Jaboatão

17/04


2021

Recife reprovou um modelo, atesta marqueteiro

No capítulo de hoje de "A derrota não anunciada", livro de minha autoria sobre a eleição de 2000 no Recife, na qual o PT arrebatou o poder das mãos de Roberto Magalhães (PFL), a visão do marqueteiro José Nivaldo Júnior, responsável, junto com Marcelo Teixeira, sócios na Makplan, da figura que infernizou o prefeito e candidato à reeleição: o Mané da China, interpretado pelo ator Walmir Chagas.

"Não foi uma derrota pessoal, individual, como muita gente interpreta. Foi a derrota de um modelo de gestão. Em 2000, o povo mandou um claro recado de renovação. Cada eleição tem a sua história, tem um tipo de político que se dá bem, independente das suas qualidades pessoais. Houve uma clara tendência para a renovação não só no Recife", diz ele nesta entrevista abaixo. Confira!

Capítulo 21

“Recife optou pela renovação”

Publicitário vitorioso e tarimbado, José Nivaldo Júnior trouxe animação e humor para a campanha de 2000, quando criou a figura do Mané da China, interpretado com brilho pelo ator Walmir Chagas que, na campanha anterior, havia feito um outro personagem divertido, o Véio Mangaba, inserido na propaganda eleitoral de Roberto Magalhães.

"Tomei um susto e não acreditei quando Carlos Wilson revelou que Walmir e Aramis Trindade iriam trabalhar conosco, porque eles tinham feito campanha para Magalhães, quatro anos antes”, lembra.

Estrategista de mão cheia, José Nivaldo, durante a campanha, dividia seu tempo entre Recife e São Paulo, onde também trabalhou pela eleição da prefeita Marta Suplicy. Com a derrota do seu candidato no Recife, Carlos Wilson, com quem tem uma velha relação profissional e de amizade, o marqueteiro foi convidado para reforçar o time de marketing político de João Paulo, no segundo turno.

Não ficou na linha de frente, mas deu opiniões importantes, colaborou na preparação do candidato antes dos debates na televisão e ajudou a definir a estratégia da reta final de campanha, além do dia da eleição. José Nivaldo tem uma opinião bem diferente da maioria dos políticos consultados para opinar sobre as razões que levaram Roberto Magalhães à derrota.

Para ele, os erros cometidos pelo candidato pefelista contribuíram, de certa forma, claro, para João Paulo sair vitorioso, mas não foram decisivos, como avaliam alguns setores envolvidos na campanha de ambos os candidatos. “João Paulo representava a renovação. Foi nisso que o eleitor apostou”, enfatiza.

Quando está no Recife - o que é raro, devido aos inúmeros compromissos com clientes políticos fora do Estado - José Nivaldo dá expediente no escritório da Makplan, na Ilha do Leite, empresa de marketing político que toca em sociedade com Marcelo Teixeira, há 14 anos. Foi lá, depois de uma caminhada matinal, que deu o seu depoimento. Uma conversa de duas horas, interrompida apenas para atender um telefonema da sua mulher, Fátima, e outro de Danilo, seu filho caçula, de 19 anos.

Qual a avalição que o senhor faz da derrota de Magalhães?

Não foi uma derrota pessoal, individual, como muita gente interpreta. Foi a derrota de um modelo de gestão. Em 2000, o povo mandou um claro recado de renovação. Cada eleição tem a sua história, tem um tipo de político que se dá bem, independente das suas qualidades pessoais. Houve uma clara tendência para a renovação não só no Recife. Em São Paulo, por exemplo, ganhou Marta Suplicy. Não poderia haver uma renovação maior, uma sexóloga, defensora de casamento de gays, longe do perfil do político tradicional. Para entender o encaminhamento de uma eleição há de se combinar dois fatores: a tendência geral da eleição, que é nacional, e o quadro local, para saber se aquela tendência se verifica ou não em cada lugar. Em alguns lugares, a tendência não se verifica. No caso específico do Recife, configurou-se a tendência nacional para a renovação, para o inusitado.

Mas como uma onda de renovação se as pesquisas, majoritariamente, antes do episódio de Boa Viagem, davam uma vitória tranquila a Roberto Magalhães?

Como dizem os políticos, a única pesquisa que vale é a da urna. Pesquisa prévia revela a intenção de voto. A decisão do voto é outro momento, O episódio de Boa Viagem, como outros que ocorreram na campanha, ajudam a formatar o quadro. Eles são a explicitação do fenômeno. O fenômeno político acontece através de acontecimentos que só têm peso e repercussão por conta das características do momento. Aquilo tudo poderia ter acontecido e Roberto Magalhães ter ganho a eleição, se outro fosse o quadro. Tudo aquilo só fez efeito porque o quadro era favorável à renovação.

Ele próprio diz que perdeu por conta da greve da Polícia...

A greve da polícia foi outro fator, mas também não foi decisivo. A eleição sempre revela uma tendência. O eleitor manda um recado nas urnas e este recado, em cada lugar, vai tomando a forma local. Quando termina a eleição, se você só olha a eleição do Recife, fica procurando aqui as explicações para o resultado. Mas quando se abre o foco, verifica-se que ocorreu algum tipo de fenômeno que justifica o resultado ter se encaminhado naquela direção.

Os próprios aliados de Roberto Magalhães e do governador acham que não foi João Paulo quem ganhou a eleição. Acham que Magalhães entregou de bandeja. O que acha?

Olha, eleição é como um jogo de futebol. Nenhum time ganha o jogo se o outro não errar. Mas o fato de um time errar, não quer dizer que ele vai perder o jogo. Em campanha, o efeito do erro ou do acerto, depende do contexto. Acho uma injustiça dizer que foi Roberto Magalhães que entregou a eleição, como é uma injustiça dizer que não foi João Paulo quem ganhou a eleição. Foi João Paulo que ganhou a eleição. Ele pode até perder a próxima, cada jogo tem sua história, mas aquela ele ganhou. Por que ganhou? Porque tinha o perfil adequado para o moimento. E aí ele teve o mérito de saber explorar as circunstâncias favoráveis.

Dentre os episódios mais polêmicos da campanha, na sua interpretação qual o que pesou mais?

Olhe, um dos que mais influíram, puxando a brasa pra minha sardinha, foi o Mané da China, que durante meses foi minando a sensação de invencibilidade de Roberto Magalhães, O personagem fez o contraponto com o programa de Governo de Roberto Magalhães. Porque, na verdade, Roberto Magalhães governou quatro anos quase sem ter oposição.

Como assim?

A oposição era muito tímida. O Mané da China foi o primeiro furo na administração de Roberto Magalhães. Outra coisa muito importante, que não é muito citada, foram os debates. João Paulo ganhou todos os debates. É claro que Roberto Magalhães se saía tecnicamente muito melhor, demonstrava muito mais conhecimento da cidade, tinha obras para apresentar. Mas, quanto mais ele apresentava obras, mais ele se distanciava do perfil da novidade que seria vitorioso na eleição. A questão não foi ideológica, de direita e esquerda. O foco da eleição foi que o povo decidiu apostar no novo. De certo modo, até preparando o caminho para a vitória de Lula dois anos depois.

O novo seria em função do quadro nacional, que já vinha decepcionando, com Fernando Henrique ou em relação ao Estado?

O novo tem relação com tudo. Após oito anos de Fernando Henrique, o povo estava cansado do seu governo. Aí dentro, do mesmo esquema político, estavam Roberto Magalhães e o próprio governo de Jarbas. A gestão Roberto Magalhães era bem aprovada, mas ele acabou sendo derrotado, porque o povo queria mudar.

Mas Jarbas era um grande leitor no Recife?

Jarbas, aparentemente, era um grande eleitor. Mas, na hora em que Jarbas mais se empenhava na eleição, tirava a gravata, mais criava situações para a vitória do adversário. Por que isso? Pelo perfil do candidato desejado pelo povo. Essa é a minha tese. Foi uma eleição apertada, diga-se de passagem. Matematicamente quem votou contra Roberto Magalhães no primeiro turno, votou no segundo. Roberto Magalhães não ganhou voto do primeiro para o segundo turno.

Foi a classe média que elegeu João Paulo?

Não. Foi o povo que elegeu João Paulo. A classe média não elege ninguém. A classe média confeita o bolo. Quem dá a massa e substância ao bolo é o povão.

Em relação ao personagem do Mané da China, na sua interpretação, por que Carlos Wilson não captou a sua popularidade e sim João Paulo?

Popularidade é uma coisa, voto é outra. O personagem tornou-se popular e deu popularidade a Carlos Wilson. Porém seu papel não era dar voto. O voto é conquistado por outras razões. O personagem cumpriu seu papel e João Paulo foi o maior beneficiário porque tinha o perfil desejado pelos eleitores.

Mas, se não fosse a denúncia do calote, Carlos Wilson não teria sido beneficiado pela onda de humor gerada com o Mané?

Essa questão de ataque é relativa. Os ataques que Carlos Wilson sofreu detiveram sua ascensão porque seu perfil não era o do novo, do inusitado. João Paulo também sofreu muitos ataques. No segundo turno, uma verdadeira campanha terrorista foi feita contra o PT. Se você quer saber, na minha opinião esta foi a principal causa específica da derrota do Dr. Roberto. Ao passar a imagem de baderna associada a João Paulo, a campanha do prefeito revoltou parte da população, que tinha consciência de que aquilo era uma farsa, uma mentira, que não ia ocorrer como não ocorreu após a vitória de João Paulo e Luciano Siqueira. Aquela campanha impediu que Roberto Magalhães conquistasse novos eleitores no 2° turno

No depoimento do senador Sérgio Guerra, ele confessa que um dos erros da campanha foi achar que Carlos Wilson seria o adversário de Magalhães no segundo turno e não João Paulo. Como analisa isso?

Olhe, eu não tenho condições de comentar o que eles achavam ou não achavam. Eu só sei que eles anunciaram no jornal que, se houvesse segundo turno, preferiam ir com João Paulo. Escolheram João Paulo. Se isso é verdade, se não foi uma declaração para despistar, se expressava uma opinião, aí era uma opinião muito equivocada.

Quem criou o personagem Mané da China?

A ideia inicial do personagem foi minha e a construção se deu com todo o conjunto da equipe da Makplan, além dos próprios artistas. João Henrique que é meu filho e dirige a criação da Makplan, desenvolveu os textos, o diretor Alexandre Alencar deu forma ao personagem, enfim, acabou sendo uma criação coletiva.

Vocês conseguiram o objetivo, que era tirar Roberto Magalhães do sério?

Não tenho condições de responder porque ele nunca se pronunciou publicamente sobre isso. Agora, que foi engraçado, foi,

Doutor Roberto diz que até se divertia...

Acredito. Olhe, eu já disse uma vez, que personagem humorístico em campanha é uma coisa cujo efeito positivo não é uma regra geral. Às vezes eu uso, às vezes não uso. No segundo turno, Mané saiu de cena, porque já tinha cumprido o seu papel.

Mas o eleitor gosta

Descontrai o discurso. É uma forma de se fazer um discurso crítico de forma que todo mundo preste atenção, porém precisa ter aderência e conteúdo. O Chinês não mentia. O Chinês exagerava na brincadeira. Ele não mentia ... Ele ia procurar a ponte e não encontrava, caía dentro d'água. Ia procurar a maternidade, não tinha maternidade. Elogiava o asfalto e caía no buraco. Eram situações hilariantes.

Que papel o senhor acha que um vice tem numa campanha? Acha que a mudança de Raul Henry por Sérgio Guerra alterou alguma coisa?

Com todo respeito pelos vices, eles exercem um papel simbólico. Vice não é votado. Vice não ganha eleição. O principal papel do vice é expressar o caráter da chapa, ampliar o candidato.

Magalhães diz que, no momento em que perdeu Raul Henry, perdeu a militância do PMDB. O que o senhor acha?

Pode ter sido. Eu não tenho condições de avaliar isso. Normalmente, em campanha não me interesso pelos problemas dos adversários. Enfrento a chapa deles com a intenção de ganhar, se possível no primeiro turno. Muita gente não acreditava que João Paulo pudesse ganhar de Roberto Magalhães. Entretanto, depois que a eleição passa e você vê o quadro, verifica que João Paulo era o adversário mais perigoso que Roberto Magalhães poderia enfrentar. Talvez o único capaz de derrotá-lo.

Na verdade, ninguém encarou João Paulo como um adversário em potencial, porque ele próprio nunca acreditou na eleição...

No início, pode até ter sido assim, não sei. Nosso contato mais direto com João Paulo acontecei no segundo turno. Ele se apresentava como um candidato otimista, entusiasmado, preparado para vencer. Ele já tinha sido candidato majoritário algumas vezes e acho que ele tinha a intuição de que seu momento tinha chegado. Aliás, essa era a opinião de Marcelo Teixeira, minha e da coordenação da campanha.

O povo não decide seu voto principalmente pela televisão?

Isso também é relativo. No primeiro turno Roberto Magalhães tinha quinze minutos de propaganda eleitoral. João Paulo tinha dois minutos e pouco. Nos últimos dias, a coligação do prefeito conseguiu tirar os programas de João Paulo do ar. Ele nem teve o direito de se despedir do eleitor. Adiantou? Não. João Paulo subiu pelo menos 15 pontos nos últimos dias. O palanque eletrônico é fundamental. Porém, ele dá mensagens que vão além dos clipes e das falas dos candidatos. O próprio fato de tirar o programa de João Paulo do ar não beneficiou Roberto Magalhães.

O senhor acredita nisso?

Claro. A demonstração de força fez, naquele contexto, o povo ficar do lado mais fraco. Esse equívoco, a meu ver, se repetiu no segundo turno. Os direitos de respostas que o prefeito ganhou depois de encerrada a propaganda eleitoral só reforçaram essa tendência. Na véspera da eleição, as pesquisas apontavam uma vitória folgada do prefeito. Vieram os direitos de resposta e João Paulo virou o jogo em 24 horas.

Vocês trabalhavam com a hipótese de que o projeto da aliança jarbista era de 20 anos de poder?

Não. Ouvia falar que a aliança oficial tinha um projeto de poder duradouro, mas isso não circulava com muitos detalhes entre nós, da oposição. Talvez Lavareda possa lhe responder. Eu não tenho condições de dizer. Seria especulação da minha parte.

Em política, projetos a longo prazo costumam vingar ou dão certo?

Não quero dizer que as pessoas não façam projetos, mas a história costuma ser muito irônica com esses projetos. Desde o Reich, dos mil anos de Hitler, que só durou cerca de 15 anos, até o projeto de 20 anos de FHC. Os políticos fazem seus projetos, mas esquecem de perguntar se a história concorda. Perguntaram se o povo concorda? Até ditadores que fazem um projeto de longo prazo acabam sendo surpreendidos pela dinâmica do processo social.

Por que Agamenon disse que Recife é uma cidade cruel?

Porque o Recife, como toda a cidade metropolitana, já naquela época, não se submetia aos parâmetros de controle de voto que prevaleciam e que ainda hoje existem no interior. O Recife não é mais ou menos cruel do que qualquer outra grande cidade. Sequer o Recife é uma cidade de oposição, ou de esquerda. Na ditadura, as pessoas votavam contra a ditadura. Não porque eram de esquerda. Então, o voto metropolitano é um voto livre, que se pauta mais pela política do que pela administração. Por isso, certamente, Agamenon disse essa frase.

Mas o Recife tem uma tradição de os governadores não elegerem os prefeitos

Não é só o Recife. Veja São Paulo em 2000. Mário Covas era o governador. Seu candidato a prefeito era Alckmin, que não foi nem para o segundo turno. Dois anos depois, Alckmin se elege governador. No Rio, Garotinho também não elegeu o prefeito, apesar de estar muito aprovado. O prefeito foi César Maia. Na eleição seguinte, Rosinha Garotinho ganhou no 1° turno. E saí por aí afora. Às vezes, as pessoas usam chavões, que não são verdadeiros.

Que participação o senhor teve no fechamento da avenida Boa Viagem, para impedir a carreata de Magalhães?

Tudo começou no domingo anterior, quando a chuva impediu a carreata do prefeito. Ora, para o domingo seguinte, a avenida já estava reservada para o evento de Carlos Wilson. Durante a semana, foram preparados e distribuídos milhares de chapéus do Mané e revistas em quadrinhos com suas peripécias, para a carreata de Carlos Wilson.

Acontece que assessoria de Roberto Magalhães insistiu em realizar sua carreata no mesmo percurso e ocorreu o encontro dos eventos.

Havia todo um clima de brincadeira com o Mané, as pessoas faziam o gesto dos olhos, que era uma marca do personagem, usavam os chapéus. Ora, as duas campanhas já estavam bastante acirradas, principalmente pelos ataques sofridos por Carlos Wilson. O resto foi decorrência natural desse clima.

Se a assessoria dele tivesse sido mais esperta, nada teria acontecido?

É difícil dizer. Porém, se a assessoria do prefeito tivesse optado por outro evento, se tivesse evitado o contato, o acirramento dos ânimos não teria acontecido daquela forma.

Mas, eles não sabiam que Carlos Wilson estava na avenida...

Deveriam saber. A avenida estava reservada no TRE há bastante tempo. Além disso, a notícia estava nos jornais. Não era segredo para ninguém.

Foi o senhor que armou e montou a estrutura?

Em absoluto. Eu não tinha qualquer participação na montagem dos eventos. E, além disso, tudo já estava programado, antes mesmo da carreata do domingo anterior ter sido cancelada. O que aconteceu foi produto das circunstâncias. Aliás, tudo decorre das circunstâncias. Collor, em 89, deu banana para o povo do Rio e ganhou votos com isso. Foi tido como corajoso, e coisa e tal.

Como foi a escolha de Walmir Chagas, que fez o papel do Mané da China?

Essa história é interessante porque Walmir não foi escolhido, o personagem é que foi criado para ele. Walmir e Aramis Trindade, outro ator extraordinário, tinham trabalhado na campanha anterior de Roberto Magalhães. Na verdade, a ideia de contratá-los foi de Carlos Wilson, só depois foi que ele me disse. Aí eu fiquei com um problema: como colocá-los pedindo votos para Carlos Wilson? A equipe do adversário tinha inúmeras gravações da dupla pedindo votos para Dr. Roberto. Aí do limão saiu a limonada. O Mané era eleitor de Roberto, entusiasmado. Passou 4 anos na China e voltou para ver “as maravilhas do Recife 2000 que Roberto Magalhães prometeu”. O Chinês era Robertista, defendia o prefeito, só que tudo o que ele esperava que tivesse sido feito se transformava em frustração. Foi o pulo do gato.

Ele fez a festa da criançada, não foi?

Da criançada e dos adultos. O Chinês caiu no gosto do povo. O humor é universal, mas Pernambuco tem sua própria versão, que é a gréia. O Mané representou o espírito da gréia, o humor sutil, sem agressão e sem baixaria. Foi um momento mágico do marketing político.


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PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21

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10/05


2021

FBC: Bolsonaro vai lançar programa social robusto

Desgastado pelo mau desempenho do Brasil na pandemia e pelo início dos trabalhos da CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro apostará em medidas na área social e na recuperação da economia para melhorar a imagem da sua gestão. As informações são do Blog do Valdo Cruz.

Segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), Bolsonaro vai lançar um "programa social muito robusto em julho, para começar a valer em agosto". A data coincide com o fim dos pagamentos do novo auxílio emergencial.

Bezerra disse que o programa será uma nova versão do Bolsa Família, com a inclusão de mais lares e um novo valor para o benefício. A proposta está sendo elaborada pelo ministro da Cidadania, João Roma, e vai contar com recursos do orçamento do Bolsa Família, mais de R$ 35 bilhões.

Atualmente, esse montante não está sendo usado, porque as famílias do programa estão recebendo o auxílio emergencial, bancado com recursos fora do teto de gastos.

"É natural que neste momento o presidente sofra um pouco de desgaste, mas mesmo assim ele mantém um apoio importante junto à população. E, depois desse início da CPI, o presidente vai se recuperar. Ele vai lançar um programa social robusto em julho, e a economia vai melhorar no segundo semestre, puxada num primeiro momento pelo aumento das nossas exportações e depois pelo avanço da vacinação", afirmou o senador.

Em relação à CPI da Covid, ele disse o governo cometeu alguns erros durante o combate à pandemia, mas afirma que os acertos foram maiores e, segundo o senador, isso "ficará claro com outros depoimentos na comissão, destacando as medidas adotadas para socorrer os vulneráveis, trabalhadores, empresas, estados e municípios".

Além disso, Bezerra diz que, na avaliação do governo, não há base jurídica para responsabilizar o presidente "por defender que as pessoas não fossem impedidas de trabalhar".

O líder do governo no Senado disse que o Brasil está sendo favorecido neste momento por um novo boom das commodities, o que está se refletindo nas exportações brasileiras.

"O saldo positivo da balança comercial, que era previsto em US$ 40 bilhões, pode fechar o ano em US$ 80 bilhões. O vento na economia começa a ficar a favor do país", afirmou Fernando Bezerra. Ele faz uma previsão otimista para o crescimento da economia neste ano, acima de 3%.


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Ipojuca 2021

10/05


2021

Na CPI, Humberto pede nova convocação de ministro

Titular da CPI da Covid, o senador Humberto Costa (PT-PE) protocolou, na tarde de hoje, um novo pedido de convocação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Para o parlamentar, o ministro deixou muitas perguntas sem respostas e, mais do que isso, esquivou-se de prestar contas ao Senado sobre atos que estavam prontos e só foram divulgados após o fim do seu depoimento.

No documento entregue à comissão, Humberto diz que Queiroga "foi lacônico em muitos aspectos, inclusive e sobretudo porque alegou estar há poucos dias na condição de ministro da Saúde". "Isso, por si só, já foi um gesto desrespeitoso. Ele deveria ter estudado os temas para vir ao depoimento minimamente munido. Sua fala também foi contraditória em diversos aspectos. Mesmo médico e tendo presidido a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que condenou o uso da cloroquina, da azitromicina, da ivermectina e da hidroxicloroquina contra a covid, ele fez de tudo para não confrontar Bolsonaro. E mais: até hoje, não revogou portaria do Ministério que prescreve o uso de medicação para esse fim", afirmou o senador, que é ex-ministro da Saúde.

Humberto criticou ainda Queiroga por não ter trazido ao conhecimento da CPI o fato de que sua pasta, dois dias antes, tinha editado uma portaria dispondo sobre procedimentos de cobrança administrativa e de instauração de tomada de contas especial em relação a recursos do Ministério da Saúde, aumentando a pressão sobre estados e municípios. A medida se insere no esforço do Planalto de mudar o foco das investigações da comissão para tirá-lo de Bolsonaro e jogá-lo sobre governadores e prefeitos. A decisão só foi conhecida por reportagem da imprensa.

"Essa portaria mostra que há uma ação coordenada no governo federal para minar nossos esforços e evitar a apuração das mais de 420 mil mortes a que chegamos até agora. Não vamos nos desviar. Não vamos perder a nossa rota. A cada dia, temos mais e mais elementos que confirmam a ação deliberada do governo em favor da expansão do vírus, enquanto empurrava remédios ineficazes na população. Isso está claro como causa direta desta que é a maior tragédia sanitária que vivemos na nossa história", disse Humberto.


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Petrolina abril 2021

10/05


2021

Raquel abre sinecura para filho de Roberto Freire

Leitores atentos ao Portal da Transparência da Prefeitura de Caruaru enviaram, hoje, ao blog, a informação de que João Baltar Freire, filho do presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, está lotado no gabinete da prefeita Raquel Lyra (PSDB) como consultor técnico. O cargo comissionado ocupado por ele tem um salário de R$ 9 mil por mês e carga horária de 8h semanais. Isso mesmo, uma verdadeira sinecura.

A admissão não é ilegal, mas está sendo considerada imoral pelo valor recebido e a carga horaria “trabalhada”, sobretudo pelo fato de Raquel se apresentar como vestal, discriminar políticos de sua terra e tratar vereadores da sua base a pão e água.


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10/05


2021

Deputado anuncia investimentos para Taquaritinga

No dia em que celebra aniversário, o município de Taquaritinga do Norte recebeu mais um presente. Ao lado do prefeito Ivanildo Mestre (Lero), do deputado estadual Diogo Moraes, do vice Gena, vereadores e secretários municipais, o deputado federal Ricardo Teobaldo anunciou recursos para o município na ordem de R$ 4 milhões de reais para as áreas de saúde e educação. A agenda de hoje também contemplou uma série de inaugurações, algumas delas com recursos provenientes de emendas parlamentares do deputado Ricardo Teobaldo.

Para ele, a chegada de novos recursos vai ajudar ainda mais a administração do prefeito Lero. "Fico muito contente de estar aqui em Taquaritinga para celebrar esse aniversário de emancipação e anunciar recursos. Estamos destinando cerca de R$ 4 milhões de reais para o município. Nosso gabinete está à disposição do povo de Taquaritinga", frisou Ricardo.

Foram destinados R$ 1.242.000,00 para aquisição de 5 ônibus escolares; cerca de R$ 1,8 milhão para construção de uma escola com seis salas e quadra no povoado de Vila do Socorro e mais R$ 700 mil para investimentos em saúde, sendo R$400 mil para alta e média complexidade e R$300 mil para atenção básica.


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ALEPE

10/05


2021

Vitória: Fiscalizações voltam a dispersar aglomerações

Mais uma ação da Vigilância Sanitária foi realizada, neste final de semana, em Vitória de Santo Antão, com o intuito de verificar o funcionamento dos estabelecimentos comerciais em relação às medidas sanitárias de distanciamento social e o atendimento destes locais em conformidade com as normas vigentes de combate à Covid-19.

As fiscalizações em caráter educativo vêm ocorrendo todos os finais de semana e devem perdurar por todo o período pandêmico. Mais uma vez, proprietários dos pontos comerciais foram orientados e reeducados sobre o uso de máscaras, utilização de álcool a 70% e o distanciamento entre os clientes.

Apesar das ações terem sido intensificadas, algumas pessoas ainda seguem contrariando a gravidade da doença, não utilizando máscaras e promovendo aglomerações, principalmente em bares e praças. “A Vigilância segue fazendo o seu papel, orientando as pessoas, visitando os estabelecimentos, conversando com os proprietários e solicitando o uso da máscara. Mesmo assim, infelizmente, muita gente não acredita no perigo trazido pela Covid-19 e saem para aglomerar, colocando a própria vida em risco”, pontuou Nathália Álvares, coordenadora da Vigilância Sanitária.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado ontem, Vitória de Santo Antão registrou 4.206 casos confirmados da doença, com 231 casos que evoluíram para óbito. Alheios a esses dados e mesmo com todas as ações educativas que vem sendo desenvolvidas desde o final de janeiro, jovens voltaram a se concentrar na praça da Matriz.

Após vídeos circularem pelas redes sociais mostrando essas novas aglomerações no final de semana passado, as incursões voltaram a contar com a presença da Polícia Militar, que acompanhou a ação junto com a Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros. A força de segurança precisou promover, pacificamente, a dispersão dessas pessoas que formavam os pontos de aglomerações.

O telefone 190 da Polícia Militar e o número (81) 3526-8900, do 21º Batalhão, podem ser utilizados pelos vitorienses para denunciar aglomerações e qualquer tipo de evento ou festas que estão proibidos até 24 de maio com a prorrogação do decreto do Governo do Estado com medidas restritivas de circulação.


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Bandeirantes 2021

10/05


2021

Caos em Camaragibe

Reeleita com a promessa de organizar e melhorar a saúde de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, a prefeita Doutora Nadegi (Republicanos), que por ironia do destino é médica, virou uma unanimidade, a de responsável por jogar a saúde, literalmente, na UTI. Pelas redes sociais, com mensagens que respingam também neste blog, o bombardeio em cima do seu desgoverno virou uma rotina, algo que vem corroendo sua imagem.

Além da pandemia da Covid-19, presente naturalmente em todos os municípios, Camaragibe não consegue, por incompetência dela e descaso da sua equipe, mudar a curva em ascensão de casos e mortes provocados pela doença. Há superlotação de hospitais, e, para complicar, surto de dengue e chikungunya, doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. A situação é dramática, não há atendimento médico sequer para os casos mais graves da enfermidade.

Moradora do bairro Céu Azul, a técnica de enfermagem Cláudia Correia enviou uma mensagem à redação do blog relatando o sofrimento que passou para ser atendida nas unidades de saúde da cidade, sem sucesso.

Acometida pela chikungunya desde o último sábado, com febre alta e muitas dores pelo corpo, ela procurou atendimento na Unidade Básica de Saúde Expansão Timbi, hoje, próximo à sua casa, mas foi informada que não havia médico disponível para atendê-la. Mesmo com muitas dores, sem conseguir se locomover e sem atendimento do Samu para esses casos no município, Cláudia se dirigiu ao Hospital Municipal Dr. Aristeu Chaves, no centro da cidade, onde disseram que “se o caso não for acidente, tiro, ou Covid-19, o hospital não aceitaria o paciente”.

“Preciso ser atendida por um médico e não posso contar com isso na minha cidade, preciso de um atestado, pois não estou em condições de trabalhar, mas não encontro atendimento em Camaragibe. No ano passado, eu tive a Covid-19 e procurei atendimento no Cemec ouvi de uma médica que “se eu não estivesse morrendo, ela não poderia me atender”, eu estava morrendo. Eu posso estar morrendo agora, mas vou morrer em cima da minha cama porque não tem médico que me atenda em Camaragibe, desabafou Cláudia.

Nas redes sociais, as denúncias são insistentes e preocupantes. Na página do Instagram do Camaragibe Agora, um perfil com notícias sobre a cidade, moradores se queixam da falta de atendimento em outros postos no município. Em uma postagem sobre o atendimento restrito nas UPAS da Caxangá, Torrões e São Lourenço, os internautas reclamam que as unidades de saúde de Camaragibe só aceitam pacientes com Covid-19.

Além dos problemas na Saúde, a Prefeitura também está sendo acusada de não combater as endemias, segundo outros comentários na postagem do Camaragibe Agora. Os agentes que visitam as casas distribuindo veneno que mata a larva do Aedes aegypti não estão circulando pela cidade, o que fez aumentar os casos das doenças no município. Com a palavra, a desastrosa prefeita de Camaragibe.


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Serra Talhada 2021

10/05


2021

João anuncia vacinação para novo grupo no Recife

A partir das 18h de hoje, as pessoas com deficiência, com mais de 18 anos, beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) já poderão agendar a vacina contra a covid-19 por meio do aplicativo ou site do Conecta Recife. A imunização desse público começará amanhã. O prefeito João Campos (PSB) fez o anúncio na manhã desta segunda na Prefeitura da Cidade do Recife.

“A gente começa a semana com um novo anúncio de vacinação. A partir de hoje, às 18h, estará disponível no Conecta Recife, o agendamento para as pessoas com deficiência que são beneficiárias do BPC - Benefício de Prestação Continuada.  Então você que conhece alguém que faz parte desse grupo, ajuda a essa pessoa a fazer o agendamento, que ela já pode se vacinar a partir de amanhã. Lembrando que qualquer unidade de saúde da nossa cidade tem pessoas que podem ajudar a fazer a inscrição no Conecta Recife e o agendamento. Contamos com a solidariedade de todos e todas para poder ver as pessoas com deficiência sendo vacinadas na nossa cidade”, declarou João.

Esse novo público deve anexar uma cópia do cartão do benefício, ou documento que comprove a curatela, e comprovante de residência no momento do agendamento no Conecta Recife. É importante também levar todos os documentos ao local onde será imunizado, no dia e hora agendados previamente para a vacinação.

O app Conecta Recife está disponível gratuitamente na PlayStore, para Android, e AppStore, para quem utiliza o sistema iOS. O endereço do site é www.conectarecife.recife.pe.gov.br. No Recife, 348.300 pessoas já foram vacinadas. Dessas, 183.349 já receberam inclusive a segunda dose. O total de doses aplicadas é 531.649.


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Comentários

joao carlos da silva

Esse idiota fica toda semana fazendo politicagem criando grupos de vacinações, enquanto muitos como eu, passamos do prazo para tomar a segunda doze da coronavac e não tem a vacina, simplesmente, porque ele não guardou a segunda dose. Fica brincando com a vida dos outros.


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10/05


2021

Faculdade de Medicina chega a Garanhuns

O ex-deputado estadual e ex-prefeito de Garanhuns Izaías Régis enviou, há pouco, ao blog, a notícia de que a portaria com a autorização para funcionamento da FAMEG – Faculdade de Medicina de Garanhuns, enfim saiu.

“Neste fim de semana recebi uma mensagem do Dr. Nicolau, do Centro Universitário ITPAC, informando que a portaria saiu. Fico muito feliz com essa notícia, pois é uma luta que eu abracei desde o meu mandato de deputado estadual”, disse o ex-gestor. Confira o agradecimento dele no vídeo.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

10/05


2021

Ação do Itamaraty para compra de cloroquina na mira da CPI

A ação do Itamaraty para garantir insumos para fabricação de cloroquina durante a gestão do ex-ministro Ernesto Araújo, no ano passado, entrou na mira da CPI da Covid.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), suplente da CPI, vai apresentar um requerimento para a comissão se aprofundar no tema.

Hoje, o jornal "Folha de S. Paulo" revelou que o ex-chanceler mobilizou o ministério para adquirir junto a parceiros internacionais os insumos para o remédio.

A reportagem diz que teve acesso a telegramas diplomáticos que mostram o empenho de Araújo pela cloroquina, mesmo depois de a comunidade científica internacional ter afirmado que o remédio, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro, não tem eficácia contra a Covid.

Ainda segundo a "Folha", a busca por vacinas não recebeu atenção semelhante do Itamaraty.

Ministério da Saúde tira do site indicação de cloroquina no tratamento precoce da Covid

Ministério da Saúde tira do site indicação de cloroquina no tratamento precoce da Covid

O requerimento a ser apresentado à CPI pretende comprovar o empenho do governo para a aquisição de cloroquina e o desinteresse para a compra de vacinas. Segundo, o senador Rogério Carvalho, isso aponta para a tese de que o governo Bolsonaro intencionalmente buscou o contágio para criar imunidade de rebanho como forma de lidar com a pandemia.

A imunidade de rebanho, segundo especialistas, ocorre quando cerca de 70% da população tem anticorpos. No caso do Brasil, até esta segunda-feira, pouco mais de 15 milhões de pessoas já haviam contraído a doença, o que não representa nem 10% da população. O número de mortos por Covid ultrapassa 422 mil.


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10/05


2021

Jaboatão cria programa de monitoramento aos atendimentos

A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes cria Programa de Monitoramento dos Atendimentos a Vítimas de Violência, um sistema pioneiro no estado de Pernambuco, com o objetivo de registrar, monitorar e gerenciar os atendimentos às denúncias de supostas violações aos Direitos Humanos.

Os casos monitorados são referentes a violência contra idosos, pessoas com deficiência, população LGBTQI+ e as violações motivadas por racismo e intolerância religiosa.  A criação do programa tomou por base os dados coletados entre os meses de janeiro e abril deste ano. Entre as principais denúncias, 87,2% foram contra idosos, 11,5% a pessoas com deficiência e 1,2% contra a população LGBTQI+.

Os atendimentos são realizados pelo Núcleo de Apoio a Vítimas de Violência (NAVV), da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, através de visitas domiciliares. O sistema permite cadastrar os atendimentos prestados às vítimas de violência e acompanhar os encaminhamentos efetuados junto à rede socioassistencial e de saúde do município e ao Ministério Público Federal (MPF).  As denúncias podem ser feitas através do Disque 100 do MPF, da Ouvidoria Municipal (0800 081 8899) ou outros órgãos da Rede de Proteção.

"Trata-se de uma importante ferramenta para nortear as políticas públicas visando à proteção de direitos humanos. Através do sistema, é possível quantificar as denúncias e atendimentos, diagnosticar os perfis de violações e as áreas que registram maiores índices em nosso município. Também é possível verificar qual o canal mais utilizado para as denúncias.  O nosso objetivo é garantir a segurança destas pessoas que são vítimas de preconceito", afirmou o prefeito Anderson Ferreira.


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