19/12


2020

Salmos macabros

Por Weiller Diniz*

Desde o batismo no mandato, por evangelização autoritária, Jair Bolsonaro ensaia destruir a democracia e sequestrar órgãos do Estado para doutriná-los como um bem particular ou familiar, notadamente os confessionários de inteligência, como Abin, Receita e PF. As pregações antidemocráticas renderam acusações por crimes de responsabilidade e comuns, puníveis com o impeachment. Há mais de 50 deles descrevendo os pecados totalitários do capitão.

Os demônios de inspiração nazista têm sido exorcizados pelo Supremo Tribunal Federal e apenas observados por outros burocratas da democracia, impassíveis. Os cultos abusivos se repetem e vão sendo testados e modulados. Após os exorcismos institucionais as estratégias passam por mutações, mas jamais foram abandonadas. A cada dia que passa vão abrindo novos porões no inferno. Estados de exceção são construídos na repetição de excepcionalidades.

A Constituição Federal é objeto de muitas críticas procedentes, mas ela é um santuário virtuoso da democracia e do antifascismo. Todos os sacrilégios tirânicos encontram excomunhões na Carta Magna. Os crimes de responsabilidade são todos os comportamentos que atentam contra a existência da União, o livre exercício dos demais poderes- inclusive MP-, contra a segurança interna, a probidade administrativa, a lei orçamentária, o exercício dos direitos individuais e coletivos e o descumprimento de decisões judiciais. Em outro artigo a Constituição relaciona os cinco mandamentos sagrados da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Jair Bolsonaro já blasfemou contra boa parte desses princípios, senão todos.

As primeiras investidas foram despudoradas e convocaram explicitamente uma quartelada para fechar o Congresso Nacional e o STF. No final de maio, em frente ao QG do Exército e em outras quatro manifestações na Esplanada ou no cercadinho, o sacerdote totalitário do clã escancarou a virada de mesa. Eduardo Bolsonaro, chamado de “bananinha” pelo vice-presidente, pontificou que a ruptura não era mais uma questão de “se”, mas de “quando”. O pai apostolava um incompreensível “acabou, porra” e que estava chegando a hora de tudo ser recolocado nos “devidos lugares”.

Foi respaldado por Augusto Heleno, um herege da democracia. O sermão golpista do eunuco só silenciou depois da cana de Fabrício Queiroz, o Gregório Fortunato dos Bolsonaros. Um arquivo vivo.

O cântico totalitário começou a se metamorfosear a partir daí. Não mais o golpe explícito, clássico, mas o sequestro sorrateiro do Estado, misturando pecaminosamente o público e o privado. No êxodo de Sérgio Moro, o ex-ministro praguejou contra Bolsonaro acusando-o de aparelhar politicamente a Polícia Federal para proteger aliados e, principalmente, o primogênito, Flávio Bolsonaro, cujo envolvimento com criminosos é diabólico. Depois de controlar a PF/RJ, o capitão tentou emplacar Alexandre Ramagem, tira amiguinho da família, na prelazia da Polícia Federal. Foi desautorizado pelo ministro Alexandre de Moraes do STF. O apadrinhamento do tira camarada feriu o princípio sacro da impessoalidade. O tal Ramagem continuou chefe de outra paróquia estratégica, a ABIN, sucedânea do funesto SNI.

Na cronologia dos pecados fascistas, dentro do Ministério da Justiça, agentes do governo passaram a montar dossiês ilegais de 579 servidores como integrantes do ‘movimento antifascismo’. Inspirado nas escrituras satânicas do arbítrio, invadiu-se a vida privada de centenas de pessoas produzindo um lixo de 400 páginas de pura bisbilhotice. Na Abin, freguesia do tal Ramagem, um decreto permitiria ao órgão xeretar, injustificadamente, dados sigilosos dos cidadãos, como informações bancárias, fiscais, telefônicos e inquéritos. Ambos foram excomungados por ilegalidade no STF por 9×1, com votos contundentes em defesa do Estado de Direito, funcionando como uma verdadeira encíclica democrática. Mas os devotos dos abusos não se inibem.

No Ministério da Economia, terra do nunca do mais surreal ilusionismo, ninguém cresce. Alimentam-se de fantasias miraculosas e, sabe-se agora, de arapongar jornalistas, professores e influenciadores nas redes sociais. A pasta contempla genuflexa e inerme a inflação voltar, a fome se expandir, o desemprego explodir, a fuga de investidores, a desvalorização do real, o crescimento da dívida pública, a queda abrupta da renda per capita e um PIB anão falseado pelo auxílio emergencial. Mesmo diante de tantos flagelos gastou-se dinheiro público para monitorar as redes sociais e bisbilhotar o que os denominados “detratores” falam de Paulo Guedes, o ministro que prega o “imposto de merda”.

No mais sacrílego lance de captura do Estado, a Abin, a terra prometida do indefectível Ramagem, teria realizado uma advocacia privada para orientar Flávio Bolsonaro a anular o processo onde já foi denunciado por 3 crimes graves: peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Os documentos foram exibidos pela reportagem de Guilherme Amado, de “Época” (“Finalidade: defender FB no caso Alerj”). O cardeal por lá, Heleno Augusto, desmente. A defesa de Flávio confirma. Para quem emitiu notas intimidadoras, não detectou fraudes em currículos de ministros, não impediu o tráfico de cocaína no avião presidencial e não viu a Abin virar SNI, o gabinete dele transmite mesmo uma grande segurança institucional.

Gustavo Bebbiano sempre denunciou a “Abin paralela”, atribuída aos filhos. O próprio Bolsonaro, na macabra missa ministerial de 22 da abril foi explícito: “Eu tenho o poder e vou interferir em todos os ministérios, sem exceção”. Logo em seguida emendou despudoradamente que era para proteger amigos e família: “É putaria o tempo todo para me atingir, mexendo com a minha família. Já tentei trocar gente da segurança nossa, oficialmente, e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar foder minha família toda de sacanagem, ou amigos meus, porque não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha — que pertence à estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode o chefe dele? Troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira”. Na Abin parece que encontrou convertidos.

A apropriação indevida do poder público para atender interesses privados e familiares é recorrente no clã. As ‘rachadinhas’ e patrocínios mascarados são homilias delinquentes da ainda impune e inadmissível privatização do aparelho estatal. Ao propagar que daria “filé” aos seus filhos, o capitão não contava com as reações. O chapeiro Eduardo Bolsonaro chegou a salivar com a embaixada nos EUA, mas ficou por aqui roendo o osso e vendo o cerco se fechar. Carlos Bolsonaro perdeu 34% dos votos para vereador no Rio e é alvo de inquéritos sensíveis no STF e também das rachadinhas. Calvário extenso é o de Flávio Bolsonaro. Está denunciado, as provas são robustas e o pedido de cassação ganha fôlego com a possível participação da Abin na peregrinação ilegal e imoral. Não se sabe até quando a chicana jurídica, única estratégia de defesa até agora, lhe dará sobrevida.

Quando assumiu o bispado da economia, Paulo Guedes incensou uma catedral de privatizações. Até agora não desestatizou nenhuma empresa pública pela bíblia tradicional e terá um trabalho dos diabos com a impudicícia do centrão em nomear apadrinhados nas estatais. O caminho é a ortodoxia do capitão, que já privatizou a Abin, a Polícia Federal e o Ministério da Justiça. Por outros credos inumanos, igualmente heréticos, privatizou o Ministério da Saúde e a Anvisa. Os pecados, a degeneração, as vilanias, os crimes, as infâmias e as mortes vão se acumulando sem castigo. As remissões são impossíveis e o clã Bolsonaro purgará nas pragas que lançou. Na terra dos faraós, a décima praga, a morte dos primogênitos, encerrou o ciclo das maldições.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Os divergentes.


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Cabo 2021

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24/02


2021

Oposição pede devolução de MP da Eletrobras

Os líderes da oposição solicitaram, hoje, a devolução imediata da medida provisória 1.031/2021, que trata sobre a privatização da Eletrobras. Em ofício enviado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), os parlamentares afirmam que o texto entregue pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional, na noite de ontem, não atende ao requisito da urgência necessário para a publicação de qualquer MP e também por ser inconstitucional.

“Sempre que o governo provoca uma crise que abala a confiança do mercado financeiro, como ocorreu com a troca de comando da Petrobras, usa mão da proposta de privatização da Eletrobras. O governo não pode se desfazer de uma empresa lucrativa e um patrimônio estratégico para os interesses e a soberania nacional, especialmente no momento de crise que estamos vivendo e sem a ampla discussão com a sociedade”, criticou Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara dos Deputados e um dos signatários do documento.

Segundo os líderes da oposição, a MP não dispõe de qualquer sinalização que justifique o cumprimento real do requisito da relevância e, mais especialmente, do requisito da urgência. O conteúdo é praticamente idêntico ao texto do projeto de lei 5.877, enviado pelo mesmo governo ao Congresso Nacional em 2019. E também similar à proposta (PL 9463/18) enviada pelo Governo Michel Temer ao Parlamento. “Portanto, temos que pelo próprio entendimento do governo tal conteúdo não contém a relevância ou urgência que enseje a edição de medida provisória. Principalmente no contexto pandêmico da atualidade, que exige medidas efetivas e atenção integral do Governo e do Congresso Nacional”, diz trecho do ofício.

A MP busca acelerar a privatização da Eletrobrás, permitindo que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) inicie os estudos para que a União, hoje detentora de 60% das ações da empresa, abra o capital. O texto prevê também que o governo mantenha poder de veto sobre decisões da estatal por meio de ações preferenciais, as chamadas golden shares.

Além de violar a Constituição pela ausência do requisito de urgência e relevância, os líderes da oposição alegam que a MP, que traz a força de lei de cumprimento vigente imediato, gera profunda insegurança jurídica, em razão da permitir a formalização de contratos antes do crivo do Congresso Nacional a respeito do tema, colocando em risco o patrimônio público e atentando contra o Estado Democrático de Direito, na medida em que usurpa competência do Congresso Nacional.

“Esse é um assunto, diante de sua complexidade, precisa ser discutido no Parlamento sem açodamento. A venda de uma estatal não deve ser viabilizada apenas para gerar caixa ao governo em meio a uma crise econômica. Há outras formas de aumentar a arrecadação, como, por exemplo, promovendo um ajuste fiscal”, encerra Danilo Cabral.


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24/02


2021

Bolsonaro dá posse a João Roma e Onyx Lorenzoni

Indicado pelo Centrão, o deputado João Roma (Republicanos-BA) tomou posse, hoje, como novo ministro da Cidadania. O termo de posse foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) em evento no Palácio do Planalto. Roma assume a vaga de Onyx Lorenzoni, que também tomou posse nesta quarta para assumir o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

"Seguiremos ampliando e aperfeiçoando a rede de assistência social no Brasil", disse Roma em seu discurso. "A área social e a área econômica são as duas faces de uma mesma moeda", disse.

A escolha por Roma para assumir o ministério é parte do compromisso de entrega de cargos no primeiro escalão do governo a nomes do Centrão. O Republicanos foi um dos partidos do bloco do Centrão que apoiou a eleição de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.

O Republicanos abriga hoje dois dos filhos do presidente Jair Bolsonaro: o vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ). Roma será o terceiro ministro a ocupar a cadeira na Cidadania. A pasta também já foi comandada anteriormente pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS).

Antes de ser ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni chefiou até fevereiro de 2020 a Casa Civil. O retorno de Onyx ao Planalto ocorre por conta da saída de Jorge Oliveira da Secretaria-Geral para assumir, no fim do ano passado, vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).


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Banner Jaboatao 2021

24/02


2021

“Se (Daniel) quebrou o decoro, tem que ser punido”, diz Rodolfo

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) falou, há pouco, em entrevista ao programa Frente a Frente, sobre o papel que vai desempenhar como relator no caso envolvendo o colega de parlamento Daniel Silveira (PSL-RJ), que segue preso após aparecer em vídeo atacando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi escolhido, hoje, para assumir essa função no processo que está tramitando no Conselho de Ética da Câmara contra o deputado fluminense.

Na conversa com o âncora Magno Martins, Rodolfo destacou que “o episódio da prisão foi superado” e que se restringirá a avaliar a conduta de Silveira. “Nós vamos analisar a conduta dele. Se houve quebra de decoro ou não. Essa é a grande questão”, disse. “Defender a volta do AI-5 significa quebra de decoro? Houve ameça a ministros do Supremo? É isso que vai ser discutido nesse processo”, completou.

Fernando Rodolfo se posicionou pela manutenção da prisão de Daniel Silveira, referendada em votação aberta por 364 deputados, 107 além do mínimo necessário, na última sexta-feira (19). Nos próximos 60 dias, o deputado pernambucano atestou que conversará com juristas, técnicos dentro e fora do Congresso: “O que eu posso garantir é que farei um trabalho com serenidade”.

Em suas palavras, “deixando a paixão de lado e se prendendo estritamente à questão jurídica”. “A opinião pública já está formada. Aqui a gente não vai permitir que o nosso relatório seja pautado por sentimentos de paixão política”, prosseguiu. Para Fernando Rodolfo, estando caracterizada a quebra de decoro, não há outro caminho que não seja a cassação.

“Não é uma situação confortável para ninguém. Ninguém se elege para exercer o mandato por um ou dois anos e ser cassado, mas existem regras, existe o regimento, que precisa ser cumprido. A função do parlamentar é muito nobre, é uma função muito bonita na sociedade e a gente precisa preservar em todos os momentos aquilo que foi confiado pela população. É o que nós chamamos de decoro parlamentar. Se quebrou o decoro, tem que ser punido”, concluiu.

Ouça a entrevista na íntegra.


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Comentários

Fernandes

Daniel tem que ser punido. Bandidão.

marcos

NUNCA MAIS votem em Rodolfo, ele é amiginho dos ministros do STF.



24/02


2021

Bolsonaro diz que se livrou de 20 processos de cassação

Na despedida do ministro da Secretaria Geral da Presidência, em ato, há pouco, no Planalto, o presidente Bolsonaro fez um rápido agradecimento e afirmou que o pai do ex-auxiliar o livrou, quando o assessorou na Câmara, de pelo menos 20 processos de cassação.


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Petrolina 2021

24/02


2021

Bolsonaro elogia Roma e diz que Guedes tem coração

Ao saudar o novo ministro da Cidadania, João Roma Neto, o presidente Bolsonaro afirmou não ter dúvida de que fará muito em favor dos mais necessitados. "Agradeço a João e ao seu partido, o Republicanos, por atender essa convocação que não é minha, mas do País, do Brasil que precisa mudar e avançar", afirmou.

Bolsonaro aproveitou para fazer um afago aos seus ministros. "Não existe manual para ser presidente. É preciso que haja lealdade de vocês para mim e eu para vocês, ministros", assinalou. O presidente encheu também a bola do ministro da Economia, Paulo Guedes. "O Guedes já demonstrou que tem coração, é a âncora do nosso Governo, com austeridade absoluta e responsabilidade fiscal", afirmou.


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Serra Talhada 2021

24/02


2021

Roma cita avô, Joaquim, Krause e Maciel em fala

Ao assumir o Ministério da Cidadania, há pouco, o deputado João Roma Neto, do Republicanos da Bahia, disse que sua missão é não deixar ninguém desamparado como condutor da pasta que faz ação social no Governo Bolsonaro. "Cidadania é buscar fazer mais e muito pelos que mais precisam", disse.

Roma citou o Padre Roma, um dos condutores da Insurreição Pernambucana, o seu avô João Roma, ex-deputado por Pernambuco, e os políticos Marco Maciel, Joaquim Francisco e Gustavo Krause, com quem trabalhou. Deu ênfase ao seu padrinho político na Bahia, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente estadual do DEM.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

24/02


2021

FBC recebe prefeitos de diversas regiões de Pernambuco

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) recebeu, hoje, em Brasília, o prefeito de Toritama, Edilson Tavares, que pediu o apoio do governo federal para viabilizar a obra de duplicação da BR-104, na entrada do município. Cerca de 30 mil pessoas passam pelo local nos dias de funcionamento da feira de moda e confecção. Fernando Bezerra, que é líder do governo no Senado, se comprometeu a articular uma reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para destravar a obra.

“Esse é um projeto muito maior que Toritama, um projeto que vai atender o estado de Pernambuco e que vai fazer diferença para o polo de confecções, gerando emprego e renda para a população do Agreste”, disse o senador.

“Esta obra, que está parada há mais de uma década, compreende a duplicação de um trecho de aproximadamente seis quilômetros, por onde passam mais de 30 mil pessoas somente no dia da feira, gerando um engarrafamento de duas horas”, acrescentou Edilson.

Já o prefeito de Timbaúba, Marinaldo Rosendo, pediu apoio para a aquisição de máquinas e equipamentos, como tratores, caminhão caçamba e retroescavadeira. “São equipamentos importantes para apoiar a produção e a limpeza urbana, além de ajudar nas obras de recapeamento e pavimentação de ruas”, disse Marinaldo.

A aquisição de máquinas também foi a demanda apresentada pelos prefeitos de Parnamirim, Nininho, e de Moreilândia, Teto Teixeira, enquanto os prefeitos de Lagoa Grande, Vilmar Capellaro, de Cortês, Fátima Borba, e de Condado, Antonio Cassiano, solicitaram recursos para o custeio da saúde.

“Os prefeitos vêm a Brasília com demandas importantes para os municípios, e é dever do parlamentar articular o apoio do governo federal, levando recursos e obras para o seu estado. Além de melhorar a qualidade de vida da população através de equipamentos de saúde, escolas e obras de saneamento e infraestrutura, os investimentos federais ajudam a movimentar a economia e gerar emprego”, afirmou Fernando Bezerra.


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Jornao O Poder

24/02


2021

Sebá assume liderança do Avante na Câmara

O deputado federal Sebastião Oliveira assumiu, hoje, a liderança do Avante na Câmara dos Deputados. No primeiro dia no exercício da nova função, o parlamentar recebeu a visita de cortesia dos prefeitos Matheus Martins (Terezinha), Douglas Duarte (Angelim), Gilmar Assunção (Frei Miguelinho) e Eudes Tenório (Venturosa).

Com Sebá como liderança nacional, o Avante Pernambuco conseguiu emplacar, nas últimas eleições, dez prefeitos, cinco vices e 112 vereadores, sendo dois deles no Recife. Antes dos irmãos Sebastião e Waldemar Oliveira, que é presidente estadual da legenda, a sigla não comandava nenhuma prefeitura no Estado.

Já na sua estreia na Câmara Municipal do Recife, os vereadores do Avante assumiram a presidência de duas importantes Comissões: Segurança Cidadã (Dilson Batista) e Acessibilidade e Mobilidade Urbana (Fabiano Ferraz). 

“Agradeço ao deputado Luiz Tibé - meu antecessor e presidente Nacional do Avante – e aos demais companheiros da nossa bancada pela confiança. Estamos totalmente alinhados com as demandas atuais e mais importantes do Brasil. Vamos trabalhar em sintonia com todas as áreas, sobretudo, com a saúde e a economia. O País pode contar com o Avante. O momento exige união e muito trabalho”, ressaltou Sebastião Oliveira.


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Comentários

marcos

NUNCA NAIS votem em Sebá. Ele é amiguinho dos ministros do STF.



24/02


2021

Começa posse de João Roma

A solenidade de posse do novo ministro da Cidadania, João Roma Neto, já começou com uma hora e meia de atraso. O presidente Bolsonaro também vai sancionar o projeto de autonomia do Banco Central.


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24/02


2021

Bolsonaro anuncia sanção da autonomia do BC

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou para hoje, juntamente com a posse do deputado João Roma (Republicanos-BA) como ministro da Cidadania, a sanção do texto que dá autonomia ao Banco Central.

A informação consta em postagem feita no Facebook. Junto ao texto, Bolsonaro divulgou uma foto dele com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.


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