Jaboatão


11/02


2021

Coluna da quinta-feira

O abre-alas de Miguel

Em meio a tantas notícias que apontam que Pernambuco vem crescendo feito rabo de cabalo, para baixo, tendo Recife, a capital, engolida por Fortaleza e Salvador, um estudo da Macroplan, divulgado com exclusividade, ontem, pela revista Exame, aponta a formosa e gigante Petrolina, capital do Vale do São Francisco, como a cidade que detém, hoje, disparado, o selo de melhor qualidade de vida no Nordeste.

A Macroplan é uma empresa de consultoria com sede no Rio de Janeiro e atuação em todo o Brasil. Surgiu como spin off da Claudio Porto & Consultores Associados, no final da década de 80, e logo ingressou no mercado de consultoria do Brasil entregando um produto inovador – construção de cenários e prospecção de futuros – no 1º ciclo de planejamento estratégico da maior empresa do País: a Petrobras.

De acordo com o levantamento, Petrolina é classificada como referência em gestão pública e qualidade de vida. O estudo bate com outros levantamentos oficiais. Em dezembro, a Sudene publicou um ranking no qual a cidade desponta na liderança em Pernambuco e em sexto lugar no Nordeste. Teve a melhor nota entre todos os municípios nordestinos, inclusive, à frente das capitais.

O Índice de Desafios da Gestão Pública avalia 15 indicadores de quatro segmentos estratégicos: educação, segurança, saúde e saneamento/sustentabilidade. São observados dados referentes à cobertura de saúde básica, qualidade de ensino, serviço de esgotamento, taxa de mortalidade infantil, números de homicídios, acidentes de trânsito entre outros.

O estudo detectou uma evolução na qualidade de vida em Petrolina, que resultou no aumento da nota, passando de 0,620 (em 2020) para 0,645 (em 2021). Tudo isso, diga-se de passagem, não caiu do céu, é produto da arrojada gestão do prefeito Miguel Coelho (MDB), filho do senador Fernando Bezerra Coelho, reeleito com a maior votação no Norte-Nordeste e uma das maiores do País.

“Petrolina tem a melhor gestão do Estado e não sou eu que estou dizendo, é a Sudene e a Macroplan”, diz, com o peito estufado de orgulho, o jovem prefeito, conhecido na cidade como o “Galeguinho”. Ele fechou a sua primeira gestão, ano passado, com investimentos da ordem de R$ 90 milhões. Construiu mais de 20 unidades de saúde, revigorou o programa de creches Nova Semente, implantou escolas de tempo integral, pavimentou mais de 400 ruas, mudou a empresa de transportes, oferecendo ônibus modernos com internet, fez um amplo programa de saneamento, matadouro e duplicou várias avenidas, entre elas a Cardoso de Sá e a pista de saída para Recife. Em meio à pandemia, Petrolina manteve o segundo lugar no ranking de geração de emprego no Estado.

Por tudo isso, pode desabrochar no Sertão o mais forte candidato da oposição ao Governo do Estado em 2022, para enfrentar com chances reais de vitória o candidato socialista, principalmente se for Geraldo Júlio, que pegou Recife campeã em todos os índices de referências regionais, e passou a João Campos como rabo da gata, atrás, pasmem, até da sofrível São Luís, capital do Maranhão, segundo estudo da Sudene.

Bateu a concorrência – A gigante Petrolina bateu cidades pujantes no Nordeste, ricas e com tradição, como as baianas Feira de Santana e Vitória da Conquista. Bateu Campina Grande e todas as capitais da região. Caruaru, da tucana Raquel Lyra, que pensa também em disputar o Governo do Estado na sucessão de Paulo Câmara, ficou em sétimo lugar, ao lado de Salvador e atrás de Fortaleza e João Pessoa. No ranking nacional, com pesquisas em 100 municípios, a campeã foi Maringá, no Sul do Paraná, seguida de quatro paulistas: Jundiaí, São José do Rio Preto, Piracicaba e São José dos Campos.

Rabo da gata – Já Recife, que Geraldo Júlio propagou com verba pública a falsa mídia de capital do Nordeste, coitadinha, ficou em 10º lugar, a última, superada por Mossoró, no Rio Grande do Norte, Salvador, Caruaru e até Teresina, uma vergonha para quem sempre ocupou posição de destaque no cenário nacional como referência no Nordeste. É por essas e outras que a cidade virou a capital das desigualdades sociais. Foi Geraldo que fez, não dá para esquecer.

Auxílio definido – O Brasil em breve terá um novo auxílio emergencial para a população de baixa ou nenhuma renda durante a atual fase da pandemia de coronavírus. Isso já é certo. O desejo da equipe econômica, se os presidentes da Câmara e do Senado concordarem, é este: valor e duração do novo auxílio emergencial – na faixa de R$ 200 a R$ 250 e por três meses; Bolsa Família reforçado com um bônus temporário de R$ 50 por 3 meses. Pelos cálculos feitos até agora, o coronavoucher de R$ 200 por três meses produziria uma despesa da ordem de R$ 20 bilhões, elevando a dívida pública de 89,3% para 89,5% do PIB.

Sem imposto – O Governo federal descarta a ideia de criar um novo imposto para custear o auxílio emergencial. Internamente, a proposta foi debatida pela equipe econômica. O objetivo seria criar uma alíquota temporária de 0,05% a 0,10% sobre as transações financeiras, aos moldes da antiga CPMF. Um esboço do texto foi veiculado na imprensa. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já sinalizou para congressistas que essa ideia não seguirá adiante. Guedes segue cobrando a aprovação do Orçamento e de novas regras fiscais para viabilizar o novo programa social.

A fórmula – O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse, ontem, que há sensibilidade no Governo e no Ministério da Economia para encontrar uma “fórmula” para amparar as pessoas que ficaram sem renda com o fim do auxílio emergencial. “Estamos identificando a forma de se fazer isso. Há sensibilidade do governo e do Ministério da Economia para encontrar essa fórmula. Então, estamos encaminhando para poder resolver o quanto antes”, afirmou.

CURTAS

ATÉ BOLSONARO – Um novo vazamento de dados na internet pode ter exposto mais de 100 milhões de contas de celular neste mês de fevereiro, segundo o dfndr lab, da empresa de cibersegurança PSafe. Entre as informações vazadas estão o número de celular do presidente Jair Bolsonaro e da apresentadora Fátima Bernardes.

SAI SENADOR? – Se continuar destacado na mídia nacional ao longo do seu mandato como vem brilhando agora na condição de relator do projeto de autonomia do Banco Central, não será surpresa o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos) vir a ter o seu nome ventilado para disputar o Senado nas eleições de 2022. Até porque Paulo Câmara, candidato natural, não quer nem ouvir falar nessa possibilidade.

Perguntar não ofende: De onde o Governo vai tirar dinheiro para bancar o auxílio emergencial por mais três meses?


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Fernandes

Nunca mais vão me ver gritando mito, mito, diz Sara Winter sobre Bolsonaro. Ele é muito fraco, só sabe brigar, não sabe governar!

marcos

Mas afinal, quem é mais fresco; Jean Wyllys ou Haddad?

marcos

Diogo Mainardi ex ídolo da esquerda e dos idiotas úteis chama Fernando Haddad , o nosso Kit Gay de ¨poste de Ladrão e Imbecil¨ Ui, pega fogo o cabaré Canhoto!

marcos

O professor Haddad o nosso kit Gay é indiscutivelmente o Pai da Cartilha Gay!

marcos

Lula conheceu a morte política em vida¨¨ ... Augusto Nunes.


PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21


10/02


2021

Coluna da quarta-feira

Choro pelo auxílio

Desde que Fernando Henrique Cardoso criou um esboço de plano social, como o auxílio-gás, na verdade penduricalho que Lula ampliou e carimbou como Bolsa-Família, um contingente de mais de 20 milhões de brasileiros virou reféns de planos de sobrevivência, uma janela para escapar da morte matada pela fome, de Vida e Morte Severina.

Caetano Veloso tem uma música que diz que gente é para brilhar, não para morrer de fome. A pandemia, não esperada pelo Governo, levou o presidente Bolsonaro a socorrer 14 milhões de sacrificados, uns expulsos do mercado de trabalho pela paralisação da economia, outros, este a grande maioria, formam um verdadeiro exército, contingente dos sem emprego, sem teto, sem absolutamente nada, de bolsos vazios.

Sem previsão para minorar seus efeitos, a depender do aceleramento do programa de vacinação, a pandemia continua matando, isolando e gerando uma legião de famintos. Falando com jornalistas, ontem, em Brasília, Bolsonaro sinalizou que será retomado o programa de ajuda emergencial, mas sem precisar datas, nem valor.

A crise social é gravíssima. Bolsonaro precisa cuidar urgentemente dos mais necessitados, dos que não têm saída. A fome é má conselheira, fui criado ouvindo isso da boca de Dom Francisco, bispo da Diocese do Sertão do Pajeú, que o Governo temia por ser da tribo vermelha. Mário Quintana, o poeta do amor e das chagas sociais, falando sobre fome, disse que cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.

O presidente não é daqueles surdos, que não têm tempo de ouvir um clamor nacional pelo chapéu estendido do auxílio. Ninguém pode viver só de esperança, se não morrerá de fome. “Num País de miseráveis, como o Brasil, aqui se passa fome, aqui se odeia, aqui se é feliz, no meio de invenções miraculosas”, escreveu em um dos seus livros a poetisa Adélia Prado, romancista, ícone do Modernismo.

Não sei se o presidente já passou fome, mas a fome dá um brilho de choro nos olhos, é um lobo feroz que devora homens, mulheres e crianças. O sistema nunca temeu o pobre que tem fome. A fome ronda também jovens e adultos abandonados. Se o Brasil fosse diferente e cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza nem ninguém morreria de fome.

Ducha fria – Sobre o programa emergencial, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que “há pouco ou nenhum” espaço fiscal para retomar. Afirmou que seriam necessárias “contrapartidas” para viabilizar a volta do benefício como forma de sinalizar ao mercado o compromisso do Governo em conter suas despesas. Campos Neto fez as declarações durante uma videoconferência organizada pelo Observatory Group, na qual apresentou as perspectivas e a agenda do BC para a economia brasileira. Segundo o presidente do BC, Governo e Congresso concordam em manter a disciplina fiscal, no caso de ampliação dos gastos.

Reação do congresso – O comando do Congresso, à frente o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sinalizou para criar uma via expressa que leve a retomada do auxílio emergencial. Os gastos com o benefício devem ficar de fora do limite do teto de gastos, a regra que proíbe que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação. Além disso, ao contrário do que defende o ministro da Economia, Paulo Guedes, a nova rodada do auxílio não deve prever contrapartidas, como a aprovação de medidas de controle de gastos.

Pacheco mais duro – Enquanto o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), acenou com a possibilidade de o Congresso abrir uma "excepcionalização temporária" do Orçamento para garantir o pagamento de novas parcelas do auxílio, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), foi além. Disse que não é possível condicionar a concessão do benefício a medidas de ajuste fiscal, com o argumento de que a emergência e a urgência da situação não podem esperar.

Socorro aos estados – O presidente Jair Bolsonaro determinou ao ministro da Casa Civil, Braga Netto, que articule ações complementares de apoio aos Estados e ao Distrito Federal que precisarem de ajuda no combate à covid-19. A decisão vem depois de quase um ano de pandemia marcado por ataques de Bolsonaro aos governos locais por causa das políticas de isolamento social e depois de seu governo ser cobrado judicialmente pela omissão ou lentidão no caso do colapso do sistema de saúde de Manaus.

Lula vence uma – Por 4 votos a 1, os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal mantiveram, ontem, a decisão de Ricardo Lewandowski que garantiu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acesso a supostos diálogos vazados de membros da Lava Jato com o ex-juiz Sergio Moro. As conversas foram apreendidas na operação Spoofing. Em seu voto, Lewandowski defendeu sua decisão. Citou uma possível “parceria” entre acusação e órgão julgador. “Como se viu, a pequena amostra do material coligido até agora, já se figura apta a evidenciar, ao menos em tese, uma parceria indevida entre o órgão julgador e a acusação”, afirmou.

CURTAS

UVP SE UNE – Reunido, ontem, em São Caetano, o bloco de oposição na disputa pela presidência da UVP (União de Vereadores de Pernambuco) fechou com a candidatura consensual do presidente da Câmara de Serra Talhada, José Raimundo (PP). A chapa foi fechada com João Chaves (PSB), de São Caetano, na vice, e Gilvan da Malhadinha (PP), de Cumaru, como tesoureiro, além de Ronaldo Silva (DEM), de Petrolina, como secretário-geral.

TRISTE LIDERANÇA – De cada 100 pessoas infectadas em Pernambuco, cerca de quatro morreram por causa da Covid-19. De acordo com os dados apurados pelo Consórcio de Veículos de Imprensa, a taxa de letalidade da doença em Pernambuco é de 3,9%, a segunda maior do Brasil. Nos últimos anos, o Estado só tem liderado campeonatos que só fazem aumentar ainda mais a falta de estima da sua população.

Perguntar não ofende: Bolsonaro faz a reforma ministerial ainda antes do carnaval atípico, sem feriado?


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Fernandes

Nunca mais vão me ver gritando mito, mito, diz Sara Winter sobre Bolsonaro. Ele é muito fraco, só sabe brigar, não sabe governar!

Fernandes

Mourão ordena retirada das forças armadas da Amazônia ... o bicho está pegando. Vai pegar fogo o cabaré.

Fernandes

Segurem suas poupanças! Collor é assessor econômico do Bozo! Não esquecer que o clã Bozo é especialista em Rachadinhas.

Fernandes

Mas afinal, você quer que seu filho seja Gay? ............. Então é só pedir para o marcos Bundeiro a Lolita de camaragibe, mamador de piroca cartilha marcos de camaragibe. Simples assim.

Fernandes

Bozo o Rachadina Genocida assassino que fala Deus acima de tudo faz piadas com os mortos da covid.


Ipojuca 2021


09/02


2021

Coluna da terça-feira

Só os sonhos são grandes

Ao ler, ontem, a entrevista bombástica do ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no jornal O Valor, na qual ataca a cúpula do DEM e se despede da legenda sem comunicar previamente aos seus velhos aliados, pelo tom ácido de profunda decepção me veio à lembrança uma constatação verdadeira e cristalina da relação humana, de autoria de Bob Marley: “Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas. O tempo passa e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!”.

Nelson Rodrigues, um dos maiores frasistas na versatilidade política e do quotidiano, dizia que se negava a acreditar que um político, mesmo o mais doce político, tenha senso moral.  Também é dele o ensinamento de que toda unanimidade é burra. Maia imaginava ser unanimidade no DEM, partido que militou a vida inteira. Só esqueceu de ler Nelson Rodrigues, para quem qualquer político é mais importante que toda a Via Láctea.

Maia conviveu num serpentário e só descobriu que estava em meio das cobras quando já havia sido picado pelo veneno da traição. Vivia entre beijos e abraços com ACM Neto, o herdeiro político de Toninho Malvadeza, que reinou na Bahia fazendo mais o mal do que o bem. Não atinou, porém, já tão calejado na vida pública, que as pessoas que mais gostamos são as que mais nos decepcionam, pois pensamos que são perfeitas e esquecemos que são humanas.

Maia chorou copiosamente na despedida de mandatário da Câmara ao discursar após a eleição do seu sucessor, o alagoano Arthur Lira (PP). Foi um derramar de lágrimas quase incontido, certamente contagiado pelo sentimento de que a maior decepção é aquela que vem de quem nunca esperamos. Ele confiava cegamente em ACM Neto, imaginava que tinha o poder de influenciar não apenas o presidente do seu partido, amigo do peito, mas toda a bancada.

O resultado é que, abertas as urnas, a grande maioria dos democratas cravou o voto em Lira. Para Maia, o movimento conduzido pelo presidente do DEM, de aproximar o partido ao Governo Bolsonaro, faz com que a legenda retome sua origem de direita ou extrema-direita e afastará o apresentador Luciano Huck. “Foi um processo muito feio do Neto e do Caiado. Ficar contra é legítimo, falar uma coisa e fazer outra não. Falta caráter, né”, disse.

Às vezes, para consolo de Maia, é preciso uma decepção para aprender que a vida não é feita apenas de alegria, e sim de tentativas. Já ouvi, mas não tenho certeza do autor, que a ilusão da política é pior do que a do amor. Talvez Maia esteja tão pra baixo porque, provavelmente, para ele o amor não machuca. O que machuca, na verdade, é a traição, a mentira e a decepção.

Linhagem tucana – O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que já convidou formalmente o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para entrar no PSDB. Maia disse que vai analisar a proposta e que não tomará essa decisão imediatamente. "Recebi a visita (de Rodrigo Maia) em minha residência e o convidei (a se filiar). Ele vai analisar. Essa não é uma decisão que ele vai tomar de imediato. Ficou claro para mim que ele deixará o DEM. Nos próximos dias ou semanas teremos a posição dele", disse Doria em entrevista coletiva, ontem, no Palácio dos Bandeirantes.

No mesmo tom – O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), saiu em defesa do comando do DEM pelas redes sociais. Disse que Rodrigo Maia, “infelizmente”, sofre de uma “síndrome” que acomete “pessoas que não aceitam deixar o poder”, e que suas críticas ao DEM são passíveis de “internação hospitalar”. “Depois de ter sido eleito por três vezes, Rodrigo achou que era proprietário das decisões de todos os deputados do Democratas e dos demais da Câmara. Ao reagir desta maneira, desrespeitou toda a bancada de um partido que sempre lhe apoiou”, atacou.

BB mantém cortes – O Banco do Brasil confirmou, ontem, a demissão de 5.533 funcionários após o fim das etapas de manifestação voluntária de interesse por desligamento incentivado no Programa de Adequação de Quadros (PAQ) e do Programa de Desligamento Extraordinário (PDE). Lá atrás, o anúncio levou o presidente Bolsonaro a um embate com o então presidente do banco, André Brandão. Irritado, Bolsonaro fez chegar a público que pedira a cabeça de Brandão. E as ações do BB tombaram coisa de 5%. A turma do deixa disso convenceu Bolsonaro de que seria pior aumentar sua interferência na empresa. Agora, o BB leva adiante o plano das demissões. Os cortes vão gerar uma economia líquida de R$ 2,7 bilhões até 2025.

Auxílio prorrogado – O presidente Bolsonaro disse, ontem, “achar” que o auxílio emergencial será prorrogado. O programa foi criado em abril para mitigar os efeitos da pandemia entre os brasileiros mais pobres. Distribuiu, em parcelas de R$ 600 e depois R$ 300, quase R$ 293 bilhões a 67,9 milhões de beneficiários. Mesmo levantando a possibilidade, Bolsonaro não detalhou a prorrogação, e evitou especular valores. “Acho que vai ter, vai ter uma prorrogação. Foram 5 meses de R$ 600 e 4 meses de R$300. O endividamento chegou na casa dos R$ 300 bilhões. Isso tem um custo. O ideal é a economia voltar ao normal”, afirmou.

Visão do relator – Do deputado Silvio Costa Filho (Republicanos), relator do projeto que dá autonomia ao BC, ontem, no Frente a Frente: “É papel do Banco Central defender a nossa população de aumentos de preços, que afetam os mais pobres, ainda muito mais do que aqueles mais favorecidos. É precisamente em defesa dos cidadãos mais pobres e desfavorecidos que uma política severa de combate à inflação se faz necessária. Nesse sentido, um banco central autônomo é seguramente mais eficiente na busca de baixa inflação”.

CURTAS

UVP DIVIDIDA – Pré-candidatos da oposição à presidência da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) se encontram, hoje, em São Caetano, pela manhã, para tentar chegar a um candidato consensual, capaz de derrotar o atual presidente Josinaldo Barbosa, postulante a mais uma reeleição. Difícil será encontrar quem abra mão. Por baixo, já estão no páreo mais de seis candidatos, o que só favorece Josinaldo.

AMUPE UNIDA – Já na Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), o verbo conjugado é unidade, em torno da recondução do presidente José Patriota (PSB). Mesmo na condição de ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, o socialista pode tentar mais um mandato. Em sua atual gestão, o estatuto da entidade foi mudado, permitindo que ex-gestores possam ser eleitos.

Perguntar não ofende: João Roma (BA) ou Hugo Mota (PB), qual nordestino do Republicanos vai assumir o Ministério das Cidades?


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Comentários

Fernandes

Vitória por 4 a 1 na segunda turma do STF, o único voto contrário foi do Fachim como já sabíamos. Vitória do povo, vitória de Lula!

Fernandes

Piada com o Brasil. marcos Bundeiro a Lolita de camaragibe, é o maior mamador de piroca Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Fernandes

Religião: pura ilusão, pura fantasia pura superstição.

marcos

Piada com o Brasil. Fernando Haddad pai do Kit Gay e processado 38 vezes pela justiça Brasileira candidato a presidente da República. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Fernandes

Piada com o Brasil. Collor agora assessora Bolsonaro em questões econômicas. Quem tá achando bom é marcos Bundeiro a Lolita de camaragibe, mamador de piroca . Simples assim.


Petrolina abril 2021


08/02


2021

Coluna da segunda-feira

MV, orgulho pernambucano

Na segunda gestão no Recife, eleito em 1992, o então prefeito Jarbas Vasconcelos deu um plus na elevação do alto astral da cidade. O símbolo era um coquinho, explosão de alegria nas ruas com o carnaval para concorrer com o axé-baiano. A melhoria do humor recifense era vista nitidamente nas ruas. A Bom Jesus, no velho e boêmio bairro do Recife Antigo, virou passarela da alegria, da felicidade e do orgulho de ser recifense.

Governador, Jarbas contaminou todos os pernambucanos com campanhas de elevação da autoestima. O maestro da orquestra era Carlos Eduardo Cadoca, o secretário criador do coquinho astral lá nas estrelas. O tempo se encarregou de sepultar tudo isso. Hoje, os pernambucanos andam com orgulho ferido, Recife perdeu a liderança no Nordeste para Fortaleza e virou a capital das desigualdades sociais. Em equipamentos turísticos perde até para a vizinha Maceió.

Mas nem tudo está perdido para quem acredita no Estado. Em meio à correria da agitada Brasília em tempos de eleição para renovação das mesas diretoras da Câmara e do Senado, semana passada, soube de um feito que bem poderia ser comemorado por todos os pernambucanos que ainda têm orgulho da sua terra, dos seus empreendedores: pelo sexto ano consecutivo, a MV, do empresário Paulo Magnus (foto), um gaúcho que fincou os pés por aqui, foi destaque internacional.

Com uma estrutura gigantesca no Recife, gerando milhares de empregos, a MV é líder absoluta de mercado em desenvolvimento de softwares de gestão para a Saúde. No próximo dia 23, numa cerimônia virtual, devido a pandemia, Paulo Magnus vai exibir para o mundo o troféu de ouro de melhor prontuário eletrônico do paciente (PEP) da América Latina, concedido pelo Instituto norte-americano Klas.

A empresa arrebatou, com todos os méritos, deixando para trás gigantes americanos e a Phillips, o maior prêmio na categoria melhor tecnologia para EMR, bem superior aos outros players latino-americanos, baseada no nível de satisfação de quem usa diariamente o produto: profissionais de saúde como médicos, enfermeiros e fisioterapeutas. É uma conquista especialmente da equipe formada por 51 profissionais, que trabalha diretamente no PEP MV, solução que integra a plataforma SOUL MV.

Alcançou as notas mais altas em qualidade da solução, aprimoramento constante de produto e liderança de mercado. CEO e fundador da MV, Paulo Magnus, com uma vida dedicada ao compromisso de tornar a gestão da Saúde mais eficiente e humanizada, define o prêmio como um orgulho para o País, especialmente para Pernambuco. “Isso é um feito extraordinário para o Brasil frente à concorrência mundial. É motivo de muita realização poder compartilhar com a comunidade da Saúde de Pernambuco”, disse, em entrevista ao blog.

EUFORIA - Considerado um dos executivos de Saúde mais influentes do Brasil, Paulo Magnus bem que poderia ter optado por um outro grande centro tecnológico no Brasil e até no exterior, já que Pernambuco representa apenas 3% do seu mercado comercial. “Temos que dar ousadia a Pernambuco. Montei uma equipe que nos dar os insights, que são, efetivamente, o grande pilar da empresa”, ressalta. O prêmio, segundo ele, fortalece o espaço da MV no mercado como fornecedora de soluções para a área da Saúde. “Esta pesquisa é o resultado da opinião dos nossos usuários, que dizem que a MV detém o melhor serviço e produto. Tenho orgulho do hexacampeonato que reforça que a MV tem o melhor prontuário”, acrescentou.

HOSPITAL DIGITAL – Lançado em 2002, o prontuário da MV, segundo Paulo Magnus, oferece ao mercado ferramentas para transformar as instituições em hospitais digitais. Atualmente, mais de 780 hospitais no Brasil utilizam o PEP. Patrocinadora da Saúde digital pública, a empresa foi responsável pela primeira unidade pública de Saúde sem papel de Pernambuco: a UPA da Imbiribeira, no Recife, em 2010. “Tivemos o primeiro hospital digital da América Latina, também no Recife. O PEP faz uma diferença muito grande para o público e para todos”, diz o empresário.

PLATAFORMA – Uma ferramenta clínica só pode ser feita com o uso de todo o ecossistema que acaba interagindo na área clínica no dia a dia das instituições de Saúde. Não são apenas médicos, são dezenas de especialidades que interagem na construção da plataforma ou na usabilidade. A gerente de produto do PEP, Daennye Bezerra, um dos gênios da MV, endossa o que o chefe diz sobre a importância da multidisciplinaridade na rotina da comunidade de Saúde. “No Brasil, havia um pensamento que sempre era focado na figura do médico para o cuidado do paciente. Só que essa história mudou. Foram os próprios médicos que sentiram essa necessidade. Então, o nosso prontuário é focado na multidisciplinaridade”, destacou.

ERA DA PANDEMIA – Segundo Paulo Magnus, as ferramentas do PEP MV, que apoiam os médicos nas decisões clínicas, a partir de tudo o que foi construído com profissionais de diversas especialidades, são desenvolvidas para colocar o paciente no centro, sobretudo nesses tempos em que a Saúde digital passa por uma revolução potencializada pela pandemia de Covid-19. Ele destaca que, com o PEP, o médico e os demais profissionais de Saúde usam a tecnologia a seu favor. “A tecnologia está para auxiliar esses profissionais de Saúde no melhor caminho a seguir. A pandemia acabou sendo um facilitador na introdução de tecnologia. Na transformação digital todo mundo se apegou na tecnologia, que já estava no nosso sangue”, disse.

NÃO CAIU DO CÉU – O melhor prontuário eletrônico da América Latina com DNA pernambucano não é obra do acaso nem caiu do céu. É consequência de muito investimento e na aposta também num Nordeste que ganha reconhecimento no mundo da tecnologia. Gerente de sistemas da MV, Tiago Calado define o prêmio como um reconhecimento de alta relevância. “É motivo de muito orgulho para todos nós e nos incentiva a continuar trabalhando e ajudando as pessoas, porque, no final das contas, faz parte da missão da MV trazer mais eficiência na Saúde e na gestão, através do uso da tecnologia”.

CURTAS

PAIXÃO ARDENTE – Casado com uma pernambucana, três filhos, Paulo Magnus vem da região dos pampas do Rio Grande do Sul, Estado que o povo enaltece suas tradições com orgulho diante de uma roda de chimarrão, um bom churrasco com arroz carreteiro e a dança da chula, puxada pela forte batida nos pés em harmonia e nos desafios. Há muito, entretanto, trocou o “Tchê” pelo “Oxe” e hoje é um apaixonado pelo Recife, o frevo e o maracatu.

ENTREGA DO PRÊMIO – O prêmio Best in Klas, conquistado pela nordestina MV, será recebido numa grande cerimônia remota no próximo dia 23. Paulo Magnus, que sabe como ninguém valorizar talentos, num deserto de quadros de tecnologia que ainda se caracteriza o mercado de Pernambuco, fará questão de estar ao lado dos profissionais igualmente responsáveis pela conquista.

Perguntar não ofende: Quando os pernambucanos voltarão a recuperar sua autoestima e valorizar o que o Estado tem de bom? 


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Fernandes

Churrasco militar: 80 mil cervejas 714 mil k.de picanha, comprados pelas forças armadas. Que farra! Nem só de leite condensado vivem os militares. Quem tá achando bom é marcos Bundeiro a Lolita de camaragibe, mamador de piroca, queima a rosca

marcos

714 mil k de picanha só quem tem es]se volume de carne é Lulinha, o maior criador de gado nelore do mundo. Atualmente com 1 milhão e duzentas mil cabeças. Com certeza foi o Ronaldinho dos negócios que forneceu a Picanha!

Fernandes

Bolsonaro convida Fernando Collor para assessorá-lo. Collor atuará sobre a questão do aumento no preço do combustível.

Fernandes

Churrasco militar: 80 mil cervejas 714 mil k.de picanha, comprados pelas forças armadas. Que farra! Nem só de leite condensado vivem os militares.

Fernandes

Centrão quer os cargos dos militares no governo. E agora Jair?




06/02


2021

Coluna do sabadão

ACM rifa aliado

Acusado de adesismo no próprio partido, o presidente nacional do DEM, ACM Neto, apelou para que o deputado João Roma (Republicanos-BA), seu ex-chefe de gabinete na Prefeitura de Salvador, não se torne o próximo ministro do governo Jair Bolsonaro. A nomeação de Roma como ministro da Cidadania era dada como certa nos bastidores do Palácio do Planalto até ontem. O atual ministro, Onyx Lorenzoni (DEM), já foi comunicado que será deslocado para a Secretaria-Geral da Presidência. 

ACM Neto conversou com João Roma para demovê-lo de aceitar a indicação. Eles são amigos de longa data. Um aliado da dupla relatou que o deputado já “vestia a roupa de ministro”, mas desistiu. O presidente do DEM saiu da conversa seguro de que “não há a menor chance” de Roma ser ministro. Interlocutores de Neto afirmam que ele teve de intervir porque, dada a relação de compadrio entre eles, “ninguém acreditaria” que a nomeação não fosse aprovada pelo presidente do DEM.

A sondagem para que o deputado, hoje no Republicanos, aceitasse o cargo de ministro da Cidadania evoluiu desde quarta-feira passada. Ele conversa diretamente com a direção do seu partido, chefiado pelo deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP). O partido apoiou a eleição de Arthur Lira (Progressistas-AL), aliado de Bolsonaro, como presidente da Câmara. Deputado de primeiro mandato, Roma é muito ligado a ACM Neto e sua indicação poderia sair carimbada como uma indicação para atender o herdeiro político do “carlismo”, que dominou a política baiana desde a época de seu avô Antônio Carlos Magalhães.

No ano passado, Bolsonaro esteve em Vitória da Conquista (BA) e elogiou o “velho ACM”. Além do Onyx, o partido tem outro filiado como ministro, a deputada Tereza Cristina, da Agricultura. Ambos, porém, são escolhas do presidente e não indicações partidárias. Apesar de rejeitar os “extremos” na política há pelo menos quatro anos, Neto tem dito que não pode, ainda, rechaçar aliança com Bolsonaro para as eleições de 2022, nem com outros nomes de centro.

Em vídeo divulgado, ontem, ele negou que vá aceitar compor uma chapa presidencial como candidato a vice-presidente em 2022. “Não serei candidato a vice-presidente da República de Bolsonaro nem de nenhum outro candidato”, disse o ex-prefeito da capital baiana. Neto disse que jamais aceitou “discutir ou negociar cargos ou espaços” e que o DEM não tem interesse em virar base do governo, apesar de o Planalto considerar o partido aliado. O presidente do DEM está sob pressão por efeito das traições na bancada federal do partido.

Julgamento – O Superior Tribunal de Justiça marcou para a próxima terça-feira o julgamento dos três recursos apresentados pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) no caso das “rachadinhas”. O senador espera anular a quebra de sigilo bancário e fiscal e o compartilhamento de informações entre o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e o Ministério Público do Rio de Janeiro. Inicialmente, o julgamento seria realizado em novembro de 2020, quando os processos começaram a ser analisados pela 5ª Turma do Tribunal.

Sebá na liderança – Depois de Renildo Calheiros (PCdoB) e Danilo Cabral (PSB), ontem foi a vez do Avante confirmar o deputado pernambucano Sebastião Oliveira líder na Câmara. O Estado passa a ser, assim, três líderes com amplas chances de projeção nacional. Ex-presidente estadual do PL, Sebá, como é mais conhecido, terá a responsabilidade de liderar uma bancada de oito parlamentares. Para chegar lá contou com o apoio decisivo do presidente nacional da legenda, o mineiro Luís Tibé, de quem é amigo pessoal. Com certeza, Sebá, que é sobrinho do ex-deputado Inocêncio Oliveira, dará conta do recado, porque já goza de excelente trânsito na Casa.

FUNDEB ameaçado – O Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) corre o risco de ficar sem verba a partir de março por causa do atraso do Congresso em aprovar o Orçamento de 2021. O Governo precisa repassar R$ 14,4 bilhões para o fundo educacional, o que representa 73% da quantia total do programa para este ano. Os valores destinados ao Fundeb são destinados a escolas públicas de educação básica em todo o País. Além de ajudar a manter a infraestrutura das instituições de ensino, o fundo auxilia no pagamento dos salários dos professores da rede pública. O fundo se tornou permanente em 2020 por meio de uma emenda à Constituição.

Morte absurda – A enfermeira Adriana Grade, de apenas de 24 anos, morreu depois de tomar uma injeção em um hospital da rede pública em que trabalhava, na Zona Norte do Recife. Ela atuava há cerca de um mês no Bloco Cirúrgico do Hospital dos Servidores de Pernambuco (HSE), unidade gerenciada pelo Governo, que confirmou, por meio de nota, a morte após "o uso de medicação intravenosa". O caso ocorreu na quinta-feira ´passada e no dia seguinte o corpo da jovem foi sepultado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife. Uma sindicância foi aberta pelo hospital para investigar o fato e apurar a causa da morte de Adriana.

O jogo de Lula – Fernando Haddad aceitou ser o candidato do Partido dos Trabalhadores à presidência em 2022. A declaração ocorreu em entrevista realizada à TV 247. De acordo com Haddad, o fato ocorreu após uma conversa com Lula, diante do impasse sobre os direitos políticos do ex-presidente. Haddad, no entanto, teria feito uma ressalva. Caso Lula recupere seus poderes políticos, receberia total apoio. Trata-se de uma jogada de Lula. Na verdade, o ex-presidente sonha 24 horas em restabelecer os seus direitos políticos, cassados pelo seu envolvimento na Lava Jato, mas enxerga pela frente um cenário quase que impossível de ser revertido.

CURTAS

REAÇÃO – A escolha de Fernando Haddad pelo ex-presidente Lula como candidato à Presidência da República em 2022 pelo Partido dos Trabalhadores (PT) gerou uma reação de Guilherme Boulos nas redes sociais. “Defendo que a esquerda busque unidade pra enfrentar Bolsonaro. Para isso, antes de lançar nomes, devemos discutir projeto”, diz o Coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto), que foi candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSOL e que também disputou a Presidência em 2018.

PISADA DE BOLA – O líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), abriu uma crise política ao ameaçar “enquadrar” a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Barros afirmou ao Estadão que os diretores da agência estão “fora da casinha” e “nem aí” para a pandemia de covid-19. Acabou recebendo um pito do presidente Bolsonaro, que saiu em defesa da Anvisa.

Perguntar não ofende: Quanto tempo resta a Marília Arraes no PT? 


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Fernandes

Fascismo não se discute, se destrói. Fora Bolzonaro! Fora marcos de camaragibe Bundeiro a Lolita mamador de piroca.

Fernandes

Mas afinal, você quer que seu filho seja Gay? ............. Então é só pedir para o marcos Bundeiro a Lolita de camaragibe, mamador de piroca cartilha marcos de camaragibe. Simples assim.

marcos

Fernando Haddad o nosso Kit Gay já avisou que se eleito for, trocará o verde e amarelo da bandeira Brasileira pelo Rosa Pink. A Bicha é poderosa.

marcos

Lula o Ladrão Alcoólatra que faz piadas com o nome de Deus.

marcos

Pergunta que não quer calar: Por que nenhum candidato a prefeito nas eleições de 2020 quis Lula no Palanque?.............. EEEEEi o Carniça tá Podre!


ALEPE


05/02


2021

Coluna da sexta-feira

Um salto de qualidade

Pernambuco sempre esteve na vanguarda em enviar para Brasília, seja para a Câmara ou o Senado, nomes que venceram a barreira do provincianismo e se constituíram em grandes lideranças nacionais. Foi assim com Marco Maciel, Inocêncio Oliveira e Severino Cavalcanti, eleitos presidentes da Câmara dos Deputados. Maciel, sempre à frente de todos, virou um dos ícones nacionais do centro-direita, pela destacada capacidade de articulação política na construção da Nova República, com a eleição indireta de Tancredo Neves.

Chegou à Vice-Presidência da República por dois mandatos, na chapa que elegeu e reelegeu Fernando Henrique Cardoso. Afastado da vida pública por problemas de saúde, faz muita falta ao País. Num determinado momento da República pós ditadura, Pernambuco chegou a ocupar cinco Ministérios, a presidência da CEF e o comando da Receita Federal. Teve até governador do Distrito Federal, o ex-senador Cristovam Buarque, e uma penca de lideranças no Congresso.

Entre os anos 80 e 2000 passaram pelo Congresso nomes pernambucanos que deram uma grande contribuição ao debate nacional, como Miguel Arraes, Roberto Freire, Jarbas Vasconcelos, Cristina Tavares, Egídio Ferreira Lima, Maurílio Ferreira Lima, Osvaldo Lima Neto, Fernando Lyra, Eduardo Campos, Ricardo Fiúza, ex-ministro, líder do Centrão, Carlos Wilson, ex-ministro, o próprio Inocêncio, Roberto Magalhães, Sérgio Guerra, Nilo Coelho, Mendonça Filho, Armando Monteiro, Osvaldo Coelho, Fernando Bezerra Coelho, José Murilo, Gustavo Krause, Tabosa de Almeida, José Mendonça, José Jorge e Joaquim Francisco, Thales Ramalho, Cid Sampaio e Armando Monteiro Neto.

Uma galeria e tanto! Mas nos últimos anos, sobretudo a partir da morte de Eduardo Campos, o Estado perdeu protagonismo na política nacional. A eleição da nova Mesa Diretora da Câmara dos Deputados trouxe um alento ao Estado com a garantia de três postos: a primeira-secretaria, que passa a ser dirigida pelo presidente do PSL, Luciano Bivar; a segunda-secretaria, com a petista Marília Arraes, que contrariou o seu partido; e, por fim, a segunda-vice presidência, com o macielista André de Paula.

Também saem da província para a cena nacional os deputados Danilo Cabral (PSB) e Renildo Calheiros (PCdoB), ambos eleitos líderes dos seus respectivos partidos. Serão as vozes também do Estado no embate da pauta congressual. São representantes de legendas que estão do outro lado do balcão, na oposição ao Governo Bolsonaro. Não alavancam recursos para o Estado, mas podem apontar os caminhos mais urgentes e necessários em defesa dos mais altos interesses do povo brasileiro, com olhos voltados para Pernambuco.

Reforma já – Os recém-eleitos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) afirmaram, ontem, que pretendem ter a proposta de reforma tributária aprovada nas duas casas do Congresso em até oito meses. Eles tiveram encontro com o presidente da comissão mista que analisa o pacote de mudanças no sistema tributário, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), e com o relator da proposta, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). “A comissão mista concluirá seu trabalho até o final de fevereiro, com a apresentação do parecer por parte do deputado Aguinaldo, ouvindo os demais membros, que poderão sugerir acréscimos, supressões, críticas ao parecer”, disse Pacheco.

CPI do corona – O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou, ontem, um requerimento para abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Senado para investigar as ações e omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19. “Precisamos investigar as responsabilidades por trás do morticínio causado pela pandemia e o Senado Federal certamente contribuirá para elucidar as causas com a instalação da CPI do Coronavírus”, disse o senador. Para que seja aceita a abertura da comissão, o requerimento precisa de pelo menos 27 assinaturas. Para ser instalada, entretanto, ainda depende da leitura pelo presidente da Casa, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), aliado do Governo.

Sistema híbrido – A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados discutiu, ontem, voltar a cobrar presença física dos deputados. Em 2020, foi inaugurado um sistema que permite aos congressistas participar das sessões fora de Brasília para evitar aglomerações no plenário. O 2º vice-presidente da Casa, André de Paula (PSD-PE), disse na saída da reunião que a hipótese estudada é que os deputados que não integram grupos de risco para agravamento da covid-19 passem a registrar presença fisicamente. Mas poderiam participar das sessões de fora do plenário.

Retrocesso – O ex-deputado Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania, admitiu, ontem, em Brasília, que a eleição de Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara – em uma derrota de Baleia Rossi (MDB-SP) e do ex-presidente da casa Rodrigo Maia (DEM-RJ), que não conseguiu eleger o emedebista como seu sucessor – causou um desarranjo na articulação de centro que vem sendo formada tendo em vista a disputa presidencial de 2022. "Esse processo que estava existindo do ponto de vista de 2022 – discussões sobre alternativas, que tipo de articulação e de aliança que estava surgindo – isso mudou, sofreu um retrocesso”, destacou.

DEM sinaliza apoio – O presidente nacional do DEM, ACM Neto, disse, ontem, ao jornal Folha de São Paulo, que não há compromisso com nenhum dos possíveis candidatos à Presidência para 2022, mas que o partido não descartou nenhuma possibilidade também, incluindo o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB). Afirmou que o DEM não apoiará “extremos” para a próxima eleição e que não pode descartar “inteiramente a possibilidade de estar com Bolsonaro”. O ex-prefeito de Salvador indicou também que essa é uma decisão que vai levar em conta a postura do presidente nos próximos dois anos de mandato.

CURTAS

PAU EM MAIA – Num evento, ontem, em Florianópolis, o presidente Bolsonaro voltou a bater no ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia. "Temos diferença e alguns senões, mas acredito, em especial depois dessas eleições, que a começar de 1º de fevereiro o Parlamento deu sinais que quer trabalhar e não quer ficar refém de uma só pessoa", afirmou, sem citar diretamente o ex-chefe da Câmara.

GRANDES FORTUNAS – Em entrevista, ontem, ao Frente a Frente, o novo líder do PSB na Câmara dos Deputados, Danilo Cabral, propôs que o Governo Bolsonaro coloque em discussão e na prática a proposta de taxação das grandes fortunas para garantir a arrecadação necessária à reativação do auxílio emergencial destinado às camadas mais pobres da população. "Outros países, como o Chile, obrigaram os ricos a pagarem mais impostos. O Governo tem que tirar de quem acumula rios de dinheiro e sonegam", afirmou.

Perguntar não ofende: Sem ambiente em Brasília, Rodrigo Maia vai aceitar ser o secretário de Governo de Doria em São Paulo


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Fernandes

Centrão mostra que não aceitará migalhas de Bolsonaro. O centrão não vai se contentar com cargos decorativos, diz o jornalista Bernardo Mello Franco. Exigirá pastas de alto orçamento e com potencial para turbinar candidatos em 2022. Quero o cabaré pegar fogo.

marcos

Você quer que seu filho seja Gay? É fácil fala com Haddad que ele te envia a cartilha Gay!

marcos

Fernando Haddad, o pai do Kit Gay. ...........................................................O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira em São Paulo que o controverso kit Gay será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano. O anúncio acontece um dia depois de a presidente Dilma Roussef criticar o conteúdo do material, que ainda está em fase de avaliação pelo MEC. De acordo como Haddad, os vídeos do projeto serão refeitos e distribuídos a professores do ensino médio de escolas onde houver registro de casos de homofobia. O ministro afirmou que ainda está em discussão se serão mantidas as diretrizas que guiaram a formulação do material. “Essa será uma discussão técnica, que contará com a participação de especialistas no assunto”, disse Haddad, que esteve em São Paulo para a inauguração do Campus de Osasco da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). De acordo com o ministro, as mudanças no chamado “kit-gay” não vão onerar o estado, uma vez que o convênio firmado entre o MEC e as ONGs responsáveis pelo kit previa a possibilidade de alterações. “O custo original de 1,8 milhão de reais

marcos

Kit gay” preparado pela gestão de Fernando Haddad na educação foi o primeiro a propor “transgêneras” em banheiro feminino. Esse rapaz sempre dando boas idéias…Reinaldo Azevedo.

marcos

Já começou o arranca rabo da esquerda. Pega fogo o Cabaré Canhoto. kkkkkkkkkkkkkk


Bandeirantes 2021


04/02


2021

Coluna da quinta-feira

O São João e as críticas a Maia

Único ministro pernambucano no Governo Bolsonaro, Gilson Machado Neto, do Turismo, deu uma longa entrevista ontem, direto de Brasília, ao Frente a Frente, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, no Grande Recife. Apesar do gabinete apinhado de gente para audiência, Gilson me recebeu fora de agenda, dispensou o tempo que necessitava para a entrevista e antecipou boas informações.

Disse, por exemplo, que o Governo trabalha com o cenário de promover o São João, com destaque para Caruaru. Chegou até a brincar, informando que gostaria de tocar sanfona na abertura da festa junina na capital do forró, ao lado do presidente Bolsonaro. Para fazer o São João, segundo Gilson, o Governo vai acelerar a vacinação no País, para que, em pouco tempo, provavelmente até julho, toda a população seja vacinada.

"Vamos cumprir a meta de vacinação do ministro Pazuello (Saúde)", disse. O ministro falou ainda de outros assuntos, como a provável ida do presidente a Caruaru ou Garanhuns ainda este mês para inaugurar obras e anunciar medidas na área de infraestrutura viária. Recentemente, Gilson e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, sobrevoaram o entorno do Recife, entre a BR 101 e a 232, e chegaram a anunciar que o Governo pode retomar o projeto do Arco Metropolitano, para desafogar o trânsito naquelas áreas.

Gilson falou, também, da vitória do Governo no Congresso, que elegeu aliados para presidir a Câmara e o Senado. Para o ministro, não foi uma vitória do presidente Bolsonaro, mas da democracia. "Temos certeza de que as relações do Governo com o Congresso vão se dar em outra dimensão", afirmou numa crítica indireta ao ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Sobre Maia, aliás, Gilson relatou que ele criou dificuldades em todas as áreas do Governo, inclusive para o turismo. "Depois de muita pressão, ele botou em votação um projeto para impulsionar o fluxo turístico no País, mas deixou de fora um item importante que facilitaria a entrada de turistas estrangeiros no Brasil. "Maia agiu, em muitos momentos, para prejudicar o Governo. Não se pode tocar uma Casa Legislativa com atitudes pequenas", reclamou.

Gabinete concorrido – Na chegada ao gabinete do ministro do Turismo, ontem, no meio da tarde, encontrei sua antessala apinhada de gente a espera de audiência. Deputados, prefeitos, empresários, jornalistas, enfim, um amontoado de almas vivas. Tinha até uma delegação de Gramado, que havia ido ao gabinete para fazer uma foto. "É um dos ministros mais procurados da Esplanada", disse um deputado, que pediu para não ser citado. Ele foi encontrado na sala de espera com três prefeitos com propostas de projetos turísticos para os seus municípios.

Marília raçuda – Mais uma vez, em menos de seis meses, a deputada Marília Arraes enfrentou o PT e detonou. Sem o apoio do partido, foi eleita para a Mesa da Câmara. É a segunda-secretária para o biênio 2021-2022 pelos seus próprios méritos, sua enorme capacidade de articulação e seu espírito guerreiro. Marília já havia imposto uma derrota histórica ao PT ao disputar a Prefeitura do Recife nas eleições passadas contra a vontade de Humberto Costa e sua tropa de choque.

Líder derrotado – O deputado Alexandre Molon (RJ) chegou a manobrar para permanecer na liderança do PSB na Câmara dos Deputados, mas foi atropelado pela capacidade de articulação do deputado Danilo Cabral, novo líder, escolhido ontem pela unanimidade da bancada. No terceiro mandato consecutivo, Danilo terá oportunidade de virar liderança nacional. Vai depender muito da sua postura como um líder de oposição, despachando do outro lado do balcão. Carioca, Molon quis continuar líder recorrendo a uma malandragem que não vingou.

Mais Justiça – O presidente Jair Bolsonaro foi ao Congresso Nacional ler a mensagem que marca o retorno dos trabalhos do Legislativo. No texto, o chefe do Executivo afirmou que pretende trabalhar em harmonia com os congressistas. "O atual cenário em que o Brasil se encontra exige de todas as autoridades públicas uma atuação ainda mais coordenada, integrada, harmônica e fulcrada no espírito público para, juntos, construirmos um Brasil mais próspero e mais justo para todos”, disse Bolsonaro.

Investigação – O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou, ontem, que a Polícia Federal investigue um esquema de venda na internet de dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e de outras autoridades. A determinação de Moraes atende a um pedido feito via ofício pelo presidente do Supremo, ministro Luiz Fux.  A solicitação foi feita depois de reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelar suposto esquema de comercialização de informações de autoridades.

CURTAS

XIITISMO EXACERBADO – Após os gritos de genocida por parte de alguns deputados xiitas da oposição, na chegada de Bolsonaro, ontem, ao Congresso, a base aliada reagiu gritando "mito" para o presidente. Bolsonaro, por sua vez, fez uma provocação: "Nos encontramos em 2022", afirmou, em referência ao período das próximas eleições presidenciais. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), eleito no cargo com apoio do Planalto, tentou acalmar os ânimos do plenário e pediu respeito. 

ATREVIDO – O radialista pernambucano Alberes Xavier, da Rede Agreste, foi o mais esperto dos que estavam cobrindo a sessão solene de reabertura do Congresso ontem. Infiltrou-se entre os deputados na comitiva de Bolsonaro, conseguiu fazer uma pergunta e ainda registrar o momento com uma foto ao lado do presidente na rampa de entrada do Congresso.

Perguntar não ofende: Por quanto mais tempo Marília Arraes ficará no PT?


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Fernandes

Sem o PT no governo: Desigualdade é a maior em sete anos. Além disso, o salário mínimo não tem ganhos reais desde 2015. Quem não está achando bom é marcos Bundeiro Lolita de camaragibe, o queima rosca.

marcos

De Fernando Vaisman (Bituca Von Wittgenstein)....................... Como faz tempo que eu não escrevo, já que os ganchos do Face não me permitem mais e como a noite de ontem foi emblemática por conta da vitória do governo nas eleições dos presidentes das duas casas legislativas, eu decidi voltar às raízes e fazer um textão. . Ontem, após o resultado das votações, muita gente veio me perguntar como eu acertei os resultados quase que na mosca (inclusive, os placares), mesmo tendo feito as minhas análises há uns três meses para a Câmara e há mais de um mês para o Senado. Além disso, muita gente veio me perguntar se eu não estaria preocupado com os presidentes eleitos e se eles seriam fiéis ao presidente. . Bom, diante disso, serve este texto para mostrar para vocês como se faz uma análise de jogo político e, ao final, passo as minhas impressões acerca da fidelidade, ou não, dos eleitos. . Pois bem. Como eu já disse aqui mais de um milhão de vezes, apesar do grande crescimento do interesse da população em geral em relação aos desdobramentos políticos, analisar cenário político é uma ciência e, acredite, das mais difíceis. De forma bem resumida, se você quiser aumentar as suas chances de acertar (óbvio que sempre poderá errar), é necessário seguir um passo a passo que, basicamente, compreende 4 etapas: . (i) esqueça qualquer tipo de vaidade – você tem que analisar as coisas não para mostrar que é o fodão ou que sabe tudo, mas sim para ajudar as pessoas a entenderem como o jogo é jogado e, assim, humildemente, voltar atrás quando necessário e saber sempre que há elementos que você ainda não teve acesso - ng sabe tudo; . (ii) desconecte-se de ABSOUTAMENTE todos os canais de mídia e opiniões de supostos especialistas – você verá que a mídia está lá apenas para turvar sua visão e os tais “especialistas”, na verdade, não sabem porra nenhuma (nunca sabem); . (iii) nunca analise fatos isolados e sim uma sequência de fatos – Política é filme e não foto; e . (iv) se necessário, ajuste as expectativas – na Política, o imponderável (morte, escândalo, etc) sempre está presente e, portanto, temos que ter a humildade de reconhecer que podemos ter que alterar o curso da análise, bem como reconhecer que, às vezes, faltam subsídios para estampar uma opinião (é um pouco do que eu disse no item (i), mas vale o destaque). . Tendo isso em mente, vou explicar como eu sabia que o presidente iria emplacar os presidentes da Câmara e do Senado. Confesso que o movimento do Senado foi mais difícil de ler, mas é por conta de particularidades daquela casa que eu falo no momento adequado. . Como eu já escrevi antes e eu fui debochado por muita gente que achava que eu estava inventando coisas ou que era otimista demais, não foi o governo que se aproximou do Centrão, mas sim o contrário. Se me permitem, vou fazer um breve histórico de como era para ser o governo JB antes da pandemia e como tem que ser agora, durante a pandemia e logo após o seu fim. . JB foi eleito prometendo mudar o jeito de governar. Sempre atacou a cooptação derivada do presidencialismo de coalisão, que, na prática, significa comprar apoio dos parlamentares com verbas e cargos. Nesse sentido, vale lembrar que a CF foi desenhada por parlamentaristas e, assim, muito poder foi dado ao Legislativo. Para melhorar, ainda, o aparelhamento do Judiciário que ocorreu nos anos de PT, enquanto dormíamos, fez com que o poder do Executivo fosse completamente esvaziado. Dessa forma, para se governar no Brasil, criou-se uma arapuca que é a necessidade de se governar com o Congresso ou, simplesmente, não governar de jeito algum (Collor e Dilma - 2o mandato - tentaram e o que aconteceu?). Se tivéssemos bons parlamentares eleitos, poderíamos pensar em aglutiná-los em torno de um bom projeto, mas como sabemos que eles só estão interessados com seus próprios umbigos, esqueça, ou você os compra ou você não governa. Essa é a regra. . Há alguma exceção a essa regra? Sim, há! Os 6 primeiros meses do mandato do presidente se ele for eleito de forma maciça pela população, que foi, justamente, o que ocorreu com JB em 2018. Portanto, JB sabia que poderia iniciar seu mandato com força total e o Congresso seria obrigado a engolir goela abaixo suas reformas. O que pensava o governo? Formar um ministério técnico (como nunca antes visto), contar com a opinião pública para empurrar as reformas econômicas goela abaixo do Congresso (lembrem-se das manifestações pela Reforma da Previdência) e, com isso, no final de 2019, início de 2020 a economia decolaria. Com a economia decolando, amigão, esquece todo o resto, porque não há ninguém que ousa bater num governo em período de prosperidade econômica. . O plano seguia perfeitamente bem, mas aí veio a puxada de tapete que foi a pandemia. Dali para frente, tudo mudou e o que se viu é que o presidente e sua equipe acabaram errando na estratégia. Deveriam ter seguido o único que teve essa visão, o Dep. Luiz Phillipe (o Príncipe), que disse que antes de qualquer reforma econômica, era necessário reformar o Judiciário. Pois bem, se o governo tivesse usado a força popular, pode ter certeza que teria reformado o Judiciário e colocado os urubus nos seus devidos lugares, mas não foi o que ocorreu e, no final das contas, o que acabou acontecendo? O STF boicotou tudo e destruiu os planos governistas, em especial quando determinou que cabiam aos prefeitos e governadores decidirem o que era melhor para tratar a pandemia. Resumo da ópera: a CGU estima que 65% dos recursos destinados aos estados e municípios foram DESVIADOS e o problema não acaba nunca. Para piorar, mesmo com todo esse plano sórdido, a culpa ainda é jogada nas costas do presidente, o que acabou causando, além da crise sanitária e econômica, uma relevante crise política. . Dali para frente, insistir na mesma estratégia seria suicídio. Você pode ter ficado triste com a aproximação do governo junto ao centrão, mas eu te garanto que se ela não tivesse ocorrido, em 2022, a esquerda estaria de volta ao poder, fosse a esquerda mais radical, fosse uma esquerda mais polida. . Então, o que restou? Fazer Política. Era isso ou naufragar. Mas como eu disse, JB, ratazana velha e conhecedor do que é a política brasileira na essência, usou de uma outra estratégia e, ao invés de pedir pinico para os caciques do centrão, inverteu o jogo e foi conquistando popularidade no território deles, em especial NO e NE. . Eu comecei a ver esse movimento lá para maio do ano passado e, em agosto, eu já tinha certeza absoluta que o governo iria eleger o presidente da Câmara. No Senado, as coisas iriam demorar mais um pouco para se mostrarem. . Mas como eu descobri isso? Eu á disse: se você quiser entender para onde a Política vai, nunca olhe para as pessoas que querem a cadeira do presidente da república. Olhe, justamente, para aqueles que não querem. E pq isso? Pq os que querem agem justamente para atingir esse objetivo, enquanto os que não querem não fazem força alguma, mas apenas andam conforme a maré. . Vou ensinar a vocês como ler o que vai acontecer no país inteiro, analisando, apenas, o que acontece em um pequeno estado. Peguemos o simplório Piauí. Bom, o Piaui, como quase todo estado do Nordeste, é dividido entre esquerda (por conta dos anos e anos de política assistencialista) e os coronéizões da área, como Ciro Nogueira (PI), Ciro Gomes (CE), ACM (BA), Sarney/Jader (MA) e por aí vai...Os tais coronézões se aliam a esquerda quando a esquerda está mais forte e o fazem justamente porque seu objetivo é um só: permanecerem no poder. Só isso que querem. . Vamos voltar ao Piaui? Pois bem. O Governo do Piaui é do PT. O Wellington Dias é o governador e o nosso querido amigo do centrão, Ciro Nogueira, era seu aliado desde o começo de seu mandato. Assim, o estado era dividido entre eles. Acontece que no dia 5 de agosto de 2020 foi noticiado que o Ciro abandonaria o Wellington e deixaria de apoiar o governo. Mas pq vc acha que ele fez isso? Fez pq sabia que a esquerda estava enfraquecida e a força bolsonarista estava tomando o estado. Assim, cordialmente, o Ciro Nogueira pulou do barco e passou a apoiar o presidente. Sabe qual foi o resultado? Nas eleições municipais, o PP saltou de 40 prefeituras em 2016 para 83 em 2020 e, assim, ficou com mais do que o dobro das prefeituras do MDB e PSD e mais de 3x mais prefeituras do que o PT. . Percebeu que o Ciro Nogueira e os demais caciques do centrão viram que eles precisavam mais do JB do que o contrário? E, assim, eles se aproximaram. E qual a vantagem de inverter o jogo? Simples: todo apoio no Congresso custa e custa caro, mas, ao inverter o jogo, o governo pode negociar com ais cartas na manga e, assim, ceder menos. . Um adendo importante aqui. O Centrão não busca holofote. Eles, que são os verdadeiros reis da Política brasileira, mantém-se no poder desde que o Brasil é Brasil, justamente porque agem na surdina. Nãos querem exposição. Mantém-se no poder porque exploram um povo pobre que não tem opção de votar por ideologia, mas apenas por um prato de comida. Agora, o preço que o Centrão paga é não ter popularidade. E é por isso que, às vezes, precisam se apegar às figuras mais carismáticas, como fizeram com o Lula no passado e agora fazem com JB. Acontece que, pela primeira vez, com todas as mudanças de conscientização política tidas no país, o centrão vai provar um pouco da popularidade do JB. Ou vc acha que o Roberto Jefferson está popular pq? E o Lira então? Ng sabia quem ele era há 6 meses e hoje é herói nacional. Percebeu a força do JB? E não se enganem, os caras vão adorar provar dessa popularidade e vão se lambuzar com ela. O cara que só quer manter seu curral eleitoral e que o fazia na base da opressão, ser aclamado pelo povo é novidade e isso, certamente, será viciante para eles. Vão querer mais disso, mas sabem que essa mágica acaba com um estalar de dedos do JB. Ora, se JB acabou com o herói nacional Moro, imagina como não e fácil aniquilar o não tão popular Lira, por exemplo? Percebeu como o jogo é bruto? Percebeu no golaço que o JB fez na Câmara? . Mas, calma que melhora. Esses caras que agora apoiam o governo já sabem do poder popular que JB tem. No mais, eles vão disputar 2022 e, portanto, não podem nem ser loucos de se meter em confusão ou atrapalhar o governo. Se forem pegos roubando ou boicotando o presidente, dão adeus à reeleição. Por isso, eu falo tranquilamente: GANHAMOS A CÂMARA! Podem ficar tranquilos! . Agora, no Senado, o jogo é mais complexo. Primeiro lugar, diferentemente da Câmara, no Senado não há um bloco dominante e o alto clero (leia-se políticos relevantes de DEM e MDB) dão as cartas. Segundo, apenas 1/3 das vagas do Senado estarão em jogo em 2022 e, portanto, a pressão popular ali funciona menos. E terceiro, 19 dos últimos 22 presidentes do Senado (contando com o Pacheco, que é de RO, mas eleito por MG) vieram do NO e NE. Isso devido à representatividade, já que se elegem 3 senadores por estado, independentemente da população e, assim, a bancada do NE junto com a do NO elegem 48 dos 81 senadores. Ou seja, ali o jogo é outro. . De qualquer forma, o governo articulou e conseguiu eleger o Pacheco. Muitos falaram que o candidato foi apoiado pelo PT tb, mas, sinceramente, tenho minhas dúvidas, até mesmo pela ausência do Jacques Wagner na votação de ontem. De qualquer forma, a situação no Senado não é tão limpa quanto na Câmara. Então, limpa o nojinho um pouco, para de pensar com o fígado e vem para a turma do cérebro. O que tem que fazer o governo numa situação dessas? Garantir o apoio do presidente b b do senado, certo? Sim, mas como? Infelizmente, dando um ministério para o DEM. Ladies and gentleman, é por isso que ou Minas e Energia ou Integração Regional vão para as mãos do DEM, do Alcolumbre, sendo que o ministro está com cara de ser o Marcos Rogério. Podem reclamar a vontade, mas ou é isso ou é o país parado por mais 2 anos, o que faz com que a Esquerda possa voltar contudo. Infelizmente, precisamos ter uma lista de prioridades e, na minha, certamente, a prioridade número 1 é afastar a esquerda do poder, não por revanchismo ou birra, mas pq a Esquerda elimina qualquer chance de termos um país melhor mais para frente. O Centrão não. O Centrão dá para controlar e usá-los para avançarmos naquilo que sabemos que é importante. Eles jogam o jogo se deixarmos eles rirem um pouco. . Estou falando para deixarmos os caras roubarem? Não! Estou falando para fazermos vistas grossas com a corrupção? Não! Estou falando em deixarmos eles colherem os louros da vitória quando o governo decolar. Qqquer ministro do JB num governo exitoso sabe que está com o futuro garantido. É o que eu mais queria? Não, mas vc viu que depois da puxada de tapete era isso ou devolver o país na bandeja pra Esquerda. Estávamos começando a limpar a casa, mas quebraram as nossas pernas e hoje sequer conseguimos sair da cama. Estamos aleijados. Precisamos voltar a andar, antes de retomar a faxina. Esse é o movimento que estamos fazendo e, por isso, não caiam nas narrativas que serão plantadas de que devemos ir para cima de impeachment de ministro do STF, pautar prisão em 2ª instancia ou fim do foro. Isso não é para agora! Isso é para depois de 2022. Até lá, precisamos recuperar a economia, senão, em 2022, sequer teremos chance de sonhar com essas pautas. Sejam espertos, abandonem ideologias e devaneios juvenis e tentem entender como se joga o jogo. Precisamos de 2 anos de PAZ INSTITUCIONAL para aprovar os projetos que são ESSENCIAIS para nossa SOBREVIVÊNCIA. E não tenha medo do STF. Ele vai atrapalhar um pouco, mas, acredite, o STF morre de medo do Congresso. Para quem não sabe, Senador pode afastar ministro do STF durante seu mandato, mas ministro do STF só afasta senador e deputado durante seu mandato, com o aval das casas legislativas. E quando acaba o mandato, acaba o foro e o processo vai para 1ª instancia, ou seja, sai das mãos do STF. Resumo da ópera: quem ganha a queda de braço entre Legislativo e STF é o Legislativo. . Agora, se você se decepcionou com o que eu disse, sinto lhe informar, mas a culpa é TODA SUA que deixou o país chegar onde chegou. Agora, aguenta, seja paciente, ajude seu país a sair dessa, mesmo que, para isso, tenha que sujar as mãos e, principalmente, APRENDA A VOTAR, para que, em 2022, consigamos dar um bom congresso (ou, pelo menos, um melhor congresso) para JB e, aí sim, exigirmos dele tudo aquilo que ele estava fazendo antes de tomar a invertida. . Tirem as crianças da sala, que agora o jogo é de gente grande!

marcos

Sem o PT no governo: Desigualdade é a maior em sete anos. ........................ Só lembrando que o PT faz só quatro anos que o PT saiu do poder, logo a desigualdade começou com o governo do PT

marcos

O governo do presidente Mito Jair Bolsonaro entrega ponte que liga Sergipe à Alagoas. É a esquerda atrapalhando o Brasil e o nosso Mito Trabalhando.

marcos

Que Deus te Abencôe meu irmão Nehemias!


Serra Talhada 2021


03/02


2021

Coluna da quarta-feira

PE com força na Mesa

Após um tremendo mal-estar, fruto de uma decisão unilateral e surpreendente do novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), dissolvendo o bloco formado pelo ex-presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), será eleita, hoje, finalmente, o restante dos dirigentes da Câmara. A bancada de Pernambuco volta a ter um espaço destacado.

Presidente nacional do PSL, o deputado Luciano Bivar assume a Primeira-Secretaria, cargo que na primeira votação estava destinado ao PT, representado pela deputada Marília Arraes. A Primeira-Secretaria é a Prefeitura da Casa, orçamento de R$ 6 bilhões, cobiça de todos os partidos. Já o deputado André de Paula, que foi líder do PSD na Câmara, passa a dar as cartas na Segunda Vice-presidência, enquanto a petista Marília Arraes toma as rédeas da Segunda Secretaria.

O atual presidente da Casa diz que o antigo, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não poderia ter validado o grupo de Baleia Rossi, de quem era aliado. O deputado do PP argumenta que houve perda de prazo. Aliados de Baleia afirmam que o sistema eletrônico de registro apresentou defeito e que isso causou o atraso.

Os blocos servem para dividir os cargos na Mesa. Antes do indeferimento do bloco, o grupo de Lira teria três titulares (além do próprio Lira na presidência) e o de Baleia, outros três.

Quando Lira indeferiu o bloco de Baleia Rossi, a votação para os cargos da Mesa já tinha sido realizada. Ele pode fazer a manobra porque os votos para presidente são apurados antes dos demais. E o eleito conduz a contagem dos outros postos. O motivo para a eleição ter sido adiada para hoje foi a reação dos partidos prejudicados pela atitude de Lira, considerada ditatorial pelo bloco de esquerda. A mais prejudicada, Marília chegou a dizer que perdeu a Primeira-Secretaria por força de um verdadeiro golpe.

Volta por cima – Em 2006, candidato à reeleição para a Câmara dos Deputados, o pessedista André de Paula, cria de Marco Antônio Maciel, sofreu profunda decepção: não conseguiu reeleger-se. Entrou para o cemitério dos vivos mortos na política, mas com o tempo fez as pazes com as urnas. Perfil diplomático, excelente articulador, André passou a viver um mundo mais colorido à sua frente no Congresso, sendo escolhido líder do PSD na Câmara. O desfecho do seu retorno ao poder em definitivo se deu ontem com sua eleição para segundo-vice-presidente da Câmara.

Música no Fantástico – Potencial candidata ao Governo de Pernambuco, a deputada Marília Arraes foi rifada pelo PT em 2018. Dois anos depois, era dada como eleita prefeita do Recife e perdeu no segundo turno. Na última segunda-feira, dobrou o PT e carimbou seu passaporte para a Primeira-Secretaria da Câmara. Havia virado a prefeita da Casa, mas de última hora o novo presidente da Câmara, Arthur Lira, melou o jogo e, segundo ela própria definiu como golpe, cassou sua eleição de mandante da Casa. Deputados que ajudaram Marília a ficar na mesa, agora como segunda secretária, dizem que ela já tem direito a pedir música no Fantástico.

Paraíba no poder – Sem impasse, como se deu na Câmara, o Senado elegeu, ontem, a sua Mesa Diretora para o biênio 2021-2022. Normalmente, há acordo e candidatos únicos para cada um dos dez cargos em disputa. Dessa vez, entretanto, houve concorrência para a 1ª vice-presidência. PSD e MDB, que são as duas maiores bancadas do Senado, lançaram candidatos. Lucas Barreto (PSD-AP) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) disputaram. Veneziano saiu vencedor por 40 a 33.

O primeiro encontro – O presidente Jair Bolsonaro receberá, hoje, os novos presidentes da Câmara e do Senado – Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), respectivamente – para tentar acertar uma agenda comum entre o Executivo e Legislativo. O encontro será a primeira oportunidade pós-pleito de o governo fazer com que os eleitos sejam mais amigáveis às políticas do Planalto. Além do encontro com Bolsonaro, Lira e Pacheco acertam uma breve reunião de trabalho com o ministro Paulo Guedes (Economia). Nesse campo, espera-se que as pautas defendidas pelo czar da Economia avancem neste ano. É o que a equipe chama internamente de “limpar a pauta”.

Parou na Justiça – O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, deu 10 dias para Arthur Lira (PP), eleito novo presidente da Câmara, explicar sua decisão de anular o bloco do deputado Baleia Rossi (MDB). Com a manobra, Lira pode passou a ter cinco aliados entre os seis titulares dos cargos em disputa na Mesa Diretora. Com maioria entre os sete integrantes titulares do colegiado, o presidente (ele próprio 1 dos 7) tem maior liberdade para tocar os projetos que desejar dentro da Casa. A decisão de Toffoli atendeu a mandado de segurança ingressado pelos partidos no STF para contestar a medida tomada por Lira. O ministro ainda pediu parecer da PGR (Procuradoria Geral da República) e permitiu que a AGU (Advocacia Geral da União) também faça parte da ação caso tenha interesse.

Enfim, no Congresso – Com a vitória dos candidatos apoiados pelo Governo no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro prestigia, hoje, a sessão solene que marca o início dos trabalhos no Legislativo, marcada para às 16 horas. A presença do chefe do Executivo é um aceno a Arthur Lira (PP-AL), novo presidente da Câmara, e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que comandará o Senado. Essa é a primeira vez que Bolsonaro irá ao Congresso desde que assumiu a presidência. A participação do presidente na sessão de foi confirmada pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom). A presença do chefe do Executivo na primeira sessão do ano do Congresso, porém, não é regra. O presidente pode ser substituído pelo ministro da Casa Civil, atualmente general Braga Netto, além de mandar outros representantes do governo, como o vice-presidente Hamilton Mourão, que compareceu à solenidade em 2019. 

Poder é destino – O deputado federal Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, nessa disputa por espaços na Mesa, veste o estereótipo da velha filosofia de que poder é destino. E sorte também. Na primeira eleição, na segunda-feira, era dada como certa a sua derrota para o deputado Victor Hugo, ex-líder do Governo Bolsonaro. Com a reviravolta, virou candidato único à Primeira-Secretaria na eleição de hoje, tudo por causa de um entendimento fechado por Lira junto aos líderes partidários.

CURTAS

ALIMENTOS – O senador Randolfe Rodrigues (Rede–AP) entregou à 1ª Vara Federal Cível, da subseção judiciária do Distrito Federal, ação popular que pede liminar que impeça o Poder Executivo de realizar compras de alimentos considerados não essenciais para a subsistência. Além disso, é solicitado que o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) sejam intimados a tomar ciência do caso e abrir as investigações cabíveis. O processo é o terceiro protocolado pelo senador em relação à revelação dos gastos de R$ 1,8 bilhão pelos órgãos do Executivo com alimentos.

FESTANÇA – Após ganhar a eleição e se tornar o novo presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) fez uma festa em um bairro nobre de Brasília. Lira e os convidados não usavam máscaras para prevenir o contágio por Covid-19. Na celebração, deputados, amigos e assessores do novo presidente da Câmara se aglomeraram e, em diversos momentos, trocaram abraços e apertos de mão. Um dos convidados era o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

Perguntar não ofende: Danilo Cabral foi rifado para líder do PSB?


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Comentários

Fernandes

Biden recebe dossiê pedindo que EUA cortem relações com governo Bolsonaro.

marcos

Manda Biden pra pqp. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcos

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos. Câmara, Senado e Presidência. Agora vai.

Fernandes

Biden recebe dossiê pedindo que EUA cortem relações com governo Bolsonaro.

Fernandes

adora um fuchico. Cruzes. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. FUXICO, viado safado de camaragibe, aprende português.


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02/02


2021

Coluna da terça-feira

Pisou em Maia e atingiu Marília

Além da acachapante derrota imposta ao bloco da oposição, o novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tomou uma decisão, ontem, logo após proclamado eleito, que humilhou politicamente o agora ex-presidente presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), anulando os efeitos do bloco partidário criado por Maia que definiu a ocupação dos cargos na Mesa Diretora com base na proporcionalidade dos partidos na Casa.

Isso implica, na prática, na anulação da votação dos demais cargos de direção. O partido mais prejudicado foi o PT, a quem coube, pelo bloco definido por Maia, a Primeira-Secretaria, tendo sido indicada a pernambucana Marília Arraes, que já festejava sua vitória. Marília enfrentou as bravatas do PT, que não queria seu nome, e saiu da condição de candidata avulsa à oficial, bancada pelo grupo e não pelo PT.

Hoje, pela decisão de Lira, haverá uma grande rearrumação das indicações partidárias e é muito provável que Marília não tenha a oportunidade de disputar mais a Primeira-Secretaria, que é, na prática, a Prefeitura da Câmara, com o poder de decisão em cima de um orçamento da ordem de R$ 6,2 bilhões. Pela decisão de Lira, o bloco de Maia que deu ao PT a Primeira-Secretaria está dissolvido.

Para um bom entendedor, o primeiro ato de Lira foi uma vingança em cima de Rodrigo Maia, que montou o bloco de forma autoritária para beneficiar a candidatura de seu aliado Baleia Rossi, do MDB de São Paulo, que teve apenas 145 votos ante 302 do novo presidente da Casa.

Tão logo sentou na cadeira de presidente da Câmara, amparado por uma consagradora votação, Arthur Lira deslanchou alguns dos últimos atos de um combalido Rodrigo Maia. Maia desconsiderou nas suas últimas decisões eleitorais o regimento da Casa, admitindo a formação de um bloco parlamentar além do prazo e desconsiderando as questões de ordem levantadas sobre isso.

Lira mostrou que não está disposto a fazer concessões extra-legais ao grupo derrotado, determinou o retorno da situação ao limite do prazo legal, abolindo os atos arbitrários de Rodrigo Maia e abriu novos prazos para que todos os cargos da mesa sejam preenchidos rigorosamente de acordo com o Regimento da Casa.

O destino de Maia – O fim da era Rodrigo Maia no comando da Câmara ocorre em um momento de dilema vivido pelo deputado. A dúvida é se ele deve sair do DEM, partido agora dominado por lideranças cooptadas pelo governo. Nos últimos dias, ele e o presidente Jair Bolsonaro travaram queda de braço na disputa pelo controle da Casa. A legenda decidiu abandonar a campanha de Baleia Rossi (MDB-SP) e apoiar o líder do Centrão, Arthur Lira (PP-AL), eleito presidente. Se permanecer na legenda, o parlamentar de 50 anos, quase cinco deles no comando da Câmara, será mais um congressista, avaliam aliados. Fora, Maia será cobiçado por outras legendas e terá condições de se tornar um player influente do campo oposicionista no processo sucessório de 2022.

Ducha fria – Em meio à eleição de renovação das mesas do Senado e da Câmara, o que não faltou, ontem, em Brasília, foi especulação em torno da reforma ministerial. Um dos mais fortes rumores davam conta da escolha de um nome do DEM para o Ministério da Educação. A maior aposta recaia no nome do deputado João Roma, democrata baiano, ligado ao presidente nacional do partido, ACM Neto. Mas o próprio ACM jogou uma ducha fria no disse me disse ao afirmar que não indicaria sequer um porteiro para o Governo Bolsonaro.

Clube dos riquinhos – Uma socialite de Brasília cuidou de observar com acuidade o guarda-roupa dos parlamentares integrantes do chamado baixo clero que circulavam com desenvoltura ontem no Salão Verde da Câmara durante a sessão de votação e eleição da nova mesa diretora da Casa. Num país de miseráveis, segundo o IBGE são 27 milhões, vários deles exibiam sapatos da linha Salvatore Ferragamo, que custam a bagatela de quase R$ cinco mil. Que País é este, meu Deus!

O chorão – No discurso de despedida da Câmara dos Deputados, ontem, depois de três mandatos, o agora ex-presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) chorou feito bebê. Sai deste processo eleitoral do Congresso como anão político, o maior derrotado. Bancou uma aventura para confrontar o presidente Bolsonaro e se deu muito mal. Não conseguiu sequer transferir os votos da bancada do seu partido para Baleia Rossi, candidato que bancou para seu infortúnio.

CURTAS

CIRURGIA – O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, saiu direto de Alagoas, sexta-feira passada, após a visita do presidente Bolsonaro, para o Recife, para se submeter a uma cirurgia de emergência na arcada dentária. E só ontem regressou a Brasília para cumprir sua agenda, que começa às 7 da manhã e vara a madrugada.

BAGUNÇA – Em Brasília desde sexta-feira passada, para cobrir a eleição na Câmara e no Senado, percebi que o Governo do Distrito Federal descuidou na prevenção à Covid-19. Vi restaurantes apinhados de clientes, uns até com fila. Inferninhos com jovens sem máscaras, dançando ao ar livre e até motoristas de Uber sem máscaras.

Perguntar não ofende: A reforma ministerial é para já ou Bolsonaro dará um tempo?


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Comentários

Fernandes

Quem está enchendo o rabo é a canalha da direita, só mamando, 02 anos roubando. Haja leite moça, e caviar. KKKK

Fernandes

Enquanto a esquerda desMaia, a direita de Lira. Rouba kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcos

Alexandre de Moraes tem novo pedido de impeachment protocolado no Senado. Ui Xandão te cuida.

marcos

STJ volta a rejeitar recurso de Lula o Ladrão contra condenação no caso do triplex...............Nesta terça-feira (2), a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu rejeitar um novo recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a condenação no caso do triplex em Guarujá (SP). Condenado em 2017, Lula nega crime e tem recorrido.

marcos

ô Gretchen, o que porra é lolita?


Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2


01/02


2021

Coluna da segunda-feira

Refém de Maia, refém do Centrão

Nos dois primeiros anos do seu Governo, o presidente Bolsonaro choramingou a má vontade do Congresso para avançar nas reformas exigidas pela sociedade e na falta de uma mão dupla para se enxergar um palmo à frente em projetos que pudessem consolidar novos tempos no País alavancados por uma gestão empreendedora. O culpado, embora tenha tido importante papel na reforma da Previdência, tinha nome e sobrenome: Rodrigo Maia (DEM-RJ), que se despede hoje do comando da Câmara dos Deputados.

Maia sai e passa a ter sucessores, e não apenas um sucessor, um robusto grupo que atende pelo nome de Centrão, liderado pelo alagoano Arthur Lira (PP). Casado com os conservadores e fisiologistas do baixo clero, o voto mais caro do Congresso, Bolsonaro perde o discurso da vitimização. Todo bolsonarista roxo embarca no discurso do presidente, de que deputados e senadores, que só enxergam do umbigo para baixo, não zelam pelos interesses mais nobres da sociedade.

Era muito fácil até então culpar o Congresso. A partir desta página que se abre hoje, as vitórias do Governo terão um preço caro: o Centrão custa uma baba ao País, enfia a espada sem dó e sem piedade nos cofres da Nação toda vez em que aprova projetos e medidas provisórias enviadas ao parlamento pelo Governo. O Centrão vai encher o saco de Bolsonaro, chega com um bocão do tamanho de um jacaré. Sai a fase Bolsonaro refém de Maia, entra a fase dele prisioneiro do Centrão. Cada facada do Centrão vai ser um soco no estômago da sociedade.

Bolsonaro ganha, por outro lado, um adversário rancoroso e temente no bloco da oposição: o próprio Rodrigo Maia, que se alia aos esquerdóides preocupados com a única pauta, a de criar de dificuldades para o Governo e alimentar um ambiente favorável ao impeachment, temática que, a princípio, sai da ordem do dia, mas que pode surgir a qualquer momento mediante a relação do presidente com o Centrão.

Custa caro um Congresso dominado e subserviente. Na Casa Alta, o Senado, também estará tudo dominado, como já é, hoje, com Davi Alcolumbre. Sai o anão do Amapá, que nunca teve dimensão nem estatura para o cargo, entra Rodrigo Pacheco, também democrata, das alterosas montanhas mineiras de Tancredo Neves, que ensinou que o Brasil não admite nem o exclusivismo do governo nem da oposição, porque governo e oposição, acima dos seus objetivos políticos, têm deveres inalienáveis com o povo.  

MARÍLIA AVULSA - Pelos menos até ontem, o que se sabia na bancada pernambucana na Câmara era do desejo expresso de entrar na disputa de cargos na Mesa pelos deputados Luciano Bivar (PSL), de olho na poderosa Primeira-Secretaria, e de André de Paula (PSD), cargo ainda indefinido, a depender do rateio entre os blocos previsto para hoje. Já a petista Marília Arraes pede votos há dez dias, como candidata avulsa (sem indicação do PT) para disputar o cargo que venha a ser destinado ao partido. Fala-se na 1ª Vice-Presidência ou na 2ª Vice-Presidência.

PAUTA DA CÂMARA – O Congresso começa o ano legislativo, a partir de amanhã, um dia após a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado, com 30 medidas provisórias (MPs) em tramitação. Dessas, 29 foram editadas em 2020 e 12 estão em regime de urgência, ou seja, obstruem a pauta da Câmara ou do Senado. A partir do dia 4 de fevereiro, e até o fim do mês, 6 MPs perdem a validade. Entre elas, está a MP do setor elétrico. Aprovada na Câmara dos Deputados já no fim de dezembro na forma de um projeto de lei de conversão (PLV 42/2020), o texto remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia e precisa ser apreciado até o próximo dia 9.

PAUTA DO SENADO – Em 2020, o Senado sabatinou 70 autoridades. Para 2021, restaram apenas nove indicações nas comissões. Outras 21 já passaram por esta etapa, mas ainda precisam ser votadas pelo Plenário. As indicações aprovadas em 2020 foram para missões diplomáticas, agências reguladoras, para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). As sabatinas foram feitas por CAS (Comissão de Assuntos Sociais), CRE (Comissão de Relações Exteriores), CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e CI (Comissão de Infraestrutura) em um sistema de drive-thru e por totens espalhados pela Casa, para proteger especialmente os senadores do grupo de risco.

CAETANO NA BRIGA – Um grupo de artistas e influenciadores digitais lançou uma campanha nas redes sociais a favor do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que disputa a eleição para presidente da Câmara pela oposição. O cantor e compositor Caetano Veloso compartilhou, por meio do Twitter, vídeo em que o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) anuncia apoio a Rossi. Caetano endossou o discurso de Ciro considerando que Baleia Rossi é a alternativa “contra Bolsonaro”. E ainda passou um pito no prefeito do Recife, João Campos, que se aliou a Lira, implorando para ele ajudar Baleia.

CAMINHONEIROS DIVIDIDOS – A possibilidade de uma paralisação de caminhoneiros a partir de hoje aos moldes da greve de 2018 é cada vez mais remota. Lideranças ouvidas do movimento avaliam que a tendência é haver protestos pontuais. A categoria é bastante dividida e não há união em torno do tema. É um cenário muito diferente do visto há dois anos atrás. Os caminhoneiros reivindicam o fim da política de paridade de preços com o mercado internacional praticada pela Petrobras. Criticam os aumentos de 5,05% e 4,98% nos preços da gasolina e do diesel, respectivamente.

CURTAS

SEGURANÇA – Ministro da Infraestrutura, escalado por Bolsonaro para negociar com os caminhoneiros, Tarcísio Freitas garante que não haverá paralisação da categoria. “Não devemos ter greve. A mobilização é baixa. Sabemos que a situação é super difícil para eles. Mas, a maioria tem uma compreensão incrível do momento pelo qual passamos e não vai aderir”, diz ele.

RISCO INSTITUCIONAL – Candidata avulsa à presidência do Senado, Simone Tebet (MDB-MS) fala em crise institucional se Pacheco for eleito no Senado. “Infelizmente, como nunca vi até então, nós temos um Executivo com ingerência no Congresso. Não é apenas ingerência legítima, com pedidos de apoios republicanos. Estamos falando de cargos públicos externos, emendas extraorçamentárias na ordem de R$ 3 bilhões distribuídas para deputados, para senadores”, disse.

Perguntar não ofende: Caetano Veloso prega no deserto ao tentar fazer a cabeça de João Campos para trocar o apoio a Lira por Baleia Rossi? 


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Fernandes

Kim Kataguiri: Quando se vende a alma ao demônio, o capeta cobra com juros e correção monetária. Da tribuna da Câmara, o deputado Kim Kataguiri (DEM), candidato à presidência da Câmara, disse que Jair Bolsonaro faz exatamente o que criticava no (PT). Ele chamou o presidente de “traidor”. Quero ver pegar o Cabaré.

Fernandes

Quanta Merda marcos Bundeiro Lolita de camaragibe, tu parece que copiou Bozo Jumento. Kkkk

marcos

Hackers colocam à venda dados de Bolsonaro, dos 11 Ministros do TF, presidente do Senado,Câmara e outras autoridades. Como o STF agora aceita mensagens roubadas como provas de suposto crimes ( caso de Lula o Ladrão), pode haver uma avenida aí. Ui pega fogo o Cabaré da Justiça. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcos

O PT indicou a deputada Marília Arraes para a primeira-secretaria da Câmara, durante o biênio de 2021-2022. A sugestão do partido é uma espécie de prêmio de consolação para a parlamentar, que foi derrotada por João Campos (PSB) na disputa eleitoral pela prefeitura de Recife. Ui Gordinha! kkkkkkkkkk

marcos

Por “calote” de Dilma Jumenta, Justiça determina penhora na conta do PT..................................Se 2020 não foi um bom ano para o PT, 2021 não parece que será melhor... Após um ano de derrotas eleitorais, com o número de prefeitos eleitos reduzidos a quase nada (apenas 189, dentre os 5.567 municípios do país), e não tendo ganho nenhuma das disputas nas capitais, este ano parece que a derrota do Partido dos Trabalhadores será financeira. O juiz Henrique Dada Paiva, da 8ª Vara Cível de São Paulo, acaba de determinar a penhora de R$ 2,6 milhões do diretório estadual do PT, por uma dívida não paga da campanha eleitoral de Dilma, em 2014. O processo foi movido pela empresa Diorsi Comércio de Brindes, contratada em 2014 para fornecer material publicitário, como bandeiras e estandartes, para as campanhas de Dilma Rousseff para presidente e de Alexandre Padilha para governador de São Paulo, mas que até hoje não recebeu o pagamento pelo serviço.




30/01


2021

Coluna do sabadão

Céu de brigadeiro

Um voo tranquilo, sem turbulências nem sustos, se dá quando o tempo está limpo, com ventos favoráveis. Este parece o cenário para o presidente Bolsonaro nos próximos dois anos na sua relação com o Congresso, caso os prognósticos dos aliados do candidato a presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se confirmem de uma vitória retumbante no enfrentamento ao paulista Baleia Rossi (MDB), postulante da oposição, escolhido e apoiado pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Igualmente com a vitória do senador mineiro Rodrigo Pacheco (DEM) na presidência da chamada Casa Alta. O democrata é escolha pessoal do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que, como Maia, foi impedido de disputar a reeleição. Maia buscou o confronto com o Planalto e se aliou ao bloco de esquerda na Câmara, abraçando-se, inclusive, com o PT que tanto o fustigou, para tentar impor uma derrota a Bolsonaro.

Davi foi mais sabido. Passa a ter um aliado na sucessão da sua cadeira e permanece usufruindo das benesses do Governo. Na Câmara, desde o start do processo eleitoral, Arthur já era visto como favorito. Líder do Centrão, tem o apoio da maioria dos partidos. Com os ventos palacianos em seu favor, adoçou a boca do exército parlamentar que trabalha pela sua eleição mediante a liberação de R$ 3 bilhões em emendas pelo Governo.

Eleição de mesa diretora, de qualquer instância de parlamento no Brasil, não é para amador. Só ganha os profissionais e a máquina azeitada é um santo remédio: remove montanhas de votos indecisos. Rodrigo Maia sabe disso. Apostou num suposto desgaste do Governo, na desastrosa articulação do presidente com a Câmara, mas vai sair dessa corrida eleitoral menor do que entrou. Vai somar ao seu currículo uma grande derrota como padrinho político.

Bolsonaro, por sua vez, terá, neste céu de brigadeiro, dois presidentes, o da Câmara e o do Senado, trabalhando pela governabilidade. Mais do que isso, a derrota de Maia na Câmara é a certeza também de que estão sepultadas as chances de prosperar um movimento de rebeldia na Casa que desague na abertura de um pedido de impeachment do presidente.

Voto de ministros – Os ministros Onyx Lorenzoni (Cidadania) e Tereza Cristina (Agricultura) se licenciaram de seus cargos. Os decretos de exoneração foram publicados, ontem, no Diário Oficial da União. Com isso, os dois retomam seus mandatos como deputados federais e podem votar na eleição da próxima segunda-feira, que escolherá o novo presidente da Câmara. Ambos são filiados ao DEM e devem votar em Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Divisão no DEM – A bancada do DEM está dividida. O principal adversário de Lira é Baleia Rossi (MDB-SP), cuja candidatura tem como principal articulador Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Casa. O presidente nacional do DEM, ACM Neto, afirmou, ontem, que pelo menos três deputados baianos da legenda devem votar em Baleia Rossi. A declaração vem dias depois de os cinco deputados do partido na Bahia terem apoiado publicamente a candidatura de Lira. O apoio a Lira é grande na sigla. Caso a legenda nem ao menos vá para o bloco de Baleia Rossi, exporá uma influência reduzida de Rodrigo Maia sobre a bancada e ele sofrerá grande enfraquecimento político.

Bivar na briga – O PSL poderá vivenciar um novo embate entre o deputado Major Vitor Hugo (GO) e Luciano Bivar (PE), deputado, presidente do partido e 2º vice-presidente da Câmara. Se a sigla ficar no bloco de Arthur Lira (PP-AL) e tiver o direito de escolher o primeiro cargo, ambos devem disputar a 1ª vice da Casa. Lira é candidato a presidente da Câmara, que terá eleição na próxima segunda-feira. Seu principal adversário é Baleia Rossi (MDB-SP). Quando há eleição para presidente da Câmara também são formados blocos para dividir os outros 10 cargos da Mesa Diretora, a direção da Casa. O maior grupo tem preferência na escolha de cargos na Mesa.

Recriação de ministérios – Em evento, ontem, com atletas no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro sugeriu recriar alguns ministérios extintos durante sua gestão, entre eles o Ministério do Esporte. O presidente sinalizou que o Ministério poderá ser recriado após as eleições para a presidência da Câmara e do Senado, marcadas para a próxima segunda-feira, em mais um movimento que mostra a aproximação entre Governo e Centrão, grupo de partidos que costuma pedir cargos em troca do apoio político.

Dissidência baiana – A declaração de apoio dos cinco deputados do DEM da Bahia a Arthur Lira (PP-AL), com direito a foto, na última segunda-feira, causou estresse entre os políticos do partido que apoiam Baleia Rossi (MDB-SP) na disputa pela presidência da Câmara. Ontem, porém, o presidente do Democratas prometeu reduzir o prejuízo. ACM Neto, que também é da Bahia, disse em uma reunião de caciques do DEM que é capaz de fazer três desses cinco que estiveram com Lira assinarem lista para que o partido entre no bloco de Baleia Rossi, ainda que não votem no emedebista.

CURTAS

CACIQUES – O governo do presidente Jair Bolsonaro inovou na prática de trocar verbas por votos no Congresso. Enquanto seus antecessores direcionavam seus esforços para cooptar o chamado baixo clero, grupo de parlamentares sem influência nas decisões das casas legislativas, mas que votam da mesma forma, o atual governo privilegiou caciques na Câmara e no Senado, empoderando ainda mais esses políticos.

SEM MANDATOS – É o que mostra uma planilha de controle de recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional, que beneficiou 285 congressistas com R$ 3 bilhões de dinheiro extra, além dos recursos que eles já têm direito a direcionar por meio de emendas. Até mesmo quem não tem mandato, como o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, pode indicar valores para obras. Um dos nomes fortes do Centrão, Kassab se tornou um conselheiro de Bolsonaro, mesmo sendo próximo do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), arqui-inimigo do mandatário.

Perguntar não ofende: Rodrigo Maia vai se transformar no principal líder de oposição no Congresso ou vai coordenar a articulação política de Dória?


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Fernandes

Áudio do ministro Tarcísio agita caminhoneiros na véspera da greve. Circula pelos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros um áudio do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em que ele aparece dizendo que não vai atender a nenhum item da pauta dos motoristas que anunciaram greve para amanhã. A fala atribuída ao representante do governo está sendo muito criticada e inflamou ainda mais o movimento.

Fernandes

Faltam quantas mortes para o Impeachment?

Fernandes

Com os R$ 3 bilhões que Bolzonaro distribuiu ao Centrão, em troca do voto em Lira, daria para comprar 150 milhões de doses de vacina. Quem tá achando bom é marcos Bundeiro Lolita, mamador de piroca de camaragibe.

Fernandes

Gasolina a R$ 5,20. Cadê o adesivo do Bolsonaro pra eu colar na tampa do meu tanque?

Fernandes

Confirmada a greve dos caminhoneiros amanhã. O presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, confirmou que os caminhoneiros irão paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (1). É prazo indeterminado até o governo chamar, o senhor presidente Bolsonaro, chamar o conselho e também juntamente com a categoria, para a gente fazer uma reunião aberta, para decidir o que vai acontecer com a nossa pauta. Da maneira que está, ninguém vai trabalhar, não, disse Dias, de acordo com reportagem do site Congresso em Foco. Quero ver pegar fogo esse cabaré.




29/01


2021

Coluna da sexta-feira

Um secretário desleal 

Quando governou Pernambuco, especialmente pela terceira e última vez, depois de ser cassado no primeiro mandato, o tarimbado e sabido Miguel Arraes, bisavô do prefeito do Recife, João Campos (PSB), não se envolvia diretamente na nomeação de auxiliares. Só tirava a caneta do tinteiro depois que um grupo de olheiros bisbilhotava a vida dos indicados.

O antigo SNI, hoje ABIN, cuida em Brasília de levantar a vida de nomes indicados para o Ministério e até estatais, para checar se tem algum indicado sem condições de levantar uma ficha corrida na polícia. Se estivesse assessorado por uma gente mais experiente e não menudos, certamente João Campos não teria nomeado José Manoel da Silva para presidir a Fundação de Cultura da Cidade do Recife.

Carimbar o passaporte para cargos, por menos importantes que sejam, exige de quem assina um mínimo de critérios. Não se pode confiar cegamente em secretários que já chegam com o prato pronto. O secretário de Cultura, Ricardo Melo, foi desonesto com o prefeito. Fez João bancar o dirigente de um órgão que cuida da política cultural da cidade que lá, atrás, chamou o pai dele, Eduardo Campos, de corrupto, Paulo Câmara “governador de merda” e Geraldo Júlio de “pior prefeito do Recife”.

Melo foi desleal na medida, também, que não passou ao prefeito e amigo pessoal a ficha de José Manoel, ativista político de esquerda, que antes de virar presidente da Fundação de Cultura matava o ócio nas redes sociais malhando os governos socialistas de Pernambuco, desde a sua implantação pelo ex-governador Eduardo Campos aos dias atuais capitaneados por Paulo Câmara, cria de Eduardo.

Com sua deslealdade jogou no colo de João a primeira crise da sua gestão em menos de 30 dias, que não será debelada apenas pela anulação do ato de nomeação de José Manoel. Se quiser se livrar desse fantasma que bateu à porta do seu Governo, o prefeito será obrigado a demitir, também, o secretário de Cultura.

O nanico Maia – A já certa derrota de Baleia Rossi, candidato do MDB à presidência da Câmara, em eleição marcada para a próxima segunda-feira, não será nefasta apenas para o deputado paulista. Trará consequências danosas ao atual presidente da Casa, Rodrigo Maia, que não está conseguindo sequer levar para Baleia o conjunto dos votos da bancada do seu partido, o DEM, que tende a votar, em sua grande maioria, em Arthur Lira (PP-AL), candidato governista. Maia vai sair menor do que entrou e terá que se refugiar em São Paulo como secretário de Dória.

O placar – Ex-líder do PSD na Câmara dos Deputados, o pernambucano André de Paula prevê, por baixo, 280 votos para Arthur Lira. Para ser eleito, o parlamentar alagoano só necessita de 257 votos, mas já há quem estique mais essa corda, chegando a 310 votos, como é o caso do deputado Felipe Carreras, eleitor do candidato do Planalto, reincidente nas decisões de fechamento de questão da bancada do PSB. 

O Pinóquio – O deputado Baleia Rossi (MDB-SP), candidato a presidente da Câmara, disse, ontem, em Brasília, que Arthur Lira (PP-AL) e seus aliados têm “mentido muito” sobre os apoios que têm. Lira é o principal adversário de Baleia na disputa pela presidência da Casa. Ele deu as declarações na Câmara antes de participar de evento da Frente Parlamentar Mista Ética Contra a Corrupção. “Vejo um desespero dos adversários tentando criar factoides. Quem está tranquilo com a eleição não precisa mentir. E os nossos adversários estão mentindo muito. Isso é sinal de desespero”, declarou.

A independente – A senadora Simone Tebet (MDB-MS) confirmou, ontem, ao final da tarde, que concorrerá de forma independente à presidência do Senado. O líder do MDB no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), havia dito ao Poder360 mais cedo que a até então candidata do partido à presidência da Casa deveria seguir sozinha. Tebet não conseguiu o apoio integral da bancada do MDB. Segundo Braga, ela tem de 8 a 10 votos dos colegas, que são 15 no total. Ele negou, entretanto, que o movimento seja um desembarque da sigla da campanha da senadora.

Só no estadual – Em entrevista ao Frente a Frente, que vai ao ar, hoje, o deputado Carlos Veras, do grupo de Humberto Costa, praticamente confirmou que o senador será o candidato do PT ao Governo do Estado em 22. “Se ele topar, terá o apoio do partido e o meu entusiasmo”, disse. Veras falou também do rompimento da aliança do PT com o PSB, mas não condenou a nomeação de petistas para a gestão de João Campos, como ex-vereador Marcelo Santa Cruz, de Olinda. “O rompimento se deu em nível estadual e não municipal”, avaliou. Dá para entender?

CURTAS

DINHEIRAMA – Diante da disputa pelos comandos da Câmara e do Senado, o Governo Bolsonaro abriu o cofre e destinou R$ 3 bilhões para 250 deputados e 35 senadores aplicarem em obras em seus redutos eleitorais. O dinheiro saiu do Ministério do Desenvolvimento Regional, segundo trouxe ontem em primeira mão o jornal O Estado de São Paulo.

TÁ NA RUA – O vice-presidente Hamilton Mourão vai demitir o chefe de sua assessoria parlamentar, Ricardo Roesch Morato Filho. O funcionário está de férias e, segundo o Estadão apurou, não retornará às funções no Palácio do Planalto. A demissão foi decidida após o site O Antagonista mostrar mensagens trocadas entre o servidor e o chefe de gabinete de um deputado. A conversa teria relação com articulações no Congresso para um futuro impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Perguntar não ofende: O secretário de Cultura do Recife, Ricardo Melo, é o ator principal do filme “Dormindo com o inimigo”?


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Comentários

Fernandes

O Brasil quer ser Feliz de Novo. Haddad 42% Bolzonaro 38% Lula 40,9% Bolzonaro 37,8%.

marcos

Ô Gretchen idiota, no Brasil nunca tivemos voto impresso pra tu pedir a volta deles. E o certo é em papéis mais finoS. Porra Anemia aprende caralho!

Fernandes

Em 1994, Jornal do Brasil noticiava votos falsificados em favor de Jair Bolsonaro. Justiça Eleitoral identificou cédulas impressas em papeis mais fino que o original; Bolzonaro hoje quer volta do voto impresso.

Fernandes

O Brasil quer ser Feliz de Novo. Haddad 42% Bolzonaro 38% Lula 40,9% Bolzonaro 37,8%.

Fernandes

A igreja é o berço da ignorância. Qualquer crápula pode ser pastor. Pra ser cientista tem que estudar muito, por muitos anos.




28/01


2021

Coluna da quinta-feira

Samba de uma nota só

Faltando quatro dias para a eleição da nova Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, que acontece na próxima segunda-feira, a temática se resume ao impeachment do presidente Bolsonaro como nota de um samba só. Falando no Frente a Frente da última terça-feira, quando esteve no Recife, o candidato do MDB e do bloco da oposição, Baleia Rossi (SP) disse que não se comprometeu pela abertura da investigação, mas apenas em analisar.

Ontem, falando com jornalistas em Brasília, o deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato a presidente da Câmara com o apoio do Planalto, disse que é necessário ter “cuidado” ao discutir a possibilidade de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a gestão da pandemia pelo governo de Jair Bolsonaro. “Qualquer CPI tem seus pré-requisitos e eu não posso, como presidente, ou candidato a presidente e presidente se os nossos amigos escolherem, dizer ‘eu vou instalar essa comissão ou não vou instalar essa comissão’”, declarou.

E acrescentou: “Precisa das 171 assinaturas, precisa de um fato específico, precisa de um fato gerador claro, precisa que essa situação não seja politizada. Acho que nesse assunto pandemia nós temos que ter muito cuidado. Não é momento para que a gente tensione politicamente. Se tiver fato determinado, qualquer assunto, e tiver o pré-requisito de assinaturas, não tem problema, essa Casa vai discutir. Só não pode precificar e falar sobre hipótese”.

O principal adversário de Lira na eleição, Baleia Rossi (MDB-SP), disse em entrevista ao Frente a Frente: “Papel do parlamentar é legislar, fiscalizar e representar as suas bases. E quando se diz fiscalizar, um dos instrumentos cabíveis é uma CPI. Vamos aguardar para ver se os requisitos estão contemplados para poder tocar essa agenda”.

Antes, Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara e principal articulador da campanha de Baleia, havia se declarado favorável a uma comissão para investigar a conduta do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, durante a pandemia. Lira é aliado de Bolsonaro. Aproximou-se do presidente da República ao longo de 2020. Concorre à principal cadeira da Câmara com apoio do governo federal. Também é líder do grupo conhecido como Centrão.

Sem receita – Arthur Lira tem dito que não há uma receita para lidar com o coronavírus. Por isso, não haveria um parâmetro para avaliar a gestão. “Não temos uma receita de bolo”, diz ele, que pondera também que mesmo países desenvolvidos estão com problemas. O Brasil tem até o momento 218.878 mortes confirmadas pelo coronavírus. Teve destaque no noticiário o caso de Manaus (AM), que ficou sem oxigênio para tratar os pacientes da doença. Pazuello foi à cidade no sábado passado.

Lira favorito – Se a eleição na Câmara fosse hoje, provavelmente Arthur Lira seria eleito presidente. A votação será em 1º de fevereiro, e o cenário pode mudar até lá. Para ser eleito é necessário ter ao menos 257 votos, caso todos os 513 deputados votem. Quem vencer terá mandato de dois anos à frente da Casa. Além de Lira e Baleia, outros sete deputados se colocam na disputa. Têm, porém, poucas chances de obter votação expressiva.

Influência – O presidente Bolsonaro afirmou, ontem, que vai, “se Deus quiser, participar e influir na presidência da Câmara”. A declaração foi feita depois de um café da manhã com 30 deputados do PSL e transmitida na página oficial da deputada Carla Zambelli (SP). “Viemos fazer uma reunião com 30 parlamentares do PSL. Vamos, se Deus quiser, participar e influir na presidência da Câmara com esses parlamentares, de modo que possamos ter um relacionamento pacífico e produtivo para o nosso Brasil”, disse.

PSL dividido – O PSL, presidido pelo deputado pernambucano Luciano Bivar, integra o bloco de apoio de Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão e apoiado pelo Planalto na disputa pela presidência da Câmara. A cúpula do PSL, no entanto, preferia Baleia Rossi (MDB-SP), principal adversário de Lira. Os blocos são formados em toda eleição da Câmara. Candidatos a presidente da Casa tentam aglutinar o maior número de aliados para ter maioria de votos também na Mesa Diretora.

Vai virar paulista – Já sabendo que seu grupo será derrotado com a candidatura de Baleia Rossi, o atual presidente da Câmara, o carioca Rodrigo Maia (DEM-RJ), deve aceitar o convite do governador de São Paulo, João Doria, para coordenar a área política do seu governo instalado na Casa Civil, conforme antecipou, ontem, o site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues. Aliados de Artur Lira (PP-AL), favorito na disputa, calculam que ele terá entre 310 a 320 votos, bem além dos 257 que precisa para sentar na cadeira de Maia a partir da próxima segunda-feira.

CURTAS

PLACAR – A cinco dias da eleição na Câmara, somente oito dos 29 deputados do DEM declaram voto em Baleia Rossi (MDB-SP), mostra o placar do jornal O Estado de São Paulo confirmando o racha interno na legenda. Oficialmente, a sigla do presidente da Casa, Rodrigo Maia, integra o bloco de apoio ao emedebista. Pelo levantamento, outros oito deputados da sigla declaram voto no rival de Baleia, Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado por Jair Bolsonaro – 12 não quiseram responder em quem vão votar.

PISADA DE BOLA Na passagem por Recife, com vistas a cabalar votos para presidente da Câmara, o paulista Baleia Rossi (MDB) pisou na bola ao não dar sequer um telefonema para a deputada Marília Arraes, da bancada do PT, partido fechado com sua candidatura. Tratamento diferenciado à petista deu Arthur Lira, que fez questão de ir ao encontro dela no escritório do deputado Silvio Costa Filho.

Perguntar não ofende: Por que o ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, sumiu da fauna política?


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Fernandes

marcos Bundeiro de camaragibe, deixa de papagaiada, teu passatempo é queimar a rosca e mamar piroca.

marcos

Ô Gretechen, lutar pela democracia é botar um General na presidência é? Porque se o nosso mito for impichado entra o General Mourão. Eu sabia que lá no fundo, Nehemia Fernanda Jaques torce por um Governo Militar.

marcos

Qual foi o presiidente que trouxe água para o sertão ....... Lula ou o nosso mito?

marcos

É água da transposição, é estrada de rodagem, é poço artesiano, é ferrovia, é ponte, é viaduto, é 13º do bolsa família, é auxílio emergencial, é tanta ação e progresso que o nosso presidente mito Jair Bolsonaro conquistou o Nordeste. ....Isso ninguém pode negar!

Fernandes

Impeachment mudará todo o cenário político. “O pleito do impeachment será o ímã que agregará as variadas aspirações de nossa sociedade. Hoje, contrapor-se ao impeachment é apostar na paralisia e no caos. Defendê-lo é lutar pela ordem democrática”.




27/01


2021

Coluna da quarta-feira

O pragmatismo de João

O PSB é um partido, no mínimo, estranho. De um lado, a maior autoridade do Estado, o governador Paulo Câmara, reafirma alinhamento à posição tomada pela bancada na Câmara em apoio à candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Casa, enquanto na outra ponta, o prefeito do Recife, João Campos, liderança em ascensão na seara socialista, embora não vote, como Câmara, está fechado com o candidato do Planalto, o deputado alagoano Arthur Lira (PP).

Baleia saiu do Recife, ontem, depois de um encontro com o governador, afirmando ter o sentimento de que terá a maioria dos votos da bancada. Pernambuco tem 25 votos nesse colégio eleitoral que definirá o sucessor de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Pelos cálculos de Baleia, 13 votos estariam garantidos dos 25, sendo 12 de Lira. Já os aliados do deputado alagoano garantem que ele tem 15 votos na bancada.

Entre esses votos, contabilizam três dissidentes do PSB, os deputados Felipe Carreras, Gonzaga Patriota e Danilo Cabral, este, aliás, o próximo líder da bancada na Câmara, sucedendo a Alexandre Molon (RJ). Se o futuro líder não se dobra à decisão da executiva nacional, o que se pode dizer deste partido? Na verdade, o PSB perdeu o prumo desde a morte da sua principal liderança, o ex-governador Eduardo Campos.

Felipe, Patriota e Danilo têm lá suas razões e interesses para votar no candidato que o PSB não quer, por ser, sobretudo, alinhado ao Planalto, mas como explicar a euforia e o trabalho silencioso de João Campos, cabalando votos nos bastidores para garantir a eleição de Lira? O que se diz é que, eleito, Lira vai abrir a porta da esperança do Planalto para o prefeito, que herdou uma verdadeira massa falida de Geraldo Júlio.

Tem lógica. Como Lira iria recusar em ser a ponte formal e oficial de João com o Planalto, para Bolsonaro fazer jorrar recursos federais no Recife, capazes de viabilizar projetos produtos de tantas promessas de campanha na eleição que derrotou Marília Arraes? Como deputado, João seguiu cegamente a cartilha da esquerda e da oposição, batendo sistematicamente em Bolsonaro e no seu Governo.

Como prefeito do Recife, jamais poderia trilhar por esse mesmo caminho. Sabido igual ao pai, o que ele está fazendo, na verdade, é o exercício explícito e persistente do jogo pragmático do poder. O que está em jogo, desde que foi eleito, é a sua gestão, garantir o êxito e para isso tem que construir uma relação com o Governo Federal. Era assim que seu pai agiria se tivesse vivo. Afinal, do outro lado do balcão, o que teria Rodrigo Maia a oferecer sem o poder da caneta?

Apoio petista – Rompido da boca para fora com o Governo, o PT deu as caras, ontem, no Palácio das Princesas, para recepcionar o candidato do MDB à presidência da Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (SP). Foi representado pelo parlamentar sertanejo Carlos Veras, aliado de primeira hora do senador Humberto Costa. A Baleia, Veras garantiu o seu voto, afirmando que segue fielmente o acordo fechado pela bancada na Casa de alinhamento ao grupo de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Baleia não viu por lá Marília Arraes, a segunda representante do PT na bancada pernambucana.

Em quem vota? – Assessores de Baleia e ele próprio contabilizam também no PT o voto de Marília Arraes, que, na verdade, ainda não se definiu. Quando passou pelo Recife, há dez dias, o candidato do Planalto, Arthur Lira (PP-AL), teve um encontro reservado com Marilia no escritório do deputado Silvio Costa Filho. Este serve a dois senhores, em Brasília apoia Bolsonaro e em Pernambuco é, igualmente, governista, mas de linhagem vermelha, mesmo não tenho nem alma nem coração que combinem com o socialismo.

Aceno ao DEM – O deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato a presidente da Câmara, disse, ontem, em Brasília, que espera ter maioria dos votos na bancada do DEM. Trata-se da sigla de Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Casa e principal articulador da campanha de Baleia Rossi (MDB-SP). Baleia disputa o cargo com Lira. “Espero ter a maioria no DEM e mais alguns partidos que não compõem ainda o nosso bloco”, declarou Lira. Ele falou depois de almoço com os deputados da bancada do Distrito Federal.

Choro de Maia – Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse em reunião com deputados de diversos partidos no Rio de Janeiro, que o DEM pode ser visto como “partido da boquinha”. Também demonstrou que gostaria de mais empenho do presidente da sigla, ACM Neto, na eleição da Câmara. Maia é um dos principais apoiadores da candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara. Mas há mais deputados em seu partido que demonstram apoio ao adversário, Arthur Lira (PP-AL), que a Baleia.

Madeira de lei – Efetivado na Câmara na vaga aberta com a eleição de João Campos, o deputado Milton Coelho é voto contrário ao que seria dado pelo prefeito se ainda estivesse na Casa. Está trabalhando pela eleição de Baleia Rossi, a quem recebeu, ontem, nas Princesas, ao lado do governador. Histórico socialista, tendo já presidido o PSB no Estado, Coelho é da fauna rara hoje em dia, de palavra que se cumpre, jogando apenas num lado, o lado que milita desde que ingressou na vida pública, o campo da esquerda plural e democrática.

CURTAS

EM CAMPANHA – Já em campanha para deputado estadual nas eleições de 22, o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), bateu o martelo no apoio ao seu projeto com a ex-prefeita de Calumbi, Sandra da Farmácia, também petista. Ele quer sair eleito da região do Pajeú e para isso já está em plena articulação com prefeitos da região.

COM MEU PAI – Já o deputado Gonzaga Patriota voltou a usar botas de sete léguas no contato com as suas bases no Sertão e Agreste. Em apenas três dias, passou por mais de 20 municípios numa disposição de fazer inveja. Sobrou até um tempinho para bater um papo com o meu pai Gastão Cerquinha, em Afogados da Ingazeira, quando rememoraram momentos de trabalho conjunto na Rede Ferroviária Federal.

Perguntar não ofende: Com quem, afinal, o DEM está na eleição da mesa diretora da Câmara?


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Fernandes

O impeachment do Bolsonaro só não cabe nas cabeças de camarão dos Direitistas.

Fernandes

A jornalista Laís Gouveia informa: depois que vieram a público as despesas com alimentação do governo Bolsonaro em 2020, como R$ 15 milhões em leite condensado e R$ 2,2 milhões em chicletes, o Portal da Transparência do governo federal ficou inacessível.

marcos

Estado de saúde de Lula não é bom após o Covid-19, afirma Dr Sabino Grenfield. Eu acho que foi o negão Cubano que enfiou o Vírus Chinês com muita força no Cu do líder petista!

marcos

Ô Gretchen tu ainda acha que Baleia Rossi ganha?............ Eu acho que Rossi virou Piaba. kkkkkkkkk

marcos

Site Metrópoles responsável por Fake News contra Bolsonaro faz retratação no episódio do leite condensado . . Em resposta Bolsonaro disse que as latas de leite condensado são para enfiar no rabo da imprensa.. Mito é Mito. kkkkkkk




26/01


2021

Coluna da terça-feira

A primeira traição

Winston Churchill, estadista britânico, famoso por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial, dizia que todo Governo que ousava fazer tudo, acabava não fazendo nada. Na campanha para prefeito do Recife, o não estadista João Campos prometeu o impossível e não cumpre sequer a palavra política empenhada.

Entre um discurso e outro, em meio a uma pancadaria sem igual, afirmou que em hipótese alguma o PT ocuparia espaço em seu Governo. Faltando apenas 10 dias para fechar o primeiro mês de gestão se rendeu às pressões de um PT que, supostamente, estaria abandonando a aliança, e nomeou um militante raiz da legenda, o ex-vereador Marcelo Santa Cruz, de Olinda, para a gerência de Articulação em Direitos Humanos na pasta tocada por Ana Rita Suassuna.

Na outra ponta, o governador Paulo Câmara, que já deu um chute no traseiro do ainda secretário de Agricultura, Dílson Peixoto, da tropa de choque do senador Humberto Costa, fez um agrado, certamente a pedido de João, e nomeou uma filha do próprio Dílson na secretaria de Desenvolvimento Social, sob o comando o disciplinado e tarefeiro Sileno Guedes.

Político em geral, com raras exceções, não tem palavra, ouvi muito do meu pai Gastão Cerquinha, ex-vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, quatro mandatos de vereador. Governo, como disse certa vez José Sarney, o ex-presidente que escreveu Maribondos de fogo, é como violino: toma-se com a esquerda e toca-se com a direita. No caso de João é o inverso: montou uma ampla aliança de direita e dá sinais de que seu violino só afina com a esquerda.

A opção do prefeito para governar com o PT, banido de todas as capitais brasileiras nas eleições passadas e de praticamente grande parte de colégios acima de 200 mil eleitores, é uma afronta ao Recife. Até porque o PT se aplica muito bem ao estereótipo cravado numa frase de Paulo Maluf: “Se você tiver uma fazenda e na hora da colheita tiver que optar entre um administrador petista e uma nuvem de gafanhoto, fique com os gafanhotos”.

Recado de Marília – De Marília Arraes ao cobrar uma postura mais dura da oposição em relação às práticas de nomeações do PSB: “Temos que trabalhar na unidade com liderança de massa e apoio político. Cada vez fica mais difícil derrotar o PSB, que se enraizou no poder. Quantos conselheiros do TCE foram indicados na gestão do PSB? Quantos desembargadores? Eles vão se posicionando e construindo alianças e aliados em diversas instituições. Não que essas pessoas serão aliadas, mas foram indicadas e isso sempre conta de alguma maneira. Isso amplia o leque de atuação de um grupo”.

Porta da esperança – Um dos mais próximos aliados do prefeito João Campos, o deputado Felipe Carreras (PSB) passou a integrar de forma mais acintosa a tropa de choque do candidato governista à presidência da Câmara dos Deputados, o alagoano Arthur Lira (PP). Se Lira vier de fato a ser eleito, como indicam todos os prognósticos, tende a abrir a porta da esperança para João adentrar diretamente no gabinete do presidente Bolsonaro. Além de cabalar votos, Carreras faz e refaz os números da vitória do aliado. Prevê que Lira terá entre 310 a 320 votos, embora só precise de 257 para ser eleito.

O mais ousado – Dos três pré-candidatos a governador pelo bloco da oposição, Anderson Ferreira (PL), prefeito de Jaboatão, é o que tem mais se movimentado, ocupando espaço na mídia. Já Miguel Coelho, prefeito de Petrolina pelo MDB, como João Dória, só fala em vacina, enquanto a tucana Raquel Lyra administra um silêncio muito estranho, apesar de ser apontada como a mais forte. Raquel revelou-se excelente gestora, administra uma cidade simbólica, com repercussão numa região de, aproximadamente, 1,5 milhão de eleitores.

Carta branca – Indicado pelo PP para suceder a Dílson Peixoto na Secretaria de Agricultura, o deputado estadual licenciado Claudiano Martins toma posse na próxima sexta-feira com carta branca para montar sua própria equipe, extirpando os diretores vermelhos nomeados por Dílson e o senador Humberto Costa. De todas as pastas do Governo é a Agricultura a mais cobiçada pelos partidos aliados, tamanha a sua capilaridade para fazer a política do agrado e da boa vizinhança, que vai da hora do trator para construção de barreiros à distribuição de sementes. 

O dedo de Sebá – Na nova radiografia econômica de Serra Talhada, apontada, ontem, neste espaço, não destaquei, por um lapso de memória, o empenho e a influência que teve o deputado federal Sebastião Oliveira, principal liderança do Avante no Estado, para consolidação de projetos de ampliação da infraestrutura do município. Sebá, como é mais conhecido, alavancou o novo aeroporto, a faculdade de Medicina, o hospital regional e obras viárias via Governo do Estado. Como o município é governado pelo PT, Sebá faz a ponte com o Estado e também destinou várias emendas suas para projetos econômicos e sociais.

CURTAS

INVESTIMENTOS – Ainda em relação a Serra Talhada, postagem que teve uma impressionante repercussão, não citei, também, a construção de um moderno e amplo equipamento do Sesc, já em obras, e a chegada da faculdade Uni Nassau, grupo liderado pelo empresário Janguiê Diniz. O shopping, já em funcionamento, ganhará em breve, também, a Mercearia, restaurante top, do empresário Marcelo Duque. Gerente do aeroporto, Bernardino Magalhães comemora o boom de Serra. “A cidade vive uma nova era”, diz.

UVP PEGA FOGO – Ainda sem data marcada, a eleição para renovação do comando da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) tende a ser bastante disputada. No páreo, além do presidente Josinaldo Barbosa, candidato à reeleição; Fiapo, presidente da Câmara de Sertânia; Welber Santana, presidente da Câmara de Carnaubeira da Penha; e, por fim, Gilvan da Malhadinha, vereador em Cumaru.

Perguntar não ofende: Quantos apaniguados de Humberto Costa serão nomeados por João Campos?


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Fernandes

O (Corona) manda lembrar que Bolsonaro tirou R$ 9 bilhões do SUS! E comprou 4 navios de guerra por R$ 9,1 bilhões! Os mortos pela doença mandam lembrar que um decreto do Bolsonaro demitiu 10,6 mil agentes comunitários de saúde e extinguiu 14 mil postos de trabalho efetivo Profissionais de saúde mandam lembrar que se não fosse o Bolsonaro, teríamos mais 11 mil médicos cubanos ajudando o país durante a essa pandemia.

marcos

JÁ TENTARAM DE TUDO ................. -o Moro a vendedora de açaí - a facada - a urna eletrônica - os robôs do WhatsApp - os robôs do Twitter - o STF - o Bebiano - os Laranjas - o Queiroz - a Amazônia em chamas - a Marielle - o porteiro do condomínio - a avó da Michele, - embaixada nos EUA - o óleo venezuelano - as praias do Nordeste - os palestinos - a Joyce - o Frota - o Macron - a Greta - o Papa - a China - o Intercept - o Maia - a Globo - a imprensa ávida de $ - o Alcolumbre - os governadores do nordeste - o Witzel - o Doria - o Caiado - o operador de retroescavadeira, ex-ministro da Educação - o Centrão - os filhos - intrigas com os ministros - os militares - o relacionamento com o Mourão - os milicianos - o exame de corona vírus - o contato com o povo - a convocação para manifestações - a OMS - o embaixador Chinês - a PEC do Gilmar Mendes - as liminares de Lewandowisk - as decisões ultrapetistas de Alexandre Nosferatu de Moraes - as investidas de Maia e Alcolumbre - as tresloucadas do Joe Doriana - as MPs que Maia não pauta e perdem eficácia, Ou seja, a crise política atual nada tem a ver com o COVID-19 e as estratégias para combater a pandemia. O que querem mesmo é derrubar o presidente Bolsonaro, pois com ele no poder Executivo, ninguém mais consegue roubar o Brasil. E muita gente vai ter suas negociatas encerradas, como aquela TV. Manifestação via Facebook, WhatsApp e demais redes. Atenção Patriotas!!! Esta manifestação nasceu em Ribeirão Preto/SP, e é muito importante que isso seja mencionado, quando do repasse dessa mensagem. Explico o porque: caso ela chegue ao município de Macapá, o irmão patriota de lá saberá que ela atravessou o país inteiro e, será quase tão eficaz quanto as manifestações de rua. Achávamos que a guerra havia acabado, mas nos enganamos. Não acabou, não! O presidente Jair Bolsonaro vai precisar muito do nosso apoio, de todas as formas possíveis. O mimimi e o chororô esquerdista, com artistas ruanetistas milionários, os quais estão desesperados com o fim das mordomias e a vida fácil, vai ser uma constante. Portanto, a nossa reação também tem que ser de igual ou maior intensidade, contra essa idéia da política do império romano de \"panem et circenses\". “Fernanda Lima e Pedro Cardoso” falam mal dos eleitores de Bolsonaro, morando lá nos EUA e em Portugal, respectivamente. Parece que a palavra “hipocrisia” não existe no dicionário deles. Felipe Neto, descaradamente, anuncia que vai começar a destilar veneno ideológico sobre as crianças, seus ingênuos seguidores no YouTube. Paulo Pimenta, canalha, “et caterva” tentam desmoralizar junto aos organismos internacionais do tipo da ONU, o presidente eleito e os ministros indicados. Grupos de jornalistas socialistas de i-phone, revoltadinhos de cabelo roxo e piercing na sobrancelha, alocados em órgãos de imprensa falaciosa e em grupos comprados, como UOL, Globo, Folha , Valor econômico, Veja, Exame e etc,”inventam, cada vez mais, mentiras deslavadas e calúnias contra Bolsonaro” a e seus eleitores, NÓS O POVO PATRIOTA! Brigue, meu amigo! Não deixe isso correr quieto... É sabido que a Venezuela chegou àquele estado caótico e assassino, por conta da alienação e omissão absoluta dos seus cidadãos. O povo de lá dormiu!!!! Quando acordou era tarde demais... Já estava nas mãos de comunistas corruptos genocidas. Agora a sua reconstrução levará décadas... Você que é responsável, ama a sua família e o seu país, não se envergonhe, repasse à todos que puder! e, principalmente boicote à tudo o que vier da esquerda! Peças de teatro, shows, exposições de arte, canais de TV, programas, literatura, produtos, incluindo a não compra de patrocinadores da esquerda. Mostremos a nossa força, unidos somos fortes! O bem tem de prevalecer sobre o mal! Quando essa mensagem chegar a um irmão patriota do Nordeste, ele vai saber também que o país inteiro está apoiando a mudança em sua região e agora ela se tornará produtiva e próspera. Saberá que os seus rincões sairão do jugo cruel e desumano dos coronéis da seca, os quais vem há décadas escravizando o seu povo, sem um pingo de dó. Façamos esta mensagem circular e alcançar a todo cidadão brasileiro, Autoridades, políticos, religiosos e inclusive os artistas! Até ao próprio presidente eleito, pra ele saber que pode contar com o nosso apoio. MULTIPLIQUE!!! REPASSE E REPASSE!!! Além do que, repassar é muito mais rápido, fácil e barato. Essa ação acaba sendo mais um reforço eficaz para apoiar todas as manifestações de rua que ocorreram e que ainda deverão ocorrer!!!

Fernandes

O impeachment do Bolsonaro só não cabe nas cabeças de camarão dos Direitistas.

marcos

Os idiotas úteis além de Limitados, ignorantes, burros também são Analfabetos.É a geração Paulo Freire.

marcos

Mas afinal, quem mandou matar Celso Daniel?