Pousada da Paixão

07/06


2021

Os dois estrupícios

Dedico este artigo ao meu colega o poeta Dos Anjos, Augusto.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Governo de Bolsonaro é uma vela acesa. Consome-se a si mesmo. O de cujus é um pavio em combustão. O destino do ex-capitão é ser um toco de vela ou uma vela apagada. O capitão é um bicho esquisito, todo mês sangra. O bicho padece de sangria desatada nas tripas. Mas, as tripas não falam, simplesmente as tripas exalam o perfume que roubam de ti, oh vida de gado, gado ainda não vacinado, gado infeliz.

As tripas exalam um perfume inebriante, para quem gosta.

O bode rouco é “uma vela fúnebre de cera”, no dizer do glorioso poeta Dos Anjos, Augusto. De vela em vela, o Brazil transforma-se num velório. O bode rouco era uma alma penada foi ressuscitado pelas mãos dos milagreiros das leis. Ressuscitar defuntos malfazejos faz parte dos milagres brasileiros. O capitão e o bode rouco são dois estrupícios.

Se o talvez sociólogo ex-presidente tivesse uma gotícula de pudor não injetaria tubos de oxigênio nas artérias e nas veias do bode rouco ex-corruptíssimo para ele concretizar a ameaça de voltar a ser presidente desta infelicitada República. Apostar na terceira via é apostar na vitória do bode rouco, pois a figura do Tertius nunca jamais prosperou no história do Brazil. 

Se o capitão tivesse um átomo de caridade pelo Brazil, sairia de fininho para não ser candidato à reeleição. Sem radicalização, o bode rouco voltaria para as catacumbas do esquecimento. 

Claro que não haverá Impichi. O Centrão ligou o taxímetro e cobra caro. A esquerda-cabeça não tem nenhum interesse em encarar o vice-presidente general Mourão pela proa. Todas as horas o ex-capitão leva uma facada nas tripas para continuar sangrando, pero no mucho, apenas o suficiente para exalar sempre o perfume das tripas até a eleição no próximo, se resistir até lá.

TRILOGIA – Sou autor da trilogia “Planeta Micróbio – A Humanidade é blue”, “Planeta Palavras – Números são infinitos – Palavras são mais infinitas que números” e “Planeta Inocêncio Oliveira – Médico e Parlamentar – Biografia”. O primeiro livro já está publicado, sucesso de crítica e de público. Os outros dois estão em elaboração. Sou um operário das palavras. 

PARQUES E PRAIAS – Alô secretário André Longo!  Interditar parques e praias, espaços de saúde, é ideia contraproducente. Mais pessoas adoecem em casa. Aglomeração? Falso. As revendas de automóveis do ex-secretário amigão do governo estão abertas. De que serviram tantos bilhões destinados a Pernambuco para combater o maldito vírus? Fizeram a sociedade de cobaia e com péssimos resultados.

*Jornalista


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Petrolina abril 2021

14/06


2021

Os vírus são Anjos caídos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Vírus, protozoários e serpentes vieram da parte dos Anjos Caídos. Estes micróbios conspiram contra a humanidade Adâmica desde os tempos primevos. A primeira investida aconteceu no Jardim do Éden. Adão e Eva eram eternos namorados e viviam felizes. Mas, a serpente do mal estava na espreita.

A serpente disse para Eva: Você devia conhecer o outro lado do espelho. No outro lado do espelho havia uma maçã sorridente, da cor do pecado. A maçã mandou um beijo para Eva. Enfeitiçada, Eva traiu Adão com uma maçã. Ganharás o pão de cada dia com as lágrimas do teu rosto, disse o Criador.

Os Anjos Caídos foram expulsos do Paraíso porque se rebelaram contra o Criador e se transformaram em heróis das trevas. Cumprem os desígnios do mal. A missão terrestre do vírus é infelicitar a Humanidade Adâmica. Faz parte da eterna luta do bem contra o mal. É falso o babado de dizer que o bem sempre vence. A história da humanidade diz o contrário. No Brazil a corrupção vendo sendo vitoriosa em todos os poderes onde canta o carcará.  

No princípio era a maçã. A maçã de Eva desencantou o Jardim do Éden. A maçã do cientista Isaac Newton decretou a lei da gravidade planetária. A maçã verde da gravadora Apple dos Beatles revolucionou o planeta rock n’roll. A maçã rege os destinos da Humanidade Adâmica.

Existem os micróbios do bem. São os Anjos da Guarda da microsfera, na luta contra os Anjos Caídos do mal. São as bactérias saprófitas. As bactérias do bem trabalham pesado nas defesas orgânicas e na digestão. Estão presentes nos sete buracos de nossas cabeças. Quando os Anjos caídos invadiram a Arca de Noé e tentaram se empoderar no corpo dos viventes, os Anjos da Guarda entraram em ação para salvar a humanidade. 

DITADURA – O comissário Dirceu ameaça: “Vamos dar a mão ao povo cubano em 2023”. Disse que os cubanos foram solidários com o Brazil no programa Mais Médicos. Falso. Em quatro anos a dinastia da seita vermelha destinou 6 bilhões para financiar a ditadura comunista falida e incompetente de Cuba. Se chegarem ao poder, os vermelhos vão querer dar a mão ao ditador assassino da Venezuela, Nicolas Maduro. 

ALÔ PREFEITO JOÃO CAMPOS! – A Emlurb proibiu o estacionamento interno no Parque da Jaqueira, medida antissocial e contraproducente e que prejudica centenas de pessoas, principalmente idosos, sem aglomeração. Isto é abuso de autoridade. O secretário André Longo e o global Ítalo Rochedo são testemunhas. Os usuários apelam ao bom senso do prefeito João Campos, para que verifique a situação in loco e revoque a proibição.

*Jornalista


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Ipojuca 2021

31/05


2021

Acreditische, se quiser!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Fernando Ontem Henrique Cardoso e Fernando Hoje Henrique Cardoso estão se engalfinhando. Fernando Ontem Cardoso proclamou, monocraticamente: “A ética do PT é roubar” (capa da revista IstoÉ, edição 1894, fevereiro 2006). Fernando Hoje Cardoso abraça, beija, alisa as barbas vermelhas e faz cafuné na cabeça do bode rouco corrupto. Dirá que o bode é ex-corrupto. 

Fernando Hoje Henrique explicou que o encontro com o bode rouco ex-corrupto foi para tratar da democracia e do combate do vírus comunista chinês. A lógica de Fernando é tão verdadeira quanto o círculo quadrado. Como seria a “ética do roubo” para combater o vírus? Esta é uma missão para o ilusionista David Copperfield, ele que consome labaredas de fogo sem se queimar e se transforma em fantasma para atravessar paredes.              

Fala, Fernando Ontem Cardoso, aspas: “Eu ouvi durante 13 anos, quase sempre silenciosamente, alguém que dizia, “nunca como antes”, é verdade, nunca como antes se roubou tanto neste País, é verdade, o País quebrou, o Brasil foi quebrado pelo PT, foi quebrado pelo lulo-petismo, e esta crise que aí está é deles não é nossa. Agora recentemente eu disse nos Estados Unidos, numa homenagem que me fizeram, em vários momentos eu perdi a popularidade, popularidade se perde e se ganha outra vez, o que eu nunca perdi foi a credibilidade, que quando se perde a credibilidade não há mais como recompô-la”.  

Credibilidade é igual a virgindade. A virgindade do cordão encarnado é um hímen complacente. 

Fernando Hoje Henrique dirá que vivemos tempos de exorcismo. Se o capitão existe, tudo é permitido para exorcizá-lo. Seria permitido até ressuscitar o bode rouco ex-corrupto, que vivia nas catacumbas do esquecimento e foi beatificado pelos inimigos da LavaJato. 

LIVRO – Meu livro “Planeta Micróbio – A humanidade é blue” contém mil e uma histórias sobre vírus, bactérias, fungos, a mundiça microscópica em geral. Também fala de Adão e Eva, Criacionismo, Peste Negra, Arca de Noé, vacinas, a Caverna de Platão. – Livraria Jaqueira (3265.9455), Banca do Kel (9.9659.2037), site da Editora Bagaço, Livraria Imperatriz do Plaza, Livraria Ideia Fixa de Parnamirim. Leiam meu livro, bichos!    

ARBITRARIEDADE – O Governo do Estado mandou fechar praias e parques da cidade, espaços de saúde. A medida arbitrária, irracional e contraproducente. Evitar aglomerações? Mentira. As revendas de automóveis do ex-secretário poderoso continuam abertas.

*Jornalista


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Caruaru

24/05


2021

Zeus nos livre da escolha de Sófia!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “A escolha de Sofia”, título de um livro do escritor americano William Styron publicado em 1979, sintetiza uma tragédia da condição humana. Tornada uma alegoria da literatura universal, esta expressão traduz uma das tragédias da condição humana. Tempos em que foi prisioneira num campo de concentração, a jovem Sofia é obrigada por um oficial nazista a escolher entre uma das duas crianças suas filhas a que escaparia da morte. Se não escolhesse nenhuma, as duas seriam mortas.

A mãe escolheu a filha caçula, pois achava que ela não resistiria aos sofrimentos no campo de concentração, enquanto o outro filho poderia sobreviver. Nunca mais teve notícias do filho e amargou essa angústia durante a eternidade. Nazismo é sinônimo de totalitarismo. A escolha de Sofia traduz os abismos da condição humana.   

O livro inspirou o filme de mesmo nome com Meryl Streep, Oscar de 1983. Nós, os intelectuais, pronunciamos Sófia, homônimo da capital da Bulgária, com acento no O, enquanto a plebe ignara chama Sofía, com acento no I. 

Meu Brazil é com Z porque eu nasci no tempo do Império. Dizem que o S entre duas vogais tem o som o Z. Entonce, eu vou direito no Z sem intermediário.

Sob o signo de radicalizações, o Brazil cumpre a sina do eterno retorno e o tempo anda para trás. Nossa pátria mãe gentil seria forçada a entregar seus filhos a uma organização corrupta ou aos defensores do obscurantismo?

Disseram que a corrupção do Petrolão e do Mensalão nunca existiu, os bandoleiros foram inocentados e o juiz Sérgio Moro é ameaçado de ser preso. A escolha da volta da corrupção sistêmica e da degradação ideológica equivale a uma nova escolha de Sófia.  A operação LavaJato hoje é apenas um retrato na parede e a tirania da corrupção ameaça voltar para reeditar o Petrolão em versão remasterizada.

Neste Brasil de 220.000.000 Sapiens, 6 demiurgos (entidades intermediárias entre o céu e a terra), num colegiado de 11, manipulam as leis supremas para livrar da cadeia e inocentar 1 bode rouco corrupto. 

Eu sou pequenininho do tamanho de um passarinho, mas meu Brazil não é o Brazil do Petrolão, nem das  rachadinhas, nem dos zumbis vermelhos descerebrados, nem do gado de instintos primitivos. Zeus nos livre da escolha de Sófia! Amém!

*Jornalista


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17/05


2021

Pindorama é um Jacarezinho

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A operação na favela Jacarezinho acabou, porém continua. Pindorama é uma república de jacarezinhos. O consumo de drogas insere-se na nova ordem social. A operação Jacarezinho funciona como efeito pirotécnico e faz parte do oficio de enxugar gelo. Quanto mais enxugam gelo, mais se multiplicam os jacarezinhos, nos ares, nos bares, em todos os lugares onde canta o carcará e onde cantava o sabiá. Sucedem-se as operações Jacarezinhos. 

Na visão revolucionária, seria uma nova modalidade de guerrilha do lúmpen, social, a marginalia dos excluídos. O Brazil ingeriu veneno de rato e está se transformando numa república de  jacarezinhos.     

A respeito das execuções no Jacarezinho, um inocente dirá que não existe pena de morte em Pindorama. Neste reino de Pindorama existe sim a pena de morte.  Todos os santos dias e profanos dias jacarezinhos são executados nos corredores da morte, nos guetos, nos becos e nas quebradas. A pena de morte depende da corpulência dos jacarés.

Os poderes – todos os poderes, políticos, econômicos e sociais – são criatórios de jacarés de grosso calibre. Estes são intocáveis e inoxidáveis de nascença. A estes é concedido o direito de cometer todos os pecados contidos nos 10 Mandamentos da Taboa de Moisés e invocar o foro privilegiado para serem julgados apenas no Dia do Juízo Final.

Os jacarés miúdos são julgados, condenados e presos na instância zero do Juízo Final de cada dia.

Os tapetes azuis e tapetes verdes do Congresso Nacional agasalham jacarezinhos inoxidáveis.  Farto de furtar verbas públicas, um jacarezinho azul enfiou milhões de denários na cueca e saiu rebolando em Brasília. Não pagou uma Ave Maria de penitência.

Na favela da Câmara dos Deputados uma jacarezinha do gênero feminino mandou matar o consorte foi comemorar com os filhotes. Continua soltinha, sob o manto da impunidade parlamentar. Se tivesse dito uma palavrinha ofensiva a um figurão, seria presa na instancia zero.

DOBRAR A META – Qual o resultado da gastança de milhões e milhões de denários do Governo do Estado na luta contra o maldito inseto comunista chinês? Até agora, necas. A meta agora do gov Paulo Carcará e seus secretários é dobrar a meta de falências e desemprego e depois botar a culpa no governo federal. De sua parte Geraudo Covid Julho quer torrar 15 milhões na compra de moveis de luxo para a Secretaria de Subdesenvolvimento. Geraudo Covid não tem limites. 

LIVRO – Oi, bichos! Meu livro Planeta Micróbio – A humanidade é blue –  continua à venda na Editora Bagaço, Livraria Jaqueira (3265.9455), Banca do Kel (9.9659.2037), Livraria Imperatriz do Plaza e Livraria Ideia Fixa (Parnamirim). Metam os peitos!

*Jornalista


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CABO

10/05


2021

O Aedes era um mosquito político

Por José Adalbertovsky Ribeiro

Dedico este artigo ao meu colega o cientista Oswaldo Cruz, que matou o mosquito Aedes aegypti em 1904, o de cujus ressuscitou e agora está de recesso 

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Rio de Janeiro, Distrito Federal, no início do século 20, era uma cidade pestilenta chamada de maravilhosa, povoada de cariocas, ratos, mosquitos, conselheiros, maconheiros,  baratas, deputados, Aedes aegypti, bactérias, senadores, bicheiros, poetas, namorados e seresteiros, a bexiga lixa microscópica e macroscópica em geral.

Havia remanescentes monarquistas do Império e neorrepublicanos. A febre amarela, a varíola e a peste bubônica atacavam a todos, gregos e troianos, monarquistas republicanos.  O ano era 1904-1905.

O presidente Rodrigues Alves nomeou o sanitarista Oswaldo Cruz e o engenheiro Pereira Passos para enquadrar o mosquito Aedes e erradicar as mazelas urbanas. Oswaldo Cruz tornou a vacina obrigatória. Pense numa revolução!  

Acusavam o governo de promover um genocídio contra os mosquitos. O mosquito foi politizado e ideologizado.

Um capitãozinho declarou: esta será apenas uma febrezinha amarela, e se recusou a tomar a vacina de Oswaldo Cruz.

Um tal general Ramos tomou a vacina escondido para não perder a boquinha.

Um bode rouco, semianalfabeto de nascença, disse: Ainda bem que a natureza criou este monstro chamado Aedes aegypti. O mosquito foi politizado e ideologizado. A mundiça vermelha xingava nas ruas: Aedes, você é monarquista reacionário e golpista. O gado protestava: Você é um inseto comunista.    

O governo de Rodrigues Alves decretou Estado de Sítio de Atibaia e o decreto de obrigação da vacina foi revogado em novembro de 1904. As escaramuças deixaram dezenas de mortos, feridos e presos.

O mosquito Aedes aegypti foi exterminado e depois ressuscitou neste Brazil de indigências sanitárias. Atualmente está em recesso por falta de ibope e durante a tirania do vírus comunista chinês.   

COVID – O Governo desta Capitania Nova Lusitânia dispunha de montanhas de dinheiro, na casa dos bilhões de denários, na luta contra o inseto comunista chinês. A Prefeitura de Geraudo Covid no ano passado montou um pacote de 670 milhões, sem licitação. O governador mandou fechar o comercio, mil restrições, causou milhares e milhares de falências e desemprego. Hoje propalam que a situação continua alarmante. Dirão que a culpa é da rafaméia. Errado. A culpa é de vocês, fidalgos palacianos. Fizeram a sociedade de cobaia.

O secretário biólogo Eurico Pasteur sempre defendeu aglomerações nos ônibus e nas revendas de automóveis. Quando era mais pobre o secretário André fazia longas caminhadas no Parque da Jaqueira. Os príncipes governistas não abrem mão de um ceitil dos seus salários milionários, e a sociedade que exploda. A conta da eficiência dele não fecha.


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Comentários

Fernandes

Ciro Gomes afirmou que “a roubalheira” aumentou durante o governo de Jair Bolsonaro. O pedetista deu a declaração ao comentar a matéria do Estadão que rastreou o uso dos R$ 3 bilhões em emendas, extras, liberadas pelo governo. No Twitter, Ciro defendeu que é necessário punir os responsáveis pelo que chamou de “crime gigantesco”.


Bandeirantes Junho 2021

03/05


2021

A era da irracionalidade

Por José Adabertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Meu colega o economista canadense-americano John Kenneth Galbraith, um dos luminares do pensamento hodierno, escreveu o livro A Era da Incerteza. Referia-se às conquistas, sonhos, expectativas, delírios e frustrações do século 20. 

Este foi o século da primeira e segunda guerras mundiais, da revolução bolchevique na União Soviética, do holocausto praticado pelos nazistas contra os judeus; dos genocídios comunistas comandados por Stalin na URSS e Mao Tse-tung na China Continental: das carnificinas do Kmer Vermelho no Camboja; dos fuzilamentos “revolucionários” em Cuba, “pero sen perder la ternura” jamais. E mais, da guerra do Vietnã, da libertação de colônias na África e nova era depois da tirania do domínio português. 

Também foi o século da descoberta das vacinas, da erradicação da pólio e da varíola, da maravilhosa penicilina pelas mãos abençoadas do Doutor Alexander Fleming em 1928.   

As incertezas do século 20 vieram do fracasso do socialismo real, da tragédia das guerras e das exclusões sociais em meio à expansão do progresso tecnológico. Mesmo depois do fim do colonialismo e do apartheid, o continente africano continua mergulhado na corrupção, fome e epidemias. 

Em termos de incertezas o século 20 não amarra a chuteira no comparativo com este século 21. Sob o signo da pandemia, estamos vivenciando a era das irracionalidades, das tragédias e das farsas, ao menos no reino de Pindorama.      

Em meio à Guerra Fria entre as superpotências EUA-URSS, nosso infelicitado País esteve à beira do precipício para se transformar num satélite tropical da União Soviética e da China Continental, a exemplo de Cuba. O movimento civil-militar de 1964 hoje pertence à história. O vírus comunista tornou-se mutante e o mundo ainda demora a assimilar esta lição.  

O vírus virou o mundo pelo avesso. Vira Brazil! Vira Pernambuco! Ano passado o Governo do Estado dispunha de montanhas de denários para adotar ações contra o vírus, grande parte em transferências do Governo federal. Somente a Prefeitura montou um pacote de 670 milhões sem licitação. Diziam que os resultados eram os melhores possíveis. Hoje apresentam números preocupantes. As medidas restritivas, sendo ou não inevitáveis, agravam a quebradeira do comercio e o desemprego.

O governador, secretários e demais príncipes não abrem mão de um ceitil de seus salários. A conta da eficiência não fecha. Dirão que a culpa é da rafaméia. As autoridades estão devendo uma explicação convincente sobre a gastança de antes e os resultados de agora.

*Jornalista


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Serra Talhada 2021

26/04


2021

Mogno é um garimpeiro de sonhos

Por José Adalbertovsky Ribeiro

Dedico este artigo ao meu colega William Shakespeare, que também tinha a profissão de garimpeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Mogno Martins é um macróbio, nascido na Galáxia de Gutenberg há muitos séculos atrás. Naquele tempo do jornalismo impresso as notícias eram temperadas com chumbo derretido. Quando ele veio à luz, Seu Gaspar e Dona Margarida disseram: Vai, Mogno, ser um garimpeiro na vida! Ele bebia chumbo derretido e o chumbo se transformava em notícias.

Quando era menino, Mogno Martins ouviu o som do carrilhão do Diário de Pernambuco e falou: Quando eu crescer eu quero ser jornalista. Ô de casa! Os diretores Antônio Camelo, Joezil Barros e Gladstone Vieira Belo responderam: “Meta os peitos, menino!” Ele topou a parada e lá se foi a destilar o chumbo nosso de cada dia na Galáxia de Gutenberg.  

Nesta era digital ele fez a travessia da Galáxia de Guta para o Império GAFA – Google/Amazon/Facebook/Apple, ao navegar em nuvens de silício.  O bem-aventurado poeta Drummond se definiu certa vez como “fazendeiro do ar”. Direi que Mogno Martins hoje na era cibernética é um garimpeiro das nuvens de silício, onde ele extrai informações, ideias e sentimentos, a matéria-prima para elaborar suas crônicas, notícias, reportagens.       

Este livro “A dor da pandemia - Crônicas” foi garimpado durante a trajetória do inseto comunista chinês. São vivências, recordações, tempos passados e presentes na cachola do autor. A pandemia serve como referência do momento de garimpagem.

O cara é um trabalhador braçal das letras. Escrever uma crônica, um artigo ou uma notícia requer um trabalho braçal e mental. As crônicas e reportagens de Mogno Martins têm sustança. Ele é um cara valente no ofício das letras. Escrever um livro é uma luta feroz. Eu que o diga.

Mogno também é um andarilho. O andarilho do Pajeú, da Rua do Futuro, da Jaqueira, do Poço da Panela, do bairro das aflições e dos Aflitos, idas estradas do litoral ao Sertão. Este livro de Crônicas da Pandemia é feito de viagens mentais, sentimentais, viagens ao coração das pessoas e no meio do mundo. Quanto mais ele voa na vida, mais mantém os pés e o coração plantados no berço de nascença. As águas do Rio Pajeú ainda correm nas veias do menino Mogno.

Leiam o livro de crônicas do filho de Seu Gastão e Dona Margarida, vocês vão adorar. Ele escreve feito gente grande. Depois, leiam também o livro do papaizinho Planeta Micróbio – A humanidade é blue. Hasta la vista!     

LACROU – O prefeito João Campos decidiu, monocraticamente, lacrar o estacionamento interno do Parque da Jaqueira, medida autoritária e antissocial que prejudica centenas de pessoas, sem nenhum benefício. Na dinastia de Geraudo Covid Julho ele dizia que o vírus se infiltrava no motor dos carros e transmitia a doença através do cano de escape. Os andarilhos secretário André Longo e seu parceiro global jornalista Ítalo Rocha, da dupla o gordo e o magro, são testemunhas de que o parque é um espaço-saúde e contribui para melhorar a qualidade de vida da galera, sem aglomeração. Te liga, brother João!


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19/04


2021

Meu sonho é ser um jovem Matusalém

Dedico este artigo ao meu amigo o poeta Castro Alves, que recitou o verso “Livros, livros à mancheia” referindo-se ao Planeta Micróbio do papaizinho    

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Se algum dia, eu morrer, Zeus me livre que isso aconteça, “os meus amigos vão dizer que eu tinha um bom coração, alguns até hão de chorar e querer me elogiar, fazendo de ouro ...”! Saudades do cancioneiro Nelson Gonçalves! Meu sonho é ser um jovem Matusalém. 

“Mas, depois que o tempo passar, sei que ninguém vai se lembrar que eu fui embora. ” “Por isso é que eu penso assim, se alguém quiser fazer por mim” comprem “livros, livros à mancheia”, no dizer poético do meu amigo, o glorioso Castro Alves, referindo-se ao meu livro “Planeta Micróbio – A vida planetária é filha das algas azuis – A humanidade é blue”! 

“Para aliviar meus ais”, dirijam-se à Editora Bagaço, às Livrarias Jaqueira da Rua do Futuro, Imperatriz do Plaza e Ideia Fixa de Parnamirim, à Banca  Kel na Rua do Futuro, no presencial, no Zap ou na Internet, e façam suas reservas. O editor Arnaldo da Bagaço, Gustavo Mendes da Livraria Jaqueira e Kel da Banca disseram que o livro está sendo um sucesso.  

Sosseguem os devotos da caterva vermelha e derivados. O meu livro não tem a ver com política. Na minha viagem à microsfera eu entrevisto vírus, bactérias, fungos, protozoários, Adão e Eva, o navegante Noé, converso com dinossauros dos tempos jurássicos e bato um papo-cabeça nas cavernas do meu colega o filósofo grego Platão.       

No capítulo “Sexo animalesco”, descrevo a epopeia de amor da abelha-rainha. Se eu fosse um Shakespeare escreveria um romance tipo Romeu e Julieta sobre a paixão, os sonhos e os amores das abelhas-rainhas”. Ser abelha é ser rainha.

Durante o voo nupcial, a abelhinha exala o perfume do feromônio. O enamorado suspira: Oh bela criatura, você encanta meu coração, quero namorar contigo! A abelha-rainha musa exala o perfume do amor feromônio. 

O capítulo “A Peste Negra”, quando a terra era plana, tempos medievais do século 14, eu falo na tenebrosa bactéria Yersinia pestis, que devorou um terço da população da Eurásia na época, entre 75 a 200 milhões de almas. Foi a maior tragédia sanitária da humanidade. Atual pandemia do vírus da coroa é muito menos mortífera, graças a Zeus!      

Vacinado contra a gripe dos véios, depois da segunda dose da Coronovac/Sinovac/Butantan e também vacinado contra mau olhado, o papaizinho contempla esta data 19 de abril com uma profusão de 72 luas na cabeça e a idade de quase um Matusalém. 

Comprem na Internet, nas nuvens, nas bancas e livrarias o livro Planeta Micróbio e o jovem Matusalém da Jaqueira vai ficar ancho da vida.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

12/04


2021

As tripas auriverdes estão sangrando

Dedico este artigo ao meu colega Gabriel Garcia Marques, autor da epopeia “O amor nos tempos do cólera”

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Me mataram, querida Wene”, disse Santiago Nassar ao caminhar, cambaleando, com um cacho de tripas na mão. Assim está relatado na Crônica de uma morte anunciada, de Gabriel Garcia Marques. Bêbados, os irmãos Vicário queriam vingar uma crime de honra que nunca existiu. O Brazil está sendo esfaqueado todas as horas e todos os átimos de tempo, n a luta pelo poder. Os corações e as tripas auriverdes estão sangrando, gemendo e chorando.

O diagnóstico é de fraturas expostas nas tripas e no coração. O sangue das tripas circula nas artérias e nas veias. Acontece sangria desatada nas tripas. Alô alô cardiologistas, plantonistas, rezadeiras, benzedeiras, curandeiras, providenciem um nó nas tripas do Brazil! Acontecem crimes de honra, de desonra, atentados não democráticos, todas as variantes de corrupção. Quantos atentados antidemocráticos, patifarias e atos de cleptocracia são cometidos em nome do vírus e da democracia nesta terra de Vera Cruz, a verdadeira cruz!

A verdadeira cruz são os conflitos todíssimos os santíssimos dias e madrugadas. Nenhuma sociedade aguenta tantos conflitos. As engrenagens judiciais são movidas pelo mecanismo em proveito próprio. A melodia hoje é de chafurdação todo dia. A mundiça do gado chafurda e a mundiça vermelha dobra a meta de chafurdação. Se o vírus existe, o inferno é o limite em nome do poder.

Neste Brazil favelizado, de cortiços, palafitas e moradias subumanas, falar em isolamento social é ficção anticientífica. As elites e os fidalgos do serviço público se isolam em suas torres de cristal e granito. A bagaceira econômica e social será inevitável, ainda mais agravada nas classes pobres e nas classes médias.

Os novos filósofos do vírus criaram a palavra “negacionista”. Antes, esta palavrinha, ou palavrão, nunca jamais existiu nos dicionários e manuais de filosofia. Na concepção similar, existia o “niilismo” e “niilista”. Hoje, o produto “negacionista” fulmina os insetos adversários, dizem os novos filósofos. Havia mais de 100 milhões de técnicos de futebol e da seleção brasileira. Hoje são mais de 100 milhões de especialistas em vírus e pandemias.

A sociedade continua sendo tratada como cobaia.

Ô de casa! Parceiro deste Blog, transmito minhas efusivas congratulações ao magnifico blogueiro Mogno Magno Martins em virtude dos 15 milhões de viagens de seres da espécie Homo Sapiens ao Planeta Magnolândia.

LIVRO – Meu livro “Planeta Micróbio – A vida planetária é filha das algas azuis – A humanidade é blue” está à venda na Livraria Jaqueira-Rua do Futuro, Livraria Imperatriz do Shopping Plaza, Livraria Ideia Fixa de Parnamirim e Banca do Kel (vizinha ao NACC) na Rua do Futuro. Metam os peitos!


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05/04


2021

O capitão é um dragão; bode rouco é vampiro vermelho

Dedico este artigo ao meu colega um tal sociólogo FHC que criou o Ministério da Defesa em 1999

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Sem vacina e sem noção, o capitão é um dragão a vomitar fogo pelas ventas. Quem poderá conter o dragão da maldade? Valei-nos, santo guerreiro São Jorge, estendei-nos o vosso escudo para nos livrar da maldade alheia! O Brazil mergulhou na caverna dos dragões. Dizei-nos, ó mestre, qual a saída? Triste sina do Brazil: depois de se livrar da caverna dos vampiros vermelhos, ter mergulhado na caverna dos dragões da maldade!

O bode rouco vem da parte dos vampiros vermelhos. Nasceu na Transilvânia-Caetés-Garanhuns.  Zeus nos livre e guarde dos vampiros vermelhos e dos dragões da maldade!

O Brazil fez a travessia do Mar Vermelho, onde havia ratazanas, serpentes, lobos, carcarás e traíras de todas as naturezas. O mar estava infestado de predadores e sanguessugas. Quando se imaginava que essas maldições haviam sido esconjuradas, surgiu a nova pandemia dos dragões de maldade. 

O capitão é um dragão em forma de gente. Quando o bicho fala, ele cospe línguas de fogo feito um vulcão. Ele adora pólvora e chumbo. “Aí 5 que saudades dos anos de chumbo derretido no Brazil!”, suspira saudoso o capetão! 

Mas, Zeus nos livre de beber chumbo derretido de novo! Nem de chumbo eu gosto, muito menos de chumbo vermelho. Os goelas do Covidão usam chumbo em gel e chumbo em aerossol para roubar os cofres públicos. Nunca se roubou tanto neste reino de Pindorama em nome do vírus. 

A República sempre foi militar, militarista e militarizada, costumava dizer o decano Hélio Fernandes. Isto, desde quando o  Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República até o Governo do sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Ele é filho do general Leônidas Cardoso, neto do general Joaquim Inácio Batista Cardoso e bisneto do capitão Felicíssimo do Espírito Santo. A grande inflexão na vida republicana militar, militarista e militarizada, ocorreu em 1999, quando FHC criou o Ministério da Defesa, para reger as três Armas -- Exército, Marinha e Aeronáutica, sob o comando do presidente da República, constitucionalissimamente. Comandantes das três Armas são da ativa, ministro da Defesa pode ser civil. Esta é uma pedra institucional e constitucional. 

1964 foi um ano que nunca acabou. Trogloditas vermelhos insistem em assombrações do passado. Dragões das cavernas ruminam pesadelos autoritários. Delírios ditatoriais hoje à moda do passado são impensáveis, inviáveis e seriam insustentáveis. Que tal o autoritarismo da mídia partidarizada? Prisão em segunda instância nem se fala mais, a onda agora é prisão na instância zero se falar mal de alguma autoridade. 

Sucedâneos de ditadura são os Covidão e as variantes legislativas.

*Jornalista


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29/03


2021

Neros incendeiam os corações verdes e amarelos

Dedico este artigo ao meu colega o poeta Carlos Drummond de Andrade, que também já foi brasileiro, moreno feito vocês

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Breaking News: depois de mais de 2 mil anos de história, Pôncio Pilatos lavou as mãos com álcool gel e  proclamou, monocraticamente, que o Petrolão never jamais deveria ter sido julgado na República dos Carcarás da Judéia em Curitiba. O processo será transferido agora para a República Popular de Pindorama, onde quem manda são os goelas da freguesia, à moda do compadre Zé Araújo.    

Todíssimos os corruptos e corruptas, corruptores e corruptoras serão considerados inocentes até o tráfego em julgado no 

Dia de São Nunca, conforme as leis de Pindorama, uma república muito séria.   

O Império Romano é aqui. Pôncio Pilatos, Barrabás, Nero, eles são verde-amarelos. Enquanto tangem suas harpas, os novos Imperadores Nero estão tocando fogo em Brasília, Urbi et Orbi. O planalto e as planícies estão em chamas. Eles incendeiam a operação LavaJato e atormentam o coração do Brazil. Nesta república de Pindorama existem muitos Neros e muitas harpas. 

Barrabás, a alma mais honesta da Galileia, never jamais deveria ter sido julgado no tribunal da República Federativa da Judéia, proclamaram os imperadores, depois de incendiar os corações do cordão encarnado, do cordão azul, do coração do gado e das bestas quadradas. Entonce, seja zerada a condenação do Barrabás, sentenciaram.   

O quinteto das harpas desafinadas tange as guerras e anuncia que o Petrolão foi uma ilusão de ótica. São os negacionistas do Petrolão. Os bandoleiros, corruptos e corruptores estão adorando. Irão reivindicar para serem indenizados com juros e correção monetária. Ergam-se estátuas de bronze dos grandes goelas, tamanho GG.  

Você botaria a mão no fogo por Nero? Você compraria um carro usado de Pôncio Pilatos?    

Meu colega o abençoado Carlos Drummond de Andrade assim falou: “Eu também já fui brasileiro/ moreno como vocês./ ponteei viola, guiei forde e apendi na mesa dos bares/ que o nacionalismo é uma virtude./ Mas há uma hora em que os bares se fecham/ e todas as virtudes se negam”.

Os novos Imperadores incendeiam os corações de Pindorama e  decretam o lockdown das virtudes verde-amarelas.

*Jornalista


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22/03


2021

A peleja do Lanterna Verde contra o Homem Morcego

Dedico este artigo ao meu colega o cientista Albert Sabin, criador da vacina conta o micróbio da pólio

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Nosso planeta foi invadido por seres alienígenas microscópicos do mal, sob o comando do Cavaleiro das Trevas. Batman, o Homem Morcego, veio da Rota da Seda, na China, e transporta no sopro o inimigo invisível.  O Lanterna Verde e seus gladiadores exercitam os superpoderes para exterminar o inimigo invisível. Assim falou com voz de trovão: “Alto lá, Homem Morcego, você está recriminado. Volte para as cavernas de Wuhan na China ou vá para o raio que o parta”. 

Dizei-nos, ó valente Lanterna Verde, qual a nossa arma para derrotar a maldição das cavernas chinesas?

A Kryptonita Vermelha irá neutralizar os efeitos do inimigo invisível transportado pelos morcegos amarelos. Os cientistas Guardiões da Galáxia produzem as vacinas de Kryptonita para zelar pela saúde e a paz do nosso planeta.

Também existe a variante da Kryptonita Verde de Oxford para nocautear os seres microscópios em duas doses. E as vacinas da Kryptonita Dourada Sputnik, Kryptonita Azul da Pfizer, Kryptonita Joia Moderna, todas para dizimar os poderes do micróbio comunista chinês.

Havia uma feira de mangaios nas muralhas chinesas de Wuhan. Morcegos, cobras, lagartixas, dragões e aranhas serviam de pasto para as refeições dos fregueses. O que vier, eu traço, eles diziam. Em meio à promiscuidade dos bichos de várias espécies, os humanos, desumanos e irracionais, germinou a semente do mal disseminada pelos ventos para todos os quadrantes dos hemisférios.

As cobras do Instituto Butantã destilam o veneno do bem. São as cobras criadas do bem, inimigas dos morcegos amarelos chineses de olhos oblíquos. Os filhos das trevas causam devastações e sofrimento.

Oh, quantas lágrimas e quantas mortes neste nosso planeta de Krypton habitado pelos humanoides e infestado pelos seres virulentos. Rezam as profecias de Krypton que os bárbaros do Império das Lágrimas e os armeiros do Lobo Branco se uniram para enfrentar os gladiadores do Lanterna Verde e espalhar o mal entre os humanoides.

Este é o planeta Krypton. A feira de mangaios de Krypton e de Wuhan é aqui. Habitamos o vale de lágrimas, alegrias e micróbios de Kryptonita city. Somos todos gladiadores à moda do Lanterna Verde na luta para conquistar o feijão e o sonho de cada dia.

Viva a vacina, sem medo de virar crocodilo e sem medo de ser feliz!

*Jornalista


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15/03


2021

Bode rouco-capetão: O sonho da mundiça e do gado

Dedico esta crônica ao meu colega o filósofo The Gaule, um cara muito sério

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ao saber da decisão de um juiz de zerar uma penca de processos da operação LavaJato de Curitiba e tornar o bode rouco uma das almas mais inocentes do mundo, o filósofo The Gaule  proclamou, monocraticamente, do alto das montanhas da Jaqueira: “Pindorama é uma república muito séria”. A operação Petrolão também era muito séria, seus operadores foram condenados em série pelo juiz Sérgio Moro e seus perdigueiros sem nenhuma prova, nem as provas do Enem, apenas por malvadeza, segundo The Gaule.

Ora, direis, bilhões de denários jorravam nas tetas da Petrobras nos tempos do Petrolão. E então, The Gaule? Aconteceu uma pandemia de honestidade no Petrolão. Em meio às nuvens de virtudes angelicais, a alma do bode rouco flutuava com a pureza dos inocentes. 

Uma mão invisível, noves dedos invisíveis e uma barba vermelha invisível comandavam a pandemia de honestidade do Petrolão, segundo o filósofo The Gaule.

O filósofo The Gaule sugere que seja lançada a chapa dos sonhos da mundiça vermelha e da mundiça do falso mito: o bode rouco candidato a presidente e o capitão na vice, ou vice-versa. Os devotos de cada lado fingem que são rivais. Bobagem. Na verdade, ele se amam até pelo avesso. As duas corriolas trabalham para dizimar a LavaJato.

Incrível, surreal, sobrenatural! Um só bigode, uma só caneta desmonta montanhas de provas, de testemunhos, de documentos de juízes, desembargadores, procuradores e policiais federais da Operação LavaJato de Curitiba. Nunca jamais na história da República de Pindorama um bigode foi tão poderoso.

Havia dois planetas: o planeta Curitiba e o planeta Brasília. O planeta Brasília estava surdo, mudo e cego diante dos vulcões, dos terremotos, dos tsunamis, relâmpagos e tempestades do Petrolão. O planeta Curitiba comprou a briga.

Seja dito mil vezes, até exaustão: a história do combate contra a corrupção no Brazil se divide em antes e depois da operação LavaJato, sob o comando do juiz Sérgio Moro e seus gladiadores. E o mais são firulas jurídicas. Prendeu poderosos e, como toda ação corresponde a uma reação em sentido contrário, contraiu inimigos perversos.

Depois de ter sido usada como moeda eleitoral, a LavaJato está sendo esfaqueada pelos donos dos três Poderes, inclusive o capitão, eleito em nome do combate contra a corrupção. O que dizem os notáveis da República. Silêncio. Na maioria, eles estão “dormindo profundamente, profundamente”, no dizer de Manuel Bandeira.

Viva o juiz Sérgio Moro, herói nacional!

*Jornalista


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08/03


2021

Lockdown na testa dos outros é refresco

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico esta crônica ao meu colega o cientista Antoine Lavoisier, o pai da química moderna.

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O lockdown seletivo decretado pelo Sinhozinho Paulo Carcará – no comércio, parques, praias, igrejas e tempos -- irá agravar ainda mais a paralisia das atividades produtivas, potencializar o desemprego, a falência de empresas, disseminar angústia entre trabalhadores, empregadores e seus famílias. Em sendo dramática a situação, qual seria a alternativa? Vacina, vacina, vacina. Tríplice vacina, dobrar, triplicar a meta, avançar até o limite do possível.  

Mesmo sem disponibilidade de vacinas atualmente em quantidade suficiente, a tendência é que haja uma curva ascendente na oferta do imunizante em todos os mercados.

Os critérios são irrealistas e os resultados são contraproducentes.  Arejados, ventilados e ensolarados, parques e praias são espaços de saúde. Aglomeração? Fiscalização e conscientização do rebanho! A maioria dos sinhozinhos governadores obedece as ordens do presidenciável paulista em campanha, Dorian, e governa na base dos decretos imperiais. Toque de recolher! A Coreia do Norte é aqui!    

A economia quebra e traz consigo outras doenças, depressão,  cardiopatias, doenças pré-existentes, neurológicas, urológicas e ginecológicas e mais a ocorrência de conflitos domésticos.

Que tal o sinhozinho Paulo e as altezas palacianas decretarem um lockdown parcial nos seus salários e aliviar a mão no IPVA?!    

Neste o momento em que a sociedade vivencia o pesadelo da recessão, falências e desemprego, os fidalgos do Ministério Público concedem a si mesmos um auxilio-saúde extra de 2 mil denários para complementar os modestos salários de 30 mil reais que auferem.

A alegação é que existe disponibilidade de recursos no Orçamento do Estado. Claro que sim, pois os recursos públicos são um hímen complacente. A jogada dos fidalgos do Ministério Público constitui uma agressão aos princípios da moralidade e um escárnio contra a sociedade. Imorais, esses caras zombam da sociedade.

O sistema de transportes coletivos continua impávido a causar aglomerações nos ônibus. Mas, os governantes em geral são tementes aos empresários, aos vírus e a Deus, nessa ordem.       

Um dos conselheiros do Sinhozinho Paulo é o químico Eurico Lavoisier, autor da teoria de que o inseto comunista não se cria nos ônibus entupidos de gente, pois se transforma em inofensivo. Por sua teoria ultrarrevolucionária, Eurico Lavoisier é candidato ao prêmio IgNobel de química sanitária.  

Dizei-nos, sinhozinho governador e sinhozinho secretário de Saúde, André Longo, qual a serventia da sinfonia de Mozart, que custou 6,6 milhões de denários no ano passado para fazer testes RT-PCR de Covid? O gênio Mozart testou positivo pra Covid? Essas pessoas são sócias, legalmente,  do Estado brasileiro e da Capitania da Nova Lusitânia, enquanto milhões de brasileiros e pernambucanos pegam no pesado para pagar suas contas e sustentar os fidalgos palacianos.

*Jornalista


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01/03


2021

Nelson e Brecht, o feijão e o sonho

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Primeiro, meu estômago, depois vossa moral”, assim falava o dramaturgo alemão Bertolt Brecht aos seus rebanhos. E mais: “Há homens que lutam um dia, e são bons;/ há outros que lutam um ano e são melhores;/ há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons;/ porém há os que lutam toda a vida;/ estes são imprescindíveis”. 

Revolucionário nas artes, Brecht lutou contra a opressão nazista na Alemanha, década de 1930, e reinou acima das misérias da humanidade na primeira metade do século passado. Hoje reina como guru dos vermelhos e infravermelhos em todas as latitudes. 

Os poetas e artistas revolucionários sonhavam com o “assalto aos céus” para implantar a utopia socialista”. Os tiranos e genocidas  Stalin, Lenin, Mao Tse-tung,  Pol Pot  (Camboja), Fidel Castro, Hugo Chavez, Maduro e seus sequazes assaltaram o poder e implantaram o terrorismo comunista. 

O poeta revolucionário Maiakovski matou-se de tristeza por sua bela amada Lilitchka e de desencanto diante das tragédias da revolução bolchevique. “A anatomia em mim enlouqueceu, sou todo coração.” Brecht seguiu na estrada em busca da salvação das almas  dos “proletários do mundo, uni-vos!” O comunismo e o nazismo se equivalem em genocídios na história da humanidade. 

Brecht foi um Nelson Rodrigues marxista que falava alemão. Ou ao contrário, o genial Nelson foi um Brecht que falava português. De pensamento político conservador, Nelson revolucionou o teatro brasileiro, modéstia à parte. 

“A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade”. Hoje este pensamento nelsonrodrigueano está sendo aplicado à Internet. Provérbio de Nelson: “O mundo estaria salvo se os homens de bem tivessem a mesma ousadia dos canalhas”. 

Nelson, Maiakovski, Brecht, feijão e o sonho, utopia e realidade.  

Nelson também foi um desses homens imprescindíveis que batalhou a vida inteira contra a farsa do igualitarismo socialista. Viva Nelson! Nelson vive!

"A prática é o critério da verdade”, diz um dos princípios da dialética. A prática da esquerda revolucionária no Brazil e no mundo é o fracasso em todos os campos de batalha. Feito cobra cascavel, o comunismo muda de pele. A nova cepa de vírus chama-se globalismo. Vem do DNA de origem totalitária e dissemina-se em todos os cantos onde canta o carcará e onda cantava o sabiá.   

•Dedico este artigo ao meu colega o poeta russo Maiakovski e sua musa Lilitchka.


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22/02


2021

Louvemos as Grandes Almas!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Na tradição do hinduísmo existe o conceito filosófico das “Grandes Almas”. Mahatma, no idioma sânscrito, significa almas elevadas em espiritualidade. O libertador da Índia, Mahatma Gandhi, fisicamente pequenininho, foi uma grande alma. Os sábios, filósofos e santos são grandes almas no conceito filosófico. Os estadistas seriam as grandes almas na política.       

Benemérito da humanidade, o doutor Albert Sabin abdicou dos direitos de patente da vacina antipólio para facilitar a erradicação da doença.  O doutor Sabin deveria ser chamado de Mahatma Sabin.

Ao longo de séculos a poliomielite deixou um legado de milhões de mutilados, aleijados e mortos. A milagrosa gotinha redimiu para sempre essa maldição. O Brazil recebeu o certificado de erradicação da doença em 1994. Em 1991 ocorreu o último caso do chamado poliuvírus selvagem nas Américas, no Peru.

O sanitarista Oswaldo Cruz foi um herói brasileiro na luta pela erradicação da febre amarela, varíola e peste bubônica, idos de 1904 no Rio de Janeiro, então Distrito Federal. Enfrentou o mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela e também da dengue, olho no olho, de homem para mosquito. Conseguiu exterminar o bicho, mas infelizmente o desgraçado ressuscitou nas últimas décadas devido à indigência sanitária de nossas cidades.  

Deveria ser chamado de Mahatma Oswaldo Cruz, grande benfeitor da saúde brasileira. Assim também o pesquisador Carlos Chagas, cuja vida profissional foi dedicada ao combate da malária, ao inseto “barbeiro” e às doenças tropicais. São Grandes Almas no campo da medicina. Mahatma Machado de Assis e Mahatma Dos Anjos, Poeta Augusto, são Grandes Almas no campo da literatura.    

Nestes tempos de Covidão  e de servidão, o Brazil está carente de grandes almas em todos os círculos e quadrantes. Pululam as micros almas, almas de meias tigelas, almas sujas e de predadores. São os grandes goelas, tamanho GG, grandes apenas na safadeza e na corrupção.  

Invoco a sabedoria do meu colega o poeta inglês William Shakespeare: “O inferno está vazio e todos os demônios estão aqui”. São os demônios da corrupção, da incompetência, da ignorância,  da maldade e da demagogia. Os demônios da corrupção e os grandes goelas adoram o vírus da coroa. Amam e mamam às custas do vírus. 

Viva a vacina e louvadas sejam as Grandes Almas! 

IMPUNIDADE – Deputada Flor de Liz mandou matar o marido em junho 2019 e continua impune, desfruta de mordomias e imunidade parlamentar. Membros da comissão antiética dizem que ela matou apenas 1 marido, não 2, entonce é assassina primária, não é assassina secundária nem  genocida, merece uma segunda chance para matar um segundo marido e ser inocentada em segunda instância.
 

*Jornalista


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Comentários

Jovelina Maria de Brito

Muito bom texto!!!!!!!!!!!!!!!!