Ordens e ordenanças

Indagar a gestor público, qualquer, da licitude de se apregoar com prepotente, arrogante e fantasiosa divulgação nas mídias todas sobre “obras” e feitos produzidos com os recursos advindos de impostos cobrados ao cidadão e indecentemente desvirtuados por cavilosos governantes na autopromoção.

Desse modo, nenhum foi mais agudo no seu uso que o ex-burgomestre João Paulo Lins e Silva. Isso explica por que mesmo depois de uma pífia gestão alguns incautos eleitores ainda o considerem um arretado administrador. E é, porém dos multiplicados e crescentes bens que lhes são próprios, certamente. Assim!

O limiar existente entre a desejada autoridade e o dispensável elemento autoritário é tênue. Na atualidade, por mais que se queira dissimular, exibe a presidente Dilma Rousseff as vestes que só cabem naqueles que são intolerantes ao diálogo.

Desprovida de qualquer atividade ou mérito anterior que a habilitasse exercer tarefas de tamanha magnitude com a serenidade desejada ao primeiro mandatário da Nação, reage com exacerbado rigor quando contrariada naquilo que supõe ser sua a prevalência.

Aquele que a antecedeu e aconselha é insuficiente e deficiente nessa exigência. A íntegra deste artigo, de autoria do escritor Lino Perrelli, você confere no menu Opinião. Vale a pena!

Publicado em: 28/03/2012