FMO janeiro 2020

24/01


2020

À Época, Antônio diz que PE pode virar PB

A revista Época que chega às bancas hoje traz também uma ampla  reportagem sobre a cisão na família Arraes, com base, dentre outras fontes, na entrevista que a ministra Ana Arraes, do TCU, concedeu ao blog dando um puxão de orelha no neto, o deputado João Campos, por este ter agredido seu filho Antônio Campos na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. 

Como fato novo dessa contenda, a revista informa que o conteúdo da documentação que Antônio Campos tem para esquentar a briga pode levar a um desfecho de uma operação policial em Pernambuco muito maior do que o estourado na Paraíba, culminando com a prisão do ex-governador Ricardo Coutinho, uma das lideranças até então mais promissoras do PSB. Veja abaixo o texto da revista: 

Brigas, ciúme e divergências políticas marcam a rotina da casta de Miguel Arraes em Pernambuco após a morte de seu neto e herdeiro político. A escadaria de mármore no centro do salão de entrada do Palácio do Campo das Princesas separa duas placas afixadas em homenagem a governadores que comandaram Pernambuco daquele prédio quase bicentenário, no Recife.

Do lado esquerdo, Eduardo Campos inaugurou em 2009 o símbolo da reverência ao avô materno: “Neste palácio, o governador Miguel Arraes de Alencar resistiu ao golpe militar de 1º de abril de 1964, sendo deposto, preso e exilado, por se recusar a renunciar ao mandato popular que lhe fora outorgado pelos pernambucanos”. 

À direita, o próprio Eduardo foi o homenageado com a menção à data em que ele deixou o governo para concorrer à Presidência, meses antes de morrer num acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014. 

Na sombra da ausência do patriarca e de seu maior herdeiro, rachaduras no clã que há décadas comanda o poder no Estado já cindiram os Arraes-Campos em três linhagens.

O clima era de confraternização naquele 23 de junho de 2014, dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo. A casa de campo do advogado e escritor Antônio Campos em Gravatá, cidade que ganhou o apelido de Suíça pernambucana, estava cheia de convidados ilustres para comemorar seu aniversário de 46 anos, a exemplo dos anteriores. 

Em campanha, Eduardo, seu único irmão, compareceu com a mulher, Renata, que levava o filho Miguel a tiracolo. A mãe, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-deputada federal, divertia-se abraçada à cantora Fafá de Belém.

O prefeito do Recife, Geraldo Julio, subira a serra para prestigiar o aniversariante, assim como Paulo Câmara, que viria a ser eleito governador de Pernambuco naquele ano. Encontros como esse rarearam após a morte de Eduardo.

Missas em sua memória ou aniversários passaram a ser marcados por cumprimentos protocolares e alguns constrangimentos.

Renata e Antônio nunca foram próximos, mas conviviam cordialmente em razão do elo familiar. Em janeiro de 2015, a presença do cunhado na celebração do primeiro ano de Miguel, caçula do casal Renata e Eduardo, incomodou particularmente a viúva.

Uma testemunha contou que Antônio chegou ao evento aparentando embriaguez, com um grupo de amigos que não haviam sido convidados por Renata. O tio afirmou não se recordar desse episódio, mas revela que aquela foi a última vez em que compareceu ao aniversário do sobrinho.

Miguel completará 6 anos na próxima terça-feira. A irritação da ex-primeira-dama já se sedimentava à medida que Tonca, como Antônio é conhecido no Recife, atuava como uma espécie de porta-voz da família no decorrer das investigações sobre a queda do avião, sem seu consentimento. 

Ele, por sua vez, reclama o direito de, como irmão, saber “a real causa” da tragédia sem precisar de autorização da cunhada. Avessa à imprensa, Renata não quis falar com ÉPOCA.

"ELA ORIENTOU O PSB A AGIR CONTRA MIM EM OLINDA. E A ORIENTAÇÃO DELA FOI SEMPRE ME ISOLAR, DESQUALIFICAR E ALIJAR’, DISSE ANTÔNIO, IRMÃO DE EDUARDO CAMPOS, SOBRE A CUNHADA E VIÚVA RENATA”

Marília Arraes, hoje deputada federal, estava em seu segundo mandato na Câmara de Vereadores do Recife em 2014. Neta de Miguel Arraes e prima do então governador Eduardo, era também correligionária de ambos, no PSB. Sua intenção declarada de disputar uma vaga em Brasília já naquele ano não encontrou guarida nos planos do líder da legenda, que já pensava em emplacar seu filho, João Campos, na política. 

A articulação de Eduardo para colocar o jovem de 20 anos no comando da Juventude Socialista Brasileira em Pernambuco, contra o grupo defendido por Marília, foi a gota d’água para que ela se insurgisse publicamente contra o primo e deixasse a sigla, migrando para o PT.

Ganhou fama de “desagregadora”.

Foram os primeiros sinais externos de fissura no clã — ainda com Eduardo Campos, um notório conciliador, vivo. Renata nunca perdoou Marília pela rebeldia. Hoje, as duas mal se cumprimentam.

No ano retrasado, Marília e João se elegeram para a Câmara dos Deputados — ele, o mais votado da história do Estado, com mais de 460 mil votos, e ela, a segunda, com menos da metade. Em outubro deste ano, os dois poderão se reencontrar nas urnas na disputa pela Prefeitura do Recife. 

João é o pré-candidato do PSB ao pleito, apesar de seu nome não ser consenso dentro do partido. Marília, por sua vez, tenta viabilizar sua candidatura em uma trama que envolve mágoas do passado e a busca pelo aval do ex-presidente Lula.

A cizânia seguia em fogo baixo até as eleições municipais de 2016. Tonca sempre ficara de fora da política, graças à hábil intervenção de Eduardo. Sua função era cuidar do escritório de advocacia da família e dos livros que escrevia. Em respostas por escrito, condição que impôs para falar com a reportagem, Antônio classificou o relacionamento fraternal como bom, mas apontou que vinha discordando do entorno de Eduardo nos últimos dois anos de seu governo. 

Após a morte do irmão, resolveu enfrentar as urnas contra a “terceirização do nome Campos e Arraes”, especialmente para Geraldo Julio e Paulo Câmara. “Achei necessário entrar nessa luta. Pode-se querer argumentar que foram escolhas dele, Eduardo, mas isso é um cenário com ele vivo, tendo o controle”, disse Tonca.

Pelo PSB, ele disputou a Prefeitura de Olinda, valendo-se da imagem da família. Chegou ao segundo turno com quase 10 mil votos de dianteira sobre o segundo colocado, mas levou uma virada e perdeu por mais de 30 mil votos.

Com a derrota, Antônio mergulhou em um poço de mágoas. Ressente-se principalmente do que considera falta de apoio e traição do partido e da cunhada Renata na eleição. “Ela orientou o PSB a agir contra mim em Olinda. E a orientação dela foi sempre me isolar, desqualificar e alijar”, reclamou o cunhado a ÉPOCA. 

Segundo um amigo, ele hoje nutre verdadeiro ódio pela viúva de Eduardo. “A família dela (Renata) é um caso de sucesso de desemprego zero. E quem não rezar na cartilha, ela manda para o pelourinho político”, atacou. Na cúpula da legenda em Pernambuco, a justificativa é mais prosaica: o irmão não tem, nem de longe, o carisma de Eduardo e passou a campanha atacando o então candidato da sigla à reeleição no Recife, Geraldo Julio.

Em 2018, dessa vez pelo Podemos, sigla em que o senador Álvaro Dias era o presidenciável, Tonca queria tentar uma vaga no Senado. Na última hora, no entanto, registrou o nome como candidato a deputado estadual e chegou a fazer campanha nas ruas de Olinda ao lado da prima Marília Arraes, com quem disse ter boa relação. 

Arrepende-se hoje de não ter retirado a própria candidatura. Recebeu apenas 3.658 votos, ou 0,08% dos válidos, ficando na 153ª colocação para 49 vagas. Alocado à direita do campo político, acabou sendo alçado em junho do ano passado à presidência da Fundação Joaquim Nabuco, órgão ligado ao Ministério da Educação.

E ele não nega a convergência com o governo de Jair Bolsonaro. O neto de Miguel Arraes, que foi preso pela ditadura da qual o presidente faz vocal apologia, se disse um “liberal”, não fez críticas à defesa do regime militar e afirmou que seu avô “sempre teve uma relação respeitosa com as Forças Armadas, quando voltou do exílio”.

O distanciamento pessoal, as divergências políticas e a falta de uma figura conciliadora, como Eduardo Campos, para equalizar os ímpetos e arroubos de uma das castas mais antigas da política brasileira culminaram na cena que se viu na Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado, quando, durante uma audiência com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o deputado João Campos atacou o chefe da pasta. 

Levou uma rápida invertida de Weintraub, que mencionou a proximidade de seu tio com o governo: “Se eu sou uma pessoa tão maligna, por que ele trabalha comigo?”, questionou. “Eu nem relação tenho com ele, ministro. Ele é um sujeito pior que você”, devolveu o jovem de 26 anos. 

A tréplica pegou de surpresa o círculo mais íntimo da família Campos, porque expôs ressentimentos que não habitavam a superfície da vida pública do clã. A fala de João contrariou a orientação recebida pelo deputado de não tornar a relação com o tio mais inflamável.

 Horas antes de jogar luz sobre o rompimento com o tio, João havia almoçado com a avó Ana em seu apartamento, em Brasília, e aproveitado para conhecer as instalações do TCU. O deputado se recusou a receber ÉPOCA no Recife. 

Não queria falar sobre “questões familiares”, informou sua assessoria. Após o episódio na Câmara, Antônio divulgou uma nota acusando o filho de seu irmão de ter sido “nutrido na mamadeira da empresa Odebrecht, entre outras, estando com os bens patrimoniais dos quais é herdeiro bloqueados”.

Desde o ano passado, o espólio de Eduardo Campos está bloqueado em ação de improbidade administrativa da Lava Jato. A ÉPOCA, Antônio afirmou que havia “preponderância excessiva da Odebrecht em Pernambuco”.

O irmão de Eduardo disse ainda ter procurado as “autoridades competentes” — ele não confirma se foi ao Ministério Público Federal (MPF) ou à Polícia Federal — para contar o que sabe sobre a cunhada e integrantes do PSB. Ele alegou que não pode dar mais detalhes para “não invalidar e frustrar atos”, mas antecipou que o que houve na Paraíba com o PSB — onde o ex-governador Ricardo Coutinho foi preso no fim do ano passado, na Operação Calvário — é pequeno diante do que poderá ocorrer em Pernambuco se as investigações sobre seus relatos forem levadas adiante.

Antônio disse que a relação com Renata era harmônica, especialmente até o primeiro governo de Eduardo, de 2007 a 2010, e afirmou nunca ter discutido pessoalmente com a cunhada ou um sobrinho. Lembrou que é, inclusive, padrinho da primogênita do casal, Maria Eduarda. 

Com João, a última conversa foi antes das últimas eleições municipais, há quatro anos. Ana Arraes não só concordou que o filho foi traído em 2016, como foi a primeira a apoiá-lo no embate com João. Ela reagiu declarando que não admite grosseria e que o neto a estava desrespeitando e “dividindo a família sem razão”. 

“Liderança se consegue construindo. O desrespeito fica para quem não tem argumentos”, escreveu, na ocasião. Em janeiro, voltou à carga e disse estar “indignada” e “revoltada” com a prepotência de João, com quem não se encontrou mais desde o episódio. “Espero que ele me peça desculpa. Se ele não me pedir e nem me procurar, o problema é dele. Quem me agrediu foi ele, eu nunca agredi nenhum neto. Pelo contrário, sempre fui avó”, declarou Ana a um blog local.

Num gesto que pode ser entendido como tentativa de desidratar o entrevero familiar, Ana Arraes insinuou ter a intenção de se candidatar ao governo do estado em 2022. “Eu sou filha de Miguel Arraes e mãe de Eduardo Campos. O nascedouro é meu”, disse, ao reclamar para si o espólio político do clã.

Um antigo auxiliar de Miguel Arraes contou a ÉPOCA que o patriarca adotava a máxima que aprendeu de um amigo argelino, durante o exílio, quando era instado a responder qual de seus dez filhos era o preferido: “Aquele que mais estivesse precisando dele”. Interlocutores do clã apontam que Antônio, de temperamento irascível e explosivo como o do pai, o poeta Maximiano Campos, sempre ocupou esse posto para Ana. 

“Mãe é mãe. Ela já perdeu um filho. Vai sempre ficar do lado do outro”, disse um amigo de Eduardo. No fim da década de 1980, por exemplo, o filho caçula foi protegido quando deu um tiro para cima dentro de um famoso bar do Recife, episódio que ele lamenta. 

“Foi um arroubo de um jovem, numa briga de bar, de que me arrependo. Não saiu ninguém ferido”, disse Tonca.

João ainda cursava engenharia civil na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) quando o pai morreu. No primeiro aniversário da tragédia, o jovem, então com 21 anos, roubou a cena ao discursar e citar o bisavô na inauguração da placa em homenagem a Eduardo no Campo das Princesas. 

“Ele foi um jovem de 49 anos que viveu mais do que tanta gente que tem o dobro da idade dele. Aprendeu com doutor Arraes a fazer política, a sentir o prazer de andar pelo interior e apertar a mão do trabalhador rural, dar um abraço numa professora do primário, gostar de sentir o cheiro de povo”, declarou. 

Em fevereiro de 2016, já formado — exigência da mãe —, assumiu a chefia de gabinete de Paulo Câmara (PSB). Era o primeiro passo para se viabilizar como o herdeiro político do clã. Até nisso procurou seguir o exemplo de Eduardo, que foi auxiliar do avô no mesmo palácio, no fim da década de 1980. No cargo, João aproveitou a experiência acumulada durante as campanhas do pai para receber, na antessala do governador, políticos e empresários pernambucanos.

Deputado mais votado de Pernambuco, ele namora a colega de Câmara Tabata Amaral. 

Quando está no Recife, o deputado fica na casa da mãe, onde cresceu com os quatro irmãos. Desde a morte de Eduardo, assumiu o papel de “homem da casa”. O segundo mais novo, Pedro, passou em um concurso para a Companhia de Saneamento de Pernambuco em 2018, mas já é tido como sucessor natural do irmão mais velho, em caso de vitória em outubro. 

“Tem mais inteligência, talento e habilidade que João”, alfinetou Antônio. A primogênita, a arquiteta Maria Eduarda, foi nomeada em 2016 para o Instituto Pelópidas Silveira, da Prefeitura do Recife, na gestão do ex-secretário do pai.

Filho de produtores rurais e egresso do interior do Ceará, onde nasceu em 1916, Miguel Arraes foi três vezes eleito para governar Pernambuco, em diferentes décadas, e morreu em 2005, aos 88 anos. Amigos lembram que Miguel Arraes nunca lançou nenhum dos filhos para a política, apesar de ter nomeado um deles e, na sequência, o neto Eduardo para ser seu chefe de gabinete no Palácio do Campo das Princesas. 

O edifício histórico, inaugurado em 1841, só ganhou esse nome anos depois, em homenagem à visita das filhas do imperador Dom Pedro II e em deferência à família real. Pernambuco ainda era uma província.


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21/02


2020

Pernas para o ar que ninguém é de ferro

Chegou o Carnaval, sinônimo de repouso para quem vive mergulhado no trabalho, permanentemente ligado nos fatos para que cheguem com mais velocidade aos nossos leitores. Enquanto muita gente ferve pulando frevo, repouso a alma, levo gozo ao espírito.

Paro. Literalmente, desligo a tomada. Desde a criação do blog, há 13 anos, os quatro dias da folia são de relaxe, jogar conversa fora. Afinal, ninguém é de ferro. Ficar sem fazer nada, deixar o pensamento vagar no centro da galáxia é, também, refletir sobre a vida.

Antes de viajar para Triunfo, minha tenda do desligamento geral da política, li um texto de Arnaldo Jabor sobre o Carnaval. Como ele, jamais vou entender este fenômeno chamado Carnaval. Um povo sofrido, roubado, explorado, muitas vezes sem ter nem o que comer e sem perspectivas de vida, de uma hora pra outra explode numa alegria sem motivo.

Sem limites, sem pudor.

Homens que até a sexta feira trabalharam de terno e gravata, no sábado chegam às ruas, maquiados, vestidos de mulher, sutien por cima de peitos peludos, braços e pernas cabeludas, numa imitação grotesca e sem sentido do sexo feminino.

Jabor ressalta que mulheres que se matam em trabalhos, muitas vezes degradantes e mal remunerados, sofrem nas filas de hospitais e creches, aparecem de repente na passarela, cobertas de brilho e rebolando, como se não houvesse o amanhã.

Já os canalhas no poder adoram esta orgia sem sentido, porque pelo menos por alguns dias, o povo está olhando pro outro lado, enquanto eles continuam sugando cada gota de sangue e cada centavo que puderem roubar.

As ruas estão tomadas de foliões urrando de alegria. Eu pergunto: VOCÊ ESTÁ ALEGRE POR QUÊ??? Sua vida melhorou de ontem pra hoje? Seu salário aumentou? Seu filho entrou numa boa escola?

Se você cair de um trio elétrico quebrar a cabeça ou se acidentar, vão te levar para um bom hospital? Você terá água em casa, pra tomar banho, quando voltar da gandaia? A sua família se sente segura dentro casa ou nas ruas e avenidas???

Então me explica, TÁ RINDO DE QUE??? Será que não é só o efeito de alguma coisa ingerida??? Você irá pra rua com esta mesma vontade, pra protestar contra esta roubalheira absurda, que está destruindo a você e ao nosso País? Você tem coragem para postar essa indignação??? Você tem consciência política para manifestar essa indignação nas URNAS???

Por estas e outras que os governantes adoram Carnaval e eu jamais vou entender, porque nosso povo é tão alienado mental e de fácil manipulação.

VIVA O BRASIL.

Arnaldo Jabor tem razão que a própria razão desconhece, seguindo a rima drumoniana. Eu já brinquei – e muito – os quatro dias da chamada festa da carne. Mas minha ressaca moral e física durava uma eternidade, mesmo com colombinas, sendo eu o pierrô sedutor.

Mas hoje, confesso, prefiro ouvir o barulho das ondas do mar ou o som dos pássaros nas veredas sertanejas. Como não fui ao encontro do mar, para matar meus pecados nas águas salgadas e cristalinas, refrigero a alma no silêncio das noites enluaradas do Sertão.

Já disse Guimarães Rosas, no clássico Sertão e veredas, que todos somos loucos. Exorcizo meu lado louco deslizando meus dedos sobre o teclado do meu computador. Assim, espanto os males, me curo, por dentro e por fora.

Escrever é o meu santo remédio. Até quarta de cinzas e bom carnaval!


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Comentários

Diego da Silva Araújo

Magno, pelo amor de Deus. Esse texto não é do Jabor. É fake, tira isso logo. Jornalista, ainda mais do seu nível, divulgando fake pega mal pra caramba.


Governo de PE - Decimo Terceiro

21/02


2020

TV Alepe estreia no Carnaval para valorizar a cultura

A gestão do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Eriberto Medeiros (PP), inova com mais uma iniciativa no sentido de aproximar a Casa dos pernambucanos. Há seis meses no ar com transmissão diária dos trabalhos legislativos, a TV Alepe (canal 28.2) estreia este ano na cobertura do Carnaval valorizando a cultura do estado.

Além de acompanhar os grandes shows que serão exibidos no Marco Zero – principal polo de folia no Recife – a TV Alepe também exibirá as atrações de polos como o RecBeat – um dos maiores festivais independentes de música do Brasil que acontece no Paço Alfândega – a Rua da Moeda e a Praça do Arsenal.

Para o presidente da Alepe, Eriberto Medeiros, a iniciativa de cobrir o Carnaval “é antes de tudo um trabalho de valorização da identidade do nosso Estado”.

“O Carnaval é a festa mais popular de Pernambuco e leva a cultura do nosso estado para o Brasil e para o mundo. A divulgação através da TV Alepe é, antes de tudo, a busca pela valorização da identidade do nosso Estado. A TV Alepe vem fazendo um trabalho primoroso na divulgação do Legislativo e será fortemente interiorizada. Vamos continuar expandindo essa atuação para que possamos nos consolidar cada vez mais”, disse o presidente da Assembleia.

O apresentador da cobertura carnavalesca será o radialista Aderval Barros. Nos intervalos das atrações, o “implacável”, como é conhecido, reforçará mensagens que nunca é demais repetir durante os festejos de Momo: “Se beber, não dirija” e “Não é Não”, contra o assédio no Carnaval. Também haverá nos intervalos prestação de serviço com informações, por exemplo, de telefones úteis e de emergência.

Além da cobertura dos principais polos do Recife, a TV Alepe dará dicas das principais atrações que marcam os festejos de Momo pelo interior do Estado. Os parlamentares contribuirão com sugestão de atrações que fazem a folia nas principais cidades do interior.


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acolher

21/02


2020

Porto do Rio será porta de entrada para 27 mil turistas

Mais de 27 mil turistas chegarão ao Rio de Janeiro pelo porto da cidade para o carnaval. A expectativa é que eles injetem até U$ 8 milhões na economia durante o período.

Só hoje, 3 mil turistas desembarcaram no Rio. Chegarão pelo porto nove transatlânticos, sendo cinco internacionais, um recorde do período. Um dos navios veio da Alemanha, e Sabine, turista, mostrou que tem animação e samba no pé.

"Talvez eu tenha que vir mais para o Brasil para treinar um pouco e depois ir para o sambódromo", contou ela.

Outros turistas disseram que a temperatura estava bem melhor do que na Alemanha, e gostou do calor da cidade. "Está maravilhoso. Na Alemanha, faz 6ºC", disse outro passageiro de um transatlântico internacional.

"O turismo de cruzeiro é um turismo de degustação. O passageiro chega, conhece a cidade, não consegue conhecer a cidade toda, passa dois dias e depois quer conhecer outros modais, ficar na cidade mais tempo", explicou o gerente de operações do Píer Mauá, Alexandre Gomes.


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21/02


2020

“Não há espaço para negociar anistia”, diz Major Olimpio

O senador Major Olimpio (PSL-SP) afirmou ao blog que não há espaço para negociar anistia com os policiais militares amotinados no Ceará. A anistia é um dos dez itens da pauta de reivindicações dos PMs.

"Com esse desenrolar da situação, com a ocupação de quartéis, homens encapuzados andando armados pelas ruas, viaturas destruídas, não creio que prospere. Além do mais, tem o efeito cascata (sobre os outros Estados)", declarou Olimpio, que está no Ceará com outros senadores intermediando as negociações com os servidores da segurança.

Olimpio é relator no Senado de um projeto de lei que concede anistia aos militares do Espírito Santo e do Ceará e aos militares, policiais civis e agentes penitenciários de Minas Gerais por atuação em greves ocorridas entre 2011 e 2018. Sobre esse projeto, o senador também avalia que não há clima para ser analisado. "A reação a esse caso do Ceará é muito grande."

Temerosos de reivindicações salariais das policiais militares em seus Estados também, os governadores devem pressionar suas bancadas para não darem apoio a aprovação de anistias (a Câmara dos Deputados tem outro projeto tramitando sobre o assunto, que engloba anistia a integrantes das forças de segurança pública que fizeram greves entre 1988 e 2017 em mais de 20 Estados). O Congresso Nacional tem a prerrogativa de aprovar leis que concedam anistia criminal a militares. Já as Assembleias podem conceder a anistia a penas administrativas, como expulsão ou cortes salariais.

Em 2017, ao analisar uma ação envolvendo uma greve de policiais em Goiás, o Supremo Tribunal Federal decidiu, amparado no artigo 142 da Constituição, que proíbe greves de militares, que são inconstitucionais as greves de agentes de segurança pública, como policiais civis e militares.

Naquele ano, o então governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, enfrentou uma greve de policiais ao não conceder reajuste salarial para a categoria. "Não tinha como conceder. Iria descumprir a lei. Se concedesse, seria crime. O Estado estava com sérias dificuldades financeiras. Os gastos com pessoal estavam no limite do alerta da Lei de Responsabilidade Fiscal", disse Hartung ao blog.

O então governador teve de recorrer à Força Nacional e à Garantia da Lei e da Ordem (GLO), quando as forças militares são empregadas na segurança pública por autorização do presidente da República. Ainda assim, o saldo foi de mais de 200 pessoas mortas no período em que a polícia manteve o movimento grevista.

Em janeiro de 2019, logo depois de assumir o governo do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB) acabou concedendo anistia administrativa aos policiais envolvidos no movimento de 2017.

"A anistia legitima um ato praticado contra a estrutura legal do país", ponderou Hartung. "Se você concede a anistia administrativa, como você vai cobrar a punição na área criminal? Desmoraliza o trabalho do Ministério Público e da Justiça."

No Congresso, há o temor de que o exemplo de Minas Gerais, onde o governador Romeu Zema (Novo) cedeu aos policiais e concedeu aumento de 41,7%, acabe incentivando movimentos pelo país. "Os Estados estão em situação de penúria fiscal. Você propor um aumento para os policiais acaba sendo um estímulo Brasil afora. Como um Estado que está com dificuldade de pagar professor concede aumento só para o policial militar?", questionou o ex-governador do Espírito Santo.


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Cúpula Hemisférica

21/02


2020

Baile Municipal de Petrolina garante 21 mil fraldas

O Carnaval de Petrolina tem, além da folia, um relevante papel social. Uma das atividades mais impactantes nesse sentido foi a realização do Baile Municipal, que, na edição deste ano, incentivou a solidariedade e o voluntariado. As cerca de 21 mil fraldas geriátricas arrecadadas junto aos foliões na tradicional festa foram entregues, hoje, pelo prefeito Miguel Coelho a três instituições de atenção a idosos, a Casa Geriátrica, o Cantinho do Aconchego e a Casa de Vó.

Essa foi a primeira etapa da entrega das doações do Baile Municipal. Na solenidade, o prefeito ainda anunciou que o evento arrecadou R$ 36 mil. Esses recursos serão disponibilizados a projetos sociais vinculados ao programa Transforma Petrolina por meio de uma seleção pública prevista para março.

A coordenadora do Transforma, Lara Secchi Coelho, ressaltou, durante a entrega dessas doações, a importância de iniciativas como o Baile Municipal para estimular a solidariedade em Petrolina. "A festa foi um sucesso e teve um papel social incrível. Além das doações, o Baile Municipal deu visibilidade a temas como a solidariedade, voluntariado e permite ainda à população conhecer o trabalho dessas entidades sociais, captar voluntários e novas parcerias", lembrou a coordenadora.

O material arrecadado foi comemorado pelos representantes das instituições sociais beneficiadas pelo Baile Municipal. Segundo Luzineide Menezes, da Casa de Vó, as doações da população são fundamentais para a manutenção do abrigo de idosos. "A gente que está envolvida todos os dias nessa luta sabe como é importante uma ação como essa. Vai ser muito bem usado em nossa instituição. Nós só temos a agradecer a quem foi ao Baile Municipal, à prefeitura e a esse programa que tem ajudado tanto, o Transforma Petrolina", agradeceu a representante do abrigo de idosos.


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Prefeitura de Serra Talhada

21/02


2020

Hoje não tem Frente a Frente

Lembrando aos ouvintes do programa Frente a Frente, que hoje, em função da abertura oficial do carnaval, não teremos a transmissão do programa. Retornamos na próxima quarta-feira, já com uma nova emissora na cabeça de rede, a Hits 103,1 FM, em Jaboatão, Região Metropolitana do Recife.

O programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro, é transmitido diariamente, das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, formada hoje por 37 emissoras.


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Prefeitura de Limoeiro

21/02


2020

Que caminho o País está tomando?

Por André Gustavo Vieira*

Meu amigo, aqui vai uma modesta reflexão. Que país é esse? Renato Russo cantou em 1987! Há 33 anos, o presidente era Sarney e o país clamava por mudanças que não houve. Hoje, temos um presidente que diz o que quer, que os filhos e à família dele são o centro do debate político e um senador que atropela manifestantes dirigindo um trator. A história se repete, só que nós, na maioria das vezes, não percebemos.

A sonhada mudança se arrasta em passos lentos. Algumas mudanças Collor fez, outras FHC e Lula fizeram. Mas a pergunta ainda é: Que país é esse? Se cobra exemplos ao invés de se dar exemplos. Só há um caminho e não temos muito tempo para isso, crescimento econômico e combate às desigualdades.

Desigualdades subentenda-se educação, saúde e segurança. Nunca seremos uma verdadeira potência mundial se formos desiguais e indiferentes a realidade coletiva. Ter 200, 300, 400 milhões de pessoas e a maioria delas na miséria não vai nos tornar “grandes” e sim medíocres.

Entramos nas eleições de 2018 com uma crise de valores e chegaremos à próxima, pelo visto, na mesma crise. Crescimento econômico é fundamental para gerar riqueza, mas não são apenas os fundamentos macroeconômicos que trazem investimentos, é o país mostrar maturidade, serenidade e equilíbrio para ter a confiança dos investidores. Estamos nesse caminho?

*Publicitário


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Comentários

Fernandes

Algo se move nas elites contra Bolsonaro. \"A turma do capital financeiro já teme que, com tanta beligerância, não haverá reformas, nem ajuste fiscal, nem crescimento, nem segurança para investidores.

Fernandes

Com o bozoverno está retrocedendo. Só o PT é a esperança.

marcos

Volta Dilma Jumenta!

marcos

Volta Dilma Jumenta!

Wellington Antunes

Preocupante


Banner de Arcoverde

21/02


2020

Pré-candidato se reúne com superintendente dos Correios

O pré-candidato à Prefeitura de Tupanatinga, Dr. Diego Teixeira (MDB), reuniu-se, ontem, com a superintendente dos Correios em Pernambuco, Dayse Ferraz. Na pauta, o fechamento da agência dos Correios na cidade.

Na ocasião, a superintendente informou que já está em processo licitatório a nova sede da agência dos Correios do município. Dr. Diego ressaltou a importância da agência na cidade, que já não conta com agência bancária. “É um serviço importantíssimo para a população tupanatinguense, onde podem receber e enviar suas correspondências e encomendas para todo o mundo”, completou.

Também estiveram na audiência o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Tupanatinga - ACET, Gilberto Moura, o senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal Fernando Filho.


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21/02


2020

O Abelhudo Paulo Muniz sabe tudo

À caminho de Triunfo, a paradinha para o almoço no restaurante Belo Jardim Hotel, o famoso hotel de Alair, na BR-232, KM 183. Com 65 anos, foi por muito tempo também parada para almoço e jantar da linha de ônibus da Progresso rumo a Afogados da Ingazeira.

Havia um velho folclore de que a carne servida era de jumento, mas tudo por causa do frigorífico Mafisa, de Lindalvo Galvão, que dizimou completamente o rebanho de asno no Nordeste.

Hoje, no almoço, a alegria de rever meu amigo Paulo Muniz, o Paulinho do Abelhudo, grande parceiro do meu blog e do Frente a Frente na região. Seu blog exala também uma pimentinha em seu tempero noticioso.

Provamos galinha com molho de cabidela e meus meninos carne de sol. Aliás, este é o melhor prato da casa, cuja chef é Isabel Lacerda, também proprietária.


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21/02


2020

Bolsonaro indica evangélicos para diretoria da Ancine

O presidente Jair Bolsonaro indicou dois nomes ligados à igreja evangélica para cargos de diretoria da Agência Nacional do Cinema (Ancine). O órgão fica sob a responsabilidade da Secretaria Especial de Cultura.

O primeiro deles é Edilásio Santana Barra Júnior, jornalista, apresentador de TV, empresário de eventos e pastor evangélico. Ele já estava na Ancine, como superintendente de Desenvolvimento Econômico da agência. O outro nome é Veronica Brendler. Também jornalista e produtora cultural, ela é cineasta e idealizadora do Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC).

As indicações constam de mensagens publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. Para assumir os novos cargos, os indicados devem passar por sabatina no Senado e precisam ter seus nomes aprovados por comissão e pelo plenário da Casa.


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21/02


2020

Túlio dá emenda de R$ 1,5 mi ao Hospital da Restauração

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) entregou, ontem, compromisso de emenda no valor de R$ 1,5 milhão ao Hospital da Restauração (HR), no Derby, área central do Recife. O montante será destinado para compras de equipamentos, para reforma do estacionamento e para ampliação do espaço de convívio – esta última, inclusive, é uma das reivindicações da categoria dos enfermeiros.

Gadêlha visitou as instalações, acompanhado do diretor do Hospital, Miguel Arcanjo, e do enfermeiro Rodrigo Patriota. “Com essa emenda, que é recurso do contribuinte, queremos ajudar a melhorar as condições de trabalho dos profissionais da saúde e dos pacientes que utilizam o Hospital da Restauração”, avaliou.

Para Arcanjo, a emenda será bem-vinda porque o Hospital da Restauração é de grande porte e atende a toda a população do estado. “Teremos todo o cuidado com a execução desta emenda que beneficiará nossa equipe de saúde. Nossa prática na administração do hospital é de deixar todo o trâmite de licitação pronto para executar a emenda tão logo chegue ao Estado”, afirmou.

O Hospital da Restauração é a maior unidade da rede de saúde pública de Pernambuco e o maior hospital público do Nordeste. O HR tem cerca de 4 mil profissionais. Como hospital de emergência, tem média mensal de 1.200 internações, 8.000 cirurgias, 15 mil atendimentos ambulatoriais e 12 mil emergenciais, porém sofre com as superlotações e a falta de estrutura para atender a alta demanda de pacientes.


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21/02


2020

SD e PSD firmam aliança em Olinda

O Solidariedade fechou aliança com o PSD para a reeleição do Professor Lupércio em Olinda, durante reunião ontem. O encontro foi conduzido vice-presidente nacional do SD, Augusto Coutinho, e pelo presidente pessedista em Pernambuco, André de Paula. Participaram o prefeito Lupércio, o vice-prefeito, Márcio Botelho, o presidente do PSD na cidade, Rodrigo Cardoso, o assessor especial da prefeitura, Evandro Avelar, o vereador olindense Edmilson Fernandes (PSD) e o conselheiro tutelar William Fernandes.

Augusto Coutinho comemorou a aliança que, de acordo com ele, fortalece, ainda mais, a candidatura de Lupércio. “Sempre mantivemos uma boa relação com o PSD e é com alegria que recebemos a decisão dele de nos apoiar. É um partido que vem para somar e se junta a outros que já estão do nosso lado, fortalecendo a candidatura de Lupércio e mostrando que estamos no caminho certo para garantir a continuidade de um trabalho iniciado há quatro anos”, disse Coutinho. 

Com esta adesão, sobe para 10 o número de partidos que anunciaram apoio à candidatura do Professor Lupércio. Na semana passada, PSC e PL haviam anunciado adesão ao Solidariedade em Olinda. "É sempre importante contar com pessoas que querem ajudar a nossa gestão a seguir trabalhando para Olinda avançar ainda mais. O PSD tem uma boa representatividade no município e é um partido com grande projeção nacional. O apoio da sigla fortalece o nosso projeto de melhorias para a cidade", disse o prefeito.

Atualmente o Solidariedade possui duas prefeituras no estado de Pernambuco e 57 vereadores. Trabalha para eleger oito prefeitos este ano.


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21/02


2020

Brasil tem um caso suspeito de coronavírus

Há, no Brasil, apenas um caso suspeito de contaminação pelo novo coronavírus. De acordo com o Ministério da Saúde, outros 50 casos foram descartados desde o início do monitoramento no País. A América do Sul segue sem registros de casos confirmados. As atualizações foram feitas ontem

O caso ainda sob investigação está em São Paulo. Trata-se de uma criança de 2 anos de idade, que tem histórico de viagem recente à China, mas não à Wuhan, o epicentro da contaminação. Segundo o ministério, os exames têm sido feitos com maior celeridade e, com isso, casos considerados suspeitos são descartados rapidamente e nem sequer entram no balanço diário da pasta.

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira, uma série de circunstâncias freiam o aparecimento de novos casos suspeitos, como a quarentena imposta na China, o fato do Brasil estar no verão e não termos voos diretos para aquele país.


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21/02


2020

Bloco Mamas Saudáveis espalha alegria pelo Recife

As ruas do Recife Antigo ganharam ainda mais cor na noite de ontem com o desfile do Bloco Mamas Saudáveis, organizado pelo segmento de Mulheres do Partido Socialista Brasileiro em Pernambuco. Com o objetivo de difundir a mensagem da importância dos exames preventivos do câncer, centenas de pessoas vestiram suas camisas amarelas e desfilaram ao som de Patusco e Orquestra de Frevo Só Mulheres. O deputado federal João Campos participou da atividade, juntamente com o deputado Danilo Cabral, o secretário estadual Aluísio Lessa, a primeira-dama do Recife, Cristina Melo, entre outras lideranças.

“Esse é o décimo ano que o Bloco Mamas Saudáveis desfila nas ruas do Recife, sempre levando a mensagem do respeito no Carnaval e do cuidado com a saúde das mulheres, que deve acontecer durante todo o ano. Fizemos um bonito desfile, atraindo centenas de pessoas às ruas. A Secretaria de Mulheres do PSB está, mais uma vez, de parabéns pela organização do evento”, destacou o presidente estadual do partido, Sileno Guedes.

Este ano, o bloco homenageou a prefeita de Surubim, Ana Célia, a primeira-dama Cristina Melo, a diretora do Hospital da Mulher, Isabela Coutinho, a secretário de Cultura, Leda Alves, a vice-governadora Luciana Santos, a vereadora Nathalia de Menudo, a deputada Roberta Arraes, a militante Terezinha Guedes e o deputado federal João Campos pela sua atuação em defesa da mulher na Câmara Federal.


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21/02


2020

Presidente do INSS não fechará agências

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) obteve, do presidente do INSS, Leonardo Rolim, em audiência na autarquia, a garantia de que não serão fechadas agências em Pernambuco. “É conversa fiada”, disse Rolim a Rodolfo, que solicitou a reunião preocupado com o noticiário anunciando o fechamento de várias unidades de atendimento no país.

O presidente do INSS assegurou ao deputado pernambucano que, ao contrário, a autarquia  vai adotar um novo  modelo de atendimento, ampliando os serviços de perícia médica ao transferir agências para as prefeituras, como fez o Ministério da Cidadania na execução do Bolsa Família. “Nos locais em que o perito tiver pouca demanda, ele será deslocado, de modo a que nenhum deles fique ocioso”, explicou.

Rolim, que assumiu há três semanas devido aos graves problemas no atendimento, com 1,3 milhão de requerimentos em atraso, entre pedidos de aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, declarou a Rodolfo que a fila de espera no INSS será encurtada na sua gestão.


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Esse deputado realmente é sabedor das coisas. Não sabe que tem agências funcionando com 04 funcionários, gastando uma nota com água, luz, segurança, cargos de gerência sem ter condições de atender o mínimo da demanda. Também, o dinheiro é do povo e o povo que se exploda. Esses são os políticos que temos.


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