FMO janeiro 2020

06/09


2006

Charge do dia - Lailson

 















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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Só faltou a Lailson colocar uma Estrela Brilhnante na aba do chapéu de boadeiro,ou de vaqueiro, ou de cangaceiro. Se bem que os Cartões da Bolsa Família também brilham. Melhor não, Luiz é uma Luz, que tem brilho próprio, até no nome.


Detra maio 2020 CNH

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26/05


2020

Genival Lacerda sofre AVC

O cantor Genival Lacerda, 89 anos, deu entrada numa emergência hospitalar com suspeita de ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral. Segundo João Lacerda, filho e cantor, ele começou a se sentir mal ontem à noite e levado para o hospital Unimed e, há pouco, transferido para o D Ávila. Seu estado é estável.


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Abreu e Lima

26/05


2020

Nada de ideologia, é delinquência

Por José Nêumanne*

Há quem acredite que existe uma ala ideológica do governo Bolsonaro, que teria protagonizado reunião exibida em vídeo, mas, de fato, o que salta aos olhos são crimes do chefão e dos chefetes

Muitos comentaristas e cronistas das atividades políticas no Brasil acostumaram olhos e ouvidos do público assaltado à existência de um ente imaginário que chamam de “ala ideológica do governo Bolsonaro”. A oportunidade dada pela liberação do sigilo judicial da reunião do tal Conselho de Governo realizada em 22 de abril e vista por quem se habilitou um mês depois, por decisão do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, deu a todos, comunicadores e receptores da mensagem, o azo de descobrirem dois fatos elementares. Primeiramente, os ditos “ideológicos” mereceram do chefão, Jair Bolsonaro, aprovação às vezes manifestada em sonoras gargalhadas. Em segundo lugar, “ideologia” neles em nada se equipara às definições da palavra usada no embate político desde os tempos da luta entre girondinos e jacobinos na Revolução Francesa. Não se realizou em momento nenhum das duas horas de vídeo uma manifestação da primeira definição de ideologia no Dicionário Aurélio, o mais consultado no Brasil: “ciência da formação das ideias; tratado das ideias em abstrato; sistema de ideias”. Ou houve?

Vamos tirar aqui a prova dos noves. Que ideologia está por trás dos três mais graves crimes cometidos pelo chefão de todos os chefetes reunidos naquela assembleia, que em nada lembra a ágora do debate em Atenas, na Grécia antiga? Que crença ou conjunto de crenças de algum sistema pode justificar a interferência do presidente da República na nomeação do superintendente da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro para blindar de investigação parentes e amigos dele? Em que ponto na história das ciências políticas se destina à esquerda ou à direita, definição ideológica clássica da luta política desde os tempos dos embates entre Danton e Robespierre, que lhe sirva para determinar aos ministros da Justiça e da Defesa que liberem a venda de armas de fogo a cidadãos para receberem à bala policiais que cumprirem determinações sanitárias emanadas de prefeitos e governadores, tão eleitos pelo voto popular quanto o autor da sugestão? Em que livros de teoria ou prática da ciência política se confere ao chefe do poder democrático instalar um serviço clandestino próprio de informações, à margem do que é determinado por lei?

Pode-se argumentar que os bandos armados não são inusitados na luta por poder. O partido nacional-socialista do austríaco Adolf Hitler na Alemanha de Weimar criou as Sturmabteilungs (operações tempestade, popularmente conhecidas como as tropas de assalto SA). O socialista italiano Benito Mussolini chegou ao poder obtendo a autorização do covarde rei Vittorio Emanuelle para seus fasci di combattimento, que assassinaram outro socialista, Giacomo Mateotti, abrindo caminho para a marcha contra Roma e a tomada do poder real pelos fascistas no Parlamento. Mas aqui não estamos falando de política, e sim de poder, o que é o caso das milícias populares de Hugo Chávez e agora Nicolás Maduro na Venezuela, de Daniel Ortega na Nicarágua e de Pablo García na Colômbia. As milícias populares de Bolsonaro não podem ser confundidas com as de inspiração esquerdista acima citadas, mas são em tudo e por tudo antidemocráticas e, portanto, contra o exercício da democracia na política.

“Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”, disse, em curtíssima intervenção, o ministro da (falta de) Educação, Abraham Weintraub, irmão de Arthur, que se considera representante em Brasília do “ideólogo”-mor da famiglia Bolsonaro, Olavo de Carvalho. O programa de fechar o órgão máximo do Judiciário, bandeira dos bolsonaristas de raiz, entre eles o ministro que confunde Kafka com kafta, e depois prender por nada seus componentes do poder de nossa republiqueta das bananas do Vale do Ribeira, onde viveu o magistrado supremo, como se diz no formalismo do poder republicano, não está previsto em nenhum manual decente de política, por mais ideológico que seja. É apenas um crime previsto no Código Penal e na Lei de Segurança Nacional, abrigada na Constituição em vigor. É, portanto, o ânimo criminal, e não ideológico, que inspira o idiota que comanda a pasta mais importante do País e não disse uma palavra a respeito dela na ocasião.

Muitos termos chulos foram usados pelos membros do chulé da extrema direita, mas nenhum foi pronunciado na fala do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Nada, contudo, foi tão pornográfico como o que fez numa rara menção à gravíssima crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. “O meio ambiente é o mais difícil de passar qualquer mudança infralegal em termos de infraestrutura, instrução normativa e portaria, porque tudo que a gente faz é pau no Judiciário, no dia seguinte. Então para isso precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só se fala de covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”, disse, sem tugir nem mugir. Entre Weintraub e ele, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich retorceu-se em evidente desagrado, que, na certa, o levou a desertar da patota imunda. Fez bem. O recorde de derrubada da Floresta Amazônica demonstra que as palavras do ministro, condenado por improbidade em primeira instância por ato administrativo no governo do tucano Alckmin no Estado de São Paulo, não foram semeadas em vão.

Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, também se referiu à terrível crise sanitária vivida no Brasil. “A pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos. E nós tamo (sic) subindo o tom e discursos estão chegando. Nosso ministério vai começar a pegar pesado com governadores e prefeitos. Nunca vimos o que está acontecendo hoje”, disse, bem ao estilo terrivelmente evangélico que encanta o bajulado pornógrafo-chefe. Sua inspiração não pode ter sido do evangelho do amor, mas, provavelmente, do gabinete do ódio, chefiado pelo filho 02 do chefão da União, Carlos Bolsonaro. É inimaginável que ela tenha aprendido esse tipo de delinquência vulgar com Jesus Cristo na goiabeira. Mais fácil terá sido em seu ofício de coletora de dízimos do que em manuais de política, democracia e coisa pública (res publica em latim).

Um silêncio eloquente na reunião foi o do chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno Ribeiro de Almeida, a quem o “capitão da cloroquina” teria dirigido as queixas mais duras (na verdade, o vídeo provou que eram contra Moro), numa estúpida versão fantasiosa bolada por ele e dois colegas de farda e galões no Palácio do Planalto, Walter Braga Netto e Luiz Eduardo Ramos. Não se sabe se para esconder a vergonha da mentira desmascarada antes de ser contestada, ele deixou para aparecer na sexta-feira 22 de maio assinando de próprio punho uma nota golpista de ameaça ao decano do STF, por ter este encaminhado a seu amado chefe aviso de que consultara o procurador-geral da República, Augusto Aras, sobre notícia-crime de que é alvo.

O autor do crime contra a Lei de Segurança Nacional, assinada por João Figueiredo no último governo da ditadura e incorporada à Constituição, já foi condenado por um crime menor, de intendente. O Tribunal de Contas da União o flagrou em compra irregular de equipamentos esportivos numa olimpíada do Exército. O general, que foi gravado cantarolando “se gritar pega centrão, não fica um, meu irmão”, também foi obrigado a deixar discretamente a sinecura de que gozava no Comitê Olímpico Brasileiro assim que seu chefe e protetor, Arthur Nuzman, foi preso sob a acusação de ter participado da compra da escolha do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos de 2016.

A experiência “ideológica” do arapongão do Palácio foi o golpe frustrado do general Sylvio Frota, de quem era ajudante de ordens como capitão, contra Ernesto Geisel. O grupo, a que também pertenciam os assassinos e torturadores Brilhante Ustra e Major Curió, escalado pelo chefe para receber os comandantes de tropas no aeroporto foi enganado por um “frotista”, general Fernando Bethlem, que recebeu os quatro-estrelas à saída da escada dos aviões em que chegaram para a posse deste.

Hoje o acusado de crimes contra humanidade no Haiti é estrela “frotista” dos generais empregados pelo capitão na produção de gosto similar ao linguajar chulo da reunião, intitulada “a volta dos que não foram”. E o que é grave: ninguém parece querer impedir que fiquem pendurados no cabide de altíssimos cargos com as garras fincadas no filé mignon do poder da triste república dos sem-coragem nem vergonha.

*Jornalista, poeta e escritor


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Prefeitura do Ipojuca

26/05


2020

Se fingindo de morto

A administração do PSB de Pernambuco se destacou no cenário nacional pelas denúncias de corrupção envolvendo a merenda escolar no escândalo da Casa de Farinha. Agora, em meio à operações da Polícia Federal para investigar o dinheiro federal enviado para o combate à pandemia do coronavírus, o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), se finge de morto com as sérias denúncias feitas pelo Tribunal de Contas, pelo Ministério Público de Contas, pelo Ministério  Público Federal e pela Polícia Federal.

Denúncias que envolvem compras sem licitação com dinheiro da COVID 19, que deveria estar sendo usado para salvar vidas. Mas há quem ache que isso é apenas a ponta de um Iceberg. Já circulam informações sobre os gastos com publicidade e com gráficas que, se quer, prestaram serviços. Em breve, o País poderá conhecer sem se surpreender novos capítulos dessa gestão tão transparente.


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26/05


2020

Barroso defende conciliação e diálogo como metas para o Brasil

Ao ser empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão solene realizada ontem, o ministro Luís Roberto Barroso defendeu a conciliação e o diálogo como metas a serem buscadas para se superar a atual crise pela qual o Brasil atravessa. “Precisamos de denominadores comuns e patrióticos. Pontes, e não muros. Diálogo, em vez de confronto. Razão pública no lugar das paixões extremadas”, disse.

Ele também prestou solidariedade às famílias das vítimas da Covid-19 e aos trabalhadores que estão na linha de frente do combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus. Barroso ainda homenageou a sua antecessora, ministra Rosa Weber, e o seu vice, ministro Edson Fachin, com quem se comprometeu a atuar “irmanados, em frutífera cogestão”.

Integridade na política e voto consciente

Ao falar sobre a importância da atuação íntegra dos agentes públicos, o presidente do TSE destacou que, “numa democracia, política é gênero de primeira necessidade”. “Não há alternativa a ela. Considero que a vida pública vivida com integridade, idealismo e espírito público é uma das atividades mais nobres a que alguém pode se dedicar”, afirmou o ministro.

Luís Roberto Barroso também abordou o significado do voto, que, segundo ele, é a oportunidade dada ao povo de contribuir para a mudança do país e do mundo. Nessa linha, o ministro destacou a importância do voto consciente, apelando para o despertar, no eleitorado, da noção de que votar não é um mero dever cívico que se cumpre de forma automática e descompromissada. “É preciso se informar com antecedência acerca dos candidatos, verificar o que cada um já fez, o que promete e qual credibilidade merece. Votar consciente é guardar o nome do seu representante, acompanhar o seu desempenho e só renovar o seu mandato se ele continuar merecedor de confiança”, alertou.

O incentivo ao engajamento da juventude e das mulheres na política também mereceu a atenção do presidente do TSE. De acordo com ele, é relevante que se promova uma maior diversidade na vida pública do país. “Somos um país multiétnico, multirracial, multicultural. Precisamos ter a consciência de que isso é um ativo, uma virtude, um privilégio que a história nos deu”, apontou.

O ministro Luís Roberto Barroso também homenageou o trabalho dos servidores e colaboradores da Justiça Eleitoral, destacando os seus esforços constantes e discretos para assegurar a realização de eleições seguras, tranquilas e confiáveis. “São 27 Tribunais Regionais Eleitorais, mais de 2,8 mil juízes e juízas e 15,4 mil servidores e servidoras. É inestimável o serviço que prestam à democracia brasileira, longe dos holofotes, administrando o processo eleitoral da quarta maior democracia de massas do mundo. Em nome do país, agradeço o trabalho de todos e de cada um”, disse o novo presidente do TSE.

A desinformação como desafio

O desafio que a disseminação de desinformação apresenta para o processo democrático no Brasil e no mundo também preocupa o ministro Luís Roberto Barroso. Em seu discurso, ele reconheceu o protagonismo que as redes sociais alcançaram no processo eleitoral e o seu mau uso por pessoas engajadas na promoção do ódio e da radicalização, denominadas por ele “terroristas virtuais”.

Para o ministro, embora caiba à Justiça Eleitoral enfrentar esses desafios, também é necessário reconhecer que a sua atuação é limitada por diversos fatores. Assim, apontou o presidente da Corte Eleitoral, os principais atores no enfrentamento da desinformação serão, em conjunto, as mídias sociais, os veículos de imprensa e a própria sociedade, a quem o ministro Luís Roberto Barroso conclamou a atuar no ambiente virtual com responsabilidade e empatia. “Não dá para repassar a notícia inverídica sobre o candidato rival e depois se indignar quando fazem o mesmo com o candidato da própria preferência”, disse.

Ao destacar a importância da contribuição das principais plataformas de internet que se associaram ao TSE no combate à disseminação de desinformação, o ministro Luís Roberto Barroso apontou o papel da imprensa profissional como fonte confiável de informação baseada em fatos e na verdade. “Mais que nunca, nós precisaremos de imprensa profissional, que se move pelos princípios éticos do jornalismo responsável, capaz de separar fato de opinião, e de filtrar a enorme quantidade de resíduos que circula pelas redes sociais”, afirmou.

Reformas, constituição e democracia

A reforma do sistema eleitoral, a adoção do voto distrital misto e a realização das Eleições Municipais deste ano, em face da situação excepcional da pandemia provocada pelo novo coronavírus (responsável pela Covid-19), foram destacados pelo presidente do TSE como assuntos importantes a serem tratados com o Congresso Nacional já nos primeiros momentos de sua gestão. “As eleições somente devem ser adiadas se não for possível realizá-las sem risco para a saúde pública. O cancelamento das Eleições Municipais, para fazê-las coincidir com as Eleições Nacionais em 2022, não é uma hipótese sequer cogitada”, assegurou.

O ministro Luís Roberto Barroso celebrou os 31 anos da Constituição Federal de 1988, que, em sua visão, assinala a transição bem-sucedida de um regime autoritário para outro democrático e plural. Segundo ele, a democracia não é o regime político do consenso, mas do dissenso legítimo, civilizado e absorvido institucionalmente. “Quem pensa diferente de mim não é meu inimigo, mas meu parceiro na construção de um mundo plural. A democracia tem lugar para conservadores, liberais e progressistas. Nela, só não há lugar para a intolerância, a desonestidade e a violência”, disse.

Agenda pós-covid-19

O novo presidente do TSE também homenageou os professores que marcaram a sua vida, apontando na importância da educação para assegurar o progresso de cada indivíduo e da humanidade como um todo. De acordo com o ministro, a educação não pode ser capturada pela mediocridade, pela grosseria e por visões atrasadas de mundo. Para Luís Roberto Barroso, é imperativo “armar o povo com educação, cultura e ciência”.

O ministro concluiu o seu discurso refletindo sobre a realidade do Brasil no contexto da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Ele afirmou que a crise vai passar mais cedo ou mais tarde, e caberá a todos nós cuidarmos do nosso país, cada um conforme o seu papel. “Os economistas cuidarão da economia; os sanitaristas, da saúde pública; e os políticos, da política. A nós, juízes constitucionais e eleitorais, nos toca preocuparmo-nos com a defesa e o aperfeiçoamento das instituições”, afirmou.

Segundo Barroso, a agenda nacional pós-crise deverá ser pontuada por três elementos essenciais: a integridade nas condutas nos âmbitos público e privado, como premissa básica da vida civilizada; a derrota da pobreza extrema, num projeto que abarque a distribuição de renda, a urbanização e o combate ao racismo estrutural; e, por fim, a valorização da competência no lugar do nepotismo e do compadrio, principalmente no que diz respeito ao uso de recursos públicos. “Tem-se falado que, depois da crise, haverá um novo normal. E se não voltássemos ao normal? E se fizéssemos diferente?”, concluiu Luís Roberto Barroso.


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Banco de Alimentos

26/05


2020

Emerson Kapaz na live do blog hoje

Ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, gestão Mario Covas, e ex-deputado federal por SP, fundador e dirigente do Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE), da Fundação Abrinq e do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), o empresário Emerson Kapaz é o convidado da live pelo Instagram do blog hoje, às 19 horas. Em pauta, os perversos efeitos da pandemia do coronavírus na economia do País.

Imperdível!


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O Jornal do Poder

26/05


2020

Policiais podem contar tempo de carreira para se aposentar

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que Policiais Federais e Policiais Rodoviários Federais, que já foram militares, poderão utilizar o tempo de atividade nas Forças Armadas, para a aposentadoria especial de policial.

A discussão começou em 2015, quando o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE), enviou à Corte de Contas da União, uma Indicação Consulta, sobre o tema. As duas corporações têm 155 policiais aptos que ingressaram na ação, solicitando a soma dos tempos de serviço.

A Constituição prevê aposentadoria especial, de 15 anos para mulheres e 20 anos para homens, em “atividades de risco ou prejudiciais à integridade física. “A aposentadoria especial deve ser concedida ao policial exposto a situação permanente de risco, daí o uso da expressão “atividade estritamente policial”, escreveu o ministro relator, Augusto Nardes.

“Essa decisão terá impacto em todos aqueles que se enquadrarem nestas situações, e não somente nos 155 policiais que ingressaram com a ação”, afirmou o advogado Jaques Reolon, que representou os policiais no processo.

O deputado federal Gonzaga Patriota é autor do Projeto de Lei nº 6894/13, que inclui o estudante de escola técnica federal, o bolsista de iniciação científica para ensino superior e médio e, o prestador de serviço militar obrigatório, como segurados empregados no Regime Geral de Previdência Social (RGPS, leis 8.212/91 – arrecadação – e 8.213/91 – benefícios). A medida busca computar o tempo da bolsa e do serviço militar para aposentadoria.

Segundo o Gonzaga Patriota, o período de bolsista é uma fase da vida em “que se ganha pouco e, os direitos previdenciários ainda ficam esquecidos”. Patriota lembra que bolsas mantidas por instituições como CNPq, Capes e ProUni, com dedicação exclusiva, não garantem a contagem do tempo de aperfeiçoamento para aposentadoria.

O mesmo problema acontece, de acordo com o deputado Patriota, no serviço militar obrigatório. “Os jovens ficam um ano inteiro prestando serviço às Forças Armadas, ao país, e não podem contar com esse período para a aposentadoria”, diz Patriota.

O período de trabalho nessas áreas, com as características do vínculo empregatício e remuneração, deve ser contado como tempo de serviço para a Previdência Social, na opinião do parlamentar. O tempo de serviço como bolsista vem sendo reconhecido judicialmente quando é comprovado o vínculo empregatício na atividade acadêmica.


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26/05


2020

Boa Viagem tem diferentes cenários de isolamento

Desde que começou a pandemia do novo coronavírus em Pernambuco, Boa Viagem, na Zona Sul, é o bairro do Recife que mais concentra casos – tanto de infecções quanto de mortes. De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde da capital (Sesau), divulgado no fim da noite desse domingo (24), a área acumula 528 casos graves e 50 mortes. A discrepância é tamanha que o segundo bairro com mais registros de casos – a Várzea, na Zona Oeste – tem 308 notificações a menos (220).

O Diário de Pernambuco circulou por algumas partes do bairro na manhã de ontem, dia que se iniciou a segunda semana da quarentena. Na maior parte das ruas, a circulação de carros e pessoas é baixa. Mas há diferenças consideráveis, de acordo com a parte visitada – reflexo do tamanho de Boa Viagem, que tem 753 hectares de área total, praticamente uma cidade dentro de outra.

Na Avenida Boa Viagem e no Parque Dona Lindu, o movimento é praticamente zero. Alguns até insistem em furar o isolamento social, mas normalmente aparecem solitários, andando de bicicleta ou correndo a pé, utilizando máscaras. No calçadão, agentes da Polícia Militar (PM) observam e orientam o público a voltar para casa e não entrar na praia, de acesso fechado desde 4 de abril, por força de decreto estadual.

"O pessoal até dá um jeito de tentar furar o bloqueio, indo pedalar em outro lugar, mas nem é aquele movimento de antes”, afirma o encanador Marco Antônio Tenório, de 57 anos. Morador do bairro, ele acredita que a quarentena está dando resultados. “Acho que se o governo não tivesse feito isso, essa praia iria estar toda lotada e mais gente teria morrido”, opina.

No Mercado de Boa Viagem, a movimentação era moderada. Na porta, uma funcionária coloca álcool 70% na mão de quem entra. O acesso só é permitido com o uso de máscara – sem ela, entrada barrada. Só vai quem realmente precisa, como o empresário Edmundo Soares, 60: "Quando se precisa sair, não tem jeito. O isolamento social está sendo respeitado na medida do possível. Creio que quem pôde ficar em casa, ficou".

Movimento mais intenso foi visto na Avenida Armindo Moura, perto da Vila Militar. Na Pracinha de Boa Viagem, se vê uma grande quantidade de pessoas em situação de rua aglomeradas – ainda mais vulneráveis nessa época de pandemia. Já na comunidade de Entra Apulso, lojas de comércio não essencial – como as de produto para cabelo e de acessórios para celular – estavam abertas.


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Shopping Aragão

26/05


2020

Quem encontrar será bem remunerado

De tanto fugir ao debate das questões estaduais pela mídia, a quem trata com desdém por se achar a dona do seu latifúndio eleitoral com léguas tiranas superando a casa dos 400 mil votos, a deputada Gleide Ângelo (PSB) virou alvo de chacota em grupos do WhatsApp e pelas redes sociais. Foge da Imprensa como o diabo da cruz.


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Comentários

Fernandes

Fui gado, comi capim, diz Delegado Waldir sobre apoio a Bolsonaro. Ex-aliado do presidente da República, o deputado federal também fez duras críticas ao conteúdo da reunião ministerial divulgada recentemente.

wilson washington carvalho de lima

Gleide Angelo obteve a votação extraordinária,não pela sua belíssima pauta em defesa das mulheres com uma frase de efeito, elaborada pelo seu marketing,mas devido ao fato de ter encontrado uma eleição atípica onde os eleitores não estavam interessados pelo pleito naquele momento,sem nem se quer ter candidato a votar e pelo motivo de ser uma candidata sem ainda ter sido experimentada nas urnas e com grande visibilidade na mídia devido as suas aparições como delegada de polícia em investigações importantes,sempre aparecendo com seus belíssimos cabelos coloridos, impregnando na cabeça do eleitorado o seu nome,restando ao mesmo sem opção votar na mesma,todavia se a eleição fosse hoje ,garanto que a mesma não teria a mesma votação e não seria a mais votada do nosso Estado pois como deputada não vejo uma única proposta,vi delegados que viraram deputados e pensam como tal,mas Gleide Angelo delegada que virou deputada ,mas mentalidade ainda de delegada,nao está sendo uma boa representante para mais dos seus 400 mil eleitores



26/05


2020

Nascidos um para o outro

Editorial do Estadão

Não há dúvidas. Jair Bolsonaro e Lula da Silva nasceram um para o outro.

Tanto o presidente da República como o chefão petista se associam na mais absoluta falta de escrúpulos, em níveis que fariam até Maquiavel corar. Pois o diplomata florentino que viveu entre os séculos 15 e 16, malgrado tenha descartado a retidão moral absoluta como fator essencial para o bom governo, formulou uma ideia de ética específica para a política, segundo a qual, entre outras regras, o governante jamais deve colocar seus interesses pessoais acima dos interesses do Estado nem agir como se seu poder fosse ilimitado: “O príncipe que pode fazer o que quiser é um louco”, escreveu em sua obra mais conhecida, O Príncipe (1532).

Jair Bolsonaro e Lula da Silva unem-se como siameses. Enxergam o mundo e seu papel nele da mesmíssima perspectiva. Tudo o que fazem diz respeito exclusivamente a seus projetos de poder, nos quais o Estado e o povo deixam de ser o fim último da atividade política e passam a ser meros veículos de suas aspirações totalitárias.

Ambos, Bolsonaro e Lula, só se importam com o sofrimento e a ansiedade da população na exata medida de seus objetivos eleitorais. O petista, por exemplo, declarou recentemente que “ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado coronavírus para que as pessoas percebam que apenas o Estado é capaz de dar a solução, somente o Estado pode resolver isso”.

Tão certo de sua inimputabilidade, Lula da Silva nem se preocupou em ao menos aparentar retidão moral, como recomendava Maquiavel aos príncipes de seu tempo, entregando-se à mais vil exploração política do sofrimento causado pela pandemia de covid-19. Lula da Silva é, assim, o anti-Maquiavel: enquanto o florentino elogiou seus conterrâneos por preferirem salvar sua cidade em vez de salvar suas almas, Lula saúda a morte de seus compatriotas como uma espécie de sacrifício religioso em oferenda à estatolatria lulopetista.

Já Bolsonaro, bem a seu estilo, continua a menosprezar os milhares de brasileiros mortos na pandemia, agora com requintes de crueldade. Depois do infame “e daí?”, expressão que usou ao reagir à informação sobre a escalada do número de mortos no Brasil, o presidente da República não viu nenhum problema em fazer piada com a desgraça do país que ele foi eleito para governar. “Quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda toma Tubaína”, brincou Bolsonaro.

Nem se deve perder tempo procurando graça onde, definitivamente, não há. Diante das dramáticas circunstâncias, só riu da blague bolsonarista quem não nutre nenhuma empatia ou respeito pelo sofrimento dos outros. Para o presidente da República, só os direitistas são dignos de salvação – por meio da cloroquina, que Bolsonaro, baseado em estudos fajutos, quer que os brasileiros tomem para que o País supere rapidamente a pandemia e “volte ao normal”. Já os “esquerdistas” – isto é, todos os que não são bolsonaristas –, que bebam refrigerante.

Bolsonaro e Lula são o resultado mais vistoso da degradação violenta da atividade política, aquela que, na concepção de Maquiavel, deveria almejar a todo custo o bem coletivo. Cada um à sua maneira, um mais truculento, o outro mais dissimulado, o presidente e o petista se consideram fora do alcance das considerações éticas que deveriam moderar o poder e que estão no coração das sociedades democráticas.

Lula trabalha desde sempre para cindir o País – e sua recente celebração do coronavírus pode ser vista como uma espécie de corolário macabro da concepção doentia segundo a qual os brasileiros recalcitrantes, que ainda não aceitam o projeto de Estado autoritário idealizado pelo lulopetismo, devem ser castigados pela natureza para que aprendam de uma vez por todas que Lula sempre tem razão. Bolsonaro faz exatamente o mesmo, e ainda enxovalha publicamente quem se recusa a aceitá-lo como salvador.

O bolsonarismo é um monstrengo antidemocrático que só ganhou vida e ribalta por obra e graça do lulopetismo. A uni-los, a sede de poder absoluto. Mas, como já ensinou Maquiavel, não há poder que dure para sempre.


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26/05


2020

Tu vota em mim e eu voto em tu

Meu pai Gastão Cerquinha, 98 anos, era um político extremamente conciliador. Nunca entendeu minha relação profissional conflituosa com a fauna animalesca da cena política e vez por outra me dava uns cascudos quando me via envolvido em brigas. Mas era também muito sagaz e divertido.

Para divertir o noticiário de hoje e alegrar o início desta terça de mais uma semana de isolamento social me pediram para contar uma história muito engraçada dele quando emplacou o terceiro e penúltimo mandato de vereador de Afogados da Ingazeira.

Eleição apertada, com muitos candidatos em disputa, papai não teria gostado do atrevimento de um velho cabo eleitoral de ter se lançado candidato. Para transferir, era bom no exército de aliados de papai. Como candidato, não foi votado nem pela família, conforme as urnas abertas atestaram.

Ele morava num sítio, analfabeto e extremamente dependente de papai. Até as cartas que mandava para os filhos em São Paulo era papai que redigia. Papai fez de tudo para ele desistir da candidatura. Vendo que de fato não ia conseguir, papai inventou uma história malandra que ele caiu fácil. O procurou e disse: "Zé, você sabe que a lei proíbe que a pessoa vote nela própria? Então, vamos fazer o seguinte: você vota em mim e eu em você e ai a gente fica acertado".

O matuto levou a conversa a sério. Abertas as urnas, naquele tempo de contagem manual, um a um no papel, o dito cujo só teve dois votos. Chegando em casa, pediu o divórcio.

"Só tive dois votos. O meu e o do compadre Gastão, que é cumpridor de palavra. Nem você votou em mim", resmungou.

Até hoje, papai se diverte com essa história e garante que nunca foi real. Exageraram na dosagem, segundo ele.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Época do respeito, da honestidade e das brincadeiras sadia. Bons e saudosos tempos.



26/05


2020

Oposição desrespeita governador em Araripina

Em Araripina, a 681 km do Recife, o empresário Tião do Gesso, mais conhecido como o "Barão do Gesso", rasgou o decreto do isolamento social do Governo do Estado e promove, neste momento, uma carreata em protesto contra o fechamento do comércio. Uma vergonha, até porque ele faz para se promover politicamente. É pré-candidato a prefeito pelo SD.


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26/05


2020

Prefeitura compra 600 botijões de gás para escolas fechadas

O vereador Bruno Galvão (PT) apresentou, na última quinta-feira, um pedido de informação solicitando à Secretaria de Educação de Belo Jardim, dados sobre a compra e utilização de 600 botijões de gás de cozinha, para produção de merenda da rede municipal de ensino.

Em fevereiro, março e abril deste ano, a Secretaria de Educação de Belo Jardim, gastou mais de R$ 43 mil reais com a compra de botijões de gás de cozinha. O valor unitário de acordo com os empenhos n° 348 e 540, equivale a R$ 70,50 reais.

“Este ano, os alunos da rede municipal tiveram apenas um mês de aula, que corresponde ao período de 15 de fevereiro ao último dia 17 de março, sem mencionar os feriados do carnaval, previstos no calendário escolar. Como sabemos, as aulas foram suspensas em toda rede de ensino do país, devido à pandemia do coronavírus, o que não justifica a compra dessa quantidade de gás de cozinha sem a realização das atividades nas unidades escolares do município”, justificou o vereador Bruno Galvão.

A informação extraoficial obtida pelo mandato do vereador, atesta que em março, apenas 100 botijões de gás de cozinha, chegaram ao depósito da Secretaria de Educação de Belo Jardim.

“Desde o início dessa pandemia, encaminhamos a sugestão ao governo municipal, para que a Secretaria de Educação pudesse incrementar na disponibilização dos kits básicos de alimentação dos alunos da rede municipal em maior situação de vulnerabilidade social, o gás de cozinha. Não fomos atendidos. E a Secretaria segue sem explicar qual o destino destes botijões de gás, já que não estão sendo utilizados nas escolas”, lamentou.

O documento solicita que a Secretaria de Educação apresente a quantidade exata de botijões de gás comprados e onde foram utilizados. Em caso de suposta doação, o vereador indicou que os dados dos beneficiados sejam informados para averiguação do poder legislativo.

A Secretaria de Educação tem o prazo de 30 dias para responder o pedido de informação, contados a partir da data do recebimento do ofício, de acordo com o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Belo Jardim.


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Comentários

Fernandes

Fui gado, comi capim, diz Delegado Waldir sobre apoio a Bolsonaro. Ex-aliado do presidente da República, o deputado federal também fez duras críticas ao conteúdo da reunião ministerial divulgada recentemente.

Fernandes

Prefeito do PTB.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Pelo visto vai ter aumentar o efetivo do MPE,MPF e da PF.



26/05


2020

Planalto esperava ação contra Witzel

Integrantes do Palácio do Planalto esperavam, nos últimos dias, uma ação que mirasse o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, por suspeita de desvios na área da saúde. Na manhã de hoje, a Polícia Federal (PF) iniciou a Operação Placebo contra o governador do RJ em investigação sobre hospitais de campanha.

O blog da Andréia Sadi recebeu relatos, nos últimos dias, da expectativa do governo de uma ação policial para aprofundar desvios na Saúde no Rio de Janeiro. Governistas lembram que “o que mais incomodava” o presidente Jair Bolsonaro na gestão Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, era a "falta de foco" nos supostos desvios no Rio.

Por Witzel ser adversário político do presidente, parlamentares de diferentes partidos ouvidos pelo blog se surpreenderam com a operação de hoje, exatamente semanas após Bolsonaro conseguir trocar a direção da PF – e em meio ao inquérito que apura suposta interferência política dele no órgão.

Diante dessas avaliações de políticos, aliados de Bolsonaro reconhecem ao blog que o governo pode ser acusado de montar uma polícia particular de Estado, e que Bolsonaro é “atacado por todos”, mas que, se há desvios do governo fluminense, é preciso investigar.

Desde a eclosão do caso do porteiro, no âmbito das investigações do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, Bolsonaro cobrava uma atuação mais contundente de Moro e da PF para investigar eventuais desvios de Witzel – mas o presidente julgava que não era atendido.

Uma das suspeitas de investigadores nos bastidores é de que o presidente queria o controle da Polícia Federal – reclamando de falta de informações – porque queria ter poder para investigar adversários, o que o Planalto nega.

O que governistas argumentam é que Bolsonaro, quando fala em "rede de informações", refere-se a porteiros, motoristas, além de policiais, e essas pessoas o informam de "desvios pelo país".

No caso específico dos desvios da saúde, o blog apurou junto a interlocutores de Moro que as investigações começaram ainda na sua gestão. Inclusive, segundo investigadores, a prisão de Mario Peixoto, empresário suspeito do esquema de corrupção na Saúde do Rio, era para ter ocorrido em março, mas, com a pandemia causa pelo coronavírus, a PF adiou a operação. Moro ainda estava no governo, portanto, as investigações começaram ainda com o ex-juiz à frente do Ministério da Justiça.

Aliados de Moro lembram também que o grupo especial de investigação foi criado ainda na sua gestão.

Portaria da Polícia Federal, com a data do dia 15/4, mostra que foi criado o “Grupo Especial de Combate à Corrupção e ao Desvio de Recursos Públicos – GECOR/COVID-19 para atuar durante o período de vigência do estado de emergência em saúde pública decorrente da situação de pandemia decretada pelo Governo Federal por conta da propagação da COVID-19”.

Moro deixou o governo dia 24 de abril.


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26/05


2020

Governador do DF passa por cirurgia de emergência

Em boletim médico divulgado na manhã de hoje, a equipe do Hospital DF Star, na Asa Sul, em Brasília, afirmou que o governador Ibaneis Rocha (MDB) continua internado, após cirurgia, mas se encontra estável.

O chefe do Executivo local foi internado com dor abdominal aguda, ainda na tarde de ontem. Após avaliação médica e realização de uma tomografia, foi decidido pelo procedimento cirúrgico.

“O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, segue internado no Hospital DF Star desde o dia 25 de maio, com quadro de abdômen agudo. Foi submetido à intervenção cirúrgica por vídeo na madrugada de 26 de maio, quando foi identificada e corrigida uma perfuração em um segmento intestinal por um fragmento de osso”, diz a nota.

“O procedimento se deu sem intercorrências e o governador encontra-se estável no pós-operatório”, aponta o comunicado.


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26/05


2020

PF faz operação na casa do governador do Rio

Quatro carros da Polícia Federal estão no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do estado do Rio de Janeiro, na Zona Sul da cidade, na manhã desta terça-feira (26). A investigação tem relação com possíveis fraudes nos hospitais de campanha do estado. Ainda não há informações sobre possível cumprimento de mandado no local. A ação é comandada por agentes da Polícia Federal de Brasília. Equipes estão em vários endereços, entre eles no Leblon, na Zona Sul, e na Rua Professor Valadares, no bairro do Grajaú, Zona Norte, onde morava o governador antes de assumir o mandato. A ação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STJ).


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Fernandes

Fui gado, comi capim, diz Delegado Waldir sobre apoio a Bolsonaro. Ex-aliado do presidente da República, o deputado federal também fez duras críticas ao conteúdo da reunião ministerial divulgada recentemente.

Fernandes

Centrão já administra 73 bilhões de reais no Governo Bolsonaro.

Rafael C.Soares Quintas

A ação foiautorizada pelo STJ e não STF

Fernandes

Olavo de Carvalho já justifica corrupção bolsonarista Ao ser questionado pela BBC Brasil sobre o escândalo do caso Queiroz, o guru do bolsonarismo disse que casos pequenininhos de corrupção podem acontecer, e que um episódio de corrupção no governo Bolsonaro é menos grave do que em outros governos. Tudo bandido.

Fernandes

Coaf abriu caminho a retrocesso no combate à corrupção, dizem especialistas. Partiu do Coaf o relatório que originou a investigação sobre a evolução patrimonial do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.


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