Cabo Agosto 2021

05/10


2006

SE: Alves diz que "dará o sangue pela vitória de Alckmin"

Partidários dos dois candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB/PFL), travarão um novo duelo na disputa dos quase 1,3 milhão de votos do estado de Sergipe neste segundo turno. No primeiro turno o resultado foi apertado: Lula com 47,33% e Alckmin com 44,36%. Para tentar virar o jogo, o governador João Alves (PFL), que perdeu a disputa da reeleição para Marcelo Déda (PT), já avisou que “dará o sangue pela vitória de Alckmin”. 

Alckmin já conta com um novo aliado no estado, o candidato a governador pelo PDT, deputado federal João Fontes. Ele, que apoiou a candidatura de Heloísa Helena (Psol) à Presidência, aposta que a maioria dos votos de Heloísa migrarão para Alckmin. O governador João Alves tem o mesmo raciocínio. 

João Alves anunciou que irá procurar até mesmo adversários como o senador Almeida Lima e a parte do PSDB que não apoiou sua candidatura para reforçar o palanque pró-Alckmin em Sergipe. Ontem à noite, ele se reuniu com os coordenadores de sua campanha para pedir empenho na eleição de Geraldo Alckmin. 

“Irei até o limite das minhas forças para derrotar o PT e Lula. Vou dar o meu sangue por essa vitória”, afirmou o pefelista. As informações são do Correio da Bahia.


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Petrolina Julho 2

05/10


2006

PB: Parentes de servidores são exonerados

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, Abraham Lincolm da Cunha Ramos, exonerou ontem as servidoras Liana Arnaud de Araújo, Yasnaya Poliana Leite Fontes do Ó, Maria José Moura de Araújo e Luciana Lima de Araújo, das funções comissionadas que exerciam no TRE e determinou que as quatro colaboradoras sejam devolvidas aos órgãos de origem.

    O despacho do presidente atende a uma decisão judicial da juíza federal substituta da 3ª Vara Federal, Cristiane Mendonça Lage, proferida no último dia 27 de setembro. A juíza analisou uma ação de autoria do Ministério Público Federal que pedia o afastamento dos casos de nepotismo no TRE.

    Além dessa ação, os nomes das quatro servidoras também constavam no relatório da comissão que realizou um levantamento do número de parentes de juízes e desembargadores que exerciam funções comissionadas no Tribunal. A presidente da Comissão, a juíza federal Helena Fialho, recomendou a exoneração de Liana Arnaud de Araújo, Yasnaya Poliana Leite Fontes do Ó, Maria José Moura de Araújo, Luciana Lima de Araújo e também de Emmanuel Coriolano Ramalho.

    Em relação ao servidor Emmanuel Coriolano Ramalho, o pedido de sua exoneração contido na petição inicial da referida Ação Civil Pública foi julgado improcedente pela decisão judicial. O servidor é concursado da carreira jurídica e estava à disposição do TRE. As informações são do Jornal da Paraíba.


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Caruaru Novas Creches

05/10


2006

Lula libera 1,5 bilhões para obras

Lula assinou medida provisória abrindo crédito extraordinário de 1,5 bilhão de reais para oito ministérios, o que vai liberar recursos para três áreas criticadas pela oposição na campanha: estradas, segurança e agricultura.

No pacote anunciado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, há 231 milhões para acelerar obras em rodovias, 150 milhões para a prevenção da gripe aviária e 19,1 milhões para o Centro de Inteligência Policial Compartilhada de Combate ao Crime Organizado (Cicor), na cidade de São Paulo.

"Pessoas de boa fé não farão essa leitura", disse Paulo Bernardo ao negar que o pacote possa ser interpretado como eleitoreiro.  As informações são da Reuters.


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Serra Talhada 2021

05/10


2006

Cláusula de barreira continua preocupando partidos

 As novas interpretações dadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a chamada cláusula de barreira, que define critérios para os partidos terem direitos a assentos na Câmara, repercutiu entre partidos que alcançaram os percentuais exigidos e entre os que podem ser beneficiados com uma nova interpretação.

Ex-líder do PSB e agora eleito senador, o deputado Renato Casagrande (ES) disse que a interpretação do TSE "está atrasada" e que ela deveria ter ocorrido antes do inicio do processo eleitoral. "O TSE mais uma vez está legislando e tomando decisões em uma hora equivocada", disse.

Segundo o ex-líder, se for mantida a interpretação que inclui três novos partidos - PTB, PL e PPS - que teriam cumprido a regra "o resultado é positivo, porque ai seriam mais partidos com representação na Câmara". Casagrande alega, no entanto, que uma nova interpretação pode criar brechas para outros partidos que não seriam beneficiados questionarem a validade da cláusula de barreira. "Minha preocupação é que outros partidos venham a reclamar, porque ai se cria brechas jurídicas para que outras legendas possam questionar a validade da interpretação".

Pelas interpretações dadas pelo TSE ao artigo 13 da lei orgânica dos partidos (9095/96), teria direito a liderança, participação em comissões e outras regalias na Câmara e ao fundo partidário, as legendas que conseguiram 5 % dos votos nacionais e 2% dos votos em nove estados. Com essa interpretação sete partidos alcançaram a cláusula de barreira (PT, PMDB, PFL, PSDB, PP, PSB e PDT). Na outra interpretação, onde seriam exigidos 5 % dos votos obtidos pela legenda em nove estados e o minimo de 2 % em cada um desses nove estados. Essa nova interpretação beneficia outros três partidos (PTB, PL e PPS). Informações do JBOnline.


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05/10


2006

Armando confia em Eduardo desconfiando

 Presidente da poderosa CNI, presidente do PTB pernambucano e o deputado federal mais votado nas eleições de domingo passado, Armando Monteiro Neto se abraça, hoje, com a candidatura de Eduardo Campos (PSB) sem o menor estímulo, levado por uma circunstância: não quer ficar mal perante o presidente Lula.

Mas, por qual razão Armando criou tantas dificuldades e retardou o apoio a Eduardo? Existem alguns fatores que rolam nos bastidores. A família Monteiro ( leia-se a partir do ex-ministro Armando Monteiro Filho ) guarda profundas mágoas e até traumas com o grupo Arraes, desde a campanha em que Armando Filho, pai do Neto, disputou o Senado e não foi eleito na chapa do ex-governador Miguel Arraes, em 1994.

Eleito governador, Arraes colocou Eduardo, seu neto, na Secretaria da Fazenda, e este não correspondeu às expectativas do grupo Monteiro. ''Ele tem enormes dificuldades de cumprir o que acerta previamente'', disse uma fonte da família, referindo-se a Eduardo.

Daí a razão de Armando, sabendo que Eduardo tinha mais chances do que Humberto de chegar ao segundo turno, em não apoiar a candidatura do socialista no primeiro turno. É bom ressaltar, ainda, que existem feridas de campanha. Pré-candidato a governador pelo PTB, Armando travou bate-boca com Eduardo pelos jornais, acusando-o de invadir seus redutos eleitorais, aliciando prefeitos, ex-prefeitos e vereadores.

Não precisa ir mais longe para saber as razões de Armando estar com um pé atrás para apoiar Eduardo: ele confia no socialista desconfiando. A conversa que terá com ele, logo mais, não será tão fácil como imagina o candidato da oposição no segundo turno. Eles tomarão um café juntos, que poderá ser muito mais amargo do que Eduardo imaginava.


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Comentários

Severino Isidoro Fernandes Guedes

Com mágoa ou sem mágoa o que importa é o apoio da família Monteiro a Eduardo, porque no fundo no fundo os Monteiro sabem que o PFL no poder só cuida de interesses próprios.

Francisco Filho

SE DIANTE DE TANTOS OBSTÁCULOS, ARMANDO MANTIVER O APOIO A EDUARDO, O DOCE PODE ZEDAR ANTES DE IR AO FOGO. ESSE AMBIENTE ENTRE ELES ESTÁ MAIS PARA OPOSITORES DO QUE PARA ALIADOS. RESTA SABER SE O GRUPO VAI TODO UNIDO. EM PEDAÇOS, DE NADA VALE.

José Rodrigues da Silva

Com Dudu!!! Fora Luiz!!! Avanti Dudu!!!

José Rodrigues da Silva

Sabe Magno como ninguém, o que faz a "familia" Monteiro quando se trata de defender os seus "interesses". Ruim estaria Pernambuco, se houvesse sido entregue nas mãos do Armando. Quanto as dívidas, são equívocos de caráter muito próprio dos seus membros!!!

julio de adelaide b. de hollanda

cont......então qual a MORAL, que o deputado ARMANDO NETO, tem pra ta dizendo que o NOVO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO, O NETO DO DR ARRAES, não cumpre arcodos?ele Armando ja foi considerado o maior DEVEDOR PESSOA FISÍCA DO INSS DO BRASIL, QUEBRARAM O BANCO MERCANTIL DE PE, esse apoio manda ele da pro PF


Pousada da Paixão

05/10


2006

Armando deve anunciar hoje apoio a Eduardo Campos

 O deputado federal e presidente do PTB, Armando Monteiro Neto, continua fazendo suspense em relação ao caminho que seu partido seguirá no segundo turno. O parlamentar disse, ontem, que não tomou uma decisão porque ainda não esgotou os processos de consulta interna dentro da Frente Trabalhista (PTB/PMN).

Apesar de dizer que dará preferência à candidatura da oposição, ele deixou no ar que ainda não descartou os entendimentos com Mendonça Filho (PFL). “Não fazemos alinhamentos automáticos, vamos ter que convergir objetivos programáticos. Não é porque uma candidatura é do nosso campo que temos que apoiá-la”, disse. Armando informou que deverá anunciar o palanque no qual a Frente Trabalhista subirá ainda hoje. O postulante Eduardo Campos disse à Folha, ontem, que já tem conversa marcada com o deputado. As informações são da Folha de Pernambuco.


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Comentários

julio de adelaide b. de hollanda

Em política ja se disse, que não se recusa apoio, agora se eu fosse o EDUARDO CAMPOS, esse tipo de apoio do sr Armando Monteiro, so aceitaria sem imposição nenhuma, esse grupo, vive sempre bajulando o ocupante do palacio do campos das princesas, pra se beneficiar,nunca pagando os tributos devidos.


Bandeirantes Junho 2021

05/10


2006

Volta de Severino depende da vitória de Eduardo

 Severino Cavalcanti é o primeiro suplente da sua coligação. Como Eduardo Campos (PSB) pode ser eleito governador de Pernambuco, Severino voltará à Câmara se um deputado for convidado para o secretariado do governo. A informação é da coluna de Cláudio Humberto.


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Comentários

DEYVISSON DA SILVA LIMA

Quem vota em Eduardo Campos vota em Severino Cavalcanti... Eita...

Francisco Filho

QUE PALANQUE ECLÉTICO ESSE DE EDUARDO. GRAÇAS A ELE, CORREMOS O RISCO DE RECOLOCARMOS SEVERINO DE VOLTA AO PODER. É BOM PENSAR DUAS VEZES.

osgone

Vocês ai embaixo ja elegeram Eduardo Governador entregaram os pontos. è muito para o Severino.

José Rodrigues da Silva

no coment!

cristiano lins de amorim

pois é vote em



05/10


2006

Wagner conta com nove mil cargos na Bahia

Ao vencedor, as batatas. Uma avaliação preliminar do espólio político e administrativo do governo baiano, de acordo com a Secretaria de Administração, dá conta de que podem chegar a nove mil os cargos de confiança no Estado, já a partir de primeiro de janeiro, à disposição do governador eleito Jaques Wagner, do PT, e aliados.

A vitória petista, que incluiu a do senador João Durval (PDT), pegou de surpresa institutos de pesquisa, parte dos eleitores, e principalmente o grupo do senador Antônio Carlos Magalhães.

O líder do PFL baiano amarga derrota histórica, dos indicados ao governo e ao senado, perdeu maioria na câmara federal, e ainda deverá assistir ao desmonte de sua máquina administrativa no estado.

O futuro governador deixou claro que ainda é cedo para se falar em dividir o bolo: "Antes de cuidar da indicação de nomes, vamos trabalhar para eleger o presidente", disse Wagner a aliados e repórteres, na primeira coletiva após a eleição, na segunda-feira à tarde. (Agência Estado)

O peemedebista Geddel Vieira Lima, reeleito por 287 votos, primeiro do partido no País, já planeja indicações: "Teremos maioria na assembléia, a governabilidade está assegurada, e se o governador nos procurar, estaremos aqui para contribuir".

As contribuições do deputado já garantiram espaço a dois correligionários em secretarias municipais de Salvador: João Santana, de Serviços Públicos-Sesp, e Fábio Mota, na Limpurb.

De surpresa

Pego de surpresa com a derrota nas urnas, o secretariado de Paulo Souto está sobressaltado com a iminência de deixar secretarias onde atuara, às vezes, por mais de uma gestão.

"Isso faz parte do jogo político", comentou o secretário Armando Avena, do Planejamento, que como os demais titulares das 17 secretarias de estado, se recusam a falar sobre o tema.

O executivo comanda 10 empresas públicas (algumas de economia mista como Bahiatursa e Bahiapesca), mais 19 autarquias, como Ipac e instituto Mauá, e seis fundações, como o Irdeb (TV-E), cerca de 171 mil funcionários, cujos salários vão de R$356 a R$ 3.995.

"No caso das gratificações, o aumento pode ser de até 150%", revela a assessora de imprensa da secretaria de adminstração, Rose Guanaes. No caso da agricultura, o desmonte pode comprometer alguns marcos.

Zona livre de aftosa com vacinação desde 2001, campanhas vêm garantindo sanidade ao gado baiano e um deslize pode comprometer o trabalho.

"Vários projetos, programas de rádio do cabra-forte, o coordenador o projeto mandou parar tudo", conta uma assessora da Agricultura-Seagri, e acrescenta: "mesmo que não houvesse essa ordem, todos estão desmotivados, com a expectativa de perderem os empregos".


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José Rodrigues da Silva

Mereceria sim uma investigação por parte do Ministério Público, ainda o aparentemente incólume braço moral e legal do país, sobre essa bandalheira comercial epítetada de "pesquisas! À cadeia com eles!!!



05/10


2006

"Aliança Tabajara" no Rio prejudica Alckmin

No primeiro turno, a operação dos petistas para comprar o dossiê Vedoin prejudicou a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e mereceu a alcunha de Dossiê Tabajara, dada pelo ministro Tarso Genro. No segundo turno é a formalização do apoio do ex-governador do Rio, Anthony Garotinho e da mulher dele, Rosinha Matheus, à campanha do tucano Geraldo Alckmin que ganha o rótulo Aliança Tabajara e pode prejudicar o candidato do PSDB.

A avaliação é do cientista político Carlos Melo, professor do Ibmec São Paulo. Ele acredita que Alckmin promoveu a Aliança Tabajara ao se deixar fotografar com Garotinho. ''Apoio no segundo turno não se rejeita. Mas o candidato não precisava promover o encontro logo no início da campanha'', diz Melo à Agência Estado. ''Podia ter esperado para tirar a foto no último sábado antes da eleição'', ironiza, ao estimar que Garotinho pouco agregará ao tucano.

Melo lembra a greve de fome que Garotinho fez em protesto a denúncias contra ele. ''A população não deu a menor bola''. O cientista vê um erro estratégico na campanha tucana, enfraquecendo a confrontaçãoa Lula no campo da ética. ''Alckmin não poderá mais usar o discurso do diga-me com quem andas e direi quem és.''

A aliança pode causar o definhamento da campanha de Alckmin no Rio de Janeiro. No estado, debandaram o prefeito do Rio, César Maia (PFL), e a candidata ao governo estadual Denise Frossard (PPS).

O deputado Fernando Gabeira (PV), mais votado entre os eleitores fluminenses, anunciou neutralidade. ''Com seu anúncio de voto nulo, Denise Frossard certamente quis dizer: ´Não votem em Alckmin´'', analisa Melo. ''O destino dos votos de Heloisa Helena no Rio é uma incógnita'', acrescenta, ao lembrar que a candidata derrotada do PSOL teve 1,4 milhão de votos no Estado (mais de 17% dos votos válidos).

O estudioso acredita, no entanto, que os erros são insuficientes para abalar as chances de Alckmin vencer a disputa. Melo reconhece a existência de uma onda pró-Alckmin na classe média, principalmente nas regiões metropolitanas, mas ainda longe de ser um ´tsunami eleitoral´. ''A eleição começou do zero e há um aquecimento eleitoral. Não dá para dizer nem que Lula saiu na frente.''

Matematicamente, o cientista político admite alguma vantagem petista sobre o tucano, já que Lula recebeu, no primeiro turno, 48,61% dos votos válidos, e Alckmin, 41,64%. Ele salienta, porém, que Alckmin foi bem nos estados do Centro-Oeste e Sul, e muito bem em São Paulo. ''Lula luta para empatar o jogo. Os apoios que recebeu, até agora, não equivalem à performance de Alckmin em São Paulo e no Sul.''

Para buscar estas alianças, Lula deve se aproximar dos aliados que disputarão o segundo turno no Paraná, Roberto Requião (PMDB); Santa Catarina, Esperidião Amim; e Rio Grande do Sul, Olívio Dutra (PT). ''Há uma nova onda Lula no Nordeste, trazida pela vitória de Jacques Wagner na Bahia, no primeiro turno'', diz Melo. ''Se crescer um pouco mais, isso significará a vitória.''

No primeiro momento, a campanha de Lula trabalha por um resfriamento dos ânimos. Ao gosto do presidente da República e candidato à reeleição, Melo vale-se de uma metáfora futebolística: ''O time de Lula ganhava o campeonato com o empate, mas tomou um gol ao final da partida. Agora, a torcida e o adversário estão em euforia. Vai começar um terceiro jogo, uma prorrogação''. Lula usou voz baixa e calma na primeira entrevista coletiva, gerando resfriamento da campanha e dos adversários. ''O adiamento do reinício do horário eleitoral de rádio e televisão também esfriou a campanha, favorecendo os petistas'', reforçou.

Melo diz que, para vencer, Alckmin deve ir além do debate ético. ''O que vai pesar mesmo é o programa de governo e como Alckmin pretende se diferenciar de Lula''. O estudioso destaca que Alckmin precisa reverter a abstenção de brancos e nulos a seu favor. O tucano deve, ainda, tirar os votos conquistados por Lula. ''Se for para ser tudo exatamente igual ao hoje, por que a população não reelegeria um presidente que paga o Bolsa-Família?'' (Agência Estado)


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Severino Isidoro Fernandes Guedes

Ali Ba Bá... PFL... Ali Ba Bá... ACM... Ali Ba Bá... Bornhausen... Ali Ba Bá... Garotinho... Ali Ba Bá... Hildebrando "Motosserra" Paschoal... Ali Ba Bá... viúvas golpistas da finada UDN... Ali Ba Bá... Geraldo Daslu Chuchu Alckmin...Ali Ba Bá... Garotinho & Cia. Ltda.

José Rodrigues da Silva

Acusar surprêsa com tão idiotas alianças não me fere, pois tenho convicção da imperante mediocridade daqueles que têm tarefas assessoras. Causa desanimo, tanto no plano nacional quanto no terreno local, o primárismo pensante!

paulo

Quando João Paulo II veio ao Brasil, perguntou ao presidente Figueiredo por que ele tinha tantos ministros. João Figueirdo respondeu: -- São 12 como Cristo. Quando Bento XVI ligou para Lula perguntado o mesmo, ele respondeu: -- São 40, como Ali Babá!



05/10


2006

Clodovil vira símbolo dos homossexuais no Congresso

Em carta encaminhada ao deputado eleito Clodovil Hernandes, 69, (PTC-SP),  o GGB (Grupo Gay da Bahia) disse que o estilista é a ''grande esperança de mais de 20 milhões de brasileiros homossexuais'' e pediu a sua presença na Frente Parlamentar Mista pela Livre Expressão Sexual, criada em outubro de 2003 e que conta, entre outros parlamentares, com o apoio do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ).

Assinado pelo antropólogo Luiz Mott, 60, um dos fundadores do GGB, o texto diz que os 493.951 votos obtidos pelo estilista --um dos três deputados mais bem votados em São Paulo-- são ''um marco importantíssimo na história homossexual do Brasil'', porque Clodovil ''é o primeiro gay assumido a ocupar cargo tão fundamental''.

Em seguida, Mott fala da luta que algumas entidades vêm fazendo em defesa dos direitos dos homossexuais, ''desde a década de 70''.

''Um bando de devotados gays e lésbicas assumidos vem lutando incansavelmente, já contabilizando importantes vitórias, para garantir aos amantes do mesmo sexo, inclusive aos transgêneros e efeminados, os mesmos direitos dos demais cidadãos'', escreveu Mott, professor aposentado da UFBa (Universidade Federal da Bahia).

Para enaltecer o estilista, Luiz Mott cita personalidades históricas que, segundo o GGB, teriam sido homossexuais. ''Apesar de discordarmos de algumas declarações suas contra o casamento gay, contra as paradas, contra os parlamentares simpatizantes, agora, como deputado, querendo ou não, você é uma grande esperança para os homossexuais que ainda continuam presos no armário, com vergonha de ser o que há tantos anos, você e eu temos orgulho de ser, como você disse, da mesma estirpe de Michelângelo, Leonardo da Vinci [artistas italianos], Federico García Lorca [poeta espanhol] e Santos Dumont [inventor do avião], por exemplo.''

Ao final, o GGB solicita que o deputado eleito mantenha diálogo com os homossexuais. ''Vamos lutar pelo que temos em comum. Queremos ter orgulho de você. Afinal, todos somos filhos de Deus e nascemos para brilhar''. Procurado pela Folha, Clodovil Hernandes, através de sua assessoria, informou que sentiu um mal-estar após o almoço e somente falaria sobre a carta do GGB amanhã. (Folha Online)


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