Jaboatão - Nova UBS PET

24/09


2021

O Encanto das Pedras


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Cabo - Pavimentação e Drenagem

24/09


2021

Vereador diz que Zé Dantas “tem homenagem demais”

O vereador Neudo da Itã (DEM), de Carnaíba, se insurgiu contra homenagens feitas ao compositor Zé Dantas, que, se estivesse vivo, fazia 100 anos em 2021. Um vídeo com o discurso do legislador criticando honrarias ao artista nascido no município do Sertão do Pajeú viralizou nas redes sociais (assista ao vídeo).

"Se você observar: Museu Zé Dantas, Adutora Zé Dantas, Hospital Zé Dantas, Festa de Zé Dantas e agora acabaram de apresentar a pista de Ibitiranga com o nome de Zé Dantas. Meu Jesus, que tanta coisa com o nome de Zé Dantas. Eu quero saber o que tanto ele fez por Carnaíba para ter tanta honraria porque, se eu tivesse poder de voto, votaria contra", disparou. 

Ainda houve quem aplaudisse o vereador.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Petrolina setembro 2

24/09


2021

A mulher mais velha do Brasil

Daqui a pouco, vou contar em detalhes um pouco da vida de dona Rita Maria da Conceição, a mulher mais longeva do Brasil, 116 anos, nascida em Santa Cruz do Capibaribe em 5 de março de 1905. Extremamente lúcida, mas com audição complicada, vive numa casa de taipa no sítio Bandeira, em Brejo da Madre de Deus, a 45 km do centro da cidade.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Sindicontas

24/09


2021

Campus Party em Petrolina

Da coluna de João Alberto 

O secretário Lucas Ramos comemora a volta ao importantíssimo evento de informática “Campus Party” a Pernambuco. Depois de duas edições no Recife, acontecerá, de forma híbrida, entre os dias 28 e 30 de outubro, em Petrolina.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


24/09


2021

Quarentena de Bolsonaro gera alívio entre aliados

Depois do vexame da viagem a Nova York, para o discurso na sessão de abertura da Assembleia Geral da ONU, o período de quarentena do presidente Jair Bolsonaro, mesmo que seja curto, foi recebido como um alívio por seus aliados em Brasília.

Um interlocutor do presidente disse, reservadamente, ao blog do Valdo Cruz, que o governo ganhou alguns dias de sossego e sem que ele tivesse que ficar respondendo pelo seu discurso radical na ONU, no qual mentiu, usou dados incompletos e defendeu o tratamento precoce.

Dentro do Palácio do Planalto, a expectativa é que o presidente, após o período de quarentena, mantenha o tom da nota “Declaração à Nação”, na qual buscou baixar o tom da crise que ele mesmo havia criado e acenar com uma pacificação entre os Três Poderes. Principalmente para garantir que a pauta do governo dentro do Congresso seja destravada.

Afinal, os problemas reais continuam para o governo, principalmente no campo do Orçamento da União de 2022, ainda não equacionado enquanto a conta do pagamento dos precatórios, de R$ 89 bilhões, não for resolvida.

Segundo assessores e aliados, o presidente sinalizou que vai baixar mesmo a temperatura e se concentrar no que interessa, porque o tempo está ficando curto para negociar e aprovar o Orçamento do próximo ano, abrindo espaço para bancar o Auxílio Brasil dentro do teto de gastos no ano eleitoral.

Entre as pautas de maior urgência, estão aprovar a Proposta de Emenda Constitucional que pode transferir para 2023 o pagamento de cerca de R$ 50 bilhões dos precatórios, dívidas judiciais que o governo tem de honrar, e a taxação da distribuição de lucros e dividendos.

A primeira medida abre espaço no Orçamento para o Auxílio Brasil. A segunda vincula recursos para bancar o pagamento do benefício, de R$ 300 por família.

O presidente deseja ainda que a sabatina de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF) seja agendada. Ele vem sendo cobrado pelos aliados da bancada evangélica a pressionar o Senado a marcar essa data para que o nome do seu ex-ministro da Justiça seja submetido à aprovação ou rejeição do Senado.

Bolsonaro não pode desagradar os evangélicos, aliados fiéis de seu governo, que começam a desaprovar sua administração.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Ipojuca - Microempreendedores

24/09


2021

Banco Central eleva a Selic: como ficam os investimentos?

Por Lenise Nunes*

Conforme já previsto pelo mercado, a taxa básica de juros (Selic) foi elevada em 1,00 ponto percentual após agenda de setembro do Comitê de Política Monetária (Copom), chegando a 6,25% ao ano. Os números refletem o ciclo consecutivo de elevação da Selic e indicam que o cenário econômico tem pressionado o Banco Central a fazer uso da política monetária de forma mais rigorosa.

Antes dessa sequência de elevação de juros, tínhamos um cenário de Selic em mínimas históricas, o que fez com que os investidores buscassem por alternativas de diversificação, correndo mais riscos em troca de expectativas de maior retorno. Agora, o panorama traz questionamentos, como a necessidade de uma mudança na forma de investir e as oportunidades contempladas neste novo cenário.  Porém, antes disso, é importante analisar o propósito deste investimento. 

Inicialmente, existem objetivos e necessidades por trás de cada investimento, desde a educação dos filhos, até a viagem dos sonhos, um intercâmbio no exterior, a compra da casa própria, de praia ou mesmo a perspectiva de uma aposentadoria tranquila.

Para cada objetivo existe um prazo que devemos estipular, e esse prazo tem influência importante nas escolhas para investir. Além disso, o tempo dedicado a cuidar dos investimentos é outro fator relevante, assim como a consciência do nível de risco em cada tipo de investimento.  Ter essas percepções alinhadas é imprescindível antes de qualquer decisão que envolva investimentos, e para isso a análise do perfil de investidor deve ser considerada em todas as situações. 

Na prática, em um cenário de juros mais altos melhoram a rentabilidade de opções como a poupança e o Título Público Tesouro Selic, uma vez que esses têm sua rentabilidade diretamente ligada à Selic. Os investimentos que acompanham o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), principal referência de rentabilidade das aplicações de renda fixa, também seguem os movimentos da Selic, então ficam mais atrativos com a taxa de juros em patamar mais elevado. Os títulos de renda fixa pós-fixados em CDI, modalidade de investimento conservadora, passa a ter maiores ganhos, a exemplo CDBs, RDC, LCA e LCI. 

Além da emissão pública e bancária, temos os títulos de renda fixa privados de emissão por empresas (debêntures, por exemplo) que têm sido bastante procurados e representam uma oportunidade de investimento. Essa alternativa é bastante encontrada em estratégias de fundos de investimento, que mesclam ativos de diferentes emissores (público, bancário e privado), com diferentes taxas e vencimentos, em busca de retorno aos seus cotistas. 

Estas alternativas são as que ganham mais força no contexto atual de juros, e tendem a se beneficiar ainda mais com a perspectiva de continuidade no ciclo de alta. Já os investimentos prefixados podem ser uma opção atrativa para quem deseja ter a previsibilidade em relação ao retorno. Esses produtos possuem a taxa pactuada no momento da aplicação, contudo, é importante ficar atento, pois novas altas de juros podem resultar uma taxa acima da contratada.

No cenário de juros baixos que tivemos no passado, a diversificação foi o grande aliado dos investidores e deve continuar a ser considerada, visto que estamos atravessando um momento de inflação elevada, onde o ganho real acaba sendo impactado. Se o investidor tem um prazo de investimento mais longo, pode ser um momento oportuno para comprar alguns ativos diante do preço mais baixo, assim como capturar ganhos de mercado através de fundos com gestão ativa, por exemplo. 

Alternativas como fundos multimercado são interessantes na composição da carteira de investimentos, pois investem em diferentes ativos, sem compromisso de concentração em nenhum e buscam em sua estratégia capturar oportunidades a fim de gerar retorno atrativo. 

Em relação a bolsa, as incertezas refletem na dinâmica do mercado e na volatilidade. Acrescido a isso, de forma simplista, também podemos dizer que o preço das ações se altera de acordo com a dinâmica dos juros. Por isso, caso tenha um horizonte de investimento longo e uma tolerância a risco, este momento pode ser oportuno para investir em empresas com negócios perenes, boa governança e com bons preços, que resultem em bons dividendos. Uma boa opção para investir em renda variável são os fundos de ações, uma alternativa mais simples e que conta com a expertise de um gestor profissional que fará seleção dos ativos.

Por fim, porém não menos importante, antes de investir, considere produtos e serviços de instituições sólidas e seguras, com amplo portfólio de opções e que proporcionem um relacionamento próximo para apoiar suas decisões com aconselhamento de especialistas.

*Analista de Investimentos do Sicredi


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Caruaru volta as aulas 2021

24/09


2021

A arte em pedra que brota do ateliê Pedra da Paixão


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Serra Talhada 2021

24/09


2021

Toyotas, o Uber do Agreste

A paisagem das estradas em geral que ligam as 19 cidades do Agreste Setentrional de Pernambuco é povoada por um automóvel diferente, mas bem familiar à sua gente: um jipe com carroceria alongada, quatro portas para acesso aos passageiros, tração nas quatro, extremamente potente, vencedor de todos os obstáculos à frente, batizado de Toyota. Seus condutores são chamados de toyoteiros.

Na prática, é o Uber do Agreste: passagem barata, variando de R$ 6 a R$ 20 (dependendo da distância entre as cidades), capacidade para transportar 12 passageiros e disponível a qualquer hora do dia. No Agreste, que vai de Surubim até a paraibana Umbuzeiro, chegando a romper a fronteira da Zona da Mata, atingindo Timbaúba, os toyoteiros formam um exército de 20 mil profissionais.

Uma gente sofrida, discriminada, prestadora de serviços de uma comunidade pobre, que não tem renda para se locomover de taxi ou ônibus. De canto a canto de Surubim, Santa Cruz do Capibaribe, João Alfredo, Jataúba, enfim, em todas as cidades eles estão disponíveis, transportam até carga.

Mas penam para viverem dignamente no mercado deles. A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), por exemplo, impediu a entrada de todo e qualquer toyoteiros na cidade. “Foi um tremendo prejuízo, porque Caruaru tem a maior e mais tradicional feira da região e o mais completo centro comercial”, diz Rona Barbosa, presidente da Associação dos Toyoteiros de Surubim.

Segundo ele, a prefeita não deu explicações convincentes. “Desconfiamos que estávamos tirando a freguesia da Caruaruense, a empresa de ônibus do pai dela”, afirma Rona. Ele está pensando em organizar um protesto contra a decisão arbitrária da tucana. “Chegamos a cogitar em fechar todos os acessos em Caruaru num dia de protesto”, disse.

Mas não é só Caruaru que reduz a renda dessa gente. Em decreto, o governador Paulo Câmara bloqueou a entrada dos toyoteiros na Região Metropolitana. Passageiros com destino ao Recife, por exemplo, são despejados em Timbó, em São Lourenço da Mata, sob pena do toyoteiros ter o seu meio de vida apreendido pela polícia.

Outro político que prejudicou os toyoteiros foi o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania). É autor de um projeto que só permite a circulação de Toyotas com no máximo 10 anos de vida útil. “Na prática, o deputado condenou os melhores veículos. Eu conheço muita gente que tem Toyotas fabricadas em 64 e são as melhores”, acrescenta Rona. 

Na contramão do projeto perseguidor de Daniel pelo menos uma voz em defesa da categoria. “Os toyoteiros são guerreiros. Transportam todos os dias inúmeras pessoas para seus trabalhos, escolas e faculdades. Não fossem eles, a região do Agreste hoje não seria tão desenvolvida como é. É por causa do trabalho e suor dessa categoria, que todos os dias saem cedo de casa para transportar pessoas, que nossa região cresce cada vez mais. Esse movimento gera fluidez, gera fluxo e gera economia”, disse o deputado estadual Diogo Moraes (PSB).

Outro parlamentar que se posicionou em defesa dos toyoteiros foi Erick Lessa, majoritário em Caruaru. Em 2019, capitaneou um movimento em favor dos motoristas do transporte alternativo. À época, mudanças no Código de Trânsito Brasileiro colocavam em risco a realização do serviço. Na condição de presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Alepe, Lessa promoveu uma audiência pública com quase mil toyoteiros e representantes de vários setores, cujo diálogo serviu de base para a liberação das atividades, que impulsionam a economia regional.

ALONGAMENTO

Mesmo perseguidos e discriminados, os toyoteiros encontraram uma saída para a formalidade. Criaram três associações da categoria, uma em Surubim e duas em Santa Cruz do Capibaribe. Juntas, elas deram fôlego e combustível para o reconhecimento, por parte do Estado, da Toyota como parte do sistema de Transporte Alternativo. “Uma grande vitória para nós”, diz o toyoteiros José Fernando. De máscara, álcool gel disponível para os passageiros, ele faz diariamente a linha Surubim/Santa Cruz do Capibaribe.

Depois de Caruaru, Santa Cruz virou o melhor mercado para a categoria. “É para Santa Cruz que grande parte da nossa clientela segue com a intenção de comprar roupa”, explica Jurandir Silva, também toyoteiro em Surubim. Trabalhando desde o raiar do dia até o sol se pôr, ele faz a renda para manter sua família – três filhos e mais agregados.

Os jipes Toyota surgiram da necessidade local de ter um veículo de tração que pudesse se locomover pelas estradas esburacadas e cheias de lama da região. São o principal meio de transporte do Polo de Confecções do Agreste. Seguindo pela PE-90, começam a ser vistos a partir de Limoeiro e intensificam-se em João Alfredo, Surubim, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe Brejo da Madre de Deus e Caruaru.

Os primeiros foram fabricados em Brejo da Madre de Deus, conhecida como Capital Nacional do Toyota. Lá os primeiros jipes curtos começaram a ser alongados, ou seja, aumentados em oficinas locais, para carregar passageiros e produtos como tecidos e feiras. Devido a sua boa adaptação, começaram a ser comercializados em grande escala na região, tornando-se atualmente tão populares e caros quanto veículos de passeio de grandes fábricas nacionais.

Invenção "Made in Pernambuco", os chassis são esticados em um metro e a capacidade original passa de cinco para 12 passageiros, enquanto o volume de carga é ampliado em até uma tonelada. Chegam a custar uma média de 20 a 50 mil reais dependendo do ano, do tipo de motor e do modelo, sendo chamados de 'Limousine do Agreste'.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Pousada da Paixão

24/09


2021

Maciel Melo arrasa hoje no Sextou

Se você deseja ouvir pela internet, clique no botão Rádio acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

SESC Agosto 2021

24/09


2021

Bolsonaro aconselha população a tomar banho frio

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a pedir, na live de ontem, que a população economize energia para que o país não tenha problemas futuros caso as chuvas não voltem a cair. Ele sugeriu que as pessoas evitem elevadores e ar-condicionados e que tomem banhos frios quando possível.

“Aqui [no Palácio da Alvorada] são 3 andares. Quando tem que descer, mesmo que o elevador esteja aberto na minha frente, eu desço pela escada. Se puder fazer a mesma coisa no seu prédio… Ajude a gente. Quanto menos mexer no elevador, mais economia de energia nós temos”, disse o presidente.

“Tomar banho é bom, mas se puder tomar banho frio, é muito mais saudável. Ajude o Brasil”, acrescentou.

O chefe do Executivo também pediu para a população apagar as luzes e desligar ou reduzir o ar-condicionado para enfrentar a crise hídrica. “Está com 20ºC, passa para 24ºC, gasta menos energia”, sugeriu Bolsonaro.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Bandeirantes Agosto 2021

24/09


2021

Coluna da sexta-feira

Ameaça à reeleição 

O Senado barrou a volta das coligações partidárias já para as eleições de 2022, casuísmo praticado pelos deputados pegando carona na mini reforma eleitoral em discussão pelo Congresso. O plenário do Senado manteve o texto do relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS). Na prática, poder ter obrigado muita gente a dar adeus ao parlamento.

Porque, na prática, sem as coligações, boa parte da Câmara Federal não se renova. Serve para todos, inclusive penaliza grande parte da bancada de Pernambuco, especialmente dirigentes de partidos sem expressão em termos de representação no Congresso. Simplesmente, poucos terão condições de montar chapa competitiva para alcançar o coeciente eleitoral – 190 mil votos para federal e 90 mil para estadual.

O fim das coligações havia sido aprovado pelo Congresso em 2017, mas só foi testada por enquanto nas eleições de 2020, para vereadores. Até o momento não vigorou nas disputas para deputados federais, estaduais e distritais. Especialistas avaliam que as coligações poderiam deturpar o voto dado pelos eleitores, porque acaba privilegiando candidatos de outras legendas. A expectativa é que a parte da PEC que passou pela Câmara e foi aprovada pelo Senado vá a promulgação em breve, a fim de valer já para as eleições do próximo ano.

O texto aprovado prevê a contagem em dobro aos votos dados a mulheres e negros para Câmara dos Deputados, para fins de distribuição de recursos dos fundos partidário e eleitoral, até 2030. A medida tem por objetivo estimular essas candidaturas, sub-representadas no Parlamento. O texto alterou a data da posse do presidente da República para 5 de janeiro e governadores, para 6 de janeiro, valendo para os eleitos no pleito de 2026.

Essa mudança decorre do fato que a data anterior, no dia 1º, dificultava a participação de autoridades e personalidades de outros países. A proposta também muda critérios de fidelidade partidária, acabando com a punição de deputado ou vereador que mudar de partido em caso de haver concordância da legenda.

Visão da relatora – "A coligação nas eleições proporcionais é objeto de crítica e tentativa de supressão nas duas Casas do Congresso Nacional desde a década de 1990", justificou a senadora Simone Tebet, relatora na PEC. O retorno das coligações é uma reivindicação de partidos pequenos. Para eleger mais parlamentares, essas legendas dependem das alianças. Suas chapas ao Legislativo têm poucos votos, embora alguns candidatos sejam bem votados. Em defesa do fim das coligações proporcionais, argumenta-se que estimulam a proliferação de legendas de aluguel e bancadas pulverizadas. Em consequência, ocorreriam com problemas de governabilidade.

Perdeu o sono – O fim das coligações ameaça a reeleição de uma penca de deputados federais da bancada pernambucana. Um dos mais assustados é Raul Henry. Seu partido, o MDB, não tem chapa e, consequentemente, chances de levá-lo à reeleição. Para sobreviver e tentar salvar o seu mandato terá que mudar de legenda, uma travessia complicada, já que é presidente estadual do MDB, partido no Estado controlado pelo senador Jarbas Vasconcelos, de quem Henry é uma espécie de herdeiro político.

Haja Lexotan! – Presidente estadual do PSD, o deputado André de Paula também passou a tomar tranquilizantes para fazer o reencontro com o sono depois que o Senado pôs fim ao projeto casuístico da ressurreição das coligações. Sua legenda, que é nanica, não tem candidatos competitivos para montagem da chapa. Igual drama vive também Augusto Coutinho, dono de outro pingo no oceano partidário, o Solidariedade (SD). 

Parcelamento de débitos – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) publicou, ontem, decreto que permite o parcelamento de débitos de outorgas pelas emissoras de rádio e TV. Antes do decreto, os valores deveriam ser pagos à vista. Conforme o texto, emissoras de rádio e TV em situação de inadimplência, ou seja, com valores do preço público da outorga em aberto, podem solicitar o parcelamento do saldo remanescente. Segundo o Ministério das Comunicações, responsável pelas outorgas, o objetivo do decreto é promover a regularização de débitos e facilitar o processo de outorgas no País. A inadimplência desses valores soma um total de R$ 224 milhões.

Dias contados – Uma fonte bem próxima ao comando do PSB estadual revelou, ontem, ao blog, que o tempo de sobrevivência na legenda do prefeito de João Alfredo, Zé Martins, será encurtado depois do gesto rebelde de bater palmas, amanhã, ao prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, no seu ingresso oficial ao DEM, partido que será fundido ao PSL e pelo qual disputará o Governo do Estado nas eleições do ano que vem. Ao Frente a Frente, quarta-feira passada, Martins disse que não estava nem aí com as pressões e ordenou: “Que me expulsem”.

CURTAS

NORONHA – A equipe de Meio Ambiente da Administração de Fernando de Noronha iniciou a fiscalização no aeroporto para impedir a entrada de vegetação exótica na ilha. Os objetivos são conscientizar e informar a comunidade sobre a proibição da entrada ou importação de plantas, sementes e mudas de quaisquer espécies. A entrada de espécies exóticas em Noronha é proibida, através de uma portaria de 2020, para evitar impactos na vegetação nativa.

BURAQUEIRA – Não são apenas as estradas do Sertão que estão abandonadas pelo Governo Paulo Câmara. Os acessos até Fazenda Nova, seja por Jataúba, cidade próxima, ou pelo Lampião, para quem vem de Caruaru, viraram tábua de pirolito. E olha que Fazenda Nova, com o teatro de Nova Jerusalém, é território cobiçado por turistas brasileiros e internacionais.

Perguntar não ofende: Cadê o plano de recuperação das estradas, governador?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/09


2021

Diretor da Precisa se cala e irrita senadores

Em depoimento à CPI da Covid, hoje, o diretor institucional da Precisa Medicamentos, Danilo Trento, decidiu permanecer em silêncio diante de diversos questionamentos que envolvem sua relação pessoal e comercial com outros investigados pela comissão.

O empresário obteve no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de não responder a perguntas que pudessem incriminá-lo. Diante das seguidas recusas de Trento a dar respostas aos questionamentos, a comissão aprovou a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do depoente.

Sobre sua relação com Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, Trento afirmou que é seu “amigo pessoal”.

Mas ele não quis responder se é remunerado pela empresa, se tem sociedade com Maximiano em alguma outra companhia ou se os dois juntos têm algum negócio. “Senhor senador, com o devido respeito, irei exercer o direito a mim assegurado de permanecer em silêncio”, disse.

O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que o silêncio acabaria incriminando o empresário.

Segundo o senador, a comissão tem um “emaranhado de engrenagem” que mostra a passagem de dinheiro entre empresas ligadas a Maximiano e a Trento. Para a comissão, as movimentações indicam que pode haver lavagem de dinheiro nos negócios.

A Precisa intermediou junto ao Ministério da Saúde a compra da vacina indiana Covaxin – a aquisição foi suspensa após suspeitas de irregularidades no contrato. A empresa também firmou contrato com a pasta para a compra de preservativos femininos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
Publicidade

Publicidade

Publicidade

TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Opinião

Publicidade
Apoiadores
Parceiros