Lavareda

23/05


2020

Um péssimo exemplo que vem de Araripina

O isolamento radical em algumas regiões de Pernambuco não está sendo  levado a sério nem mesmo pelos políticos. O péssimo exemplo chega ao blog neste vídeo, enviado por um leitor assíduo de Araripina, a 670 km do Recife, já na divisa com o Ceará.

Ali, enquanto a população cumpre as medidas de isolamento social como forma de se proteger do novo coronavírus, o empresário Tião do Gesso, pré-candidato a prefeito pelo SD, cai na farra reunindo aliados num churrasco. 

O "Barão do Gesso", como é mais conhecido, em razão de ser detentor do maior latifúndio para exploração de gipsita na região, ainda fez um gol contra os profissionais de saúde do município orientando seus vereadores a votar contra o projeto que concede gratificação extraordinária aos que salvam vidas, derrotando a Covid-19, inimigo silencioso.


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ALEPE

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24/11


2020

Jornalista Fernando Vannucci morre aos 69 anos

O apresentador e jornalista Fernando Vannucci morreu, na tarde de hoje, aos 69 anos, em Barueri, na Grande São Paulo. Vannucci deixa quatro filhos. Segundo Fernandinho Vannucci, filho do apresentador, na manhã desta terça, ele passou mal em casa e foi levado para o hospital.

De acordo com informações da Guarda Civil Municipal de Barueri, Vannucci foi levado ao Pronto-Socorro central da cidade, onde morreu.

No ano passado, Vannucci sofreu um infarto e ficou internado no Hospital Oswaldo Cruz, onde passou por uma angioplastia coronária. Ele chegou a colocar um marcapasso.

Nascido em Uberaba, Vannucci começou a trabalhar em rádio ainda adolescente. Na década de 70, entrou na TV Globo, em Minas Gerais, e depois foi transferido para a Globo do Rio de Janeiro. Na emissora, apresentou jornais como o Globo Esporte, RJTV, Esporte Espetacular, Gols do Fantástico, entre outros.

Na passagem pela Globo, Fernando Vannucci cobriu seis Copas do Mundo: 1978, 1982, 1986, 1990, 1994 e 1998 e ficou marcado pela criação do bordão "Alô, você!". Ele também trabalhou em TV Bandeirantes, TV Record, Rede TV. Desde 2014, ele atuava como editor de esportes na Rede Brasil de Televisão.


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O Jornal do Poder

24/11


2020

O desabafo odiento de João da Costa

Após ser citado inúmeras vezes pelo candidato do PSB à Prefeitura do Recife, João Campos, como o causador dos desmandos que assolam a capital, o ex-prefeito e vereador pelo PT, João da Costa, fez um desabafo no Twitter. João disse que, no momento certo, vai abrir a caixa de Pandora e revelar o que sabe. Aguardemos.


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Abreu no Zap

24/11


2020

João Campos esqueceu da Operação Torrentes

Ao criticar o PT, o candidato João Campos (PSB) sempre afirma que nenhum gestor do PSB foi apontado como envolvido com corrupção, nas gestões da legenda no Estado e no Recife. As afirmações do candidato do PSB, entretanto, não procedem, pois o PSB tem sim ex-gestores como réus criminais na Justiça Federal de Pernambuco. As informações constam do site oficial da Procuradoria da República em Pernambuco. 

Em julho de 2019, o Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco (PE) ofereceu à Justiça Federal a 11ª denúncia resultante da Operação Torrentes, que desvendou "fraudes com recursos federais, oriundos do Ministério da Integração Nacional, destinados ao auxílio de vítimas das enchentes ocorridas em Pernambuco, em 2010".  O prejuízo aos cofres públicos, em valores corrigidos, ultrapassou R$ 2,5 milhões segundo o MPF.

A Operação Torrentes, deflagrada em 2017, apontou a "atuação de grupo criminoso que, nos últimos anos, praticou fraudes na execução de ações de auxílio à população afetada pelas chuvas, que deixaram mais de 80 mil pessoas desabrigadas em Pernambuco". O esquema envolveu oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, inclusive um secretário de Estado de primeiro escalão como chefe da Casa Militar, bem como empresários favorecidos mediante fraudes em licitações e contratos em troca de vantagens indevidas. Segundo o MPF, os militares nomeados pelo PSB "deram seguimento aos processos e pagaram o valor total previsto nos contratos, que incluíam o sobrepreço". 

Na Operação, foi feita busca e apreensão no Palácio do Campo das Princesas, em 9 de novembro de 2017, por ser a sede da Casa Militar. 

As investigações do MPF revelaram "crimes praticados no âmbito de duas licitações e quatro procedimentos de celebração e execução de contratos, entre 2011 e 2013, voltados à compra de filtros d’água de barro". Foram identificados ajustes para "fraudar a competitividade nos processos licitatórios e dispensa indevida de licitação para favorecimento da empresa RJ Comércio de Eletrodomésticos Ltda, além de reajuste indevido de preço e pagamentos irregulares antes do fornecimento da mercadoria".

São réus atualmente nesta ação penal secretário, secretário-executivo, presidente da Comissão Permanente de Licitação, coordenador Administrativo, presidente e membro da Comissão de Recebimento de Materiais à época das fraudes. Já são 40 as pessoas acusadas por envolvimento nesse esquema criminoso, segundo o site do MPF. 

Todos eram homens de confiança da alta cúpula do PSB, como coronéis. O secretário da Casa Militar investigado na Operação Correntes era homem de confiança do governador Paulo Câmara (PSB), sendo até sido nomeado pelo governador em 2015 como interventor em Gravatá, no lugar do prefeito da cidade que foi afastado por decisão do TJPE. 

Para o MPF, houve "premeditação, planejamento e conluio entre os núcleos da Casa Militar e de empresários com o objetivo de viabilizar as fraudes". Apenas na celebração de aditivo a um dos contratos, segundo o MPF, o prejuízo aos cofres públicos foi R$ 260 mil, devido ao reajuste irregular e sem justificativa de quase 29% no valor do filtro de barro. 

A ação penal já está em estado avançado. O MPF apresentou "alegações finais em ação penal movida na Justiça Federal contra sete pessoas envolvidas em desvio de verbas federais repassadas pelo Ministério da Integração Nacional, em esquema revelado pela Operação Torrentes, em 2017". O MPF requer a "condenação de sete pessoas pela prática dos crimes de dispensa indevida de licitação e peculato, bem como a absolvição de um dos denunciados em 2018 – a primeira denúncia decorrente da operação".    

O processo está "concluso para sentença" com o juiz federal desde 6 de novembro de 2020.


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24/11


2020

Como o PSB falseia a verdade

A pesquisa do Ipespe publicada, hoje, na Folha de Pernambuco, deu oito pontos de vantagem para Marília Arraes. Mas veja o que o gabinete do ódio de João Campos difunde nesta fake. A canalhice tem limites!


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Banco de Alimentos

24/11


2020

Brasil e Amapá ao deus-dará

Por José Nêumanne*

Em 3 de novembro, choveu forte no Amapá, e um incêndio na transmissora privada de eletricidade para a rede paralisou o fornecimento do Estado em cujo território corre o rio Oiapoque, no extremo norte do mapa do Brasil. No sábado 21, 17 dias depois, o presidente Jair Bolsonaro deu o ar de sua desgraça, inaugurou um gerador a Diesel, prometeu não cobrar a conta da luz que não foi entregue e pediu votos para José Samuel, irmão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, escolhido para o posto na Mesa em eleição fraudulenta com 81 eleitores e 82 votos. Pobre Amapá nas trevas, miniatura do Brasil, em cujo mapa no  extremo oposto fica o rio Chuí, durante o maior apagão de gestão da História.

Enquanto no Estado sem força, o povo sofre sem água nem urna e não se decidiu quem é o responsável pelo inferno de calor, treva e seca. E não faltam suspeitos. O primeiro deles é a privatização. A responsável pela transmissão de energia no estado do Amapá, desde 2008, é a Linhas de Macapá Transmissora de Energia, que até o ano passado pertencia à empresa espanhola Isolux, que venceu o leilão de privatização da Linhas de Macapá Transmissão de Energia em 2008, mas a transferiu no ano passado à Gemini Energia. A transmissão passou a depender de concessões de transmissão de empresas privadas, que não prestam o melhor serviço do mundo. O Valor Econômico informou que documentos do Ministério de Minas e Energia e do Operador Nacional do Sistema (ONS) atestam que a subestação atingida opera há mais de dois anos no limite de sua capacidade.

Da discussão em torno da privatização, quimera do liberal Paulo Guedes, que mantém o emprego, mas abandonou as convicções, a responsabilidade pelo caos é transferida para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). É ocioso lembrar que as agências que, em teoria, fiscalizam as empresas para as quais foram repassadas subsidiárias das antigas estatais, sempre foram dirigidas por paus-mandados dos governantes federais de plantão. O caso mais angustiante, mas não o único, é o da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), dirigida pelo contra-almirante Antônio Barra Torres, negacionista e bajulador do presidente Bolsonaro. André Peppitone foi nomeado para a presidência da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em agosto de 2018 pelo ex-presidente Michel Temer. O diretor do ONS,  Luiz Eduardo Barata Ferreira, é petista, foi nomeado por Dilma Rousseff e reconduzido por Temer. Peppitone e Barata foram afastados dos cargos pelo juiz federal João Bosco Costa Soares Batista como óbvios culpados. E as diretorias foram mantidas por decisão do 1.ª Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1).

A mera leitura do parágrafo anterior permitirá ao leitor ter uma ideia do saco de gatos que mantém o povo de Macapá no inferno de Dante Alighieri na vida real. Aneel e ONS mantêm relações estreitas com o Ministério das Minas e Energia. O ministro é o contra-almirante Bento Albuquerque que, ao contrário de seu chefe imediato, o capitão Jair Messias, viajou para o Estado em pane duas vezes antes da terceira, agora em companhia do próprio no sábado passado. Dois dias antes, respondeu, meio irritado, a um repórter que ele já tinha cumprido seu dever ao mandar publicar no Diário Oficial instruções para a retomada da normalidade. Em seguida, outra chuva provocou mais um apagão. Que lambança, hein?

Na sexta-feira, 20, o presidente Bolsonaro recebeu no Palácio do Planalto o corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio (TJ/RJ), desembargador Bernardo Garcez. Este fugiu da imprensa escondendo-se atrás de uma pilastra, onde, imaginou, não seria visto. Como lembrou O Antagonista, Garcez integra o órgão especial que julgará denúncia do MP/RJ contra o senador sonso Flávio Bolsonaro, primogênito do capitão.

No sábado, 21, após ter acompanhado o fiasco de candidatos por ele apoiados, de forma criminosa, em lives gravadas em próprios públicos, o chefe do governo foi a Macapá a convite do presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre. Este perdeu, em 2014, a eleição para o governo do Amapá e conquistou, em 2018, vaga para o Senado, cuja presidência ocupou em fevereiro de 2019 em eleição fraudada, na qual de um total de 81 senadores 82 “votaram”.

Na viagem-relâmpago dos dois presidentes de Poderes, Bolsonaro e Alcolumbre, foi inaugurado, pasme a Nação, um gerador a óleo Diesel, que não encerrou o calvário do rodízio de eletricidade. Pois a providência que o contra-almirante Bento, também protagonista do ridículo atroz, mandou publicar dela não deu cabo. O povo do Amapá, que garantiu a sobrevida de José Sarney na política, quando o ex-presidente foi enxotado do Estado em que reinava, o Maranhão natal, na certa não terá muito a se orgulhar do fato de ter fornecido a tragédia pronta para definir o país inteiro. Como faz com  fúria contra a imunização da covid-19, o chefe do Executivo fez propaganda do irmão do comparsa do Centrão, que preside o Legislativo, sem a menor cerimônia. E este não se fez de rogado ao produzir a pérola que não é besta de jogar aos porcos: “o maior prejudicado com o apagão é meu irmão”. Outra rima que não é solução. Essa versão nortista das irmãs Cajazeiras da telenovela O Bem Amado, de Dias Gomes, inspira Bolsonaro a usar sem medo de ser feliz a retórica de Odorico Paraguaçu, de Sucupira.

Em homeagem à “banana, menina, tem vitamina, engorda e faz crescer”, esta não é a republiqueta de bananas, mas, sim, o principado das trevas, sob um príncipe que dispensa o cérebro para governar com o fígado azedo. O coitado do Amapá continua ao deus-dará, produzindo mais uma mísera rima, que não é solução de nada. E o Brasil todo idem ibidem.

*Jornalista, poeta e escritor


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24/11


2020

Jogada fora a chance do nocaute

Marília Arraes, candidata do PT à prefeita do Recife, perdeu uma excelente oportunidade de nocautear o adversário João Campos (PSB), quando lhe caiu no colo a temática corrupção como pergunta ao adversário no debate da TV Jornal, encerrado há pouco.

Recife é campeã em recebimento de transferências de recursos federais da Covid-19. Bolsonaro aportou aqui R$ 3 bilhões. Essa dinheirama ninguém sabe onde foi parar, mas os escândalos apareceram aos montes, num balaio que envergonha a sociedade recifense.

Deveria ela ter perguntado ao candidato-mirim sobre o cipoal de desvios em compra de material médico supostamente a ser usado no enfrentamento da pandemia, que está dando muito trabalho à PF e ao Ministério Público. O Recife, do prefeito Geraldo Júlio, que o imberbe esconde de vergonha, foi para as páginas policiais do País inteiro. Está sob investigação, depois de seis operações da Polícia Federal, uma penca de contratos cabeludos. Só para a compra dos famosos respiradores de porcos foram R$ 11 milhões destinados a uma empresa fantasma, com capital de giro de apenas R$ 50 mil.

João falar que é limpo e honesto, sendo apoiado por gente que desvia dinheiro federal para salvar a vida de quem agoniza num leito de hospital, só tem uma definição: cara de pau. Cobrar, por outro lado, de Marília explicações de uma ação arquivada e requentada pelo MP diante do mar de lama que emporcalha a cidade, é querer subestimar a inteligência dos recifenses.


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Fernandes

O PT, um patrimônio do Brasil.

Fernandes

Major Olímpio discute com bolsonaristas e grita ladrões de rachadinha.

Wellington Antunes

Agora é Marília bozoloide.

Fernandes

Na primeira pesquisa de intenções de voto para o segundo turno da disputa pela Prefeitura do Recife, realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) em parceria com a Folha de Pernambuco, Marília Arraes (PT) aparece com 54% dos votos válidos (excluídos os brancos e nulos) e João Campos (PSB), com 46%. A margem de erro máximo estimada do estudo é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com a utilização de um intervalo de confiança de 95,45%. Na levantamento estimulado, Marília Arraes registra 44% das citações e o postulante do PSB soma 38% das menções. Assim, o desempenho de Marília Arraes pode variar de 40,5% a 47,5%, enquanto Campos pode acumular de 34,5% até 41,5% das intenções de voto. Os eleitores que afirmaram votar branco, nenhum ou ainda anular o voto são 14%. Já os que não sabem ou não responderam são 4%.

Fernandes

Pesquisa Folha/Ipespe para Prefeitura do Recife: Marília tem 54% dos votos válidos e João, 46%



24/11


2020

Morre pai de Zezé Di Camargo e Luciano

Pai de Zezé di Camargo e Luciano, Francisco José de Camargo, de 83 anos, morreu na noite de ontem, após 14 dias internado em um hospital particular em Goiânia. A informação foi confirmada pela assessoria da dupla na manhã de hoje.

Por meio de nota, o Hospital Órion, onde Francisco estava internado, informou que o paciente morreu às 23h05 por causa de uma parada cardiorrespiratória e uma "instabilidade hemodinâmica".

O velório começou às 10h, no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. O sepultamento está marcado para as 17h. Porém, as cerimônias serão restritas à família para evitar a disseminação do coronavírus.

Também de acordo com a assessoria, Zezé já está na capital goiana. Luciano, que mora em São Paulo, testou positivo para Covid-19 e está em isolamento em casa. Por isso, não irá ao velório.


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24/11


2020

Vertentes: Romero venceu as eleições contra as fakes news

Romero Leal (PSDB), prefeito eleito pela quarta vez no município de Vertentes, venceu as eleições do último 15 de novembro, enfrentando seus adversários políticos e as Fake News. O prefeito eleito revelou que, no decorrer da campanha, houve uma intensa oposição com tentativas de atingir sua reputação. “Nunca até hoje ninguém provou nenhum ato ilícito contra minha pessoa”. revelou ao Blog do Alberes Xavier.

O gestor admitiu que sua vitória se deu graças a maioria das pessoas que decidiram pelo andamento político administrativo e pela continuidade das políticas públicas. “Estamos estimulados, tranquilos e com a certeza do dever cumprido”, disse.

Com as ferramentas da dignidade, do trabalho e com ação, o gestor afirmou que está tranquilo e preparado para manter o ritmo de trabalho na cidade. “Haveremos nos próximos quatro anos mostrar para o povo para que viemos”, reafirmou. Romero destacou que as ações interrompidas devido ao surto do coronavírus serão retomadas na sua próxima gestão. “Vamos em busca de recursos para fazer muito mais pela cidade”.


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24/11


2020

Debate com farpas e acusações

No início do debate da TV Jornal, que acontece neste momento entre João Campos e Marília Arraes, candidatos a prefeito do Recife na eleição de segundo turno, a temática da agressão foi dominante. Logo de largada, Marília fez um protesto e acusou o adversário como responsável pelas baixarias que vem sendo feitas a ela na propaganda eleitoral no rádio e na TV.

João retrucou. Disse que em nenhum momento partiu para ataques e que o seu guia estava se reportando a matérias veiculadas pela mídia. Chegou a ressaltar que foi o PT que atacou o seu pai e chamou Arraes de Pinochet de Pernambuco.

Os candidatos trocam farpas o tempo inteiro, mesmo quando o tema é técnico e de problemas do Recife. João tenta carimbar Marília como parlamentar que cometeu ilegalidades em seu mandato, como contratos de funcionários fantasmas.

Marília disse, a propósito do assunto, que a denúncia já foi arquivada pelo MP, mas de forma irresponsável requentada pelo adversário.


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Fernandes

Pesquisa Folha/Ipespe para Prefeitura do Recife: Marília tem 54% dos votos válidos e João, 46%



24/11


2020

Acompanhe aqui o debate do Recife ao vivo

Os candidatos à Prefeitura do Recife João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) participam de debate na TV Jornal, neste momento. Assista aqui.


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Fernandes

Pesquisa Folha/Ipespe para Prefeitura do Recife: Marília tem 54% dos votos válidos e João, 46%


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