Jaboatão - Nova UBS PET

02/08


2021

Agosto: Vade retro, vírus comunista!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Agosto, mês da bonança. Assim feito a pomba da Paz da arca de Noé, um passarinho me contou que o inseto comunista chinês, o vírus da coroa, está indo embora, graças a Zeus. Saído das cavernas de Wuhan na China há mais ou menos um ano e 10 meses, o estrago foi grande desde então.

Imaginem se ao invés de ser comunista chinês de nascença, o bicho tivesse a certidão de batismo na Big Apple de New York. A caterva vermelha comunista decretaria e terceira guerra atômica mundial para exterminar o capitalismo e aquele Papa globalista amaldiçoaria todos os imperialistas do planeta. Vade retro, maledeto corona! 

Vírus são manifestações do mal na microsfera, emprenhados nas trevas pelos Anjos Decaídos. Conspiram conta a humanidade adâmica desde os tempos do Paraíso perdido. Micróbios e macróbios comunistas se assemelham, e também as serpentes.

Mulheres de sovaco cabeludo e marmanjos com cérebro de minhoca são mais propensos a contrair a bactéria comunista. Trata-se de um micróbio altamente contagioso e que produz lesões irreversíveis na mente das vítimas. A bactéria comunista é transmitida através da fala, da escrita, do aperto de mão e até do olhar tenebroso de um portador do micróbio. Devemos lavar as mãos com creolina e manter distância regulamentar desses elementos. Zeus me livre de aglomerar com a caterva vermelha comunista, nem morto!   

Estudos científicos recentes revelam que Fidel Castro, com licença da palavra, era um guabiru em forma de gente. Veio da cepa dos assassinos stalinistas. Ainda hoje e há 62 anos o espírito dele mantém a escravidão em Cuba. O ditador Nicolas Maduro é uma ratazana dos esgotos comunistas na Venezuela.  

Aqui no Brazil um bode rouco criptocomunista é fator de transmissão da bactéria comunista. Na verdade, os bodes, cabras e pais de chiqueiro são criaturas do bem, mas no caso trata-se de uma serpente com pele de bode nordestino. Eis, portanto, um cabra da peste, da peste comunista. 

Excrescências humanoides em forma de gente, o nazista Hitler e o comunista Stalin eram encarnações de Lúcifer e de Satanás. Hoje comandam legiões de demônios sob o fogo de enxofre. Comunismo é vírus mutante e hoje se chama globalismo.

*Jornalista


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

20/09


2021

O gado e o pai de chiqueiro transmitem micróbios

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O ano 2021 não terminou, mas 2022 já começou. De porteira em porteira, a seita do gado caminha para o matadouro. Olhai os rebanhos nos campos e dizei: quantas cabeças do rebanho bolsonarista foram perdidas na travessia dos tempos? Irrecusável reconhecer que o rebanho perdeu muitas cabeças. Quando nada, existe a lei da fadiga dos materiais, no caso, a fadiga dos bovinos. Nelores e zebuínos perderam os encantos com o capitão de fandango.

Bovinos bolsonaristas puros de origem – P.O., tipo zebus autênticos são avis raras. “Boi, boi, boi da cara preta” é a cantiga de ninar do capitão para cativar seu gado. E vice-versa, também é a cantiga do bode rouco e dos pais de chiqueiros vermelhos na peleja com o capitão. 

A novilíngua, preconizada pelo inglês George Orwell na década de 1940, é uma realidade nacional. Tantas vezes se diz que em tais manifestações houve ataques à democracia. A identidade oculta da  “democracia” são os umbigos poderosos e intocáveis. Nos tempos da ditabranda o general-presidente João Figueiredo dizia: “Quem for contra a abertura eu prendo e arrebento”. O tenebroso AI-5 havia sido revogado.

Hoje alguns pseudos-democratas prendem e arrebentam, em primeiríssima instância, em nome da democracia. Na Venezuela também é assim. Quantos atos autoritários são praticados hoje em nome da democracia!

É tempo de vacinas e de reciclagens. Deve ser providenciado isolamento sanitário para evitar as bactérias da vaca louca e do touro louco. Os rebanhos do bode rouco e de pais de chiqueiro vermelhos estão contaminados com a doença da raiva e do cólera. Os bodes roucos disseminaram doenças no passado e devastaram nossas lavouras, comércio, indústria e serviços. São iguais a pragas de gafanhotos. 

PONTE IPUTINGA-MONTEIRO – Moradores da Rua Ilha do Temporal, no trajeto da obra, ficaram revoltados diante da atitude do presidente de engenheiro da URB, a mando do diretor Luís Henrique Dias, ao defender a construção de espigão da empresa Moura Dubeux no local e ameaça-los de demolição de suas casas, mediante o pagamento de indenizações irrisórias. Os moradores estranham o poderio da Moura Dubeux na URB. 

“O aprendiz de jornalista Gilberto Prazeres, um dos donos da Imprensa da PCR, bloqueia as mensagens enviadas ao prefeito João Campos por profissionais da comunicação. A deputada Priscila Krause, através do advogado João Victor, entrou na linha para defender a justa causa dos moradores. Que o prefeito João Campos não saiba das ameaças feitas aos moradores pelos prepostos  URBistas”.

*Jornalista


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Petrolina Julho 2

13/09


2021

As seitas das sete pragas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O reino de Pindorama padece das sete pragas à semelhança das sete pragas do Egito: são os vírus da Covid, os gafanhotos da corrupção, as úlceras do desemprego, as assombrações golpistas, os mosquitos da dengue, as moscas da chikungunya e as pedras da inflação. Moisés, um santo homem, realizou a travessia do Mar Vermelho para libertar os escravos hebreus e conduzi-los à Terra Prometida.

Um messias profano no reino de Pindorama prometeu dominar o mar vermelho da seita do bode rouco para libertar os brasileiros das pragas da corrupção, do desemprego e da recessão. Mas, o mito tem pés de barro, traiu todas as causas de combate à corrupção. As pragas da seita do bode rouco foram substituídas pelas pragas da seita do gado. Correm rios de sangue, ou rios de lágrimas. O ministro Paulo Guedes praguejou e a gasolina custa 7 denários. 

Neste território do Covidão, da corrupção e do petrolão, o capitão atraiu todos os raios e tempestades, mesmo não sendo o próprio um discípulo de Moisés como salvador da pátria. Os 11 apóstolos do Nazareno eram 12, noves fora Judas de Karioth, que se extraviou nos caminhos da traição. O messias profano de Brasília e os onze apóstolos das leis alimentam uma guerra que nunca será santa. 

Qual seria o governo mais desastroso da história recente da República: a dinastia da seita vermelha, com suas pandemias de corrupção, recessão e desemprego; ou a seita do gado, em meio à devastação do vírus, chafurdações e tentações golpistas entre os poderes? São duas pragas, duas lições de abismos.

LONGAS CAMINHADAS – O secretário de Saúde do Estado, médico André Longo, a cada dia mais atlético, lépido e fagueiro, voltou a cumprir longas caminhadas no planeta Jaqueira, ele e seu parceiro o jornalista global Ítalo Rochedo. Os dois formam a dupla O gordo e o magro. Significa que a luta contra a pandemia percorre uma curva virtuosa. A cada dia mais jovem, 0lépido e fagueiro, André Longo proclama monocraticamente, diante das montanhas da Jaqueira, que é necessário manter as precauções sanitárias, porque o inseto comunista chinês é ardiloso.

*Jornalista


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Sindicontas

05/09


2021

O parto da montanha

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – As montanhas estremecem de dores. Sentem convulsões. As montanhas deliram. As montanhas se contraem. As montanhas estão grávidas. As montanhas estão com os nervos à flor da pele.  São as dores do parto. Haverá um parto natural? Ou um parto a fórceps? Ou um parto tipo cesárea? O parto foi programado para amanhã, terça-feira, dia 7 de setembro na maternidade onde canta o carcará e onde cantava o sabiá.

A montanha vai entrar em trabalho de parto. A mundiça da seita vermelha propõe a CPI da Montanha, disse que a montanha está emprenhando pelos ouvidos. As montanhas auriverdes estão vivendo em transe todos os dias e o Brazil não aguenta tanta chafurdação.

O capitão está vendendo ilusões ao propagar que o parto da montanha tem o condão de mudar os destinos da República. No dia seguinte ao parto da montanha o gado volta para casa e vai continuar a sonhar, a protestar e a conspirar nas redes sociais e nas redes antissociais. A caneta dos potentados não se comove com mugidos do gado.

PREFEITO JOÃO CAMPOS/PONTE MONTEIRO-IPUTINGA – O anúncio de que a PCR irá retomar as obras da ponte, paralisadas desde 2014, está causando angústia e insegurança a dezenas de famílias da Rua Ilha de Temporão, no trajeto da obra, no oitão da escola Silva Jardim. Isto, por conta das indenizações irrisórias e sob ameaça da URB de demolir as moradias. São famílias moradoras no local há 30, 40, 50 anos ou mais. Os técnicos da URB ameaçam que a lei das desapropriações será implacável e quem não aceitar as indenizações terá suas casas demolidas pelos tratores com mandado judicial.

No começo do ano a obra estava orçada em 42 milhões. O preço médio oferecido a cada família por casa, na base de 50 mil reais, é insuficiente para comprar um barraco em favela. Os técnicos da URB revelam-se insensíveis desumanos. O caso deve passar pelas mãos do prefeito João Campos, pessoa com senso de justiça e equidade, para evitar que sejam cometidos atos irreparáveis de injustiça e desumanidade.

*Jornalista


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30/08


2021

A cabeça do capitão é um vulcão

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

 

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Soam as trombetas do apocalipse. O vale do Armagedom é aqui. Os vulcões entraram em erupção. A TV Globo é um vulcão, mais explosivo que o vulcão Etna. A Folha de S. Paulo, o Estado de S. Paulo, o UOL, as redes sociais, as redes antissociais, os blogs, as plataformas digitais decretaram terremotos. O   Haiti é aqui.  

O Planalto e as planícies estão em chamas. Os corações auriverdes estão em chamas. A Constituição foi virada pelo avesso para tornar o bode rouco inocente de nascença e até a quinta geração. Depois de enxovalhar a operação LavaJato e tentar desqualificar o ex-juiz Sérgio Moro, os potentados querem agora inserir dispositivo no Código Eleitoral para impedi-lo de disputar cargo eletivo, a título de impor quarentena de cinco anos para ex juízes,  e procuradores e militares.

A cabeça do capitão de fandango e do bode rouco são dois vulcões. O capitão expele línguas de fogo pela boca. As barbas do bode rouco incendeiam os corações da mundiça vermelha. As cortes de justiça são campos minados e cada cabeça é um vulcão. A cabeça do capitão opera com sísmicos de 7.0 graus na escala Richter no epicentro do coração do Brazil. A volta seita vermelha do bode rouco, operadora ideológica do Foro de São Paulo, seria um retrocesso institucional e o triunfo do mal na América Latina, a exemplo do que ocorre em Cuba, Venezuela e Argentina.        

Os vermelhos hoje são dominantes em todos os círculos e quadrantes onde canta o carcará e onde cantava o sabiá, sobretudo nas arenas de comunicação. A grande mídia opera como uma federação de oposições. O governo devora seus aliados, de Gustavo Bebianno e o general Santos Cruz ao general Octavio do Rego Barros. Bebianno era do grupo familiar, confidente pessoal e coordenou a campanha presidencial do bicho em 1998. A lógica da traição no bolsonarismo é implacável.

Esta é uma guerra da comunicação perdida para o capitão, por ser politicamente incorreto. A área bolsonarista de comunicação trabalha contra Bolsonaro. Às esquerdas politicamente corretas são concedidas todas as indulgências e as direitas são tratadas com todas as penitências. Se o capitão insistir, a batalha final do Armagedom será decretada na boca das urnas e não haverá misericórdia.

“Nós vamos tomar o poder”, preconizou Zé Dirceu, mais importante que ganhar eleição. Dito e feito. Da judicialização das leis ao partidarismo das notícias e das nuvens da Internet, os vermelhos são hegemônicos no poder. Motociatas e bravatas servem apenas para iludir o gado. Adeus às ilusões!


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Comentários

Francisco Sousa

Kkkkkkkkk, o \"jornalista\" se esforça, às vezes nem tanto, mas é um Bolsominion de coração ardente, quem foi mesmo que destruiu a reputação de Sérgio Moro hein?

Jovelina Maria de Brito

DEUS TE OUÇA !!!!!!!!!!


Ipojuca - Microempreendedores

23/08


2021

A mentira tem pernas longas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Em visita a esta cidade lendária na semana passada, o bode rouco afirmou, sem provas, diante de senhoras e crianças, que as “mentiras” que levaram à sua condenação na Operação LavaJato “contaram com o apoio do Ministério da Justiça dos Estados Unidos e do Ministério Público da Suíça”.

Dizem, sem provas, que a mentira tem pernas curtas. Mentira. A mentira politicamente correta tem pernas longas e percorre todo o Brazil com botas de sete léguas. A verdade liberta, e também os habeas corpus libertam até o trânsito em julgado na enésima instância, segundo a mundiça da seita vermelha e a mundiça do gado.            

E mais: as condenações foram “falcatruas para criminalizar o PT e destruir parte do patrimônio industrial do Brasil”. Mentira. Quem destruiu parte do patrimônio industrial do Brazil foi a cultura da corrupção e impunidade. Hoje o objetivo da mundiça da seita vermelha e da mundiça da seita do gado é dobrar a meta e zerar o legado da Operação LavaJato.

Durante regabofe no Palacete dos Príncipes e das Princesas, um governador disse, sem prova de noves fora, que esta capitania da Nova Lusitânia muito deve ao bode rouco ex-presidiário. O que? O estaleiro Atlântico Sul falido e superfaturado que fez naufragar centenas de empresas e gerou milhares de desempregados?! O elefante azul e branco de Camaragibe que deixou como legado uma dívida de centenas de milhões para os cofres públicos?!

AGAMENON MAGALHÃES – Uma estrela na testa, um mandacaru no coração -- Ideia lançada pelo neo serra-talhadense Mogno Martins e encampada pela prefeita Márcia Conrado e ex-prefeito Luciano Duque, o Memorial Agamenon Magalhães será concretizado. Ficarei honrado via a reedição, revista e ampliada, do meu livro Perfil Parlamentar, edição original de 2001 da Assembleia Legislativa. Meu livro é a única biografia existente sobre Agá. “O China Gordo”, de Andrade Lima Filho, é um ensaio literário. “Pernambuco de Agamenon Magalhães”, de Dulce Pandolfi, é uma tese acadêmica sobre movimentos sociais. “China Gordo” foi um apelido pejorativo dado pelo poeta Manuel Bandeira ao dizer que Agamenon era frio e feio.

*Jornalista


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Caruaru volta as aulas 2021

16/08


2021

Pindorama é terra de muro baixo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O sistema eletrônico de votação é confiável, porque as instituições merecem crédito, mas todíssimas as plataformas de informática do mundo das nuvens são vulneráveis. Entonces, a questão primordial consiste em montar sistemas de proteção contra invasores, tipo ferrolhos, cadeados, tramelas e cercas de arame farpado. Se não houver uma boa tramela, os hackers invadem as urnas e manipulam a apuração dos votos.

Os sistemas da CIA, da Casa Branca, das Casas da Banha, do SNI e até da casa de Pantanha são seguros e confiáveis, mas uma vez ou outra se tornam devassáveis pelos hackers e espiões 007 e 008. Seguro morreu de velho. Alias, seguro continua vivíssimo.

Urnas e botijas de ouro são fontes de poder. Se não houver uma boa tramela, os hackers invadem as urnas e manipulam a apuração dos votos. A White House nos Estados Unidos era protegida por uma cerca de arma farpado, mas certa vez o guarda noturno de plantão, deu bobeira e o espião Edward Snowden invadiu os jardins e roubou os segredos de segurança da nação americana.

O ativista Julian Assange, dono do WikiLeaks, costumava passear com seus cavalos da raça de Troia nos  roçados da CIA – Central Intelligence Agency em Washington. Os cavalinhos pularam os muros da CIA e bisbilhotaram os arquivos secretos da agência de espionagem. Washington é terra de muro baixo, disse Assange. Pindorama também é terra de muro baixo.  

Resultado é que os cavalos de Troia de Assange botaram a boca no trombone e revelaram informações sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque através da publicação WikiLeaks. Onde houver uma botija, uma mina de ouro ou uma urna, os hackers e espiões atacam.

Há mais segredos entre o céu e a terra, as urnas e os telefones celulares dos enamorados apaixonados e ciumentos, do que supõe nossa vã filosofia. Todo namorado apaixonado é um hacker em potencial, ou um agente 007 diante do celular da parceira ou parceiro.

Se os hackers revelassem os segredos da Casa Branca e de Moscow, haveria uma terceira guerra atômica mundial. Se o espião 007 contasse os segredos do Zap das musas e dos apaixonados haveria uma guerra interplanetária.

*Jornalista


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Serra Talhada 2021

09/08


2021

Dom Quincas quebrou o poderio dos vermelhos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Este artigo é um tributo a Joaquim da Jaqueira, merecedor de um busto no parque

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Joaquim Francisco Cavalcanti veio da cabeleira dos canaviais da Zona da Mata Norte, era um conservador. O vozeirão do pai dele, o velho Zé Francisco, ecoava nos engenhos desde os tempos em que quem não era Cavalcanti com i era cavalgado e quem não era marquês era marcado. Dom Quincas rompeu com a hegemonia das lideranças de esquerda na Prefeitura de Recife em 1988 e para o Governo do Estado em 1990.

Os vermelhos piraram. Os patrulheiros ideológicos quebraram discos de Alceu Valença e o chamaram de traidor por ter apoiado a candidatura de Dom Quincas. O bicho contou ao blogueiro Magno Martins que a chafurdação da mundiça vermelha causou um enfarte do miocárdio nas turbinas do seu coração. Quase viajou para o além.

O Joaquim da Jaqueira deixou como importante legado o parque ecológico de sete hectares, construído na administração dele em 1985. Espaço de convivência e de saúde, representa uma dádiva para a cidade e para a população em geral.

Dom Quincas enfrentou e venceu o poderoso lobby das lobas e lobos da especulação imobiliária, infiltrados no Ministério da Previdência, dono da área do parque. Os goelas voltaram à carga na administração de Roberto Magalhães e foram botados para correr.

Hoje todos nós estamos doidos que o prefeito João Campos construa um parque ecológico na área do antigo Hospital Psiquiátrico da Tamarineira. Daqui a 50 anos, quando João Campos Bisneto for prefeito desta Capitania hereditária ou inquilino do Palácio dos Campos e das Princesas, a Tamarineira poderá ser chamada Parque João Campos, ou Parque Renata Campos, ou Parque Tabata Amaral Campos.

Dom Quincas morava numa choupana na Praça Fleming, perto da Jaqueira. No raiar do sol, lá estava ele a dar um rolé no parque para conversar com os passarinhos, a fauna, a flora e os andarilhos. Bem merece que seja erguido um busto para ele no parque, conforme sugerido pelo jornalista João Alberto e pelo blogueiro Mogno Martins.    

Estupidez herdada de Geraldo Covid, continua proibido o estacionamento interno na Jaqueira. Joaquim era o primeiro a protestar contra a medida que prejudica centenas de pessoas, principalmente idosos. Dizia que a fumaça do cano de escape dos carros transmitia o vírus. O desgaste da proibição atinge o prefeito João Campos.

*Jornalista


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Pousada da Paixão

26/07


2021

The Gaule: O ano 2022 já começou

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ao dar um rolé nas montanhas da Jaqueira, deparei-me neste Planeta Pindorama com o filósofo The Gaule. Vacinado em primeira e segunda instância, ele veio passar em revista as tropas da CPI do Covidão e conferir a movimentação das artérias e das ruas em torno das eleições presidenciais. Assim proclamou, monocraticamente: “O ano 2022 já começou”. Tu jura, The Gaule? Claro que sim. O ano 2021 ainda não terminou, mas hoje já é o dia seguinte, explicou. 

Nada a ver chamar de circo a CPI do Covidão. Tem mais a ver com CPI das conchamblanças. Os grandes goelas dos contratos milionários, com ou sem licitação, até agora estão sendo preservados, a pretexto de formalismos jurídicos. A roubalheira nos Estados e Municípios estão passando em brancas nuvens na CPI do Covidão. Funciona, sim, como palanque eleitoral para as esquerdas. The Gaule cita o capítulo dos Delírios e Delícias da Constituição de Pindorama: “Todo poder emana dos goelas e todos os goelas e caboclos mamadores são iguais perante as leis”.  

Impichi? Zero possibilidade. Os vermelhos morrem de medo do general vice-presidente Hamilton Mourão e querem esfolar as tripas do capitão para tirar proveito eleitoral. A mundiça da seita vermelha morre de saudades do Petrolão, do Mensalão, das invasões do MST e das mamatas da Lei Rouanet. Replay. Rewards os financiamentos do BNDES às ditaduras de Cuba, da Venezuela, de Angola, este é o sonho da galera do bode rouco. 

O capitão prestou um inestimável serviço patriótico ao nos livrar da maldição da seita vermelha, daqueles que adoram e financiaram as ditaduras comunistas assassinas e decadentes. As seitas não desistem jamais. Neste tempo em que as consciências civilizadas do mundo maldiçoam a ditadura mais longeva do ocidente, o bode rouco minimiza os protestos e fala apenas numa “passeata”. Cinicamente, afirma que não havia policiais pisando no pescoço de manifestante, em alusão ao triste episódio em que um policial pisou no pescoço de um manifestante negro no Estado de Minneapolis (EUA). Falou dizer que o policial assassina foi denunciado, julgado e condenado por homicídio. A repressão comunista em Cuba tortura e mata impunemente.

Zeus nos livre da maldição vermelha de volta a esta Nação de bandeira auriverde! O exemplo da Argentina deveria ser suficiente para renegar a seita, mas os fanáticos são irracionais e disseminam a irracionalidade como um vírus na opinião pública.

*Jornalista


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SESC Agosto 2021

19/07


2021

A Arte de Furtar: meu livro de cabeceira

Dedico este artigo à mundiça do Covidão, dos respiradores para pocilgas, equipamentos superfaturados e outras maldições    

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Às vezes costumo dar um rolé nas livrarias para tirar onda de intelectual e curtir um papo-cabeça com a galera. Deparei-me vez com o livro “Arte de furtar – Anônimo do século XVII”. Folheei furtivamente umas páginas. Estava sem dinheiro e com o cartão de crédito bloqueado, por conta de perseguição da Serasa. Olhei ao redor. O vendedor deu um vacilo... Apliquei o bote na manha do gato! 

Trata-se de um clássico da literatura portuguesa, de ironia feroz e estilo requintado. Vou adotá-lo como meu livro de cabeceira. Mas,  atualmente com 95 anos de idade, não pretendo exercitar as artes de mentir e roubar. Eu sou jovem. Sou da geração Y. 

Quem é o autor deste admirável manancial de vícios e pecados? Há controvérsias históricas. O padre Antônio Vieira é acusado, sem provas, por ter proferido o Sermão do Bom Ladrão. Também foram indiciados, no século 16, alguns hereges. 

O autor misterioso dedicou o livro a Dom João IV, Rei de Portugal e Algarves, e explica em dedicatória: “(....) Digo que este mundo é um covil de ladrões. (....) Não ensina ladrões o meu discurso, ainda que se intitula Arte de furtar, ensina só a conhece-los para os evitar”. Naqueles tempos os reis, presidentes, ministros, diretores da Petrobras e do BNDES, as turmas das rachadinhas, vacinas, as excelências em geral vivam cercados de gatunos. 

Inventário de unhas dos ladrões: furta-se com unhas reais; com unhas pacíficas; com unhas militares que fazem as guerras; unhas bentas; unhas sábias; unhas políticas, unhas ignorantes; unhas amorosas; unhas sábias; unhas na língua; unhas maliciosas. “Todas são unhas malditas e sujeitas a excomunhões”. 

Haverá três tesouras para cortar as unhas malditas: vigia, degredo e polícia. No Brazil faltam tesouras para cortar as unhas, as línguas, as barbas e as asas dos ladrões. 

O meu livro “Planeta Micróbio – A humanidade é blue” foi escrito com unhas e dentes e coração. Eu não ensino ninguém a roubar, juro por Zeus. Os personagens são seres da microsfera, vírus, bactérias, protozoários, e também macróbios, os Sapiens, Adão e Eva, a Arca de Noé, vacinas, meu colega o filósofo grego Aristóteles e outros bichos. Zap delivery Livraria Jaqueira 3265.9455. Leiam, galera, com olhos amorosos.

*Jornalista


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Bandeirantes Agosto 2021

12/07


2021

Chicletes, Bolsonaro, não são bananas

Dedico este artigo ao meu ídolo Michael Jackson do Pandeiro, ao som de Chicletes com Banana

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Existe aquele babado antigo de que a história somente se repete sob a forma de tragédia ou farsa. Ou mais ou menos, porque o mundo vareia. Trump não é Bolsonaro. O bode rouco não é Biden. As urnas eletrônicas não são os cassinos de Las Vegas. O capetão não é o Capitão Marvel e Bolsonaro está delirando ao dizer que sem o voto impresso não haverá eleição neste reino de Pindorama. 

Os vikings invadiram a Casa Branca para denunciar fraudes nas apurações e apoiar Donald Trump. O capetão convocou os motoqueiros para denunciar fraudes de antevéspera e apoiar a reeleição.  Eu sou você amanhã, disse Bolsonaro para Trump. De tal modo o capetão proclama monocraticamente, de antevéspera, que será derrotado. Tá doidão, tá doidão, o bicho tá doidão. 

Inútil comparar chicletes com banana, Miami não é Copacabana. Urnas eletrônicas verde-amarelas não são cassinos de Las Vegas. O capetão está tirando onda de Capitão Marvel ao falar em fraude nas eleições. Mas, mas com que roupa ele irá encarar os juizões do TSE e os demiurgos (semideuses) de Brasília?! 

Shazam! He-Man! Eu tenho a força! Unidos venceremos a semente do mal! Rebate falso! Está blefando feito jogador de pôquer. Ele não tem a força nem as Forças Armadas. Só tem um cabo, um jipe e um sargento. Se continuar nessa pisada, não vê nem o azul. Vai  entregar a eleição, de mão beijada, ao bode rouco. No haverá viking nem motoqueiro para remediar a derrota, porque eles baixam a crista diante dos juizões avermelhados de Brasília. Restará apenas o jus esperniandi, o direito de espernear. Depois da derrota, Jair poderá abrir uma igreja messiânica para recolher o dízimo dos motoqueiros e maloqueiros.  

Falar palavrão é o de menos. Sai na diurese. Pior que corrupção de linguagem é corrupção de cifras. Se palavras escatológicas fossem ditas pelo bode rouco, diriam que ele é autêntico e fala a linguagem do povão. O bode já disse e praticou coisas mais feias contra nosso Brazil. A mundiça da seita vermelha, com licença da palavra, adora um palavrão.

Esta é uma triste república de bananas, de bananões, de patetas e de petralhas. Os bananões se deixam arrebatar por mensaleiros, bandoleiros do Petrolão e por maloqueiros. A pandemia mostrou que a corrupção é o vírus mais mortífero da natureza humana. A conta vai chegar depois das eleições.

*Jornalista


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05/07


2021

O bode rouco e o capitão se amam pelo avesso

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O capitão adora o bode rouco. O bode rouco adora o capitão. O bode rouco sussurrou baixinho, no tapete atrás da porta: eu não quero o Impichi do capitão. Ele de morre de medo de encarar o vice-presidente general Mourão na Presidência da República. Ele prefere ver o capitão com sangria desatada nas tripas, para derrota-lo nas eleições do próximo ano.

Quando o barbudo olhou nos olhos do capitão e o seu olhar era de número 2022, o capitão quase não acreditou, deu pra maldizer a mundiça da seita vermelha, pra se vingar a qualquer preço por ter sido chamado de genocida. “Eu não presto, mas eu te amo”, eles dizem um para o outro. 

De retrocesso em retrocesso o Brazil está se consumindo. O velório da operação LavaJato consagra a vitória da impunidade. Prisão em segunda instância?! Esqueça! Nunca se roubou tanto em tempos do Covidão e não existe prenúncio de que os bandoleiros serão punidos e muito menos que o dinheiro roubado será devolvido. O ex-juiz Sérgio Moro foi seduzido, atraído, traído e abandonado pelo governo.   

Esquerdas e direitas corruptas e corrompidas festejam o velório da Operação LavaJato e o fim da prisão em segundo instância. Não existe nenhum motivo para otimismo no reino de Macunaíma, o herói sem nenhum caráter de que falava Mario de Andrade. 

O capitão é adepto da teoria da casca de banana. Ao avistar uma senhora casca de banana, ele costuma dizer: Ah, que delícia! Lá vou eu escorregar de novo. E mete os peitos, sem medo de ser infeliz. A consciência crítica da Nação está contra ele. Seus aliados são apenas o gado. Esta é uma batalha perdida, penso eu. 

Em clima de radicalização, as esquerdas vencem de goleada. O capitão bem sabe disto e já arranjou até a desculpa da fraude nas urnas eletrônicas. Melhor seria pedir pra lanchar e sair de fininho. 

ESTUPIDEZ – A Prefeitura de Recife mantém decisão estúpida de proibir estacionamento interno nos parques da cidade. Centenas de pessoas são prejudicadas, principalmente idosos. O famigerado Geraudo Covid dizia que a fumaça do cano de escape transmitia o vírus. Falo em nome da comunidade, não em causa própria, porque moro perto da Jaqueira e não uso automóvel, viajo somente de jegue ou de pangaré. O desgaste da medida arbitrária vai para o prefeito João Campos. Te liga, secretário da Colômbia!

*Jornalista


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28/06


2021

Bairros recifenses cultivam desertos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Arruar é preciso! Assim falou o sesquicentenário escritor Leonardo Dantas Silva aos seus discípulos. Arruar é ouvir o tempo, completou Gustavo Krause, filósofo do bairro das Torres gêmeas et Orbi. Amigo de infância do Conde Maurício de Nassau, o sesquicentenário Leonardo, quase holandês da gema, sabe de um tudo sobre Recife, Brazil holandês, frevo e balacobaco. 

Eu ouvi a massaranduba do tempo, conversei com as esquinas, os casarões, as calçadas, ruas e praças dos bairros desta cidade outrora lendária chamada Recife. Bati um papo-cabeça com o Imperador da Rua Dom Pedro II. Recife, cidade rebelde! Rebeldia é comigo mesmo, porque eu sou um jovem libertário, devoto de Frei Caneca. Bairros lendários hoje são semidesertos urbanos.    

O Imperador me contou que está sendo maltratado, vivendo no olho da rua. Indigentes ao leu, sem amparo social, perambulam nas calçadas. O Imperador ganhou o nome da rua em 1859, quando visitou esta capitania da Nova Lusitânia. O nome anterior era Rua da Cadeia, onde prendiam os ladrões de penosas. O governador da capitania chamava-se Pedro de Paula Cavalcanti, do Partido Conservador. Quem não era Cavalcanti era cavalgado e quem não era marquês era marcado. 

Naquele tempo havia muitos babões e deram o nome do Palácio do Campo das Princesas para homenagear as filhas do Imperador.   

A Capela Dourada, o Arquivo Público e o Gabinete Português de Leitura guardam a memória do Imperador. Hippies remanescentes da década de 1960, ripongas tatuados até a língua e bichos exóticos circulam nas cavernas e nos zoológicos da Av. Conde da Boa Vista. Os carros apitam e a mundiça dança no meio da rua. 

Os bairros de Santo Antônio e de São José estão se desertificando. O prédio do Diario de Pernambuco, coitado, está desmilinguindo. O que fizeram contigo, quase bicentenário jornal? O tempo voa, o tempo é um passarinho indomável. Transporto 20 anos das folhas do Diario nas artérias, nas veias e nas retentivas do meu peito. Mas não sou saudosista, porque “combati o bom combate”, nas palavras do apóstolo Paulo, guardei a fé e o sonho continua.  

Os casarões da Rua da Guia, da Moeda e da Av. Rio Branco me disseram que o vento levou a memória histórica do Bairro Recife Antigo. Só restou a Rosa dos Ventos do artista Padim Ciço Dias, a quem reverenciamos. Outrora foi o bairro dos marinheiros, dos seresteiros, dos muambeiros, cachaceiros, dos doleiros e dos maconheiros. 

Rua do Bom Jesus, você é tão bela! Mas, beleza para que? Para morar, para namorar, pra casar, para trabalhar?! Boniteza sem funcionalidade, não adianta. Existem dezenas de milhares de unidades sem ocupação. Prefeito João Campos, seja você um cara ousado e criativo, elabore um programa para ressuscitar os bairros-raízes de Recife. Lembra-te de um Maurício de Nassau e de teu pai Dudu Beleza. Meta os peitos, bicho!  

*Jornalista


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21/06


2021

Os jegues são nossos irmãos

Dedico este artigo ao meu colega o cientista Charles Darwin, autor da teoria da seleção natural e evolução das espécies  

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ao navegar no cilindro metálico e ser vaiado por passageiros, o ex-capitão Bolsonaro recomendou que viajassem de jegue.  Bolsonaro escolheu a pessoa errada para malhar, a pessoa do jegue. Os jegues, jumentos, burros, asininos em geral são nossos irmãos da fauna animalesca. O ex-capitão precisa desasnar na vida.

O padre Antônio Vieira, dos Sertões, homônimo do padre Vieira, dos Sermões, e o iluminado Lua Gonzaga, rei do baião, assim  cantaram a cantiga das caatingas sertanejas: o jumento é nosso irmão.

(O padre Antônio Vieira, dos Sertões do Ceará, ocorre de ser confundido com o padre Antônio Vieira, dos Sermões. Vieira, dos Sertões, foi deputado federal pelo Ceará na década de 1960. Vieira, dos Sermões, viveu no século 17).

Jesus de Nazaré, rei dos reis, fez uma entrada triunfal em Jerusalém assentado no lombo de uma jumentinha, manso e pacífico,  e os exércitos dos fariseus estremeceram.  Ainda hoje os jumentos carregam no lombo a marca de uma cruz deixada pelo Nazareno.

Se eu fosse amigo do ex-capitão aconselharia ele, ao invés do desfile de motos, a motociata, a fazer um jumentaço, uma passeata de jumentos na Esplanada dos Ministérios e dos Monastérios. Deveria subir a rampa do Planalto montado num jegue. Seria emocionante! Eu  juro que votaria nele. Jamais eu irei votar, nem morto, no bode rouco lazarento, mesmo que ele seja eleito o herói da jumentolândia e aplaudido por legiões de quadrúpedes.

Símbolo da humildade, os jumentos transportam as cargas não suportadas pelos Sapiens. Também simbolizam a resistência e a força do homem sertanejo na luta pela sobrevivência. Quanto trabalho sofrido para ganhar o capim de cada dia! Resignados, suportam os castigos e só lhe restam em algumas ocasiões dar um coice nos seus algozes. Os jumentos são vítimas da jumentofobia, politicamente incorreta.

Os macacos, gorilas, os símios e os Sapiens são espécies primas em segundo grau. Somos todos primatas, assim falou o professor Charles Darwin aos seus discípulos. Os hominídeos e os jumentos são espécies primas em terceiro grau, assim direi. A diferença entre humanos e jumentos é apenas a quantidade de cromossomos. Existem pessoas intelijumentas e jumentos inteligentíssimos, modéstia à parte.

Nesta hora solene proclamo, monocraticamente: meu reino por uma touceira de capim!

Saúdo o escritor e executivo José Carlos Poroca, autor do formidável livro de crônicas Tempo de Embebedar Jumentos e criador de jegues no Planeta Camaragibe.

*Jornalista


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14/06


2021

Os vírus são Anjos caídos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Vírus, protozoários e serpentes vieram da parte dos Anjos Caídos. Estes micróbios conspiram contra a humanidade Adâmica desde os tempos primevos. A primeira investida aconteceu no Jardim do Éden. Adão e Eva eram eternos namorados e viviam felizes. Mas, a serpente do mal estava na espreita.

A serpente disse para Eva: Você devia conhecer o outro lado do espelho. No outro lado do espelho havia uma maçã sorridente, da cor do pecado. A maçã mandou um beijo para Eva. Enfeitiçada, Eva traiu Adão com uma maçã. Ganharás o pão de cada dia com as lágrimas do teu rosto, disse o Criador.

Os Anjos Caídos foram expulsos do Paraíso porque se rebelaram contra o Criador e se transformaram em heróis das trevas. Cumprem os desígnios do mal. A missão terrestre do vírus é infelicitar a Humanidade Adâmica. Faz parte da eterna luta do bem contra o mal. É falso o babado de dizer que o bem sempre vence. A história da humanidade diz o contrário. No Brazil a corrupção vendo sendo vitoriosa em todos os poderes onde canta o carcará.  

No princípio era a maçã. A maçã de Eva desencantou o Jardim do Éden. A maçã do cientista Isaac Newton decretou a lei da gravidade planetária. A maçã verde da gravadora Apple dos Beatles revolucionou o planeta rock n’roll. A maçã rege os destinos da Humanidade Adâmica.

Existem os micróbios do bem. São os Anjos da Guarda da microsfera, na luta contra os Anjos Caídos do mal. São as bactérias saprófitas. As bactérias do bem trabalham pesado nas defesas orgânicas e na digestão. Estão presentes nos sete buracos de nossas cabeças. Quando os Anjos caídos invadiram a Arca de Noé e tentaram se empoderar no corpo dos viventes, os Anjos da Guarda entraram em ação para salvar a humanidade. 

DITADURA – O comissário Dirceu ameaça: “Vamos dar a mão ao povo cubano em 2023”. Disse que os cubanos foram solidários com o Brazil no programa Mais Médicos. Falso. Em quatro anos a dinastia da seita vermelha destinou 6 bilhões para financiar a ditadura comunista falida e incompetente de Cuba. Se chegarem ao poder, os vermelhos vão querer dar a mão ao ditador assassino da Venezuela, Nicolas Maduro. 

ALÔ PREFEITO JOÃO CAMPOS! – A Emlurb proibiu o estacionamento interno no Parque da Jaqueira, medida antissocial e contraproducente e que prejudica centenas de pessoas, principalmente idosos, sem aglomeração. Isto é abuso de autoridade. O secretário André Longo e o global Ítalo Rochedo são testemunhas. Os usuários apelam ao bom senso do prefeito João Campos, para que verifique a situação in loco e revoque a proibição.

*Jornalista


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07/06


2021

Os dois estrupícios

Dedico este artigo ao meu colega o poeta Dos Anjos, Augusto.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Governo de Bolsonaro é uma vela acesa. Consome-se a si mesmo. O de cujus é um pavio em combustão. O destino do ex-capitão é ser um toco de vela ou uma vela apagada. O capitão é um bicho esquisito, todo mês sangra. O bicho padece de sangria desatada nas tripas. Mas, as tripas não falam, simplesmente as tripas exalam o perfume que roubam de ti, oh vida de gado, gado ainda não vacinado, gado infeliz.

As tripas exalam um perfume inebriante, para quem gosta.

O bode rouco é “uma vela fúnebre de cera”, no dizer do glorioso poeta Dos Anjos, Augusto. De vela em vela, o Brazil transforma-se num velório. O bode rouco era uma alma penada foi ressuscitado pelas mãos dos milagreiros das leis. Ressuscitar defuntos malfazejos faz parte dos milagres brasileiros. O capitão e o bode rouco são dois estrupícios.

Se o talvez sociólogo ex-presidente tivesse uma gotícula de pudor não injetaria tubos de oxigênio nas artérias e nas veias do bode rouco ex-corruptíssimo para ele concretizar a ameaça de voltar a ser presidente desta infelicitada República. Apostar na terceira via é apostar na vitória do bode rouco, pois a figura do Tertius nunca jamais prosperou no história do Brazil. 

Se o capitão tivesse um átomo de caridade pelo Brazil, sairia de fininho para não ser candidato à reeleição. Sem radicalização, o bode rouco voltaria para as catacumbas do esquecimento. 

Claro que não haverá Impichi. O Centrão ligou o taxímetro e cobra caro. A esquerda-cabeça não tem nenhum interesse em encarar o vice-presidente general Mourão pela proa. Todas as horas o ex-capitão leva uma facada nas tripas para continuar sangrando, pero no mucho, apenas o suficiente para exalar sempre o perfume das tripas até a eleição no próximo, se resistir até lá.

TRILOGIA – Sou autor da trilogia “Planeta Micróbio – A Humanidade é blue”, “Planeta Palavras – Números são infinitos – Palavras são mais infinitas que números” e “Planeta Inocêncio Oliveira – Médico e Parlamentar – Biografia”. O primeiro livro já está publicado, sucesso de crítica e de público. Os outros dois estão em elaboração. Sou um operário das palavras. 

PARQUES E PRAIAS – Alô secretário André Longo!  Interditar parques e praias, espaços de saúde, é ideia contraproducente. Mais pessoas adoecem em casa. Aglomeração? Falso. As revendas de automóveis do ex-secretário amigão do governo estão abertas. De que serviram tantos bilhões destinados a Pernambuco para combater o maldito vírus? Fizeram a sociedade de cobaia e com péssimos resultados.

*Jornalista


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31/05


2021

Acreditische, se quiser!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Fernando Ontem Henrique Cardoso e Fernando Hoje Henrique Cardoso estão se engalfinhando. Fernando Ontem Cardoso proclamou, monocraticamente: “A ética do PT é roubar” (capa da revista IstoÉ, edição 1894, fevereiro 2006). Fernando Hoje Cardoso abraça, beija, alisa as barbas vermelhas e faz cafuné na cabeça do bode rouco corrupto. Dirá que o bode é ex-corrupto. 

Fernando Hoje Henrique explicou que o encontro com o bode rouco ex-corrupto foi para tratar da democracia e do combate do vírus comunista chinês. A lógica de Fernando é tão verdadeira quanto o círculo quadrado. Como seria a “ética do roubo” para combater o vírus? Esta é uma missão para o ilusionista David Copperfield, ele que consome labaredas de fogo sem se queimar e se transforma em fantasma para atravessar paredes.              

Fala, Fernando Ontem Cardoso, aspas: “Eu ouvi durante 13 anos, quase sempre silenciosamente, alguém que dizia, “nunca como antes”, é verdade, nunca como antes se roubou tanto neste País, é verdade, o País quebrou, o Brasil foi quebrado pelo PT, foi quebrado pelo lulo-petismo, e esta crise que aí está é deles não é nossa. Agora recentemente eu disse nos Estados Unidos, numa homenagem que me fizeram, em vários momentos eu perdi a popularidade, popularidade se perde e se ganha outra vez, o que eu nunca perdi foi a credibilidade, que quando se perde a credibilidade não há mais como recompô-la”.  

Credibilidade é igual a virgindade. A virgindade do cordão encarnado é um hímen complacente. 

Fernando Hoje Henrique dirá que vivemos tempos de exorcismo. Se o capitão existe, tudo é permitido para exorcizá-lo. Seria permitido até ressuscitar o bode rouco ex-corrupto, que vivia nas catacumbas do esquecimento e foi beatificado pelos inimigos da LavaJato. 

LIVRO – Meu livro “Planeta Micróbio – A humanidade é blue” contém mil e uma histórias sobre vírus, bactérias, fungos, a mundiça microscópica em geral. Também fala de Adão e Eva, Criacionismo, Peste Negra, Arca de Noé, vacinas, a Caverna de Platão. – Livraria Jaqueira (3265.9455), Banca do Kel (9.9659.2037), site da Editora Bagaço, Livraria Imperatriz do Plaza, Livraria Ideia Fixa de Parnamirim. Leiam meu livro, bichos!    

ARBITRARIEDADE – O Governo do Estado mandou fechar praias e parques da cidade, espaços de saúde. A medida arbitrária, irracional e contraproducente. Evitar aglomerações? Mentira. As revendas de automóveis do ex-secretário poderoso continuam abertas.

*Jornalista


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