Jaboatão

10/09


2006

Presidente da Chesf internado no Memorial

 Inspira cuidados o estado de saúde do presidente da Chesf, Dilton da Conti. Ele sofreu uma queda na véspera do feriado de quinta-feira, no prédio da empresa, que deixou seqüelas na sua cabeça. Da Conti está internado no hospital Memorial São José, com recomendação médica para não receber visitas.

Dilton da Conti, ex-candidato ao Governo de Pernambuco pelo PSB, é um dos técnicos com mais ligação com o grupo Arraes. Sua ascensão à presidência da Chesf se deu por influência do ex-governador Miguel Arraes, no início do governo Lula.

A queda sofrida por Dilton da Conti não tem ainda uma versão oficial. O que se sabe é que ele caiu quando chegava no prédio da empresa para o expediente da tarde de quarta-feira. Não está descartada a possibilidade de ele ter passado mal antes de cair.


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Dilton, esperamos que fique bom o mais rápido possível, pois és uma expoência de competência técnica e moral para o governo de Eduardo Campos. Vamos orar por você.


PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21

10/09


2006

Quanto custa um deputado?

Veja a importância que os blogs vão ocupando na mídia. Esta matéria está no blog  do Tão Gomes Pinto, após levantamento por ele realizado, com base no Congresso em Foco:

O custo de um deputado é de R$ 99.467,00 por mês. Você acha muito?

Saiba porque um deputado custa isso.

Entre vencimentos pessoais, verba de gabinete, auxílio-moradia, passagens e outras despesas, cada deputado custa, em média, R$ 99.467 por mês

O levantamento foi feito pelo repórter Diego Moraes e publicado no site Congresso em Foco.

Diego lembra ainda que um ''acordo de cavalheiros'' permitiu aos parlamentares trabalhar somente três dias em agosto e outros três em setembro sem qualquer prejuízo em seus vencimentos.

É o chamado ''recesso branco'' para que eles possam fazer suas campanhas.

Dos 513 deputados, apenas 22 não disputarão nenhum cargo em outubro. No Senado, 47 dos 81 senadores são candidatos.

Levantamento feito pelo Congresso em Foco revela que, entre vencimentos pessoais, verba para manutenção do gabinete, auxílio-moradia, passagens aéreas, despesas com combustíveis, correios, telefone e publicações, um deputado custa, em média, R$ 99.467 por mês, o equivalente a 284 salários mínimos de R$ 350.

A despesa mensal com os 513 deputados chega a R$ 51,02 milhões.

Considerando-se que eles recebem 15 salários por ano (além do 13º, outros dois como ajuda de custo), essa cifra alcança a expressiva marca anual de R$ 632,17 milhões.

***

Um deputado recebe atualmente salário bruto de R$ 12.847,20 (36 mínimos).

Apesar de estar muito distante da realidade do cidadão comum, o salário de um parlamentar ainda está longe do teto do funcionalismo público (cerca de R$ 24,5 mil), que é quanto ganha um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Porém, há uma série de regalias, e são elas as responsáveis pela inflação do chamado ''custo deputado''.

São R$ 50.815,62 todos os meses para a contratação de assessores de confiança dos parlamentares em seus gabinetes.

Com esse dinheiro podem ser contratados de cinco a 20 pessoas, com salários entre R$ 350 e R$ 6 mil.

O regimento interno proibe que esses servidores desempenhem funções que não sejam de caráter legislativo fora da Câmara.

Mas não é raro encontrar assessores de parlamentares nos Estados, durante o período eleitoral, auxiliando nas campanhas.

Além dessa verba de gabinete, o deputado tem direito a receber R$ 15 mil para cobrir despesas de suas atividades no Estado.

Mas nesse caso o dinheiro só é repassado mediante a apresentação de notas fiscais.

Em abril, a Mesa Diretora da Câmara decidiu limitar a 30% da chamada verba indenizatória os gastos mensais dos deputados com combustível (R$ 4,5 mil).

A fiscalização dessas despesas só se tornou mais severa quando um grupo de parlamentares foi flagrado apresentando notas fiscais frias para a compra de combustíveis.

***

No ano passado, a Câmara gastou R$ 41 milhões só para manter os carros dos parlamentares com o tanque cheio.

O limite, porém, não afetou a locomoção via aérea dos deputados.

Só em passagens aéreas, os deputados recebem entre R$ 4,1 mil e R$ 15,6 mil, dependendo do Estado de origem.

São três bilhetes por semana.

De acordo com o regimento da Câmara, o parlamentar pode solicitar o depósito da quantia em sua conta caso não utilize toda a cota.

Detalhe curioso: mesmo os representantes do Distrito Federal, que moram em Brasília, têm direito a receber a cota mínima para se deslocarem país afora.

***

A Câmara gasta R$ 19 milhões por ano com moradia de deputados.

Mas esta é só uma pequena parte do problema. A Casa tem 432 apartamentos funcionais, o que seria insuficiente para atender a todos os 513 deputados.

Desses 432 apartamentos, 217 estão abandonados.

Enquanto isso, a Câmara paga auxílio-moradia de R$ 3 mil a 295 parlamentares, inclusive deputados eleitos pelo Distrito Federal que têm residência própria em Brasília.

A reportagem do Congresso em Foco apurou que dois apartamentos funcionais continuam ocupados por parlamentares cassados.

A maioria alega que os apartamentos da Câmara são grandes para uma só pessoa e estão sucateados. Por isso, preferem usar a verba pública e morar em hotéis.

***

Para se manterem bem informados, todos deputados têm direito a cinco assinaturas de jornais ou revistas.

Além disso, dispõem de R$ 6 mil por ano para serviços de impressão gráfica. Essa verba, entretanto, é intransferível e não pode ser acumulada para o mês seguinte.

Diferentemente dos senadores, os deputados não recebem um celular funcional com conta ilimitada.

Mas têm direito a R$ 4.268,55 para gastarem com telefonemas e envio de cartas.

No caso dos líderes e vice-líderes, essa cota aumenta para R$ 5.513.

O telefone fixo instalado no gabinete, registrado em nome da Câmara, é de uso ilimitado. Do blog de Tão Gomes Pinto. 



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Raimundo Eleno dos Santos

É p/isso q existe 1 verdadeiro arranca-rabos p/chegar ao Planalto.É bom q o gde público saiba disso.Agora,se a lei determinasse q o mandatário nada recebesse,e o gasto com ele q o erário teria fosse de casa,comida e roupa lavada,e a garantia q s/prole teria colégio e despesas pagas.SERIAM SERVIDORES

Drácula

E AÍ PERNAMBUCO MANDA UNS PORCARIAS FEITO CADOCA E JOSÉ CHAVES PARA O CONGRESSO NACIONAL....É DEMAIS.....DEVOLVAM ESSES PULHAS PARA O ANONIMATOOOOOOO.....


Ipojuca 2021

10/09


2006

Apatia do eleitor e "sucesso do Bolsa-Família"

 Nas minhas andanças pelo Sertão de Pernambuco, onde atualizo o blog de Afogados da Ingazeira, a 386 km do Recife, constatei uma grande apatia do eleitorado. Na verdade, não existe campanha, não há clima eleitoral, mas sim um profundo distanciamento do eleitor com a realidade.

Jarbas e Mendonça fizeram uma carreata bastante concorrida em Afogados da Ingazeira, mas não deram um pio aos eleitores, descartando os velhos e tradicionais comícios. No feriado de 7 de setembro, em Serra Talhada, a cidade foi invadida, literalmente, pelos candidatos majoritários  - Mendonça, Humberto e Eduardo.

Mas, sabe para onde estavam voltadas as atenções do povão na praça pública? Para duas bandas cearenses de forró, contratadas pela Prefeitura para animar a festa do padroeiro. Os candidatos fizeram de tudo para despertar o interesse do eleitor, mas perderam tempo.

Nenhum eleitor se aproximou dos candidatos para tirar dúvidas, questionar ou elogiar suas propostas de Governo. Poucos que tiveram acesso a eles pediram emprego, passagem para São Paulo e uma vaga no Bolsa-Família. Pode acreditar: o que os sertanejos mais festejam é o Bolsa-Família.

E os que não conseguem entrar no programa dizem o seguinte: ''A melhor coisa que tem. Ninguém faz absolutamente nada, não dá uma hora de trabalho e ainda consegue colocar, em muitos casos, uma fileira de parentes na lista dos beneficiados''.

É isso aí! Depois conto mais sobre o Sertão.


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Não julgue dessa forma o pobre de Pernambuco, pois se fosse um deles estaria na mesma situação, ninguém passa fome por quer, o sistema os leva a isso. Quanto ao voto, essa direita criminosa é que deixou o nosso país desse jeito, agora está começando a mudar com Lula e o incômodo, já é realidade.

Drácula

ISSO... BOLSA ESMOLA NESSA CAMBADA QUE VEIO AO MUNDO PRA FAZER FILHO, VOTAR ERRADO E PEDIR À DEUS PARA MORRER ENCOSTADINHO EM ALGUM BARRANCO DE AÇUDE SEM ÁGUA...

Raimundo Eleno dos Santos

O Estado é do povo.Agora tem muita gente que se acha donatário de alguma coisa.O patrimônio da nação tem que servir à nação. Particulares acham que isso é uma benesse.Tá errado.O bem público pertence ao povo.Se o Gov.Lula tem distribuído o que estão chamando de benesse,tá errado.É certo distribuir.


Petrolina abril 2021

10/09


2006

Militar diz que processo deveria ser contra a União

 A defesa do coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra se fundamenta em quatro argumentos: a negativa das acusações; eventuais crimes em 1972 e 1973 não poderiam mais ser punidos; a ação deveria ser contra a União, e não seu servidor militar; a Lei de Anistia (1979) beneficiaria os agentes dos órgãos de segurança que combateram a oposição.
Ustra afirmou à Folha seguir orientação dos advogados para não conceder entrevista. Fez breves comentários e qualificou as denúncias como ''mentiradas''. Disse que acusadores ficam ''inventando coisas'' e ''mulheres mentem''. ''Com essas coisas que esse povo faz [relatos de sevícias], aquele negócio todo, tem horas que a gente desiste de viver.''
Ustra comandou o DOI-Codi de São Paulo de setembro de 1970 a janeiro de 1974. Nesse período pelo menos 40 presos foram assassinados em suas instalações, conforme o jornalista Elio Gaspari no livro ''A Ditadura Encurralada'' (Companhia das Letras, 2004) e o ''Projeto Brasil: Nunca Mais''.
Advogados do coronel, Paulo Esteves, Sérgio Toledo e Salo Kibrit, afirmam no processo: ''Quanto às descrições de tortura (...), o réu [Ustra] jamais permitiria semelhante ato em um local que comandasse''.
Ustra divulgou um texto sobre a ação declaratória em seu site (
www.averdadesufocada.com). Nega ter havido seqüestro das crianças Janaína e Édson. Confirma, contudo, que os meninos estiveram no DOI-Codi. Disse que aceitou pedido dos pais presos para que uma policial, que teria se oferecido, ficasse com as crianças.
Os defensores do militar escreveram que ''o réu [Ustra] agiu como representante do Exército no soberano exercício da segurança nacional''. Por isso, a União deveria responder.
Citam a Lei de Anistia como obstáculo ao prosseguimento do processo: ''[A lei] pressupôs esquecimento recíproco, de modo a apagar todos os fatos que ocorreram em determinado período e que tipificaram delitos políticos ou conexos''.
Fábio Konder Comparato, advogado dos autores da ação, disse que a Lei de Anistia não afeta o processo: ''[A lei] meramente diz respeito a crimes. Aqui não se trata de uma ação penal. É uma ação civil''. (Da Folha de S.Paulo)


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10/09


2006

Militar será julgado por seqüestro e tortura

  ''Depois de a União reconhecer sua responsabilidade pela tortura, morte e desaparecimento de opositores durante o regime militar (1964-85), a Justiça agora é chamada a se pronunciar sobre os atos de um dos mais destacados agentes dos órgãos de segurança dos anos 70: Carlos Alberto Brilhante Ustra, 74, hoje coronel reformado do Exército. Cinco pessoas de uma família processam Ustra, acusando-o de seqüestro e tortura em 1972 e 1973.
Embora os advogados dos autores neguem que o pedido contrarie a Lei de Anistia (1979), o processo reabre a discussão sobre a impunidade de funcionários públicos que cometeram crimes contra os direitos humanos.
Na Argentina, as ''leis do perdão'' foram revogadas, e os acusados por tortura na ditadura militar do país (1976-83) são submetidos a julgamento.
A ação civil é declaratória: não implica pena ou indenização pecuniária. Pede a declaração de ocorrência de danos morais e à integridade física.
Advogados e entidades de direitos humanos consultados pela Folha afirmam desconhecer a existência de ações contra funcionários dos governos militares -antes foram contra o Estado. Ustra se diz ''o primeiro militar que eles buscam sentar no banco dos réus''.
Em 1985 a atriz Bete Mendes, ex-militante da luta armada contra a ditadura, apontou o coronel como seu antigo torturador, mas não o processou.
Ustra é réu no processo 05.202853-5, da 23ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo. Os autores da ação são o casal Maria Amélia de Almeida Teles, 61, e César Teles, 62; seus filhos Janaína Teles, 39, e Édson Teles, 38; e Criméia Almeida, 58, irmã de Maria Amélia.
A história que eles narram consta do ''Brasil: Nunca Mais'', projeto da Arquidiocese de São Paulo. O caso dos irmãos Janaína e Édson ganhou relevo no capítulo referente a vítimas crianças.
Eles tinham 5 e 4 anos quando foram parar nas dependências paulistas do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações -Centro de Operações de Defesa Interna). O comandante da unidade era Ustra, o ''Tibiriçá''.

A denúncia
Responsáveis pela gráfica do então clandestino Partido Comunista do Brasil, César e Maria Amélia foram presos em dezembro de 1972 junto com o dirigente Carlos Danielli -que foi torturado e morto no DOI-Codi, conforme conclusão, após o fim da ditadura, da Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça.
Grávida, Criméia foi detida no dia seguinte. Os sobrinhos foram levados com ela para o DOI-Codi, na rua Tutóia.
Maria Amélia lembra que recebeu choques elétricos, injeções do dito ''soro da verdade'' e humilhações diversas, além de ter sido posta no pau-de-arara.
César descreve golpes de palmatória, choques e tapas nos ouvidos (''telefone''). Queimaduras de cigarro no seu pé direito obrigaram-no a fazer transplante de pele.
Criméia afirma que, ao chegar no DOI-Codi, viu sua irmã e o cunhado sendo retirados da sala de tortura ''com equimoses por todo o corpo''. ''Meu sobrinho [Édson], ao vê-los, perguntou: ''Por que vocês estão verdes?'''', disse ela.
De acordo com Criméia, mesmo grávida de sete meses ela foi seviciada com espancamento, murros na cabeça, palmatória de madeira nos pés e nas mãos e até choques.
''Eu e minha irmã fomos torturadas para que assinássemos um papel em que consentíamos que eles fizessem o aborto.''
Depois de nascido, o menino João Carlos de Almeida Grabois soluçava dia e noite ao ouvir barulhos estridentes.
Maria Amélia e Criméia relatam a participação direta de Ustra na tortura. César diz que o comandante ordenava: ''Bate nesse, bate naquele''. Eles reconheceram o militar ao ver suas fotos publicadas após a denúncia de Bete Mendes.
Os pais dizem que os filhos foram usados para pressioná-los a fornecer informações -se não falassem, Janaína e Édson ''seriam torturados e mortos''.
A ação qualifica os atos contra os irmãos como tortura psicológica. Eles ficaram meses na casa de uma policial cuja identidade até hoje ignoram.
Aos 6 anos, Janaína entrou em processo de puberdade precoce. Aos 28, a menopausa se manifestou precocemente. Édson passou anos sem conversar com ninguém''. (Da Folha de S.Paulo)


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Raimundo Eleno dos Santos

o seu carrasco palitando os dentes como se nada houvesse acontecido.Não.Mil vezes não.Eu não concordo com esse tipo de coisas.Tem que pagar por isso. Não é reabrir feridas, é estancar a sangria do coração.Pais, irmãos familiares precisam pacificar os sofrimentos, as angústias.Faça-se Justiça.É isso.

Raimundo Eleno dos Santos

É muito doloroso para as pessoas verem o seu carrasco ou de seus filhos desfilando por aí como se nada tivesse acontecido.É bem verdade que a letra fria da lei pode prever o famoso " esquecimento". Mas é amargo para quem sofreu torturas e sevícias por ter opinião divergente e, ao depois,vir o seu ca


ALEPE

10/09


2006

Emprego tem. Basta enfrentar um concurso público

 O jornal Correio Braziliense destacou em sua manchete a quantidade de vagas que estão sendo oferecidas em concursos públicos no Distrito Federal e tambem no governo federal. Para quem está com a carreira estagnada em seu estado, ou mesmo sem perspectiva de emprego, vale à pena ler esta matéria que estou postando no blog: 

''...A matemática dos concursos está realmente sedutora. No momento, há 357 vagas, com salários que variam de R$ 1.239,81a R$ 21 mil, oferecidas por quatro concursos que estão com inscrições abertas ou vão abrir nos próximos dias: Centro de Assistência Judiciária do DF (20); Secretaria de Saúde do DF (59 vagas); Ministério Público do Trabalho (181); e Apex, a Agência de Promoção de Exportações do Brasil (97). Além disso, nos últimos dias, outras seis instituições receberam sinal verde do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão. A partir da autorização para fazer o concurso, os responsáveis pela contratação têm seis meses para anunciar as regras da seleção pública. A maioria dos órgãos beneficiados, no entanto, planeja divulgar os editais até o final do ano. Entre postos para funções temporárias e cargos que fazem parte dos quadros fixos, serão preenchidas 84.527 vagas. O recheio nos contracheques vai de R$ 576 a R$ 5.244,17.

Dos concursos autorizados pelo Planejamento, dois são novidades para os concurseiros de plantão: o da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), criada há um ano, e o da AGU, que nunca abriu seleção pública para o quadro administrativo. “É bom fazer esse tipo de prova porque todos os candidatos estão praticamente no mesmo nível, não tem ninguém estudando há muito tempo”, aposta Raíssa. “Além disso, é maior a chance de mais pessoas serem convocadas.” A AGU trabalha inicialmente com as 336 vagas autorizadas pelo Planejamento. Mas a Anac prevê novas contratações. O próximo concurso, segundo a agência, preencherá um terço das vagas a que a agência reguladora tem direito.

Agricultura

As primeiras inscrições a serem abertas devem ser as de agente de atividades agropecuárias e agente de inspeção sanitária e industrial. Na verdade, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou o edital do concurso em maio passado. Mas o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a seleção pública por conta de erros no edital, como excesso de pontos atribuídos à prova de avaliação de títulos.

Na terça-feira passada, o concurso, reformulado, foi liberado pelo TCU. A previsão é de que as novas regras sejam divulgadas até o final desta semana. Logo depois, a equipe de recursos humanos do Ministério da Agricultura concentrará esforços no concurso de fiscal agropecuário, com 390 vagas. Os interessados nas vagas de nível superior deverão se candidatar ao posto em meados de novembro.

Antes disso, na primeira quinzena de outubro, deverão estar na praça as regras da contratação temporária para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O órgão, vinculado ao Ministério do Planejamento, contratará 82.778 pessoas para trabalhar, no próximo ano, no censo agropecuário e na contagem da população. A maioria das vagas, 65.042, é para o cargo de recenseador, aberto a candidatos que tenham concluído o ensino fundamental. Os contratos com o IBGE terão duração de um ano e começarão a ser assinados em fevereiro.

Os outros dois órgão beneficiados são militares. O Exército contratará seis professores para o Instituto Militar de Engenharia, que funciona no Rio de Janeiro. A Marinha também recebeu sinal verde para reforçar o quadro de docentes. São 79 vagas, divididas entre 14 escolas. Uma equipe da Diretoria de Ensino da Marinha tem se reunido para decidir como serão feitas as contratações. A intenção é definir as estratégias de seleção em 15 dias.

Concursos abrem 181 postos no DF

Para os mais apressados ou os que não gostam da idéia de estudar sem roteiro, há quatro concursos com editais na praça. Juntos, os órgãos públicos preencherão 357 vagas para os quadros fixos de pessoal. Dos postos, 181 têm lotação prevista para Brasília. As contratações feitas pelo Centro de Assistência Judiciária do Distrito Federal, Secretaria de Saúde do DF e Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex) serão exclusivas para Brasília. À caça de 181 bacharéis em direito, o Ministério Público do Trabalho contratará cinco deles para trabalhar na capital da República. Confira, no quadro ao lado, como garantir o nome nas disputas.

INSCREVA-SE

Centro de Assistência Judiciária do Distrito Federal
Vagas: 20 para o cargo de procurador // Inscrições: até o próximo dia 17 no site www.cespe.unb.br // Taxa: R$ 140 // Remuneração: R$ 13.193,47 // Informações: 3448-0100

Secretaria de Saúde do Distrito Federal
Vagas: 59, divididas entre os cargos de assistente social (31) e técnico em higiene dental (28) // Inscrições: de 18 a 29 de setembro para assistente, e de 16 a 27 de outubro para técnico. Os registros devem ser feitos na Gerência de Seleção de Pessoal da Secretaria, que fica no SIA Trecho 1, lotes 1730 a 1760 // Taxas: R$ 50 (assistente) e R$ 35 (técnico) //Remunerações: R$ 2.040,54 (assistente) e R$ 1.239,81 (técnico) // Informações: no site www.saude.df.gov.br

Agência de Promoção de Exportações do Brasil
Vagas: 97, divididas entre cargos de nível médio e superior // Inscrições: até 24 de setembro no site www.funiversa.org.br ou até o dia 23 na Central de Atendimento ao Candidato da Funiversa, que fica na 609 Sul, módulo C // Taxas: de R$ 36 a R$ 95 // Remunerações: de R$ 1.848,29 a R$ 7.885,22 // Informações: 3442-7520

Ministério Público do Trabalho
Vagas: 181 para o cargo de procurador do trabalho // Inscrições: até 3 de outubro, no site www.pgt.mpt.gov.br // Taxa: R$ 150 // Remuneração: R$ 21 mil // Informações: (61) 3340-7989.


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Drácula

NÃO TEM VAGA PRA GABINETE DE DEPUTADO? DAQUELES QUE NÃO FAZEM NADA PRA NÃO DAR TRABALHO????


Bandeirantes 2021

10/09


2006

Alckmin se cala sobre tucano envolvido no

 Da Folha de S.Paulo, neste domingo: 

O candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) preferiu falar da má conservação das estradas do Maranhão quando questionado sobre o trecho da carta do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em que cita a falta de reação do PSDB quando veio à tona o envolvimento do ex-governador tucano Eduardo Azeredo (MG) no caso do ''valerioduto''.
Ignorando a pergunta sobre o impacto do mea-culpa de Fernando Henrique, o candidato respondeu: ''Queria destacar também que ontem estive no Maranhão, percorrendo a BR-316, estrada importantíssima para o interior do Nordeste, e vi um estado de abandono''. Alckmin fez ontem caminhada pela feira de Cascavel, no Ceará (cerca de 100 km de Fortaleza).
O tucano disse ter interpretado a carta como uma forma de o ex-presidente se indignar contra a corrupção. ''É uma carta mostrando para o Brasil que infelizmente nós temos um presidente enganador.''
Para o senador Tasso Jereissati, presidente do PSDB, não há crise no partido e a carta de Fernando Henrique é ''um desabafo de um grande homem diante da crise''. Na carta, o ex-presidente afirma que o PSDB errou ao permanecer calado e ''tapar o sol com a peneira no caso do senador Azeredo''.
Tasso fez ressalvas a trechos da carta. Disse que não se pode afirmar que o PSDB errou ao não evidenciar com mais força as denúncias contra Lula.
Alckmin não foi recebido pelo candidato do PSDB ao governo do Ceará, Lúcio Alcântara, que tem preferido exaltar sua proximidade com Lula a pedir votos ao colega. O governador tucano mostrou cenas do presidente no programa de TV.

Cartilhas
À noite, em Quixeramobim (220 km de Fortaleza), Alckmin classificou de ''roubo'' a impressão de quase dois milhões de cartilhas, que teriam sido pagas com recursos da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) e distribuídas por diretórios do PT.
Reportagem da revista ''Veja'' desta semana revela que o Tribunal de Contas da União recebeu recentemente do governo explicações pendentes sobre a falta de comprovação de R$ 11 milhões em gastos da Secom. O TCU suspeitava de superfaturamento na confecção de cartilhas e revistas com propagandas de governo. Agora, a Secom informou, segundo a revista, que as cartilhas foram encaminhadas por agências de publicidade a diretórios do PT.
''Não é brincadeira, são R$ 11 milhões. É uma corrupção atrás da outra'', disse Alckmin. Tasso atacou diretamente Lula. ''Todo dia tem roubo desse homem. Ele continua fingindo que não sabe de nada.''


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guilherme alves

Fala senador Suassuna, como noticiou o Élio Gaspari, o Brasil deseja saber o que faz o trio de ouro PMDB/PFL/PSDB. Principalmente os donos de bordéis PSDB/PFL.

É né chuchuzeiro, quando a sujeira é do teu lado tu jogas em baixo do tapete né. É por isso que o povo brasileiro já escolheu Lula.

Raimundo Eleno dos Santos

FHC é hipócrita e Alckmin é dissimulado. Dou os dois e não quero torna. Que lástima!


Serra Talhada 2021

10/09


2006

Datafolha: O povo está feliz

 A Folha de S.Paulo destacou em manchete neste domingo, a pesquisa do Instituto Datafolha, realizada com 7.724 pessoas em 349 municípios do país, mostrando que 76% dos brasileiros se consideram felizes. ''A taxa está 11 pontos percentuais acima da registrada em estudo de 1996 sobre o tema'', destaca o jornal. O índice dos ''mais ou menos felizes'' caiu de 31% para 22%, e apenas 2% se descrevem como ''infelizes''. Em seu noticiário político, o jornal paulista também destaca que o Datafolha identificou que 48% dos eleitores associam o presidente Lula como defensor da população de baixa renda, e 32% vêem o candidato tucano, Geraldo Alckmin, como defensor dos ricos.


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Caro Luiz Queiroz, na verdade você nem merecia uma resposta, todavia quero lhe informar que o absurdo que falaste, prova o desrespeito que esse seu time tem pelo pobre, e quanto a isso se conheces a bíblia, somente DEUS poderá te responder, e te perdoar.

Drácula

É UM POVINHO DE MERDA MESMO......DEUS QUE MANDE ENCHENTE NO NORDESTE E SECA NO SUL PRA ACABAR COM ESSA PATULÉIA DESGRAMADA.....

Raimundo Eleno dos Santos

Ary,bem lembrado o PHD-FHC disse isso mesmo.É um hipócrita, na expressão maior da palavra.Já o apedeuta,como um bloguista diz,lembrou-se de tudo o quanto passou quando criança,adolescência e adulto.O povo quer comida:café almoço e jantar.Essa é a fórmula do sucesso,esquecida pelo PHDista.É lula lá.

Vocês do time dos chuchuzeiros e garupeiros de PE.(Mendonça Fº) escutem essa. Os brasileiros que se acham felizes está em 76% diz Datafolha, 11% acima da última pesquisa. Aprendam a fazer política social, porque o FHC pediu ao brasileiro que esquecesse o que escreveu. Taí o resultado.


Anuncie Aqui - Blog do Magno

10/09


2006

Famílias controlam as liberações do orçamento

 Do Estado de S.Paulo na sua edição deste domingo: 

A proximidade do poder, o partido e o sobrenome ajudam um grupo de parlamentares a obter a liberação de recursos para suas emendas ao Orçamento da União. Levantamento feito pelo Estado com base nos relatórios da Comissão Mista de Orçamento do Congresso mostra que a família Sarney e os irmãos Calheiros estão no topo da lista dos mais beneficiados durante todo o governo Lula. Acima até de importantes líderes do PT.

É um capital importante para quem tem de pedir votos ou terá de fazê-lo em breve, como os senadores cujos mandatos só acabam em 2010.

Entre 2003 e 2006 cada parlamentar apresentou R$ 13 milhões em emendas individuais ao orçamento, mas poucos conseguiram que o gasto fosse efetivamente autorizado pelos ministérios. Entre os privilegiados, o campeão é o senador José Sarney (PMDB-AP), um dos principais aliados do presidente Lula. Nos últimos três anos e meio, ele apresentou 43 emendas e conseguiu liberar R$ 10,49 milhões para cidades e projetos de sua escolha, como a instalação de bibliotecas públicas em municípios do Amapá.

O 6º na lista também é do clã: o deputado Sarney Filho (PV), que, apesar de ser da oposição, se beneficiou do sobrenome para obter R$ 9,39 milhões para propostas de sua preferência. A terceira integrante da família no Congresso é a senadora Roseana Sarney (PFL-MA), aliada do Planalto mesmo filiada a uma das principais siglas da oposição. Ela está em 71ª lugar na lista, com R$ 5,69 milhões.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e os irmãos Olavo (PMDB-AL) e Renildo (PC do B-PE) estão entre os 14 mais beneficiados. Cabeça do clã, Renan já amealhou R$ 9,14 milhões dos R$ 13 milhões que pediu entre 2003 e 2006. Os deputados Olavo e Renildo obtiveram, respectivamente, R$ 8,75 milhões e R$ 7,51 milhões.

Um dos principais destinos das emendas de Renan e Olavo é sua cidade natal, Murici (AL). O prefeito é José Renan Vasconcelos Calheiros Filho, herdeiro de Renan. Com seus 22.132 habitantes, Murici foi beneficiada com a liberação de pelo menos R$ 2 milhões de emendas.

Aliado dos Calheiros e parte de uma das famílias mais tradicionais de Alagoas, o senador Teotônio Vilela Filho, é um dos poucos tucanos que se destacam na lista dos beneficiados. Em média, parlamentares tucanos liberaram R$ 2,83 milhões por cabeça entre 2003 e 2006, mas Teotônio obteve três vezes mais: R$ 7,89 milhões.

As verbas destinadas pelo governo a pedido de Teotônio levaram Barra de Santo Antônio, um paraíso no litoral norte de Alagoas, famoso por seus coqueiros (um dos negócios da família do senador), para o primeiro lugar no ranking das prefeituras beneficiadas por emendas. Em três anos e meio, Barra recebeu o equivalente a R$ 506,81 por habitante, enquanto a Capital paulista obteve R$ 4,03.

Outro tucano de sobrenome importante na lista é o deputado mineiro Bonifácio de Andrada, descendente do Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva. O governo empenhou R$ 10,3 milhões para emendas do deputado, mas apenas R$ 645 mil foram pagos. ''O governo não paga porque sou de oposição. Isso está me prejudicando eleitoralmente, porque meus prefeitos dizem que consegui pouco dinheiro para eles'', diz Bonifácio.


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10/09


2006

Alckmin: "É cedo para cantar vitória"

 Manchete do jornal O Estado de S.Paulo informa que o candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, reagiu ontem às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que indicam que o petista já se considera reeleito. ''É cedo demais para ele cantar vitória'', disse Alckmin. ''É arrogância e desrespeito com o eleitor.''

O tucano afirmou, em visita a Cascavel (CE), que Lula ficou quatro anos viajando e ''agora está sentando na cadeira antes da hora''. E alfinetou: ''Se ele tivesse a mesma pressa quando o assunto é corrupção, já teria de ter vindo a público há muito tempo para explicar porque tanto mensalão, sanguessuga e escândalo no desgoverno dele''.

No interior cearense, Alckmin prometeu ampliar o Bolsa-Família e, feliz com a receptividade, disse que sentia ''o clima da grande arrancada''. O tucano fez caminhada, com cerca de 4.000 pessoas, ao lado do senador Tasso Jereissati (PSDB) e do candidato ao Senado Moroni Torgan (PFL). O governador Lúcio Alcântara (PSDB), candidato à reeleição, não estava presente. Foi excluído do roteiro.


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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Alck está tentando apagar o fogo da derrota com essas lorotas, pensando que somos todos idiotas.Está perdido e não concatena mais com as palavras. Está me parecendo ou doidelo. Cada vez que fala diz palavras soltas e desconexas.Como é mesmo o nome que se dá a um padecente desse calibre?

Chuchuzeiro, isso não é desrespeito não, é confiança no povo que ele está olhando, pois foi e será o melhor presidente na área social de todos os tempos. É Lula lá e Eduardo cá.