Jaboatão

03/05


2021

Editorial analisa renascimento da aliança entre PT e PSB

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre a volta do PT a ocupar cargos nas gestões do PSB na Prefeitura do Recife e no Governo do Estado, ensaiando assim uma possível aliança para 2022. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


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PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21

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10/05


2021

NE que deu certo: até fumo se viu nas áreas irrigadas

As águas abundantes do Rio São Francisco produziram e continuam a produzir riquezas jamais imaginadas numa cultura de sequeiro, típica de semiárido. Na época em que estive em Petrolina levantando informações para o livro O Nordeste que deu certo, cujos capítulos vêm sendo reproduzidos neste espaço nos últimos dias, me deparei com a experiência de produtores em torno do fumo, até então predominante como matéria econômica de bons resultados em Arapiraca, já em território alagoano. Confira!

Irrigando, tudo dá

Capítulo 4

Primeiro foram as saborosas uvas Itália que fizeram sucesso e enriqueceram muita gente. Em seguida, floresceu a indústria da manga, hoje com mercado garantido na Europa e Estados Unidos. Agora, para surpresa dos próprios imigrantes que invadiram o São Francisco, se produz até fumo ao longo dos projetos de irrigação.

Em 1992, a Souza Cruz colheu 43 mil quilos do produto em 36 hectares ocupados por colonos nos projetos Nilo Coelho e Bebedouro, com uma variedade disputadíssima no mercado europeu: o fumo branco oriental. E obteve um faturamento de US$ 100 mil.

O retorno econômico foi tão importante para a Souza Cruz que este ano a área prevista para plantação de fumo deve passar dos 170 hectares e, em quatro anos, atingir a faixa dos primeiros mil hectares.

“Nem em Patos, na Paraíba, onde há uma grande beneficiadora, se produz um fumo da qualidade do que está saindo dos projetos irrigados do São Francisco”, adianta, eufórico, Hildo Diniz da Silva, superintendente da Codevasf na região. Foi tão positiva a experiência que, segundo ele, a Souza Cruz está estudando a possibilidade de implantar uma máquina de beneficiamento em Petrolina. “Tudo isso ainda está sendo mantido em absoluto sigilo, mas é uma notícia auspiciosa para todos nós”, festeja ele.

Como em toda e qualquer experiência bem-sucedida, a concorrência logo aparece. Há notícias na região de que a Tabacos do Brasil, informada da produção de fumo branco oriental no polo do São Francisco, também passou a ter interesse na exploração do produto. A Souza Cruz chegou a colher uma média de mil quilos por hectare, mas essa produtividade pode vir a ser muito maior, dependendo dos estudos que vêm sendo feitos por empresas de pesquisas da região.

Toda a produção da Souza Cruz, em 92, nos 36 hectares que serviram como projeto piloto, foi exportada para a Europa, ao preço de US$ 2,34 o quilo. O produtor, na sua totalidade colonos financiados pela companhia do fumo, teve um retorno líquido de 60% da produção. Isso estimulou a que, nos próximos anos, a produção venha a ser ampliada e o fumo consolidado como mais uma alternativa de alta rentabilidade no Vale do São Francisco.

Com o experimento de fumo ao longo dos projetos de colonização do São Francisco, por iniciativa própria da Companhia de Cigarros Souza Cruz, Petrolina pode vir a competir brevemente com os dois maiores polos de produção de fumo do Nordeste: Arapiraca, em Alagoas, e Souza, no sertão paraibano.

Condições propícias à expansão da cultura não faltam: terra em grandes extensões, tecnologia avançada, sol o ano inteiro e em abundância água para irrigação. Segundo estudos da Codevasf, já repassados à Souza Cruz, o polo Petrolina-Juazeiro pode vir a produzir duas safras de tabaco ao ano, como ocorre com a manga e a uva, dois produtos mais nobres com mercado assegurado no Exterior.

A descoberta do fumo branco oriental no Vale do São Francisco trouxe novo alento aos colonos do projeto senador Nilo Coelho. A Souza Cruz, no ano passado, fez investimentos na área dos colonos para testar até onde a região seria capaz de reagir à introdução de uma cultura antes sequer discutida.

Cada colono possui uma gleba de quatro hectares para produção de culturas de subsistências. A Souza Cruz conheceu a área e criou ânimo: financiou os galpões e todo custeio, dando ainda assistência técnica durante todas as etapas. "Nós demos toda assistência, acompanhamos o desenvolvimento do projeto com a certeza de que seria bem-sucedido”, conta o superintendente Hildo Diniz, adiantando que os próprios representantes da Souza Cruz ficaram admirados quando voltaram à área na época da colheita. “Isso é fantástico. Foi assim que eles comemoraram”, relembra Hildo, para quem o monopólio, em termos de experiência hoje da Souza Cruz, pode estar com os dias contados.

“Eu já recebi aqui representantes da Tabacos do Brasil que se mostravam interessados em expandir seus negócios no Brasil em direção a essa região”, afirma, destacando que o fumo reagiu tão bem em terras irrigadas no São Francisco que pode atrair investimentos estrangeiros. 

Segundo ele, em áreas tradicionais de plantio, como Souza, na Paraíba, e Arapiraca, em Alagoas, o fumo apresenta uma rentabilidade máxima de 800 quilos por hectare.

"Aqui, através do experimento da Souza Cruz, tivemos uma rentabilidade de 1.200 quilos por hectare, o que nos impressionou e nos leva a fazer planos para o futuro”, diz. O fumo, ao contrário de tradicionais culturas, como manga, uva e melão, se desenvolve mais rápido em terras irrigadas, mas para se atingir um fumo mais aromático e alcançar melhor preço no mercado internacional, é aconselhável que a rentabilidade atinja apenas 800 quilos por hectare. “Por mais paradoxal que pareça, é um dado que corresponde à realidade”, diz Hildo, que, de posse de estudos, passou a orientar os colonos que tiveram suas glebas arrendadas pela Souza Cruz.

Chegam os japoneses

Pioneiros na ocupação de projetos públicos no Vale do São Francisco, os colonos do Nilo Coelho, em Petrolina, estão repassando seus lotes de até seis hectares para os estrangeiros que invadem a região à procura de investimentos. A comunidade japonesa é a que mais tem comprado, atraída pelas notícias de fartura, com o plantio de uva, manga e melão, principalmente.

Jerry Tito, 27 anos, é um exemplo típico dessa nova realidade. Ele conta que estava no Paraná trabalhando com mais 13 irmãos, mas sempre teve ótimas informações a respeito dos projetos de irrigação no São Francisco. “Juntei tudo que tinha e vim embora para cá. Não encontrei dificuldades e logo encontrei um lote por US$ 5,3 mil”, recorda ele, que começou a plantar desde dezembro de 1992.

O que mais o atraiu foram o clima e as facilidades proporcionadas pelo sistema de irrigação Nilo Coelho, viabilizado através de um canal-mãe de 40 quilômetros de expansão. Segundo Jerry, existe uma grande concentração de japoneses na região que investem na compra de lotes. Desconfiado, ele não quis detalhar como, em tão pouco tempo, eles invadiram a região. “Aqui tem lugar pra todo mundo”, brinca.

Mas o agricultor Antônio Freire Figueira, uma espécie de liderança comunitária do projeto Senador Nilo Coelho, não tem papas-na-língua: “Estão invadindo e comprando todas as nossas terras. Conheço muitos japoneses na área de colonização que vivem em nossos lotes”, diz, para acrescentar: “Isso não significa dizer que estou condenando, até porque acho que quem vende o lote é porque não quer continuar produzindo na região”. A Codevasf assegura que não há qualquer irregularidade nesse repasse dos lotes de colonização.

“Racha” benéfico

É impossível dissociar o sucesso de Petrolina da família Coelho. A cidade cresceu e pegou fama pelas mãos do mais tradicional clã político do interior pernambucano. Mas, desde a morte do patriarca Nilo Coelho, há 10 anos, a história do grupo passou a ter mais capítulos de divisão do que de união, a palavra-chave do ex-senador, que era um tanto bonachão, um tanto coronel, daqueles às vezes durão para chamar atenção, mas de um amor à terra sertaneja nunca visto.

Nilo deixou as empresas que liderava sob o controle de seis irmãos, Paulo, José, Geraldo, Augusto, Adalberto e Osvaldo, mas sua lição de unidade não encontrou eco. Em pouco tempo, problemas de natureza política racharam os Coelhos em dois grupos, e hoje a família está literalmente rateada em quatro, que controlam 25 empresas, com negócios entre Pernambuco e Bahia.

O primeiro a romper foi Paulo, pai do atual prefeito de Petrolina, Fernando Bezerra Coelho, que tem uma indústria de óleo, uma concessionária de automóveis, a representação da Coca-Cola, uma indústria de sucos e uma unidade de material de irrigação. Paulo se meteu na política, mas nunca levou sorte. Candidato a vice-governador, na chapa de Jarbas Vasconcelos, em 90, foi derrotado. Na eleição para prefeito em 92, coordenou diretamente a eleição do filho, mas mal Fernando começou a trabalhar, criou para ele uma situação desconfortável: sem sua autorização, desviou uma perfuratriz para uma propriedade particular, o que gerou um escândalo na região.

Em seguida, veio a vez de José Coelho se rebelar. Este, apesar de dar sua contribuição financeira nas campanhas políticas, nunca se envolveu diretamente na política partidária. Prefere tocar as cinco empresas que mantém na região, entre fazendas, indústria de equipamentos para irrigação, fábrica de macarrão e até uma revendedora Fiat.

Adalberto, Augusto e Geraldo ainda estão unidos num mesmo grupo, o chamado “Grupo Coelho”, cujo carro-chefe são as Indústrias Coelho. A mais recente divisão, no entanto, aconteceu há menos de um mês, e partiu do deputado federal Osvaldo Coelho (PFL), que ficou com o Sistema de Comunicações Grande Rio (formado por uma TV e quatro emissoras e rádio), uma fazenda agropecuária na Bahia e uma fábrica de material de irrigação, além de alguns postos de gasolina.

Se Nilo Coelho estivesse vivo, hoje, só lhe restaria a Companhia Têxtil do Vale e uma fazenda na Bahia, administradas agora pelas cinco filhas. Mas a divisão dos Coelho em quatro grupos trouxe alguma repercussão negativa para a economia da região? Na opinião do economista Paulo Almeida, há 15 anos convivendo com a família e hoje administrando a CTV, a separação, ao contrário do que se possa imaginar, tem sido benéfica. “Eles passaram a ser mais competitivos. Isso faz gerar muito mais empregos, porque todos pensam em expandir seus negócios”, avalia Paulo.

Na verdade, depois que tudo ficou desatrelado do grupo original, José Paulo adquiriu uma revendedora Fiat; Tereza comprou a Companhia Têxtil do Vale (CTV), e Osvaldo Coelho está expandindo o projeto agropecuário para se tornar, brevemente, um dos maiores exportadores de manga para o mercado internacional. “Acho que a separação era imprescindível, porque o grupo original cresceu muito, todos os irmãos constituíram família, e ficou difícil administrar interesses distintos”, observa Maria Tereza Coelho.

“O importante de tudo é que estamos todos lutando pelo desenvolvimento de Petrolina e da região, inspirados no legado de Nilo”, afirma, por sua vez, o ex-prefeito Guilherme Coelho, hoje administrando o complexo de comunicações do pai, o deputado Osvaldo Coelho.

Guilherme, 32 anos, disputa com Fernando, 35, o título de herdeiro político da família. Na verdade, eles têm tudo para conquistar o trono ocupado por Nilo Coelho. Tanto um como o outro sonham em ser governador do Estado.

28 anos depois

Quase três décadas após o lançamento do livro, a realidade em Petrolina é bem decente no que tange aos experimentos feitos com o tabaco na região. Na época, a Codevasf foi a instituição que deu suporte aos agricultores interessados na produção do fumo in natura ao longo do projeto de irrigação Bebedouro.

O projeto, entretanto, teve pouca durabilidade e logo as áreas em que foram feitos os experimentos deram lugar a outro tipo de cultura. Na verdade, não foi apenas no fumo que o São Francisco frustrou como região para diversificação de culturas.

Depois do fumo, ocorreram apostas também malsucedidas no tomate, em plantas ornamentais e também em coco irrigado. Nenhum deu certo, o que reafirma a vocação de Petrolina e Juazeiro, cidades irmãs, apenas para a fruticultura irrigada, com destaque para excelentes resultados econômicos no cultivo de manga e uva.

Quanto à divisão da família Coelho, fenômeno que se verificou após a morte do ex-senador Nilo Coelho, o tempo, que é o senhor da razão, como diz o poeta, se encarregou de reaglutinar o clã em torno do hoje senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do Governo no Senado.

Pai do atual prefeito Miguel Coelho, FBC, como é conhecido, trouxe para o seu grupo o ex-deputado Osvaldo Coelho, já falecido, o também já falecido ex-deputado Geraldo Coelho, e o ex-prefeito Guilherme Coelho, filho de Osvaldo, que atua hoje na área da fruticultura irrigada.


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Ipojuca 2021

10/05


2021

CPI: Pazuello tenta não comparecer ao depoimento

O comando da CPI da Covid no Senado já detectou uma tentativa da defesa do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello de evitar comparecer ao depoimento do dia 19 como testemunha.

Na condição de testemunha, um depoente é obrigado a dizer a verdade e não pode ficar calado diante das perguntas. Se for à CPI como investigado, Pazuello poderá se calar.

O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou ao blog da Ana Flor que chegou à comissão a informação de que Pazuello pode tentar obter um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para não depor como testemunha. Pazuello alegaria que é investigado em um processo, que agora tramita na 1ª instância da Justiça, por omissões no comando da pasta da Saúde na pandemia.

Pazuello deveria ter comparecido para depor na CPI na semana passada, mas sua convocação foi adiada depois que ele disse que teve contato com um ex-assessor contaminado com o coronavírus. Ele pedia um depoimento virtual.

Segundo Randolfe, a avaliação é de que o pedido de Pazuello ao STF tem pouca chance de prosperar, porque o ministro do STF Ricardo Lewandowski tem sido duro ao julgar os temas da pandemia. Lewandowski tem sido responsável por temas relativos à CPI depois de ter sido sorteado para avaliar o pedido de senadores governistas de retirar Renan Calheiros (MDB-AL) da relatoria.

Segundo relatos que chegaram à CPI, Pazuello segue muito nervoso com o depoimento e a possibilidade de agravar as investigações contra ele.

Mais longevo ministro da Saúde durante a pandemia, Pazuello participou das negociações de vacinas, inclusive as rejeições de ofertas de laboratórios e presenciou as negativas do presidente Jair Bolsonaro em relação à compra da Coronavac, do Butantan. Também estava à frente da pasta durante a crise de falta de oxigênio em Manaus, foco de investigação.

Para outros senadores que fazem parte da CPI, Pazuello deve ser chamado mais de uma vez na CPI, pelo fato de ter sido responsável por diversas decisões que levaram à gestão desastrosa da pandemia, que já deixa mais de 420 mil mortos.


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Fernandes

Tá se cagando de medo, vai ser preso.


Petrolina abril 2021

10/05


2021

Brasileiros vendem casas na Florida

Da coluna de João Alberto

Muitos brasileiros que compraram casas nos Estados Unidos, especialmente em Miami e Orlando, tentam vende-las, mesmo com prejuízo. É que, com a desvalorização do real, ficou, muito caro a manutenção delas. A opção preferida agora é casa compartilhada, que é usava apenas por um período do ano, o que sai bem mais barato. Muitos pernambucanos estão entre estes que estão querendo vender as casas que têm na Florida e que não podem usufruir, pela proibição da entrada nos Estados Unidos.


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Fernandes

A culpa de Bolzonaro.



10/05


2021

O fenômeno do Polo Automotivo de Goiana

Por Mauro Ferreira Lima

Atualmente, ainda em comemoração pelos 6 anos do absoluto sucesso da produção do modelo Jeep em Pernambuco, o complexo industrial Fiat-Chrysler-PSA volta a ter 1000 veículos produzidos por dia, apesar da pandemia ainda persistente mundo afora.

Com os atuais 14 mil colaboradores e 41 empresas "sistemistas" – aquelas que fornecem componentes e equipamentos para a produção veicular – este gigante industrial mudou o perfil socioeconômico de um município dependente apenas da cultura secular da cana-de-açúcar.

Para ampliação do projeto, mais 24 novas empresas sistemistas se agregarão ao parque industrial, fazendo dali uma das maiores concentrações mundiais de unidades de produção automobilística.

Até 2025 estas novas empresas estarão agregadas ao complexo industrial que, ainda neste ano, estará se engajando no lançamento de um novo modelo de automóvel, em paralelo a sua produção da linha Jeep.

A partir de Abreu e Lima, 10 cidades em um raio de 50 km do epicentro industrial, estão sendo beneficiadas pelos ampliados efeitos socioeconômicos deste empreendimento de tanto sucesso. 

Muitas das empresas sistemistas têm optado por se instalar neste contexto das proximidades do projeto visando reduzir seus custos de edificação. A valorização de mercado das áreas no entorno do complexo tem se mantido em constante elevação.

Para atingir o patamar de mais 24 empresas sistemistas instaladas e para cobrir os custos de ampliação da produção com a inclusão de um novo modelo automobilístico, está previsto um aporte de 7,5 bilhões de reais até 2025. Este montante tem por si só uma grande relevância no contexto dos investimentos que estarão se verificando globalmente nos próximos 4,5 anos.

Apesar de o estado de Pernambuco não ter cumprido seu compromisso de construir o arco metropolitano, ligando Goiana a Suape, investimentos empresarias no complexo aconteceram e irão continuar nestes próximos anos.

Esta promessa não cumprida de Pernambuco poderia ter inviabilizado os investimentos realizados por parte da Fiat e suas empresas associadas.

Não se pode dizer que Pernambuco não tem sorte! Só que isto não pode continuar indefinidamente. Há que se chegar a cumprir o que foi acordado mesmo com atrasos tão prejudiciais a este fenomenal empreendimento industrial. A cobrança continua  por parte destes "benevolentes" investidores!

Sem dúvida, um "case" difícil de se acreditar que poderia acontecer no disputado universo   da atração de investimentos internacionais por parte dos países em vias de desenvolvimento.

Mas por incrível que pareça, aconteceu!


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ALEPE

10/05


2021

O Aedes era um mosquito político

Distrito Federal no inicio do século passado, o Rio de Janeiro era uma cidadezinha pestilenta chamada de maravilhosa. O bicho-grilo Adalbertovsky lembra daqueles tempos pandêmicos da febre amarela, varíola e peste bubônica. “A cidade era povoada de cariocas, ratos, mosquitos, conselheiros, maconheiros,  baratas, deputados, Aedes aegypti, bactérias, senadores, bicheiros, poetas, namorados e seresteiros, a bexiga lixa microscópica e macroscópica em geral”.

“Havia remanescentes monarquistas do Império e neorrepublicanos. A febre amarela, a varíola e a peste bubônica atacavam a todos, gregos e troianos, monarquistas republicanos.  O ano era 1904-1905. O presidente Rodrigues Alves nomeou o sanitarista Oswaldo Cruz e o engenheiro Pereira Passos para enquadrar o mosquito Aedes e erradicar as mazelas urbanas. Oswaldo Cruz tornou a vacina obrigatória. Pense numa revolução!”.

“Acusavam o governo de promover um genocídio contra os mosquitos. O mosquito foi politizado e ideologizado. A mundiça vermelha xingava nas ruas: Aedes, você é monarquista reacionário e golpista. O gado protestava: Você é um inseto comunista. Um tal general Ramos tomou a vacina escondido para não perder a boquinha.  Um bode rouco, semianalfabeto de nascença, disse: Ainda bem que a natureza criou este monstro chamado Aedes aegypti”.  

“O governo de Rodrigues Alves decretou Estado de Sítio de Atibaia e o decreto de obrigação da vacina foi revogado em novembro de 1904. As escaramuças deixaram dezenas de mortos, feridos e presos”.

“COVID – O Governo desta Capitania Nova Lusitânia dispunha de montanhas de dinheiro na luta contra o inseto comunista chinês. A Prefeitura de Geraudo Covid ano passado montou um pacote de 670 milhões, sem licitação. O governador Paulo Câmara mandou fechar o comercio, mil restrições, causou milhares e milhares de falências e desemprego. Hoje propalam que a situação continua alarmante. Dirão que a culpa é da rafaméia. Errado. A culpa é de vocês, fidalgos palacianos. Fizeram a sociedade de cobaia”.

“O secretário biólogo Eurico Pasteur sempre defendeu aglomerações nos ônibus e nas revendas de automóveis. Quando era mais pobre o secretário André fazia longas caminhadas no Parque da Jaqueira. Os príncipes governistas não abrem mão de um ceitil dos seus salários milionários, e a sociedade que exploda”. A crônica pandêmica do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião.


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Fernandes

Ciro Gomes afirmou que “a roubalheira” aumentou durante o governo de Jair Bolsonaro. O pedetista deu a declaração ao comentar a matéria do Estadão que rastreou o uso dos R$ 3 bilhões em emendas, extras, liberadas pelo governo. No Twitter, Ciro defendeu que é necessário punir os responsáveis pelo que chamou de “crime gigantesco”.


Bandeirantes 2021

09/05


2021

Coluna traz bastidores da crise no Grupo João Santos

A partir de amanhã e pelos próximos quatro dias, a coluna do blog vai trazer informações exclusivas sobre os bastidores da crise envolvendo o Grupo João Santos. A derrocada se intensificou em 2009, após a morte do industrial serratalhadense que dá nome ao conglomerado, aos 101 anos de idade.

Desde então, uma disputa entre os herdeiros de João Santos foi aberta e por vezes noticiada da imprensa, resultando na operação Background, deflagrada na última quarta-feira (5) pela Polícia Federal. Imperdível!


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Serra Talhada 2021

09/05


2021

A carta que Mandetta enviou a Bolsonaro sobre a pandemia

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse, na última terça-feira (4), durante sessão da CPI da Covid, que entregou uma carta ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alertando sobre os riscos da pandemia ainda em 2020. No documento, ele orienta que Bolsonaro "reveja o posicionamento adotado". De acordo com Mandetta, a carta foi entregue em 28 de março de 2020, quando ainda estava à frente do Ministério da Saúde. Leia na íntegra:

"No dia 03 de janeiro de 2020, este Ministério, por intermédio de sua Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS), detectou rumores a respeito de casos de “pneumonia atípica”, oriunda da China, que estaria infectando diversas pessoas e produzindo significativo número de óbitos. Assim, com base no Regulamento Sanitário Internacional (RSI), antecipou-se a revisão de protocolos relativos ao Preparo, Vigilância e Resposta à Influenza no Brasil.

No dia 22 de janeiro de 2020, em observância a sua missão institucional de implementar medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, para a prevenção e controle de riscos, agravos e doenças, o Ministério da Saúde ativou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para o novo Coronavírus (COE-nCoV). Destacando-se que entre os dias 03 a 27 de janeiro, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional já havia analisado 7.063 rumores, sendo que 127 desses rumores exigiram a verificação de veracidade junto ao Ponto de Contato Regional da OMS para o RSI.

Ressalte-se ainda que, entre os dias 18 e 27 de janeiro de 2020, a SVS/MS recebeu a notificação de 10 casos para investigação de possível relação com a Infecção Humana pelo novo Coronavírus – Covid-19. Todas as notificações foram recebidas, avaliadas e discutidas, caso a caso, com as autoridades de saúde dos estados e municípios. De 10 casos, somente um (1) caso notificado em 27/01 se enquadrava na definição de caso suspeito. Os demais na?o cumpriram a definição de caso, foram excluídos e apresentaram resultado laboratorial para outros vírus respiratórios.

Neste mesmo ínterim, até o dia 27 de janeiro de 2020, segundo a OMS, já estavam confirmados 2.798 casos de Covid-19 no mundo. Destes, 2.761 (98,7%) foram notificados pela China, incluindo as regio?es administrativas especiais de Hong Kong (8 casos confirmados), Macau (5 casos confirmados) e Taipei (4 casos confirmados).

Em 30 de janeiro de 2020, após reunião com especialistas, a OMS declarou Emergênncia de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) em razão da disseminação do Covid-19. Naquele momento, havia 7,7 mil casos confirmados e 170 óbitos na China, principal local de disseminação do vírus, e 98 casos em outros 18 países. No Brasil, nove casos estavam sendo investigados.

Em 3 de fevereiro de 2020, o Ministério da Saúde declarou Emergeência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da infecção humana pelo Covid-19, por meio da Portaria MS n° 188, e conforme Decreto n° 7.616, de 17 de novembro de 2011.

Em 06 de fevereiro foi aprovada a Lei n° 13.979, de 2020, que dispõe sobre as medidas de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019. Todas as normas foram editadas antecipadamente ao primeiro caso confirmado do Covid-19 no Brasil (26/02/2020) e em consonância com o disposto sobre preparo para emergências no âmbito do Regulamento Sanitário Internacional.

Para garantir a transparência na comunicação sobre as ações de vigilância e controle do Covid-19 e no sentido de esclarecer à população sob medidas de orientação e prevenção, o Ministério da Saúde realizou um total de 49 coletivas de imprensa nos últimos 65 dias (a primeira em 23 de janeiro), 109 releases, 1.550 atendimentos a demandas de imprensa, 50 vídeos produzidos e publicados pela TV Saúde, 8 vídeos-cartões para uso nas redes sociais, 21 matérias de rádio produzidas pela Web Rádio Saúde, dentre outros, o que fortaleceu a confiança da população brasileira nas medidas que vem sendo tomadas pelo Ministério da Saúde, além dos dados e projeções epidemiológicas realizadas por especialistas, bem como do estudo diário sobre a resposta de outros países à pandemia.

Em 25 de março, a OMS confirmou um total de 413.467 casos de Covid-19 e 18.433 óbitos no mundo. Destes, a Região das Américas conta com 60.834 casos confirmados e 813 óbitos. Sendo mantidas pela OMS as recomendações de medidas de mitigação para estados de Pandemia global. No Brasil, em 26 de março o total de casos confirmados no Brasil era de 3.498. Cuja distribuição era de 4,3% na Região Norte, 15,7% na Região Nordeste, 57,1% na Região Sudeste, 9,4% na Região Centro-Oeste e 13,5% na Região Sul.

Cabe dizer ainda que o Ministério da Saúde participou de sessões informativas da OMS, de reuniões virtuais coordenadas pela Organização Panamericana da Saúde (OPAS), além de encontros virtuais com representantes de saúde do MERCOSUL, PROSUL e G20, onde pôde verificar o prognóstico do colapso dos sistemas de saúde nos próximos meses. O que denota a necessidade de que o Brasil tome medidas que evitem o aumento exacerbado do número de casos com necessidades de atenção e cuidado de média e alta complexidade nas redes de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Situação já observada nos sistemas de países como Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, dentre outros, apesar das diferenças dos respectivos setores de saúde.

Diante desse cenário, eu, como Ministro da Saúde e na minha missão como gestor do Sistema Único de Saúde busquei promover a integração entre os Poderes da República para o fortalecimento da resposta à epidemia nacional. No dia 16 de março, em reunião com os membros do Tribunal de Contas da União apresentei a todos os Ministros da Corte de Contas e ao Ministro da Controladoria Geral da União o cenário nacional da emergência em saúde, ressaltando a necessidade do estabelecimento de novos paradigmas para funcionamento da Administração Pública.

Ato contínuo, naquele mesmo dia, em reunião no Supremo Tribunal Federal, com a presença dos membros da Suprema Corte, dos Presidentes dos Tribunais Superiores, do Presidente da Câmara dos Deputados, do Presidente do Senado Federal, do Presidente do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República, do Ministro da Advocacia-Geral da União, apresentei o cenário técnico do setor saúde (riscos e agravos sobre a infecção pelo Covid-19), além de medidas de saúde pública necessárias à prevenção e controle da resposta à epidemia, para as quais se faz premente o esforço conjunto dos órgãos superiores da República.

Cabe ressaltar que no mesmo dia 16 de março, sem a participação desta Pasta, foi editado o Decreto n. 10.277, de 2020, que instituiu o Comitê de Crise para supervisão e monitoramento dos impactos da Covid-19, e mais ações de outros setores foram integradas às medidas sanitárias que vinham sendo tomadas pelo Ministério da Saúde desde fevereiro.

Assim, em que pese todo esforço empreendido por esta Pasta para proteção da saúde da população e, via de consequência, preservação de vidas no contexto da resposta à epidemia da Covid-19, as orientações e recomendações não receberam apoio deste Governo Federal, embora tenham sido embasadas por especialistas e autoridades em saúde, nacionais e internacionais, quais sejam, o isolamento social e a necessidade de reconhecimento da transmissão comunitária.

Acrescente-se ainda o alerta já feito por esta Pasta a respeito de outras viroses que terão seu ciclo epidêmico agravado em concomitância coma epidemias do Covid-19. Além do aumento da mortalidade por doenças diversas, como vem ocorrendo em outros países, devido à sobrecarga dos sistemas de saúde.

Imperioso, sobretudo, zelar pelos médicos, enfermeiros e todos os profissionais de saúde, por serem a principal linha de frente do trabalho em saúde no país, constituindo o grupo de maior risco, uma vez que são os mais expostos.

Nesse sentido, tendo em conta que a atuação do Ministério da Saúde no preparo, vigilância e resposta a pandemia pelo Covid-19, em consonância com o Regulamento Sanitário Internacional (Decreto n. 10.212, de 30 de janeiro de 2020), fundamenta-se nos fatos apurados, nas evidências científicas e na observância dos princípios e regras que alicerçam os direitos e garantias fundamentais de todo cidadão brasileiro, recomendamos, expressamente, que a Presidência da República reveja o posicionamento adotado, acompanhando as recomendações do Ministério da Saúde, uma vez que a adoção de medidas em sentido contrário poderá gerar colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências à saúde da população.

LUIZ HENRIQUE MANDETTA
Ministro de Estado da Saúde"


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Jovelina Maria de Brito

bozó assassino, genocida, crápula, verme, miliciano, um cão raivoso.....nojo desse asno....

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Um crápula, Aproveitador. Tenho um vídeo ele, quando ministro, falando que: \"o Presidente está certíssimo quando ele fala que a crise econômica vai matar as pessoas, as pessoas não aguentarão a fome e estava cem porcento engajado em achar uma solução junto da equipe da economia. Também falou que metade que vai entrar em contato mais da metade não vai nem ter sintoma vai simplesmente desenvolver anti corpo ele pega só um resto de vírus e a grande maioria dos que pegarem vão ter sintomas leves. Depois uma minoria vai necessitar de internação hospitalar.\" É, no mínimo, um desonesto intelectual.


Anuncie Aqui - Blog do Magno

09/05


2021

E no BBB 21 também teve um retrato do Centrão

Por Mariângela Borba*

Mesmo aqueles que manjam pouco de política, só de ouvir falar no Centrão já começam a se contorcer. Isso é fato. Por quê? Porque se trata de um bloco populoso de partidos que não têm lado, não são definidos - nem de esquerda e nem de direita. E nesse chamado "Centrão", vivem pulando de galho em galho. Correm para o lado daquele que o agradar naquele momento. Não são definidos. É o popular "quem dá mais!" e assim seguem “em cima do muro". Geralmente, é um grupo populoso, medroso e que costuma se esquivar das grandes decisões. E, por incrível que pareça, o BBB também é um termômetro da política, se analisarmos pelos meandros.

E o que é o chamado Centrão? É, simplesmente, uma grande massa que pode travar as pautas da Câmara ou levá-las adiante. Não é à toa que todo mundo teme o Centrão, mas, porque ele se trata de um grande bloco, no jogo político, não dá para se desvencilhar dele, senão nada vai para frente e nem a roda gira.

Sim, é como no BBB, mesmo. E esta versão 21 mostrou bem esses meandros. Teve um grupo pautado por questões mais humanitárias e empáticas. Costumavam usar do diálogo mais amplo e pelo acolhimento.

Já do outro lado, uns outros que tinham atitudes mais opressoras e que determinavam quem seriam os alvos da vez. Eles se fazem valer de fake news e de intrigas para criar momentos favoráveis para si no jogo.

E no meio mesmo, é onde ficava o referido Centrão. Mesmo estando dividido em subgrupos, eles se uniam para escapar de qualquer parada, principalmente de um paredão. Ah, e como cantou o Tim Maia "vale o que vier!" sendo que, ao contrário do que cantou o saudoso síndico, "vale ficar homem com homem e mulher com mulher " (nada contra, por favor!) - como fez o filho do cantor famoso para garantir uma vaga na final.

Ele se escondeu de protagonismos, ali com seu cigarro e, entre um trago e outro, terminou alcançando o seu objetivo: manter-se na final. Pois é, e assim agiu o Centrão do BBB, era coadjuvante propositadamente, não por acaso esperava o próprio brilho surgir quando a casa estivesse mais vazia.

O BBB 21 apresentou um centrão formado pelos agroboys Caio e Rodolffo, que era, mais ou menos, como se fosse a “bancada ruralista da Câmara”, os famosos Camilla de Lucas, Carla Diaz, Pocah, Viih Tube, Fiuk, Thais e João Luiz. Aos poucos, eles chegaram a entender o jogo da rapper Karol Conká, mas não chegaram, ou não tiveram capacidade, de criar suas próprias estratégias. Preferiram aceitar o que vinha da turma do Projota e companhia.

Na dúvida, optavam pelo “voto de manada”, talvez, até mesmo, por preguiça de encarar o jogo e tentarem se livrar dos opositores sem, até mesmo, tirarem uma vantagem disso ou mesmo, por uma incapacidade de estabelecer um diálogo com o restante da casa e mostrarem, até mesmo, a injustiça que estava acontecendo com eles – como foi o caso do Acrebiano que terminou se envolvendo com a Karol Conká, só para tirar vantagem, sem estar apaixonado, e terminou saindo sem nem mesmo entender o por quê de ter sido o alvo do Centrão: poderoso, perigoso e altamente influenciável.

E, mesmo assim, parte do Centrão do BBB conseguiu chegar à final, mas o que prevaleceu mesmo foi a força da nordestinidade feminina: o Brasil reagiu! E que reaja assim em 2022, nas urnas. Como versou o paraibano Chico César com o nosso saudoso Dominguinhos: “Deus me proteja de mim, e da maldade dessa gente boa, da bondade da pessoa ruim, Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim”.

*Jornalista, secretária de comunicação do PV/PE e do PV Recife, especialista em Marketing Político, de Conteúdo e assessora de imprensa da Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura do Paulista.


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09/05


2021

Hugo Chávez teve medo de ser envenenado no Recife

Da Coluna de João Alberto

Hugo Chávez, então presidente da Venezuela, chegou ao Recife no dia 24 de abril de 2003 a bordo de um avião da Força Aérea Venezuelana. Foi recebido no Palácio do Campo das Princesas pelo presidente Lula, João Paulo, prefeito do Recife, e Luciana Santos, prefeita de Olinda. Em seguida, visitou as obras da Refinaria Abreu e Lima, em Suape. 

Ele foi ao município de Abreu e Lima, onde prometeu ajudar e cumpriu: levando um grupo de professores e alunos para visitar a Venezuela. Em pleno meio-dia, foi visitar o túmulo de Abreu e Lima, que combateu junto ao libertador Simón Bolívar, líder da independência da Venezuela, no Cemitério dos Ingleses, onde discursou por mais de uma hora, com muita gente de paletó suando aos píncaros.

Na Sudene, falou por mais de duas horas. Ao encerrar o último evento de sua agenda em Recife, no Forte das Cinco Pontas, Chávez deu autógrafos, tirou fotos com crianças e ouviu manifestações de diversas pessoas de apoio à Revolução Bolivariana. Ficou hospedado, com sua comitiva, no Hotel Boa Viagem. Por duas vezes, foi jantar no restaurante Ponteio, pertinho. Um garçom que o serviu me revelou que, com medo de ser envenenado, um auxiliar provava a carne antes dele se servir.


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09/05


2021

Eduardo Cunha volta a usar Twitter após reverter prisões

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB) voltou a usar o Twitter. O anúncio foi feito por meio de sua conta oficial na plataforma. 

"Estou retornando a usar as mídias sociais e quero agradecer todas as manifestações de carinho recebidas dos muitos amigos e daqueles que torcem por mim", escreveu.

O retorno de Eduardo Cunha ocorre após a revogação das prisões preventivas contra ele. Desde outubro de 2016, quando foi detido, sua filha, Danielle Cunha, vinha publicando na conta do ex-presidente da Câmara.

No Twitter, Eduardo Cunha negou que ele possa se candidatar nas próximas eleições, mas deixou uma possibilidade aberta para a filha fora do MDB: "Na linha do que a minha filha Danielle já postou, eu nao (sic) sou candidato a nada e ela nao (sic) pretende ser candidata pelo MDB."


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Comentários

Jovelina Maria de Brito

ladrão, corrupto....essas marcas suas não tem STF que tire....


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