Ipojuca 2021

19/04


2021

Uma escola para o futuro

Por Ricardo Essinger*

Agora, em abril, o Sistema FIEPE e o Senai atingiram uma meta auspiciosa nesta época sombria. A inauguração das novas instalações do Instituto Senai de Inovação para Tecnologias e Comunicação -, o ISI-TICS, uma porta para o futuro, com cursos avançados, modernos laboratórios, técnicos e tecnologias de última geração.

Um momento vitorioso no tempo presente, de enorme significado para a atividade industrial, em meio a essa pandemia que está entre as maiores tragédias que a humanidade já enfrentou.

Apesar das incertezas que nos atingem, com graves prejuízos econômicos e da maneira mais dolorosa, para quem perdeu um ente querido, continuamos trabalhando, acreditando na capacidade de recuperação de nossas atividades, na superação dos problemas.

O Complexo educacional construído para desenvolver projetos e formar mão de obra avançada, conta com as mais modernas ferramentas. Ocupando área 22,5 mil metros quadrados, ao lado da Fiepe, em Santo Amaro, o Instituto recebeu investimentos de mais de R$ 55 milhões, com apoio do BNDEs e a determinação das entidades industriais.

É, pois, com ânimo renovado, e diria até com particular orgulho, que entregamos ao público o Instituto SENAI de Inovação. Ele representa um novo tempo, tempo de reconstruir, de afirmação, de crença na juventude, tempo de buscar a inovação tecnológica como a saída mais apropriada para vencer esta crise de múltiplas consequências.

O Instituto será essencial para gerar tecnologia de ponta e acelerar o desenvolvimento do setor produtivo local, criando e permitindo que as atividades industriais atinjam novo patamar de competitividade em uma economia digital.

Aqui teremos as principais ferramentas habilitadoras da indústria do futuro. Tecnologias com inteligência artificial, análise de dados, internet das coisas e comunicação em nuvem, são alguns das inovações que estão revolucionando as formas de produção e possibilitando o desenvolvimento da indústria 4.0.

Através desses novos ensinamentos, será possível promover a digitalização das atividades industriais, otimizar os acessos e aumentar a produtividade.

Crescer, criar condições para promover uma vida melhor, vencer os desafios da pobreza, promover a inovação industrial e com isto tornar o Brasil mais preparado, mais produtivo, competitivo em escala mundial.

Este tem sido o papel do SENAI, e esta é a proposta do Instituto de Tecnologia e Comunicação. Investimos e investimos muito nesse processo, fazendo o que consideramos o melhor para nossa indústria, nosso Estado nossa Nação: trabalhar firmemente acreditando no conhecimento. É a melhor resposta para os novos desafios que virão, com uma sociedade mais proativa, mais saudável, antecipando-se às catástrofes que vez por outra atingem a humanidade.

Entendemos que, mesmo em épocas de incertezas, a omissão é o maior de todos os pecados. Por isso, continuaremos proporcionando conhecimento, investindo no futuro.

Vitorioso ou trágico, o amanhã será de todos nós.

*Economista e presidente do Sistema Fiepe


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Petrolina abril 2021

19/04


2021

Josinaldo mostra força, faz sucessor e derrota Rodrigo

Políticos que blefam são regra neste País em que a categoria anda tão em baixa. Há sempre exceções. Atual presidente da União dos Vereadores de Pernambuco, Josinaldo Barbosa (PTB) pode ser inserido como uma ave rara nesse universo. Não blefou quando afirmou que elegeria o seu sucessor.

A eleição foi ontem e o candidato apoiado por ele, Léo do Ar (PSDB), presidente da Câmara de Vereadores de Gravatá, deu uma surra em dois adversários, inclusive no candidato do Governo, José Raimundo, ex-presidente da Câmara de Serra Talhada. O novo presidente da UVP teve 422 votos. Desbancou, além de Zé Raimundo, Welber Santana (MDB), de Carnaubeira da Penha. O pepista, visto como o principal concorrente, teve 300 votos, já Santana obteve 204.

Além de Josinaldo, Léo do Ar contou com o apoio dos deputados federais Eduardo da Fonte (PP) e Sebastião Oliveira (Avante). Já Zé Raimundo tinha o suporte do ex-prefeito de Triunfo João Batista (PSB), que chegou a presidir a UVP. Ao todo, 1.291 filiados à instituição estavam aptos a participar da eleição, mas 358 se abstiveram. 

Dos 933 votantes, apenas sete anularam o voto. Josinaldo mostrou força e prestígio. Derrotou, consequentemente, o secretário de Turismo, Rodrigo Novaes, visto ontem fazendo boca de urna no local da votação.


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ALEPE

19/04


2021

Sem conseguir evitar CPI, governo muda estratégia

Integrantes da CPI da pandemia observaram, no fim de semana, uma mudança na estratégia do governo Bolsonaro para tentar frear as investigações.

Segundo senadores, sem conseguir evitar a instalação da comissão, o Palácio do Planalto iniciou um movimento de intimidação para conter os desdobramentos das apurações.

A reação do chamado G6 – grupo de seis senadores independentes ou de oposição – foi verbalizada ontem pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL). Em entrevista à GloboNews, Calheiros disse que não será intimidado com a notícia de que a Polícia Federal fará uma agenda paralela de investigações.

A informação, publicada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", de que quanto mais avançar a CPI, mais explodirão operações estridentes da PF contra governadores e prefeitos, acabou unindo ainda mais o G6.

Os senadores Renan Calheiros, que tem o apoio do grupo para ser o relator, e Jader Barbalho (MDB-PA), suplente da CPI, tem filhos governadores. E os demais senadores são próximos de governadores ou prefeitos em seus respectivos estados.

Antes, o governo tentou, sem sucesso, mudar integrantes do PSD na CPI para ter o controle da comissão.

Nos últimos dias, o Planalto vem tentando, sem sucesso até o momento, oferecer cargos no governo e até mesmo apoiar a indicação para a próxima vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), em troca de blindagem na comissão.


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Bandeirantes 2021

19/04


2021

Real é a 7ª moeda que mais se desvalorizou

O dólar fechou, na última sexta-feira, cotado a R$ 5,59, colocando o real como a 7ª moeda que mais se desvalorizou no mundo em comparação com a divisa norte-americano.

A moeda brasileira perdeu valor no mundo durante a pandemia de covid-19. As medidas de isolamento e a piora na condição financeira dos países provocaram desaquecimento da economia global e exigiram ações para estímulos. Em 2020, foi a 6ª que mais perdeu valor.

Assim como outros países, a economia do Brasil foi impactada pela pandemia e o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 4,1%. O governo ampliou os gastos para reduzir os danos na atividade econômica. O setor público já registrava deficits (despesas que superam receitas) desde 2014 e ampliou para rombo de R$ 703 bilhões (9,49% do PIB).

A situação fiscal fragilizada do Brasil foi um dos motivos para que o real tivesse uma desvalorização maior que outras noções. A dívida bruta do país superou 90% do PIB (Produto Interno Bruto) e há projeções que indicam de que não ficará abaixo disso na próxima década.

O real caiu 7,7% em 2021. Só foi melhor do que as divisas do Sudão, Líbia, Venezuela, Haiti, Argentina e Turquia. O levantamento é da Austin Rating.

A cotação do real se descolou das moedas dos países em desenvolvimento. Desde março de 2020, a moeda brasileira caiu 20,2%, enquanto as divisas dos 16 principais países emergentes subiram 1,2%.

Em 2021, enquanto o real tombou 7,7%, essas moedas emergentes recuaram 1,4%.


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Fernandes

Votar errado dar nisso.



19/04


2021

Nova Lei de Licitações e Integridade

Por Mariana Teles*

O Brasil possui um dos regimes legais mais anacrônicos do mundo. A chegada de um novo marco normativo no país já nasce suscitando discussões acerca dos seus impactos, aplicabilidade e alcance. A Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (14.133/2021) não foge à regra. Por ter como objeto de regulação os processos de compras públicas e dialogar diretamente com o mercado e a sociedade, trata de algo extremamente sensível e definidor de nossa maturidade institucional. A contratação de bens e serviços pela administração pública sempre será uma métrica de valor da gestão e do país. O processo que a define é igualmente relevante para balizar aspectos sobre governança, transparência e controle, dado o caráter estratégico das relações entre iniciativa privada e setor público.

?Há uma necessidade de abordar o ecossistema que envolve as compras públicas de maneira estratégica e integrada, considerando os efeitos da regulação econômica e da execução de políticas públicas que estão umbilicalmente relacionadas ao tema. Nesse aspecto, a legislação busca uniformizar alguns pontos e imprimir um ambiente de maior segurança jurídica. Se tratando de recortes de valores, em 2011, nos países membros da OCDE os processos licitatórios respondiam por 4% a 14% do PIB. No Brasil, na mesma época, as estimativas sugeriam que esse valor girava em torno de 8,7% do PIB. Desse valor, 1,6% era atribuído ao Governo Federal, 1,5% aos Governos Estaduais, 2,1% aos Governos Municipais (OCDE, 2011).

?É prudente destacar o contorno dado às questões relativas à integridade, governança, compliance e controle social na nova lei. Desde a criação de um Portal Nacional de Contratações Públicas até a previsão da obrigatoriedade os programas de integridade nas contratações de grande vulto. Ora, se os marcos normativos são sempre respostas aos sintomas sociais – e a última quadra histórica do país revelou a promiscuidade nas relações público x privado - já repercutidas em leis anteriores (Lei Anticorrupção 12.486/2013 e Lei das Estatais 13.303/2016), a nova lei de licitações e contratos administrativos também é uma resposta legal e uma sinalização clara para a modernização da administração pública, mesmo vulnerável as críticas e discussões naturais ao processo de aculturamento do novo marco.

?Há um indicativo inquestionável de um parâmetro de governança mais sintonizado com as entregas sociais pretendidas e para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de imprimir uma nova lógica estratégica sobre integridade, a partir dos caminhos apontados pela OCDE no reforço ao controle e a conformidade dos sistemas de compras governamentais.

Se antes, os Programas de Integridade e a cultura de compliance eram mencionados de forma esparsa nas legislações, a nova lei destaca inovações que já prenunciam uma racionalidade de governança mais madura e ordenada, refletindo se não o clima institucional que nós temos, pelo menos o nível de maturidade a ser alcançado, quais sejam as inovações: nas contratações de grande vulto, o edital deverá prever a obrigatoriedade de o licitante vencedor implementar um programa de integridade dentro de 06 meses desde a celebração do contrato. Uma forma de induzir o mercado a transformar a sua atividade em agente de integridade, consolidando que combater a corrupção não é uma obrigação exclusiva dos entes estatais, mas um imperativo de toda a cidadania.

Além disso, importando conceitos e práticas de governança coorporativa para o setor público, foram instituídas três “linhas de defesa” às quais as contratações públicas estão sujeitas: (i) a primeira integrada por servidores e empregados públicos, agentes de licitação e autoridades que atuam na estrutura de governança do órgão ou entidade; (ii) a segunda integrada pelas unidades de assessoramento jurídico e de controle interno do próprio órgão ou entidade; e (iii) a terceira integrada pelo órgão central de controle interno da Administração e pelo tribunal de contas.

No mesmo sentido, a administração pública foi expressamente vedada de retardar imotivadamente a execução de obra ou serviço, inclusive na hipótese de troca de chefia do Poder Executivo ou de novo titular do órgão ou entidade contratante. Além da previsão do pedido de reequilíbrio econômico financeiro do contrato este deverá ser realizado durante a sua vigência, antes da celebração de eventual aditivo, sob pena de preclusão. Trata-se da incorporação do instituto da “preclusão lógica”, há muito defendida pelo Tribunal de Contas da União.

As inovações são relevantes, sobretudo na tentativa de cristalizar a tecnologia como ferramenta de transparência. Ademais, os questionamentos também não se esgotarão. Teremos dois anos para adaptação e para desbravar as nuances de sua aplicação, automatizando processos de gestão de riscos e de planejamento orçamentário. No entanto, em que pese os reflexos no aumento das punições aos crimes licitatórios, também outra inovação da NLLC, a linha é muito tênue entre a necessidade de proteger a iniciativa privada e a urgência em punir, considerando se tratar de um patrimônio nacional e grande ativo do desenvolvimento. Não deve significar uma caça às bruxas a ponto de comprometer a competitividade e os valores do mercado. Outro ponto questionado é sobre a expectativa não atendida totalmente de maior simplificação dos processos, em algumas modalidades a burocratização permanece com contornos ainda mais sensíveis, se comparados a Lei 8.666/1993.

É de se comemorar os valores públicos de governança e integridade que a NLLC comunica, não podendo existir outro diploma legal mais apropriado para a previsão de novas regras de conformidade e incentivo à transparência. Surge com a NLLC uma inclinação de governança colaborativa que envolve mercado, administração pública e sociedade. A governança colaborativa (GC) é um modelo de interação entre agentes lastreado pelo consenso e para a produção conjunta de resultados e soluções, sendo uma perspectiva contemporânea de gestão de interesses e um meio de solucionar problemas complexos.

Nas palavras do Ministro do TCU e Embaixador da Rede Governança Brasil Augusto Nardes, somente pela governança se pode vislumbrar esperança para se trilhar o caminho que instituições brasileiras e seus entes federados promovem uma nova cultura de integridade no sistema de compras governamentais. O resultado será a execução de políticas públicas com maior eficiência e efetividade, maior controle, maior estabilidade jurídica, maior colaboração entre os agentes envolvidos nos processos de contratação e um norte claro a se perseguir: a integridade.

Para a advocacia, para a administração pública, para os órgãos de controle e sobretudo para a cidadania, resta aguardar que uma lei publicada em primeiro de abril alcance a aplicabilidade esperada e modifique de verdade o epicentro da metástase da corrupção brasileira: as contratações públicas e as compras governamentais.

*Advogada. Coordenadora do Núcleo de Compliance da ESA OAB PE. Consultora Especial em Compliance e Integridade da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Formação em Compliance, Gestão de Compliance e Compliance no Setor Público pelo INSPER SP. Membra dos Comitês Anticorrupção e Governança no Legislativo da Rede Governança Brasil. Membra da comissão de Compliance e Combate à Corrupção da OAB PE.


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Serra Talhada 2021

19/04


2021

O Brasil aos pés do rei

Todas as TVs e grande parte das emissoras de rádio homenagearam, ontem, com programas especiais os 80 anos do rei Roberto Carlos. O Frente a Frente também vai deixar, hoje, dia do aniversário dele, a política, para ficar aos seus pés. Emoção de levar seus milhares de fãs às lágrimas e ao delírio. O programa está sendo montado desde a última sexta-feira com muito capricho. Ele, o nosso rei do romantismo, merece! 

O que seria dos românticos, dos apaixonados, dos que não conseguem viver sem um grande amor se o rei Roberto Carlos não viesse ao planeta irrigar os nossos corações com as suas tertúlias de amor? O rei é uma paixão ardente. Seu olhar, sua fala, seus gestos, suas palavras, tudo nele tem amor, brota emoção. 

Artistas que se confundem com a vida e a trajetória de Roberto Carlos, como Erasmo Carlos, Vanderléia, Martinha e Eduardo Araújo deram depoimentos ao Frente a Frente. O programa está imperdível. Começa às 18 horas pela Rede Nordeste de Rádio, que tem como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, no Grande Recife.

Se você deseja ouvir pela internet, clique no botão Rádio acima a partir das 18 horas ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.

Nascido em 19 de abril de 1941, na pequena cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no interior do Espírito Santo, Roberto Carlos Braga, o "rei Roberto Carlos", vira oitentão figurando entre os artistas mais importantes da música brasileira.

As músicas do rei me comovem desde a Jovem Guarda. Sou apaixonado por tudo que ele canta e por isso mesmo vamos levar aos nossos ouvintes as melhores canções, os melhores momentos, grandes depoimentos. Um programa para acompanhar com um bom vinho e se emocionar.


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

19/04


2021

Meu sonho é ser um jovem Matusalém

Neste 19 de abril, o bicho-grilo Adabertovsky, cada dia mais jovem com 172 luas na cabeça, aproveita o mote do cancioneiro Nelson Gonçalves: “Se algum dia eu morrer, Deus me livre que isso aconteça,  “os meus amigos vão dizer que eu tinha um bom coração, alguns até hão de chorar e querer me elogiar,  fazendo de ouro ...”!  Saudades do cancioneiro Nelson Gonçalves! Meu sonho é ser um jovem Matusalém”.  

“Mas, depois que o tempo passar, sei que ninguém vai se lembrar que eu fui embora. Por isso é que eu penso assim, se alguém quiser fazer por mim” comprem “livros, livros à mancheia”, no dizer poético do meu amigo, o glorioso Castro Alves, referindo-se ao meu livro “Planeta Micróbio -- A humanidade é blue”! Para aliviar meus ais”, dirijam-se à Editora Bagaço, às Livrarias Jaqueira da Rua do Futuro, Imperatriz do Plaza e Ideia Fixa de Parnamirim, à Banca  Kel na Rua do Futuro, no presencial, no Zap ou na Internet, e façam suas reservas. O editor Arnaldo da Bagaço, Gustavo Mendes da Livraria Jaqueira e Kel da Banca disseram que o livro está sendo um sucesso”.  

“Sosseguem os devotos da caterva vermelha e derivados. O meu livro não tem a ver com política. Na minha viagem à microsfera eu entrevisto vírus, bactérias, fungos, protozoários, Adão e Eva, o navegante Noé, converso com dinossauros dos tempos jurássicos e bato um papo-cabeça nas cavernas do meu colega o filósofo grego Platão”.       

“No capítulo “Sexo animalesco”, descrevo a epopeia de amor da abelha-rainha. Se eu fosse um Shakespeare escreveria um romance tipo Romeu e Julieta sobre os sonhos e os amores das abelhas-rainhas. Durante o voo nupcial, a abelhinha exala o perfume do feromônio. O enamorado suspira: Oh bela criatura, você encanta meu coração, quero namorar contigo! A abelha-rainha musa exala o perfume do amor feromônio”. 

“Comprem na Internet, nas nuvens, nas bancas e livrarias o livro Planeta Micróbio e o jovem Matusalém da Jaqueira vai ficar ancho da vida”. A crônica do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião.


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Fernandes

Quem segue Bolsonaro, tem muita maldade envolvida!


Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

19/04


2021

Coluna da segunda-feira

Covidão não é unanimidade

Partido majoritariamente de cúpula integrada por caciques de Pernambuco, a começar pelo presidente nacional Carlos Siqueira, cria do ex-governador Miguel Arraes, o PSB não emitiu nenhum sinal para estancar o surgimento de uma pré-candidatura a governador nas eleições de 2022, no caso o secretário estadual da Casa Civil, José Neto, para disputar internamente com o ex-prefeito do Recife, Geraldo Covidão.

Calado estava, calado ficou. Mas os que não querem hegemonia no partido reagiram com euforia ao nome de Zé Neto, como o deputado Romero Albuquerque e sua esposa, a vereadora Andreza Romero, ambos do PP, partido alinhado ao Palácio, liderado no Estado pelo deputado federal Eduardo da Fonte. Também bateu palmas o deputado Rogério Leão, do Avante, e integrante do grupo do deputado Sebastião Oliveira.

Foi Sebá, como é mais conhecido o líder do Avante na Câmara dos Deputados, que lançou o nome de Zé Neto, com acolhida eufórica, mas silenciosa, para não contrariar num todo a base governista na Assembleia Legislativa, onde o prestígio de Geraldo Covidão rasteja. Se os que têm poder de voz e decisão no partido silenciaram, na prática o ex-prefeito, alvo de sete operações da Federal em sua gestão, nunca foi nem será unanimidade.

Tem um velho ditado que diz que quem cala, consente. Evidentemente, faltando ainda um ano e sete meses para as eleições, Zé Neto não vai colocar o carro diante dos bois, mas um fato é mais do que real, oportuno: a base governista está dividida para a sucessão de Paulo Câmara e, em se tratando de uma aliança ampla, complexa e cheia de complexos tipo patinho feio, seus desdobramentos são imprevisíveis.

Sebá não iria falar por si só. O blog apurou e fez postagem, sábado passado, que Câmara e Geraldo estão distanciados, feito gato e rato, tudo porque o governador não cede às pressões para Covidão usar a máquina para fortalecer sua posição frente agora a Zé Neto. O Palácio pode até negar a briga, mas meu avô dizia que onde tem fumaça, tem fogo.

O LANÇAMENTO – De Sebastião Oliveira, em entrevista ao blog na quinta-feira passada, ao tomar a iniciativa de lançar Zé Neto para governador: “Faça uma pesquisa na base do Governo na Assembleia Legislativa. Vais constatar que José Neto é um nome consensual. Nelson Rodrigues falou que toda unanimidade é burra, mas Neto é uma notável exceção, abre um paradigma na ampla aliança que elegeu e reelegeu Câmara. Nunca vi alguém tão talhado para vida pública. Sério, fiel, leal e jeitoso, Zé Neto resolveu todas as crises na relação da Assembleia com o Governo depois que assumiu a Secretaria de Governo”.

SUJO FEITO GALINHEIRO – Escondido numa pasta sem a menor visibilidade na equipe de Paulo Câmara, de quem virou subalterno, odiado por grande parte da aliança pela maneira como tratou quando esteve no poder com caneta carregada, Geraldo Covidão se complica a cada dia com as notícias das suas contas mal-assombradas. Na semana passada, um relatório do TCE, fruto de auditoria, apontou um prejuízo de R$ 8,2 milhões em apenas dois contratos. Há, ainda, em fase bem avançada, outras 42 auditorias com combustão suficiente para atropelar a sua pretensão de concorrer ao Governo do Estado em 22.

"LULA É ODIENTO" – Em entrevista ao O Globo, ontem, Ciro Gomes, pré-candidato do PDT ao Planalto, bateu sem piedade em Lula, o chefe da quadrilha Lava Jato: “O lulopetista fanático não me apoiará. Prefere Bolsonaro. No Senado, Renan Calheiros e Eunício Oliveira apoiaram o impeachment. Aí, eu parto para cima dessa gente. E, um ano depois, lá está Lula agarrado a eles. E ainda tem quem ache que devo alguma coisa ao PT. Nunca mais faço aliança com eles. Lula virou uma pessoa que, o que diz de manhã, já não serve de tarde. Está tomado de ódio. Tudo o que domina Lula hoje é a vontade de se vingar. Lula tem cinismo.”

CRISE NA BASE – A nomeação da advogada Claudia Mansani Queda de Toledo para a presidência da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), publicada pelo governo federal quinta-feira passada, está causando desconforto entre os aliados do presidente Jair Bolsonaro. Atualmente vice-líder do governo, o pastor Marco Feliciano (Republicanos-SP), colocou o cargo à disposição. Ele cobra para que a nomeação seja desfeita.

O REI OITENTÃO – Hoje, o romantismo está em alta. É dia de celebrar os 80 anos do rei Roberto Carlos. O programa Frente a Frente, que começa às 18 horas pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, no Grande Recife, será dedicado à carreira do maior cantor romântico do planeta. Desde a última sexta-feira, tenho me dedicado à produção do programa, catando depoimentos dos mais famosos artistas contemporâneos do rei. O que seria dos românticos, dos apaixonados, dos que não conseguem viver sem um grande amor se o rei Roberto Carlos não viesse ao planeta irrigar os nossos corações com as suas tertúlias de amor? Roberto Carlos é uma paixão ardente. Seu olhar, sua fala, seus gestos, suas palavras, tudo nele tem amor, brota emoção. Se ligue nessa!

CURTAS

CRIME BÁRBARO – O delegado Anderson Liberato, de 32 anos, morto na manhã de sábado passado, foi sepultado em Fortaleza. O crime aconteceu em Jataúba, no Agreste, enquanto ele cumpria dois mandados de prisão contra um casal suspeito de homicídio. A médica Solange Ferreira de Almeida, que atendeu Anderson na Unidade Mista Ana Argemira Correia, em Jataúba, disse que ele levou três tiros. Liberato era titular da Delegacia de Polícia Civil de Brejo da Madre de Deus e ingressou na corporação em 2018.

NO CEARÁ – Cerca de 70% dos 255 mil idosos que fazem parte da segunda fase do plano de vacinação de Fortaleza já foram vacinados. A informação, divulgada pela secretária municipal da Saúde, Ana Estela, se refere ao grupo de 60 a 74 anos. Na segunda fase desde 22 de março, a Capital imunizou em média mais de 6,3 mil pessoas do grupo por dia.

Perguntar não ofende: Por que ninguém do PSB saiu em defesa de Geraldo Covidão diante do lançamento de Zé Neto?  


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Fernandes

O BRASIL está pagando caríssimo por seu voto errado.

marcos

Lula já fala em Campanha Virtual, pois por onde o Corrupto passa o coro é : Ladrão, Ladrão, Ladrão.

Fernandes

O BRASIL está pagando caríssimo por seu voto errado.

Fernandes

Ciro Gomes, sobre família Bolsonaro: “Se gritar pega ladrão, não fica um” Ciro Gomes voltou a chamar Jair Bolsonaro de ladrão . No Twitter, o pedetista compartilhou uma reportagem da Folha sobre as investigações que miram os quatro filhos do presidente, e escreveu: “‘Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão’. O chefe da quadrilha é o pai, Jair Bolsonaro!”

Fernandes

LULA É ETERNO, SEMPRE SURFANDO NO TOPO DAS ONDAS MAIS FEROZES, AMADO, RESPEITADO, CARISMÁTICO, DONO DA HISTÓRIA.



18/04


2021

Advogado denuncia falta de oxigênio em Pesqueira

Em Pesqueira, no Agreste pernambucano, o advogado João Prudêncio gravou um vídeo, denunciando falta de oxigênio no Hospital Lídio Paraíba. A situação acende o alerta no sistema de saúde da cidade. Outras reclamações também estão surgindo entre a população, como a de falta de médicos nas UBS.


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18/04


2021

Profissionais de saúde em campanha de prevenção à Covid

Diversos profissionais de saúde integram a campanha #CanceleaCovid, que busca conscientizar a população sobre a importância de medidas de distanciamento social, uso de máscara e cuidados com a higiene para evitar o contágio da Covid-19. No ar desde o final de março, a ação segue nas redes sociais.

Entre os nomes que aparecem em um vídeo, estão o médico cardiologista Roberto Kalil, o presidente das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Edson Rogatti, o diretor de Medicina da USP, Tarcísio Barros, e a diretora-presidente do Hospital Santa Marcelina, Irmã Rosane Ghendi.


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