FMO - Previnir é a melhor forma de lutar


18/10


2021

Bolsonaro detona o “Projeto Rita Lee”

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A descoberta revolucionária veio da roqueira Rita Lee: “Mulher é um bicho esquisito, todo mês sangra”. As deputadas Tabata Amaral e Marília Arraes, guerreiras do bem, apresentaram o “Projeto Rita Lee”, de distribuição gratuita dos absorventes às mulheres mais pobres nos postos de saúde e nas escolas. Bingo.

O sangramento acontece desde os tempos das cavernas e das savanas. Mas, o capitão da seita do gado disse que era apenas um “sangramentozinho”, tipo uma gripezinha, e detonou o “Projeto Rita Lee”. Alegou, sem prova dos noves fora do SUS, que os absorventes precisavam de fundos orçamentários.

O governo perdeu mais uma batalha de comunicação, ao som do rock n’roll. Por isso não provoque, é cor de rosa choque. O capitão está perdendo todas as batalhas e entrou na zona do rebaixamento. Desse jeito o capitão não faz amor por telepatia com a patota de Rita Lee.

A seita do gado é uma sangria desatada. As tripas gaiteiras do capitão todo mês sangram, toda hora sangram. Não tem cortiça, nem ferrolho, nem Tampax, nem O.B. que dê jeito. A única solução seria um nó nas tripas do capitão de fandango ou um ferrolho na língua dele. Mas, o bicho resiste feito bode embarcado. A sangria desatada vai continuar.

Queiram ou não queiram os devotos da ideologia de gênero, as fêmeas do sexo feminino, cromossomos XX, sangram de acordo com as estações da lua. As mulheres são irmãs da lua. Na fase outonal da vida as fêmeas deixam de sangrar, se tornam lagos pacíficos, ou oceanos pacíficos, jardins de açucenas. Oh, abelha-rainha, musa linda do meu coração à moda encantada de Carolina Herrera!

As folhas informam que o vulcão Cumbre Vieja está em erupção desde o mês de setembro nas Ilhas Canárias, no reino de Espanha. Bobagem. Os vulcões federais de Brasília estão em erupção há mais de três anos. Os vulcões estaduais e municipais soltam lavas pelas ventas todas as horas. Este reino de Pindorama é um vulcão com pele de cordeiro.

VIVA INOCÊNCIO! Médico e parlamentar, detentor de 10 mandatos federais, Inocêncio Oliveira aniversaria dia 21, quinta-feira. Ele faz parte da memória viva do Congresso Nacional. Minha biografia sobre Inocêncio será publicada até o final do ano.

*Jornalista


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Jaboatão - Mutirão de Vacinação


11/10


2021

Os flagelos da humanidade

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O abominável mongol Gengis Khan, que se autoproclamava, monocraticamente, “um flagelo de Deus”, é considerado patrono da guerra bacteriológica. Encarnação do mal, ele habitou este planeta micróbio no século 13. Átila, rei do Império Huno, que guerreou contra o Império Romano no século 5, também foi chamado de “flagelo de Deus”.

Em suas guerras de atrocidades, Gengis Cão usava catapultas para lançar  cadáveres no território dos inimigos, de modo a espalhar doenças e pânico. Lá nas caldeiras do inferno onde se encontra, na companhia de Stalin, Hitler, Mao Tse-tung, Pol Pot e no aguardo de outros genocidas da humanidade adâmica, Gengis celebrou a morte de milhões de criaturas neste vale de lágrimas e de micróbios, por conta da pandemia do vírus Covid, entre as quais 600 mil almas deste Brazil.

O terrorismo biológico hoje assusta mais que ogivas nucleares. A disseminação de micróbios, vírus e bactérias aterroriza os organismos internacionais. O sarampo dizimou as civilizações pré-colombianas Asteca e Inca muito mais que as armas dos colonizadores. São os novos discípulos de Gengis Kão. A tuberculose continua matando mais que a pólvora nos países pobres da África e da Asia, junto com a fome. A fome é herege e os micróbios também são hereges.

O vírus da varíola, o aterrorizante Orthopoxvirus, foi erradicado, preso e erradicado em 1980. Os cientistas dissecaram bicho, decodificaram o genoma e os cadáveres estão presos em dois laboratórios de segurança máxima na Rússia e Estados Unidos. Noites e dias a segurança armada vigia os dois defuntos periculosos, pois existe o risco de que terroristas biológicos queiram ressuscitá-los e propagar a doença como arma biológica. O terrorista Osama bin Laden era um inocente diante dos novos discípulos do satânico Gengis Kão.

A pandemia do vírus em forma de coroa aterroriza a humanidade e causa milhões de mortos. Cabe lembrar que a Peste Negra exterminou número estimado de 300 milhões de viventes na Eur-Ásia, idos de 1347 a 1351, equivalente hoje a cerca de 1/3 da humanidade.

Na época não se conhecia o mundo microscópico e as doenças eram consideradas castigo dos Deuses. Foi a maior tragédia sanitária do planeta.

Dizer que o bem sempre vence é apenas um devaneio. Desde os tempos do Paraíso perdido de Adão e Eva, a serpente revela que o mal tem sido vitorioso na história da humanidade Adâmica, nas guerras, escravidão, genocídios, epidemias e pandemias. Os micróbios do mal conspiram contra os Sapiens e assim foram infiltrados no transoceânico do inocente ecologista Noé. Faz parte da luta do mal contra o bem.

*Jornalista


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Cabo - Pavimentação e Drenagem


04/10


2021

O Governo joga de cabra-cega

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA –  De olhos vendados, o capitão tateia entre as vacinas,  a inflação, a floresta da Amazônia, o dólar, a gasolina e o pão de cada dia. “Quem é você? Você é um vulcão!” “Mentira, eu sou um vírus comunista chinês”. “Adivinhei, você é a floresta amazônica!” “Engano. Eu sou a inflação”.  “Eu não obedeço mais as ordens dos vulcões”. “Você é uma urna eletrônica?” “De jeito nenhum, eu sou um litro de gasolina”.

Nesse jogo de cabra-cega, o Governo está perdendo a guerra e todas as batalhas de comunicação. Nesse ritmo, não vê nem o azul na boca das urnas. Isto, se conseguir ser candidato. As projeções eleitorais revelam que o capitão perde para todos os prováveis concorrentes logo no primeiro turno, além da rejeição altíssima. Os governistas esquecem a proverbial sentença de que o delírio eleitoral é pior do que o delírio do amor. Eles estão tresvariando com miragens eleitorais.

Reeleição acima de tudo, aliás, Zeus acima de tudo.  Eu sou o boi de cara preta e a mundiça da seita vermelha tem medo de minhas caretas. O gado vem de assombrações do passado tenebroso da seita vermelha. O boi da cara preta e o bode rouco se amam pelo avesso. Mas, eles não amam o Brasil. Somente amam seus próprios venenos, o veneno vermelho e o veneno do gado.

Zumbis vermelhos, bois da cara preta, sanguessugas e bodes roucos corruptos assustam os corações auriverdes. Seduzido e abandonado depois das manifestações de 7 de setembro, o gado baixou a cabeça no pasto e rumina desilusões. Motociatas não há mais. Assim caminha este reino auriverde do Deus-dará, em fantasias, autoenganos e conchamblanças.

Inocêncio Oliveira, médico e parlamentar – Do Pajeú do Planalto // Meu novo livro está em fase final de conclusão. Mergulhei em pesquisas desde os tempos heróicos da Vila Bela do cangaço de Lampião, o pessedismo/udenismo de Agamenon e Seu Micena Ignácio de Oliveira na década de 1930 até a conclusão do mandato de Inocêncio em 2014. “(Este é) Um livro importante porque conta a história de Inocêncio, que se confunde em muitos aspectos com a história do Brasil”, palavras de Fernando Henrique Cardoso. São depoimentos de personalidades nacionais e de Pernambuco.

*Jornalista


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Petrolina setembro 2


27/09


2021

O assassinato de pessoas jurídicas

Por José Adalberto Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Tanto se fala na morte de pessoas bioquímica neste reino de Pindorama. A cada ano 50 mil ou 60 mil almas de CPF vão para o Além, mortas de susto, de bala ou vício ou brigas de foice. Eis uma triste realidade. A cada dia também são assassinadas pessoas jurídicas, CNPJs em todo o País, em emboscadas, nas caladas dos dias e das noites, em banho-maria ou na malvadeza. Pessoas jurídicas são vítimas de crueldades. Isto a Globo não mostra. Pessoas Jurídicas são seres humanoides.

Toma que o filho é teu, dizem os agentes da lei ao empurrar a descarga elétrica tributária na goela das pessoas jurídicas e também na goela das pessoas físicas e bioquímicas. “Mamãe eu quero mamar, papai eu quero mamar”, dizem os filhotes do Fisco, da Receita Federal, das Secretarias das Fazendas regionais, estaduais, municipais e distritais. Ao receber a inscrição no palácio imperial da junta comercial, a pessoa jurídica e informada de que será obrigada a sustentar toda a mundiça das repartições nacionais, a começar pela cambada dos palácios de Brasília.

São os seguintes os impostos apagar: IOF - Imposto sobre Operações Financeiras; IPI; IPRPF pessoa física); IRPJ (pessoa jurídica); ITR - Imposto sobre a Propriedade Rural); CIDE - Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico; Confins; CPMF;  CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido); FGTS; INSS; PIS-Pasep. Laudemio; Imposto sobre Terras de Marinha.

E mais os impostos estaduais e municipais: ICMS; IPVA; ITCMD - Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação. Se você já pagou todos estes impostinhos, calma! Ainda precisa pagar as taxinhas. Vamos lá!

Atenção galera, vamos pagar as taxas com amor febril pelo progresso do Brazil varonil; taxa de coleta de lixo; taxa de Combate a Incêndios; Taxa de Conservação da Limpeza Publica; Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental; Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos; Taxa de Emissão de Documentos; Taxa de Fiscalização da Aviação Civil; Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas; Taxa de Fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários; Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes e Concursos; Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária; Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal; Taxa de Pesquisa Mineral DNPM; Taxa de Serviços Metrológicos; Taxas do Conselho Nacional de Petróleo; Taxas de Saúde Suplementar; Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais).

Se você não pagar todas os impostos e taxas, será chamado de sonegador e preso em primeira instância sob acusação de atentar contra a imaculada República e a impoluta democracia.

De tal modo a descarga elétrica tributária eletrocuta pessoas jurídicas e pessoas biofísicas neste Brazil.

*Jornalista


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20/09


2021

O gado e o pai de chiqueiro transmitem micróbios

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O ano 2021 não terminou, mas 2022 já começou. De porteira em porteira, a seita do gado caminha para o matadouro. Olhai os rebanhos nos campos e dizei: quantas cabeças do rebanho bolsonarista foram perdidas na travessia dos tempos? Irrecusável reconhecer que o rebanho perdeu muitas cabeças. Quando nada, existe a lei da fadiga dos materiais, no caso, a fadiga dos bovinos. Nelores e zebuínos perderam os encantos com o capitão de fandango.

Bovinos bolsonaristas puros de origem – P.O., tipo zebus autênticos são avis raras. “Boi, boi, boi da cara preta” é a cantiga de ninar do capitão para cativar seu gado. E vice-versa, também é a cantiga do bode rouco e dos pais de chiqueiros vermelhos na peleja com o capitão. 

A novilíngua, preconizada pelo inglês George Orwell na década de 1940, é uma realidade nacional. Tantas vezes se diz que em tais manifestações houve ataques à democracia. A identidade oculta da  “democracia” são os umbigos poderosos e intocáveis. Nos tempos da ditabranda o general-presidente João Figueiredo dizia: “Quem for contra a abertura eu prendo e arrebento”. O tenebroso AI-5 havia sido revogado.

Hoje alguns pseudos-democratas prendem e arrebentam, em primeiríssima instância, em nome da democracia. Na Venezuela também é assim. Quantos atos autoritários são praticados hoje em nome da democracia!

É tempo de vacinas e de reciclagens. Deve ser providenciado isolamento sanitário para evitar as bactérias da vaca louca e do touro louco. Os rebanhos do bode rouco e de pais de chiqueiro vermelhos estão contaminados com a doença da raiva e do cólera. Os bodes roucos disseminaram doenças no passado e devastaram nossas lavouras, comércio, indústria e serviços. São iguais a pragas de gafanhotos. 

PONTE IPUTINGA-MONTEIRO – Moradores da Rua Ilha do Temporal, no trajeto da obra, ficaram revoltados diante da atitude do presidente de engenheiro da URB, a mando do diretor Luís Henrique Dias, ao defender a construção de espigão da empresa Moura Dubeux no local e ameaça-los de demolição de suas casas, mediante o pagamento de indenizações irrisórias. Os moradores estranham o poderio da Moura Dubeux na URB. 

“O aprendiz de jornalista Gilberto Prazeres, um dos donos da Imprensa da PCR, bloqueia as mensagens enviadas ao prefeito João Campos por profissionais da comunicação. A deputada Priscila Krause, através do advogado João Victor, entrou na linha para defender a justa causa dos moradores. Que o prefeito João Campos não saiba das ameaças feitas aos moradores pelos prepostos  URBistas”.

*Jornalista


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Sindicontas


13/09


2021

As seitas das sete pragas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O reino de Pindorama padece das sete pragas à semelhança das sete pragas do Egito: são os vírus da Covid, os gafanhotos da corrupção, as úlceras do desemprego, as assombrações golpistas, os mosquitos da dengue, as moscas da chikungunya e as pedras da inflação. Moisés, um santo homem, realizou a travessia do Mar Vermelho para libertar os escravos hebreus e conduzi-los à Terra Prometida.

Um messias profano no reino de Pindorama prometeu dominar o mar vermelho da seita do bode rouco para libertar os brasileiros das pragas da corrupção, do desemprego e da recessão. Mas, o mito tem pés de barro, traiu todas as causas de combate à corrupção. As pragas da seita do bode rouco foram substituídas pelas pragas da seita do gado. Correm rios de sangue, ou rios de lágrimas. O ministro Paulo Guedes praguejou e a gasolina custa 7 denários. 

Neste território do Covidão, da corrupção e do petrolão, o capitão atraiu todos os raios e tempestades, mesmo não sendo o próprio um discípulo de Moisés como salvador da pátria. Os 11 apóstolos do Nazareno eram 12, noves fora Judas de Karioth, que se extraviou nos caminhos da traição. O messias profano de Brasília e os onze apóstolos das leis alimentam uma guerra que nunca será santa. 

Qual seria o governo mais desastroso da história recente da República: a dinastia da seita vermelha, com suas pandemias de corrupção, recessão e desemprego; ou a seita do gado, em meio à devastação do vírus, chafurdações e tentações golpistas entre os poderes? São duas pragas, duas lições de abismos.

LONGAS CAMINHADAS – O secretário de Saúde do Estado, médico André Longo, a cada dia mais atlético, lépido e fagueiro, voltou a cumprir longas caminhadas no planeta Jaqueira, ele e seu parceiro o jornalista global Ítalo Rochedo. Os dois formam a dupla O gordo e o magro. Significa que a luta contra a pandemia percorre uma curva virtuosa. A cada dia mais jovem, 0lépido e fagueiro, André Longo proclama monocraticamente, diante das montanhas da Jaqueira, que é necessário manter as precauções sanitárias, porque o inseto comunista chinês é ardiloso.

*Jornalista


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Ipojuca - Outubro


05/09


2021

O parto da montanha

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – As montanhas estremecem de dores. Sentem convulsões. As montanhas deliram. As montanhas se contraem. As montanhas estão grávidas. As montanhas estão com os nervos à flor da pele.  São as dores do parto. Haverá um parto natural? Ou um parto a fórceps? Ou um parto tipo cesárea? O parto foi programado para amanhã, terça-feira, dia 7 de setembro na maternidade onde canta o carcará e onde cantava o sabiá.

A montanha vai entrar em trabalho de parto. A mundiça da seita vermelha propõe a CPI da Montanha, disse que a montanha está emprenhando pelos ouvidos. As montanhas auriverdes estão vivendo em transe todos os dias e o Brazil não aguenta tanta chafurdação.

O capitão está vendendo ilusões ao propagar que o parto da montanha tem o condão de mudar os destinos da República. No dia seguinte ao parto da montanha o gado volta para casa e vai continuar a sonhar, a protestar e a conspirar nas redes sociais e nas redes antissociais. A caneta dos potentados não se comove com mugidos do gado.

PREFEITO JOÃO CAMPOS/PONTE MONTEIRO-IPUTINGA – O anúncio de que a PCR irá retomar as obras da ponte, paralisadas desde 2014, está causando angústia e insegurança a dezenas de famílias da Rua Ilha de Temporão, no trajeto da obra, no oitão da escola Silva Jardim. Isto, por conta das indenizações irrisórias e sob ameaça da URB de demolir as moradias. São famílias moradoras no local há 30, 40, 50 anos ou mais. Os técnicos da URB ameaçam que a lei das desapropriações será implacável e quem não aceitar as indenizações terá suas casas demolidas pelos tratores com mandado judicial.

No começo do ano a obra estava orçada em 42 milhões. O preço médio oferecido a cada família por casa, na base de 50 mil reais, é insuficiente para comprar um barraco em favela. Os técnicos da URB revelam-se insensíveis desumanos. O caso deve passar pelas mãos do prefeito João Campos, pessoa com senso de justiça e equidade, para evitar que sejam cometidos atos irreparáveis de injustiça e desumanidade.

*Jornalista


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Caruaru - Transparência em 1° Lugar


30/08


2021

A cabeça do capitão é um vulcão

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

 

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Soam as trombetas do apocalipse. O vale do Armagedom é aqui. Os vulcões entraram em erupção. A TV Globo é um vulcão, mais explosivo que o vulcão Etna. A Folha de S. Paulo, o Estado de S. Paulo, o UOL, as redes sociais, as redes antissociais, os blogs, as plataformas digitais decretaram terremotos. O   Haiti é aqui.  

O Planalto e as planícies estão em chamas. Os corações auriverdes estão em chamas. A Constituição foi virada pelo avesso para tornar o bode rouco inocente de nascença e até a quinta geração. Depois de enxovalhar a operação LavaJato e tentar desqualificar o ex-juiz Sérgio Moro, os potentados querem agora inserir dispositivo no Código Eleitoral para impedi-lo de disputar cargo eletivo, a título de impor quarentena de cinco anos para ex juízes,  e procuradores e militares.

A cabeça do capitão de fandango e do bode rouco são dois vulcões. O capitão expele línguas de fogo pela boca. As barbas do bode rouco incendeiam os corações da mundiça vermelha. As cortes de justiça são campos minados e cada cabeça é um vulcão. A cabeça do capitão opera com sísmicos de 7.0 graus na escala Richter no epicentro do coração do Brazil. A volta seita vermelha do bode rouco, operadora ideológica do Foro de São Paulo, seria um retrocesso institucional e o triunfo do mal na América Latina, a exemplo do que ocorre em Cuba, Venezuela e Argentina.        

Os vermelhos hoje são dominantes em todos os círculos e quadrantes onde canta o carcará e onde cantava o sabiá, sobretudo nas arenas de comunicação. A grande mídia opera como uma federação de oposições. O governo devora seus aliados, de Gustavo Bebianno e o general Santos Cruz ao general Octavio do Rego Barros. Bebianno era do grupo familiar, confidente pessoal e coordenou a campanha presidencial do bicho em 1998. A lógica da traição no bolsonarismo é implacável.

Esta é uma guerra da comunicação perdida para o capitão, por ser politicamente incorreto. A área bolsonarista de comunicação trabalha contra Bolsonaro. Às esquerdas politicamente corretas são concedidas todas as indulgências e as direitas são tratadas com todas as penitências. Se o capitão insistir, a batalha final do Armagedom será decretada na boca das urnas e não haverá misericórdia.

“Nós vamos tomar o poder”, preconizou Zé Dirceu, mais importante que ganhar eleição. Dito e feito. Da judicialização das leis ao partidarismo das notícias e das nuvens da Internet, os vermelhos são hegemônicos no poder. Motociatas e bravatas servem apenas para iludir o gado. Adeus às ilusões!


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Comentários

Francisco Sousa

Kkkkkkkkk, o \"jornalista\" se esforça, às vezes nem tanto, mas é um Bolsominion de coração ardente, quem foi mesmo que destruiu a reputação de Sérgio Moro hein?

Jovelina Maria de Brito

DEUS TE OUÇA !!!!!!!!!!


Serra Talhada 2021


23/08


2021

A mentira tem pernas longas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Em visita a esta cidade lendária na semana passada, o bode rouco afirmou, sem provas, diante de senhoras e crianças, que as “mentiras” que levaram à sua condenação na Operação LavaJato “contaram com o apoio do Ministério da Justiça dos Estados Unidos e do Ministério Público da Suíça”.

Dizem, sem provas, que a mentira tem pernas curtas. Mentira. A mentira politicamente correta tem pernas longas e percorre todo o Brazil com botas de sete léguas. A verdade liberta, e também os habeas corpus libertam até o trânsito em julgado na enésima instância, segundo a mundiça da seita vermelha e a mundiça do gado.            

E mais: as condenações foram “falcatruas para criminalizar o PT e destruir parte do patrimônio industrial do Brasil”. Mentira. Quem destruiu parte do patrimônio industrial do Brazil foi a cultura da corrupção e impunidade. Hoje o objetivo da mundiça da seita vermelha e da mundiça da seita do gado é dobrar a meta e zerar o legado da Operação LavaJato.

Durante regabofe no Palacete dos Príncipes e das Princesas, um governador disse, sem prova de noves fora, que esta capitania da Nova Lusitânia muito deve ao bode rouco ex-presidiário. O que? O estaleiro Atlântico Sul falido e superfaturado que fez naufragar centenas de empresas e gerou milhares de desempregados?! O elefante azul e branco de Camaragibe que deixou como legado uma dívida de centenas de milhões para os cofres públicos?!

AGAMENON MAGALHÃES – Uma estrela na testa, um mandacaru no coração -- Ideia lançada pelo neo serra-talhadense Mogno Martins e encampada pela prefeita Márcia Conrado e ex-prefeito Luciano Duque, o Memorial Agamenon Magalhães será concretizado. Ficarei honrado via a reedição, revista e ampliada, do meu livro Perfil Parlamentar, edição original de 2001 da Assembleia Legislativa. Meu livro é a única biografia existente sobre Agá. “O China Gordo”, de Andrade Lima Filho, é um ensaio literário. “Pernambuco de Agamenon Magalhães”, de Dulce Pandolfi, é uma tese acadêmica sobre movimentos sociais. “China Gordo” foi um apelido pejorativo dado pelo poeta Manuel Bandeira ao dizer que Agamenon era frio e feio.

*Jornalista


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Pousada da Paixão


16/08


2021

Pindorama é terra de muro baixo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O sistema eletrônico de votação é confiável, porque as instituições merecem crédito, mas todíssimas as plataformas de informática do mundo das nuvens são vulneráveis. Entonces, a questão primordial consiste em montar sistemas de proteção contra invasores, tipo ferrolhos, cadeados, tramelas e cercas de arame farpado. Se não houver uma boa tramela, os hackers invadem as urnas e manipulam a apuração dos votos.

Os sistemas da CIA, da Casa Branca, das Casas da Banha, do SNI e até da casa de Pantanha são seguros e confiáveis, mas uma vez ou outra se tornam devassáveis pelos hackers e espiões 007 e 008. Seguro morreu de velho. Alias, seguro continua vivíssimo.

Urnas e botijas de ouro são fontes de poder. Se não houver uma boa tramela, os hackers invadem as urnas e manipulam a apuração dos votos. A White House nos Estados Unidos era protegida por uma cerca de arma farpado, mas certa vez o guarda noturno de plantão, deu bobeira e o espião Edward Snowden invadiu os jardins e roubou os segredos de segurança da nação americana.

O ativista Julian Assange, dono do WikiLeaks, costumava passear com seus cavalos da raça de Troia nos  roçados da CIA – Central Intelligence Agency em Washington. Os cavalinhos pularam os muros da CIA e bisbilhotaram os arquivos secretos da agência de espionagem. Washington é terra de muro baixo, disse Assange. Pindorama também é terra de muro baixo.  

Resultado é que os cavalos de Troia de Assange botaram a boca no trombone e revelaram informações sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque através da publicação WikiLeaks. Onde houver uma botija, uma mina de ouro ou uma urna, os hackers e espiões atacam.

Há mais segredos entre o céu e a terra, as urnas e os telefones celulares dos enamorados apaixonados e ciumentos, do que supõe nossa vã filosofia. Todo namorado apaixonado é um hacker em potencial, ou um agente 007 diante do celular da parceira ou parceiro.

Se os hackers revelassem os segredos da Casa Branca e de Moscow, haveria uma terceira guerra atômica mundial. Se o espião 007 contasse os segredos do Zap das musas e dos apaixonados haveria uma guerra interplanetária.

*Jornalista


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SESC Outubro 2021


09/08


2021

Dom Quincas quebrou o poderio dos vermelhos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Este artigo é um tributo a Joaquim da Jaqueira, merecedor de um busto no parque

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Joaquim Francisco Cavalcanti veio da cabeleira dos canaviais da Zona da Mata Norte, era um conservador. O vozeirão do pai dele, o velho Zé Francisco, ecoava nos engenhos desde os tempos em que quem não era Cavalcanti com i era cavalgado e quem não era marquês era marcado. Dom Quincas rompeu com a hegemonia das lideranças de esquerda na Prefeitura de Recife em 1988 e para o Governo do Estado em 1990.

Os vermelhos piraram. Os patrulheiros ideológicos quebraram discos de Alceu Valença e o chamaram de traidor por ter apoiado a candidatura de Dom Quincas. O bicho contou ao blogueiro Magno Martins que a chafurdação da mundiça vermelha causou um enfarte do miocárdio nas turbinas do seu coração. Quase viajou para o além.

O Joaquim da Jaqueira deixou como importante legado o parque ecológico de sete hectares, construído na administração dele em 1985. Espaço de convivência e de saúde, representa uma dádiva para a cidade e para a população em geral.

Dom Quincas enfrentou e venceu o poderoso lobby das lobas e lobos da especulação imobiliária, infiltrados no Ministério da Previdência, dono da área do parque. Os goelas voltaram à carga na administração de Roberto Magalhães e foram botados para correr.

Hoje todos nós estamos doidos que o prefeito João Campos construa um parque ecológico na área do antigo Hospital Psiquiátrico da Tamarineira. Daqui a 50 anos, quando João Campos Bisneto for prefeito desta Capitania hereditária ou inquilino do Palácio dos Campos e das Princesas, a Tamarineira poderá ser chamada Parque João Campos, ou Parque Renata Campos, ou Parque Tabata Amaral Campos.

Dom Quincas morava numa choupana na Praça Fleming, perto da Jaqueira. No raiar do sol, lá estava ele a dar um rolé no parque para conversar com os passarinhos, a fauna, a flora e os andarilhos. Bem merece que seja erguido um busto para ele no parque, conforme sugerido pelo jornalista João Alberto e pelo blogueiro Mogno Martins.    

Estupidez herdada de Geraldo Covid, continua proibido o estacionamento interno na Jaqueira. Joaquim era o primeiro a protestar contra a medida que prejudica centenas de pessoas, principalmente idosos. Dizia que a fumaça do cano de escape dos carros transmitia o vírus. O desgaste da proibição atinge o prefeito João Campos.

*Jornalista


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Bandeirantes outubro 2021


02/08


2021

Agosto: Vade retro, vírus comunista!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Agosto, mês da bonança. Assim feito a pomba da Paz da arca de Noé, um passarinho me contou que o inseto comunista chinês, o vírus da coroa, está indo embora, graças a Zeus. Saído das cavernas de Wuhan na China há mais ou menos um ano e 10 meses, o estrago foi grande desde então.

Imaginem se ao invés de ser comunista chinês de nascença, o bicho tivesse a certidão de batismo na Big Apple de New York. A caterva vermelha comunista decretaria e terceira guerra atômica mundial para exterminar o capitalismo e aquele Papa globalista amaldiçoaria todos os imperialistas do planeta. Vade retro, maledeto corona! 

Vírus são manifestações do mal na microsfera, emprenhados nas trevas pelos Anjos Decaídos. Conspiram conta a humanidade adâmica desde os tempos do Paraíso perdido. Micróbios e macróbios comunistas se assemelham, e também as serpentes.

Mulheres de sovaco cabeludo e marmanjos com cérebro de minhoca são mais propensos a contrair a bactéria comunista. Trata-se de um micróbio altamente contagioso e que produz lesões irreversíveis na mente das vítimas. A bactéria comunista é transmitida através da fala, da escrita, do aperto de mão e até do olhar tenebroso de um portador do micróbio. Devemos lavar as mãos com creolina e manter distância regulamentar desses elementos. Zeus me livre de aglomerar com a caterva vermelha comunista, nem morto!   

Estudos científicos recentes revelam que Fidel Castro, com licença da palavra, era um guabiru em forma de gente. Veio da cepa dos assassinos stalinistas. Ainda hoje e há 62 anos o espírito dele mantém a escravidão em Cuba. O ditador Nicolas Maduro é uma ratazana dos esgotos comunistas na Venezuela.  

Aqui no Brazil um bode rouco criptocomunista é fator de transmissão da bactéria comunista. Na verdade, os bodes, cabras e pais de chiqueiro são criaturas do bem, mas no caso trata-se de uma serpente com pele de bode nordestino. Eis, portanto, um cabra da peste, da peste comunista. 

Excrescências humanoides em forma de gente, o nazista Hitler e o comunista Stalin eram encarnações de Lúcifer e de Satanás. Hoje comandam legiões de demônios sob o fogo de enxofre. Comunismo é vírus mutante e hoje se chama globalismo.

*Jornalista


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26/07


2021

The Gaule: O ano 2022 já começou

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ao dar um rolé nas montanhas da Jaqueira, deparei-me neste Planeta Pindorama com o filósofo The Gaule. Vacinado em primeira e segunda instância, ele veio passar em revista as tropas da CPI do Covidão e conferir a movimentação das artérias e das ruas em torno das eleições presidenciais. Assim proclamou, monocraticamente: “O ano 2022 já começou”. Tu jura, The Gaule? Claro que sim. O ano 2021 ainda não terminou, mas hoje já é o dia seguinte, explicou. 

Nada a ver chamar de circo a CPI do Covidão. Tem mais a ver com CPI das conchamblanças. Os grandes goelas dos contratos milionários, com ou sem licitação, até agora estão sendo preservados, a pretexto de formalismos jurídicos. A roubalheira nos Estados e Municípios estão passando em brancas nuvens na CPI do Covidão. Funciona, sim, como palanque eleitoral para as esquerdas. The Gaule cita o capítulo dos Delírios e Delícias da Constituição de Pindorama: “Todo poder emana dos goelas e todos os goelas e caboclos mamadores são iguais perante as leis”.  

Impichi? Zero possibilidade. Os vermelhos morrem de medo do general vice-presidente Hamilton Mourão e querem esfolar as tripas do capitão para tirar proveito eleitoral. A mundiça da seita vermelha morre de saudades do Petrolão, do Mensalão, das invasões do MST e das mamatas da Lei Rouanet. Replay. Rewards os financiamentos do BNDES às ditaduras de Cuba, da Venezuela, de Angola, este é o sonho da galera do bode rouco. 

O capitão prestou um inestimável serviço patriótico ao nos livrar da maldição da seita vermelha, daqueles que adoram e financiaram as ditaduras comunistas assassinas e decadentes. As seitas não desistem jamais. Neste tempo em que as consciências civilizadas do mundo maldiçoam a ditadura mais longeva do ocidente, o bode rouco minimiza os protestos e fala apenas numa “passeata”. Cinicamente, afirma que não havia policiais pisando no pescoço de manifestante, em alusão ao triste episódio em que um policial pisou no pescoço de um manifestante negro no Estado de Minneapolis (EUA). Falou dizer que o policial assassina foi denunciado, julgado e condenado por homicídio. A repressão comunista em Cuba tortura e mata impunemente.

Zeus nos livre da maldição vermelha de volta a esta Nação de bandeira auriverde! O exemplo da Argentina deveria ser suficiente para renegar a seita, mas os fanáticos são irracionais e disseminam a irracionalidade como um vírus na opinião pública.

*Jornalista


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19/07


2021

A Arte de Furtar: meu livro de cabeceira

Dedico este artigo à mundiça do Covidão, dos respiradores para pocilgas, equipamentos superfaturados e outras maldições    

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Às vezes costumo dar um rolé nas livrarias para tirar onda de intelectual e curtir um papo-cabeça com a galera. Deparei-me vez com o livro “Arte de furtar – Anônimo do século XVII”. Folheei furtivamente umas páginas. Estava sem dinheiro e com o cartão de crédito bloqueado, por conta de perseguição da Serasa. Olhei ao redor. O vendedor deu um vacilo... Apliquei o bote na manha do gato! 

Trata-se de um clássico da literatura portuguesa, de ironia feroz e estilo requintado. Vou adotá-lo como meu livro de cabeceira. Mas,  atualmente com 95 anos de idade, não pretendo exercitar as artes de mentir e roubar. Eu sou jovem. Sou da geração Y. 

Quem é o autor deste admirável manancial de vícios e pecados? Há controvérsias históricas. O padre Antônio Vieira é acusado, sem provas, por ter proferido o Sermão do Bom Ladrão. Também foram indiciados, no século 16, alguns hereges. 

O autor misterioso dedicou o livro a Dom João IV, Rei de Portugal e Algarves, e explica em dedicatória: “(....) Digo que este mundo é um covil de ladrões. (....) Não ensina ladrões o meu discurso, ainda que se intitula Arte de furtar, ensina só a conhece-los para os evitar”. Naqueles tempos os reis, presidentes, ministros, diretores da Petrobras e do BNDES, as turmas das rachadinhas, vacinas, as excelências em geral vivam cercados de gatunos. 

Inventário de unhas dos ladrões: furta-se com unhas reais; com unhas pacíficas; com unhas militares que fazem as guerras; unhas bentas; unhas sábias; unhas políticas, unhas ignorantes; unhas amorosas; unhas sábias; unhas na língua; unhas maliciosas. “Todas são unhas malditas e sujeitas a excomunhões”. 

Haverá três tesouras para cortar as unhas malditas: vigia, degredo e polícia. No Brazil faltam tesouras para cortar as unhas, as línguas, as barbas e as asas dos ladrões. 

O meu livro “Planeta Micróbio – A humanidade é blue” foi escrito com unhas e dentes e coração. Eu não ensino ninguém a roubar, juro por Zeus. Os personagens são seres da microsfera, vírus, bactérias, protozoários, e também macróbios, os Sapiens, Adão e Eva, a Arca de Noé, vacinas, meu colega o filósofo grego Aristóteles e outros bichos. Zap delivery Livraria Jaqueira 3265.9455. Leiam, galera, com olhos amorosos.

*Jornalista


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12/07


2021

Chicletes, Bolsonaro, não são bananas

Dedico este artigo ao meu ídolo Michael Jackson do Pandeiro, ao som de Chicletes com Banana

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Existe aquele babado antigo de que a história somente se repete sob a forma de tragédia ou farsa. Ou mais ou menos, porque o mundo vareia. Trump não é Bolsonaro. O bode rouco não é Biden. As urnas eletrônicas não são os cassinos de Las Vegas. O capetão não é o Capitão Marvel e Bolsonaro está delirando ao dizer que sem o voto impresso não haverá eleição neste reino de Pindorama. 

Os vikings invadiram a Casa Branca para denunciar fraudes nas apurações e apoiar Donald Trump. O capetão convocou os motoqueiros para denunciar fraudes de antevéspera e apoiar a reeleição.  Eu sou você amanhã, disse Bolsonaro para Trump. De tal modo o capetão proclama monocraticamente, de antevéspera, que será derrotado. Tá doidão, tá doidão, o bicho tá doidão. 

Inútil comparar chicletes com banana, Miami não é Copacabana. Urnas eletrônicas verde-amarelas não são cassinos de Las Vegas. O capetão está tirando onda de Capitão Marvel ao falar em fraude nas eleições. Mas, mas com que roupa ele irá encarar os juizões do TSE e os demiurgos (semideuses) de Brasília?! 

Shazam! He-Man! Eu tenho a força! Unidos venceremos a semente do mal! Rebate falso! Está blefando feito jogador de pôquer. Ele não tem a força nem as Forças Armadas. Só tem um cabo, um jipe e um sargento. Se continuar nessa pisada, não vê nem o azul. Vai  entregar a eleição, de mão beijada, ao bode rouco. No haverá viking nem motoqueiro para remediar a derrota, porque eles baixam a crista diante dos juizões avermelhados de Brasília. Restará apenas o jus esperniandi, o direito de espernear. Depois da derrota, Jair poderá abrir uma igreja messiânica para recolher o dízimo dos motoqueiros e maloqueiros.  

Falar palavrão é o de menos. Sai na diurese. Pior que corrupção de linguagem é corrupção de cifras. Se palavras escatológicas fossem ditas pelo bode rouco, diriam que ele é autêntico e fala a linguagem do povão. O bode já disse e praticou coisas mais feias contra nosso Brazil. A mundiça da seita vermelha, com licença da palavra, adora um palavrão.

Esta é uma triste república de bananas, de bananões, de patetas e de petralhas. Os bananões se deixam arrebatar por mensaleiros, bandoleiros do Petrolão e por maloqueiros. A pandemia mostrou que a corrupção é o vírus mais mortífero da natureza humana. A conta vai chegar depois das eleições.

*Jornalista


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