Jaboatão vai conquistar você

03/05


2006

Plenário absolve Josias Gomes

Mais uma pizza no plenário da Câmara dos Deputados. Por 228 votos a 190, o deputado do PT da Bahia, Josias Gomes foi absolvido. Ele não atingiu número suficiente para ser cassado, que são 257. Com um quórum de 443 votantes (faltaram 70 deputados) foram registradas 19 abstenções, 5 votos em branco e um nulo. 

O deputado é acusado de ter sacado R$ 100 mil de uma das contas de Marcos Valério (apontado como operador do mensalão) no Banco Rural em Brasília. No momento em que foi à agência bancária, Gomes apresentou a carteira de parlamentar para poder efetuar a operação.


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Caruaru - Jan 2022

02/05


2006

Temer diz que não vai ligar para Garotinho

Se depender de um telefonema, o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PMDB) vai morrer de fome. O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), disse hoje que não pretende ligar para Garotinho enquanto ele estiver em greve de fome. O motivo: falta de assunto. ''O que posso dizer? Só se for para prestar solidariedade, dizer que espero que ele não tenha problemas de saúde. Agora, prestar solidariedade política eu não posso'', disse. Garotinho está em greve de fome em protesto às denúncias de que teria recebido dinheiro ilícito para a sua campanha à Presidência da República. Ele afirmou que só deixará o protesto quando tiver espaço na imprensa para se defender e observadores internacionais se comprometerem a acompanhar as eleições no Brasil. Segundo o deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG), como tem gordura a perder, os sinais de desidratação de Garotinho vão demorar a chegar, talvez depois das eleições.   


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

26/04


2006

Legislativo de Pernambuco vota hoje fim de jetom e redução de recesso

A Assembléia Legsilativa de Pernambuco vota, na sessão de hoje, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz o recesso de 90 para 60 dias (janeiro e julho) e acaba com a remuneração adicional que cada deputado tinha direito durante a convocação extraordinária - o chamado jetom, equivalente a dois salários, em um valor total de R$ 19.050.

Embora o Congresso Nacional já tenha votado matéria semelhante, o 2º vice presidente da Assembléia, Raimundo Pimentel (PSDB), explica que cada Casa Legislativa tem que votar seu próprio projeto para efetuar as mudanças. A PEC, de autoria da Mesa Diretora, deve ser aprovada por unanimidade, já que todos os 49 deputados assinaram o texto.

A votação de hoje, no entanto, ofusca a iniciativa de três deputados, Ceça Ribeiro (PSB), Roberto Leandro e Teresa Leitão (ambos do PT), que lutavam para colher as 17 assinaturas para por em tramitação a PEC desde o início do ano passado. Mas o trio esbarrou no coorporativismo e só conquistou o apoio de 15 deputados.

Teresa e Leandro sempre rejeitaram o jetom. No início, Ceça também rejeitava, mas depois passou a doar a entidades carentes. Nesta legislatura, ocorreram quatro convocações extraordinárias, o que dá um total de R$ 76,2 mil para cada parlamentar. 


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Petrolina Dezembro 2021

25/04


2006

Jefferson: procurador deixou os tubarões de fora

Conhecido como o ''homem-bomba'', o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) gostou do relatório apresentado pelo Ministério Público, que denunciou 40 envolvidos no ''escândalo do “mensalão”. Mas faz uma dura ressalva: para ele, faltaram os “tubarões” no texto do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. “Me admira a pressão para cassar o (Professor) Luizinho (PT-SP) com R$ 20 mil e o José Mentor (PT-SP) com R$ 120 mil, se os ministros levaram 25 vezes mais, 10 vezes mais que esses que estão sendo acusados”, afirma Jefferson, em entrevista exclusiva ao signatário deste blog, que também é diretor de redação da Agência Nordeste. Entre os tubarões estaria o ex-ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, que, segundo ele, foi beneficiado pelo caixa dois do empresário Marcos Valério com R$ 500 mil, recebidos pelo então tesoureiro de sua campanha, Márcio Lacerda, que depois virou secretário executivo do Ministério da Integração.

Roberto Jefferson não vê, hoje, mais clima para o impeachment de Lula. No seu entender, a oposição perdeu uma grande oportunidade de abrir um processo de impedimento contra Lula no dia em que o publicitário Duda Mendonça confirmou a CPI dos Correios que recebeu R$ 10,5 milhões em contas no Exterior. “Ali, era a hora do impeachment, porque até o PT estaria de acordo com isso”, garantiu. Sobre a blindagem de Lula, Roberto Jefferson está convencido de que o presidente não foi afetado pela crise política do seu governo. “O eleitorado, principalmente as classes mais baixas, tem uma visão de que todo político é ladrão. Essa é uma sentença que está na cabeça do povo há muitos anos”, analisa. Ele acredita que Lula pode ser reeleito em cima do discurso da opressão das classes operárias pelas elites. “É nessas divisões de classes que o PT joga em cima: é o operário perseguido pelas elites”, resume.

 

O Ministério Público produziu o relatório dos “quarenta ladrões” e praticamente confirmou tudo que o que o senhor havia denunciado. Está confirmado o mensalão?

O relatório da Procurador Geral da República (Antonio Fernando de Souza) retrata 80% daquilo que foi denunciado por mim e apurado pela CPI dos Correios.

Há uma piadinha na oposição de que falta o Ali Babá dos 40 denunciados pelo MP. Seria o presidente Lula?

O povo está dizendo isso. Eu tenho lido muitas cartas dos leitores aos jornais e sempre a figura que aparece como Ali Babá é a do presidente Lula. Já o José Dirceu é o chefe direto da quadrilha e do bando. Ele é chamado pelo procurador de chefe da quadrilha e bando. É assim mesmo, o que diz o Código Penal.

Se não estivéssemos tão próximos das eleições, um relatório como esse do Ministério Público poderia provocar imediatamente um processo de impeachment?

Eu penso que o impeachment perdeu o seu momento político. Ele pode pedir o impeachment de maneira judicial ainda, mas seria mais lento. O momento certo, ao meu ver, para o impeachment, foi durante a confissão do publicitário Duda Mendonça, que disse, aos olhos atônitos do País, que recebera todas as contas da campanha do presidente Lula e dos senadores e deputados do PT em Paraíso Fiscal fora do Brasil. De modo que aquela bancada enorme do PT foi em prantos ao plenário dizendo: O PT acabou, o PT acabou. Foi aquele choro enorme. Ali era a hora do impeachment, porque até o PT estaria de acordo com isso. Mas todo mundo quis preservar o presidente Lula, que é um homem pobre, operário que chegou ao Governo e o momento político não veio mais.

Então, naquele momento, a oposição foi incompetente?

Foi incompetente ou julgou mal o episódio político. Não querendo uma luta aberta, mas radicalizada com o presidente Lula e o PT, a oposição esperou que ele sangrasse. E o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), disse que ele sangraria e morreria antes de chegar às eleições. Mas parece que o presidente Lula está tendo um público muito forte lhe sustentando, de acordo com os resultados das pesquisas.

A estratégia do sangramento foi errada?

Erraram naquele momento na estratégia. E pelo que eu entendo bem, o presidente Lula não sofrerá nenhum processo de impeachment.

A Câmara ofereceu mais uma pizza, ao salvar José Mentor. Como é que o senhor avalia?

O Congresso Nacional não julgou o crime de responsabilidade dos ministros. O (ex-ministro da Integração Nacional) Ciro Gomes (PPS) tirou R$ 500 mil e foi o senhor Márcio Lacerda, seu então secretário executivo, que foi ao Banco Rural e assinou a retirada, e não houve nada contra ele. Não recebeu processo de improbidade administrativa e ficou por isso. Ele apenas demitiu o seu secretário executivo, o Márcio, que foi o seu tesoureiro na campanha presidencial. Essas coisas foram descobertas pela Polícia Federal, pela CPI e o Ciro ficou de fora. Ou seja, deixaram os tubarões de fora. Me admira a pressão para cassar o (Professor) Luizinho (PT-SP) com R$ 20 mil e o José Mentor (PT-SP) com R$ 120 mil, se os ministros levaram 25 vezes mais, 10 vezes mais, que esses que estão sendo acusados. Que há uma pizza há, mas nós já esperávamos isso desde o início.

Então, Jefferson, os tubarões ficaram de fora? É isso?

Os tubarões ficaram de fora e mais uma vez se preservou a identidade dos doadores do caixa dois. Eles continuam encobertos. Se tem o operador, que é o Marcos Valério, o outro operador, que é o Delúbio (Soares, ex-tesoureiro do PT), e os homens que receberam a transferência desses recursos dos operadores. Mas os homens que fizeram os caixa dois, que depositaram na caixa do Delúbio, do Marcos Valério, continuam no anonimato e eu tenho a preocupação que eles possam fazer caixa dois de novo nas eleições que se avizinham e um outro mensalão, se for (eleito) o presidente Lula, porque ele vai ter muita dificuldade para governar e só fazendo outro mensalão para ele construir uma base parlamentar.

O senhor acha que ficou alguém de fora do relatório do Ministério Público?

O Ministério Público não faz nenhuma referência aos ministros que estão na listas dos recebedores e dos grandes recebedores. O próprio ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo (senador - MG), também não foi denunciado.

Neste processo do mensalão só foi cassado o senhor, o José Dirceu (PT-SP) e o Pedro Corrêa (PP-PE). O senhor acredita que mais alguém vai ser cassado?

Eu acreditava que além de mim e do José Dirceu não ia mais ninguém. Porque nós vimos um grande acordo. E eu disse isso: para que duas cabeças fossem premiadas, a minha e a do José Dirceu para saciar a opinião pública e não aprofundar as investigações. Foi um acordo por baixo do pano entre o PSDB, o PT e o PFL. E a absolvição do Roberto Brant (PFL-MG) deixou claro o acordo do PFL com o PT para preservar o mandato do deputado, que recebeu também do valerioduto. Para mim, me admirou a cassação de Pedro Corrêa (PP-PE). Ele errou em não ter renunciado, mas ele foi cassado muito mais pelos erros passados do que por esse do mensalão. Pedro Corrêa já esteve, em duas ocasiões, à beira de ser cassado naquele processo de adulteração de combustível e depois de contrabando de carros. Ele teve duas vezes para ser cassado, mas foi salvo e agora acabou sendo cassado pelos erros do passado dele.  

O José Dirceu pegou um jatinho e foi até Juiz de Fora e convidou o ex-presidente Itamar Franco para ser vice de Lula. O senhor acredita que José Dirceu continua operando em nome do Governo?

Sim, em nome do PT nitidamente. Eu não tenho dúvida disso.

Como é que o senhor explica a blindagem do presidente Lula?

Eu não consigo compreender como é que o Lula resiste, com todos os homens de confiança importantes na lama e denunciados do Ministério Público Federal por formação de quadrilha, organização criminosa, como diz o Procurador. Eu não consigo compreender que ele se mantenha ainda em forma e distante do desgaste pela opinião pública e de um processo de responsabilidade criminal contra ele.

Mas será que não é em função do programa Bolsa Família, já que os melhores índices dele são no Nordeste?

Eu não vejo só por isso não. O eleitorado, principalmente as classes mais baixas, tem uma visão de que todo político é ladrão. Essa é uma sentença que está na cabeça do povo há muitos anos. E agora o raciocínio é inteiramente pragmático: um dos nossos, um operário está sendo acusado de corrupção. Nos outros governos sempre houve isso porque vão jogar o nosso no chão agora? É um raciocínio simples, mas é que vem prevalecendo nas camadas mais humildes.

Um raciocínio muito perigoso, não é?

Mas é o que está prevalecendo. E eu conversei isso com pessoas que são profissionais de marketing. É um raciocínio muito claro. É nessas divisões de classes que o PT joga em cima: é o operário perseguido pelas elites.

O senhor é autor de toda essa denúncia, de toda essa crise, mas como o senhor viu a quebra do sigilo do caseiro. Isso é muito mais grave do que o mensalão?

É uma espécie de Estado destituído. Foi decretado um estado destituído, foram suspensas as garantias e os direitos individuais feitas a partir da vontade monocrática deste bando que está no poder. Nós estamos vivendo um verdadeiro Estado de Sítio. O bando que está no poder, o bando do PT, que aparelhou o Estado Brasileiro o que é que está fazendo? Está perseguindo pessoas, que são devassadas em sua privacidade, a partir da Receita Federal, por grupos sindicais, ligados ao PT devassando a vida de pessoas, que são suas adversárias políticas no País. E agora o mais grave, um caseiro, um homem do povo, teve sigilo violado, invadido por este Estado de sítio. É uma coisa gravíssima nunca vista na história do País até hoje e que envolveu o ministro de Estado da Fazenda (Antônio Palocci) e o presidente da Caixa Econômica Federal e, mais tarde, com o conhecimento e o consentimento do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Já quando o ministro Palocci fez a quebra do sigilo, dois homens da maior confiança do ministro da Justiça testemunharam esse delito e depois esses dois homens, juntamente com o ministro da Justiça, se reuniram com o ministro Palocci e com um advogado criminal, o doutor (Antônio) Malheiros, para eles decidirem a forma do ministro Palocci sair fácil desse processo. E o pior: o ministro (Cezar) Peluso, indicado pelo Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF) deferiu a cassação (do depoimento) do caseiro (Francenildo dos Santos Costa) dizendo que ele era um homem de pouca cultura e que ele teria pouco a acrescentar ao inquérito. Um absurdo e é até preconceituoso. Além de ter sua conta e sua vida devassadas, a sua palavra foi cassada por uma sentença do ministro do Supremo Tribunal Federal.

O senhor acha que o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, participou desse processo?

O (Antônio) Malheiros confessou isso à Imprensa. Ele foi chamado para ser o advogado do Palocci pelo ministro da Justiça. Você veja o contra-senso disso. A Polícia Federal é subordinada ao Ministério da Justiça. O inquérito, onde a Polícia Federal investiga o crime, é o ministro da Justiça que orienta. Pior: o ministro da Justiça, que é quem dirige a Polícia Federal, indica um advogado criminal a um indiciado pela Polícia Federal. Isso é gravíssimo. O ministro já deveria ter pedido demissão. E ele agiu assim com o (José) Genoino (ex-presidente do PT), ele arranjou um advogado para Genoino num processo que ele responde na Polícia Federal, ele fez o mesmo com o Delúbio (Soares, ex-tesoureiro do PT) num processo que ele responde na Polícia Federal. Ele não é um advogado da sociedade, ele é um advogado a serviço do PT. Ele está errado no papel dele de ministro da Justiça.

Que candidato o senhor pretende apoiar na disputa presidencial?

Eu estou esperando ainda que surja uma terceira via. Estou muito cansado desta polarização paulista entre o PT e o PSDB. A mão direita dos banqueiros e a mão esquerda dos banqueiros. Eu estou fazendo uma ginástica para a gente ter uma candidatura, uma terceira via, que represente as forças de produção, a indústria, o comércio. Quero ver se surge uma candidatura aí, fora desse grupo aí de interesse financeiro dos bancos de São Paulo.

Porque o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não decola?

Porque ainda é muito precoce isso. Ele não se colocou. Ele não teve ainda uma exposição à mídia, em termos de debate, televisão. É muito cedo para dizer que ele não decolou.

O presidente Lula tem condições de se reeleger?

Totais. Até agora não foi ameaçado.

Mas quando começar a campanha eleitoral isso não muda?

Com as regras que foram votadas no Senado, que proíbe a divulgação dos episódios nas CPIs, acho muito difícil. Se essas regras permanecerem acho muito difícil a imagem ser afetada.

Mas um segundo mandato do presidente Lula não será muito mais grave do que é hoje, já que ele não teria uma base de sustentação sólida?

Se ele ganhar, acredito que a campanha vai ser muito sangrenta e vai deixar muitas seqüelas e vai fazer com que ele chegue muito machucado no segundo governo e com uma base de sustentação muito frágil. Ele vai tentar repetir, no segundo governo, o que Hugo Chavez faz agora na Venezuela.

Na sua família, a sua filha é candidata?

Ela é candidata à deputada federal e meu genro, Marcos Vinícius, é candidato a deputado estadual.  Cristiane Brasil, vereadora na cidade do Rio de Janeiro. É candidata pelo meu partido, PTB.

E qual é a votação que o senhor espera para ela?

Não sei, mas eu ando nas ruas e tem um sentimento muito grande para se dar uma resposta ao que foi feito a mim. Porque o eleitor da minha cidade, o leitor do meu estado, o Rio de Janeiro, ele pensa da seguinte forma: Roberto porque que você foi acusado de mentir sobre o mensalão, foi cassado, se todas as outras instâncias de investigação, a CPI e o próprio procurador da Justiça dizem que o mensalão houve e que o mensalão aconteceu? Eu tenho que dar uma resposta à injustiça que você sofreu em relação ao mensalão. Vamos votar na sua filha, vamos votar no seu genro. É o que eu tenho ouvido muito nas ruas do Rio de Janeiro.

Como é que o senhor se sente depois disso tudo? O senhor se sente uma espécie de herói que passou para o País toda essa roubalheira, toda essa corrupção?

Não, eu não sou herói. Eu apenas não permiti que tentassem colocar no meu colo o crime que eu não cometi. Eu não sou vilão. Quando eu denunciei ao presidente Lula e disse: presidente Lula o mensalão vai explodir o senhor, é uma bomba embaixo da sua cadeira, houve o processo dos Correios de Maurício Marinho, que foi colocado pela Abin e pela Secretaria de Comunicação do Governo como se fosse um homem meu, de minha confiança, pegando R$ 3 mil na mão de alguns corruptores. Eu, para não virar um vilão nacional por um crime que não pratiquei, o que aconteceu: eu reagi. Não fiz como herói não. Eu fiz em legítima defesa para não sair do Congresso Nacional de cabeça baixa, desmoralizado. Eu fiz em nome da minha honra pessoal, da honra da minha família e em honra da minha cidade, em honra do meu Estado, que é o Rio de Janeiro.


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19/04


2006

PFL decide hoje quem será vice de Alckmin

O vice de Geraldo Alckmin - candidato do PSDB à Presidência da República - poderá ser anunciado hoje. O presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), está reunido com os dois candidatos do partido à vaga: os senadores José Jorge (PE) e José Agripino Maia (RN). Bornhausen defende a candidatura de José Jorge, enquanto que Agripino tem o apoio do senador Antonio Carlos Magalhães (BA). Bornhausen jura que ouviu todo o partido para anunciar quem será o escolhido, mas a decisão pode terminar numa eleição interna caso não contente o grupo de ACM.


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Arcoverde janeiro 2022

19/04


2006

ACM e Álvaro Dias defendem impeachment de Lula


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Serra Talhada 2021

14/04


2006

Governo estuda ampliar Bolsa-Família

O Governo Federal analisa, agora, a ampliação do tempo máximo de permanência dos beneficiados no programa Bolsa-Família e a integração com outros projetos sociais. Antes, o Governo já havia aumentado o limite de renda para que uma família seja incluída no programa.

 

Com a possível mudança, pais com filhos em idade universitária, por exemplo, deverão ter prioridade no Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas em instituições particulares. Par quem tiver filhos no ensino médio terá preferência em programas de qualificação profissional. As famílias com filhos também poderiam receber o benefício por um período mais longo do que as sem filhos.

 

O Diário Oficial da União publicou ontem decreto do presidente Lula que amplia o limite mensal de renda para que uma família seja incluída no programa. Passou de até R$ 100 para até R$ 120 mensais por pessoa.


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SESC - Férias de Janeiro

11/04


2006

Guerra: “Alckmin é a esperança perdida”

Andreza Matais e Magno Martins*
 

Confirmado há cinco dias como coordenador nacional da campanha de Geraldo Alckmin ao Planalto, o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) não é daqueles que apostam no quanto pior no Governo Lula, para fazer com que a candidatura tucana decole. “Alckmin não vai crescer em cima da crise, mas sim pelo fato de representar a esperança que foi perdida no PT”, diz Guerra, em entrevista à Agência Nordeste. Para o senador, tão logo a população tome conhecimento das propostas do PSDB para o País, focadas em cima do desenvolvimento, da justiça social e do controle das taxas inflacionárias, Alckmin tende a crescer muito mais nas pesquisas.
Guerra prepara uma super-agenda para o tucano nos próximos dias, concentrada no Nordeste e em regiões que o ex-governador paulista ainda não é muito conhecido, como o Norte e o Sul. Sobre a possibilidade do PMDB se aliar a Alckmin, Guerra vê poucas chances, mas admite que se isso viesse a ocorrer o ex-governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, seria uma unanimidade nacional para compor a chapa como vice.


Como se deu sua escolha para a coordenação da campanha?
Sérgio Guerra – Não houve escolha. Fui indicado pelo presidente do meu partido (senador Tasso Jereissati/CE). A indicação foi bem vista pelo candidato Geraldo Alckmin e eu fui convidado. Não houve alternativa, não houve escolha, no sentido de que não houve mais alternativas. Houve a definição pelo meu nome porque era um nome que o partido tinha e apresentou.

Quais foram os critérios para a sua indicação?  O fato de ser nordestino contou? 
Senador da República, do Nordeste, alguma experiência política, certa capacidade de relacionamento, por aí.

O fato de o senhor ter aberto mão de disputar o Governo de Pernambuco, abrindo o caminho para que o PFL lançasse o candidato único da aliança jarbista, pesou na sua indicação?
Evidentemente que se houvesse uma disputa em Pernambuco eu teria mais dificuldades de ser coordenador de uma campanha. Mas uma coisa não tem nada a ver com a outra.

O que o senhor acertou com Alckmin nesta fase de pré-campanha?
Pouca coisa, só que nós vamos trabalhar muito e vamos chegar à eleição já num outro patamar de conhecimento e pesquisa.

O senhor pretende pedir licença do Senado enquanto coordenar a campanha de Alckmin?
Nem me afastar do cargo nem da campanha de Pernambuco. O Congresso neste ano vai estar contaminado pela eleição. Seguramente não terá a mesma operacionalidade regular que tem em outros anos. Então, não vai ser difícil conviver com a campanha e minhas atividades no Senado.

Mas se for necessário, o senhor admite o afastamento?
Não tenha a menor dúvida. Nestes três meses, até junho, vamos trabalhar no PSDB, com agenda no partido, então não vejo grande problema neste período de estar no mandato. Depois, quando começar oficialmente a campanha, vou avaliar. Será outro ambiente, outro cenário.

Quais são os principais desafios dessa nova missão do senhor?
Acho que o primeiro passo é organizar uma base para a pré-campanha agora e depois uma base para a campanha de fato. É importante que seja racional, prudente, equilibrada e reflita as forças que apóiam a campanha do presidente e que tenha principalmente operacionalidade. Seja eficiente para dar suporte ao desempenho de um candidato que acho muito bom.

O que o candidato pediu ao senhor nesta primeira fase?
Empenho, trabalho e harmonia.

A formação das alianças nos estados vai exigir muito trabalho e habilidade política. O PSDB vai abrir mão de candidaturas nos estados em benefício da aliança nacional?
Essa não é uma missão exclusiva como coordenador. Acho que esse é um trabalho do PSDB, dos presidentes de partidos, de harmonizar nos estados as campanhas. O que é uma tarefa normalmente muito trabalhosa.

A aliança inicialmente é do PSDB e PFL. Mas há a possibilidade de virem outros partidos, como PMDB, por exemplo?
Não apostamos nisso. Achamos que muita gente no PMDB deverá apoiar o candidato Alckmin, apenas isso. Mas a gente tem que organizar, estruturar, melhorar politicamente nossa campanha nos estados. Isso não é uma tarefa simples.

A prioridade do PSDB é só eleger Alckmin?
Nosso projeto não é só eleger um presidente, é eleger também uma bancada que dê suporte a esse presidente, que seja compatível com as necessidades de apoio que ele terá no Congresso. Há uma imensa falta de sintonia, um desequilíbrio, entre o tamanho real do PSDB como partido e o tamanho da sua bancada no Congresso. Essa simetria vai ter que ser restabelecida.

No Ceará houve um rompimento do senador Tasso Jereissati com o governador Lúcio Alcântara. Isso vai atrapalhar a campanha de Alckmin naquele Estado?
Isso vai ser resolvido não sei como. Mas seguramente o senador Tasso vai saber dar uma boa solução para a nossa campanha no Ceará. Ele próprio tem uma grande capacidade eleitoral.

O próprio Tasso pode sair candidato a governador do Ceará?
Acho que não. Mas ele tem condição de estruturar um palanque muito bom no Ceará.

Um desafio que o senhor terá é tornar Alckmin conhecido no Nordeste, onde o presidente Lula tem grande apoio. Como será este trabalho?
Acho que nos próximos meses ele tem que estar no Nordeste, ver o Nordeste, conhecer o Nordeste de forma concreta, o Nordeste conhecê-lo e reconhecê-lo. Mas divulgação e conhecimento amplo, só no programa eleitoral. Isso virá depois, mas espero que até junho o candidato já esteja muito mais conhecido e a sua posição (nas pesquisas) já tenha sido melhorada.

A agenda de viagens será focada no Nordeste?
Não apenas no Nordeste, mas em áreas nas quais ele é menos conhecido. O Nordeste é um deles, um pedaço de Minas Gerais, o Norte, há muitas áreas que devem ser trabalhadas.

Há uma expectativa no PSDB de crescimento do Alckmin em função dessa crise que atinge o Governo Lula?
Ele vai seguramente ser favorecido pela crise permanente do Governo Lula, porém acredito que o que fará a nossa vitória não será a crise do Governo Lula, nem a inconsistência do presidente atual, mas seguramente as qualidades, compromissos e perspectivas que o nosso candidato terá para o país.

Que tipo de estragos criou na campanha de Alckmin essas denúncias dos vestidos da mulher dele? A questão da Nossa Caixa?
Não acredito nisso. Denúncias do PT contra o governador Alckmin eram previsíveis. A sociedade não é tola, ela está vendo que o PT está contaminado por muita coisa e quer nos puxar para o seu ambiente. E, desesperadamente, se lança nessa plataforma de denúncias, muitas delas relevantes, outras nem tanto. O fundamental é que elas sejam esclarecidas e isso nós vamos fazer.

Sendo o senhor do Nordeste, que tipo de ação o senhor vai priorizar no programa de Governo do Alckmin?
Esta questão de programa de Governo não será objeto de nenhuma idéia própria, nem minha, nem mesmo do presidente. O presidente seguramente terá seus pontos de vista, mas isso tudo vai se dar numa construção de um programa democrático que a gente espera seja construído por muita gente, com novas energias, novas pessoas, que estão espalhadas no Brasil e não contribuem porque não estão mobilizadas para contribuir.

As propostas do Governo Lula para o Nordeste serão atacadas?
Se você me pergunta pessoalmente o que acho da agenda Nordeste, vou dizer que está lotada de mitos e que não tem soluções plausíveis. Um deles é a transposição das águas do São Francisco. O projeto precisa de mais discussão, mais consenso. Não se pode fazer uma transposição duas vezes; ela tem que ser feitas, mas de forma definitiva e correta.

O fato de o senhor ser de Pernambuco gera alguma dificuldade para o senador José Jorge (PFL-PE) vir a ser indicado vice na chapa de Alckmin?
De maneira nenhuma. Isso não tem nada a ver. Minha escolha não foi feita por eu ser de Pernambuco, mas por minha atuação no Senado, pelo trabalho que desenvolvi aqui.

Quais são as chances de José Jorge ser o vice?
Não posso identificar quais são as chances, entre outras razões, porque a candidatura do senador José Jorge é assunto da economia interna do PFL. Se puder colaborar com ela, ajudarei, mas essa é uma questão do PFL.

Mas o senhor defende que o vice seja do Nordeste?
Sem dúvida.

Quem vai elaborar o programa econômico do candidato Alckmin. O grupo de São Paulo ou do Rio de Janeiro?
Isso não vai nos dividir. A política econômica que o PSDB defende é a mesma de muitos anos, passa por uma determinação muito forte de manter estabilidade e produzir crescimento de forma acelerada. Com crescimento, há possibilidade de haver justiça social e haver nivelamento de muita coisa no país. Com taxa de crescimento medíocre não vamos a lugar nenhum.

O Governo Lula manteve essa equação – estabilidade e crescimento, mas não conseguiu resultados...
O Governo Lula não tem produção, teve uma política econômica, em parte acertada, em parte não, mas do ponto de vista operativo o Governo não funcionou, não tem gerência, não tem realização. O crescimento do país não pode ser feito, por exemplo, com política econômica, tem que ser feito com política agrícola, por exemplo.

Se o PMDB vier para a aliança, Alckmin trabalha com a possibilidade de Jarbas Vasconcelos ser o seu vice?
O Jarbas não é consenso pernambucano. Tem gente no Estado que ainda não gosta dele, mas ele é um consenso nacional. Todos os candidatos gostariam de tê-lo na chapa. Eu tenho quase certeza de que Alckmin quer o Jarbas, se o PMDB vier. Mas o governador (PMDB) disse a mim que não quer. Esta também não é uma questão do Jarbas. O processo interno do PMDB tem o seu próprio caminho e pelo PSDB não temos condições de resolver isso. Temos que respeitar a autonomia dos partidos.

A candidatura do ex-presidente Itamar Franco não preocupa vocês?
Não acredito nela. Acho que o PMDB não terá candidato.

É possível uma aliança com o PPS do Roberto Freire?
O Roberto está determinado a ser candidato à presidente. Ele acha que a melhor forma de contribuir com o Brasil é ser candidato. Gostaríamos muito do apoio dele, mas temos que respeitar a decisão do PPS.

Quais serão as plataformas de campanha do Alckmin além da questão da ética?
Crescimento econômico, justiça social e a construção de um novo projeto para o país. É preciso fazer com que os brasileiros encontrem a esperança que foi perdida.

A Sudene volta num Governo Alckmin?
Vamos discutir isso. Se dependesse de mim, voltaria, mas diferente da proposta pelo Governo Lula. Defendo uma Sudene com orçamento, autoridade, que esteja inserida no projeto de desenvolvimento do país.


*Da Agência Nordeste


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Bandeirantes novembro 2021

10/04


2006

Danilo Cabral na coordenação da campanha de Eduardo Campos ao Governo

O Pré-candidato ao Governo do Estado, deputado federal Eduardo Campos, anuncia, hoje o vereador do Recife Danilo Cabral (PSB) na coordenação-geral de sua campanha. Também serão apresentados os primeiros nomes quem formarão a equipe do socialista, indicados por outras | legendas, como o PL, do deputado federal Inocêncio Oliveira.

 

Presidente do Diretório Municipal do partido, Danilo começa a planejar as ações, com assessoria de um grupo de militantes históricos. O vereador já coordenou a campanha de Eduardo à Câmara dos Deputados em 1998. Danilo também foi secretário de Administração da primeira gestão de João Paulo (PT) na Prefeitura do Recife.


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Pousada da Paixão

09/04


2006

Heloisa Helena não assume candidatura ao Planalto

A senadora Heloísa Helena (P-Sol-AL) ainda não assumiu sua candidatura ao Planalto. Em visita a Ribeirão Preto, ontem, ela afirmou que avalia a possibilidade de entrar na disputa, mas admitiu: "Vamos construir uma alternativa destruídora da farsa neoliberal e do parasitismo político representado pelo continuismo do PT e do PSDB".


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07/04


2006

Heloísa acha dispensável impeachment contra Lula

Uma das mais ferrenhas críticas da política praticada no Governo Lula, a senadora Heloísa Helena (PSOL/AL) não acha necessária a abertura do processo de impeachment contra Lula. Em um evento que participou ontem em Belo Horizonte, Heloísa condenou o envolvimento do governo no escândalo do mensalão, mas não acha pertinente a abertura de um processo de impeachment contra Lula a esta altura dos acontecimentos.

"Vamos fazer isso às vésperas da eleição para quê? Deixemos para o processo eleitoral. Se o povo quiser, vai reelegê-lo", afirmou a senadora, que ainda não confirmou sua candidatura oficial pelo PSOL à Presidência da República. O partido, segundo ela, só definirá seu candidato em maio.


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05/04


2006

Seguranças expulsam a turma do Pânico na Tevê

 A Turma do Pânico na TV acaba de ser expulsa, neste momento, da chapelaria do Congresso Nacional, pela segurança da Casa. Um dos integrantes da equipe de segurança informou que os humoristas foram afastados da área por falta de credenciamento no Congresso. Agora, o Pânico está gravando cenas na rampa do Congresso.


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05/04


2006

Equipe do Pânico acaba de ser expulsa do Congresso

Acaba de ser expulsa, neste momento, da chapelaria do Congresso Nacional, pelos seguranças da Casa, a turma do Pânico da Tevê. Um dos integrantes da equipe de segurança informou que os humoristas foram afastados da área por falta de credenciamento no Congresso. Neste momento, o Pânico grava cenas na rampa do Congresso.


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