10/06


2021

Raquel busca recursos para Caruaru em Brasília

A Prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, cumpriu agenda em Brasília, ontem. A chefe do Executivo municipal voltou a se reunir com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para falar sobre os investimentos na saúde do município e levar os dados do primeiro relatório da UFPE sobre as variantes da Covid-19 na região do Agreste.

Raquel também teve encontro no Ministério do Desenvolvimento Regional, onde conseguiu destravar recursos para retomar as obras da praça do Caic. Já no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), garantiu a liberação de recursos que também estavam retidos para a construção de novas creches no município.

No Ministério da Cidadania, a Prefeita se reuniu com o ministro João Roma, onde tratou sobre investimentos na área de desenvolvimento social.


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Pousada da Paixão

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19/06


2021

O ensino público no calabouço

Por Marcelo Tognozzi*

O corpo de Joaquim José da Silva Xavier chegou frio à Ponta do Calabouço trazido desde a Praça de Lampadosa, hoje Praça Tiradentes. Foi esquartejado. A cabeça separada do tronco dividido em 4 partes, depois estrategicamente espalhadas no caminho para Minas. No pescoço, a marca da corda que o enforcara, ponto alto de uma cerimônia que durara mais de 18 horas.

Começara de manhã cedo, com uma procissão que partiu da Cadeia Velha até a forca, ele no abre alas de camisolão branco, descalço, rosto barbeado com sua última navalha, corpo asseado para uma morte limpa. Aquele 21 de abril de 1792 ficaria para sempre marcado pela brutalidade. Único dos rebeldes a receber uma sentença de morte, Joaquim, 45 anos, era um homem raro: sabia ler, escrever e pensar num tempo em que o saber era proibido para a maioria.

A Ponta do Calabouço, lugar sinistro. O nome veio de uma cadeia imunda erguida em 1693, onde apodreciam escravos acusados do crime de lutar pela liberdade. Pouco mais de 1 século depois, o corpo de Joaquim foi deixado ali para ser retalhado.

Passados mais de 3 séculos, a famosa Ponta do Calabouço ostenta de um lado o Aeroporto Santos Dumont e, do outro, o Museu Histórico Nacional. Antigamente havia ali um restaurante chamado Calabouço, onde comiam estudantes e quem mais se dispusesse a enfrentar uma longa fila na hora do almoço, pagando barato por uma comida de segunda.

Em 28 de março de 1968, os estudantes protestaram contra o aumento do preço da comida. Veio a polícia e matou um deles com um tiro no peito, o paraense Edson Luís, 18 anos, secundarista. A história do menino pobre que migrou para o Rio em busca de estudo para vencer na vida virou uma forte narrativa dos opositores ao regime militar, que também deixou sua marca bruta naquela parte da cidade.

O Calabouço é um exemplo de como a força é capaz de sufocar sonhos de progresso, prosperidade e liberdade às custas de uma ignorância crônica. O Brasil segue padecendo desse mal há mais de 300 anos, desde quando o 1º escravo foi atirado naquele cárcere fedendo a sangue, suor, fezes e urina e lá apodreceu até morrer. O país continua carente de escolas onde as crianças sejam ensinadas a tratar educação como bem público, muito acima de patrimônios imateriais de mentirinha, como queijos, linguiças e outras bobagens.

Nós estamos há mais de 1 ano imersos numa pandemia que fechou escolas e interditou o estudo das crianças pobres e sem acesso à internet. O Brasil se dividiu entre crianças ricas ou remediadas, com acesso à rede ou que estudam em escolas particulares, e o resto dos milhões de meninos e meninas que nada podem fazer contra quem, criminosamente, ignorou seu direito à educação expresso no artigo 205 da Constituição.

O Brasil está dando marcha à ré em um setor onde já foi exemplar. O compositor Cartola (1908-1980), autor de As Rosas não Falam, estudou até o 4º ano primário. Morou na favela da Mangueira, frequentou escola pública, escrevia corretamente, não errava na conjugação verbal, sabia a diferença entre sujeito e predicado, objeto direto e indireto, artigo e preposição. Antes da fama, ganhava a vida como lavador de carros.

Nelson Cavaquinho (1911-1986) é da mesma cepa. Assim como Lupicínio Rodrigues (1914-1974). O mineiro Ataulfo Alves (1909-1969) foi leiteiro, carregador de malas, engraxate e estudante na escola pública e nos deixou de herança algumas das obras primas da nossa MPB (Música Popular Brasileira).

O que será dos meninos pobres do nosso país depois da pandemia? Serão empurrados a passar de ano nas escolas públicas como se nada tivesse acontecido, jogados para debaixo do tapete da omissão? Será que os professores da rede pública, que até hoje não quiseram voltar a trabalhar em muitos estados, inclusive aqui em Brasília, terão um plano para resgatar essa geração de brasileirinhos condenados à ignorância pela falta de atitude e de amor? Certa vez durante um almoço em Salvador perguntei a Paulo Freire o que ele considerava mais importante num professor. A resposta veio reta e direta: “A vontade de ensinar. Enfrentar o desafio de fazer a pessoa aprender”.

O Brasil já teve Anísio Teixeira e sua Escola Nova, que nos anos 1930 privilegiava o intelecto e a capacidade de discernimento em detrimento do decoreba. Teve Darcy Ribeiro e seus Cieps, a primeira escola pública de qualidade onde as crianças ficavam o dia inteiro, e também dona Henriette Amado, diretora do Colégio André Maurois, uma escola pública que virou referência no ensino do Rio de Janeiro na década de 1960. Dona Henriette acabou expulsa da sua escola, retirada à força pela polícia do governo militar, numa brutalidade gêmea àquela que calou rebeldias na Ponta do Calabouço.

O Brasil precisa voltar a respirar educação. Num país onde o lavador de carros ou o engraxate aprendiam a escrever corretamente na escola pública, onde gente como Paulo, Anísio, Darcy e Henriette apostavam na educação como o fermento transformador da nossa sociedade, não se pode admitir que em pleno século 21 crianças estejam há mais de 400 dias sem aula. Meteram a educação num calabouço chamado pandemia e jogaram a chave fora.

Há mais de 1 mês, numa manifestação em Belo Horizonte, pais protestaram pedindo a volta das aulas. A ficha caiu e eles sabem que estamos vivendo um apagão na educação básica e ninguém tem ideia de como isso vai acabar ou se vai acabar. Que os pais protestem cada vez mais, deixem que a indignação tome as ruas, lutem pelo futuro das nossas crianças, mostrem ao mundo que elas estão sendo vítimas de um crime de lesa-pátria, condenadas à ignorância.

Neste país se protesta por tudo, menos para que as crianças pobres tenham uma educação de primeira. A sociedade escolheu uma escola ruim e essa escolha se virou contra ela. O Rio perdeu seus Cieps e ninguém foi para a rua reclamar, professores não deram um pio. Nem a classe média que acha mais importante saber quem matou Marielle, mas se queixa dos meninos de rua, dos assaltos, do tráfico e da milícia, dores de uma sociedade onde a maioria não teve a oportunidade de estudar.

O Brasil é um país onde as pessoas confundem educação com universidade. A gente precisa falar menos de universidade e mais de educação básica, porque uma criança que não sabe ler e escrever direito ou fazer as 4 operações básicas da matemática, dificilmente vai conseguir chegar lá. E ainda há algo extremamente importante, que é a independência de cada um de nós somente garantida pelo saber numa era onde as fake news são uma praga.

Não há como avançarmos politicamente sem uma educação básica de qualidade. Imagine essa geração de crianças atropelada pela pandemia daqui há alguns anos, com todas as sequelas deste apagão na nossa escola pública. Roubadas no seu direito a ter oportunidades iguais, como irão votar? Como irão pensar e discernir? Não reclamem da qualidade do Congresso, do Lula, do Bolsonaro, dos governadores e prefeitos. Não reclamem que as pessoas não sabem votar. A falta de atitude para encarar este problema fará com que continuemos a ser por décadas a fio uma democracia de pobres e ignorantes, eternamente obrigados a votar no menos pior, comandados pelos que fazem desta situação uma fonte inesgotável de poder.

Não foi por outro motivo que há 229 anos a Coroa Portuguesa decidiu dar uma demonstração extrema de poder. Não bastava matar, era preciso aniquilar. O corpo de Joaquim foi esquartejado, destruído para servir de exemplo. Sua casa demolida e o terreno salgado para que nunca mais nada brotasse ali. Nem flor, pensamento, nada. O poder bruto usou do requinte de exigir que a certidão de cumprimento da sentença fosse lavrada com o sangue daquele homem que sabia ler e escrever e um dia ousou sonhar com um país onde a educação e liberdade andassem de mãos dadas.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no Poder360.


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Petrolina abril 2021

18/06


2021

O polêmico princípio da insignificância

Por Ricardo Rodolfo Rios Bezerra e Milena Lopes Vieira de Farias*

Recentemente a 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que não há de se falar em crime, no furto de dois filés de frangos, cujo valor soma R$4,00 reais, considerando, então, atípica a conduta de furto. A decisão da turma foi unânime e baseada na aplicação do princípio da insignificância.

Diante da situação exposta, faz-se uma pergunta ao leitor, um pacote de um frango empanado é materialmente relevante para a aplicação da complexa e custosa máquina jurídica do Direito Penal?

O relator do caso, Ministro Rogerio Schietti, mostrou sua indignação com a persecução penal em um processo de furto, cujo bem material é avaliado em 0,5% do salário-mínimo brasileiro.

O que espantou o Ministro é o fato de o processo ter chegado até o STJ para julgar Recurso em Habeas Corpus (RHC) do réu, pois segundo o Il. Ministro, o processo deveria ter sido extinto com o acolhimento da tese de defesa: O princípio da insignificância.

Conforme o apresentado, existem fatos pontuais que devem ser criticados e analisados.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça Sebastião Reis Júnior, durante uma sessão do dia 01/06/2021, se posicionou em relação ao caso supra e apontou o grande número de processos que devem ser julgados pela corte. Na visão do Ministro, é absurdo julgar um HC que discute a insignificância de um furto do valor de quatro reais.

Para entendermos o apelo do ilustre Ministro Sebastião Reis Júnior, é preciso saber que o sistema judiciário brasileiro está se tornando uma estrutura que não consegue atender as demandas da justiça dentro do ritmo necessário, além de ser ineficiente, é um sistema caro.

O valor do bem furtado é irrisório, trata-se de míseros quatro reais. Em contrapartida, é preciso refletir, quanto já se gastou com esse processo?

O ministro esclarece que se o Ministério Público (MP) e a advocacia não insistissem em teses superadas, e aplicassem entendimentos e jurisprudências do STJ, muitos processos tramitariam de forma mais rápida e, consequentemente, mais eficiente e econômica.

Ademais, o número de processos tem aumentado significativamente desde 2017, assim como a criminalidade. Nesse interim, fica nítido a necessidade de o poder judiciário brasileiro trabalhar formas de ressocialização e prevenção de crimes, e não “perder tempo em julgar Habeas Corpus para trancar uma ação por insignificância”, nas palavras do próprio Ministro Sebastião Reis.

Para uma melhor análise do tema é preciso conhecer o princípio da Bagatela, também, citado anteriormente como princípio da insignificância.

O Direito Penal pune condutas que são materialmente lesivas à sociedade, o homicídio é exemplo de um tipo penal que protege o mais relevante dos bens jurídicos, a vida.

Já o furto protege o bem jurídico do patrimônio, que sem dúvida nenhuma tem a sua importância formal dentro do código penal. Ocorre que, em casos nos quais o objeto do delito é materialmente irrelevante frente ao uso do aparato persecutório, é dever do Ministério Público analisar lançar mão do imbricado e complexo sistema do direito criminal, sendo esse a última ratio do direito.

Nessa esteira, surgem questionamentos basilares e necessários que se fazem; será válido lotar tanto a cadeia dos processos quanto a cadeia com sentenciados, por muitas vezes primários, em face de condutas penalmente irrelevantes, e que não mereceriam nada mais que uma simples reprimenda, ou reparação cível/administrativa do dano causado?

Analisando o instituto da insignificância, a conduta só poderá ser punida pelo Estado se coexistirem os elementos do crime. O fato típico, a ilicitude e a culpabilidade. No contexto do fato típico encontra-se a conduta, o nexo causal, o resultado e a tipicidade. O princípio da insignificância atinge diretamente a tipicidade, em que se divide em duas partes, formal e material. Dentro da formalidade, é analisado se a conduta do agente se adequa com a descrição abstrata prevista na lei.

É na tipicidade material que observamos a existência de lesão ou exposição de perigo do bem jurídico penalmente tutelado. No furto de 2 filés de frango empanados não há tipicidade do fato, pois analisando a relação entre conduta do réu e os seus resultados, não há de se falar em crime, ademais trata-se de uma conduta irrelevante. Assim, em face do apresentado o furto praticado é materialmente atípico.

O princípio da bagatela não é considerado excludente de culpabilidade, em verdade, trata-se, de excludente de tipicidade resultando na inexistência do crime. Para sua aplicabilidade, segundo o Supremo Tribunal Federal, é necessário preencher quatro requisitos: a mínima ofensividade da conduta, a inexistência de periculosidade social do ato, o reduzido grau de reprovabilidade do comportamento e a inexpressividade da lesão provocada.

Não obstante, para esclarecer que o recente entendimento do STJ deve ser aplicado, trago os ensinamentos de Platão para a discursão. O filósofo leciona que o “mundo das ideias” é uma realidade abstrata, onde não existe mudança e a perfeição seria possível.

O crime de furto está tipificado no Código Penal Brasileiro em seu artigo 155, ou seja, a norma pertence ao “mundo das ideias”, onde é possível julgar todos os crimes e aplicar a melhor pena para cada caso.

Em sentido contrário, Platão nos apresenta outro conceito, o “mundo dos sentidos”, onde impera a percepção da realidade, para Platão é o mundo em que habitamos, no qual reside a possibilidade do erro.

Apesar do furto ser uma atitude reprovável perante a sociedade, nosso sistema judiciário está sobrecarregado e não suporta julgar crimes com insignificância penal na conduta, cujo bem jurídico violado é irrelevante se comparado ao gasto do dinheiro público na punição deste delito.

Sem querer estipular o papel de um defensor do crime ou de pensador que defenda a impunidade, necessitamos compreender que por diversas vezes a estrutura criada para se combater o mal demonstra se tão deletéria quanto o próprio mal praticado.

Se dentro da estrutura judiciária é necessário encarcerar um indivíduo que furta um alimento de subsistência básica, por período máximo de 4 anos, sendo que o valor deste bem Furtado mostra-se patentemente insignificante, é necessário que repensemos se o estado está retribuindo o mal causado pelo delito, alargando ou criando novos autores delituosos ou se está, em um processo fabril, julgando pessoas no modo automático, encarcerando pessoas no modo automático, e não ressocializando pessoas de modo lógico.

Para finalizar a digressão, perguntamo-nos se realmente engrandecer o sistema penal brasileiro trará frutos doces às novas gerações ou somente retirará de circulação temporariamente alguns indivíduos, fazendo com que retornem à sociedade menos civilizados e entregando mais delitos, gerando, assim, um ciclo vicioso nocivo.

*Profissionais do Escritório Maciel Marinho Advocacia


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18/06


2021

Confira a entrevista de Santana ao Frente a Frente

Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista do cantor e compositor Santana ao quadro “Sextou” do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique no link disponível e confira. Está imperdível!


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18/06


2021

Eleição em Capoeiras e Palmeirina será em 3 de outubro

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco acabou de marcar as primeiras eleições suplementares dos municípios em que o pleito de 2020 foi anulado. Trata-se das cidades de Capoeiras e Palmeirina, ambas no Agreste, segundo o advogado Emílio Duarte. Será no dia 3 de outubro.

Em Capoeiras, nas eleições de 2020, o candidato Dudu (PL) foi o mais votado com 5.293 votos e em segundo lugar ficou Nego do Mercado (PSB) com 5.069 votos. A candidatura de Dudu foi indeferida pelo TRE em 13 de novembro passado. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 8 de abril.

Já em Palmeirina a candidatura de Eudson Catão (MDB) foi indeferida pelo Juízo Eleitoral em outubro de 2020. Tanto o TRE quanto o TSE confirmaram a decisão. Ele recebeu 1.824 votos contra 1.378 recebidos pela Delegada Thatianne Macedo (Solidariedade).


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Ipojuca 2021

18/06


2021

“Falta governante em Pernambuco”, diz Armando

O ex-senador Armando Monteiro (PSDB) constata que a última posição de Pernambuco entre os estados com pior ambiente para se fazer negócios no Brasil, divulgada em pesquisa do Banco Mundial, é resultado de uma mentalidade ultrapassada de quem vem governando o Estado e tratando o empreendedor apenas como “alguém de quem se extrai impostos”.

Para Armando, falta uma liderança que promova a verdadeira aliança entre o setor público e o setor empresarial, facilitando a vida de quem empreende.

“Fico impressionado com a nota que o Governo de Pernambuco divulgou para explicar a pior posição entre os estados do País no estudo do Banco Mundial. Ele diz que a única coisa que depende diretamente do Governo é a abertura de empresas e que neste quesito Pernambuco é o 11°. Ou seja, estão festejando o 11° lugar. Mas o pior, pasmem, a nota diz que agora vai priorizar ações de articulação entre município, Judiciário e setor privado. Ora, um governo que depois de 7 anos diz que só agora vai priorizar essas ações, evidentemente confessa a sua total insensibilidade e a sua alienação. Porque quem está no Estado, quem dialoga com os empresários, sabe que o ambiente aqui para empreender é ruim. É ruim para pagar imposto, é ruim para abrir uma empresa. Então, tudo isto deveria ter merecido há muito tempo uma atenção, uma coordenação do Governo do Estado”, afirma Armando Monteiro.

Além de ter exercido por oito anos a presidência da maior entidade do setor produtivo do País, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), de 2002 a 2010, Armando Monteiro Neto também presidiu o Conselho Nacional Deliberativo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre 2003 e 2007. Também foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, senador da República e deputado federal por três mandatos.


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Caruaru Campanha São João

18/06


2021

Sextou com Santana é daqui a pouco

Espaço aberto para os artistas brasileiros no Frente a Frente das sextas-feiras, o quadro Sextou de hoje será com Santana, o Cantador. Uma entrevista reveladora. Santana abre o coração e conta tudo sobre sua carreira extremamente bem-sucedida na forrolândia.

Revela, por exemplo, que chegou a ser barrado no próprio baile em que seria a principal atração num show benemérito para Arlindo dos 8 baixos. A entrevista vai ao ar às 18 horas para 44 emissoras em Pernambuco, Alagoas e Bahia.

Se você deseja ouvir pela internet e está navegando neste blog, clique no botão Rádio acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.

Imperdível!


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CABO

18/06


2021

Animação marca live do projeto “Há que se cuidar da vida”

Zabumba, triângulo, sanfona e muito forró animaram a live do colégio Plenus Junior, na manhã e tarde de hoje, em Petrolina. O alegre arraiá marcou a culminância do projeto pedagógico ‘Há que se cuidar da vida’, que este ano, abordou vários temas: cuidado com alimentação, com o corpo e a mente e com o outro. Além da arrecadação de cestas básicas que serão doados a artistas da região. 

Seguindo todas as medidas preventivas sanitárias contra o novo coronavírus, o São João antecipado, transmitido pelo Instagram @plenuspetrolina e apresentado pela coordenadora Infantil, Paula Miroró e a professora Manuela Duarte, fez uma reflexão emocionada sobre a tradição do São João, a partir dos versos do poeta Bráulio Bessa. A live foi recheada de apresentações com os pequeninos do Maternal ao 1° ano do Ensino Fundamental - anos iniciais, caracterizados de caipiras e sanfoneiros que encantaram a todos com coreografias ensaiadas com os seus professores. 

Ainda durante a edição 2021 do projeto ‘Há que se cuidar da vida’, os alunos acompanharam a palestra de uma nutricionista, ensinando novas receitas para uma boa alimentação e para se ter cuidado com a mente em tempos de pandemia. Em seguida, um educador físico falou sobre a importância das atividades físicas para as crianças.

De acordo com a coordenadora Infantil, Paula Miroró, o projeto teve um resultado bastante favorável no envolvimento das turmas com o cuidado com o outro, com o corpo, com as emoções e com a alimentação. “Tivemos ainda um momento de muito amor, através de uma caixa de recados, onde eram feitas trocas de mensagens entre a familiares e a escola, além da doação de 132 cestas básicas que foram arrecadadas entres nossos alunos”, destacou.

Em outro momento, ao som da música Anunciação, de Alceu Valença, os alunos do 1º ano, mostraram os sinais de que dias melhores virão, com leveza e amor no coração, convidando os telespectadores para o arrasta pé. Eles também lembraram que este ano as fogueiras não vão clarear as noites de São João, nem os fogos vão ecoar no céu, mas independentemente das restrições que o momento impõe adotar, os alunos desejaram esperança. O evento também contou com a apresentação do pré-escolar, coreografando ‘Asa Branca’ de Luiz Gonzaga.

Em 2015, o projeto pedagógico ‘Há que se cuidar da vida’ recebeu da Câmara Municipal de Petrolina uma Moção de Aplausos através de decisão unânime dos vereadores. Em 2017, protagonizou um movimento pela preservação, defesa e revitalização do Rio São Francisco. No ano seguinte, o ‘Há que se cuidar da vida’ alertou sobre o desmatamento, pediu respeito à natureza e em 2020 fez a doação de cestas básicas no acampamento José Arnaldo, no projeto N4, em Petrolina.


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Bandeirantes Junho 2021

18/06


2021

Clodoaldo articula conclusão de obras na Mata Sul

A requalificação de estradas e obras de contenção de enchentes em barragens da Mata Sul pernambucana tem sido motivo de preocupação do deputado estadual Clodoaldo Magalhães. Recentemente, o deputado esteve na Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Estado para pedir urgência no início das intervenções na barragem do município de Lagoa dos Gatos e no reservatório de Panelas 2, em Cupira. Bem como, solicitou a secretária Fernanda Batista a conclusão da requalificação de rodovias como a PE-123, que liga Belém de Maria a Lagoa dos Gatos.

Os serviços nas barragens estão previstos em um plano do governo estadual, elaborado em 2010, depois que cheias provocaram estragos na região. As intervenções hídricas devem ser concluídas até o final da gestão de Paulo Câmara. “As obras nas barragens irão proteger as cidades da Mata Sul que sofrem com um problema recorrente, além disso, podem proporcionar água a outras regiões por meio de adutoras”, explicou Clodoaldo Magalhães.

Já os projetos de estradas fazem parte do programa Caminhos por Pernambuco, que vai recuperar o pavimento das rodovias estaduais. A iniciativa foi lançada em 2019 e vai investir 505 milhões de reais para a reestruturação de mais de 5 mil quilômetros da malha viária estadual, até o final do ano.

Em Brasília, Clodoaldo solicitou aos parlamentares pernambucanos compromisso para viabilizar, junto aos governos do estado e federal, os recursos necessários para garantir a execução dessas obras. Também encaminhou documento com indicação ao Governo do Estado, de número 000930/2019, onde pediu providências sobre a requalificação na PE-123. “Entendemos que essa via é de grande importância para o desenvolvimento daquela região e melhoria da locomoção de todos que ali utilizam da via como meio de trabalho ou de lazer”.


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Comentários

João Leite Neto

Acho que o nobre deputado deveria se empenhar também para que a upa de palmares seja concluída pois esta abandonada


Serra Talhada 2021

18/06


2021

Bolsonaristas comemoram conclusão da Transposição


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Comentários

Rafael C.Soares Quintas

Ainda bem que temos o Blog do Magno pra dá essa notícia, pois a mídia tradicional não informa nada, Globo, Folha, Ne10, Diário etc.



18/06


2021

Bolsonaro critica governadores e promove aglomeração

O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje, que gostaria de ver governadores dos Estados andando ao lado da população e criticou a adoção de medidas restritivas durante a pandemia de covid-19. Deu a declaração em evento que entregou títulos de propriedades rurais em Marabá (PA). As informações são do portal Poder360.

“Como eu gostaria que governadores fizessem o que eu faço. Na alegria ou na tristeza, nós temos que andar ao lado do povo, povo esse a quem nós políticos devemos lealdade absoluta”, disse Bolsonaro.

E completou, no fim do discurso: “Sentimos um pouco do que é a sanha ditatorial de alguns poucos governadores do Brasil que retiraram o direito de ir e vir de vocês. Nossa liberdade é nosso bem maior, maior mesmo que a nossa própria vida”.

Bolsonaro afirmou que o Brasil passa por problemas. Um deles, disse, é a inflação.

“Temos problemas no momento? Sim, temos. Temos problema de inflação? Temos. Mas se o homem do campo não tivesse trabalhado, não teríamos inflação, mas desabastecimento”.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura), os ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e André Mendonça (Advocacia Geral da União) e o pastor Silas Malafaia acompanharam o presidente. É a 3ª vez que o chefe do Executivo visita o Estado.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi atacado nos discursos do evento. Malafaia criticou, sem citar nomes, “o corrupto, bandido, que saqueou este país”.

Disse ainda que os inimigos do presidente Bolsonaro não prevalecerão. “Saquearam o país, a saúde, roubaram bilhões, esses são os verdadeiros genocidas. Se não têm hospitais e UTIs, é por causa dessa cambada de ladrões”.

A ministra Tereza e o ministro André Mendonça usavam máscara. O presidente, o pastor Silas e o ministro Tarcísio não utilizavam o equipamento de proteção contra a covid-19.

Em determinado momento do evento, o presidente Bolsonaro pediu a remoção de cercas que bloqueavam o acesso da plateia e promoveu aglomeração.


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Comentários

Mesquita

Sujeito que chama Lula de Ladrão votou em Collor, FHC no Maluf, em ACM, em Aécio e elegeu Bolsonaro!

Rafael C.Soares Quintas

Deixa de ser idiota João Ptralha, defensor do Lulaladrão, os EUA, país mais rico do mundo, já ultrapassou 600 mil mortos desse vírus chinês e ninguém fala nada, cadê os governadores e prefeitos que desviaram dinheiro federal destinado à covid?

Joao

Com medo de perder a mamata, vive em campanha pela reeleição. Com quase 500 mil mortes em consequência da covid, vive fazendo turismo eleitoral e torrando dinheiro público. Essa vida boa vai acabar!