Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

20/12


2020

O ministro pescador

Além de tocar sanfona na sua banda Brucelose, em fase de suspensão de atividades devido à pandemia do coronavírus, o novo ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, usa a pescaria como escape para relaxar do grande estresse do dia a dia no Governo. Depois de tomar posse, quinta-feira passada, em meio à morte da avó quase centenária, ele passou o dia de ontem pescando em alto mar do litoral pernambucano.

Gilson é quase um profissional da pescaria. Começou cedo, ainda garoto, e quando não está na fazenda de boi e cavalo no Mato Grosso, ou no litoral alagoano, onde tem uma fazenda de produção de coco e uma pousada, passa boa parte do tempo livre do trabalho em alto mar ou em rios de grande extensão, como o Tocantins.

E faz adeptos. Um deles é o chefe imediato, o presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo Gilson, o presidente não apenas pesca bem como é profissional em mergulho, chegando a atingir até 50 metros de profundidade. O filho Flávio, senador da República, também adora pescar e mergulhar. "Bolsonaro fez graduação em mergulho quando serviu ao Exército", lembra.

As pescarias de Gilson duram o dia inteiro e dependendo do tempo e dos resultados se estendem até tarde da noite. Ontem, foi até às 23 horas e o resultado parece ter sido bom, conforme a imagem enviada ao blog hoje cedo.

"Pescar, depois de tocar, é o meu grande relax", confessa o ministro, que ontem pegou um lote de pescada amarela, cavala e guarajuba, além de outras espécies.


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O Jornal do Poder

20/12


2020

Keko entrega Educação a Betinho no Cabo

No Cabo de Santo Agostinho, território importante e estratégico conquistado pela oposição nas eleições de 15 de novembro, o prefeito eleito Keko do Armazém (PL) anuncia, amanhã, boa parte do secretariado. Entre os nomes que já estariam confirmados, o ex-deputado federal Betinho Gomes, na pasta de Educação.

Maior orçamento do município, a Educação será entregue a Betinho para atender ao grupo do pai, o ex-prefeito Elias Gomes, que foi candidato e renunciou em apoio a Keko. "Seu engajamento imediato à campanha de Keko foi fundamental para vitória da oposição e, consequentemente, a derrocada do prefeito Lula Cabral (PSB)", revelou uma fonte. 

Keko também já teria escolhido o empresário Eduardo Cajueiro para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. A Secretaria de Governo será ocupada pelo vice-prefeito eleito José de Arimateia, enquanto Jeferson Timóteo, servidor de carreira do Banco do Brasil e ex-auxiliar de Keko no mandato tampão enquanto Lula esteve afastado por um ano, ocupará a Secretaria de Gestão (Administração).

Também já estaria confirmado o advogado Júlio César na Secretaria de Assuntos Jurídicos ou na Procuradoria Municipal. Entre esses quatro nomes dados como certos na equipe, destaque para Eduardo Cajueiro, empresário de visão moderna, bem conceituado e com empresas estruturadas de larga atuação no município na geração de emprego e renda.

Teve papel fundamental na campanha de Keko, conhece o potencial econômico do município, que sedia Suape e grandes empresas, e já começou a fazer articulações para atrair novos investimentos, fortalecendo um corredor econômico gerador de mão de obra que já teve destaque no Estado, enfrentando hoje grandes dificuldades para ser soerguido.


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Abreu no Zap

19/12


2020

Diplomações em outros municípios pernambucanos

O prefeito eleito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém (PL), e o vice, José de Arimateia (SD), foram diplomados pela Justiça Eleitoral, na manhã de ontem, junto com os 21 vereadores eleitos. A solenidade ocorreu na Câmara Municipal e foi presidida pelo juiz da 121ª Zona Eleitoral, Fábio Vinícius de Lima Andrade.

Devido à pandemia, não houve limitação ao acesso à Casa Legislativa e o público pôde assistir à cerimônia através de uma transmissão pelas redes sociais. Em seu discurso, Keko agradeceu aos cabenses, por, em suas palavras, "terem acreditado no projeto de mudança para a cidade". "Que possamos fazer com que esta cidade, que tem um potencial tão grande, atraia empresas e gere oportunidades para a população cabense. E que o povo volte a ter dignidade", discursou.

AGRESTINA - Em cerimônia presencial no Fórum Benildes de Souza Ribeiro, na última quinta-feira (17), os candidatos eleitos no pleito deste ano em Agrestina, no Agreste Central, foram diplomados. O novo gestor, Josué Mendes (PSB), o vice-prefeito, Matheus Nunes (Republicanos), e os onze novos vereadores participaram da solenidade, conduzida pelo juiz eleitoral Cristiano Henrique Freitas Araújo. O evento foi restrito aos eleitos em virtude da pandemia.

LAGOA GRANDE - A Câmara de Vereadores de Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco, recebeu, ontem, a cerimônia de diplomação dos eleitos no município no pleito deste ano. O prefeito reeleito, Vilmar Cappellaro (MDB), a vice-prefeita, Catharina Garziera (PSB), e onze vereadores estiveram no evento, que foi presidido de forma remota pelo juiz eleitoral Frederico Ataíde em razão do novo coronavírus. O promotor eleitoral Felipe Rigueira, também participou da solenidade.

TABIRA - A nova prefeita de Tabira, Nicinha Melo (MDB), foi diplomada, ontem, pelo TRE-PE ao lado do vice-prefeito eleito, Marcos Crente (DEM), e de onze vereadores. A Câmara Municipal sediou a solenidade, presidida pelo juíz da 50° Zona Eleitoral, Jorge William Fredi. Nicinha é a primeira mulher eleita para o cargo. Para evitar aglomerações, o evento foi transmitido via emissoras de rádio.


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Comentários

ABAIXO FALSO MORALISMO

Marcos é prefeito de onde ????? Um passa fome desse, quer se passar por intelectual.... queres uma cesta básica , crente safado ?



19/12


2020

Itália decreta novo confinamento

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, anunciou um novo confinamento no país durante o Natal e o Ano Novo. A Itália conta com o maior número de mortes por Covid-19 da Europa: quase 68 mil vítimas. As informações são do site Euronews.

Outros países europeus também impuseram medidas mais rígidas. Na Áustria, o chanceler Sebastien Kurz divulgou o terceiro confinamento do país, que será implementado logo após o Natal. As autoridades também impuseram a obrigatoriedade da realização de testes.

Já na Suécia, o governo mudou de postura e decretou na sexta-feira as medidas de combate à Covid-19 mais duras lançadas no país até agora com o objetivo de evitar uma segunda onda de infeções.

A utilização de máscaras nos transportes públicos é agora recomendada e os espaços públicos não essenciais serão igualmente fechados. Na República Tcheca, o presidente decretou novas medidas de confinamento que entraram em vigor ontem.


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19/12


2020

Brasil sofre para ter juíza no Tribunal Penal Internacional

Por Irineu Tamanini*

O governo brasileiro sofre para conseguir apoios dos demais países para uma candidata brasileira ocupar o posto de juíza no Tribunal Penal Internacional. A votação começou na última sexta-feira e continuará na semana que vem. Mas os primeiros resultados revelam uma dificuldade de o Itamaraty reunir votos entre os demais países.

A candidata do país é a desembargadora Monica Sifuentes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Mineira de Belo Horizonte, ela foi indicada para concorrer a uma vaga no Tribunal Penal Internacional, um dos mais importantes do mundo e responsável por julgar casos de pessoas envolvidas em crimes contra a humanidade, de genocídio e crimes de guerra.

Mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais e com Doutorado pela Universidade de Lisboa, Sifuentes concorre a uma vaga na Corte internacional para um mandato entre 2021 e 2030. Ela pode se tornar a segunda brasileira a ocupar uma cadeira no Tribunal Penal Internacional desde a sua criação – a primeira foi a jurista Sylvia Steiner.

No TRF-1, Mônica Sifuentes é conhecida por adotar uma linha dura em suas decisões. Em 2018, foi dela a decisão de autorizar a prisão de 19 pessoas na operação Capitu, da Polícia Federal, que prendeu o então vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade, o ex-ministro da Agricultura Neri Geller e o empresário Joesley Batista.

Seis vagas para juizes estão em disputa e um total de 18 candidatos concorrem. Pelo sistema do tribunal, são os países que votam e rodadas são realizadas até seis deles tenham mais de 78 apoios.

*Jornalista


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Banco de Alimentos

19/12


2020

Salmos macabros

Por Weiller Diniz*

Desde o batismo no mandato, por evangelização autoritária, Jair Bolsonaro ensaia destruir a democracia e sequestrar órgãos do Estado para doutriná-los como um bem particular ou familiar, notadamente os confessionários de inteligência, como Abin, Receita e PF. As pregações antidemocráticas renderam acusações por crimes de responsabilidade e comuns, puníveis com o impeachment. Há mais de 50 deles descrevendo os pecados totalitários do capitão.

Os demônios de inspiração nazista têm sido exorcizados pelo Supremo Tribunal Federal e apenas observados por outros burocratas da democracia, impassíveis. Os cultos abusivos se repetem e vão sendo testados e modulados. Após os exorcismos institucionais as estratégias passam por mutações, mas jamais foram abandonadas. A cada dia que passa vão abrindo novos porões no inferno. Estados de exceção são construídos na repetição de excepcionalidades.

A Constituição Federal é objeto de muitas críticas procedentes, mas ela é um santuário virtuoso da democracia e do antifascismo. Todos os sacrilégios tirânicos encontram excomunhões na Carta Magna. Os crimes de responsabilidade são todos os comportamentos que atentam contra a existência da União, o livre exercício dos demais poderes- inclusive MP-, contra a segurança interna, a probidade administrativa, a lei orçamentária, o exercício dos direitos individuais e coletivos e o descumprimento de decisões judiciais. Em outro artigo a Constituição relaciona os cinco mandamentos sagrados da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Jair Bolsonaro já blasfemou contra boa parte desses princípios, senão todos.

As primeiras investidas foram despudoradas e convocaram explicitamente uma quartelada para fechar o Congresso Nacional e o STF. No final de maio, em frente ao QG do Exército e em outras quatro manifestações na Esplanada ou no cercadinho, o sacerdote totalitário do clã escancarou a virada de mesa. Eduardo Bolsonaro, chamado de “bananinha” pelo vice-presidente, pontificou que a ruptura não era mais uma questão de “se”, mas de “quando”. O pai apostolava um incompreensível “acabou, porra” e que estava chegando a hora de tudo ser recolocado nos “devidos lugares”.

Foi respaldado por Augusto Heleno, um herege da democracia. O sermão golpista do eunuco só silenciou depois da cana de Fabrício Queiroz, o Gregório Fortunato dos Bolsonaros. Um arquivo vivo.

O cântico totalitário começou a se metamorfosear a partir daí. Não mais o golpe explícito, clássico, mas o sequestro sorrateiro do Estado, misturando pecaminosamente o público e o privado. No êxodo de Sérgio Moro, o ex-ministro praguejou contra Bolsonaro acusando-o de aparelhar politicamente a Polícia Federal para proteger aliados e, principalmente, o primogênito, Flávio Bolsonaro, cujo envolvimento com criminosos é diabólico. Depois de controlar a PF/RJ, o capitão tentou emplacar Alexandre Ramagem, tira amiguinho da família, na prelazia da Polícia Federal. Foi desautorizado pelo ministro Alexandre de Moraes do STF. O apadrinhamento do tira camarada feriu o princípio sacro da impessoalidade. O tal Ramagem continuou chefe de outra paróquia estratégica, a ABIN, sucedânea do funesto SNI.

Na cronologia dos pecados fascistas, dentro do Ministério da Justiça, agentes do governo passaram a montar dossiês ilegais de 579 servidores como integrantes do ‘movimento antifascismo’. Inspirado nas escrituras satânicas do arbítrio, invadiu-se a vida privada de centenas de pessoas produzindo um lixo de 400 páginas de pura bisbilhotice. Na Abin, freguesia do tal Ramagem, um decreto permitiria ao órgão xeretar, injustificadamente, dados sigilosos dos cidadãos, como informações bancárias, fiscais, telefônicos e inquéritos. Ambos foram excomungados por ilegalidade no STF por 9×1, com votos contundentes em defesa do Estado de Direito, funcionando como uma verdadeira encíclica democrática. Mas os devotos dos abusos não se inibem.

No Ministério da Economia, terra do nunca do mais surreal ilusionismo, ninguém cresce. Alimentam-se de fantasias miraculosas e, sabe-se agora, de arapongar jornalistas, professores e influenciadores nas redes sociais. A pasta contempla genuflexa e inerme a inflação voltar, a fome se expandir, o desemprego explodir, a fuga de investidores, a desvalorização do real, o crescimento da dívida pública, a queda abrupta da renda per capita e um PIB anão falseado pelo auxílio emergencial. Mesmo diante de tantos flagelos gastou-se dinheiro público para monitorar as redes sociais e bisbilhotar o que os denominados “detratores” falam de Paulo Guedes, o ministro que prega o “imposto de merda”.

No mais sacrílego lance de captura do Estado, a Abin, a terra prometida do indefectível Ramagem, teria realizado uma advocacia privada para orientar Flávio Bolsonaro a anular o processo onde já foi denunciado por 3 crimes graves: peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Os documentos foram exibidos pela reportagem de Guilherme Amado, de “Época” (“Finalidade: defender FB no caso Alerj”). O cardeal por lá, Heleno Augusto, desmente. A defesa de Flávio confirma. Para quem emitiu notas intimidadoras, não detectou fraudes em currículos de ministros, não impediu o tráfico de cocaína no avião presidencial e não viu a Abin virar SNI, o gabinete dele transmite mesmo uma grande segurança institucional.

Gustavo Bebbiano sempre denunciou a “Abin paralela”, atribuída aos filhos. O próprio Bolsonaro, na macabra missa ministerial de 22 da abril foi explícito: “Eu tenho o poder e vou interferir em todos os ministérios, sem exceção”. Logo em seguida emendou despudoradamente que era para proteger amigos e família: “É putaria o tempo todo para me atingir, mexendo com a minha família. Já tentei trocar gente da segurança nossa, oficialmente, e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar foder minha família toda de sacanagem, ou amigos meus, porque não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha — que pertence à estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode o chefe dele? Troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira”. Na Abin parece que encontrou convertidos.

A apropriação indevida do poder público para atender interesses privados e familiares é recorrente no clã. As ‘rachadinhas’ e patrocínios mascarados são homilias delinquentes da ainda impune e inadmissível privatização do aparelho estatal. Ao propagar que daria “filé” aos seus filhos, o capitão não contava com as reações. O chapeiro Eduardo Bolsonaro chegou a salivar com a embaixada nos EUA, mas ficou por aqui roendo o osso e vendo o cerco se fechar. Carlos Bolsonaro perdeu 34% dos votos para vereador no Rio e é alvo de inquéritos sensíveis no STF e também das rachadinhas. Calvário extenso é o de Flávio Bolsonaro. Está denunciado, as provas são robustas e o pedido de cassação ganha fôlego com a possível participação da Abin na peregrinação ilegal e imoral. Não se sabe até quando a chicana jurídica, única estratégia de defesa até agora, lhe dará sobrevida.

Quando assumiu o bispado da economia, Paulo Guedes incensou uma catedral de privatizações. Até agora não desestatizou nenhuma empresa pública pela bíblia tradicional e terá um trabalho dos diabos com a impudicícia do centrão em nomear apadrinhados nas estatais. O caminho é a ortodoxia do capitão, que já privatizou a Abin, a Polícia Federal e o Ministério da Justiça. Por outros credos inumanos, igualmente heréticos, privatizou o Ministério da Saúde e a Anvisa. Os pecados, a degeneração, as vilanias, os crimes, as infâmias e as mortes vão se acumulando sem castigo. As remissões são impossíveis e o clã Bolsonaro purgará nas pragas que lançou. Na terra dos faraós, a décima praga, a morte dos primogênitos, encerrou o ciclo das maldições.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Os divergentes.


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19/12


2020

TSE dá aval para Júnior de Beto assumir em Palmares

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acatou dois recursos especiais favoráveis ao prefeiturável de Palmares, Júnior de Beto (PP), hoje. O blog teve acesso à sentença proferida pelo ministro Luis Felipe Salomão, que julgou improcedente a impugnação da candidatura do pepista.

O ministro considerou que os fatos alegados pela coligação União Popular pelo Trabalho, Progresso e Paz acerca de falhas no Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da chapa vencedora nas eleições não eram suficientes para impedir que Júnior de Beto assuma a Prefeitura. 

"Cuida-se, ademais, de mero vício formal que, de uma forma ou de outra, seria verificado por esta Justiça Eleitoral ao examinar os documentos que compunham o DRAP, abrindo-se a possibilidade de correção", sentenciou.

A eleição deste ano em Palmares estava sub judice. Júnior de Beto obteve o maior número de votos: 9.506. Ele chegou a substituir na disputa o pai, o ex-prefeito José Bartolomeu de Almeida Melo, que estava inelegível.


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Jornao O Poder

19/12


2020

Buíque inaugura iluminação natalina

Buíque inaugurou, ontem, a ornamentação do "Natal Luz – Natal de Presente pra Gente", na Praça Major França. O prefeito Arquimedes Valença (MDB) foi o responsável por lançar oficialmente a iluminação natalina da cidade este ano, de forma virtual, por meio de um pronunciamento nas redes sociais da Prefeitura.

Com transmissão simultânea também da Praça Major França, a população buiquense pôde acompanhar toda a beleza e magia da decoração de fim de ano da Terra do Vale do Catimbau. Em sua fala, Arquimedes lamentou a comemorações diferente deste ano em razão da pandemia, mas ressaltou a esperança de dias melhores.

“Estamos inaugurando nossa iluminação natalina para comemoramos esse momento sublime, embora estejamos vivendo um tempo nunca visto na história do mundo. Sabemos que neste tempo de pandemia tudo é diferente, mas não deixamos de estar presente neste Natal com nossa iluminação. Quero agradecer a Deus por estarmos aqui, podendo viver esse momento. Teremos um Natal e Ano Novo totalmente diferente este ano, mas vamos seguir sonhando com um novo ano melhor para todos e um Feliz Natal”, afirmou.

Logo após a fala, a apresentadora Agda Araújo leu a mensagem oficial de Natal da Prefeitura e, em seguida, fez a contagem regressiva. Ao final, as imagens que estavam centradas na casa do prefeito se deslocaram para a Praça Major França, onde todos puderam ver a decoração e iluminação natalina de 2020. Um show de luzes, com direito a presépio e ao trenó de Papai Noel. Para evitar aglomerações, não haverá este ano a presença do Bom Velhinho.


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19/12


2020

MPPE denuncia prefeito de São João por dificultar transição

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) entrou com uma ação civil pública contra o prefeito de São João, Genaldi Zumba (foto), do PSD, na última quinta-feira (17). A iniciativa partiu do promotor de Justiça Carlos Henrique Tavares Almeida devido à recusa do gestor em iniciar a transição.

No pedido, o MPPE pede que seja concedida antecipação de tuleta, determinando que o atual gestor, no prazo máximo de cinco dias, “designe equipe bipartite de transição, com representantes da gestão que se finda e da que se inicia” e que haja a indicação do prefeito eleito e do atual administrador de “um coordenador para supervisionar o trabalho da comissão”.

O promotor de Justiça também requer que o prefeito Genaldi seja obrigado “a preservar em perfeito estado o acervo documental da prefeitura até dia 01/01/2021, advertindo-o que a recusa no cumprimento da ordem judicial pode configurar crime de desobediência, além de outras sanções de caráter cível e criminal”. Em caso de descumprimento, solicita que o gestor seja punido com multa diária de R$ 10 mil.

Na eleição para prefeito de São João realizada este ano, o vencedor foi Wilson Lima (PP), que obteve 7.467 votos (53,44% dos votos válidos) ante o adversário apoiado pela situação, Bruno (PSD), que teve voto de 6.358 eleitores (45,51%).


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