Caruaru - Jan 2022

27/01


2022

Santa Maria da Boa Vista ganhará escola

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), o prefeito de Santa Maria da Boa Vista, George Duarte (PP) e a deputada estadual Roberta Arraes (PP), anunciaram, ontem, a construção de uma nova escola com 13 salas para o município e a reativação da unidade de ensino da Vila Esperança, que está desativada desde 2011. O investimento será de mais de 8 milhões de reais. Acompanharam o anúncio o vice-presidente do PP Pernambuco, Lula da Fonte, o secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Claudiano Filho, e o secretário de Agricultura Familiar, Humberto Arraes.

“Hoje foi um dia muito importante e que marca uma nova era para a educação de Santa Maria da Boa Vista. As conquistas anunciadas só foram possíveis porque temos à frente deste município George Duarte, um gestor comprometido, que vem realizando um grande trabalho e nos trazendo sempre as principais necessidades da população”, destacou Eduardo. 

Só em 2021, Eduardo da Fonte destinou cerca de 10 milhões de reais para o município de Santa Maria da Boa Vista, recursos que foram destinados à saúde, perfuração de poços, educação e infraestrutura. Durante o encontro desta quarta, o deputado ainda mencionou o projeto de construção do Hospital do Câncer do Araripe, no município de Araripina, que irá beneficiar toda a região, além de outros investimentos para a agricultura.


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

27/01


2022

Apenas metade da população do Recife aprova João

Pesquisa do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), em parceria com este blog, sobre a avaliação do primeiro ano da gestão de João Campos (PSB), no Recife, aponta um cenário bem diferente dos levantamentos anteriormente feitos. A aprovação não é de 74%, como divulgado. A soma de ótimo e bom é de apenas 35% - 29% de bom e 6% de ótimo. Já o resultado da desaprovação – a soma de ruim e péssimo – é de 19%, enquanto 39%  julgam regular.

Quando o entrevistado é forçado a responder se aprova ou desaprova, a avaliação melhora um pouco, mas longe ainda de atingir 74%. Chega a 53% contra 31% de desaprovação, enquanto 16% não souberam responder ou se recusaram. No geral, o quadro é muito ruim para o prefeito. Quando é feita a pergunta se a desigualdade se reduziu ou aumentou na gestão dele, 42% disseram que aumentou, 42% afirmaram que continua igual e apenas 12% disseram que foi reduzida.

Ainda na avaliação por setores, o da Saúde piorou para 43% dos entrevistados e continua igual para 34%. Entre os que acham que melhorou, a soma é de apenas 20%. Quanto aos moradores de rua, outra promessa dele, 37% disseram que continua igual, 31% afirmaram que piorou e apenas 22% disseram que melhorou. No item morros, o julgamento da população também é negativo.

Entre os entrevistados, 43% disseram que os morros continuam sendo tratados da mesma forma, inadequada, 25% afirmaram que piorou e apenas 20% acham que melhorou. Na questão das palafitas, 40% disseram que não houve nenhuma mudança, 24% afirmaram que piorou e 22% avaliaram que melhorou. O instituto Opinião sondou a população ainda sobre a temática mobilidade urbana.

Para 39% dos entrevistados não houve nenhuma mudança, 33% disseram que piorou e apenas 24% acham que houve alguma melhora. Quando comparada a gestão atual com a do ex-prefeito Geraldo Júlio, quase metade da população afirmou que não houve mudanças e 11% afirmaram que mudou para pior, enquanto 34% acham que mudou para melhor. No quesito confiança, 52% disseram que confiam na pessoa de João Campos e 37% afirmaram que não confiam, enquanto 11% não quiseram ou não souberam responder.

Um dado que chamou atenção na pesquisa é a opinião do recifense em relação ao fator experiência de gestão. Quase metade dos entrevistados disseram que acham o prefeito inexperiente e 40% afirmaram ser experiente, enquanto 10% não responderam. Outro item preocupante para o prefeito está no discernimento da população quanto ao futuro do Recife. Dos entrevistados, 48% disseram que a cidade está parada, sem grandes obras e investimentos, enquanto 31% disseram que a cidade está andando para frente e outros 18% acham que está andando para trás.

O PIOR 

Quando os entrevistados também se manifestam sobre o pior prefeito do Recife, Geraldo Júlio e João Costa aparecem empatados, com 15% das citações, seguido por João Campos, com 8%, João Paulo, com 7% e Jarbas Vasconcelos, com 2%. 

Estratificando a pesquisa, as melhores taxas de avaliação da gestão de João Campos se encontram entre os eleitores com grau de instrução até o nono ano (57,9%), entre os eleitores com renda familiar até dois salários (57%) e entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (54%). Já as piores avaliações estão entre os eleitores na faixa etária de 24 a 34 anos (34%), entre os eleitores com grau de instrução superior (34%) e entre os eleitores com renda familiar entre cinco e dez salários (34%). 

A pesquisa foi a campo entre os dias 22 e 23 de janeiro, sendo aplicados 800 questionários. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares.


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Petrolina Dezembro 2021

27/01


2022

Sobre a pesquisa Ipespe divulgada hoje

Por Antônio Lavareda

Segundo pagamento do Auxílio Brasil ainda não melhorou a percepção da economia, nem mudou o quadro eleitoral.

1. Opinião de que a economia vai no “caminho certo” para de subir, mantendo-se em 26%. E o contingente que acha que segue “no caminho errado” continua elevado (65%). Somam 17,5 milhões as famílias contempladas pelo Auxílio Brasil iniciado em dezembro, cujo efeito, como é sabido, se espraia nas localidades onde residem seus beneficiários. Porém, ainda sem consequências visíveis na opinião pública.

2. Avaliação positiva do governo (“o/b”, 23%) oscila um ponto, recuando para o patamar de ago-set 2021, o mais baixo da série. As opiniões negativas (“R/P”) vão a 55%. Na mesma direção, na leitura dicotômica, a aprovação oscila um ponto (29%) e a desaprovação se mantém em 64%.

3. Ômicron: aumentou o número de casos mas a menor letalidade faz o medo da covid, embora elevado, retroceder três pontos (de 71% para 68%). Nessa rodada, a pesquisa não indagou sobre o desempenho do governo Bolsonaro especificamente nesse aspecto. Mas, a deduzir do noticiário, as opiniões não devem ter mudado muito desde o levantamento de quinze dias atrás, quando 25% classificaram-no como “O/B”, enquanto 59% tinham opinião positiva (R/P).

4. No plano eleitoral, a novidade da pesquisa é o empate no terceiro lugar: moro, 8% x ciro, 8%. Afora isso, permanecem as demais posições no ranking. Lula aparece com 44%; Bolsonaro, 24%; Doria, 2%; Rodrigo Pacheco, Simone Tebet e Alessandro Vieira, com 1% cada um. André Janones não foi incluído na lista. Ciro se beneficiou da cobertura pela mídia do lançamento oficial. Não se podendo esquecer que continua liderando o quesito “segunda opção”, com 23%, conforme o levantamento.

No segundo turno, Lula segue à frente de todos: 54 X 30, Bolsonaro; 50 X 31, Moro; 51 X 25, Ciro; e 52 X 19, Doria. Nessas, como nas listas com outros nomes, houve só pequenas alterações, refletindo fatos da pré-campanha. Por exemplo, os duros ataques recentes entre Lula e Moro não os ajudaram, cada qual perdendo um ponto no cenário de segundo turno entre eles. Xingamentos esse ano terão efeito bumerangue. A gramática será diferente daquela de 2018.

5. A preocupação de Lula, fustigado pelos demais candidatos, será muito mais manter o máximo possível das suas intenções de voto atuais do que fazê-las crescer. Se a eleição fosse agora e ele tivesse, de fato, nas urnas esses 44%, o equivalente a mais de 65 milhões de votos – lembremos que é sobre o eleitorado total – isso representaria sete pontos percentuais acima do que obteve no primeiro turno em 2006 (37,1%) e quase 10 pontos sobre a performance de 2002 (34,2%). Para termos uma noção do quanto é superlativa essa hipotética votação baseada nas pesquisas, é bom assinalar que nem FHC, único presidente eleito duas vezes no 1o turno, chegou sequer a 40% do eleitorado total. Foram 36,3% em 1994, e 33,9% em 1998.

6. E qual o problema do presidente Bolsonaro? É que ele perdeu cerca de 15 milhões de eleitores. E o volume das defecções é uma variável decisiva para um incumbente. Votaram nele, em 2018, 34%, arredondados, sobre o total do eleitorado no primeiro turno e hoje ele marca 10 pontos menos. Retomar o máximo possível desse contingente é o seu desafio. Onde isso ocorreu? Não foi no Nordeste, frequentemente apontado como o seu calcanhar. Não é essa região a responsável pelo declínio. Nela, ele tem hoje os mesmos percentuais que o sufragaram no primeiro turno (TSE), perto de 19% dos votos totais. Da mesma forma, não houve redução expressiva do seu apoio entre os mais pobres de todo o Brasil. No segmento de renda inferior a dois salários mínimos ele atinge hoje, praticamente, seu patamar de três anos atrás. Onde está o problema? Os eleitores que o presidente perdeu possuem renda nas faixas de 2-5 SM e +5 SM. Residem sobretudo no Sudeste. E os frustrados são na grande maioria homens. Entre as mulheres, onde seu apoio sempre foi reduzido, a perda foi relativamente menor.

7. Por outro lado, a estabilidade de Bolsonaro nos últimos meses, com cerca de um quarto dos eleitores, desperta inquietação nos candidatos da terceira via. Nesse campo, Sergio Moro voltou a ficar abaixo dos dois dígitos que assinalava em novembro (11%), quando desembarcou, lançou-se na disputa, e empolgou as manchetes. Isso lhe é preocupante. Sua esperança hoje reside: a) em conseguir o tempo de TV e outros recursos do União Brasil; e b) na possibilidade de que o receio da consolidação de Lula produza uma maior vocalização do tema “corrupção” na grande mídia, e isso seja mimetizado no repertório das outras candidaturas, todos passando a jogar água no moinho do “dono” do tema, o juiz da Lava Jato.

A unificação da terceira via aguarda que a volta da propaganda partidária na TV, esse semestre, dê aos que pretendem representá-la o empurrão de que precisam para se tornarem competitivos. Mas nem todos atores pretendem esperar por isso. Dentro de alguns partidos cobiçados para participarem de coligações presidenciais se fortalece o sentimento de que talvez seja mais vantajoso simplesmente não apoiar nenhum nome. Porque nas disputas estaduais, que prometem ser as mais “nacionalizadas” dos últimos tempos, melhor será a legenda do postulante ao governo ficar “sem” candidato presidencial, do que ser carimbada pelo apoio ao candidato “errado” nas circunstâncias locais.


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Arcoverde janeiro 2022 - 2

27/01


2022

FBC visita as obras da Barragem Chico Mateus, em Cabrobó

O senador Fernando Bezerra Coelho visitou, hoje, as obras da Barragem Chico Mateus, em Cabrobó, no Sertão do São Francisco. Ao lado do prefeito Galego de Nanai, FBC destacou o investimento de R$ 3,5 milhões articulados junto ao Governo Federal para que a Codevasf pudesse realizar a obra, aguardada há mais de 30 anos pela população do município. 

“Essa barragem vai servir como contenção de enchentes para proteger a área urbana de Cabrobó. E a gente fica feliz, porque é uma conquista a mais no sentido de ampliar a reserva de água e de criar uma perspectiva melhor para uma cidade tão querida”, disse Fernando Bezerra. 

Segundo o prefeito Galego de Nanai, a barragem vai oferecer mais segurança para a população no período das chuvas. “Além de ser o senador das águas, Fernando Bezerra é o senador que mais atuou pelo Sertão. A população de Cabrobó vai saber ser grata.”

Também presente à visita, o superintendente da Codevasf, Aurivalter Cordeiro, afirmou que a barragem deve ser inaugurada em março. 

A agenda de FBC pelo Sertão do São Francisco também inclui visitas aos municípios de Orocó, Santa Maria da Boa Vista e Lagoa Grande.


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27/01


2022

Governo decide reajustar piso da educação básica

O governo federal decidiu reajustar o piso da educação básica em 33%. Até a noite de ontem, a negociação entre Casa Civil, Ministério da Economia e Ministério da Educação era de um reajuste bem menor, de 7,5%, que atenderia governadores e prefeitos, sobre quem recai a maior parte do custo da folha da educação básica.

A pressão de parlamentares da área da educação e das categorias do magistério, além das ameaças de judicialização, levaram o governo a não querer assumir o custo político de dar um percentual de reajuste menor.

Um ministro confirmou ao blog da Ana Flor, hoje, de maneira reservada, que faltou apoio de prefeitos e governadores para uma nova metodologia de cálculo de reajustes que iria repor a inflação de 12 meses, de maio de 2021 até maio de 2022.

"O custo político ficaria todo com o presidente, mas o custo fiscal é de prefeitos e governadores que não quiseram pagar o preço do desgaste em ano de eleição", afirmou o ministro. O custo estimado de um reajuste de 33% para prefeituras e governos estaduais deve chegar a R$ 30 bilhões.

O valor passa a valer em maio e deve ser publicado em Medida Provisória ainda nesta semana. Aplicando o percentual de 33%, o piso salarial nacional dos professores irá de R$ 2.886 para R$ 3.845.

O Ministério da Educação sempre estabelece, em janeiro de cada ano, o percentual de reajuste do piso da categoria. Os governos estaduais e municipais precisam atender essa determinação e cumprir o gasto mínimo constitucional com a educação e com os salários de professores.

O reajuste de 33% defendido pelos professores segue os critérios da antiga lei do Fundo de Desenvolvimento e Manutenção da Educação Básica (Fundeb), substituída por uma nova versão aprovada no fim de 2020.


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Serra Talhada 2021

27/01


2022

Policiais civis realizam passeata no Centro do Recife

Policiais civis realizaram uma passeata, na noite de ontem, nas ruas do Centro do Recife. A categoria, em campanha por melhores salários, seguiu até o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, no bairro de Santo Antônio.

Segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), o ato foi realizado após mais uma reunião sobre a campanha salarial. A entidade informou que um encontro que estava marcado com representantes do governo, nesta quarta, não foi realizado.

Entre as reivindicações da categoria estão as valorizações salarial e funcional do policial em início de carreira, além de melhoria nas condições de trabalho nas delegacias e institutos de todo o estado.

O presidente do Sinpol, Rafael Cavalcanti, disse que é necessário valorizar o policial civil de base. "É preciso que ele tenha uma evolução salarial compatível com as suas funções, que em boa parte são atribuições dos delegados, e que tenham capacidade legal de assinar pequenos procedimentos, para atender mais rápido a população", afirmou.

De acordo com o sindicato, a reunião com o governo ficou para o dia 11 de fevereiro. Até lá, a categoria vai avaliar os próximos passos do movimento.


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SESC - Férias de Janeiro

27/01


2022

Coluna da quinta-feira

Eleito para um só mandato

Sendo de fato e de direito o candidato do PSB a governador, o deputado federal Danilo Cabral, se eleito, só terá direito a um mandato. Reeleição, nem pensar. Nos bastidores da Frente Popular e na cozinha dos Campos, o que se diz é que Danilo foi ungido para guardar a cadeira para João Campos.

Como assim? Fácil de explicar. O PSB já dá como certa a reeleição de João em 2024. Reeleito, dois anos depois, renunciaria para disputar o Governo do Estado em 2026, tirando de Danilo o legítimo direito de disputar a reeleição. Esse é o jogo da família Campos, do PSB e dos partidos que bajulam os poderosos para fazer do prefeito a maior liderança política do Estado.

Nessa condição, se constituiria na mais apurada ressurreição do pai, o ex-governador Eduardo Campos, morto num acidente aéreo, para dar continuidade ao seu legado político e administrativo. Os áulicos, embriagados por um bom escocês, chegam até a viajar na maionese. Apostam que João eleito governador será depois presidente da República.

Lembrei da paródia de Mané Garrincha. Conta a lenda que na Copa de 1958, durante a preleção antes do jogo contra a antiga União Soviética, o técnico brasileiro Vicente Feola reuniu os jogadores e combinou uma estratégia que seria infalível para emplacar a vitória, com um gol sensacional de Mazzola. Garrincha, com a sua natural simplicidade, ouvindo tudo com a camisa jogada no ombro, perguntou: "Tá legal, seu Feola, mas o senhor já combinou com os russos?"

O PSB já combinou com os eleitores? A política não é uma ciência exata, mas tem lógica em algumas ocasiões. O PSB está no poder há 16 anos, controla o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife, não fez nada para mudar a vida dos pernambucanos. Até quando vai continuar escravizando o povo, achando que tange o eleitor para a urna como boi para o curral?

Vergonha – Danilo Cabral vai, entretanto, negar a vida inteira que aceitou ser candidato para "guardar" a cadeira reservada para João Campos, quatro anos depois. Faz parte do jogo. "Isso é uma vergonha para um Estado revolucionário e irredento como Pernambuco", diz uma liderança política da própria Frente Popular, que pediu o anonimato certamente porque não tem coragem de romper com o status quo.

O estadual de Paulista – Vice-prefeito de Paulista, o empresário Dido Vieira (MDB) tem agido com sabedoria na montagem da sua base para emplacar um mandato de deputado estadual. Sua maior votação será em Paulista, onde é mais conhecido e tem serviços prestados, mas sua candidatura já se ramifica em outros municípios da Região Metropolitana, Zona da Mata e Agreste. Ele diz que não tem a pressa que aniquila o verso.

Em banho-maria – Cotado para ser o vice de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na chapa à corrida presidencial, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (sem partido), deve esperar a definição sobre quem disputará o Governo do Estado para definir sua possível filiação ao PSB. Tanto o PT quanto o PSB mantêm os nomes de Fernando Haddad e Márcio França, respectivamente, na disputa pelo comando paulista. De acordo com petistas, Alckmin não quer ficar no meio do conflito. Uma resolução, no entanto, é esperada apenas para o fim de fevereiro.

Lupércio na vice – Na conversa com o governador Paulo Câmara, o presidente estadual do Solidariedade, Augusto Coutinho, defendeu que o prefeito de Olinda, Professor Lupércio, seja lembrado para a chapa majoritária. “Lupércio é um prefeito muito bem avaliado, vem fazendo uma gestão em Olinda reconhecida pela população. Foi reeleito de uma forma muito consagrada, pode ser posto também nessa equação. Então, tem muitas coisas que podem acontecer", disse numa entrevista à Rádio Folha.

Coordenador no Pajeú – Entre os aliados de Danilo Cabral no Sertão, o mais leal é, de longe, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), que tem feito o parlamentar majoritário no município em todas as eleições que disputou para a Câmara dos Deputados. Soube, ontem, que, caso Danilo venha a ser o candidato a governador, Anchieta deve ser escolhido coordenador da sua campanha no Sertão do Pajeú.

CURTAS

AULAS REMOTAS - As prefeituras de Paulista e Carpina, no Grande Recife e na Zona da Mata, respectivamente, decidiram adiar o retorno às aulas presenciais devido à piora da pandemia de Covid-19 e à epidemia de Influenza A H3N2. Com isso, nas duas cidades, o semestre letivo deve começar de forma remota, com aulas pela internet.

POSITIVO - Nas curtas férias de janeiro, o prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), não levou sorte. Testou positivo para Covid-19 e retornou, ontem, ao município, para cumprir a quarentena em casa. Segundo familiares, está assintomático.

Perguntar não ofende: Quando Raquel Lyra assume que é candidata ao Palácio das Princesas?


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Comentários

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

É difícil imaginar como vai ser a posição do Sindicato dos professores do Estado e Danilo Cabral como candidato, ele não foi um bom Secretário de Educação e até hoje o sindicato guarda mágoas do tratamento recebido por Danilo.

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

É difícil imaginar como vai ser a posição do Sindicato dos professores do Estado e Danilo Cabral como candidato, ele não foi um bom Secretário de Educação e até hoje o sindicato guarda mágoas do tratamento recebido por Danilo.


Bandeirantes novembro 2021

26/01


2022

Futura/Modal: Lula 36,9%, Bolsonaro 31,4%

A nova pesquisa Futura Inteligência realizada para o Banco Modal S/A mostra os primeiros números do instituto sobre a corrida eleitoral em 2022. O ex-presidente Lula (PT) aparece liderando as intenções de voto, mas seguido de perto pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Os demais pré-candidatos surgem bem atrás.

O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) é o melhor situado entre a chamada terceira via, mas está empatado tecnicamente com o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). Confira os cenários da pesquisa estimulada:

Cenário 1

Lula (PT): 36,9%
Jair Bolsonaro (PL): 31,4%
Sergio Moro (Podemos): 8,5%
Ciro Gomes (PDT): 5,6%
João Doria (PSDB): 2,4%
André Janones (Avante): 1,8%
Guilherme Boulos (Psol): 0,8%
Rodrigo Pacheco (PSD): 0,6%
Simone Tebet (MDB): 0,5%
Aldo Rebelo (sem partido): 0,2%
Leonardo Péricles (UP): 0,2%
Alessandro Vieira (Cidadania): 0,1%
Felipe D'Ávila (Novo): 0,1%

Indecisos: 5,6%
Branco/nulo: 5,1% 

Cenário 2

Lula (PT): 39,5%
Jair Bolsonaro (PL): 33,2%
Sergio Moro (Podemos): 8,4%
Ciro Gomes (PDT): 7,5%
João Doria (PSDB): 3,2%

Indecisos: 3%
Branco/nulo: 5,2%

Cenário 3

Lula (PT): 42,2%
Jair Bolsonaro (PL): 32,9%
Sergio Moro (Podemos): 10,7%
Ciro Gomes (PDT): 7,5%

Indecisos: 2,6%
Branco/nulo: 4,1%

Cenário 4

Lula (PT): 42,2%
Jair Bolsonaro (PL): 34,5%
Ciro Gomes (PDT): 8,7%
João Doria (PSDB): 5,4%

Indecisos: 3,2%
Branco/nulo: 6%

SEGUNDO TURNO: LULA BATE TODOS E BOLSONARO ALCANÇA MORO E CIRO

Nas simulações de segundo turno, Lula continua desbancando todos os adversários. Jair Bolsonaro, por sua vez, está empatado tecnicamente com Moro e Ciro, mas supera os dois adversários numericamente. Além disso, o presidente vence Doria.

Confira os números:

Cenário 1: Lula x Bolsonaro

Lula 50,4%
Bolsonaro 37,8%

Cenário 2: Bolsonaro x Moro

Bolsonaro 36,9%
Moro 33,7%

Cenário 3: Bolsonaro x Ciro

Bolsonaro 40,6%
Ciro 39,1%

Cenário 4: Lula x Ciro

Lula 48,4%
Ciro 21,4%

Cenário 5: Lula x Moro

Lula 48,6%
Moro 28,8%

Cenário 6: Bolsonaro x Doria

Bolsonaro 41,6%
Doria 29,6%

Cenário 7: Lula x Doria

Lula 50,5%
Doria 14,8%

Espontânea

Lula 33,7%
Bolsonaro 31,4%
Moro 3%
Ciro 2,3%
Doria 0,3%
Tebet 0%
Pacheco 0%
Felipe D'Ávila 0%
Leonardo Péricles 0%
Outro 1,2%

Indecisos 21,7%
Brancos e nulos 6,4%

Rejeição

Bolsonaro 47,3%
Lula 37,1%
Doria 23,2%
Moro 18,3%
Ciro 16,5%
Boulos 15,7%
Tebet 12,2%
Aldo Rebelo 12,1%
Pacheco 12%
Felipe D'Ávila 11,7%
Leonardo Péricles 11,6%
André Janones 11,5%
Alessandro Vieira 11%

Rejeita todos 4,3%
Indecisos 3%
Não rejeita ninguém 2,9%

Foram realizadas 2 mil entrevistas por telefone, entre os dias 17 e 21 de janeiro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e confiabilidade de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08869/2022.


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Pousada da Paixão

26/01


2022

Arcoverde antecipa Carnaval de rua


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26/01


2022

Lula sobre Alckmin: Espero que o PT compreenda a necessidade de fazer aliança

Do G1

O ex-presidente Lula (PT) disse, em uma entrevista, hoje, que espera que Geraldo Alckmin escolha um partido que se alie ao Partido dos Trabalhadores nas eleições presidenciais deste ano – e também que o PT "compreenda a necessidade de fazer uma aliança". Lula admitiu em dezembro ser pré-candidato à Presidência da República, e busca um candidato a vice.

"Que dê certo essa conversa. Espero que Alckmin escolha o partido político adequado que faça aliança com o PT. Espero que o PT compreenda a necessidade de fazer aliança", disse Lula em entrevista à rádio CBN Vale, de São José dos Campos (SP).

Ex-governador de São Paulo por quatro vezes, Alckmin deixou o PSDB após 33 anos e é apontado como principal nome para constituir uma chapa com o petista na eleição presidencial deste ano. Eles foram juntos a um jantar aberto à imprensa e convidados no fim de 2021 (veja vídeo abaixo).

Dilma

Questionado se a ex-presidente Dilma Rousseff teria algum papel em um eventual novo governo, Lula respondeu: "Dilma é uma tecnicamente é uma pessoa inatacável. Ela tem uma competência extraordinária. Onde que a companheira Dilma, na minha opinião, erra? É na política. Ela não tem a paciência que a política exige que a gente tenha para conversar. Para ouvir as pessoas dizerem não. Para atender as pessoas, mesmo quando você não gosta do que a pessoa está falando. Você não pode ficar agressivo, precisa atender. Eu sou daqueles políticos que, quando um cara conta uma piada que eu já sei, eu não vou dizer para o cara 'eu já sei essa'. Conta outra vez. Se for necessário rir, eu vou rir", disse.


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