, da geração de emprego. "Então, não acho que estamos diante de uma matéria simples, de uma escolha simples”.

O líder citou o Japão, a Rússia e o México como exemplos de países que não adotaram o isolamento social como medida para conter a transmissão da Covid-19. “Não é um tema fácil. Não é um tema que é unanimidade em nível internacional.”

Ele também ressaltou o papel do Congresso Nacional para que o “equilíbrio das posições” seja alcançado e pediu a união de todos no enfrentamento da pandemia do coronavírus.

 “O Congresso está presente, está atuando, está debatendo e, sempre que possível, será um ponto de unidade da federação brasileira. Unir a todos: o presidente da República, governadores de estado, prefeitos e sociedade civil. Todos nós temos que estar unidos para que o Brasil possa superar esse momento muito difícil.”

FBC negou que tenha havido uma disputa entre o Governo Federal e o governo de Pernambuco em torno de respiradores importados pela Prefeitura do Recife por meio do Porto de Suape. Segundo ele, o Governo Federal fez uma requisição administrativa para que os respiradores pudessem atender os hospitais do País. “O próprio prefeito Geraldo Julio, após decisão judicial, abriu mão da ação porque foi informado que aquela requisição administrativa era para atender todos os hospitais espalhados pelo Brasil”, explicou o senador.

O Senado aprovou dois projetos relacionados ao combate a Covid-19. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 232, de 2019, dá mais flexibilidade a estados e municípios no uso dos recursos destinados à saúde. Isso significa a realocação das verbas repassadas em anos anteriores pelo Ministério da Saúde para ações de combate ao coronavírus. 

Já o PLP 668, de 2020, proíbe a exportação de produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à epidemia de coronavírus no Brasil, como máscaras, luvas, óculos de proteção e ventiladores, enquanto durar a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional.


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25/03


2020

Bolsonaro: lotéricas na lista de serviços essenciais

Por G1

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (25), em redes sociais, que incluirá as casas lotéricas na lista de "serviços públicos e atividades essenciais" que podem permanecer abertos, mesmo quando houver restrição ou quarentena em razão do novo coronavírus.

Na publicação, Bolsonaro afirmou que há 12.956 casas lotéricas no Brasil, e que "2.463 se encontram fechadas por decretos estaduais ou municipais". E disse que a mudança na regra permitirá que as lotéricas "possam funcionar em sua plenitude".

Até a publicação desta reportagem, a mudança ainda não tinha sido efetivada no "Diário Oficial da União".

A lista de serviços que podem funcionar durante a quarentena, por serem considerados essenciais, foi publicada pelo governo federal em um decreto na última sexta (20). No domingo, o texto foi atualizado para incluir atividades e serviços relacionados à imprensa.

Também fazem parte da lista, entre outras atividades:

. assistência à saúde;
. atividades de segurança e defesa nacional;
. transporte intermunicipal, interestadual e internacional de passageiros;
. transporte por táxi e por aplicativos;
. serviços de telecomunicações, energia elétrica e gás;
. produção e venda de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;
. serviços bancários e postais;
. produção e venda de combustíveis;
. transporte e entrega de cargas.

A alteração do decreto, anunciada por Bolsonaro, pode não resolver o fechamento das lotéricas de forma imediata. Isso porque, na terça (24), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello decidiu que tanto o presidente, quanto governadores e prefeitos podem editar regras sobre isolamento, quarentena e restrições de transporte.

Na sexta – junto com a publicação da lista de serviços essenciais –, o presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória que concentrava esse poder nas mãos da União. Com isso, ficou definido que os governos estaduais e municipais não poderiam, por exemplo, paralisar um serviço incluído na lista federal.

O PDT recorreu ao Supremo e conseguiu reverter essa regra. Marco Aurélio Mello acatou o argumento do partido de que a Constituição define "competência concorrente" de União, estados e municípios para estabelecer políticas de saúde.

Quando as regras da União e dos estados entram em conflito, nestes casos, não há uma definição clara de qual norma prevalece. Apesar da decisão liminar (provisória) de Marco Aurélio Mello, o STF deve avaliar o tema em plenário na próxima sessão, marcada para 1º de abril.


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25/03


2020

Solidária com Afogados, Aline apela a governador

Vereadora no Recife, sendo majoritária como candidata a deputada estadual na eleição passada em Afogados da Ingazeira, Aline Mariano se solidarizou, há pouco, com o municipio, fortemente atingido pelas cheias provocadas pelas últimas chuvas sob o leito do Rio Pajeú. Na íntegra, a sua nota:

Num momento tão dramático que o mundo vive hoje, especialmente nosso País com a disseminação da Covid-19, o vírus que já tirou a vida milhares de pessoas com preocupante preocupante incidência em território nacional, Afogados da Ingazeira se vê ameaçada duplamente pelo coronavirus e as enchentes no Rio Pajeú.

Por meio desta, me solidarizo com meus irmãos sertanejos. Chuva, a gente pede no Pajeú e no Sertão em geral como súplica, para banir os efeitos da seca, drama secular que persiste ano após ano, incessantemente, de forma inclemente.

Mas, quando cai além da conta, como agora, ao invés de devolver alegria, felicidade e esperança, causa aflição e temor. É o caso de Afogados da Ingazeira, com chuvas acima da média prevista. 

A cidade já contabiliza muitas perdas, com pontes destruídas, açudes estourando e famílias desabrigadas às margens do Rio Pajeú. Rogo a Deus que a situação não fuja do controle e apelo ao governador Paulo Câmara para que providências urgentes sejam tomadas para atender de imediato  e em caráter de urgência as famílias atingidas.


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25/03


2020

Economistas criticam posicionamento de Bolsonaro

Por G1

Economistas, ex-presidentes e diretores do Banco Central e ex-ministros condenaram o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro sobre a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Em pronunciamento em rede nacional na noite de terça-feira (24), Bolsonaro fez um apelo pela "volta à normalidade" e á reabertura do comércio e das escolas. Na fala, ele chamou a doença de "resfriadinho", contrariou especialistas, pediu o fim do "confinamento em massa" e culpou a imprensa por "espalhar pavor".

Economistas afirmam, no entanto, que se a epidemia sair de controle, as consequências econômicas podem ser até mais graves, e que salvar vidas deve ter prioridade sobre a economia.

Confira a íntegra aqui: Economistas criticam posicionamento do governo Bolsonaro ...


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25/03


2020

Detran contribui para imunizar idosos contra gripe

Numa parceria entre a Prefeitura de Camaragibe, por meio da Secretaria de Segurança Pública, e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE), agentes do Detran e da prefeitura realizaram, durante todo o dia de hoje, no Km 10,5 da Estrada de Aldeia, a vacinação de idosos contra a gripe (Influenza/H1N1).

Para desenvolver a ação, que alcançou 600 idosos, a Diretoria de Fiscalização do Detran-PE, por meio da operação Prevenção “Segundos que Salvam Vidas” disponibilizou o Detran itinerante – caminhão com gerador próprio, frigobar (para conservação das vacinas) e banheiro. A infraestrutura contou ainda com viaturas de apoio e um PK (carro com painel luminoso) avisando da vacinação.

De acordo com o secretário executivo de Trânsito e Mobilidade daquele município, Josemir Rufino, a parceria com o Detran veio “contribuir para que fosse evitado aglomerações e a exposição do público idoso diante da pandemia do coronavírus”. Ele também destacou que a parceria foi importante para agilizar o trabalho e garantir mais segurança e organização devido a circulação do trânsito nas imediações.

As próximas operações acontecem em São Lourenço da Mata, na Praça do Canhão, amanhã e no sábado (28), e, novamente em Camaragibe, no sábado (28), também no km 10,5 de Aldeia.


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25/03


2020

Governo abre inscrições para seleção na área da Saúde

O Governo de Pernambuco abriu, hoje, inscrições para selecionar 670 profissionais de saúde para atuar no complexo hospitalar da Universidade de Pernambuco (UPE). Os profissionais serão utilizados no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), centro de referência em Pernambuco para o atendimento de casos da Covid-19.

A seleção foi anunciada na última segunda-feira, por meio do Decreto N° 48.840, como parte das ações para conter o avanço do novo Coronavírus em Pernambuco. O recrutamento é para a contratação de enfermeiros, nutricionistas, farmacêuticos, biomédicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos intensivistas, clínicos, infectologistas e pediatras, além de técnicos em enfermagem e flebotomistas.

As inscrições gratuitas são feitas, exclusivamente, pelo site www.upenet.com.br. O processo seletivo, realizado em uma única etapa eliminatória e classificatória em avaliação curricular, terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogável por igual período. A convocação para as contratações será através de publicação no Diário Oficial do Estado e através de e-mail dirigido ao endereço eletrônico constante na ficha de inscrição do candidato classificado.

O resultado será divulgado no dia 04 de abril. O certame, executado pela Universidade de Pernambuco - UPE, está regido pela Portaria Conjunta SAD/UPE no 036, de 24 de março.

O Complexo Hospitalar da UPE é composto pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), pelo Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam) e pelo Pronto Socorro Cardiológico Universitário (Procape). O candidato que não atender à convocação para a sua contratação, no prazo máximo de três dias úteis, juntamente com a apresentação dos documentos para a comprovação dos requisitos para a contratação, citados no Edital, será considerado desistente, sendo automaticamente excluído do processo seletivo simplificado e será imediatamente convocado outro candidato, respeitadas a classificação geral dos candidatos aprovados.


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25/03


2020

Meu editorial no Frente a Frente – 25/03/2020

Se você perdeu o Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes, escute agora o meu editorial.


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25/03


2020

Mandetta: Vi grande colaboração na fala de Bolsonaro

Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter feito um pronunciamento criticando medidas de isolamento social adotadas no Brasil contra a Covid-19, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse, hoje, que permanece no cargo e defendeu o posicionamento do presidente.

"Eu vou deixar muito claro: eu saio daqui na hora que acharem que eu não devo trabalhar, que o presidente achar, porque foi ele que me nomeou. Ou se eu tiver doente, o que é possível, eu ter uma doença, ou no momento que eu achar que esse período todo de turbulência já tenha passado e que eu possa não ser mais útil. Nesse momento de crise agora, eu vou trabalhar ao máximo. Equipe está todinha focada. Nós vamos trabalhar com critério técnico", disse Mandetta.

Atividade econômica

Mandetta defendeu a manutenção da atividade econômica no Brasil. Ele afirmou que essa é uma das preocupações do comitê interministerial que atua no enfrentamento da crise. "Tenho certeza de que esse comitê vai achar boas soluções para a economia", disse Mandetta.

O ministro citou a agropecuária como exemplo de ramo que precisa continuar ativo para evitar consequências em outros setores.

"Eu sou de um estado agrícola. Nós temos safra para colher, uma safra daqui a pouco para plantar e sem alimento não adianta a gente fazer luta, porque quem está segurando a economia desse país é o agro. A gente então precisa pensar tudo isso", disse o ministro, para na sequência apoiar o pronunciamento de Bolsonaro, que foi criticado por políticos e entidades médicas.

"E eu vejo nesse sentido a grande colaboração da fala do presidente. Chamar a atenção de todos que é preciso pensar na economia", disse Mandetta.


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25/03


2020

A Desordem Programada I

Por Cássio Rizzonuto

A extrema imprensa e os blogs que tudo repetem sem estudar, pesquisar ou saber o que de fato acontece (inocentes inúteis), querem nos fazer crer que o último discurso do presidente Bolsonaro a respeito do coronavírus – o vírus chinês –, foi ideia sua, isolada.

O presidente está respaldado por sua equipe ministerial e dados levantados nos setores de inteligência governamental. A dose que os governadores estão ministrando, nessa onda do vírus chinês, não deixa nenhuma dúvida de que o objetivo é arrasar o país. Estamos numa pauta comunista, comandada pela China, único a lucrar em todo o caos.

Desde que o vírus deixou Wohan, ganhando o mundo, o noticiário nos diz que a China comprou empresas lucrativas na bacia das almas, com a queda vertiginosa das bolsas, ampliando seu espaço de poder e dominação. A China soltou o vírus, mas já dispunha de remédio, antídoto que fosse para evitar que se prolongasse a epidemia por lá.

Construiu hospital para exibir ao mundo, como se tal obra não estivesse projetada há tempo, esquadrinhada em seus mínimos detalhes. O país deu “show” de eficiência e competência. Em tempo recorde, Wohan saiu da quarentena e deixou os seus cidadãos circularem livremente, garantindo tudo estar seguro e em perfeita ordem.

O que nos deixa a todos intranquilos é saber que a China, que já controla 17 de nossas usinas hidrelétricas, está investindo pesadamente nos meios de comunicação. A TV estatal chinês “praticamente comprou a Rede Bandeirante” e “fechou um acordo de cooperação com o Grupo Globo”, detentor da Rede Globo.

A denúncia foi efetuada por Bernardo Küster, em vídeo que circula na rede, com notícias apanhadas nos próprios meios de comunicação e que ninguém repercutiu. Todos os programas da Globo estão voltados para o fortalecimento da imagem chinesa. Muito dinheiro está sendo injetado ali. A Rede Globo vem devastando o país há muitos anos.

O caso da Band é tão sério que montou um programa, também transmitido pelo canal fechado, Arte 1, com “frases clássicas do presidente Xi Jinping”. Para se ter ideia, o apresentador Datena, inculto e semialfabetizado, detentor de vocabulário extremamente limitado, passou a atacar o presidente Bolsonaro. Não faz muito, ele o elogiava à toa.

E o governador Doria (SP)? Abriu escritório em Xangai, “voltado a negócios”. Ele é um dos políticos brasileiros em que a China investe. Doria diz que “virão recursos para rodovias, para a Hidrovia Tietê-Paraná, uma nova malha ferroviária no estado e 28 aeroportos regionais, além de saneamento básico e tecnologia”. Num prazo de 4 anos!

Vejam como a coisa é grave: além do domínio dos meios de comunicação, a China possui no Brasil 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos que geram um total de 8,28 GW de capacidade instalada. E ainda não se sabe por que a Rede Globo coloca panelaço todos os dias no Jornal Nacional e quer derrubar o presidente de todas as maneiras.

O problema é que o Brasil poderá mergulhar numa desordem de característica revolucionária, com as pessoas se matando nas ruas por comida. A população mais pobre e desempregada, que vive na informalidade, está sendo obrigada a ficar em casa e perder todas as suas fontes de renda. Os governadores, mancomunados, estão enlouquecidos.

Já vêm acontecendo saques a supermercados em algumas cidades. Em Pernambuco, onde se encontra um dos governadores mais insensíveis e despreparados (Paulo Câmara-PSB), a violência nas ruas cresce a níveis insustentáveis. O presidente da República está certo, mas a pauta dos comunistas é derrubá-lo. (Continua no próximo artigo).


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Comentários

Alberto Costa Santos

Bolsonaro só fala besteira, aí chega um bozoloide desse querendo uma boquinha pra puxar o saco do malucão, e se perde todo.

Fernandes

O direitalha critica Magno quando faz critica ao Bozonaro. A direita é assim só sabe mistificar.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Parabéns Magno. Publicar uma matéria que mostra a realidade da esquerda caviar que quer continuar mandando no Brasil a qualquer custo. Acontece que aqui não é a Venezuela e nunca deixaremos nossa Bandeira ser vermelha.

Kelson Menezes da silva

Uma.matéria feita por um idiota sem noção