FMO janeiro 2020

13/07


2020

Deputado interpela Alcymar por ataques em live

O deputado federal Felipe Carreras (PSB) ingressou com uma interpelação judicial contra o cantor Alcymar Monteiro por ele ter feito duras críticas, durante live a este blog, ao comportamento do parlamentar quando tentou mexer na lei de direitos autorais por meio de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que tratava da pandemia do coronavírus.

"Eu conheço outras trapalhadas dele, de outros caldeirões", disse o cantor, referindo-se de forma indireta à empresa de produção de eventos do deputado chamada Caldeirão. Foi essa suposta insinuação que provocou a ira de Carreras. Para Alcymar, ao meter a colher onde não devia, o deputado legislou em causa própria. Carreras se sentiu ainda injuriado quando o cantor, no meio da live, fez referências a um valor de R$ 10 milhões, que viraram R$ 5 milhões, segundo ele, mas sem ir a fundo na origem e destinação do dinheiro. "Os dez milhões só iam ser cinco, entendeu, não é? Mas a gente está vigilante", disse Alcymar.

Veja abaixo o que postou o cantor Alcymar monteiro em seu Instagram:

“Pessoal, hoje venho aqui falar de algo muito sério.

Após ter tentar modificar um projeto que tratava da Covid para acrescentar um artigo que claramente pioraria a situação dos cantores e compositores brasileiros e ser pego no flagra, em uma claríssima atitude de ameaça, censura e até medo, um deputado federal aqui por Pernambuco chamado Felipe Carreras, empresário riquíssimo e poderoso, resolveu me interpelar CRIMINALMENTE.

Tenho 36 anos de carreira e graças a Deus frequentei Delegacias algumas vezes somente como vítima. Tenho uma ficha corrida sim, uma ficha corrida de serviços prestados à cultura pernambucana, Nordestina e brasileira! Sou comendador da cultura, tendo recebido a Ordem do Mérito Cultural.

Nossos advogados já estão com a causa, mas uma coisa eu digo: NÃO ME CALAREI! Homem nascido na vila de Ingazeiras, que venceu a poliomielite na infância, que dormiu nas ruas de São Paulo até conquistar seu lugar ao Sol não teme nada nem a ninguém.

Nunca imaginei que nessa altura da minha vida pudesse ser interpelado CRIMINALMENTE por alguém, mas já que fui vou me defender com o que posso.”


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Cabo de Santo Agostinho

13/07


2020

Um silêncio muito estranho

Ontem, fez exatamente um mês da última entrevista coletiva da Prefeitura do Recife à imprensa. De lá para cá, foram 30 dias, portanto, um mês. Nos meses de abril e maio, virou quase um padrão pelo menos uma entrevista coletiva semanal do prefeito Geraldo Julio (PSB) e secretários para anúncios sobre medidas na pandemia do coronavírus, como abertura de novos leitos e de hospitais de campanha.

A última entrevista coletiva da Prefeitura do Recife foi no dia 12 de junho. De lá para cá, apenas anúncios gravados e notas oficiais, sem se submeter a questionamentos por parte de jornalistas em relação à pandemia, às flexibilizações nas atividades e a indagações sobre supostas irregularidades em compras sob investigação de órgãos de controle e da Polícia Federal.


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Prefeitura de Serra Talhada

13/07


2020

Um novo líder no Agreste

Por Alberes Xavier

Eleito contra a lógica do sistema, enfrentando estruturas milionárias com uma campanha modesta e praticamente sem dinheiro, Fernando Rodolfo foi a grande surpresa das eleições de 2018. Conseguiu chegar à Câmara dos Deputados em Brasília sem ter o apoio político sequer de um vereador e, mesmo assim, foi votado em 165 municípios nos quatro cantos de Pernambuco. Por pouco não foi majoritário em Caruaru, o maior colégio eleitoral do interior e quase foi o mais votado em Garanhuns, a maior cidade do agreste meridional. Mas essa vitória não foi um tiro no escuro ou um acaso. Fernando Rodolfo teve a percepção do momento. Sua história de vida virou discurso, sua garra na campanha fez renascer a esperança de quem teve oportunidade de ouvi-lo. Como disse no início, Fernando Rodolfo, deu um nó na cabeça de muitos caciques da política pernambucana que até hoje não conseguiram desatar.

Estreante na Câmara dos Deputados, aprendeu rápido a conviver do outro lado do balcão. É vice-líder de uma bancada de 42 deputados, de cara foi eleito pelos pares como vice-presidente da comissão de segurança pública, uma das mais importantes da Câmara. Por sua habilidade nas negociações internas, ganhou a disputa por uma relatoria de uma medida provisória relacionada ao INSS, que virou capa de um dos maiores jornais do Brasil: o Globo. Na esplanada dos ministérios, transita como um veterano.

Trabalha bem em Brasília e no estado, onde durante todo o ano de 2019 foi discreto na construção de uma base eleitoral sólida que reúne aliados do litoral ao sertão. No seu gabinete em Brasília e em Caruaru, é grande o entra e sai de lideranças políticas querendo marcar uma audiência com o jovem deputado. Por falar em Caruaru, decidiu se aliar à prefeita Raquel Lyra, que trabalhou muito para tê-lo em seu palanque nas eleições desse ano e pra isso contou com a ajuda do presidente nacional do seu partido, Bruno Araújo (com quem Fernando mantém boa relação) e com o presidente estadual do PL, Anderson Ferreira (de quem Fernando é aliado fiel).

Em Garanhuns, Fernando atuou muito nos bastidores e conseguiu assegurar a pré-candidatura do ex-prefeito Silvino Duarte, que agora conta com o apoio do atual prefeito Izaías Régis. Sua ligeira e inteligente articulação fez do seu aliado um dos favoritos para vencer a eleição de novembro.

Por todas essas pontuações, é possível afirmar que o agreste está assistindo a consolidação de um novo líder político. Um jovem deputado federal que parece não conhecer o cansaço, que é bem intencionado no seu mandato e que se continuar nesse pique, certamente, chegará em 2022 fortalecido e terá uma reeleição sem dificuldades.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

13/07


2020

Rússia conclui testes e quer distribuir vacina em agosto

A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo. A expectativa é de que a distribuição comece já em agosto.

"A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura", disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que a vacina "entre em circulação civil" entre 12 e 24 de agosto.

O Ministério da Saúde russo ainda realizará testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730.000 pessoas infectadas e já passou de 11.000 mortes causadas pela covid-19.


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Comentários

Pádua

Uma vacina Russa testada em 38 “voluntários” será aplicada em massa ! Misericórdia !



13/07


2020

STF paz e amor enquadra Lava Jato

Por Helena Chagas*

Curitiba reagiu à decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de dar acesso à Procuradoria Geral da República de Augusto Aras aos dados das investigações da Lava Jato ressuscitando denúncias não comprovadas sobre o próprio Toffoli a respeito de supostas relações com empreiteiras investigadas. Mas o tiro, que ao menos até agora ficou restrito a sites na web e não alcançou a mídia tradicional, pode acabar saindo pela culatra.

É bem provável que, por recurso da força-tarefa, a liminar do presidente do STF acabe indo parar, depois do recesso, no plenário do Supremo, última esperança dos procuradores da Lava Jato para revertê-la. A aposta deles é de que, lá, configure-se a tradicional divisão entre lavajatistas e garantistas, na qual tantas vezes Curitiba, no auge do apoio popular à LJ, levou a melhor.

Quem acompanha a Corte, porém, acha que pode não ser bem assim. Antes de tudo porque a Lava Jato não parece ser mais aquela unanimidade na mídia e na opinião pública depois de desgastes diversos, que começaram com a divulgação das mensagens do site The Intercept e continuaram em episódios mais recentes. Entre eles, a suposta camuflagem de nomes de políticos como Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre em denúncias e os questionamentos a uma parceria informal com o FBI. A essa altura, tomar decisões contrariando a força-tarefa ficou mais fácil para o Supremo.

Ao lado disso, esses observadores lembram que a Corte suprema do país está num momento bem diferente. Depois de anos de hostilidades internas explícitas, há muito o STF não vive um ambiente de tanta harmonia. A ponto de expoentes dos dois grupos que brigavam em torno da LJ, como Gilmar Mendes (garantista) e Luís Roberto Barroso (lavajatista) terem voltado a dialogar.

Isso fortaleceu o Supremo como instituição e deu-lhe espaço na defesa da democracia diante das maluquices do bolsonarismo. Seus integrantes vão pensar duas vezes antes de permitir que um clima de beligerância volte a dividi-los de forma irreversível.

Os ataques a Toffoli também podem produzir reação contrária de parte dos colegas nessa fase de paz e amor supremos. As apostas são de que a maioria do STF pode ficar solidária e buscará um entendimento. Não vão brindar seu presidente, às vésperas de deixar a função, com uma vexaminosa derrota no plenário nesse assunto.

Por fim, há o lado pragmático da coisa: Aras, que não é bobo, deve mandar logo sua equipe a Curitiba para pegar o material. Quando o Supremo decidir, e se decidir, será tarde demais.

*Jornalista


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Banco de Alimentos

13/07


2020

Marília pede atenção à educação no Recife

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 30 anos nesta segunda-feira (13) em meio à maior crise de saúde da história do Brasil. Para a deputada federal Marília Arraes, o momento de pandemia do novo coronavírus reforça a importância de que direitos fundamentais contidos no documento sejam rigorosamente garantidos.

“O Estatuto proporcionou avanços sociais ao longo dessas décadas, mas há muito ainda a ser conquistado. No Recife, por exemplo, o direito básico à educação é um dos maiores problemas. Mesmo antes da pandemia já se percebia que a rede de ensino municipal não atende aos requisitos necessários para uma educação de qualidade, o que passa pela insuficiência de escolas próximas aos alunos, pela falta de infraestrutura adequada das unidades e até pela falta de valorização dos profissionais de educação", afirma.

Marília tem conversado nos últimos meses com especialistas em educação infantil, representantes do Conselho Tutelar e principalmente com mães das comunidades do Recife, e uma das maiores reivindicações é a necessidade de vagas nas creches. "Conseguir uma vaga em uma creche municipal no Recife é muito difícil. Várias mães dizem que as filas para tentar uma vaga duram anos. Muitas vezes, a criança chega na idade da educação infantil sem nunca ter passado por uma creche", diz.

Ainda segundo Marília, as crianças e adolescentes do Recife também precisam de maior atenção em várias outras áreas previstas no ECA, como os direitos fundamentais do acesso à saúde, à proteção e também ao lazer.

“O Recife sempre foi uma cidade marcada pela desigualdade social, e isto infelizmente se reflete de uma forma ainda mais dura na realidade de nossas crianças e adolescentes. Cabe ao poder público, principalmente neste período de pandemia, garantir os cuidados adequados, sobretudo quando os pais ou responsáveis também se encontram em estado de vulnerabilidade. Esta é uma obrigação de todo gestor público”, reforça.


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O Jornal do Poder

13/07


2020

Advogado denuncia trecho de Santa Cruz a Jataúba

A pedido deste blogueiro, leitores estão denunciando o abandono das estradas de Pernambuco, como atesta este vídeo do advogado Cláudio Soares no trecho entre Santa Cruz do Capibaribe a Jataúba, no Agreste Setentrional. Envie seu vídeo também da estrada mais esburacada e abandonada da sua região. O povo agradece!


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13/07


2020

Denuncie a sua estrada no meu blog

Ao voltar ontem de Afogados da Ingazeira sofri na pele, mais vez, o drama das estradas abandonadas pelo governador Paulo Câmara. Fiz um vídeo do trecho entre Albuquerquené e Sertânia, que virou pó, uma tábua de pirulito. A partir de hoje, abro espaço no blog para você, caro leitor, enviar vídeos ou imagens mostrando a real situação de penúria das estradas de sua região.

Lute pelos seus direitos e cobre providências ao Governo, que anunciou um plano de meio bilhão de reais para salvar as estradas e nada está sendo feito. Cadê os R$ 500 milhões, governador? Enviei seu vídeo ou fotos para o meu celular: (81) 9.8222-4888.


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13/07


2020

Asas FM de Lajedo volta ao Frente a Frente

A partir de hoje, a rádio Asas 91,1 FM, localizada em Lajedo, no Agreste Meridional, retorna à Rede Nordeste de Rádio para retransmitir o Frente a Frente, programa que ancoro para mais de 40 emissoras, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, na Grande Recife.

A emissora, que entra hoje em mais de 40 municípios do Agreste, inclusive Garanhuns, é líder de audiência na região com uma programação mesclada no jornalismo com uma boa grade música. Aos nossos parceiros, uma boa volta!


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13/07


2020

Lá se foi o salvador das minhas broncas

A Covid-19 fez ontem mais uma vítima bem próxima ao meu universo de relação profissional: o competente advogado Djair Pedrosa, 82 anos, que trabalhou grande parte da sua vida para o Grupo EQM, liderado pelo empresário Eduardo Monteiro, proprietário de usinas e da Folha de Pernambuco.

Trabalhei para o mesmo Grupo em três empresas: Diário de Pernambuco, Jornal de Brasília e na própria Folha. Nesta, Djair passou a ser uma figura mais próxima a mim pelos processos que foram se acumulando no meu lombo por políticos que não gostam do jornalismo verdadeiro, só o bajulativo. Cansei de vê-lo entrando na redação, me chamar num cantinho em particular e dizer: "Mais um". Eu já entendia o linguajar.

Mas em seguida, ele dizia: "Isso é bronca safada, a gente resolve". E resolvia mesmo. Djair me salvou até em processos judiciais em Brasília quando atuei no Jornal de Brasília pela segunda vez, sob o comando de Eduardo Monteiro. A primeira se deu quando saí do Correio Braziliense no final dos anos 80, tendo como editor André Gustavo Stump, que mais tarde, por surpresas que a vida proporciona, passou uma temporada no Recife editando o Diário de Pernambuco.

Dei muito trabalho a Djair. Quando meu telefone tocava e ouvia a sua voz já sabia do que se tratava. "Rapaz, você agora entrou numa enrascada grande", disse, certa vez, quando fui processado pelo presidente dos Diários Associados, Paulo Cabral. E tinha razão. Cearense da boa cepa, Cabral já foi um dos mais poderosos da mídia impressa brasileira. Naquela época, além de rádios e TVs do grupo criado por Chateubriand, detinha o controle de quatro jornais poderosos: Correio Braziliense, Estado de Minas, Diário de Pernambuco e o Jornal do Comércio, este do Rio de Janeiro.

Ele me processou por causa de uma série de reportagens que assinei no Jornal de Brasília tendo como enredo a ação judicial movida contra ele por Gilberto Chateubriand, um dos herdeiros de Chatô, que morava no Rio. Filho de Assis Chateaubriand, Gilberto possui a maior coleção de arte brasileira, em torno de sete mil obras.

Cedida em comodato para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro a partir de 1993, a coleção tornou-se acessível permanentemente ao público e vem sendo mostrada com regularidade também em outras instituições do Brasil e do exterior. Gilberto processou Paulo Cabral por se sentir no direito de fiel e legítimo herdeiro do espólio do pai. Fiquei duas semanas no Rio indo ao fórum diariamente para entender o calhamaço das reclamações judiciais.

Gilberto usou termos agressivos que me levaram à raiz da origem da briga e isso acabou rendendo três páginas seguidas de uma reportagem assinada por mim no Jornal de Brasília que me renderam três processos: injúria, difamação e criminal. Vi o inferno bater à minha frente, porque Cabral era temido por todos, até pelos togados. Muitos me diziam que iria ver o sol nascer quadrado.

Além de Djair, dois advogados do Jornal de Brasília me defenderam até o processo caducar com a morte de Paulo Cabral. Escapei por um triz, como se diz. Mas eu também tinha as provas em mãos, em cima da acusação processual e uma entrevista gravada com o próprio Gilberto, um homem inteligente e destemido, que movia ódio mortal contra o presidente dos Associados por entender que tinha direitos de herança do patrimônio de Chateubriand como herdeiro e que Cabral ignorou a vida inteira.

Djair era tão próximo a Eduardo Monteiro que as vezes se comportava como pai. Nele, Eduardo confiava cegamente. Fumava feito uma caipora, contador de bons causos, abre uma lacuna no universo jurídico e na academia do bom Direito Processual. Dentre os três filhos, deixa como herdeiro Djair Filho, com quem convivi pouco, mas tão dócil, agradável e competente como o pai.

Que Deus abra as portas celestiais em grande estilo para o grande Djair!


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