Blog do Magno 15 Milhões de Acessos

21/02


2013

Quem quer dinheiro?

 A indagação do título acima está na nota de Vera Magalhães, na sua coluna de hoje na Folha de S.Paulo:

''''Dois dias depois de Dilma Rousseff ampliar o Bolsa Família e algumas horas após a festa de dez anos do PT no poder, o governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB) reúne hoje em Gravatá os 186 prefeitos de Pernambuco para anunciar aporte direto de R$ 220 milhões para investimentos nos municípios. O repasse será rápido: 30% serão liberados no ato, e o restante à medida que as obras avancem. O cálculo do rateio segue as cotas do Fundo de Participação dos Municípios.''''


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O Jornal do Poder

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16/01


2021

Oposição anuncia novo pedido de impeachment contra Bolsonaro

Estadão

Partidos de oposição da Câmara dos Deputados vão protocolar, nos próximos dias, um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que ele cometeu “crimes de responsabilidade em série” na condução da pandemia do coronavírus. Assinado por Rede, PSB, PT, PCdoB e PDT, que reúnem 119 deputados, o pedido cita o colapso da saúde em Manaus e diz já ter passado a hora de o Congresso reagir.

“O presidente da República deve ser política e criminalmente responsabilizado por deixar sem oxigênio o Amazonas, por sabotar pesquisas e campanhas de vacinação, por desincentivar o uso de máscaras e incentivar o uso de medicamentos ineficazes, por difundir desinformação, além de violar o pacto constitucional entre União, Estados e Municípios”, diz nota conjunta dos partidos, que defendem a volta imediata dos trabalhos do Congresso.

Mais cedo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comentou que essa decisão não caberia mais a ele e, sim, ao próximo presidente, a ser eleito no início de fevereiro. “Disse que esse assunto vai ser discutido no futuro, porque tem parte da sociedade que cobra. Não sou eu mais que vou tratar desse assunto. Eu foquei o meu trabalho no último ano na pandemia”, afirmou Maia. “Achei que era a prioridade, e foi isso que fiz. Acho que o Parlamento tem que voltar a funcionar independente de qualquer decisão sobre esse tema no futuro."


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Abreu no Zap

16/01


2021

Falta de oxigênio pode avançar no Brasil, dizem especialistas

O Globo

A falta de oxigênio nos hospitais em Manaus com a escalada de casos de coronavírus é um alerta para o restante do país, na avaliação de especialistas. Para eles, há risco de novas falhas no abastecimento, em especial na Região Norte. O drama registrado na capital do Amazonas reflete a combinação da falta de uma ação planejada com a indústria — que agora se desdobra para elevar rapidamente a produção — e uma complexa estrutura de escoamento, que pode levar dias para entregar um produto que precisa ser reposto em caráter imediato. Industriais da região afirmam que as doações se avolumam, mas o oxigênio não chega a tempo. Neste sábado, Manaus recebeu 70 mil metros cúbicos de oxigênio vindos de Belém por balsa.

Na primeira onda de Covid-19, no ano passado, o consumo de oxigênio era de 30 mil metros cúbicos em Manaus, patamar muito acima do registrado antes da pandemia. Agora, segundo a White Martins, empresa que tem a maior fatia do mercado, a demanda já chegou a 70 mil metros cúbicos diários, quase três vezes a capacidade de produção da empresa na cidade.

A White Martins produz 25 mil metros cúbicos diários e está ampliando esse patamar para 28 mil metros cúbicos, além de deslocar oxigênio de outras sete fábricas do país. A empresa recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para reduzir temporariamente o percentual de pureza do oxigênio de 99% para 95%, o que facilitaria o aumento da produção.

Transporte e tanques

Há uma multiplicação de gargalos para fazer chegar o oxigênio de outros estados. Ele pode ser transportado nas formas líquida ou gasosa, por barco ou avião. O transporte, a pouca oferta de tanques de armazenamento para o produto na forma líquida e o impacto da crise econômica, que reduziu a produção em cerca de 30% no ano passado, segundo a consultoria R S Santos, são alguns dos entraves.

O oxigênio pode ser usado tanto para a indústria quanto na medicina. Segundo o consultor Ronaldo S Santos, diante da redução no ano passado, não haveria um problema de capacidade para elevar a produção de oxigênio para os hospitais. Mas pondera que a falta de planejamento público explica o quadro atual: "Deveria ter sido pedido um plano de ação das empresas para fornecimento ao longo do ano passado."

Para o professor de Gestão de Cadeia de Suprimentos do Insper Vinícius Picanço, o que está acontecendo em Manaus, com a nova cepa, pode se repetir em outras localidades com limitações na infraestrutura de transportes, em parte do Nordeste e no interior, o que evidencia a importância do planejamento.

"Não dá para dizer que era imprevisível a escassez. Por mais que a demanda tenha um comportamento exponencial, existem modelos matemáticos para isso. A questão envolve logística e previsão de estoque", disse. "Houve teve tempo na pandemia de posicionar os estoques adequadamente, de armazenar insumos em regiões estratégicas."

A matéria completa está disponível no site de O Globo.

 


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16/01


2021

PCR responde sobre compra de robôs por R$ 2,5 mi

Por meio de nota, a Secretaria de Educação do Recife se pronunciou sobre a compra de cinco robôs humanoides Pepper, pelo custo total de R$ 2,5 milhões. Feita sem licitação, a aquisição da Prefeitura do Recife foi suspensa, ontem, por uma medida cautelar da conselheira do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) Teresa Duere.

Leia a resposta da Secretaria Municipal de Educação:

"A Secretaria de Educação do Recife informa que recebeu a notificação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) sobre a aquisição dos robôs humanóides e que prestará todos os esclarecimentos necessários dentro do prazo estabelecido pelo órgão de controle. A pasta informa também que a aquisição dos robôs faz parte do planejamento de fortalecimento do Programa Robótica na Escola. Entretanto, a pasta esclarece que o processo de compra não foi concluído, portanto não houve até o presente momento nenhum pagamento por estes equipamentos."


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16/01


2021

Secretário de Justiça de PE minimiza aglomerações em ônibus

Houldine Nascimento, da equipe do blog

O secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, viralizou com uma declaração dada em entrevista à Rede Globo, ontem, ao ser perguntado pela repórter Bianka Carvalho sobre as aglomerações no transporte público no Grande Recife. De acordo com ele, o ônibus "não é vetor importante de contaminação" do novo coronavírus. 

"É preciso deixar bem claro uma questão: o ônibus, por incrível que pareça, não é o maior causador, não é um vetor importante da contaminação. E por quê? Porque você tem o contágio, a contaminação pelo tempo que permanece, e as pessoas ficam pouco tempo no ônibus", tentou justificar.

Prontamente, foi rebatido por Bianka: "Isso é imponderável. As pessoas passam muito tempo. Tem engarrafamento, ônibus lotado. Não dá para a gente dizer isso."

Enquanto Pedro Eurico falava, imagens de ônibus lotados apareciam na televisão. Ainda segundo o secretário, "em qualquer lugar do mundo, há aglomerações" e o problema não está na quantidade de veículos, mas "na hora do rush". A insatisfação da população se dá pela inércia do Governo de Pernambuco na fiscalização e melhoria do transporte coletivo, sobretudo porque é o maior acionista do Consórcio Grande Recife, responsável por gerir o sistema de transporte público, com 40% de participação.

Somado a isso, está o rigor no monitoramento das praias e a recente proibição de som em bares, restaurantes, praias, boates ou em qualquer outro local que possa provocar aglomerações. São medidas importantes, mas insuficientes diante do descaso diário nas linhas de ônibus e nos terminais integrados da Região Metropolitana do Recife, superlotados.


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Banco de Alimentos

16/01


2021

Deus trouxe vida de volta a Daniel

Em 9 de julho do ano passado, numa manhã cinzenta e quente, dei, com o coração em chamas, a notícia de que o cantor Daniel Bueno, 60 anos, contemporâneo dos anos dourados nas terras euclidianas do Pajeú, havia sofrido um aneurisma cerebral. Mais preocupado fiquei em seguida com a explicação do médico. Segundo o doutor Paulo Brayner, o caso se assemelhava ao que havia tirado a vida, meses antes, da jornalista Graça Araújo.

Acompanhei de perto a evolução do quadro de Daniel e logo em seguida outra triste notícia: no hospital no qual deu entrada para se salvar, a Covid-19 se apossou dele. As notícias saíam no grupo do WhatsApp da família dele e eram compartilhadas com pessoas mais próximas, como eu. 

No rádio, Geraldo Freire, com quem o cantor celebrou uma parceria de trabalho desde que ingressou também no mundo do Jornalismo, dava notícias a conta gotas, até que num certo dia veio a mais comemorada: Daniel Bueno de alta, a caminho de casa para continuar o tratamento ao lado da família, no aconchego do lar.

Sertanejo como eu, criado no leite de cabra e no xerém com carne seca, Daniel se revelou ao mundo como mais uma obra do divino: sem sequela alguma, voltou a cantar e só não está com o pé na estrada fazendo shows por causa da pandemia, que nos roubou também a alegria e a emoção de assistir às apresentações dos cantores que trazem momentos de muita emoção.

O reencontro com meu amigo se deu hoje, na Jaqueira. Depois de correr meus 6 km diários, dei mais três voltas ao lado de Daniel, botando a conversa em dia e comemorando o seu reencontro com a vida. A cada passo, uma emoção e a certeza: a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.


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16/01


2021

Avião que pegaria vacinas na Índia leva oxigênio a Manaus

Após passar o dia em terra no Aeroporto dos Guararapes, no Recife, sem previsão de decolagem, o avião da Azul preparado para voar às 23h dessa sexta-feira (15) à Índia para buscar a encomenda de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford retornou ontem à noite a Campinas, em São Paulo, com uma nova missão: levar cilindros de oxigênio para Manaus. As informações são do UOL.

Com a indefinição de questões diplomáticas entre Brasil e Índia para importação do imunizante, a companhia aérea informou que, a pedido do Ministério da Saúde, a aeronave que iria a Mumbai, na Índia, ajudará a abastecer os hospitais da capital amazonense.

"O voo será feito pela mesma aeronave que partiria hoje para Mumbai, na Índia, uma vez que a missão terá seu início reprogramado enquanto às questões diplomáticas entre os dois países são resolvidas e as doses da vacina Astrazeneca/Oxford possam ser trazidas ao Brasil", informou a Azul em nota.

O Airbus A330neo da companhia seguiu na noite de ontem para Campinas, de onde deverá partir neste sábado (16) com o carregamento dos cilindros de oxigênio para Manaus.


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Jornao O Poder

16/01


2021

OAB Caruaru lamenta morte de ex-procurador João Beltrão

NOTA

A OAB Caruaru recebeu com pesar, nesta sexta-feira (15), a notícia do falecimento do ex-presidente, João Alfredo Beltrão Vieira de Melo, aos 75 anos. Ele presidiu a subseção entre 1977 e 1978. Também foi promotor de justiça no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e Procurador do Município de Caruaru. 

A toda advocacia de Caruaru e região, a qual Dr. João Alfredo contribuiu diretamente, aos familiares e amigos nossos sentimentos de profundo pesar.


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16/01


2021

Tolerar os intolerantes

Por Marcelo Tognozzi*

Estamos inaugurando oficialmente a era dos guetos digitais. Até agora tínhamos os países como China, Cuba, Egito, Irã e Coreia do Norte controlando o acesso à rede mundial com uma política de censura e proibição de acesso a sites como o Google jornais e portais de notícias. A Primavera Árabe de 2010 e o medo de perder o poder de uma hora para outra fizeram com que os governos desses países aumentassem nos últimos anos a censura e a vigilância sobre o conteúdo consumido por sua população.

Agora assistimos ao banimento digital de Donald Trump e seus apoiadores pelo Facebook, Twitter e grandes provedores como o Google e a Apple. Decidiram agir como justiceiros e censurar o presidente dos Estados Unidos porque entenderam que ele representa uma ameaça à segurança nacional, capaz de promover o caos e a desordem, como aconteceu na invasão do Congresso norte-americano por trumpistas dispostos a melar a diplomação de Joe Biden. É uma grande novidade e uma imensa dose de soberba que grandes empresas de tecnologia tenham o poder de decidir o que é bom ou ruim para a segurança nacional de quem quer que seja.

Confinaram Trump e seus seguidores num gueto digital do Telegram, uma plataforma de mensagens controlada pelos russos. Isso seguramente não corre o menor perigo de dar certo. É uma bomba relógio que acaba de ser armada e que mais cedo ou mais tarde explodirá com consequências imprevisíveis.

Se Donald Trump e seus intolerantes amestrados cometeram crimes no episódio da invasão do Congresso, quem tem de dizer isso é a Justiça, única com prerrogativa de julgar e assegurar o devido processo legal. O Estado democrático de Direito é o garantidor da democracia, não as grandes corporações de tecnologia. Elas apostam na manipulação, agem por conveniência e estupram a democracia sem o menor pudor, como ficou claríssimo no caso da Cambridge Analytica com o Facebook detalhado no documentário Privacidade Hackeada, de 2019, dirigido por Jehane Noujaim e Karim Amer.

Redes sociais não são produtoras de conteúdo, mas simples canais de exibição de conteúdos produzidos pelos seus usuários. Se os executivos destas empresas passarem a fazer curadoria ou edição do conteúdo, deixarão de ser redes sociais para se transformarem em empresas distribuidoras de informação, falsa ou verdadeira, produzida de graça por quem decidiu integrar aquela plataforma. E é aí que mora o veneno.

Rede social não foi feita para censurar, mas para expor pontos de vista e comportamentos. É essencialmente um ambiente de diversidade. A melhor forma de combater aqueles que usam os canais das redes sociais para solapar a democracia ou o Estado de Direito é jogar luz sobre eles, mostrar quem são, o que fazem, como fazem, porque fazem, como vivem e o que pensam. Se desde o início os grandes veículos norte-americanos tivessem jogado luz sobre Trump e seus apoiadores talvez as coisas teriam sido diferentes, mas eles preferiram fazer política, mesmo caminho escolhido pelos grandes grupos de comunicação do Brasil.

A política de segregar quem quer que seja iguala os defensores do banimento de Trump aos apoiadores da sua proposta de construir um muro na fronteira com o México. Ou aos franceses que fingiram tolerar a imigração muçulmana enquanto confinavam estes imigrantes em guetos na periferia de Paris. Nasceu ali uma sociedade paralela, capaz de andar pelas próprias pernas independentemente do Estado. Exatamente como aconteceu no Rio, onde os pobres foram empilhados em favelas, hoje transformadas em guetos controlados pelo tráfico, a milícia ou os 2 ao mesmo tempo, e onde o poder público não entra sem autorização. Estes são exemplos, digamos, analógicos das consequências de uma política segregacionista.

Quando em outubro de 2011 surgiu o movimento Occupy Wall Street, contra a desigualdade, ganância e corrupção provocadas pelo sistema financeiro norte-americano, o máximo que aconteceu foi o corte no sistema de som e a prisão temporária de alguns gatos pingados. Ninguém ousou defender o banimento deles, que transmitiram tudo pela internet apadrinhados por filósofos de esquerda como Noam Chomsky e o esloveno Slavoj Zizek. Em janeiro do mesmo ano manifestantes aplaudidos pela mídia dos Estados Unidos e União Europeia ocuparam a Praça Tahrir no Cairo e derrubaram o regime de Hosni Mubarak. Em pouco tempo, o governo nascido destes protestos censuraria a internet e o acesso indiscriminado à informação. E aí acabou a graça.

Uma década depois, estamos diante de uma situação nova: o primeiro banimento digital de um grupo político decretado pelas maiores empresas de tecnologia, o qual foi aceito e aplaudido por boa parte da sociedade, seja nos Estados Unidos, na Europa ou no Brasil. Uma estupidez sem limites.

Poucos meses antes de morrer, o filósofo italiano Umberto Eco decretou que as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis. Antes, eles falavam suas sandices num bar depois de umas taças de vinho. “Promoveram o idiota da aldeia em portador da verdade”, arrematou Eco numa entrevista em 10 de junho de 2015. O maior incômodo do mestre de 83 anos era a quantidade de lixo produzido pela internet, o que o deixava desnorteado e sem entender direito o que acontecia no mundo digital.

O discurso contra o racismo e o apartheid social ou da defesa da liberdade de expressão e de pensamento destoam dos verbos calar, amordaçar e banir. Segregar correntes políticas e ideológicas já levou o mundo a situações amargas como a guerra fria, os guetos de pobreza, os massacres no Camboja e a violência sem fim no Oriente Médio. É um erro caro demais, traduzido com perfeição no poema de Martin Niemoller (“depois vieram buscar os judeus, mas como eu não era judeu não protestei”…). O caminho da evolução é tolerar os intolerantes. Para os excessos existe a lei.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no portal Poder 360.


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15/01


2021

Bolsonaro é alvo de panelaços no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro foi alvo de panelaços nas principais cidades brasileiras na noite de hoje. A manifestação contrária ao chefe do Executivo foi convocada por movimentos sociais após o agravamento da situação da Covid-19 em Manaus, que deixou o sistema público de saúde da cidade sem oxigênio. Isso provocou a morte de vários pacientes internados com o novo coronavírus.

O protesto ganhou projeção nas redes sociais. Por volta das 20h30, foi possível ouvir barulhos de panelas em áreas diversas do Recife, como Boa Viagem, como é possível ver neste vídeo. Além do bairro da Zona Sul, moradores da Zona Oeste, como Madalena; do centro, a exemplo de Santo Amaro, e da Zona Norte da capital pernambucana (Aflitos, Casa Amarela e Rosarinho) aderiram à manifestação.

Houve registro de protestos em outras capitais, como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Manaus. Gritos de "Fora, Bolsonaro", "assassino" e "genocida" foram ouvidos.


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Comentários

Fernandes

O Amapá sem luz e Manaus sem oxigênio são retratos de um Brasil sem governo. Bolsonaro Genocida!

Fernandes

Bolsanaro Genocida. Vão se catar cafajestes.

joao carlos da silva

Esquerdistas ridículos. Bolsanaro enviou algo próximo de 15 bilhões para o Amazonas, foi proibido pelo STF de gerir a pandemia, o ladrão safado que governa aquele estado desvia recursos, deixa faltar oxigênio e o genocida é Bolsanaro ? Vão se catar cafajestes.

Fabio Gouveia

Aqui em Boa viagem, próximo a pracinha , tinha umas 5 panelas ,kkkkkkkkkkk



15/01


2021

Sinsempal repudia aumento salarial de prefeito e vereadores

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palmares (Sinsempal) emitiu uma nota contra os reajustes salariais de prefeito, vice-prefeito, secretários, vereadores e cargos comissionados. A medida foi aprovada pela Câmara Municipal na legislatura anterior.

“Comunicamos que o nosso jurídico já está tomando todas as providências jurídicas com o objetivo de mudar essa aprovação dos vereadores no apagar das luzes do ano de 2020”, declarou o presidente do Sinsempal, José Lúcio Passos da Silva.

Leia a nota na íntegra:

O SINSEMPAL SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA DOS PALMARES, na qualidade de órgão classista representante dos funcionários públicos de Palmares, vem a público repudiar a atitude da Câmara de Vereadores, na legislatura próxima passada, que aprovou um reajuste salarial para os cargos de vereador, presidente da Câmara, Prefeito, Vice-Prefeito, e todos os secretários municipais, utilizando elevados percentuais, muito acima dos índices inflocionários vigentes, o que deverá provocar um grande impacto nos gastos com pessoal na administração deste Munícipio, na contramão da crise econômica pela qual passa o nosso país.

É cediço por todos que estamos vivenciando uma conjuntura de limitação do teto de gastos públicos desde a aprovação da Emenda Constitucional n° 95/2016, que estipulou o prazo de 20 anos para tal limitação.

Fora isso, temos a conjuntura econômica municipal, esta deve ser observada com maior rigor pois as despesas de pessoal, por si, já provocam grande impacto em virtude dos parcos recursos oriundos de receitas próprias do Município dos Palmares, havendo a necessidade de aportes vultosos para complementar a folha de pagamentos dos aposentados e pensionistas do FUNPREV, a utilização do percentual máximo de recursos oriundos do FUNDEB e demais programas governamentais que fomentam a folha de pagamentos dos servidores públicos, além da necessidade de contratação de pessoal para todas as esferas do Poder Público Municipal.

Tudo isso, sem o citado e infeliz reajuste dos salários dos mandatários, provoca um grande impacto na folha de pagamentos e, por conseguinte, deixa o Município na linha limítrofe do índice estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

É inadmissível que em pleno momento pandêmico, com grande impacto na economia, onde as atenções do Poder Público deveriam estar voltadas às medidas sanitárias garantidoras do bem estar social de seus cidadãos, e ainda, no momento em que servidores públicos não obtiveram sequer a aplicação dos índices inflacionários como forma de reajuste, ainda que ínfimo, que os detentores de mandatos eletivos que representam o povo palmarense, tenham tomado uma atitude de tamanho impacto sem que a população e a sociedade civil organizada tivessem conhecimento e pudessem debater o assunto com maior lisura e transparência. Fato lamentável,Senhoras e Senhores. Fato lamentável.

Diante do exposto acima, não há outra atitude a ser tomada que não seja o nosso total e irrestrito REPÚDIO ao nefasto e desnecessário aumento dos salários e verbas de representação dos vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários e demais cargos comissionados.

Por fim, informamos que estamos não apenas emitindo a presente nota de repúdio, mas também enviando para os órgãos de controle, Ministério Público de Pernambuco e Tribunal de Contas de Pernambuco, para as devidas providências jurídicas cabíveis,

 

Palmares, 11 de janeiro de 2021

José Lúcio Passos da Silva
Presidente do Sinsempal


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