O Jornal do Poder

10/10


2006

Vereador do PT é assassinado no Pará

O vereador de São Félix do Xingu (1.019 km de Belém) Gerson Elísio Cristo (PT) foi assassinado com três tiros na cabeça por dois pistoleiros que estavam em uma motocicleta. Ele fazia denúncias contra a exploração ilegal de madeira e a grilagem de terras na região.

O crime aconteceu na noite de sábado, na vila Sudoeste, onde o vereador morava. O enterro foi realizado hoje.

De acordo com o delegado Renato da Fonseca, que está comandando as investigações, a hipótese mais provável para o crime é vingança. ''Cristo era um vereador muito polêmico e, por isso, fez muitos amigos e inimigos'', disse.

Cristo tinha 40 anos e a mulher dele está grávida. Ele tinha outros dois filhos de um casamento anterior.

Segundo Fonseca, ainda não há pistas dos pistoleiros. ''Sabemos apenas que eles estavam atrás do vereador desde dois dias antes do crime'', disse.( Folha Online)


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Potencial Pesquisa & Informação

10/10


2006

Tarso compara Alckmin a um pitibull treinado

O ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) se disse surpreendido com a atuação de Geraldo Alckmin (PSDB) no debate na TV, ontem, definiu a postura do tucano como ''fascista'' e o comparou a um cão pitbull treinado.

Em entrevista em Porto Alegre, o ministro afirmou que Alckmin normalmente é uma pessoa ''mansa'' e foi treinada para ser agressiva. Declarou também que Alckmin representa parte da aristocracia paulista, que, segundo ele, é indiferente ao Brasil.

''A mim, pessoalmente, surpreendeu. Sempre vi o Alckmin como uma pessoa equilibrada, como uma pessoa mansa, uma pessoa da Opus Dei, assim, que tem paciência para explicar suas posições, uma lógica meio teológica para explicar as coisas. Ele apareceu como um pitbull no debate. Mas acho que isso não é ruim. Em momentos agudos, as pessoas mostram sua verdadeira personalidade. Ele estava treinado para parecer furioso, embora o fizesse com muita dificuldade, que ele é muito de cera, é muito frio.''

Tarso elogiou o tema da ética no debate, mas disse que no próximo devem ser tratados assuntos referentes aos programas de governo.

''Na sua postura arrogante de tratar o presidente, ele sintetizou muito bem o espírito elitista de um determinado setor da aristocracia paulista que é absolutamente indiferente ao Brasil. Não se deu ao trabalho de respeitar o presidente da República, que é originário de outra classe social'', disse.

Sobre a crise do dossiê contra tucanos, que petistas tentaram comprar, Tarso a definiu como uma armação que levou a eleição para o segundo turno. Mas o ministro preferiu não se referir a quem teria sido seu autor, dizendo nesse momento que essa é uma atitude fascista e que, sobre esse tema, Alckmin teve ''irresponsabilidade e leviandade''.

''É uma armação que contou com a amoralidade e a ilegalidade da conduta de algumas pessoas do PT. A mim, não convence que não houve uma armação do outro lado. Se tem alguém que não foi beneficiado foi o presidente Lula'', disse.

''A incriminação que se faz em abstrato de um grupo é uma postura fascista. É o fascismo e o stalinismo que fazem isso. Alguém do lado de lá, independentemente de ordem de seu partido, quis também prestar serviço à sua candidatura, assim como esses estabanados quiseram, entre aspas, prestar um serviço contra a candidatura Serra. Não faço incriminação em abstrato. O PSDB faz isso. Incriminação em abstrato é uma postura fascista, que é o que o Alckmin faz em relação ao PT.''

Serra

Dizendo achar que ''o dossiê é frio'', Tarso argumentou que Lula não teria interesse em atingir o governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB), que, segundo ele, ''não é um inimigo do governo''.

Sobre o crime em São Paulo, Tarso disse que ''o candidato tucano não soube explicar nem responder se sabia ou não da emergência da maior organização de corrupção e violência da história do Brasil, que é o PCC, que frutificou durante 12 anos dos governos tucanos''.

Em geral, afirmou que ''os vampiros e sanguessugas lá [no governo FHC] começaram e aqui [no governo Lula] terminaram'', afirmou. (Folha Online)


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LandRover

Já eu comparo Lula a Marcola, Al Capone e outros gangsters..

Então o Alckmin, vai dar certinho com o Ciro Gomes, que é o nosso pitbul.


Banco de Alimentos

10/10


2006

PF: Dinheiro do dossiê pode ter vindo de bicheiros

A Polícia Federal tem indícios --segundo afirmaram hoje deputados da CPI dos Sanguessugas-- de que parte do dinheiro usado pelo PT na tentativa de compra do dossiê contra tucanos é de origem ilícita e veio até de bancas do jogo do bicho, situadas no Rio de Janeiro.

Há quase um mês, a PF apreendeu no hotel Ibis em São Paulo R$ 1,168 milhão e US$ 248,8 mil com Gedimar Passos, emissário do PT, que compraria o dossiê de Luiz Antônio Vedoin, chefe da máfia dos sanguessugas, preso em Cuiabá.

Quatro integrantes da CPI dos Sanguessugas se reuniram hoje com o delegado da PF Diógenes Curado Filho, responsável em Cuiabá pela investigação sobre a origem do dinheiro.

O deputado Paulo Rubem Santiago (PT-PE) disse, após receber informações do delegado, que o dinheiro teve origem em ''caixa dois, caixa três, caixa quatro. É dinheiro não contabilizado [que veio de] casa de aposta, bicho e loteria. Parte com certeza é ilícita''.

''Um dinheiro que você não tem como contabilizar. Fruto de bingo, de jogo e de tudo que se puder imaginar'', acrescentou Júlio Delgado (PSB-MG).

Ele disse que parte da quantia apreendida era formada por ''notas miúdas'' de R$ 5 e R$ 10, apontando que o dinheiro possa ter vindo de apostas de jogos, incluindo bingos.

Segundo o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), há indícios de que dois maços de notas de R$ 100, que somaram R$ 1.000 cada um, vieram do jogo do bicho. A suspeita é porque cada maço estava atado com um extrato emitido por máquina antiga de calcular, como ocorre nas bancas de apostas.

Abaixo havia um carimbo identificando caixa 118, em Duque de Caixas, e caixa 119, em Campo Grande, no Rio de Janeiro. A PF, segundo Sampaio, descobriu que não se trata da identificação de agências bancárias.

''Junto com as fitas de banco Bradesco, BankBoston e Safra [que separavam o dinheiro em maços] tinha aquelas fitinhas [de papel] de máquinas antigas [de calcular] dizendo assim: dez notas de cem, total R$ 1.000'', afirmou Sampaio.

''É coisa típica que se adota em jogo do bicho. Não posso afirmar que é, mas que há indícios. Disso não tenho a menor dúvida'',disse o deputado.

A deputada Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) disse que a CPI pediu à Justiça Federal e à PF cópia total do inquérito que apura a origem do dinheiro.

Para o deputado Delgado, a PF não conseguirá identificar grande parte do ''dinheiro que é não oficial e não contabilizado''.

Sigilos

Após uma reunião com o procurador da República em Cuiabá Mário Lúcio Avelar, que participa das investigações, Delgado afirmou que o Ministério Público pediu a quebra de sigilo bancário de sete envolvidos na negociação do dossiê.

Segundo os deputados, os alvos são Jorge Lorenzetti, Oswaldo Bargas, que trabalhavam na campanha de Lula, Expedito Afonso Veloso, ex-diretor do Banco do Brasil, o advogado Gedimar Pereira Passos e o empresário Valdebran Padilha da Silva, presos com o dinheiro.

Outros dois são o ex-secretário da Presidência da República Freud Godoy e Hamilton Lacerda, ex-coordenador da campanha de Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo. Segundo a PF, Hamilton levou o dinheiro ao hotel. Ele nega. (Folha Online)


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Guerreiro do povo Brasileiro

http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/politicosdobrasil

Guerreiro do povo Brasileiro

DEPUTADO JOSÉ MENDONÇA, PAI DE MENDONÇA FILHO É ACIONISTA DO SISTEMA JORNAL DO COMMÉRCIO, VEJAM: 17.060 AÇÕES DA EMPRESA JORNAL DO COMMERCIO 23.074 QUOTAS DA RÁDIO JORNAL DO COMERCIO BRASIL 27.922 DA TV JORNAL DO COMERCIO BRASIL.



09/10


2006

Lula admite seu despreparo para o debate

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu a assessores que estava despreparado para a avalanche de críticas e acusações do candidato tucano e que se saiu muito mal nos dois primeiros blocos do debate na TV Bandeirantes.

Ele concluiu que precisa trabalhar melhor o próximo debate. A surpresa, no entanto, não foi só de Lula. O comando de sua campanha também esperava um Geraldo Alckmin menos agressivo, mais tucano. Enfim, mais parecido com o Alckmin do primeiro turno.

Uma reunião de emergência feita pela coordenação da campanha de Lula pôs a culpa do "despreparo" do candidato petista nas costas das assessorias do governo, que teriam repassado a ele números brutos, sem preparação.

Isso impediu o presidente de fazer comparações efetivas entre seu governo e os oito anos do governo tucano. "Já entendi. A única coisa que eles querem é isso (falar de corrupção). Então vou me preparar para isso", disse Lula, ainda no avião, logo depois do debate, de acordo com relato do governador eleito da Bahia, Jaques Wagner.

Nem tudo, no entanto, foi desanimador na campanha de Lula. Depois de analisar as primeiras pesquisas qualitativas, ficou na assessoria do candidato do PT a impressão de que a agressividade de Alckmin pode se virar contra ele, porque o eleitor não gosta de ver alguém ser humilhado em frente às câmeras de TV.

Foi lembrado até um episódio que envolveu o próprio PT, na eleição para governador de Brasília, em 1998. No último debate, o então governador Cristovam Buarque (PT) humilhou seu adversário Joaquim Roriz (PMDB). Abertas as urnas, Roriz venceu a eleição. Esse fato foi lembrado pelos petistas como o "efeito Roriz".

Feitas as avaliações, a campanha de Lula concluiu que mesmo em desvantagem, o presidente não disse nenhuma bobagem nem nada descabido e que o debate terminou equilibrado. Houve também a conclusão de que o tom da campanha de Lula deve ser mantido.

O presidente vai insistir na tese de que Alckmin pretende privatizar empresas como a Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios. Na pesquisa qualitativa esse foi um dos pontos que mais chamaram a atenção, com as pessoas realmente temendo as privatizações.

No debate, esse foi um dos pontos que irritaram Alckmin. Ele chegou a chamar Lula de "mentiroso". Informações do Blog do Noblat.


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José Carlos-Serra Talhada

Paulo com certeza não voto em Eduardo por causa do Gago e posso não votar em Mendonça por sua causa.KKKKKKKKKKKKKKKK

José Carlos-Serra Talhada

O Gago pensou que fazia o prefeito de besta, levou uma lapada que ainda está tonto, pra quê tanta prepotencia e arrogancia se ainda tem quem não tenha medo dele? o prefeito mostrou que não é submisso a ele, e tome vassoura.

José Carlos-Serra Talhada

Não Paulo, eu não estou indignado com isso não, só que não voto em partido nenhum em que o Gago meta a colher, esses elogios que ele fez a Augusto César é para tentar derruba-lo, mais Augusto sabe quem é ele, certo fez o Prefeito que tirou todo o pessoal do Gago .

José Carlos-Serra Talhada

Cheguei, não voto em Eduardo por ter o Gago ao seu lado. e como eu tem muitos aqui em Serra, ficamos sem opção, mais em partido que o Gago está não se vota.

paulo

Faça como eu , quem manda no meu voto é Inocencio e Zé Marcos de Lima. Omnde eles estao, estou na outra extremidade. Por isso Voto Mendonça e Alkimin.



09/10


2006

Garotinho vai às ruas pedir votos para Alckmin

O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, disse nesta segunda-feira que está com tudo pronto para botar o pé na rua para pedir votos para Geraldo Alckmin (PSDB), de preferência na companhia do tucano. Ele afirmou que reuniria ainda na noite de domingo cerca de 50 políticos e colaboradores de seu grupo - prefeitos e candidatos a deputado eleitos ou não - que funcionarão como coordenadores de sua campanha. O ex-governador disse que atuará preferencialmente nas regiões em que Alckmin sofreu, segundo ele uma "derrota fragorosa" para Lula.

Garotinho quer se concentrar na Baixada Fluminense e em São Gonçalo e Itaboraí, no Grande Rio, mas também se aventurará nos domínios do rival Cesar Maia (PFL): quer pedir votos para o tucano na zona Oeste da cidade do Rio.

"Se vier ao Rio, Alckmin terá de criar agendas separadas. Uma conosco e outra com o Cesar Maia", disse o ex-governador. No entanto, ele afirmou que não ficará magoado se o tucano resolver aparecer no Rio somente ao lado da perna tucano-pefelista de sua campanha. Informações do CorreioWeb.


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Guerreiro do povo Brasileiro

ZÉ MENDONCA É ACIONISTA DO SISTEMA JORNAL DO COMMÉRCIO DE COMUNIDACAO... www.denunciaeleicao.cjb.net/zemendonca.jpg



09/10


2006

Debate tem interpretações diversas entre analistas

O debate entre o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu interpretações de analistas que tanto prevêem a conquista de votos pelo tucano, ao surpreender o eleitor com agressividade explícita, quanto apostam que o confronto de domingo terá pouco impacto na decisão do eleitor. - A margem de manobra é pequena. A maior parte do eleitor está decidida - disse à Reuters o cientista político Marcos Coimbra, diretor do instituto Vox Populi.

Ele afirma que pesquisas internas do instituto mostram que, para o segundo turno, 93% dos eleitores indicam espontaneamente seu candidato e apenas 4% quando estimulados. Para Coimbra, este indicador mostra que o voto está consolidado, apontando a liderança de Lula, como indicou a pesquisa do Datafolha, a única divulgada após o primeiro turno. Os eleitores de Heloísa Helena (PSOL) e Cristovam Buarque (PDT), candidatos derrotados, já teriam se decidido, aponta o diretor do Vox Populi, que tem o PT entre seus clientes.

O cientista político Fabio Wanderley Reis acredita que houve empate na performance dos dois candidatos, com alguma prevalência de Alckmin, que cobrou do presidente respostas para os escândalos de corrupção do governo. - Não se pode presumir que a agressividade acarrete votos com os eleitores de Heloísa Helena e Cristovam Buarque. É uma estratégia arriscada’, disse o professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), para quem é preciso esperar o resultado das próximas pesquisas de intenção de voto para medir o impacto.

Especialista em marketing eleitoral, Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos, crê que Alckmin conquistou votos de indecisos ao apresentar uma postura mais rígida do que vinha mostrando até agora, enquanto Lula, na defensiva mas respondendo as questões a altura, não acrescentou votos. Informações do JBOnline.


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09/10


2006

Imprensa internacional destaca debate na Band

Jornais da Argentina, Espanha e França destacaram a dureza e a agressividade no primeiro debate entre os candidatos à Presidência do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição pelo PT, e Geraldo Alckmin, concorrente tucano.

Segundo o argentino ''Clarín'', foi um debate duríssimo que não poupou envolvidos em escândalos de corrupção tanto do lado de Lula como de Alckmin. O jornal destacou que Alckmin começou o debate perguntando a Lula sobre a origem dos R$ 1,7 milhões apreendidos pela Polícia Federal com membros do PT em um hotel paulistano no mês passado que seriam usados na suposta compra de um dossiê contra candidatos tucanos.

O ''Clarín'' também destacou a resposta de Lula; de que o importante da ética é castigar os corruptos e não ocultá-los como fez o PSDB. Para o jornal, o tom do debate foi de ataques por parte dos dois candidatos. Para o jornal, Alckmin adotou um tom agressivo ''muito pouco freqüente na sociedade brasileira ao colocar-se no limite do respeito ao presidente ao tratar Lula como mentiroso por várias vezes.'' Segundo o ''Clarín'', Alckmin errou ao não perceber que seria atacado por onde menos esperava, os escândalos de corrupção e o programa de privatizações ocorridos durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e perdeu forças ao colocar-se na defensiva enquanto Lula crescia ao se mostrar mais tranqüilo.

O também argentino ''La Nacion'' afirma que o debate foi tenso e carregado de acusações mútuas. Segundo o ''La Nacion'', Alckmin adotou um tom duro e explorou os escândalos de corrupção no governo de seu adversário, principalmente o do dossiê. O jornal também destacou as acusações de Lula que, em um eventual novo governo do PSDB, haverá novas privatizações.

Para o espanhol ''El País'', Lula e Alckmin lavaram a roupa suja da política brasileira dos últimos anos no debate de ontem, que foi marcado por acusações dos dois lados. O periódico espanhol disse que Lula foi encurralado por Alckmin em relação aos escândalos de corrupção ocorridos desde o ano passado. O jornal espanhol também destacou o endurecimento do tom adotado pelo dois candidatos ao longo do debate e a troca de acusações de corrupção tanto pelo tucano como pelo petista.

O também espanhol ''El Mundo'' destacou o tom de embate adotado pelos presidenciáveis brasileiros no debate de ontem. Para o jornal, a troca de acusações entre Lula e Alckmin foi a tônica geral e a exploração dos escândalos de corrupção, principalmente da crise do dossiê.

O jornal destacou as questões abordadas por Alckmin sobre o dossiê contra candidatos tucanos e as acusações de Lula de que alguns dos escândalos de corrupção ocorridos em seu governo teriam começado durante a gestão de seu antecessor, FHC.

Para o jornal francês ''Le Monde'', o tom da campanha eleitoral para o segundo turno foi definido pelo debate de ontem e será bastante agressivo. De acordo com o jornal francês, o debate foi dominado pelos ataques aos escândalos de corrupção ocorridos durante o governo de Lula e pelo tom agressivo de Alckmin, que, para o jornal, surpreendeu o presidente. O jornal também destacou que a defesa de Lula foi dizer que foi traído, não sabia ou que a ética consiste em punir. As informações são da Folha Online.


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Severino Isidoro Fernandes Guedes

Lula continuará mais quatro anos no governo por um motivo muito simplles: a sua oposição não empolga e nem inspira confiança a ninguém. E isso joga a favor do petista.

Francisco Filho

INDEPENDENTEMENTE DO QUE ACHA A IMPRENSA INTERNACIONAL, DEBATER PROPOSTAS COM LULA SEM COMENTAR SEUS MUITOS DESLIZES, SE É QUE PODEMOS CHAMAR ASSIM O MAR DE LAMA, É PERDA DE TEMPO. PROBLEMAS NOSSOS, NÓS RESOLVEMOS. SE ERRAMOS EM COLOCAR LULA NO PLANALTO, CHEGOU A HORA DE NOS REDIMIRMOS.



09/10


2006

O adeus a dom Francisco, o Profeta do Sertão

Uma multidão emocionada, que entoava uma canção cujo refrão dizia ''Quanta a saudade ele deixou entre nós'', deu, hoje, em Afogados da Ingazeira, a 386 km do Recife, o último adeus ao bispo emérito do Pajeú, dom Francisco Mesquita, conhecido como ''O profeta do Sertão''. O sepultamento do religioso atraiu também políticos de todas as tendências, entre eles o governador Mendonça Filho (PFL) e o ex-ministro Eduardo Campos, candidato do PSB a governador de Pernambuco.

“Dom Francisco/quanta saudade/o senhor deixou entre nós/ hoje vivo em nossa luta/ /dá mais força  à nossa voz/ defendeste o pobre sem voz/fosse a voz de todo o sertão / somos gratos ao teu amor/pelo povo do nosso torrão/Pajeú chorando saudoso/em silêncio de oração/obrigado velho querido/pai aguerrido de bom coração”, cantavam milhares de admiradores do bispo. Em meio a forte emoção, o senhor José Florentino Correia, mais conhecido como Tota Flor, de 91 anos, morreu durante o enterro, vítima de um infarto fulminante.

Cada sertanejo homenageou dom Francisco no seu estilo.“Era uma pessoa boa. Defendeu muito a gente. É o pai da gente”, definiu a sertaneja Francisca Marques da Silva, da comunidade de Saco da Serra, zona rural de Afogados da Ingazeira. Bispos da Regional Nordeste 2 da CNBB estiveram presentes. A concelebração foi presidida pelo Bispo Diocesano Dom Frei Luis Gonzaga Silva Pepeu, sucessor de Dom Francisco, a quem sempre tratou como “pai e conselheiro”.

Dom Luis revelou parte do texto deixado por Dom Francisco em testamento. “Digo, humildemente, como São Paulo : Combati o bom combate. Terminei a minha carreira. Guardei a fé. Peço a Deus por intercessão de Maria o perdão dos meus pecados. Seja feita em tudo a vontade de Deus em cujas mãos me entrego”.

O governador Mendonça Filho veio acompanhado de lideranças políticas locais e participou da celebração. Seu adversário, Eduardo Campos, também veio e ficou o tempo todo em companhia do prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, aliado político. As informações estão no site do comunicador Nill Júnior, da Rádio Pajeú.


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Hélio noronha

Convivi com Dom Francisco, conversei com ele, ouvi suas opiniões. Não era visionário: era homem de ação, de luta, de enfrentamento em defesa dos oprimidos. Foi a voz ativa do Sertão na luta contra os males do "sistema" que privilegia o capital em detrimento do homem. O mesmo que quer voltar agora...



09/10


2006

Homem morre durante enterro de Dom Francisco

No último adeus a dom Francisco de Mesquita, sepultado hoje à tarde em Afogados da Ingazeira, o sr. José Florentino Correia, conhecido por Tota Flor, de 91 anos, não resistiu à forte emoção e morreu em pleno enterro, vítima de um infarto fulminante. A informação está no site do comunicador Nill Júnior, da Rádio Pajéu.


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09/10


2006

Mendonça declara apoio a Alckmin e parceria com Lula

Depois de um primeiro turno sem se referir, no programa eleitoral do rádio e televisão, ao aliado candidato a presidente, Geraldo Alckmin (PSDB), o governador e candidato à reeleição Mendonça Filho (PFL), disse hoje que o tucano é o seu candidato à presidência. Mas fez questão de frisar que o governo de Pernambuco mantém parcerias com o governo Lula. ''Acima das cores partidárias está o povo pernambucano'', arrematou.

A declaração de voto foi repetida em uma das inserções da televisão, enquanto o seu opositor, o ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos (PSB), destacou sua intimidade e entendimento com o presidente, que tem larga e expressiva preferência do eleitorado nordestino.

''Vou ter a felicidade de trabalhar com meu amigo presidente da República que quer tanto bem a Pernambuco''. Eduardo afirmou que o presidente o conhece, sabe da sua capacidade de trabalho, de disciplina, de sua condição de reunir pessoas eficientes para traduzir o discurso em ação concreta.

E realçou ''ser este o momento de Pernambuco afirmar sua tradição guerreira, de preocupação com o Brasil''. Avaliou que ''será muito bom'' para Pernambuco ter dirigentes comprometidos - em todos os âmbitos - com uma mesma forma de trabalhar e com os mesmos compromissos com os mais pobres: Lula no Palácio do Planalto, ele no Palácio do Campo das Princesas e o prefeito do Recife, João Paulo (PT), um dos coordenadores da campanha de Lula. Informações do Portal G1.


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Raimundo Eleno dos Santos

MENDONCÍNICO, esse é o meu nome. COVARDE E OPORTUNISTA são outros nomes que me identificam. E aí Mão-de-oncinha, tá ligado?

LandRover

Essa atitude de mendonça Filho me faz lembrar "Dona Flor e seus Dois Maridos". Mendoncinha, não se serve a dois senhores ao mesmo tempo. Ou seja: Alckmim ou Lula. Decida-se, antes de borrar as calças.

Deweler

Oque foi que teve que os pseudo-socialistas estão tão quietos será que foi o Guia? sera que foi o Fantasma dos precarotios? ou será que ja sabem a nova bomba que está chegando? pois podem se juntar toda oposisão que o povo sabe oque vcs fizeram aqui e em brasilia!!

milton tenorio pinto junior

E Joaquim Francisco? Se eu fosse ele,pela amizade que tem com a familia Arraes,iria apoiar Eduardo. Ainda mais pelo tratamento que foi dispensado pela Pseudo-Aliança!!!!!!!!!!!