03/09


2006

Aleluia: País está na lanterna do crescimento mundial

 ''A lanterna que o Brasil ostenta entre 25 nações em relação a taxa de crescimento deve ser debitada inteiramente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que investiu unicamente em atraso e em corrupção ao construir a mais incompetente, desqualificada e corrupta equipe de governo de que se tem notícia no País em qualquer época'', afirma o líder da Oposição na Câmara, deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA).

O ambiente internacional nesses quase quatro anos de administração do petista foi auspicioso para o crescimento econômico. Países que se prepararam e tiverem governos sérios e eficientes avançaram, reduzindo desigualdades sociais, exportando mais, ao aproveitarem bem as oportunidades.

“Sem exceção, todos os países emergentes registraram crescimento acima de 5% e alguns ficaram ao redor de 10% como a China e a Índia. O Brasil cresceu em média 2,5%, o que é um desastre e a reafirmação do fracasso do governo Lula”, criticou.


O congressista não tem dúvida de que a corrupção e o despreparo de Lula foram fundamentais para a constrangedora situação brasileira no cenário internacional.

A carga tributária, os juros estratosféricos, aliados à falta de investimento em infra-estrutura pelo governo federal, segundo Aleluia, levaram à redução da produção, à fuga de novos investimentos pela iniciativa privada e, sobretudo, ao desemprego crescente e à queda dos salários.

“Há fortes indícios de que a capacidade de endividamento do brasileiro chegou ao limite. Iludido por Lula, que pregou o ´espetáculo do crescimento`, o cidadão, notadamente a classe média baixa, foi às compras e agora recebeu a fatura. Como pagá-la?”, questionou o líder.

O líder oposicionista chamou a atenção para fato de que mais de 100 jovens brasileiros estão seguindo o caminho do Exterior desesperançados com os rumos do País comandado por Lula.

“Jovens que terminam a universidade descobrem, rapidamente, que a melhor opção de trabalho passa pelos corredores do aeroporto. Exportamos cérebros, enquanto o Brasil for governado por um demagogo populista à frente de uma administração corrupta”, afirmou.


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Comentários

Caro Deputado, corrupção mesmo se vê aí na Bahia com seus correligionários, estás com amnésia por conveniência?

Raimundo Eleno dos Santos

Carlos Aleluia é espoleta de ACM.Todos sabemos disso.O Pais se encontra ainda em situação difícil porque os mesmos elementos do passado revolucionário, feito ACM,capacho de coturno,que botou cachorros contra Ulisses,fez o Brasil atrasar em décadas.Mas Lula está dando um jeito.Para ele mais 4 anos.

guilherme alves

O ilustrado Aleluia sabe muito bem que o desempenho pífio do Brasil há anos é fruto de políticas economicas que ele defende, e por práticas politicas utilizadas por seu grupo politico.

esse aleluia é um cara de pau, o signatário desse blog tem uma pressa pra divulgar o q esse carlista fala, meus amigos quem é Aleluia pra ta posando de guardião da moralidade deste país, esse rapaz foi presidente da chesf, e num passe de magíca se elegeu deputado com o apoio das empreiteiras.


Cabo 2021

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25/02


2021

Prefeita de Igarassu cumpre nova agenda em Brasília

A prefeita de Igarassu, professora Elcione Ramos (PTB), ao lado do ex-prefeito e presidente da Agencia de Desenvolvimento Econômico do município, Mário Ricardo (PTB), cumpre uma agenda de três dias em Brasília, com visitas à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. O objetivo da maratona é buscar emendas com os parlamentares e também participar de audiências com os ministros do Turismo, Gilson Machado Neto, e da infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

Entre os assuntos da pauta, estão a continuidade nas tratativas nos investimentos do Arco Metropolitano e a conclusão da BR-101 Norte, no trecho de Igarassu até João Pessoa, medidas que vão melhorar a mobilidade da região norte em vários aspectos, desde o turismo ao crescimento do litoral e Mata Norte. A agenda dos gestores ainda tem horário com o novo ministro da Cidadania, o pernambucano João Roma, e uma visita à Frente Nacional de Prefeitos (FNP).


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25/02


2021

Deputada critica novo decreto do Governo do Estado

A decisão do Governo do Estado em endurecer as medidas restritivas, proibindo atividades econômicas em 63 municípios pernambucanos, pautou o discurso da deputada estadual Clarissa Tércio (PSC), na manhã de hoje.

“Essas proibições de funcionamento de atividades econômicas só trazem mais desemprego e o fechamento de muitos estabelecimentos comerciais. A população precisa trabalhar para manterem suas famílias", destacou a parlamentar.

Outra pontuação feita pela deputada foi o fato de, na quarta-feira passada, o Governo do Estado postar em sua conta oficial do Instagram, a informação de que a taxa de mortalidade em Pernambuco por Covid-19 estava abaixo da média nacional e o estado estaria ocupando a 14 colocação no País. E dias depois, o estado apresentar alta significativa dos casos. "É muito estranha essa alta repentina. Gostaria de entender", disse.

Em relação às igrejas, a deputada disse que por ser uma representante do segmento religioso, na Casa, tem sido muito procurada por lideranças religiosas insatisfeitas com a decisão do Governo do Estado sobre a redução do horário de funcionamento das atividades em 63 municípios, em que as igrejas também estão inclusas.

“Considero essa medida um desrespeito ao direito de culto, previsto na Constituição Federal. É um desrespeito à lei. Precisamos ter esse direito assegurado", enfatizou a deputada, destacando o importante trabalho das igrejas, durante a pandemia.

Por fim, Clarissa diz que o Governo Federal não tem medido esforços para enviar recursos para os estados e municípios brasileiros para investirem em ações de combate à Covid-19 e que, Pernambuco, tem muito a agradecer ao Governo Federal pelo apoio recebido.


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Banner Jaboatao 2021

25/02


2021

Prefeita de Floresta busca recursos em Brasília

A prefeita de Floresta, Rorro? Maniçoba (PSB), encontra-se em Brasília em busca de recursos para serem investidos na cidade. A gestora já realizou visitas aos três senadores pernambucanos, Fernando Bezerra Coelho (MDB), Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB), aos quais solicitou emendas parlamentares para diversas áreas do município.

Ela esteve com o secretário da Confederação Nacional dos Municípios – CNM, Eduardo Barbosa, com quem tratou sobre iniciativas políticas e técnicas para benefício de Floresta. Ontem, Rorró também esteve com os deputados federais Eduardo da Fonte (PP) e Milton Coelho (PSB) Pernambuco. Em todos os encontros, a prefeita tratou sobre emendas parlamentares e apoio para projetos que deverão ser implantados no município ao longo dos próximos anos.

“Temos uma boa receptividade por onde passamos, existe uma disposição de todos em ajudar nosso município. Levei em mãos 26 ofícios com pedidos, e tenho certeza que vamos conquistar muita coisa boa para nossa gente”, disse Rorro?.


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25/02


2021

Câmara realiza sessão para analisar PEC das Prerrogativas

A Câmara dos Deputados começou a sessão deliberativa destinada a analisar a PEC das Prerrogativas (Proposta de Emenda à Constituição 3/21), que restringe a prisão em flagrante de parlamentares somente se relacionada a crimes inafiançáveis listados na Constituição, como racismo e crimes hediondos.

O texto, assinado pelo deputado Celso Sabino (PSDB-PA) e outros 185 deputados, proíbe ainda a prisão cautelar por decisão monocrática, ou seja, de um único ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), como ocorreu com o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ). A prisão de Silveira foi decretada inicialmente pelo ministro Alexandre de Moraes e referendada depois pelo Pleno da Corte.

Na noite de quarta-feira, o Plenário aprovou a admissibilidade da proposta, relatada pela deputada Margarete Coelho (PP-PI), que também é relatora do mérito da matéria em nome da comissão especial.


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Petrolina 2021

25/02


2021

Um autor em três Repúblicas

Por Antonio Lavareda*

A qualidade da obra de José Sarney é atestada entre outras medalhas pelo seu ingresso nas Academias de Letras do Maranhão e do Brasil e pela receptividade às múltiplas edições dos seus livros aqui e no exterior que o distinguem como festejado autor literário. Do mesmo modo, sua trajetória destacada em três fases do percurso da nação faz dele um tipo raro de ator político que em grande medida foi também “autor”, várias vezes decisivo, do roteiro dos acontecimentos desses tempos, ajudando a escrever páginas marcantes da história do país.

Quando examinadas as explicações sobre o fenômeno da fragilização da democracia representativa ou democracia liberal, em torno do qual irrompeu nos últimos anos uma avalanche de livros e artigos, verifica-se um amplo leque de diagnósticos. Eles apontam causas que vão da frustração causada pelo crescimento das desigualdades acentuadas pelo chamado capitalismo tecnológico, passam pelo efeito disruptivo das crises econômicas e chegam até o generalizado acesso às plataformas que revolucionaram a comunicação entre os indivíduos permitindo-lhes inédita capacidade de mobilização e protesto contra as instituições. Não esquecendo o fantasma da inteligência artificial ameaçando substituir a consciência coletiva por algoritmos autonomizados.

Se há desencontros quanto à etiologia, praticamente não os há quanto à identificação dos sintomas: polarização social e ideológica, partidos e parlamentos rejeitados, solidariedade social sabotada, erosão dos ideais democráticos. Tudo isso deixando o terreno fértil, em meio ao déficit de razoabilidade do debate público, para o triunfo dos populismos. Porém, muito embora essa literatura já seja volumosa, ela praticamente não ressalta, com a ênfase devida, que a fragilização paulatina da democracia se faz acompanhar pelo desvanecer de uma certa elite política preexistente, uma outra importante causa e também efeito desse processo.

Quando rareiam os líderes comprometidos ética e culturalmente com a democracia, caracterizados pelo exercício da prudência e da tolerância nos limites da razão, provados pela experiência de carreiras exitosas cuja principal chave terá sido a persuasão dialogal, percebe-se a olho nu a alteração qualitativa do cenário. Com acentuado empobrecimento cognitivo a política vai desaprendendo a capacidade de escutar os contrários. E sobressaem novas lideranças do tipo carismático populista que terminam por se mostrar ultrassensíveis aos limites das esferas constitucionais. Para elas, o manejo das crises pode ser sempre uma dança à borda do precipício.

José Sarney simboliza aquela parcela diferenciada da elite política brasileira que na República se mostrou capaz de protagonizar os acontecimentos, movendo-se em meio às suas circunstâncias, tendo os ideais democráticos como bússola. E em se tratando da nossa realidade, não foi nada fácil.

Como os melhores analistas descreveram, a República no Brasil estava fadada a acontecer pela inviabilidade do terceiro reinado e pelo esgotamento do poder moderador que pairava sobre um parlamentarismo que funcionava sem opinião pública organizada. Uma vez instituída, em todas as suas fases as crises seriam uma constante. Derivadas quer da heterogeneidade dos interesses em um país continental, quer dos elevados níveis de desigualdade em uma sociedade de baixa renda média, quer do modelo presidencialista que adotamos acompanhado de extensa fragmentação parlamentar. Desenvolvendo uma tipologia que esgota o glossário da matéria. Crises de participação, de representação, econômicas, sociais, éticas, de confiança nas instituições, por conflito dos poderes do Estado. Algumas vezes se superpondo na tempestade perfeita da “crise geral”.

Ao procurarmos resumir de forma sequencial as etapas da nossa história vale lembrar, de início, que diferentemente dos franceses não temos o hábito de incorporar às narrativas a numeração das nossas fases Republicanas. Poucos se dão conta de vivermos hoje o sexto capítulo da série que foi iniciada com a deposição daquele que para alguns foi o mais Republicano dos imperadores, inaugurando a Primeira República. Com interstícios autoritários, eleições “a bico de pena”, política de governadores, restrições à participação e revoltas sucessivas. Não obstante, ela foi longeva, sobrevivendo 41 anos. Ao seu final, chamada de “Velha”, foi posta abaixo pela Revolução de 30 que levou o país à 2ª República. Esse período, fruto de uma ruptura que pôs de cabeça para baixo a arquitetura político-institucional das décadas anteriores e coexistindo com um mundo em ebulição assistiu a uma guerra civil (Revolução Constitucionalista) e viu a polarização ideológica ganhar fôlego com os comunistas (1935) e integralistas (1937) recorrendo às armas. Assim, estava pronto o enredo para o golpe que fundou o Estado Novo, a Terceira República.

O novo regime ancorado em repressão e propaganda, voltado para a construção de uma identidade nacional, conduziu o país com mãos de ferro e apoio popular durante os anos críticos da segunda grande guerra. Ele duraria até o final de 1945, quando, na sequência dos ventos de liberalização ao fim do conflito mundial, foi deposto o Ditador, realizadas eleições e teve início a Quarta República. Nela teríamos de fato nossa primeira democracia de massas, com participação extensa de um amplo leque social. Um período naturalmente efervescente, conturbado, pontilhado por crises no qual dois dos quatro presidentes eleitos não concluíram seus mandatos e que seria encerrado com o golpe de 1964 que iniciou o regime militar, a Quinta República. Durante a mesma, afora a resistência, primeiro armada e depois política da oposição, sob o manto da aparência de calmaria imposto pela censura, os conflitos internos também eram frequentes e o regime se exauriu quando o último general presidente perdeu as rédeas da economia e da política. A redemocratização do país em 1985 assinalou o início da Nova República, a Sexta República brasileira que com a constituição de 1988, se prolonga até e as instituições funcionando em sua inteireza, as crises têm se sucedido e quando foram potencializadas dois dos cinco presidentes eleitos tiveram seus mandatos interrompidos por processos de impeachment. Ou seja, seis etapas de avanços, conquistas, retrocessos e reconquistas.

A vida de José Sarney está entrelaçada a diversos momentos dessa história. Em seis décadas e meia foi deputado federal, governador, senador, presidente da República e presidente do Senado por quatro vezes. Sobrepujando em poder e influência qualquer outro personagem do seu tempo. O jovem político que chega ao governo e revoluciona o estado; o presidente do partido oficial que abandona a legenda e muda o rumo da sucessão; e o presidente imprevisto que redemocratiza o país. São os capítulos selecionados aqui para brevíssima recuperação, como momentos especiais dessa longa jornada.

Nas biografias as datas costumam ser marcos significativos. E logo despontam as coincidências. Sarney nasceu no ano (1930) em que a Primeira República veio a pique na revolução comandada pelo governador gaúcho que se tornaria o maior líder popular da época.

E ingressou na política no ano em que o mesmo se suicidou (1954), pondo fim a um mandato conquistado dessa vez nas urnas com votação consagradora. Em plena Quarta República, deixando o PSD pelo qual disputara a primeira eleição para se filiar à UDN, o jovem político se aproximaria do grupo denominado Banda de Música do partido e o representaria na Vice-Presidência nacional da legenda. Esse time reunia um punhado de políticos de nível intelectual elevado e grande capacidade de comunicação que se esforçava para trazer um componente social ao partido. E que na segunda metade dos anos 60 fazia acirrada oposição ao governo. Tarefa desafiadora, pois o Presidente adversário entusiasmava o país executando o seu Plano de Metas, sintetizado na construção de Brasília.

O início dos anos 60 encontra José Sarney chefiando no seu estado a campanha vitoriosa daquele que foi o primeiro grande líder popular apoiado pela UDN e em cujo governo seria vice-líder da sua bancada na Câmara. Contudo, aquele mandato e todas as esperanças nele depositadas

*Cientista político e sociólogo

(Texto publicado pela Academia de Letras do Maranhão no livro José Sarney: O Homem e a Palavra, que reúne depoimentos de algumas personalidades convidadas para escrever sobre o ex-presidente na ocasião do seu 90º aniversário)


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Serra Talhada 2021

25/02


2021

Com Marcelo Tognozzi

Alegria de reencontrar, hoje em Brasília, num almoço, o meu amigo Marcelo Tognozzi, um dos melhores e mais influentes jornalistas de Brasília, com passagem pelas mais importantes redações de jornais e revistas. Atuando na área de consultoria, Tognozzi nos brinda com uma fantástica crônica aos sábados no site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues, repostado neste blog.


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

25/02


2021

Prefeito de Toritama é recebido por Gilson Neto

O prefeito de Toritama, Edilson Tavares (MDB), está em Brasília desde o início desta semana. Em busca de emendas para desenvolver a Capital do Jeans, o gestor vem cumprindo agenda nos gabinetes de parlamentares pernambucanos e também nos Ministérios, sendo acompanhado pelo seu chefe de gabinete, Sérgio Colin, e pelo coordenador, Abimael Santos.

Ontem, o prefeito teve audiência com o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, onde apresentou as potencialidades empreendedoras da Capital do Jeans, com o objetivo de obter recursos para a modalidade do turismo de negócio. O ministro, que é pernambucano e conhece bem a potencialidade do polo de confecções, será mais um a ajudar a destravar o gargalo da BR-104, no trecho que corta Toritama.


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Jornao O Poder

25/02


2021

Faça crescer o canal do blog no YouTube

Em pouco mais de três meses, pulamos de cinco para oito mil os seguidores inscritos no canal deste blog no YouTube. Mas ainda está muito longe de alcançarmos a marca dos cem mil. Não é nada impossível. Basta só que você, caro leitor, cadastrado no blog – são mais de 1 milhão – vá lá no nosso endereço do YouTube – Blog do Magno (https://www.youtube.com/user/blogdomagno) – se inscreva e depois clique no sininho ao lado para ficar recebendo as notícias em primeira mão. Faça isso!

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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

25/02


2021

MPF pede prisão de empresários pernambucanos

O Ministério Público Federal na 5ª Região enviou ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região parecer em que defende a prisão preventiva de dois investigados no âmbito da Operação Casa de Papel, que investiga a prática de crimes contra a Administração Pública em diversas prefeituras de Pernambuco.

Eles participaram de esquema criminoso para fornecimento de material médico-hospitalar, em virtude da pandemia da Covid-19, cujos gastos somam aproximadamente R$ 9 milhões.

De acordo com o parecer, a prisão preventiva foi motivada após análise parcial dos materiais apreendidos na deflagração da referida Operação, especialmente na perícia dos aparelhos celulares dos investigados. Ficou evidenciado que eles tiveram prévio conhecimento de diligências sigilosas, ainda em andamento, e atuaram para ocultar provas que poderiam indicar a prática das atividades criminosas investigadas.

Diante disso, foram requeridas diversas medidas cautelares, dentre elas a prisão preventiva dos investigados.

As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do MPF, inclusive a íntegra do pedido de prisão dos dois empresários. O pedido está sendo analisado por um desembargador federal no TRF5.


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25/02


2021

“Não é a Câmara da blindagem”, diz Lira sobre PEC

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse, hoje, que a proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC da imunidade não significa uma "blindagem" que a Câmara está fazendo para si mesma. Lira também afirmou que o texto não concede inviolabilidade plena aos parlamentares. Segundo o presidente da Câmara, deputados e senadores deverão continuar sendo alvo da Justiça quando extrapolarem seu direito à voz e opinião. As informações são do Portal G1.

A PEC, que teve a admissibilidade aprovada no plenário da Câmara ontem, prevê novas regras para a imunidade parlamentar e para a prisão de deputados e senadores. Na prática, a proposta dificultará a prisão dos parlamentares em alguns casos.

A PEC é uma reação à prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão foi motivada por um vídeo que ele divulgou na internet com apologia ao AI-5, ato mais duro da ditadura militar, e defesa da destituição de ministros do STF. As duas pautas são inconstitucionais. Para o STF, Silveira extrapolou o direito parlamentar de manifestar opinião livremente.

A tramitação da PEC tem ocorrido em ritmo veloz na Câmara. O texto foi incluído na pauta do plenário horas após ter sido protocolada, sem passar por nenhuma comissão antes, o que é incomum. A velocidade de tramitação gerou críticas de alguns partidos, como PSOL e Novo. Entre os críticos, proposta tem sido chamada de "PEC da impunidade".

Ao chegar à Câmara nesta quinta, Lira concedeu entrevista coletiva para defender o texto. "Que a gente tenha serenidade na repercussão da matéria para que de uma semana a Câmara não passar de uma Câmara que delimita o excesso da imunidade para no outro virar a Câmara da blindagem, como na verdade não o é", afirmou Lira. Na semana passada, a Câmara avaliou a prisão de Silveira, como determina a Constituição, e decidiu manter o parlamentar preso.

Lira destacou também que a inviolabilidade parlamentar em relação a falas e votos deve ser mantida, mas não é plena e total quando fere princípios democráticos.

“A Câmara dos Deputados se posicionou na semana passada deixando claro que a inviolabilidade da fala do deputado não é plena, não é total com relação, principalmente, aos princípios democráticos. A Câmara teve um comportamento de deixar isso claro. Inviolabilidade com relação à imunidade parlamentar não será plena quando for contra a democracia” declarou.


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