Lavareda

22/11


2020

Talvez Freud explique

Por Ricardo Leitão*

É de se esperar que um jornalista com quase 80 anos de idade e uns 60 de profissão tenha aprendido a apurar os fatos e a relatá-los com mínima precisão. O texto de Ricardo Carvalho – publicado hoje neste blog- desmente o princípio. Trata-se de um amontoado de inverdades que surpreendentemente assoma na reta final da campanha. A quem interessa?

Carvalho, um velho decano que há muito tempo migrou para a direita, tortura a gramática e quebra, em suas mal traçadas linhas, um princípio respeitado por políticos de todos os matizes: nunca afrontar, sob nenhuma circunstância, mulheres e outros familiares de seus adversários. Apesar da aproximação com o centenário (o que permitiria presumir educação mais castiça), Carvalho ofende Renata Campos e seu filho João Campos, candidato a prefeito do Recife, pelo PSB.

A viúva de Eduardo Campos, mãe de cinco filhos, funcionária concursada do Tribunal de Contas do Estado, é citada no texto não menos do que nove vezes. Na última frase, no melhor estilo dos dramalhões mexicanos, é chamada de “mulher cruel”. Para João Campos, sobrou o apelido de “office boy” do governador. 

Como Donald Trump, Carvalho acusa sem provas. Segundo ele, Renata conspirou para que Eduardo disputasse a eleição a prefeito do Recife em 1992, precipitando o rompimento, naquela época, entre Miguel Arraes e Jarbas Vasconcelos; articulou o “uso da máquina pública” para eleger João Campos o deputado federal mais votado em 2018; faz o mesmo agora, visando eleger o filho prefeito do Recife; lidera “um jogo triste e nojento”, atacando Marília Arraes, e credita a vocação de João pela política a “um novo amor, na figura da competente  Tabata Amaral”.

É instigante a fixação de Ricardo Carvalho em Renata Campos, assim como o fato de se tornar pública a poucos dias das urnas do segundo turno. Freud explicaria?  Não creio que seja uma artimanha de adversário de João Campos. A campanha é disputada, mas não se trava no nível do texto do nosso decano. Portanto, vale reiterar a questão: a quem interessa? 

Algumas respostas podem ser dadas por uma leitura mais atenta. Por exemplo: a despeito da citação de vários políticos, o texto não é político, não traz uma reflexão sobre o contexto em que se desenvolve o pleito, algo esperado de um jornalista com uns 60 anos de profissão. É mais um descarrego, uma catarse, uma crise de verborreia.

Se é isso, pelo menos fará bem aos humores quase centenários de Carvalho, profundamente marcados pelas frustrações da vida. Não terá nenhum efeito prático a não ser, talvez, um processo para que esclareça de que forma a máquina pública contribui para a candidatura de João Campos – como escreveu com todas as letras.

*Jornalista


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ALEPE

22/11


2020

A estranha omissão do TRE

O Recife acordou, hoje, com a militância e os cargos comissionados do Estado e da Prefeitura promovendo forte distribuição de fake news para atingir a candidata Marília Arraes e o seu partido. O mais incrível é que, apesar das denúncias formais, o Tribunal Regional Eleitoral fechou os olhos.

Patrocinado pelo gabinete do ódio de João Campos, o PSB desrespeita tudo. Além das notícias falsas em panfletos apócrifos, tem de tudo: carreatas, caminhadas, vereadores falando de promessas de cargo à população, veiculação acusando a candidata, distribuição de material agressivo à honra de Marília e, sobretudo, o seu partido. A pergunta que não quer calar é a seguinte: tudo isso vai acontecer sem o TRE dar um pio? 

Afinal, de que adiantou o TSE ter passado o ano traçando estratégias para combater tudo isso?


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O Jornal do Poder

22/11


2020

O arrependimento de Lula

Nosso blog teve conhecimento de que Lula está profundamente arrependido de ter permitido que o PT de Pernambuco tenha aceito os apelos dramáticos de Renata Campos para o apoio à reeleição de Paulo Câmara.

Todos sabiam que Marília seria eleita governadora de Pernambuco em 2018. E isso seria o fim antecipado do domínio do grupo liderado por Renata. E para tanto, foram feitas as mais inacreditáveis juras de amor para Lula e o PT.

Só que agora, Renata comanda a campanha do filho João para atacar o PT da forma mais doentia que a história de Pernambuco já viu. Antes, Lula e o PT eram entes sagrados, agora são diabólicos.

Lula está em estado de choque. Mas o PT nacional como um todo está ainda mais decepcionado. Alguns membros do partido falaram ao blog que João Campos tem zero autoridade moral para atacar qualquer um do PT.

Lembram que a família de João está com todos os bens bloqueados por acusações de corrupção. Que todos sabem que o avião no qual Eduardo morreu foi fruto de recursos roubados. Que as corrupções em Suape, com uso de doleiros, empresas laranjas e todos os tipos de roubo.

Além disso, Geraldo Júlio é objeto de escândalos sem fim, inclusive usando recursos para a Covid-19 na compra de respiradores para porcos, desvios identificados por inúmeras batidas pela Polícia Federal.

Já Paulo Câmara lenta, esse nem se fala de escândalos. A Polícia Federal dando batidas no próprio Palácio do Campo das Princesas, pela primeira vez na história, por conta de roubos nas calamidades por conta das enchentes.

Ou seja, Renata, Geraldo e Paulo, no desespero da derrota do candidato-mirim, estão realizando a campanha mais podre. Só que isso vai ter consequências. 

Quando Marília assumir a Prefeitura, o PT nacional vai pedir para ser realizada uma devassa nos roubos em todos os setores: saúde, educação (merenda escolar, fardamentos, etc), obras e demais desvios criminosos.

E em 2022 não haverá nenhuma chance mais de ter o PT apoiando ou realizando qualquer aliança com o grupo de Renata Campos. Lula está irado e não vai perdoar a campanha torpe e canalha que está em curso pela família Campos, junto com Geraldo e Paulo.


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Abreu no Zap

22/11


2020

Marília recebe apoio de 12 congregações evangélicas

A candidata a prefeita do Recife Marília Arraes (PT) participou de um encontro com líderes religiosos de 12 congregações evangélicas de vários bairros do Recife, no final da manhã de hoje. A demonstração de apoio dos pastores e pastoras serve para desmentir fake news sobre Marília veiculadas ao longo da semana. 

"Vocês estão sendo testemunhas das agressões pessoais que estão fazendo contra mim. Essa prática não é novidade no PSB, desse pessoal que fez o que fez com o Recife, que desrespeita a cidade, as pessoas e as mulheres", afirmou a candidata do PT.

Emocionada, Marília demonstrou gratidão e se sentiu muito acolhida no encontro de hoje e fez um desabafo. “Queria agradecer muito a todos vocês. Não sei como tem gente que tem coragem de chegar e fazer tantas acusações contra a minha fé. Passar tantos anos sendo atacada, agredida, machuca, mas tudo isso faz a gente crescer, aprender. Para mim, mostra o quanto a gente precisa resgatar a cidade de um grupo que não tem respeito pelo povo do Recife, pelas pessoas e por mim", disse. 

"O candidato deles, do PSB, sabe qual é a minha fé, quais os meus posicionamentos. Estão fazendo isso por desespero e o desespero é irmão da mentira. É muita falta de respeito e não dá para tolerar uma campanha desse jeito", prosseguiu.

Marília também falou sobre a enxurrada de informações falsas e maldosas que estão sendo publicadas e espalhadas em grupos nas redes sociais. "Tenho 12 anos de vida pública e, coincidentemente, na semana que a gente está para ganhar as eleições, várias coisas começam a surgir", declarou.


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Wellington Antunes

Agora os bozolóides vão cortar os pulsos. Chora bando de bozoloides, o choro é livre.



22/11


2020

Sobrinho de Arraes declara apoio à Marília em carta

O poeta Everardo Norões, sobrinho de Miguel Arraes, que também foi exilado político, fez uma bela carta para Marília Arraes, candidata a prefeita do Recife pelo PT. Leia abaixo:

Querida Marília,

Sinto estranheza pelo fato de algumas pessoas, que vivenciaram experiências de tanta riqueza política e discernimento, mesclarem-se a questões subalternas utilizando o argumento Arraes como pretexto a discursos de ocasião. Certamente nunca leram Brasil, o poder e o povo, escrito por ele no exílio. Nem assimilaram as lições que nos deixou. O oportunismo e a ausência de caráter permeiam a sociedade inteira, inclusive os Partidos. O percurso até a sua candidatura comprovou isso.

O livro Tempo de Arraes, do escritor Antônio Callado, continua a ser o testemunho mais objetivo e tocante dos poucos meses que Miguel Arraes governou Pernambuco antes de 1964. O Brasil era outro. Pernambuco também. Mas nada muda na essência do pensamento de homens movidos pelo sentimento do dever cidadão. O conceito de Política, no sentido original, o de cuidar do que é coletivo, permanece.

Hoje, há tecnologias para difusão de fake news e astronômicos fundos eleitorais alimentados pelo povo que mal se alimenta. No tempo dele também havia recursos ilícitos de campanhas e redes de calúnia. Sobrevive, porém, o conteúdo do fazer uma política mais alta que define as pessoas.

Observando o que acontece agora com você, lembro o quanto foi importante para consolidar a reconquista da democracia o retorno dele, Arraes, ao governo de Pernambuco. O PMDB não o acolheu como candidato. Alguns de seus dirigentes temiam que mudanças na lógica da política em curso abalassem as engrenagens do poder que dominavam. Mas o discurso deles deixara de ser algo credível. As alianças se apoiavam em bases questionáveis. Arraes, o político preocupado com o coletivo, tornara-se um problema. Teriam preferido que ele ficasse mais tempo no exílio. Até que em 1986, após ter sido eleito deputado federal, foi reconduzido ao governo de Pernambuco com vitória singular.

Penso nessas coisas e observo: Não conheço discurso de Arraes contendo promessas de obras. O mais importante para ele não era o anúncio de grandes empreendimentos, nem fórmulas para aperfeiçoamento de engrenagens burocráticas. Nele, havia, isto sim, um núcleo de pensamento, uma visão clara. Tanto que usou como lema um verso de Drummond: “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do Mundo”.

Em seu quase ‘silêncio’ havia uma mensagem que as pessoas conseguiam desvendar. Era a política como vocação. Que não vem do sangue, nem se herda. É uma energia e uma sensibilidade para intuir o que para o outro é mais importante. E o outro sente que você se emociona sonhando o Futuro. Algo que se revela pela emoção.

Quando Arraes estava exposto no Palácio das Princesas, morto, olhei suas mãos, finalmente cruzadas. E, à vista delas, chegaram-me lembranças de um exilado solitário e firme.

Tive a sorte de, muito jovem, ter sido testemunha do momento em que ele, cercado pelos militares, declarou preferir a prisão ou a morte a negociar um mandato que lhe fora outorgado pelo povo.

Tive a sorte, também, de ter convivido com ele no exílio. Tempo em que tínhamos o hábito de jogar xadrez e eu admirava a destreza com que fazia avançar os peões e a serenidade com que anunciava o xeque-mate. Ensinava-nos que tanto na política como no xadrez o bom jogador deve ter uma visão larga e penetrante do tabuleiro. Uma percepção global e dialética. Além disso, é preciso ter como premissa o respeito ao adversário. Vencer com honra e sabedoria.

Uma espécie de síntese da política perfeita.

 

Querida Marília,

O discurso e o gesto dão forma a um jeito de sentir.

Você traz ao Recife esperança e alegria.

Forte abraço,

Everardo Arraes Norões
Escritor, sobrinho de Miguel Arraes


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Fabiano

Magno cada vez mais imparcial kkkkkk

Wellington Antunes

Chora bozolóide, o choro é livre, ou então aceita que dói menos.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Claro que ele vai dá o apoio a comunista Marília. Aquela que tem o Lula ladrão como seu maior exemplo. Não adianta o apoio dessas múmias que não tem voto nem influência.


Banco de Alimentos

22/11


2020

Militância do PSB é flagrada novamente em bandeiraço

A militância do candidato a prefeito João Campos (PSB) foi flagrada novamente em aglomerações na Avenida Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Os apoiadores do socialista estiveram, hoje, em novo ato vedado por resolução do TRE-PE.

Há quem diga que teve até secretário derrotado em Floresta indo às ruas, em desespero, para manter os cargos de que dispõe.


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Wellington Antunes

Chora bozolóide, o choro é livre, ou então aceita que dói menos.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Se eu mandar as fotos e vídeos das passeatas da Marília tu publica? Me poupe.



22/11


2020

Folha expõe fragilidades da campanha de João

Uma matéria da Folha de São Paulo publicada neste final de semana expõe todas as contradições e fragilidades da candidatura do PSB de João Campos à Prefeitura do Recife. O texto também cita os lambe-lambe apócrifos e ofensivos espalhados pela cidade, com ataques à Marília Arraes (PT) e a aliados dela. Tudo isso a poucos dias da eleição em segundo turno.

O texto ainda diz que, na vida pública, João Campos teve apenas duas experiências: foi chefe de gabinete do governador Paulo Câmara e exerce há pouco menos de dois anos mandato de deputado federal.

“Nunca me dobrei nem ao PSB, nem na época em que mandava e desmandava nesse Estado. Vou me dobrar a ninguém. Quem lidera o processo político aqui sou eu. Agora, você ninguém sabe que quem vai mandar é sua mãe, é Geraldo Julio, é Paulo Câmara”, é frase de Marília citada na matéria sobre a inexperiência de João Campos.

A matéria também lembra que o candidato escondeu durante o primeiro turno o seu padrinho, o prefeito Geraldo Julio, alvo de operações da Polícia Federal por suspeitas de desvio de recursos durante a pandemia do coronavírus.


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22/11


2020

Padre Joselito cancela participação em carreata

Devido ao aumento de casos de Covid-19 em Pernambuco, o prefeito eleito de Gravatá, Padre Joselito (PSB), e o vice, Júnior Darita, informam que não irão participar da carreata organizada pela militância, hoje, para celebrar a vitória nas eleições.

"Contamos com o apoio de todos para garantir e preservar a vida e a segurança de todos", disse Joselito.


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22/11


2020

Graves revelações de um arraesista histórico

Por Ricardo Carvalho*

Ao lado de Agamenon Magalhães e Jarbas Vasconcelos, Miguel Arraes foi um dos mais importantes políticos da nossa história. Hoje, na disputa de Marília Arraes contra João Campos, aparecem alguns áulicos para falar e dá pitacos na história de Doutor Arraes. Gente que precisou até que pessoas como eu e Eurico Andrade entrasse numa grande articulação, para demover o governador Arraes de afastar alguns dos seus auxiliares.

A verdade é que os áulicos usam suas falas e sonhos para defender seus empregos, desconhecendo a formação política e moral de Doutor Arraes: "Não quero um filho meu na política", revelação que me fez nas conversas que tivemos, logo após seu retorno ao país. Ele nunca pensou em ter um sucessor, pois sua história ficaria incólume: um parente, entrando na política e causando um pequeno deslize, poderia manchar sua maravilhosa trajetória de homem público. É o que ele mais preservou em toda sua vida.

Já falei aqui da interferência da Renata no rumo político de Eduardo Campos. Quando Jarbas Vasconcelos negou a presença de Eduardo na sua chapa a prefeitura do Recife, no pleito de 1992, Renata Campos usou de todas suas armas para criar um conflito entre Arrase e Jarbas: queria de todo jeito que Eduardo - com a recusa de Jarbas - fosse também candidato. Foi e perdeu fragorosamente. Foi o quinto mais votado.

Por causa da Renata, Arraes ficou estremecido com Jarbas até o leito da sua morte. Mas, a culpa era dela. Em 1994, Arraes volta ao poder, pela terceira vez. E se envolveu no Escândalo dos Precatórios, por obra e graça de Eduardo e sob a orientação da Renata, que sempre sonhou com o poder pelo poder. Nada mais do que isso. E Eduardo sucede Jarbas Vasconcelos. Ela ficou feliz, mas queria mais. A verdade é que Eduardo queria seguir na carreira de economista. Mas morreu querendo suceder Lula - Luiz Inácio Lula da Silva.

Antes mesmo do corpo esfriar, ela pensou: agora, vai ser a vez de João, cujo sonho era ser engenheiro. Dizem que Eduardo também não queria que os filhos seguissem a carreira política. Querendo repetir a trajetória de Eduardo, pensou em tornar o João deputado federal. Armou um esquema pra lá de ambicioso: elegê-lo como o mais votado do Estado. E conseguiu graças a atuação de um leal partidário, que, seguindo instruções da cúpula do PSB, circulou com por todos os municípios do Estado, catando votos para o João. O uso da máquina pública deu resultado: mais de 440 mil votos. 

Nunca na história de Pernambuco se gastou tanto para se eleger um deputado federal. Mais do que o falecido Ricardo Fiuza, no ano de 1970. Agora, usando das baixarias do século passado, o candidato do PSB volta com a carga toda. As máquinas da prefeitura e do governo estadual trabalham a todo vapor: todos os ocupantes dos cargos de chefia - dos secretários aos chefes de gabinetes - estão envolvidos na trama diabólica... Ocupar espaços nas redes sociais para difamar e atacar a candidata do PT e sua família. Jogo triste e nojento para um jovem que se diz preparado para administrar uma cidade complexa como o Recife. Até hoje, Marília Arraes fez críticas administrativas ao adversário, nada no campo pessoal.

Quando Marília citou que o João, se eleito, vai ser manobrado pela mãe, Geraldo Júlio ou Paulo Câmara, ela tem lá suas razões: o menino queria ser engenheiro. Formou-se mas a ambiciosa mãe não deixou. Fez ele ser um office boy, no gabinete do governador, de onde saiu para ser deputado federal. João, muita gente sabe, em Brasília, encontrou um novo amor, na figura da competente Tabata Amaral. Começou a criar gosto pela política, acompanhando os passos da jovem deputada paulista.

Aí entra mais uma vez a dona Renata para atrapalhar o amor dos dois... E a contragosto, João aceitou ser o candidato à Prefeitura do Recife, para suceder o pior prefeito da história da cidade: Geraldo Júlio. E o mais grave é que ele, entrando no jogo sujo da mãe Renata, parte para ataques suicidas contra a Marília. Ele diz que vai vencer... Vai não.

Perdendo, será carta fora do baralho de qualquer pleito majoritário, em Pernambuco. Uma morte prematura, pela ambição da própria mãe... Que mulher cruel!

*Jornalista


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Wellington Antunes

Chora bozolóide, o choro é livre, ou então aceita que dói menos.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Eita militante descarado. Os piores prefeitos foram os dos PT. João Paulo e João da Costa. Eles só fizeram descaracterizar o famoso e histórico calçadão da Av. Boa Viagem e também o Marco Zero. Deixou como a grande obra o corredor da Conde da Boa Vista. Um mostrengo que consumiu milhões. Sim, na época que a Presidência da República era comandada pela quadrilha petralha.


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