Jaboatão

05/05


2021

PF emite nota sobre a Operação Background

Nota oficial

A Polícia Federal em Pernambuco deflagrou, na manhã de hoje, a Operação Background com a finalidade de dar cumprimento a 53 (cinquenta e três) mandados de busca e apreensão, além do sequestro e bloqueio de bens e valores de investigados, todas as ordens determinadas pelo Juízo da 4ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco.

Ao todo, mais de 240 Policiais Federais cumprem as medidas judiciais nos Estados de Pernambuco, São Paulo, Amazonas, Pará e Distrito Federal.

A investigação, que conta com o apoio da Receita Federal do Brasil e da Procuradoria Regional da Fazenda Nacional – 5ª Região, apura a prática de crimes tributários (art. 1º, I, e art. 2º, II, da Lei nº 8.137/90), financeiros (art. 16 da Lei nº 7.492/86), de fraude à execução (art. 179 do Código Penal), contra a organização do trabalho (art. 203 do Código Penal), de organização criminosa (art. 2º da lei 12.850/2013) e de lavagem de dinheiro (artigo 1º da Lei 9.613/98), por parte de integrantes de um dos maiores Grupos Empresariais do Nordeste, com atuação em âmbito nacional.

Os investigados se organizaram em um sofisticado esquema contábil-financeiro para desviar o patrimônio das empresas do grupo, transferindo-o para os seus sócios e interpostas pessoas (“laranjas”), com a finalidade de elidir tributos e direitos trabalhistas de centenas de empregados, causando um prejuízo aos cofres públicos e aos trabalhadores apurado em aproximadamente R$ 8.644.641.483,69 (oito bilhões, seiscentos e quarenta e quatro milhões, seiscentos e quarenta e um mil, quatrocentos e oitenta e três reais e sessenta e nove centavos).

Além da colheita de elementos de materialidade e indícios de autoria, a equipe de investigação busca, nessa fase do trabalho de apuração, recuperar o patrimônio desviado e ocultado pelos investigados, com o objetivo não só de reparar o dano patrimonial causado aos cofres públicos, através dos débitos tributários já constituídos, mas principalmente, liquidar os créditos trabalhistas de centenas de empregados do Grupo Empresarial.

Com grande parte de suas atividades paralisadas após o esvaziamento patrimonial criminoso, as empresas do grupo investigado deixaram centenas de trabalhadores sem receber salários e outros direitos trabalhistas, sendo um dos objetivos da investigação permitir que essas famílias de trabalhadores recuperem os seus direitos por meio da Justiça do Trabalho, que inclusive já os reconheceu formalmente.

O nome da operação faz referência à forma de ocultação patrimonial empregada pela organização criminosa, criando empresas paralelas, com sócios aparentes, para receber o patrimônio do grupo empresarial, com a finalidade de impedir o pagamento dos créditos trabalhistas e tributários, garantindo que o patrimônio permaneça com seus gestores – Background – conjunto de condições que omitem a realidade.

Polícia Federal em Pernambuco


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PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21

05/05


2021

Prefácio de Ciro abre O Nordeste que deu certo

Então governador do Ceará depois de liderar o ranking de melhor prefeito de capital, à frente da charmosa Fortaleza, Ciro Gomes, hoje na disputa pela Presidência da República, mais uma vez, foi um entusiasta do meu livro O Nordeste que deu certo, lançado em 1993, que passo a fazer uma espécie de reedição dos seus capítulos a partir de hoje.

Ciro não apenas aceitou fazer o prefácio da obra, que apresento abaixo abrindo esta série, como veio ao Recife para o lançamento, que reuniu quatro dos nove governadores do Nordeste. Em seu prefácio, Ciro bate duro na Sudene e aplaude a minha iniciativa de percorrer 10 mil km nos nove Estado da Região em busca de traçar um ângulo diferenciado do Nordeste, com foco nos empreendimentos geradores de renda, de mão de obra, com a intenção de reduzir as desigualdades regionais.

"A visão caolha dominante a respeito da região Nordestina é culpa de nossas elites políticas, atrasadas, conservadoras, imediatistas, incapazes – com as raras exceções que confirmam a regra – de um gesto ousado, transformador. A Sudene, que o gênio do paraibano Celso Furtado criou para elaborar e coordenar o planejamento estratégico da Região, nada mais é, hoje, do que um mero repassador de dinheiros públicos – também conhecidos como incentivos fiscais – que beneficiam, apenas e exclusivamente, o estrato mínimo e rico da sociedade", desabafa Ciro. Eis o seu prefácio:

O Nordeste das estiagens cíclicas, com seu cortejo de fome e penúria, é real, mas vai pouco a pouco cedendo lugar à imagem de uma Região produtiva, abrigando um povo criativo e senhor de bastante competência para superar as adversidades climáticas e outras formas de calamidades que o atormentam há séculos.

Este novo Nordeste procura revelar a sua absoluta viabilidade, exorcizando a idéia arraigada de que por cá florescia somente uma “indústria da seca”, montada a partir dos flagelos, com o objetivo de arrancar recursos da Nação, quase sempre malbaratados por maus administradores ou desviados para as contas particulares de corruptos que acabam por se transformar numa casta de nababos em meio à miséria generalizada.

A visão caolha dominante a respeito da região Nordestina é culpa de nossas elites políticas, atrasadas, conservadoras, imediatistas, incapazes – com as raras exceções que confirmam a regra – de um gesto ousado, transformador. A SUDENE, que o gênio do paraibano Celso Furtado criou para elaborar e coordenar o planejamento estratégico da Região, nada mais é, hoje, do que um mero repassador de dinheiros públicos – também conhecidos como incentivos fiscais – que beneficiam, apenas e exclusivamente, o estrato mínimo e rico da sociedade.

Ao longo dos últimos 25 anos, sem embargo dos avanços experimentados em vários setores da atividade econômica regional, o sistema de incentivos fiscais administrados pela SUDENE concentrou renda, ampliou os desníveis intra-regionais, criou castas e fez brotar a corrupção – tudo isso com a criminosa omissão de amplas parcelas de nossas elites. É necessário – é urgente – dar um basta a tudo isso.

A nosso juízo, a SUDENE deve, imediatamente, retomar suas funções originais. Não é, nem deve ser, papel da SUDENE a distribuição de favores financeiros. Resolvida esta questão, terá o Nordeste dado um passo importante e decisivo rumo a um futuro melhor e mais justo para os 40 milhões de seus habitantes.

Apesar de toda a crise e das dificuldades que o clima oferece – vivemos, em 1993, a pior seca do século, pelo que metrópoles como Recife e Fortaleza enfrentaram, pela primeira vez em sua história, graves problemas de abastecimento de água – percebe-se, numa honesta observação, que o Nordeste já oferece robustas demonstrações de crescimento e modernização em diferentes áreas, como na agricultura, na indústria e no trepidante comércio de suas grandes cidades.

São marcas expressivas, pinceladas num panorama historicamente empobrecido. Esta realidade está presente neste substancioso trabalho do jornalista Magno Martins. Com olhos de quem deseja ver, ele palmilhou mais de 10 mil quilômetros, visitando e conhecendo projetos e programas públicos e privados que comprovam, de modo eloqüente, a viabilidade econômica desta parte do Brasil.

Lá longe, no alto sertão euclidiano de Pernambuco, sua série de reportagens, publicada pelo DiáriodePernambuco, entusiasma-se com a produção de uva, que alcança, graças à utilização de sofisticada tecnologia, o registro de 50 mil toneladas, ganhando já os mercados do mundo; no Ceará, anota e exalta o ingresso de investidores de remotas origens e fala de empresários que trocaram Taiwan, na Ásia, pelas pequenas cidades de Acarape e Redenção, atraídos pelo ordenamento administrativo, financeiro e social e econômico de um Estado marcadamente sofrido em razão das constantes intempéries e de muitos desgovernos.

A prospecção jornalística de Magno Martins revela o que se passa em Mossoró, no oeste potiguar, onde a iniciativa privada produz e exporta mais de 60 por cento do melão nacional, gerando divisas para o País e consolidando a tese de que os baixos índices de pluviosidade do Nordeste, longe de serem um inimigo, são mesmo um aliado importante, desde que se pratiquem, como naquela porção do Rio Grande do Norte, técnicas avançadas de irrigação e métodos modernos de tratamento do solo.

Só a sensibilidade do repórter poderia descobrir para o País, e especialmente para nós, nordestinos, a revolução pecuária que se passa em Gravatá, o progresso industrial de Campina Grande e a explosão da economia informal que agita a próspera Caruaru, pedaços do Nordeste que avançam, vencendo desafios.

Pólos têxteis, petroquímicos, calçadistas, de confecções e de pesca, de minérios e de frutas tropicais asseguram a dinâmica dos portos nordestinos, desde a Bahia até o Maranhão.

O turismo, em plena eflorescência, atrai centenas de milhares de visitantes nacionais e estrangeiros, gerando empregos e produzindo novas riquezas. Até a música regional – o axé dos baianos, o forró dos cearenses e o xaxado dos paraibanos – virou fonte causadora dessa arrancada nordestina para libertar-se da mancha de mendicância em que a Região tem rastejado há séculos.

Commodities e manufaturados, investimentos de múltiplas procedências, intercâmbio comercial intenso são características deste “Nordeste que deu certo”, visto e muito bem documentado pela pena de Magno Martins – um sertanejo de Afogados da Ingazeira (PE), que há 14 anos está dedicado ao jornalismo, já tendo emprestado seu talento a alguns dos mais importantes órgãos da imprensa nacional.

Este livro é uma reportagem sincera e bem elaborada sobre o esforço que está sendo empreendido no Nordeste visando a reduzir a distância que nos separa das áreas mais desenvolvidas do País. Observador atento e analista criterioso, Magno Martins consegue, nestas páginas, registrar, efetivamente, este momento decisivo para o destino do Nordeste, quando se alargam os horizontes ao seu povo generoso e trabalhador.

Ciro Ferreira Gomes

Governador do Estado do Ceará


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Wildes Jackson Lopes

Magno, é possível que esse seu estalo seja profético.A experiência, perseverança e conhecimento desse político genial, e pelo que vimos, ou pelo que estamos vendo nesse nosso Brasil, o povo brasileiro já poderia conferir a Ciro Gomes a oportunidade de presidir esse país para que possa colocar em prática, a serviço do nosso país, esse acervo que ele construiu através de suas atuações na administração pública, nos três níveis de governo, em sua longa trajetória, e por essa inteligência privilegiada.


Ipojuca 2021

05/05


2021

Grupo João Santos é alvo de operação da PF

Uma operação foi desencadeada pela Polícia Federal, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e Receita Federal, para investigar crimes tributários e financeiros, hoje. Um dos alvos, segundo a procuradoria, é o grupo João Santos, dono da empresa Cimento Nassau, um dos maiores grupos empresariais do Nordeste, com atuação em âmbito nacional. As informações são do Portal G1.

Um escritório da Cimento Nassau, localizado no Bairro do Recife, na região central da capital pernambucana, foi alvo de mandado de busca e apreensão. De acordo com a PF, mais de 240 policiais cumprem medidas judiciais em cinco estados: Pernambuco, São Paulo, Amazonas, Pará e Distrito Federal.

Foram, ao todo, 53 mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Penal da Justiça Federal no Recife. O grupo, segundo a procuradoria, tem uma dívida tributária de R$ 8,6 bilhões e trabalhista de R$ 55 milhões.

"Essa empresa possui débitos no Norte, Nordeste e Sudeste. A Procuradoria iniciou um trabalho devido ao passivo tributário. A dívida inicia na Receita e é encaminhada para a procuradoria, quando o contribuinte não quita essa dívida", explicou o procurador-regional da Fazenda Nacional em Pernambuco, Alexandre Freire.

As investigações, por parte da procuradoria, iniciaram em 2018. Segundo Freire, ao entrar em contato com a Polícia Federal, a procuradoria soube que havia um inquérito em andamento que tinha o alvo o mesmo grupo empresarial.

Cerca de 50 procuradores da Fazenda Nacional trabalham na ação, além de 53 equipes da Polícia Federal e várias equipes de auditores fiscais da Receita Federal.


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Petrolina abril 2021

05/05


2021

Coluna da quarta-feira

A montanha pariu um rato

O depoimento do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ontem, abrindo os trabalhos da CPI da Pandemia, não acrescentou absolutamente nada de novo como contribuição à investigação. O que ele disse, o Brasil está careca de saber, sobretudo o Congresso. Entre os principais pontos da oitiva, disse ter ocorrido um "aconselhamento paralelo" ao presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia quando ele (Mandetta) esteve no cargo.

Falou na adoção da cloroquina para tratamento do novo coronavírus "ao arrepio" do Ministério da Saúde e questionou a participação do vereador Carlos Bolsonaro (RJ), filho do presidente, em reuniões ministeriais, o que, segundo ele, gera dúvidas sobre a influência do herdeiro nas ações do Governo.

Destacou que fez um alerta sobre o Brasil poder chegar a 180 mil mortes até o final de 2020 – número que acabou sendo superado. Em síntese, sua linha de raciocínio foi no sentido de mostrar que o presidente divergiu das orientações científicas, no isolamento e na cloroquina. Durante depoimento, o ex-ministro disse que viu uma minuta de documento da Presidência da República para que a cloroquina tivesse na bula a indicação para Covid-19.

Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discordou dessa medida. Falar é fácil sem provas. Qual a prova que o ex-ministro apresentou aos integrantes da CPI de tudo que falou, inclusive sobre a mexida na bula da cloroquina? Nada, absolutamente nada. Divagou. Seu depoimento, esperado como uma bomba na CPI, em nada abrirá um clarão para se chegar à investigação que a comissão se propõe, que Bolsonaro é um genocida.

Tanta coisa, tanto perigo para ser apenas uma montanha que pariu um rato, expressão utilizada para designar alguma coisa que após muita expectativa, ameaça, ocorre apenas algo insignificante. Aplica-se perfeitamente à fala do ex-ministro, um “gênio” apenas no foco das câmaras da TV-Globo, que o trata como uma “celebridade”.

Roteiro em livro – O frágil depoimento de Mandetta, sem novidades, teve como roteiro um livro, do jornalista Wálter Nunes, sobre a pandemia, fruto de revelações do ex-ministro. Foi traçado também com base em relatos que ele manteve escrevendo diariamente sobre a situação do trabalho no Ministério da Saúde quando atuava no combate ao novo coronavírus e a difícil relação com o presidente Jair Bolsonaro, em 2020. Quem já leu o livro sabe, por exemplo, que Mandetta contou sobre episódios e reuniões em que Bolsonaro ignorou a gravidade da situação da covid-19 e fez questão de ignorar a orientação sobre isolamento social que estava sendo seguida em todo o mundo.

A carta – No seu depoimento, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta trouxe apenas uma novidade. Informou ter enviado uma carta para o presidente Jair Bolsonaro com algumas recomendações que poderiam ajudar a conter o avanço da pandemia no Brasil. Mandetta disse que alertou Bolsonaro "sistematicamente", aconselhando que a presidência revisse seu posicionamento para acompanhar as orientações do Ministério da Saúde. A carta foi enviada em 28 de março de 2020, dias após a pandemia ser decretada.

Governadores – Mandetta citou, também, episódio de diálogo com o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), para exemplificar harmonia na relação entre poderes na pandemia. Ele disse ter ligado e conversado com Camilo sobre índices da pandemia na Capital para ajudar a embasar decisão posterior sobre flexibilizar o lockdown. Com isso, o ex-ministro quis mostrar que seu diálogo com os governadores era bom, em contraponto ao presidente, que bateu de frente com vários chefes de Estado, principalmente João Dória, de São Paulo.

Pau em João Paulo – Presidente da Associação dos Fornecedores de Pernambuco, Alexandre Andrade Lima bateu sem piedade, ontem, no deputado João Paulo (PCdoB), que carimbou o agronegócio como um lixo e de provocar fome e miséria. “Não podemos e nem aceitaremos ser acusados de setor tóxico que contribui para a fome e destruição ambiental. A entidade, que representa 7,1 mil agricultores deste ramo, sendo um dos principais segmentos do agro nacional, refuta a fala do deputado em todos os aspectos apontados e o orienta a conhecer melhor a realidade, iniciando pelo seu Estado, formado por 97% de agricultores familiares”, desabafou.

Bronca em Noronha – O deputado Waldemar Borges (PSB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, protocolou, ontem, uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) solicitando uma investigação sobre os custos da obra de manutenção da BR-363, em Fernando de Noronha. O serviço é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Iniciada em 2017, a obra está sendo feita na rodovia da ilha, que tem 7,5 quilômetros de extensão. A manutenção, inicialmente orçada em R$ 9,9 milhões, teve prorrogação de prazo e valor reajustado para R$ 24,7 milhões.

CURTAS

MAL-ASSOMBRADAS – A ex-prefeita de Arcoverde, Madalena Brito (PSB), levou mais um tombo na batalha quase que inglória para reverter a decisão do Tribunal de Contas do Estado, que reprovou suas contas referentes ao exercício de 2016. Relator do processo, o conselheiro Carlos Porto considerou grave infração um déficit da ordem de R$ 25 milhões nas contas mal-assombradas da ex-gestora socialista. 

CAIU FORA – O jornalista Diogo Mainardi anunciou em nota pessoal postada no jornal on-line ‘O Antagonista’, do qual é sócio fundador e um dos editores, seu pedido de demissão do ‘Manhattan Connection’, programa pela TV-Cultura ancorado por Lucas Mendes. “Desde a quarta-feira da semana passada, quando xinguei o lulista Kakay, a TV Cultura estava pressionando os produtores do Manhattan Connection, a fim de que tomassem alguma medida contra mim”, escreveu.

Perguntar não ofende: Por que o ex-secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, quer barrar a chegada da documentação do escândalo dos porcos à CPI da pandemia?


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Comentários

Fernandes

Mandetta destrói governo Bolsonaro em CPI; trata-se de crimes dolosos.

Fernandes

Sem perder a ordem dos comentários. Ciro Gomes, sobre família Bolsonaro: “Se gritar pega ladrão, não fica um” Ciro Gomes voltou a chamar Jair Bolsonaro de ladrão . No Twitter, o pedetista compartilhou uma reportagem da Folha sobre as investigações que miram os quatro filhos do presidente, e escreveu: “‘Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão’. O chefe da quadrilha é o pai, Jair Bolsonaro!”

Fernandes

No pais de Bolsonaro permanecer vivo é um ato de protesto.

Fernandes

Que fique bem claro, Bozo é Ladrão. Genocida, e marcos de camaragibe é Fresco e queima o Boga.

Fernandes

Fátima Bernardes homenageia Paulo Gustavo e cobra Bolsonaro: Por que recusou 11 vezes compra de vacinas?



04/05


2021

Ator Paulo Gustavo morre de Covid no RJ

O ator e humorista Paulo Gustavo morreu no Rio, hoje, aos 42 anos, de complicações da Covid-19.

O criador de Dona Hermínia – e de outros personagens inesquecíveis – estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul.

A piora no quadro de saúde do ator aconteceu na noite de domingo. Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu uma embolia pulmonar.

Nesta terça, novo boletim disse que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. Às 21h12, no entanto, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.


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ALEPE

04/05


2021

O Nordeste que deu certo em capítulos no blog

Vinte e oito anos depois do seu lançamento, de uma única edição de dez mil exemplares em 1993, completamente esgotada, o livro O Nordeste que deu certo, de autoria deste escriba, passa a ter seus capítulos postados neste blog a partir de amanhã, da mesma forma como se deu com A derrota não anunciada, série encerrada na semana passada com a bombástica entrevista do empresário João Carlos Paes Mendonça explicando as razões de não aceitar o convite de Jarbas Vasconcelos para disputar o Governo de Pernambuco em 2002.

Lançado em 1993 pela editora Comunicarte, já extinta, sob o patrocínio exclusivo do Banorte, instituição financeira também não resistente ao tempo, O Nordeste que deu certo é resultado de uma peregrinação deste repórter aos nove Estados da Região em busca de projetos econômicos e sociais que mudaram o perfil do semiárido nordestino, geradores de emprego, renda e redução de desigualdades.

De avião, carro, barco e até em lombo de cavalo percorri 10 mil km entre o Sertão do São Francisco, onde já se produzia uva e manga tipo exportação, até os Lençóis Maranhenses, de praias fantásticas e visual de encantar o turista estrangeiro. Na Bahia, mergulhei na indústria sem fumaça do seu Carnaval, o axé baiano. 

Na efervescente Campina Grande descobri experimentos em pesquisas inéditos, como a produção da tecnologia de um sistema de áudio usado com exclusividade pela Casa Rosada, sede do Governo Argentino. No Rio Grande do Norte, Estado de grande potencial econômico, mostrei a expansão do petróleo, a indústria do sal e a maior área agrícola de produção de melão do Nordeste.

No Ceará, a pauta foi administrativa e política. Dei régua e compasso ao processo da mudança de mentalidade do Estado atrasado, pontificado pelos velhos coronéis do asfalto até ao Estado empresarial na visão moderna e prática do seu condutor, o ex-governador e hoje senador Tasso Jereissati.

Começamos amanhã com o prefácio do então governador Ciro Gomes, que já vinha da experiência bem sucedida de prefeito de Fortaleza. Como A derrota não anunciada, que foi bastante comemorada pelos leitores, faremos a cada dia a postagem de um capítulo do Nordeste que deu certo, livro com quase 400 páginas.

Até amanhã!


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Bandeirantes 2021

04/05


2021

Celpe deixa cidades do Sertão sem energia

Hoje, por volta das 15h30, cidades como Cabrobó, Santa Maria da Boa Vista, Orocó, Belém do São Francisco, Itacuruba, Custódia, Afogados da Ingazeira e Floresta, no Sertão, ficaram sem energia elétrica por cerca de 30 minutos.

A população das cidades citadas vem sofrendo com as quedas de energia desde o ano passado. Muitas vezes, os “apagões” chegam a durar até duas horas, prejudicando a vida dos moradores e o comercio local.

Por meio de nota, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) disse que a falta de energia foi causada por um problema na subestação da Chesf. A Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) informou que, hoje, houve uma ocorrência na subestação de Bom Nome (no município de Bom Nome) causando desligamentos de outras cidades da região. O defeito foi isolado e as cargas foram totalmente restabelecidas.


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Serra Talhada 2021

04/05


2021

Editorial analisa oitiva de Mandetta na CPI da Covid-19

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre o depoimento do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta na CPI da Covid-19 no Senado. Vale a pena conferir!


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04/05


2021

Camaragibe: Vereadores torram R$ 656 mil em eventos

Camaragibe, na Região Metropolitana, é a terra da farra de políticos com o dinheiro público. Os 13 “ilustres” integrantes da Câmara de Vereadores torraram no ano passado, o primeiro da pandemia, quando eventos de aglomerações já estavam proibidos, a bagatela de R$ 656.285,00, segundo documento em poder deste blog. Participaram de congressos em capitais fora de Pernambuco, como Maceió, de Alagoas, e João Pessoa, da Paraíba.

Segundo uma fonte da mesa diretora da Câmara de Camaragibe, cada vereador, para ser deslocado a um Estado vizinho ou cidades do Interior, recebe um total de R$ 2.400 para um fim de semana. Os parlamentares precisam, pasmem, levar assessores para tirar dúvidas quanto às palestras e cada auxiliar integrante da caravana festiva recebe mais R$ 1.600 em diárias, totalizando R$ 4 mil para o gabinete de cada vereador.

Dos 13 vereadores de Camaragibe, dois campeões em presenças de seminários dessa natureza: Renê Cabral, do Republicanos, e Cabeça Gomes, do Cidadania, ambos foram a sete eventos em 2020. Depois, com cinco presenças seguidas nos festivais de assalto ao dinheiro alheio, Roberto da Loteria, Delio Júnior, Manoel Rodrigues e Eugênio Vitoriano. Já os que embolsaram diárias para três eventos, os vereadores Lindomar, Adriano, Tomé e Paulo André (foto), este presidente da Casa, responsável pela autorização e liberação das diárias.

Por fim, foram apenas a um congresso os vereadores Léo Família e Lelo. A gastança, pelo documento acessado pelo blog, se deu apenas no exercício do ano de 2020, mas há informações dos próprios vereadores de que já este ano todos participaram de eventos em outras cidades, desta feita no Interior do Estado.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

04/05


2021

Sociedade de Criadores também repudia deputado

A Sociedade Nordestina dos Criadores (SNC), através do presidente Delmiro Gouveia, divulgou uma nota de desagravo, hoje, ao posicionamento do deputado estadual João Paulo (PCdoB) sobre o seu posicionamento com relação ao Agronegócio. O parlamentar chegou a acusar o agronegócio de ser um setor tóxico que contribui com a fome e a desnutrição do meio ambiente. Falas contestadas por Delmiro Gouveia com números. Confira abaixo a íntegra da nota:

A Sociedade Nordestina dos Criadores, entidade representativa do Agronegócio Nordestino, com atuação há mais de 75 anos, promovendo e fomentando o desenvolvimento da pecuária e agricultura, vem a público demonstrar seu desagravo ao posicionamento externado pelo deputado estadual João Paulo, no qual apontou o agronegócio como fonte colaboradora para a fome e a destruição do meio ambiente.

A Sociedade Nordestina de Criadores lamenta a postura do parlamentar por ir de encontro ao desenvolvimento do Estado e Região. O Agronegócio responde pelos resultados mais expressivos da balança comercial brasileira, gerando emprego e renda a todas as regiões do País. O posicionamento do deputado é um retrocesso e está totalmente dissociado a realidade fática.

Neste contexto, Pernambuco é destaque no setor sucroalcooleiro, no qual emprega maciçamente o homem do campo, sendo ainda o quarto maior produtor de ovos do Brasil, possuidor de aproximadamente 25% do rebanho de caprinos do País, além de significativa bacia leiteira.

Não obstante, vemos um considerável desenvolvimento da pecuária nas Matas Norte e Sul deste Estado, totalmente integrada à sustentabilidade ambiental, inclusive na recuperação de áreas anteriormente degradadas.

Deixamos claro que o produtor rural é o grande responsável pelo abastecimento da mesa do brasileiro. Por fim, lamentamos a visão retrograda do parlamentar, cujas ações em nada contribuem para o desenvolvimento do Estado, do Nordeste e do País.

Delmiro Gouveia – presidente da Sociedade Nordestina dos Criadores


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Comentários

Fernandes

Tem calma bozoloide. Comunista é o pseudônimo que os conservadores e saudosistas do fascismo inventaram para designar todo sujeito que luta por justiça social.

Rafael C.Soares Quintas

O comunista João Paulo depois que foi humilhado em Olinda pelo Professor Lupércio, tá ficando muito raivoso kkkk

marcos

Esses políticos de Esquerda detestam o Agronegócio porque lá não tem Sindicato, não podem fazer greves e não tem dinheiro fácil para vagabundo socialista ou Comunista. Quer ganhar dinheiro então trabalhe! ...........Intervenção Federal Já.


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