FMO janeiro 2020

22/11


2021

Seitas dão marcha à ré em Pindorama

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico este artigo ao meu colega o cientista Adalbert Einstein, autor da Teoria da Relatividade

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Amanhã será outro dia, dizem os futurólogos. Nem sempre. Neste Brazil o amanhã tantas vezes é o ontem ou o trasanteontem. Dizem que o tempo não para. Outra ilusão. O tempo às vezes para no espaço, feito os helicópteros e os beija-flores. Os beija-flores são helicópteros da natureza. 

Aquela menina Elis Regina cantou o blues da solidão: “Nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparências não enganam, não”.

Os devotos da seita vermelha recitam o efeito Orloff pelo avesso: eu sou você anteontem. Ele pararam no tempo em que o bode rouco era inocente e pobrezinho de nascença. Querem rebobinar o tempo. Saudades do Petrolão! Saudades do Mensalão! Das patifarias da Lei Rouanet! Saudades das transações tenebrosas com as ditaduras de Cuba e da Venezuela!

A seita do gado perdeu-se no tempo desde a eleição de 2018, quando derrotou nas urnas a camarilha vermelha. Derrotou, vírgula. Os vermelhos, infravermelhos e ultra vermelhos continuam a mandar em todas as esferas de poder nesta pinoia de Pindorama. O tangedor de gado manda apenas no cercadinho dele no Palácio da Alvorada.

Mito, coisa nenhuma. Mito é uma categoria sociológica habitada por seres de natureza humana em dimensão elevada. Ele é apenas um produto da mídia, tipo a cerveja da temporada.

Canta, menina Elis: “É você que ama o passado e não vê que o novo sempre vem”. São vocês, devotos e fanáticos, que amam a inércia, as rachadinhas e as transações tenebrosas do passado, e não conseguem ver que uma terceira via sempre vem”.

Eu sou pequenininho do tamanho de um pé de coentro, mas não bato continências para a mundiça da seita do gado nem beijo as barbas piolhentas do bode rouco vermelho.

*Jornalista


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Jaboatão - Família Acolhedora

29/11


2021

Ziriguidum! A mundiça vai cair na gandaia

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico este artigo ao meu colega o milionário Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O réveillon será daqui a pouco. Janeiro passa ligeiro. Em fevereiro, ziriguidum! O secretário de Saúde e de Pandemia do Estado, médico André Longo, receitou vacina, máscara, álcool gel e canja de galinha. Recomenda que seja cumprida a cobertura vacinal na faixa de 90 por cento. Atualmente o bravo André realiza longas caminhadas no planeta Jaqueira, ele e seu parceiro global Ítalo Rocha, sem medo de serem felizes e sem medo de vírus.

A mundiça já caiu na gandaia nas noites recifenses e nas noites olindenses.

Em Pernambuco o parrudo secretário André Longo terá que enfrentar dois componentes que trabalham em favor da realização do carnaval: o lobby econômico e o fator cultural, fator este que está nas artérias e nas veias. Esta é uma missão inglória, ainda que seja meritória. 

No Rio de Janeiro, em sintonia com a República dos Bicheiros e outros bichos, o Governo Multinacional da Ambev proclama: com com vacina ou sem vacina, com gel ou sem vaselina, a mundiça será convocada para consumir cerveja e cair na gandaia. Cumpra-se! determinou o rei da Ambev.

Carnaval, aglomeração inevitável, é chamariz para viroses. Lá vem ele, o micróbio do olho vermelho. A doença chama-se conjuntivite na vista. Conjuntivite na vista é pleonasmo, dirá o Doutor Alvacir Fox. O micróbio do pleonasmo adora multidões. Médico e poeta, o Doutor Fox é criatura dotada de elevados teores humanísticos e intelectuais. Acadêmico da APL, o Doutor Fox é nome de relevo na Medicina e nas letras poéticas.

Fala, poetão Ascenso Ferreira: “Carnavá, meu carnavá/ tua alegria me consome ... / chegô o tempo das muiê larga os home!/ Chegou lá nada .../ Chegou foi o tempo delas pegarem os homens,/ porque chegou o carnaval do Recife/ o carnaval mulato do Recife/ o carnaval melhor do mundo!/ Pega o pirão, esmorecido!”.

O grande Ascenso poetou nos tempos da inocência, quando havia Pierrôs, Colombinas, Arlequim. Tradição cultural?! “Meteram uma peixeira no bucho da Colombina, que a pobre, coitada, a canela esticou”. Hoje quem manda é a Ambev. E priu!

*Jornalista


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ALEPE - Ações Sociais

15/11


2021

Governo governa com as tripas gaiteiras

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA — Descoberta fantástica: o posto Ipiranga, líder da seita dos Bovinos Sapiens, raciocina com as tripas gaiteiras. E haja produção heterodoxa. É a nova versão da teoria de que o bolso é o órgão mais sensível do corpo humano. Bolso e estômago são sinônimos, segundo a anatomia econômica. O capitão de fandango lançou a tese heterodoxa de que a produção das tripas gaiteiras do governo irá garantir a reeleição dele ... e a mundiça da seita do gado delirou, delirou!

-- Hoje tem espetáculo de arrombamento do teto e dos telhados de vidro dos palácios da Esplanada dos Ministérios? Tem, sim senhor! Hoje tem marmelada da distribuição das emendas mal-assombradas do Orçamento secreto? Tem, sim senhor! Hoje tem calote dos precatórios para fazer politicagem com dinheiro dos credores? Arrocha, manada!

A virgindade do teto funciona tipo a porteira: passa boi, passa boiada. Os dólares do posto Ipiranga permanecem virgens e imaculados no paraíso fiscal.

O circo da seita do gado está na praça. “Oh raia o sol, suspende a lua, olha o posto Ipiranga no meio da rua”. O capitão faz o papel de engolir fogo e cuspir brasa para entreter a rafaméia, enquanto o posto Ipiranga arrebenta os tetos e anaboliza dólares para impulsionar o preço da gasolina e do botijão de gás.

O Orçamento está sendo desvirginado, sem vaselina, para dar de mamar aos babões, aos goelas e defensores da reeleição. Em 2023, quando a conta chegar, com a inflação, a recessão e o desemprego no meio da canela, vai custar caro para a sociedade brasileira recuperar a virgindade perdida. 

*Jornalista


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

08/11


2021

Micróbios matam mais que balas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Micróbios do mal, vírus e bactérias matam mais que terremotos, tsunamis, guerras e vulcões. Atualmente são 8 bilhões de viventes neste vale de lágrimas, de sonhos e de micróbios. Ao longo das civilizações, as guerras e os micróbios determinaram a curva demográfica do planeta. Estes são mistérios insondáveis do universo. Tem a ver com a condição humana.

Idos de 1918, o mundo padeceu o flagelo da Gripe Pneumônica. Foi popularizada com o nome de Gripe Espanhola porque naqueles tempos de guerra as notícias circulavam sem censura na Espanha. Deixou um saldo estimado em 50 milhões de mortos no mundo, dos quais cerca de 300 mil pessoas no Brazil. A 1ª Guerra Mundial  assassinou 20 milhões.

O vírus do sarampo matou mais habitantes dos impérios pré-colombianos Asteca e Inca que os fuzis demoníacos dos colonizadores Hernan Cortes e Francisco Pizarro. Nos tempos modernos, somente os satânicos Adolfo Hitler, nazista, e Joseph Stalin, comunista, foram tão genocidas quanto os micróbios causadores de epidemias e pandemias.

No século 14, reinava a crença de que as doenças provinham de castigo dos céus. Um ser invisível, a aterrorizante bactéria Yersinia pestis, causadora da Peste Negra, dizimou cerca de 350 milhões de corpos de inocentes, pecadores, beatos e hereges, o equivalente a um terço da população na época. Hoje seriam mais de 2 bilhões de viventes.

Com 36 mil toneladas de potência, as bombas atômicas explodidas em Hiroshima e Nagasaki mataram 250 mil criaturas humanas, e estes foram crimes imprescritíveis contra a humanidade. O coronavívus, com cerca de 50 milésimos de milímetro, explodiu sobre as cabeças da humanidade há menos de dois anos e já causou 5 milhões de vitimas, das quais 600 mil mortos no Brazil. Quase três bombas atômicas explodiram nos corações auriverdes.

*Jornalista


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01/11


2021

O gado fez um pacto com Pedro Malazartes

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA — Populistas e de olho na reeleição, a seita do gado e o posto ipiranga fizeram pacto com Pedro Malazartes para furar o teto do Orçamento da República, pagar o Auxílio Brasil, impulsionar a inflação, aumentar o preço da gasolina, do dólar e do botijão de gás. Perderam a virgindade liberal e caíram na gandaia. Lavou, tá novo, disse o capitão.

O posto Ipiranga providenciou uma offshore num paraíso fiscal para refugiar seus milhões de dólares. As Meninas cantaram: “Bom xibom, xibom, bombom// onde o rico cada vez fica mais rico/ e o pobre cada vez fica mais pobre.// E o motivo todo mundo já conhece/ é que o de cima sobe/ e o de baixo desce.// Xibom, bombom”.

Naqueles recantos paradisíacos a moeda verde americana é protegida de inflações, tempestades e outros fenômenos políticos que assolam estas terras tropicais. Neste reino de Pindorama o dinheirinho de Jeca Tatu está sendo corroído pelas saúvas da inflação.

O financiamento público de campanhas políticas constitui uma excrescência neste Brazil, na forma de desperdícios e malversação de recursos bilionários, conforme lavrado em crônica pelo escritor e cronista José Paulo Cavalcanti Filho, um connaisseur na matéria.

O geólogo Everardo Maciel, coração de leão, que entende de  orçamentos, secos e molhados, garimpou um mote no cancioneiro popular de Vinicius de Moraes: “Era uma casa muito engraçada/ não tinha teto, não tinha nada.// Ninguém podia entrar nela não/ porque na casa não tinha chão”. 

Depois das eleições-2022, quando vier a conta do Orçamento e se o mito estiver na rua da amargura, quem irá pagar a conta? Será o deus-dará.

*Jornalista


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Petrolina outubro 2021

25/10


2021

Passarinhos são profetas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Os passarinhos regem os destinos da humanidade adâmica desde os tempos do Paraíso Perdido e do tsunami do navegante Noé. Este foi o ano do morcego amarelo, hospedeiro do micróbio comunista chinês. Idos de dezembro-2019, o de cujus havia decolado em voo orbital nas cavernas hi-tech de Wuhan para disseminar tragédias e pânico nos hemisférios do planeta. 

Também foi o ano do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue e da doença do chiko kunha. O tenebroso vírus da coroa está indo embora, graças a Zeus e às vacinas. Aleluia!

Passarinhos são profetas com asas, mensageiros de alegrias ou desventuras.

Os morcegos que aqui gorjeiam nestas terras auriverdes não gorjeiam como no Império Comunista Chinês. Batman, o homem morcego, na China adota a tirania do regime comunista e o sistema capitalista de exploração da economia. Eis uma mistura de Karl Marx com o Tio Patinhas, pero sem abdicar da ditadura comunista jamais.

Inspirados em Jeca Tatu, os morcegos de Pindorama adoram suco de frutas e se o cara der bobeira eles degustam sangue humano de canudinho no pescoço das vítimas. Eles são uma mistura capitalista de Pedro Malazartes com os parasitas do mercado. Os centros acadêmicos, os centros antiacadêmicos, os poderes vermelhos e infravermelhos estão infestados de Batman’s, morcegos e carcarás.

Ave benfazeja, a Asa Branca prenuncia o inverno na voz do soberano Luiz Gonzaga: “Já faz três noites que pro Norte relampeia/ e a Asa Branca ouvindo o ronco do trovão/ já bateu asas e voltou pro meu Sertão. Ai, ai, eu vou embora, vou cuidar da plantação”. Existe o canto agouro: “Acauã vive cantando/ durante o tempo do verão/ no silêncio das tardes agourando/ chamando a seca pro Sertão. Teu canto é penoso e faz medo/ te cala, acauã, que é pra chuva voltar sedo”.

Nos tempos pecaminosos do tsunami bíblico, a pomba da paz trouxe um ramo de oliveira no bico para anunciar que as águas do dilúvio haviam serenado. O Criador desenhou um arco-íris nas pupilas do céu como símbolo da fraternidade universal.

O corvo de Edgar Allan Poe cantou a desilusão do poeta diante da perda de sua amada Lenore: “Não mais, ou nunca mais! No more, or never more!” Fênix é o pássaro da ressurreição, vem da parte de Lázaro.

O zumbido da abelha-rainha, musa do amor à moda de Carolina Herrera, apascenta os corações apaixonados.

*Jornalista


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Sindicontas

18/10


2021

Bolsonaro detona o “Projeto Rita Lee”

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A descoberta revolucionária veio da roqueira Rita Lee: “Mulher é um bicho esquisito, todo mês sangra”. As deputadas Tabata Amaral e Marília Arraes, guerreiras do bem, apresentaram o “Projeto Rita Lee”, de distribuição gratuita dos absorventes às mulheres mais pobres nos postos de saúde e nas escolas. Bingo.

O sangramento acontece desde os tempos das cavernas e das savanas. Mas, o capitão da seita do gado disse que era apenas um “sangramentozinho”, tipo uma gripezinha, e detonou o “Projeto Rita Lee”. Alegou, sem prova dos noves fora do SUS, que os absorventes precisavam de fundos orçamentários.

O governo perdeu mais uma batalha de comunicação, ao som do rock n’roll. Por isso não provoque, é cor de rosa choque. O capitão está perdendo todas as batalhas e entrou na zona do rebaixamento. Desse jeito o capitão não faz amor por telepatia com a patota de Rita Lee.

A seita do gado é uma sangria desatada. As tripas gaiteiras do capitão todo mês sangram, toda hora sangram. Não tem cortiça, nem ferrolho, nem Tampax, nem O.B. que dê jeito. A única solução seria um nó nas tripas do capitão de fandango ou um ferrolho na língua dele. Mas, o bicho resiste feito bode embarcado. A sangria desatada vai continuar.

Queiram ou não queiram os devotos da ideologia de gênero, as fêmeas do sexo feminino, cromossomos XX, sangram de acordo com as estações da lua. As mulheres são irmãs da lua. Na fase outonal da vida as fêmeas deixam de sangrar, se tornam lagos pacíficos, ou oceanos pacíficos, jardins de açucenas. Oh, abelha-rainha, musa linda do meu coração à moda encantada de Carolina Herrera!

As folhas informam que o vulcão Cumbre Vieja está em erupção desde o mês de setembro nas Ilhas Canárias, no reino de Espanha. Bobagem. Os vulcões federais de Brasília estão em erupção há mais de três anos. Os vulcões estaduais e municipais soltam lavas pelas ventas todas as horas. Este reino de Pindorama é um vulcão com pele de cordeiro.

VIVA INOCÊNCIO! Médico e parlamentar, detentor de 10 mandatos federais, Inocêncio Oliveira aniversaria dia 21, quinta-feira. Ele faz parte da memória viva do Congresso Nacional. Minha biografia sobre Inocêncio será publicada até o final do ano.

*Jornalista


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Ipojuca - Novembro

11/10


2021

Os flagelos da humanidade

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O abominável mongol Gengis Khan, que se autoproclamava, monocraticamente, “um flagelo de Deus”, é considerado patrono da guerra bacteriológica. Encarnação do mal, ele habitou este planeta micróbio no século 13. Átila, rei do Império Huno, que guerreou contra o Império Romano no século 5, também foi chamado de “flagelo de Deus”.

Em suas guerras de atrocidades, Gengis Cão usava catapultas para lançar  cadáveres no território dos inimigos, de modo a espalhar doenças e pânico. Lá nas caldeiras do inferno onde se encontra, na companhia de Stalin, Hitler, Mao Tse-tung, Pol Pot e no aguardo de outros genocidas da humanidade adâmica, Gengis celebrou a morte de milhões de criaturas neste vale de lágrimas e de micróbios, por conta da pandemia do vírus Covid, entre as quais 600 mil almas deste Brazil.

O terrorismo biológico hoje assusta mais que ogivas nucleares. A disseminação de micróbios, vírus e bactérias aterroriza os organismos internacionais. O sarampo dizimou as civilizações pré-colombianas Asteca e Inca muito mais que as armas dos colonizadores. São os novos discípulos de Gengis Kão. A tuberculose continua matando mais que a pólvora nos países pobres da África e da Asia, junto com a fome. A fome é herege e os micróbios também são hereges.

O vírus da varíola, o aterrorizante Orthopoxvirus, foi erradicado, preso e erradicado em 1980. Os cientistas dissecaram bicho, decodificaram o genoma e os cadáveres estão presos em dois laboratórios de segurança máxima na Rússia e Estados Unidos. Noites e dias a segurança armada vigia os dois defuntos periculosos, pois existe o risco de que terroristas biológicos queiram ressuscitá-los e propagar a doença como arma biológica. O terrorista Osama bin Laden era um inocente diante dos novos discípulos do satânico Gengis Kão.

A pandemia do vírus em forma de coroa aterroriza a humanidade e causa milhões de mortos. Cabe lembrar que a Peste Negra exterminou número estimado de 300 milhões de viventes na Eur-Ásia, idos de 1347 a 1351, equivalente hoje a cerca de 1/3 da humanidade.

Na época não se conhecia o mundo microscópico e as doenças eram consideradas castigo dos Deuses. Foi a maior tragédia sanitária do planeta.

Dizer que o bem sempre vence é apenas um devaneio. Desde os tempos do Paraíso perdido de Adão e Eva, a serpente revela que o mal tem sido vitorioso na história da humanidade Adâmica, nas guerras, escravidão, genocídios, epidemias e pandemias. Os micróbios do mal conspiram contra os Sapiens e assim foram infiltrados no transoceânico do inocente ecologista Noé. Faz parte da luta do mal contra o bem.

*Jornalista


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Caruaru - Feira da Sulanca

04/10


2021

O Governo joga de cabra-cega

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA –  De olhos vendados, o capitão tateia entre as vacinas,  a inflação, a floresta da Amazônia, o dólar, a gasolina e o pão de cada dia. “Quem é você? Você é um vulcão!” “Mentira, eu sou um vírus comunista chinês”. “Adivinhei, você é a floresta amazônica!” “Engano. Eu sou a inflação”.  “Eu não obedeço mais as ordens dos vulcões”. “Você é uma urna eletrônica?” “De jeito nenhum, eu sou um litro de gasolina”.

Nesse jogo de cabra-cega, o Governo está perdendo a guerra e todas as batalhas de comunicação. Nesse ritmo, não vê nem o azul na boca das urnas. Isto, se conseguir ser candidato. As projeções eleitorais revelam que o capitão perde para todos os prováveis concorrentes logo no primeiro turno, além da rejeição altíssima. Os governistas esquecem a proverbial sentença de que o delírio eleitoral é pior do que o delírio do amor. Eles estão tresvariando com miragens eleitorais.

Reeleição acima de tudo, aliás, Zeus acima de tudo.  Eu sou o boi de cara preta e a mundiça da seita vermelha tem medo de minhas caretas. O gado vem de assombrações do passado tenebroso da seita vermelha. O boi da cara preta e o bode rouco se amam pelo avesso. Mas, eles não amam o Brasil. Somente amam seus próprios venenos, o veneno vermelho e o veneno do gado.

Zumbis vermelhos, bois da cara preta, sanguessugas e bodes roucos corruptos assustam os corações auriverdes. Seduzido e abandonado depois das manifestações de 7 de setembro, o gado baixou a cabeça no pasto e rumina desilusões. Motociatas não há mais. Assim caminha este reino auriverde do Deus-dará, em fantasias, autoenganos e conchamblanças.

Inocêncio Oliveira, médico e parlamentar – Do Pajeú do Planalto // Meu novo livro está em fase final de conclusão. Mergulhei em pesquisas desde os tempos heróicos da Vila Bela do cangaço de Lampião, o pessedismo/udenismo de Agamenon e Seu Micena Ignácio de Oliveira na década de 1930 até a conclusão do mandato de Inocêncio em 2014. “(Este é) Um livro importante porque conta a história de Inocêncio, que se confunde em muitos aspectos com a história do Brasil”, palavras de Fernando Henrique Cardoso. São depoimentos de personalidades nacionais e de Pernambuco.

*Jornalista


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Arcoverde novembro 2021

27/09


2021

O assassinato de pessoas jurídicas

Por José Adalberto Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Tanto se fala na morte de pessoas bioquímica neste reino de Pindorama. A cada ano 50 mil ou 60 mil almas de CPF vão para o Além, mortas de susto, de bala ou vício ou brigas de foice. Eis uma triste realidade. A cada dia também são assassinadas pessoas jurídicas, CNPJs em todo o País, em emboscadas, nas caladas dos dias e das noites, em banho-maria ou na malvadeza. Pessoas jurídicas são vítimas de crueldades. Isto a Globo não mostra. Pessoas Jurídicas são seres humanoides.

Toma que o filho é teu, dizem os agentes da lei ao empurrar a descarga elétrica tributária na goela das pessoas jurídicas e também na goela das pessoas físicas e bioquímicas. “Mamãe eu quero mamar, papai eu quero mamar”, dizem os filhotes do Fisco, da Receita Federal, das Secretarias das Fazendas regionais, estaduais, municipais e distritais. Ao receber a inscrição no palácio imperial da junta comercial, a pessoa jurídica e informada de que será obrigada a sustentar toda a mundiça das repartições nacionais, a começar pela cambada dos palácios de Brasília.

São os seguintes os impostos apagar: IOF - Imposto sobre Operações Financeiras; IPI; IPRPF pessoa física); IRPJ (pessoa jurídica); ITR - Imposto sobre a Propriedade Rural); CIDE - Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico; Confins; CPMF;  CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido); FGTS; INSS; PIS-Pasep. Laudemio; Imposto sobre Terras de Marinha.

E mais os impostos estaduais e municipais: ICMS; IPVA; ITCMD - Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação. Se você já pagou todos estes impostinhos, calma! Ainda precisa pagar as taxinhas. Vamos lá!

Atenção galera, vamos pagar as taxas com amor febril pelo progresso do Brazil varonil; taxa de coleta de lixo; taxa de Combate a Incêndios; Taxa de Conservação da Limpeza Publica; Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental; Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos; Taxa de Emissão de Documentos; Taxa de Fiscalização da Aviação Civil; Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas; Taxa de Fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários; Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes e Concursos; Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária; Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal; Taxa de Pesquisa Mineral DNPM; Taxa de Serviços Metrológicos; Taxas do Conselho Nacional de Petróleo; Taxas de Saúde Suplementar; Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais).

Se você não pagar todas os impostos e taxas, será chamado de sonegador e preso em primeira instância sob acusação de atentar contra a imaculada República e a impoluta democracia.

De tal modo a descarga elétrica tributária eletrocuta pessoas jurídicas e pessoas biofísicas neste Brazil.

*Jornalista


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Serra Talhada 2021

20/09


2021

O gado e o pai de chiqueiro transmitem micróbios

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O ano 2021 não terminou, mas 2022 já começou. De porteira em porteira, a seita do gado caminha para o matadouro. Olhai os rebanhos nos campos e dizei: quantas cabeças do rebanho bolsonarista foram perdidas na travessia dos tempos? Irrecusável reconhecer que o rebanho perdeu muitas cabeças. Quando nada, existe a lei da fadiga dos materiais, no caso, a fadiga dos bovinos. Nelores e zebuínos perderam os encantos com o capitão de fandango.

Bovinos bolsonaristas puros de origem – P.O., tipo zebus autênticos são avis raras. “Boi, boi, boi da cara preta” é a cantiga de ninar do capitão para cativar seu gado. E vice-versa, também é a cantiga do bode rouco e dos pais de chiqueiros vermelhos na peleja com o capitão. 

A novilíngua, preconizada pelo inglês George Orwell na década de 1940, é uma realidade nacional. Tantas vezes se diz que em tais manifestações houve ataques à democracia. A identidade oculta da  “democracia” são os umbigos poderosos e intocáveis. Nos tempos da ditabranda o general-presidente João Figueiredo dizia: “Quem for contra a abertura eu prendo e arrebento”. O tenebroso AI-5 havia sido revogado.

Hoje alguns pseudos-democratas prendem e arrebentam, em primeiríssima instância, em nome da democracia. Na Venezuela também é assim. Quantos atos autoritários são praticados hoje em nome da democracia!

É tempo de vacinas e de reciclagens. Deve ser providenciado isolamento sanitário para evitar as bactérias da vaca louca e do touro louco. Os rebanhos do bode rouco e de pais de chiqueiro vermelhos estão contaminados com a doença da raiva e do cólera. Os bodes roucos disseminaram doenças no passado e devastaram nossas lavouras, comércio, indústria e serviços. São iguais a pragas de gafanhotos. 

PONTE IPUTINGA-MONTEIRO – Moradores da Rua Ilha do Temporal, no trajeto da obra, ficaram revoltados diante da atitude do presidente de engenheiro da URB, a mando do diretor Luís Henrique Dias, ao defender a construção de espigão da empresa Moura Dubeux no local e ameaça-los de demolição de suas casas, mediante o pagamento de indenizações irrisórias. Os moradores estranham o poderio da Moura Dubeux na URB. 

“O aprendiz de jornalista Gilberto Prazeres, um dos donos da Imprensa da PCR, bloqueia as mensagens enviadas ao prefeito João Campos por profissionais da comunicação. A deputada Priscila Krause, através do advogado João Victor, entrou na linha para defender a justa causa dos moradores. Que o prefeito João Campos não saiba das ameaças feitas aos moradores pelos prepostos  URBistas”.

*Jornalista


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SESC - Férias de Janeiro

13/09


2021

As seitas das sete pragas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O reino de Pindorama padece das sete pragas à semelhança das sete pragas do Egito: são os vírus da Covid, os gafanhotos da corrupção, as úlceras do desemprego, as assombrações golpistas, os mosquitos da dengue, as moscas da chikungunya e as pedras da inflação. Moisés, um santo homem, realizou a travessia do Mar Vermelho para libertar os escravos hebreus e conduzi-los à Terra Prometida.

Um messias profano no reino de Pindorama prometeu dominar o mar vermelho da seita do bode rouco para libertar os brasileiros das pragas da corrupção, do desemprego e da recessão. Mas, o mito tem pés de barro, traiu todas as causas de combate à corrupção. As pragas da seita do bode rouco foram substituídas pelas pragas da seita do gado. Correm rios de sangue, ou rios de lágrimas. O ministro Paulo Guedes praguejou e a gasolina custa 7 denários. 

Neste território do Covidão, da corrupção e do petrolão, o capitão atraiu todos os raios e tempestades, mesmo não sendo o próprio um discípulo de Moisés como salvador da pátria. Os 11 apóstolos do Nazareno eram 12, noves fora Judas de Karioth, que se extraviou nos caminhos da traição. O messias profano de Brasília e os onze apóstolos das leis alimentam uma guerra que nunca será santa. 

Qual seria o governo mais desastroso da história recente da República: a dinastia da seita vermelha, com suas pandemias de corrupção, recessão e desemprego; ou a seita do gado, em meio à devastação do vírus, chafurdações e tentações golpistas entre os poderes? São duas pragas, duas lições de abismos.

LONGAS CAMINHADAS – O secretário de Saúde do Estado, médico André Longo, a cada dia mais atlético, lépido e fagueiro, voltou a cumprir longas caminhadas no planeta Jaqueira, ele e seu parceiro o jornalista global Ítalo Rochedo. Os dois formam a dupla O gordo e o magro. Significa que a luta contra a pandemia percorre uma curva virtuosa. A cada dia mais jovem, 0lépido e fagueiro, André Longo proclama monocraticamente, diante das montanhas da Jaqueira, que é necessário manter as precauções sanitárias, porque o inseto comunista chinês é ardiloso.

*Jornalista


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Bandeirantes novembro 2021

05/09


2021

O parto da montanha

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – As montanhas estremecem de dores. Sentem convulsões. As montanhas deliram. As montanhas se contraem. As montanhas estão grávidas. As montanhas estão com os nervos à flor da pele.  São as dores do parto. Haverá um parto natural? Ou um parto a fórceps? Ou um parto tipo cesárea? O parto foi programado para amanhã, terça-feira, dia 7 de setembro na maternidade onde canta o carcará e onde cantava o sabiá.

A montanha vai entrar em trabalho de parto. A mundiça da seita vermelha propõe a CPI da Montanha, disse que a montanha está emprenhando pelos ouvidos. As montanhas auriverdes estão vivendo em transe todos os dias e o Brazil não aguenta tanta chafurdação.

O capitão está vendendo ilusões ao propagar que o parto da montanha tem o condão de mudar os destinos da República. No dia seguinte ao parto da montanha o gado volta para casa e vai continuar a sonhar, a protestar e a conspirar nas redes sociais e nas redes antissociais. A caneta dos potentados não se comove com mugidos do gado.

PREFEITO JOÃO CAMPOS/PONTE MONTEIRO-IPUTINGA – O anúncio de que a PCR irá retomar as obras da ponte, paralisadas desde 2014, está causando angústia e insegurança a dezenas de famílias da Rua Ilha de Temporão, no trajeto da obra, no oitão da escola Silva Jardim. Isto, por conta das indenizações irrisórias e sob ameaça da URB de demolir as moradias. São famílias moradoras no local há 30, 40, 50 anos ou mais. Os técnicos da URB ameaçam que a lei das desapropriações será implacável e quem não aceitar as indenizações terá suas casas demolidas pelos tratores com mandado judicial.

No começo do ano a obra estava orçada em 42 milhões. O preço médio oferecido a cada família por casa, na base de 50 mil reais, é insuficiente para comprar um barraco em favela. Os técnicos da URB revelam-se insensíveis desumanos. O caso deve passar pelas mãos do prefeito João Campos, pessoa com senso de justiça e equidade, para evitar que sejam cometidos atos irreparáveis de injustiça e desumanidade.

*Jornalista


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Pousada da Paixão

30/08


2021

A cabeça do capitão é um vulcão

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

 

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Soam as trombetas do apocalipse. O vale do Armagedom é aqui. Os vulcões entraram em erupção. A TV Globo é um vulcão, mais explosivo que o vulcão Etna. A Folha de S. Paulo, o Estado de S. Paulo, o UOL, as redes sociais, as redes antissociais, os blogs, as plataformas digitais decretaram terremotos. O   Haiti é aqui.  

O Planalto e as planícies estão em chamas. Os corações auriverdes estão em chamas. A Constituição foi virada pelo avesso para tornar o bode rouco inocente de nascença e até a quinta geração. Depois de enxovalhar a operação LavaJato e tentar desqualificar o ex-juiz Sérgio Moro, os potentados querem agora inserir dispositivo no Código Eleitoral para impedi-lo de disputar cargo eletivo, a título de impor quarentena de cinco anos para ex juízes,  e procuradores e militares.

A cabeça do capitão de fandango e do bode rouco são dois vulcões. O capitão expele línguas de fogo pela boca. As barbas do bode rouco incendeiam os corações da mundiça vermelha. As cortes de justiça são campos minados e cada cabeça é um vulcão. A cabeça do capitão opera com sísmicos de 7.0 graus na escala Richter no epicentro do coração do Brazil. A volta seita vermelha do bode rouco, operadora ideológica do Foro de São Paulo, seria um retrocesso institucional e o triunfo do mal na América Latina, a exemplo do que ocorre em Cuba, Venezuela e Argentina.        

Os vermelhos hoje são dominantes em todos os círculos e quadrantes onde canta o carcará e onde cantava o sabiá, sobretudo nas arenas de comunicação. A grande mídia opera como uma federação de oposições. O governo devora seus aliados, de Gustavo Bebianno e o general Santos Cruz ao general Octavio do Rego Barros. Bebianno era do grupo familiar, confidente pessoal e coordenou a campanha presidencial do bicho em 1998. A lógica da traição no bolsonarismo é implacável.

Esta é uma guerra da comunicação perdida para o capitão, por ser politicamente incorreto. A área bolsonarista de comunicação trabalha contra Bolsonaro. Às esquerdas politicamente corretas são concedidas todas as indulgências e as direitas são tratadas com todas as penitências. Se o capitão insistir, a batalha final do Armagedom será decretada na boca das urnas e não haverá misericórdia.

“Nós vamos tomar o poder”, preconizou Zé Dirceu, mais importante que ganhar eleição. Dito e feito. Da judicialização das leis ao partidarismo das notícias e das nuvens da Internet, os vermelhos são hegemônicos no poder. Motociatas e bravatas servem apenas para iludir o gado. Adeus às ilusões!


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Comentários

Francisco Sousa

Kkkkkkkkk, o \"jornalista\" se esforça, às vezes nem tanto, mas é um Bolsominion de coração ardente, quem foi mesmo que destruiu a reputação de Sérgio Moro hein?

Jovelina Maria de Brito

DEUS TE OUÇA !!!!!!!!!!



23/08


2021

A mentira tem pernas longas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Em visita a esta cidade lendária na semana passada, o bode rouco afirmou, sem provas, diante de senhoras e crianças, que as “mentiras” que levaram à sua condenação na Operação LavaJato “contaram com o apoio do Ministério da Justiça dos Estados Unidos e do Ministério Público da Suíça”.

Dizem, sem provas, que a mentira tem pernas curtas. Mentira. A mentira politicamente correta tem pernas longas e percorre todo o Brazil com botas de sete léguas. A verdade liberta, e também os habeas corpus libertam até o trânsito em julgado na enésima instância, segundo a mundiça da seita vermelha e a mundiça do gado.            

E mais: as condenações foram “falcatruas para criminalizar o PT e destruir parte do patrimônio industrial do Brasil”. Mentira. Quem destruiu parte do patrimônio industrial do Brazil foi a cultura da corrupção e impunidade. Hoje o objetivo da mundiça da seita vermelha e da mundiça da seita do gado é dobrar a meta e zerar o legado da Operação LavaJato.

Durante regabofe no Palacete dos Príncipes e das Princesas, um governador disse, sem prova de noves fora, que esta capitania da Nova Lusitânia muito deve ao bode rouco ex-presidiário. O que? O estaleiro Atlântico Sul falido e superfaturado que fez naufragar centenas de empresas e gerou milhares de desempregados?! O elefante azul e branco de Camaragibe que deixou como legado uma dívida de centenas de milhões para os cofres públicos?!

AGAMENON MAGALHÃES – Uma estrela na testa, um mandacaru no coração -- Ideia lançada pelo neo serra-talhadense Mogno Martins e encampada pela prefeita Márcia Conrado e ex-prefeito Luciano Duque, o Memorial Agamenon Magalhães será concretizado. Ficarei honrado via a reedição, revista e ampliada, do meu livro Perfil Parlamentar, edição original de 2001 da Assembleia Legislativa. Meu livro é a única biografia existente sobre Agá. “O China Gordo”, de Andrade Lima Filho, é um ensaio literário. “Pernambuco de Agamenon Magalhães”, de Dulce Pandolfi, é uma tese acadêmica sobre movimentos sociais. “China Gordo” foi um apelido pejorativo dado pelo poeta Manuel Bandeira ao dizer que Agamenon era frio e feio.

*Jornalista


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16/08


2021

Pindorama é terra de muro baixo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O sistema eletrônico de votação é confiável, porque as instituições merecem crédito, mas todíssimas as plataformas de informática do mundo das nuvens são vulneráveis. Entonces, a questão primordial consiste em montar sistemas de proteção contra invasores, tipo ferrolhos, cadeados, tramelas e cercas de arame farpado. Se não houver uma boa tramela, os hackers invadem as urnas e manipulam a apuração dos votos.

Os sistemas da CIA, da Casa Branca, das Casas da Banha, do SNI e até da casa de Pantanha são seguros e confiáveis, mas uma vez ou outra se tornam devassáveis pelos hackers e espiões 007 e 008. Seguro morreu de velho. Alias, seguro continua vivíssimo.

Urnas e botijas de ouro são fontes de poder. Se não houver uma boa tramela, os hackers invadem as urnas e manipulam a apuração dos votos. A White House nos Estados Unidos era protegida por uma cerca de arma farpado, mas certa vez o guarda noturno de plantão, deu bobeira e o espião Edward Snowden invadiu os jardins e roubou os segredos de segurança da nação americana.

O ativista Julian Assange, dono do WikiLeaks, costumava passear com seus cavalos da raça de Troia nos  roçados da CIA – Central Intelligence Agency em Washington. Os cavalinhos pularam os muros da CIA e bisbilhotaram os arquivos secretos da agência de espionagem. Washington é terra de muro baixo, disse Assange. Pindorama também é terra de muro baixo.  

Resultado é que os cavalos de Troia de Assange botaram a boca no trombone e revelaram informações sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque através da publicação WikiLeaks. Onde houver uma botija, uma mina de ouro ou uma urna, os hackers e espiões atacam.

Há mais segredos entre o céu e a terra, as urnas e os telefones celulares dos enamorados apaixonados e ciumentos, do que supõe nossa vã filosofia. Todo namorado apaixonado é um hacker em potencial, ou um agente 007 diante do celular da parceira ou parceiro.

Se os hackers revelassem os segredos da Casa Branca e de Moscow, haveria uma terceira guerra atômica mundial. Se o espião 007 contasse os segredos do Zap das musas e dos apaixonados haveria uma guerra interplanetária.

*Jornalista


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09/08


2021

Dom Quincas quebrou o poderio dos vermelhos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Este artigo é um tributo a Joaquim da Jaqueira, merecedor de um busto no parque

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Joaquim Francisco Cavalcanti veio da cabeleira dos canaviais da Zona da Mata Norte, era um conservador. O vozeirão do pai dele, o velho Zé Francisco, ecoava nos engenhos desde os tempos em que quem não era Cavalcanti com i era cavalgado e quem não era marquês era marcado. Dom Quincas rompeu com a hegemonia das lideranças de esquerda na Prefeitura de Recife em 1988 e para o Governo do Estado em 1990.

Os vermelhos piraram. Os patrulheiros ideológicos quebraram discos de Alceu Valença e o chamaram de traidor por ter apoiado a candidatura de Dom Quincas. O bicho contou ao blogueiro Magno Martins que a chafurdação da mundiça vermelha causou um enfarte do miocárdio nas turbinas do seu coração. Quase viajou para o além.

O Joaquim da Jaqueira deixou como importante legado o parque ecológico de sete hectares, construído na administração dele em 1985. Espaço de convivência e de saúde, representa uma dádiva para a cidade e para a população em geral.

Dom Quincas enfrentou e venceu o poderoso lobby das lobas e lobos da especulação imobiliária, infiltrados no Ministério da Previdência, dono da área do parque. Os goelas voltaram à carga na administração de Roberto Magalhães e foram botados para correr.

Hoje todos nós estamos doidos que o prefeito João Campos construa um parque ecológico na área do antigo Hospital Psiquiátrico da Tamarineira. Daqui a 50 anos, quando João Campos Bisneto for prefeito desta Capitania hereditária ou inquilino do Palácio dos Campos e das Princesas, a Tamarineira poderá ser chamada Parque João Campos, ou Parque Renata Campos, ou Parque Tabata Amaral Campos.

Dom Quincas morava numa choupana na Praça Fleming, perto da Jaqueira. No raiar do sol, lá estava ele a dar um rolé no parque para conversar com os passarinhos, a fauna, a flora e os andarilhos. Bem merece que seja erguido um busto para ele no parque, conforme sugerido pelo jornalista João Alberto e pelo blogueiro Mogno Martins.    

Estupidez herdada de Geraldo Covid, continua proibido o estacionamento interno na Jaqueira. Joaquim era o primeiro a protestar contra a medida que prejudica centenas de pessoas, principalmente idosos. Dizia que a fumaça do cano de escape dos carros transmitia o vírus. O desgaste da proibição atinge o prefeito João Campos.

*Jornalista


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02/08


2021

Agosto: Vade retro, vírus comunista!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Agosto, mês da bonança. Assim feito a pomba da Paz da arca de Noé, um passarinho me contou que o inseto comunista chinês, o vírus da coroa, está indo embora, graças a Zeus. Saído das cavernas de Wuhan na China há mais ou menos um ano e 10 meses, o estrago foi grande desde então.

Imaginem se ao invés de ser comunista chinês de nascença, o bicho tivesse a certidão de batismo na Big Apple de New York. A caterva vermelha comunista decretaria e terceira guerra atômica mundial para exterminar o capitalismo e aquele Papa globalista amaldiçoaria todos os imperialistas do planeta. Vade retro, maledeto corona! 

Vírus são manifestações do mal na microsfera, emprenhados nas trevas pelos Anjos Decaídos. Conspiram conta a humanidade adâmica desde os tempos do Paraíso perdido. Micróbios e macróbios comunistas se assemelham, e também as serpentes.

Mulheres de sovaco cabeludo e marmanjos com cérebro de minhoca são mais propensos a contrair a bactéria comunista. Trata-se de um micróbio altamente contagioso e que produz lesões irreversíveis na mente das vítimas. A bactéria comunista é transmitida através da fala, da escrita, do aperto de mão e até do olhar tenebroso de um portador do micróbio. Devemos lavar as mãos com creolina e manter distância regulamentar desses elementos. Zeus me livre de aglomerar com a caterva vermelha comunista, nem morto!   

Estudos científicos recentes revelam que Fidel Castro, com licença da palavra, era um guabiru em forma de gente. Veio da cepa dos assassinos stalinistas. Ainda hoje e há 62 anos o espírito dele mantém a escravidão em Cuba. O ditador Nicolas Maduro é uma ratazana dos esgotos comunistas na Venezuela.  

Aqui no Brazil um bode rouco criptocomunista é fator de transmissão da bactéria comunista. Na verdade, os bodes, cabras e pais de chiqueiro são criaturas do bem, mas no caso trata-se de uma serpente com pele de bode nordestino. Eis, portanto, um cabra da peste, da peste comunista. 

Excrescências humanoides em forma de gente, o nazista Hitler e o comunista Stalin eram encarnações de Lúcifer e de Satanás. Hoje comandam legiões de demônios sob o fogo de enxofre. Comunismo é vírus mutante e hoje se chama globalismo.

*Jornalista


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26/07


2021

The Gaule: O ano 2022 já começou

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ao dar um rolé nas montanhas da Jaqueira, deparei-me neste Planeta Pindorama com o filósofo The Gaule. Vacinado em primeira e segunda instância, ele veio passar em revista as tropas da CPI do Covidão e conferir a movimentação das artérias e das ruas em torno das eleições presidenciais. Assim proclamou, monocraticamente: “O ano 2022 já começou”. Tu jura, The Gaule? Claro que sim. O ano 2021 ainda não terminou, mas hoje já é o dia seguinte, explicou. 

Nada a ver chamar de circo a CPI do Covidão. Tem mais a ver com CPI das conchamblanças. Os grandes goelas dos contratos milionários, com ou sem licitação, até agora estão sendo preservados, a pretexto de formalismos jurídicos. A roubalheira nos Estados e Municípios estão passando em brancas nuvens na CPI do Covidão. Funciona, sim, como palanque eleitoral para as esquerdas. The Gaule cita o capítulo dos Delírios e Delícias da Constituição de Pindorama: “Todo poder emana dos goelas e todos os goelas e caboclos mamadores são iguais perante as leis”.  

Impichi? Zero possibilidade. Os vermelhos morrem de medo do general vice-presidente Hamilton Mourão e querem esfolar as tripas do capitão para tirar proveito eleitoral. A mundiça da seita vermelha morre de saudades do Petrolão, do Mensalão, das invasões do MST e das mamatas da Lei Rouanet. Replay. Rewards os financiamentos do BNDES às ditaduras de Cuba, da Venezuela, de Angola, este é o sonho da galera do bode rouco. 

O capitão prestou um inestimável serviço patriótico ao nos livrar da maldição da seita vermelha, daqueles que adoram e financiaram as ditaduras comunistas assassinas e decadentes. As seitas não desistem jamais. Neste tempo em que as consciências civilizadas do mundo maldiçoam a ditadura mais longeva do ocidente, o bode rouco minimiza os protestos e fala apenas numa “passeata”. Cinicamente, afirma que não havia policiais pisando no pescoço de manifestante, em alusão ao triste episódio em que um policial pisou no pescoço de um manifestante negro no Estado de Minneapolis (EUA). Falou dizer que o policial assassina foi denunciado, julgado e condenado por homicídio. A repressão comunista em Cuba tortura e mata impunemente.

Zeus nos livre da maldição vermelha de volta a esta Nação de bandeira auriverde! O exemplo da Argentina deveria ser suficiente para renegar a seita, mas os fanáticos são irracionais e disseminam a irracionalidade como um vírus na opinião pública.

*Jornalista


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