25/02


2021

Prefeitura de Belo Jardim realiza visita ao TCE

Defensora de um governo transparente, a gestão municipal de Belo Jardim buscou estreitar laços com o Tribunal de Contas do Estado (TCE PE). Através de visita realizada, na última terça-feira, à Inspetoria Regional de Bezerros, o prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela, afirmou que, desde o início da gestão, tem focado na legalidade e na lisura do serviço público e que conta com o órgão fiscalizador como importante e fundamental ferramenta para coibir práticas ilegais.

“Elogio o trabalho do TCE aos seus jurisdicionados. Coloco a prefeitura de Belo Jardim à disposição para contribuir e responder quaisquer questionamentos, com vistas à lisura dos atos administrativos praticados pela gestão em cada procedimento executado”, relatou o prefeito. Também estiveram presentes na reunião com o inspetor regional, Paulo Ricardo, o secretário de planejamento, Filipe Vieira; o procurador geral, Eduardo Danda, e o controlador geral, Severino Santos.

Na oportunidade, o inspetor deu boas-vindas à equipe de Belo Jardim e disponibilizou aquela unidade do TCE-PE para sanar eventuais dúvidas do município.


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Cabo 2021

25/02


2021

Yves quer impulsionar arrecadação de Paulista

O prefeito de Paulista, Yves Ribeiro(MDB), teve encontro, ontem, no auditório do Fórum do município, com as juízas da Vara Pública da Fazenda, Dra Juliana Coutinho e Dra Ana Carolina Fernandes para tratar do Programa de Governança Diferenciada dos Executivos Fiscais. 

Yves estava acompanhado da procuradora-geral do município, Flávia Novelino, do secretário Executivo da pasta, Khalil Nejaim, e das procuradoras municipais, Thaís Lundgren e Azenath Paula.

O programa se propõe a tornar as execuções fiscais mais eficientes e com menos custos para a esfera municipal e o Poder Judiciário. "A ideia é aumentar a arrecadação pública de recursos e promover investimentos em  áreas vitais como saúde, educação, assistência social e obras de infraestrutura urbana", esclareceu o prefeito. 

A procuradora do município adiantou que tomará providências imediatas no sentido de aderir ao programa que vai otimizar os processos de execuções fiscais e garantir mais recursos financeiros nos cofres da prefeitura.


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25/02


2021

Arraes, Agamenon, Tancredo e Getúlio

Por Ítalo Rocha Leitão*

A política brasileira sempre foi pródiga na criação de personagens que entraram para a história do país e ficaram para sempre na memória coletiva da população. Alguns desses personagens jamais serão esquecidos e algumas situações que vivenciaram também. Miguel Arraes, Agamenon Magalhães, Getúlio Vargas, Tancredo Neves. Os registros estão em livros ou no folclore político.

Rio de Janeiro, 1926. Posse do ministro da Fazenda Getúlio Vargas. Filas enormes para cumprimentá-lo e também para pedir algo. Mas, o último da fila se aproximou e disse que estava ali apenas para lhe desejar felicidades. Getúlio o puxou pelo braço e perguntou: Você não vai me pedir nada? Eu não vim aqui para pedir nada! E saiu apressado. Getúlio ficou emocionado com o gesto daquele homem. E, com os olhos marejados, disse a um assessor que não conseguia esquecer aquela cena. Foi quando o assessor esclareceu tudo: Dr. Getúlio, aquele homem é um maluco e uma das manias dele é ir para a posse de ministros, ficar no último lugar da fila e, na hora do cumprimento, dizer que veio apenas para desejar felicidades ao empossado!

Nos primeiros anos da década de 60, o deputado Tancredo Neves caminhava pelos corredores da Câmara quando percebeu na direção contrária o também deputado José Maria Alckmin, outra raposa política. Tancredo ficou tenso porque Alckmin o havia convidado pro seu aniversário e ele não teria ido nem dado satisfações. Quando se cruzaram, Tancredo disse em alto e bom som: Alckmin, eu não fui pro seu aniversário, mas lhe mandei um telegrama desejando felicidades!  E Alckmin, que tinha uma astúcia invejável também, não titubeou: E eu já respondi seu telegrama, meu conterrâneo Tancredo! Nunca existiu nenhum dos dois telegramas.

No começo dos anos 50, um homem entrou aos prantos no gabinete do governador  Agamenon Magalhães dizendo que, se o seu pedido fosse atendido, nunca mais votaria contra o governador. Agamenon se lembrava muito bem dele, era o maior traíra. Governador, pelo amor de Deus, meu filho se formou em agronomia e tem uma vaga na Secretaria de Agricultura. Agamenon puxou um cartão de visitas e escreveu um bilhete indicando ao secretário a colocação do jovem agrônomo. Matreiro que só, o governador tinha um código interno com os secretários. Ao escrever “faça” um favor sem o cedilha, ele queria dizer “faca”, ou seja, corte! Seis meses depois daquela fatídica audiência, o governador foi visitar um município sertanejo e avistou o pai do agrônomo vindo em sua direção, todo contente e sorridente. Agamenon tentou se esquivar, mas não conseguiu. O homem chegou perto de Agamenon e foi logo dizendo:  Governador, não tenho palavras pra lhe agradecer. O meu filho se deu tão bem na secretaria que já assumiu um cargo de chefia. Governador, o meu menino é tão inteligente que, quando leu o cartão do senhor, percebeu que estava faltando um cedilha e ele colocou esse cedilha porque um governador não pode escrever um bilhete com erro de português pra ninguém! 

O ano era 1998. Arraes tentava a reeleição contra Jarbas Vasconcelos, em desvantagem. Os assessores apontavam para a popular “fadiga de material” porque o governador almejava o quarto mandato. A solução poderia estar em Duda Mendonça, o publicitário mais disputado do mercado, naquela época. Tinha fama de ganhar tudo quanto era eleição. Arraes recebeu Duda Mendonça com um afago contido, como era seu estilo. Os assessores relataram para o baiano a difícil situação do estado e da campanha. E Arraes, calado, só ouvindo. Ao final, Duda Mendonça olhou pro governador e disse: Eu não faço milagre! Arraes, com seu olhar certeiro e profundo, ficou cara a cara com o marqueteiro e respondeu: Eu pensei que fizesse!

Duda Mendonça, que entrara naquela sala se sentindo o rei dos reis, saiu com o andar meio desajeitado.  

*Jornalista da TV Globo


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Banner Jaboatao 2021

25/02


2021

Privatização dos Correios chega ao Congresso

O Governo Federal entregou, ontem, em ato simbólico, o projeto de lei dos Correios ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. As informações são do Blog do Riella.

O presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao prédio do Congresso, acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e das Comunicações, Fabio Faria.

A proposta envolve a quebra do monopólio postal dos Correios e a abertura do mercado postal a outras empresas.

Nesta semana, o Governo já propôs também o projeto de privatização da Eletrobras, acelerando o processo de mudança nas estatais.


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25/02


2021

Câmara dá aval à PEC sobre imunidade parlamentar

A Câmara dos Deputados deu aval, ontem, por 304 votos a 154, à tramitação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria novas regras para a imunidade parlamentar e a prisão de deputados e senadores.

Os deputados não analisaram o mérito (conteúdo) do texto, somente os aspectos formais. Ou seja, se a redação está de acordo com a técnica legislativa e não fere princípios jurídicos ou constitucionais. A chamada admissibilidade precisava ser aprovada pela maioria dos presentes. Como 461 deputados participaram, eram necessários 231 votos.

A PEC é uma reação à prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão foi motivada por um vídeo que ele divulgou na internet com apologia ao AI-5, ato mais duro da ditadura militar, e defesa da destituição de ministros do STF. As duas pautas são inconstitucionais.

O conteúdo da proposta pode ser analisado já hoje. Por se tratar de uma alteração na Constituição, a PEC tem que ser votada em dois turnos. Para ser aprovada, precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados. Depois, vai ao Senado.

A PEC foi incluída na pauta do plenário da Câmara horas após ter sido protocolada, sem passar por nenhuma comissão antes, o que gerou críticas de alguns partidos, como PSOL e Novo.

O parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), primeira etapa de tramitação de uma PEC, foi apresentado diretamente no plenário pela relatora, Margarete Coelho (PP-PI).

Quando for analisado o mérito, um novo parecer será apresentado, que poderá manter o texto original ou sugerir mudanças.


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Petrolina 2021

25/02


2021

Reencontro frio e inesperado

Capital da República, centro do poder, Brasília é cosmopolita, mas seus eixos e quadras foram feitos por Niemeyer em ambiente para convívio de aldeia. Sua atmosfera política faz o seu mundo girar entre o Planalto e o Congresso. Difícil lados opostos, oposição e governo, adversários e aliados, não baterem de frente um com o outro.

Basta um ato, um acontecimento histórico, uma cerimônia no Palácio do Planalto, no Congresso ou Ministérios para personagens das províncias, seja de qualquer parte do território nacional, se perfilarem lado a lado, de repente, mais que de repente, respirando o mesmo ambiente de modo civilizado, com educação doméstica como impõe a lei da vida.

Ontem, fiquei frente a frente, nome do meu programa pela Rede Nordeste de Rádio, com o prefeito do Recife, João Campos, do PSB que me processa, na casa do deputado Sebastião Oliveira, na 302 Norte, por quem fui convidado para um jantar com prefeitos. Cheguei primeiro e só soube que ele também estava à caminho lá, pelo anfitrião. Que, aliás, sabendo das idiossincrasias que nos separam, me avisou da presença do prefeito.

Na chegada, já encontrei um ambiente tensionado, com prefeitos aliados de Sebá, como é tratado o deputado, intrigados por notícias no blog que provocaram dissabores ao longo da campanha. Conhecedor das peculiaridades da fauna política de Brasília, soube quebrar o gelo. E Sebá também colaborou.

Mas com João, o gelo não foi quebrado, ficou intacto, não se derreteu. O prefeito chegou em companhia de dois assessores que nunca vi, cumprimentou a todos, mas me ignorou. Esqueceu de cumprir o protocolo básico dos manuais da política, princípio do marco regulatório entre contrários na cidade projetada por Niemeyer para indiferenças serem relevadas em ocasiões dessa natureza.

No meu livro Histórias de Repórter, com prefácio do jurista José Paulo Cavalcanti e orelha da jornalista Andreza Matais, chefe da sucursal de O Estadão em Brasília, conto algumas brigas antológicas que travei com políticos, inclusive o pai do prefeito, o ex-governador Eduardo Campos, com quem fiquei dois anos sem trocar um bom dia, mas que o tempo nos reaproximou antes dele morrer num acidente aéreo. Também narro casos de políticos que esfregaram até revólver na minha cara.

Eduardo era um sedutor na arte de atrair contrários e engolir sapos. Quem sabe o filho também não venha a encarnar, com o tempo que tinge de branco os cabelos, o mesmo espírito do pai.


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Abdias Felix

Caro prefeito João Campos, conhecia bem seu pai, diferentemente de vc, e ele me conhecia pouco, mas conhecia, tivemos várias oportunidades em vários momentos de conversarmos a sós, e em uma dessas vezes ele me falou: “É melhor ser amigo de Magno Martins, do que ser inimigo”, infelizmente ele partiu precocemente e eu nunca entendi ????% o que ele quis dizer com essa frase.


Serra Talhada 2021

25/02


2021

Coluna da quinta-feira

A fala de João Roma

Ao tomar posse, ontem, no Ministério da Cidadania, o ministro João Roma Neto fez um emocionante discurso, com toque sentimental nas suas origens, no berço da sua escola política, o Estado de Pernambuco. Citou do aguerrido revolucionário Padre Roma, que tombou ensanguentado na Insurreição Pernambucana de 1817, ao avô João Roma, sem esquecer seus mestres na vida pública, Marco Maciel, Joaquim Francisco e Gustavo Krause.

O jovem ministro, com cultura política alicerçada em Pernambuco e carreira parlamentar na Bahia, chegou a se emocionar quando citou o avô João Roma, o Diabo Loiro, como era conhecido o ex-deputado federal por Pernambuco. "Minhas referências vêm das batalhas dos Guararapes, do meu Pernambuco, a Roma dos grandes guerreiros", disse. Seu discurso foi curto, mas recheado de referências que o levaram à vida pública.

Lembrou os ensinamentos de Marco Maciel, político honrado, responsável pela chamada escola dos bons princípios, da moralidade, do servir sem servir-se dos cargos. Agradeceu a Joaquim Francisco e Gustavo Krause, que a ele delegaram missões públicas que lhes ensinaram o caminhar da vida digna e de cabeça erguida. "Devo muito do que aprendi a Marco Maciel, Joaquim Francisco e Gustavo Krause", enfatizou, leal a quem lhes estendeu a mão no início da sua vida pública.

Correto e justo, João Roma fez um agradecimento de público ao seu padrinho político na Bahia, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente nacional do DEM, a quem serviu como chefe de gabinete, por quem foi estimulado e apoiado a disputar o seu primeiro mandato de deputado federal pela Bahia de todos os santos e também de todos os pecados. ACM não apoiou a indicação dele para o Ministério e chegou a retaliar com a demissão de aliados na Prefeitura de Salvador.

Sobre a dura missão que tem pela frente, comandando a pasta que cuida dos pobres, que faz ação social no Governo Bolsonaro, João Roma prometeu não desamparar ninguém, mas fazer chegar a todos os programas de distribuição de renda e de justiça social do Governo. "Vamos promover a inclusão social, amparar os excluídos", afirmou.

Concorrida – A posse de João Roma Neto, o pernambucano-baiano que passa a despachar hoje no Ministério da Cidadania, lotou as dependências do Palácio do Planalto em tempos de pandemia e de proibição de aglomerações. Foram vistas delegações de todo o País, com destaque para políticos e empresários de Pernambuco e da Bahia. Vários ministros estiveram presentes, assim como senadores e deputados nordestinos. Até sanfoneiro da Bahia foi convocado para dar o toque nordestino da festa de posse.

Na plateia – Entre os deputados pernambucanos que foram prestigiar a posse de João Roma foi visto o socialista Felipe Carreras, quem tem atuado na Câmara com uma postura independente, votando, inclusive, com o Governo Bolsonaro. Carreras chegou a ser punido pelo comando do seu partido, o PSB, por ter votado a favor da reforma da Previdência. "Roma, além de ser amigo, é de Pernambuco", diz o rebelde socialista ao justificar sua presença no Palácio do Planalto.

Até petista – Mesmo fazendo carreira política na Bahia, o   ministro João Roma Neto entra na cota de Pernambuco na constelação ministerial. Aliás, em sua posse foram vistos muito mais deputados e prefeitos de Pernambuco do que mesmo da Bahia. "João vai dar uma atenção muito especial a Pernambuco, o seu coração tem sangue de Leão do Norte", diz o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. Embora filiado ao PT, Duque fez questão de prestigiar a posse de Roma por confiar que fará um grande trabalho em favor dos descamisados. "É um político amigo que aprendi a admirar", ressaltou.

Mesma moeda – Ainda no seu discurso, João Roma disse que não deixará ninguém desamparado. “A área social e econômica são duas faces de uma mesma moeda. Cidadania é levar o Brasil para cada brasileiro e seguir aspirando a compartilhar o melhor com todos os patrícios”. Ele se tornou ministro por um arranjo político do Palácio do Planalto depois da eleição de Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara. O partido de Roma, o Republicanos, apoiou o então candidato – preferido pelo governo. Roma era próximo ao presidente do DEM, ACM Neto, com quem trabalhou na Prefeitura de Salvador. Isso fez com que atores políticos afirmassem que a indicação foi um consórcio entre Republicanos e DEM.

Regra de ouro – João Inácio Ribeiro Roma Neto, 48 anos, é deputado federal de primeiro mandato, eleito pela Bahia com 84.455 votos. Na Câmara, relatou, entre outras proposições, a PEC (proposta de emenda à Constituição) 438/18, que muda a chamada regra de ouro – que proíbe que o governo se endivide para pagar despesas cotidianas, como folha salarial, programas sociais e manutenção de órgãos públicos. Foi uma indicação do presidente do seu partido, o Republicanos, Marcos Pereira, ex-ministro e ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados.

CURTAS

CORREIOS – O presidente Jair Bolsonaro entregou, ontem, o projeto de lei que abre caminho para a privatização dos Correios ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Bolsonaro foi caminhando do Palácio do Planalto até a sede do poder Legislativo. Ele estava acompanhado dos ministros da Secretaria de Governo, Eduardo Ramos, e das Comunicações, Fábio Faria. O trânsito de carros no Eixo Monumental foi fechado para a passagem das autoridades.

FICA – Na passagem ontem pelo gabinete do senador Jarbas Vasconcelos, para garantir emendas ao seu município, o prefeito de Toritama, Edilson Tavares, afirmou, categoricamente, que nunca pensou, após ser reeleito, deixar o cargo para disputar um mandato de deputado estadual. "O parlamento é nobre, mas me sinto mais feliz realizando as coisas para o povo como prefeito", disse.

Perguntar não ofende: Por que os demais representantes de Pernambuco no Congresso não seguem o exemplo de Jarbas, que já liberou R$ 3 milhões da sua cota de emendas para o Governo do Estado?


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Fernandes

Mas que Bozo é Ladrão, e marcos de camaragibe mamador de piroca e queima rosca até o Papa já sabe.

marcos

Mas que Lula é Ladrão até o Papa já sabe.

Fernandes

Xuxa diz que Bozo é Ladrão, marcos de camaragibe é mamador de piroca e queima rosca o mundo todo já sabe.

Fernandes

E Bozo coitado, além de Corrupto, Ladrão e Côrno depois de velho resolveu dar o Caneco. Aderiu ao movimento Direitista LGBT. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcos

E Lula coitado, além de Corrupto, Ladrão e Côrno depois de velho resolveu dar o Caneco. Aderiu ao movimento esquerdista LGBT. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


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24/02


2021

Oposição pede devolução de MP da Eletrobras

Os líderes da oposição solicitaram, hoje, a devolução imediata da medida provisória 1.031/2021, que trata sobre a privatização da Eletrobras. Em ofício enviado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), os parlamentares afirmam que o texto entregue pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional, na noite de ontem, não atende ao requisito da urgência necessário para a publicação de qualquer MP e também por ser inconstitucional.

“Sempre que o governo provoca uma crise que abala a confiança do mercado financeiro, como ocorreu com a troca de comando da Petrobras, usa mão da proposta de privatização da Eletrobras. O governo não pode se desfazer de uma empresa lucrativa e um patrimônio estratégico para os interesses e a soberania nacional, especialmente no momento de crise que estamos vivendo e sem a ampla discussão com a sociedade”, criticou Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara dos Deputados e um dos signatários do documento.

Segundo os líderes da oposição, a MP não dispõe de qualquer sinalização que justifique o cumprimento real do requisito da relevância e, mais especialmente, do requisito da urgência. O conteúdo é praticamente idêntico ao texto do projeto de lei 5.877, enviado pelo mesmo governo ao Congresso Nacional em 2019. E também similar à proposta (PL 9463/18) enviada pelo Governo Michel Temer ao Parlamento. “Portanto, temos que pelo próprio entendimento do governo tal conteúdo não contém a relevância ou urgência que enseje a edição de medida provisória. Principalmente no contexto pandêmico da atualidade, que exige medidas efetivas e atenção integral do Governo e do Congresso Nacional”, diz trecho do ofício.

A MP busca acelerar a privatização da Eletrobrás, permitindo que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) inicie os estudos para que a União, hoje detentora de 60% das ações da empresa, abra o capital. O texto prevê também que o governo mantenha poder de veto sobre decisões da estatal por meio de ações preferenciais, as chamadas golden shares.

Além de violar a Constituição pela ausência do requisito de urgência e relevância, os líderes da oposição alegam que a MP, que traz a força de lei de cumprimento vigente imediato, gera profunda insegurança jurídica, em razão da permitir a formalização de contratos antes do crivo do Congresso Nacional a respeito do tema, colocando em risco o patrimônio público e atentando contra o Estado Democrático de Direito, na medida em que usurpa competência do Congresso Nacional.

“Esse é um assunto, diante de sua complexidade, precisa ser discutido no Parlamento sem açodamento. A venda de uma estatal não deve ser viabilizada apenas para gerar caixa ao governo em meio a uma crise econômica. Há outras formas de aumentar a arrecadação, como, por exemplo, promovendo um ajuste fiscal”, encerra Danilo Cabral.


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Jornao O Poder

24/02


2021

Bolsonaro dá posse a João Roma e Onyx Lorenzoni

Indicado pelo Centrão, o deputado João Roma (Republicanos-BA) tomou posse, hoje, como novo ministro da Cidadania. O termo de posse foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) em evento no Palácio do Planalto. Roma assume a vaga de Onyx Lorenzoni, que também tomou posse nesta quarta para assumir o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

"Seguiremos ampliando e aperfeiçoando a rede de assistência social no Brasil", disse Roma em seu discurso. "A área social e a área econômica são as duas faces de uma mesma moeda", disse.

A escolha por Roma para assumir o ministério é parte do compromisso de entrega de cargos no primeiro escalão do governo a nomes do Centrão. O Republicanos foi um dos partidos do bloco do Centrão que apoiou a eleição de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.

O Republicanos abriga hoje dois dos filhos do presidente Jair Bolsonaro: o vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ). Roma será o terceiro ministro a ocupar a cadeira na Cidadania. A pasta também já foi comandada anteriormente pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS).

Antes de ser ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni chefiou até fevereiro de 2020 a Casa Civil. O retorno de Onyx ao Planalto ocorre por conta da saída de Jorge Oliveira da Secretaria-Geral para assumir, no fim do ano passado, vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

24/02


2021

“Se (Daniel) quebrou o decoro, tem que ser punido”, diz Rodolfo

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) falou, há pouco, em entrevista ao programa Frente a Frente, sobre o papel que vai desempenhar como relator no caso envolvendo o colega de parlamento Daniel Silveira (PSL-RJ), que segue preso após aparecer em vídeo atacando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi escolhido, hoje, para assumir essa função no processo que está tramitando no Conselho de Ética da Câmara contra o deputado fluminense.

Na conversa com o âncora Magno Martins, Rodolfo destacou que “o episódio da prisão foi superado” e que se restringirá a avaliar a conduta de Silveira. “Nós vamos analisar a conduta dele. Se houve quebra de decoro ou não. Essa é a grande questão”, disse. “Defender a volta do AI-5 significa quebra de decoro? Houve ameça a ministros do Supremo? É isso que vai ser discutido nesse processo”, completou.

Fernando Rodolfo se posicionou pela manutenção da prisão de Daniel Silveira, referendada em votação aberta por 364 deputados, 107 além do mínimo necessário, na última sexta-feira (19). Nos próximos 60 dias, o deputado pernambucano atestou que conversará com juristas, técnicos dentro e fora do Congresso: “O que eu posso garantir é que farei um trabalho com serenidade”.

Em suas palavras, “deixando a paixão de lado e se prendendo estritamente à questão jurídica”. “A opinião pública já está formada. Aqui a gente não vai permitir que o nosso relatório seja pautado por sentimentos de paixão política”, prosseguiu. Para Fernando Rodolfo, estando caracterizada a quebra de decoro, não há outro caminho que não seja a cassação.

“Não é uma situação confortável para ninguém. Ninguém se elege para exercer o mandato por um ou dois anos e ser cassado, mas existem regras, existe o regimento, que precisa ser cumprido. A função do parlamentar é muito nobre, é uma função muito bonita na sociedade e a gente precisa preservar em todos os momentos aquilo que foi confiado pela população. É o que nós chamamos de decoro parlamentar. Se quebrou o decoro, tem que ser punido”, concluiu.

Ouça a entrevista na íntegra.


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Fernandes

Daniel tem que ser punido. Bandidão.

marcos

NUNCA MAIS votem em Rodolfo, ele é amiginho dos ministros do STF.


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