O Jornal do Poder

22/05


2020

Bivar: Bolsonaro fustiga a democracia e isso é assustador

Revista IstoÉ

O presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar, é o que se pode chamar de bolsonarista arrependido. Em 2018, o então deputado Jair Bolsonaro precisava de uma legenda para lançar-se candidato a presidente e encontrou no partido de Bivar um porto seguro. Com pouquíssimos recursos do fundo eleitoral (R$ 9 milhões) – pois o PSL só tinha um deputado federal –, e sem tempo de TV, Bolsonaro se elegeu presidente e até a presidência do partido ele tomou para seu grupo. Bivar flanou na onda bolsonarista, mas retomou a sigla após as eleições. Passou a presidir o maior partido na Câmara, com 52 deputados.

O problema é que, depois, quando o PSL tinha mais de R$ 500 milhões em caixa do fundo partidário, Bolsonaro tentou lhe dar uma rasteira e tomar o PSL de volta. Bivar e um grupo de deputados reagiram e partiram para a oposição ao presidente. Hoje, o grupo bivarista defende até o impeachment do capitão. Bivar diz, em entrevista exclusiva à ISTOÉ, que as denúncias de Moro, e sobretudo as do empresário Paulo Marinho, são “extremamente graves”, podendo levar a Câmara a instalar uma CPI contra o presidente. Aos 75 anos, Bivar diz que Bolsonaro lhe provoca “amargura”.

Como o senhor viu as acusações do empresário Paulo Marinho de que a PF retardou as investigações das ligações do senador Flávio Bolsonaro na rachadinha com Fabrício Queiroz antes do segundo turno para não atrapalhar a eleição do presidente?

As denúncias são extremamente graves, principalmente pelo fato de terem partido do Paulo Marinho, que cedeu sua casa para servir de local das gravações da propaganda política de Jair Bolsonaro. Eles conviveram no dia a dia da campanha e mantiveram ligações estreitas, quase laços familiares. As denúncias são contundentes.

Acha que as acusações precisam ser investigadas a fundo?

Se houver indícios de crime, é importante que a Polícia Federal investigue e que a Câmara instale uma CPI para averiguar as denúncias.

O senhor, que conviveu com Marinho e Gustavo Bebianno, já falecido, sabia que o ex-ministro guardava um celular com diálogos comprometedores com Bolsonaro?

Durante a campanha, eu cedi o PSL para Bolsonaro fazer a campanha e quem administrou o partido, de fato, foi o Bebianno. Me afastei. Não quis participar de nada. Achei melhor não me envolver. Por isso mesmo, fiquei distante deles. Só retomei o PSL quando Bolsonaro se elegeu. Desconhecia esses bastidores agora revelados com gravidade pelo Paulo Marinho.

Vários deputados do seu partido, que ajudaram a eleger Bolsonaro, defendem o impeachment. O senhor, como presidente da agremiação que também foi fundamental para elegê-lo, o que diz sobre esse movimento?

Bolsonaro fustiga a democracia o tempo todo e isso é assustador. Nós, brasileiros. estamos preocupados em preservar a República. E, portanto, o pedido de impeachment é um movimento compreensível.

O senhor concorda que o presidente cometeu crimes de responsabilidade e por isso não merece mais continuar exercendo a presidência?

O que um governo sério precisa fazer é deixar as investigações serem concluídas dentro do jogo democrático, respeitando as normas e sem tentativas de atrapalhar. No momento só me permito ficar na expectativa da apuração dos fatos.

Uma das irregularidades denunciadas mostram que o presidente quis interferir na PF para proteger os filhos. O senhor acha que o presidente cometeu crime ao tentar interferir na PF?

Sem dúvida, após o depoimento do ex-ministro Sergio Moro, aliado à gravação da reunião com os ministros em que o presidente trata do assunto, não restam dúvidas sobre o interesse do Palácio do Planalto em interferir na Polícia Federal.

O presidente pode mudar superintendentes da polícia e até trocar de ministro apenas para salvaguardar filhos?

Claro que não. Isso pode ser configurado como crime de prevaricação.

Como o senhor viu a demissão do ministro Sergio Moro? Acha que ele agiu certo ao pedir para sair quando percebeu que o presidente queria mudar o diretor-geral da PF apenas para proteger seus familiares?

O ministro Moro tem suas convicções e jamais as perderá, creio eu, pois a pior derrota de um homem é perder sua dignidade. Por isso, entendo perfeitamente sua postura.

O presidente pode trocar o diretor-geral e superintendente da PF, passando por cima do ministro da Justiça?

Institucionalmente, o presidente tem esse poder, mas creio que outros valores como respeito, ética e compromissos pretéritos assumidos publicamente com o ex-ministro não combinam em nada com a conduta do governo nesta questão.

Como o senhor viu a tentativa do presidente em nomear o delegado Alexandre Ramagem para a PF, quando as credenciais eram o fato dele ser amigo dos seus filhos?

Atenta contra as instituições. Temos três honrados delegados federais no nosso partido que fazem um excelente trabalho. A PF goza de muita credibilidade perante a sociedade e é um órgão de Estado, não de governo. Qualquer ato que não repouse na capacidade técnico-administrativa da instituição é conspurcar contra a democracia.

Por que o presidente Bolsonaro desejava ter alguém de sua confiança na Polícia Federal?

Sinceramente, é constrangedor o presidente trocar o diretor-geral da PF unicamente para ter acesso a determinados relatórios. O ex-ministro Moro deixou claro que o governo tinha acesso aos relatórios, mas há dados de investigações em andamento que a Polícia Federal não é obrigada e não deve passar nem mesmo para o presidente da República.

Qual a conclusão que o senhor tirou da reunião ministerial do dia 22? O presidente pressionava Moro a trocar o superintendente do Rio, preocupado com os inquéritos contra Flávio Bolsonaro?

Está clara a preocupação do presidente com as investigações contra os filhos. Certamente ele tinha ideia da gravidade das coisas. Só isso explica ter promovido tão inusitada reunião, diante de tantas testemunhas.

Nessa reunião, o presidente xingou vários adversários, como os governadores de São Paulo e do Rio. Acha que isso atrapalha a unidade da federação?

Como ele considera ambos os governadores inimigos do seu governo, as ácidas e impublicáveis opiniões são compreensíveis. Entretanto, o linguajar desferido não deixa de ser estarrecedor, em função da liturgia do cargo que ele representa.

Nessa reunião, vários ministros também foram agressivos. O ministro da Educação disse que os ministros do STF tinham que ser presos. O que o senhor achou disso?

Há pessoas que se desfiguram somente para agradar o chefe, perdendo a própria identidade. O presidente, lá no fundo de sua alma, talvez abomine os subservientes, porque eles se tornam despidos de veracidade e nada contribuem para suas decisões ou reflexões.

A ministra Damares Alves também atacou os governadores. Qual é a gravidade desse tipo de ataque?

Dirigir um país exige que o chefe maior do governo faça boas escolhas ao nomear pessoas e, sobretudo, seus principais ministros. Senão, ele pode ficar à mercê de opiniões estapafúrdias de eventuais assessores despreparados, o que é muito ruim para o país.

E o fato de o ministro Ernesto Araújo, ter acusado os chineses de espalharem o vírus?

Quando estive com o ministro Araújo para tratar da reunião dos partidos políticos dos BRICS, que antecederia a reunião de cúpula do grupo, ele me pareceu muito equilibrado. Então, me causa estranheza esse tipo de posicionamento. Na verdade, esses equívocos têm me causado sensível dor e muito constrangimento, pois na minha primeira visita à embaixada chinesa em Brasília levei uma mensagem do presidente de apreço ao povo chinês e o desejo dele visitar aquele país. O embaixador foi muito gentil e interessado em manter boas relações com o Brasil. Agora, com tudo isso, sinto-me tremendamente entristecido.

O senhor acha que o vídeo precisa ser divulgado na totalidade, para que a sociedade saiba tudo o que aconteceu naquela reunião do dia 22?

É constrangedor saber que o presidente e seus ministros, ao tratar da coisa pública, usem os termos que usaram na tal reunião, mas, infelizmente, é imprescindível que a verdade seja revelada, pois a transparência tem de ser prioridade neste País.

E quanto à pandemia, o senhor acha que o presidente age certo ao defender o fim do isolamento social o mais rápido possível?

O melhor caminho é seguirmos a experiência científica dos países que já foram, ou estão assolados pela pandemia.

O Ministério da Saúde, a OMS e os governadores estão recomendando que o isolamento se intensifique como forma de reduzir os casos de Covid, mas o presidente insiste para que tudo volte ao normal. O presidente está equivocado?

Não entendo o comportamento do presidente. Estamos vivendo um enorme pesadelo. O foco neste momento deve ser o combate ao único inimigo letal, que é a Covid-19.

Já passamos das 20 mil mortes, mas o presidente continua tratando a pandemia como algo sem importância. Tanto que, quando o Brasil atingiu 11 mil mortes, Bolsonaro foi passear de Jet ski. Ele debocha da gravidade da situação?

Olha, às vezes evito o noticiário na tentativa de tornar o presidente invisível. São tantas atitudes deploráveis e palavras absurdas que me ferem e geram amargura.

Por que só Bolsonaro é contra o isolamento social e as medidas de endurecimento contra o coronavírus? Ele é insensível?

Ninguém em sã consciência pode ignorar o que está ocorrendo com seu povo. Peço a Deus, de quem Bolsonaro tanto fala neste governo, que ilumine os homens de bem para dar um basta em tudo isso.

Ele pode ser responsabilizado por tribunais por genocídio, como defendem vários organismos?

Não quero que a história registre o nosso infortúnio de um povo dizimado. Quero, sim, interromper esse processo. Não aceito esperar para que tribunais internacionais nos condenem por genocídio, sem que tenhamos resistido inertes ao nosso holocausto.

O que o presidente deveria fazer, e não faz, no combate ao coronavírus? Afinal, ele já disse que não tinha o que fazer, pois era Messias mas não fazia milagre.

As milhares de famílias que perderam seus entes queridos merecem respeito. Também merecem respeito todos os cidadãos que pagam seus impostos e estão morrendo de medo de adoecer e não terem vaga nos hospitais. Alguns países estão conseguindo vencer o vírus com as medidas corretas, recomendadas pela ciência. Ao pregar a não obediência a essas medidas, o presidente tira do povo brasileiro a única esperança de vencer essa guerra.

Olha, às vezes evito o noticiário na tentativa de tornar o presidente invisível. São tantas atitudes deploráveis e palavras absurdas que me ferem e geram amargura

Desde que Bolsonaro deixou o PSL, o seu partido passou a crescer no número de filiados. Acha que Bolsonaro não fez falta ao partido?

É inegável o crescimento do PSL. Foi o partido que mais cresceu na última atualização no número de filiados feita pelo TSE. Aumentamos em quase 27% o número de filiados após a saída do presidente. Acredito que isso se deve à nossa postura ideológica clara e distante da insensatez que ele representa. O PSL existe há mais de duas décadas. Nossos valores e propostas permanecem as mesmas, desde a fundação. Posso dizer que poucos partidos no Brasil têm a nossa coerência. Ao final das contas, a instituição sempre será maior do que qualquer correligionário. Ninguém é insubstituível.

Como o senhor está vendo a tentativa dele em criar o Aliança pelo Brasil? Acha que ele vai tirar muitos deputados do seu partido?

Graças à tecnologia, aos mecanismos de transparência e ao trabalho da imprensa, o povo está mais sábio. Criar um partido tendo como pano de fundo a cooptação fisiológica é uma coisa que não se sustenta por muito tempo hoje em dia. Além do mais, mercenários e oportunistas não têm fidelidade a ninguém. Esse novo partido que procuram criar já nasce flácido e carente de credibilidade. Sinceramente, não nos preocupa, e os números recentes do TSE são uma prova inequívoca de que estamos imunes ao parasitismo.

Como o senhor vê o trabalho do presidente para atrair à sua base de apoio no Congresso os partidos organizados em torno do Centrão?

Qualquer governo precisa dialogar com os partidos para suas aspirações de governança. O que me surpreende é que o discurso do presidente era diametralmente oposto ao que ele faz hoje. Um governante pode perder popularidade e depois recuperá-la, mas se perde credibilidade, dificilmente a recupera.

Parlamentares dizem que o presidente está comprando o apoio de deputados em troca de cargos em estatais e ministérios. Isso é o velho toma lá dá cá?

Isso é muito ruim para a política brasileira, mas é fruto da incapacidade de gestão. Se ele acha que o toma lá dá cá resolverá tudo, ledo engano. Será um voo de galinha.

Como o senhor acompanha a volta para a base de apoio do presidente de políticos condenados por corrupção, como Valdemar da Costa Neto e Roberto Jefferson? Bolsonaro se iguala a Lula e Dilma, acusados de corrupção na cooptação de partidos políticos?

O que mais me preocupa é a conduta de quem está na posse da caneta. Espero que os homens de bem deste país, de verde-oliva, não se deixem cooptar pelo salário extra ou pelo cabide de empregos para parentes e amigos. As nossas instituições são o nosso bem maior e devemos preservá-las a todo custo.


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Potencial Pesquisa & Informação

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18/09


2020

Duere quer auditoria em drenagem da Yazaki em Bonito

A conselheira do Tribunal de Contas de Pernambuco Teresa Duere expediu, hoje, uma medida cautelar para averiguar possíveis irregularidades no Processo de Dispensa 01/2020, cujo objeto é a contratação de empresa para drenagem em local destinado à construção da fábrica da Yazaki – companhia japonesa especializada na fabricação de peças automotivas – em , em Bonito. O pedido de auditoria partiu de Adriano Joel de Oliveira do Carmo, que afirmou que o processo de dispensa publicado no Diário Oficial no último dia 21 de fevereiro não poderia ter ocorrido.

O contrato de R$ 2.234.735,33 atendeu a empresa Xavante Aluguel de Máquinas Ltda., que tem como sócio o ex-prefeito de Bonito, Ruy Barbosa, que teria participado das negociações para a chegada da fábrica. Para o denunciante, isso comprometeu “a lisura da contratação”. As obras também tiveram início em 31 de janeiro deste ano, antes mesmo da conclusão do processo de dispensa.

Na visão de Duere, “a gestão municipal não apresentou justificativas que possam ser consideradas suficientes para a contratação emergencial” e “há evidências de que a empresa escolhida para executar a obra pertence a pessoas que tomaram parte das negociações. Essas foram algumas das razões apresentadas pela conselheira para determinar a abertura do processo de auditoria especial.


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Banco de Alimentos

17/09


2020

Queiroz justifica sua decisão de não disputar

Meu amigo Magno Martins,

Devo dizer que sou um vitorioso na minha vida política. Quatro mandatos consagradores de prefeito, com o seu testemunho, estou no quinto mandato de deputado e até quando perdi para o todo poderoso governador/ministro/senador Marco Maciel a eleição para o Senado, saí com o sabor de vitória. Portanto, respeitando a ciência e amargando 27 dias de UTI, de minha nora Ana Paula, sem previsão de alta, mexendo com os nossos sentimentos, resolvi não disputar a Prefeitura e também porque sou um guerreiro da rua, o que a pandemia não tem permitido.

Sou um político que defende causas e ideias, pois sigo o exemplo de Leonel Brizola. Estou vibrante e animado como dizia Eduardo Campos. E as lutas continuam.

José Queiroz, deputado estadual de Pernambuco pelo PDT 


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Comentários

Abdias Felix

Decisão acertada, se DEUS quiser qq hora estará novamente com seus amigos e familiares, quanto a vc continue seguindo o que a ciência e sua consciência manda. Seus amigos e eleitores haverão de compreender



17/09


2020

Geraldo vira meme após matéria do blog

A nota “Geraldo Júlio já é hexa na Federal”, publicada ontem no blog, sobre as seis operações que a Polícia Federal fez na Prefeitura do Recife, viralizou na internet e gerou diversos memes nas redes sociais. Uma das imagens ironiza o gestor, que aparece levantando uma taça, e toma emprestado o slogan do Clube Náutico Capibaribe: “Hexa é luxo”.

“O prefeito Geraldo Júlio é hexa campeão em operações da Federal. Só na de hoje são investigados desvios da ordem de R$ 60 milhões de recursos federais da pandemia destinados a salvar vidas ameaçadas pela Covid-19”, trazia um trecho da matéria.


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17/09


2020

Apoio de Cintra segue indefinido em Belo Jardim

Cintra Galvão ainda não se decidiu politicamente em Belo Jardim. Este ano, pela primeira vez na história política da cidade, Quinca, como é conhecido por seus eleitores, não irá indicar nenhum candidato à disputa eleitoral. Todos estão ansiosos aguardando a decisão do apoio do Pavão que, segundo os filhos, será anunciada no final deste mês.

Ontem, na convenção municipal do PT, Fábio Galvão, pré-candidato a vice pelo partido e sobrinho do ex-deputado e ex-prefeito Cintra Galvão, fez um apelo ao tio que xaveca com o PSB, liderado pelo ex-prefeito João Mendonça, opositor histórico do Pavão Misterioso.

"Cintra, aqui tem três sobrinhos seus. Sua família está aqui. Venha pra cá e erga a sua história. Termine a sua vida pública como o senhor começou, de cabeça erguida. Nós estamos aqui para lhe receber de coração aberto. Venha reescrever a história de Belo Jardim, junto com a gente. Se não vier, não tem problema. Nós também podemos voar, embora não sejamos pavões", discursou.


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17/09


2020

Mendonça apresenta eixos do programa de governo

Em entrevista coletiva online, hoje, para a apresentação dos eixos principais do seu programa de governo, o candidato a prefeito do Recife Mendonça Filho (DEM) afirmou que é necessário focar o debate das eleições nos problemas da Capital, e não investir na nacionalização do debate. "Tem que acabar essa briga do PSB e PT querendo o tempo todo nacionalizar o debate", pontuou. As informações são do Blog da Folha.

Ao lado da candidata a vice, Priscila Krause (DEM), Mendonça negou que uma música tocada, na última quarta-feira (16), em sua convenção, que faz alusão ao presidente da República, afirmando que "Mendonça é Bolsonaro e Bolsonaro é Mendonça" seja o seu jingle de campanha. Segundo ele, trata-se de uma composição do seu amigo Alcimar Monteiro. "As pessoas têm liberdade de criação e podem defender suas ideias", disse o candidato. Mendonça e Priscila ainda negaram que o nome da coligação, "Recife acima de Tudo" seja motivado pelo slogan "Brasil acima de tudo", utilizado por Bolsonaro.

O candidato, no entanto, afirmou que há a constatação de que parte do seu eleitorado é alinhado também ao presidente da República e os próprios eleitores podem promover essa associação. "Eu tenho milhares de eleitores, Priscila também, que votam em nós e votaram em Bolsonaro. Isso não é algo escondido. Vou recepcionar todos os eleitores do Recife, respeito muito os eleitores que torcem pela nossa vitória e que torceram e apoiaram o presidente Bolsonaro", sublinhou, acrescentando que a boa relação com o Governo Federal é essencial para a Capital pernambucana. "Se eu quero tocar um programa habitacional, preciso do apoio da Caixa. Se quero tirar uma obra como a triplicação da BR-232 na entrada de Recife do papel, preciso do Governo Federal. Para melhorar a Saúde a mesma coisa, se eu preciso de creches, preciso de apoio do Ministério da Educação", exemplificou.

Eixos

No encontro virtual de ontem o coordenador da campanha da coligação Recife Acima de Tudo, Ecio Costa, professor do Departamento de Economia da Universidade Federal de Pernambuco, expôs os eixos principais do plano de governo: desenvolvimento social, desenvolvimento econômico, desenvolvimento urbano e desenvolvimento institucional. Cada um deles abrange uma série de áreas voltadas para a população. Ele destacou o "fomento ao empreendedorismo" como um dos principais itens a serem trabalhados na campanha, assim como "a situação fiscal cada vez mais complicada" do município.

Priscila Krause destacou que Recife é a "Capital com maior arrecadação do Nordeste" e precisa aprimorar a sua gestão. "É preciso um orçamento bem gerido, gerido com transparência e competência, buscando resultados e com monitoramento dos efeitos das ações, para que seja possível multiplicar esses recursos", afirmou, frisando que em uma eventual gestão, buscarão valorizar os recursos financeiros e os servidores municipais.

De acordo com Mendonça, até o dia 26 de setembro, será apresentado um documento base do plano de governo e, ao longo da campanha, haverá debates com a população, sociedade organizada, segmentos empresariais e de trabalhadores para aprimorar o programa. Ele ainda convidou os cidadãos para que sugestões ao plano de governo sejam feitas nas suas redes sociais e nas de Priscila Krause.


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17/09


2020

Osório realiza convenção em Pedra

O prefeito de Pedra e candidato à reeleição, Osório Filho (PSB), realizou a sua convenção partidária virtual, com transmissão pelas redes sociais, no Clube Polimático, ontem. Na ocasião, foi anunciado o vice, Riva Venâncio (SD).

Durante a convenção, Osório destacou o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos três anos e meio que lhe garantiram, entre outras conquistas, o prêmio de Prefeito Amigo da Criança, da Abrinq; e o alcance da meta do IDEB em 2019 que cresceu mais de 31% em relação a 2015. Para ele, a Pedra não pode voltar atrás, é preciso olhar para o futuro, seguir em frente, abrir novos caminhos e superar os desafios que a pandemia deixou marcado nas vidas das pessoas e do município. “Temos um compromisso com o povo e o futuro de nossa terra e disso não abrimos mão”, disse.

Osório Filho vai para a reeleição numa frente formada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Solidariedade (SD) e do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Durante a convenção, várias lideranças regionais enviaram mensagens por vídeo, reforçando o apoio e a liderança do prefeito, a exemplo do governador Paulo Câmara, dos deputados federais João Campos e Augusto Coutinho e do deputado estadual Waldemar Borges.


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17/09


2020

PTB homologa o nome de Vavá Rufino em Moreno

Em convenção realizada ontem, o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) homologou a candidatura à reeleição do Prefeito de Moreno Vavá Rufino. A convenção, transmitida pelas redes sociais, foi realizada na quadra do Colégio Municipal Baltazar Moreno e seguiu todas as orientações das autoridades sanitárias, em relação ao número de presentes, medição de temperatura e uso de álcool na entrada e máscaras em todos os presentes.

Vavá Rufino terá como vice na chapa a ex-secretária de Saúde do município, Ana Araújo, servidora concursada da Prefeitura do Moreno, que já trabalhou como monitora do PETI, professora das redes pública municipal e estadual, gestora hospitalar, sanitarista e conselheira tutelar em dois mandatos. Ana Araújo foi membro da Diretoria do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de PE (COSEMS-PE). “Conheço a realidade do município pelas muitas funções que ocupei aqui. Quero contribuir para que o poder público esteja sempre perto daqueles que mais precisam”, disse Ana Araújo.

Em seu discurso, Vavá Rufino lembrou que assumiu a Prefeitura em janeiro de 2017 e encontrou serviços públicos funcionando de forma precária.  O prefeito fez um relato por cada área de atuação, mostrando a realidade encontrada e as ações desenvolvidas no mandato, “Temos convicção do dever cumprido, da busca permanente de ações e recursos para responder as necessidades da população”, disse o prefeito.

Vavá Rufino ocupa pela quarta vez o cargo de prefeito de Moreno. O gestor já administrou o município de 1989/1992, 1997/2000 e 2001/2004. Entre 1983 e 1988 foi vice-prefeito da cidade. Vavá foi também presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). O prefeito é engenheiro, pós graduando em Desenvolvimento Sustentável e Auditoria Ambiental e servidor aposentado da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).


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17/09


2020

Dr. Geovani e Isaque da Foto são homologados em Itaquitinga

A convenção do PSB homologou os nomes de Dr. Geovani e do atual vereador Isaque da Foto para prefeito e vice respectivamente. A convenção foi realizada apenas para os convencionais e pré-candidatos, de modo fechado respeitando todas as normas sanitárias do COVID-19, com álcool em gel e máscaras, bem como as distâncias necessárias.

A surpresa foi a presença do ex-vice prefeito Neco dos Correios (2013-2016) que fez um discurso emocionante explicando as razões de aderir à candidatura do PSB em Itaquitinga.

Dr. Geovani agora homologado candidato do PSB vai à reeleição em busca do terceiro mandato com o apoio de 7 vereadores e vários outros candidatos.


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17/09


2020

Ipubi: Dr. Wilson Filho tem candidatura homologada

Em convenção realizada na noite de ontem, o Democratas (DEM) oficializou o nome de Dr. Wilson Filho para concorrer à Prefeitura de Ipubi, Sertão do Araripe. Seu vice será João Nogueira, também do Democratas.

Dr. Wilson Filho é advogado e foi presidente da Casa do Estudante de Pernambuco (CEP). O atual prefeito do município, Chico Siqueira (PSB), tentará seu quarto mandato.

Siqueira é conhecido por administrar o município com mão de ferro e aos moldes da antiga política, promovendo perseguição aos seus adversários. É o principal a aliado político do governador Paulo Câmara na região.


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17/09


2020

Olinda tem maior crescimento da história no Ideb

Olinda registrou o segundo maior crescimento no Ensino Fundamental – Anos finais entre os municípios da Região Metropolitana do Recife: passou de 3,7 para 4,4 no Ibed, que mede a qualidade de ensino das escolas públicas. Quando comparado a dados de 2005, período em que foram instituídas metas a serem alcançadas, a cidade mais que triplicou o nível de desempenho.

A Secretaria Municipal de Educação tem o professor Paulo Roberto Souza como titular. Para ele, o resultado sintetiza a soma de esforços de todos que fazem o setor em Olinda. “O resultado é reflexo de vários investimentos na Educação, como a implementação de três escolas de ensino integral, recuperação da aprendizagem e várias formações e capacitação aos professores”, destaca.

O município de Olinda conta de 73 escolas e 25 mil estudantes matriculados na rede pública de ensino.


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17/09


2020

PSB oficializa candidatura de Rorró Maniçoba em Floresta

A pré-candidata a prefeita de Floresta pelo PSB, Rorró Maniçoba, realizou a convenção que oficializou a sua pré-candidatura, ontem, no formato “drive in” no Parque de Exposição da cidade.

A convenção apresentou a vereadora Bia Numeriano (REDE) como pré-candidata a vice. Depois de militarem em campos políticos distintos, Rorró e Bia celebraram a união que entra para a história de Floresta como a primeira chapa formada exclusivamente por mulheres.

Junto aos pré-candidatos a vereadores o ato contou ainda com a participação virtual do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, que enviou vídeo de apoio à candidatura de Rorró, além do vice-presidente nacional do partido Solidariedade, o deputado federal Augusto Coutinho. Em seus discursos Rorró e Bia enalteceram suas trajetórias e afirmaram o desejo de contribuir com o futuro do município no contexto pós-pandemia.


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17/09


2020

SLM: Labanca associa prefeito Bruno a ameaças

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra um grupo de adolescentes de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, gritando palavras de ordem em apoio ao prefeito Bruno Pereira (MDB) e contra o postulante à Prefeitura Vinicius Labanca (PSB). Em um encontro promovido, ontem, os jovens aparecem simulando uma marcha militar e utilizando termos como “Com Bruno na frente, nós vamos ganhar. Vinicius Labanca no chão vai ficar”.

A reunião contou com a presença do prefeito, que é candidato à reeleição e aparece de camisa vermelha, ao final, aplaudindo o grupo. As imagens motivaram Labanca a procurar a 3ª Promotoria de Justiça de Defesa de Cidadania de São Lourenço da Mata para que investigue o caso. O prefeiturável socialista alega que sofreu ameaças no ato. “Vivi eleições agressivas e sujas, mas jamais imaginei em ver um vídeo como o que vi no dia de hoje e com a anuência do prefeito da cidade e crianças presentes”, declara.

Por meio de sua assessoria, o prefeito Bruno Pereira se pronunciou e disse que estava apenas recebendo uma homenagem do grupo. Também atribuiu desespero a Vinicius Labanca pela atitude. “Em nenhum momento, direcionamos algo contra ele. Isso nos deixa tristes porque Vinicius foi deputado por oito anos e agora se coloca como vítima de algo que não diz respeito a ele. Não temos nada a ver com a história, apenas fomos convidados a participar. Não tem a ver com questão de gestão. Ameaça nunca fez parte do nosso grupo político e estamos tranquilos quanto a isso”, comenta.

O líder do grupo jovem, Jonatas Azevedo, surge nas imagens de camisa azul, ao lado do prefeito Bruno Pereira. Ele se defende ao dizer que o encontro foi feito para homenagear o gestor. “Nosso grupo não trabalha com violência. Foi algo bonito para homenagear Bruno Pereira. Não somos idiotas de postar um vídeo ameaçando alguém. Nosso grupo é formado por jovens de igreja. É uma montagem e há um vídeo antes que não foi publicado”, rebate Jonatas, que afirma que entrará com uma representação no Ministério Público contra Labanca.


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17/09


2020

PSB, PSC, PSD e Republicanos de Abreu e Lima continuam com Moneta

Os pré-candidatos ao cargo de vereador de Abreu e Lima dos partidos PSB, PSC, PSD e Republicanos continuam na base de apoio à candidatura de Cristiane Moneta a prefeita da cidade, mesmo com a tentativa do PSB estadual de invalidar a convenção municipal do partido, realizada no último domingo (13). O PSB estadual chegou a convocar uma outra convenção, marcada para ocorrer ontem, mas nenhum dos pré-candidatos socialistas apareceu.

Já os partidos PSC, PSD e Republicanos não chegaram a convocar outras convenções, apesar das direções estaduais anunciarem apoio a outras candidaturas no pleito municipal. As direções municipais desses partidos continuam na base de Moneta. Quem também continua firme e forte com a candidata é o Avante e PSDB, que não ameaçaram sair da base.

Os 102 pré-candidatos a vereador que estão caminhando junto à Moneta aguardam agora uma definição da Justiça Eleitoral para saber se continuam em suas campanhas ou se interrompem seus projetos. A resposta da Justiça deve sair até a próxima semana.


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17/09


2020

Alerj aprova prosseguimento do impeachment de Witzel

Do G1/RJ

A Comissão Especial de Impeachment da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, por unanimidade, o parecer pelo prosseguimento do processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). O placar final foi de 24 a 0. Um deputado não compareceu por estar com Covid.

O relator, o deputado Rodrigo Bacelar (SDD), leu as 77 páginas do documento por pouco mais de duas horas, na presença dos 24 dos 25 deputados que formam a comissão.

Em seguida, os deputados discursaram sobre o relatório e ao final deram os seus votos. O deputado Leo Vieira, do PSC, mesmo partido do governador afastado, também votou a favor do relatório.

Após a aprovação do relatório pela comissão especial nesta quinta, o processo será analisado em plenário da Alerj na semana que vem.

Nesta sexta-feira (18), o Diário Oficial publicará o resultado da votação do relatório.

O que diz Witzel

Cerca de uma hora após o encerramento da sessão, o governador afastado do RJ fez uma publicação em uma de suas redes sociais. Ele diz que não cometeu crimes e está sendo julgado sem direito à ampla defesa.

"Recebo com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj. Além da defesa por escrito, antes da votação em plenário faria a minha defesa presencial, demonstrando que não cometi crime de responsabilidade. Tenho confiança em um julgamento justo", disse em um dos pontos da publicação.


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17/09


2020

Bolsonaro inaugura "Governo de Risco Congressual"

Por Fernando Castilho

O mundo conhece o parlamentarismo, o presidencialismo, a monarquia e a ditadura. Existe ainda um modelo híbrido chamado presidencialismo de coalizão. Mas o presidente Jair Bolsonaro está inaugurando uma forma de gestão pública. O "Governo de Risco Congressual".

Funciona assim: O presidente edita uma lei absurda que depois de 120 dia ela cai em desuso por não ser votada pelo Congresso e ele esquece o que fez. O presidente também manda um projeto de lei que é modicado no Congresso e, deliberadamente, ele o veta sabendo que ele será derrubado.

Ah, no modelo, o presidente sanciona, imediatamente, qualquer lei que o beneficie eleitoralmente ou melhore sua imagem.

Os motivos dessa atitude são bem simples. A sugestão de veto só se aplica a projetos que possam prejudicar sua imagem. Ou seja, ele terceiriza ao Congresso o risco de ser acusado por uma medida impopular.

Anal, uma vez cobrado, poderá dizer “eu vetei, mas o Congresso derrubou” minha decisão. A culpa é do Congresso, eu z a minha parte como chefe do Executivo.

O Governo de Risco Congressual exige negociação e tem custo alto para o Governo porque o Legislativo costuma cobrar alto pelo “serviço prestado”.

Mas vale a pena. Sai barato porque o eleitor não costuma cobrar de deputados e senadores como cobra do presidente

Acordo com sugestão de vetos é uma novidade no Brasil e, certamente, nas Democracias. É comum o veto ser uma rebeldia dos congressistas contra o presidente em regime de coalização. Quer dizer uma armação dos deputados ouvindo a sociedade.

Mas quando o presidente veta e pede para seu veto ser derrubado é um fato novo. Na prática, é uma espécie de transformação do Congresso numa extensão do Executivo apenas para as pautas ruins. Prejudica a imagem do presidente, mas desmoraliza mais o Congresso.

É verdade que o atual Congresso não está muito preocupado com sua imagem. Os deputados sabem que estão ali para ajudar o governo mesmo. Mas a ideia de “cumprir tarefa de veto” constrange. Porque tem um custo social caro.

O caso do veto sugerido do presidente à isenção das igrejas evangélicas inaugurou o novo formato. Isso é muito diferente de uma articulação política normal. Anal, derrubada de vetos é uma coisa normal na Democracia. O fato novo é o presidente terceirizar o veto presidencial.

Mas parece que o presidente faz uma conta interessante: Se existe uma base no Congresso que tem a coragem de propor uma medida que o Executivo não teria de propor por ser mortalmente inaceitável, eles que banquem esse custo político.

A novidade é Bolsonaro se envolver nisso dizendo que se fosse deputado ou senador derrubaria o veto. A novidade é o presidente entrar no processo.

O problema da questão da lei das igrejas é que o conceito é prejudicial ao contribuinte. O legislador previu a isenção das entidades religiosas para as receitas decorrentes de suas atividades religiosas. Ou seja, o CNPJ não paga imposto para suas ações religiosas e congregacionais, pastor ou um orientador espiritual.

Quer dizer, você produz ou presta um serviço como qualquer empresa sujeita a tributação, usa todas as técnicas e ações de marketing. Mas na hora de pagar os impostos e as contribuições você diz que é igreja.

A Receita Federal viu isso e aplicou a multa. Os pastores foram a Bolsonaro defender o CNPJ único e ele concordou, no ato, com a ideia. Depois, que o pessoal disse que ele não poderia assinar esse de acordo no papel sob penal de ser responsabilizado. Aí ele saiu com a ideia de sugerir o Congresso vetar o seu veto.

Das duas uma. Ou o presidente é sincero quando diz que concorda com o pedido dos pastores, mas não pode atender. E entende que terminou sua participação no veto deixando que o Congresso pague o custo político.

Ou acha que o Congresso está tão subserviente a ele devido a sua popularidade que pode se dar ao luxo de mandar o Congresso derrubar o veto.

E pelo comportamento dos líderes do Congresso, neste momento, está mesmo.


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Comentários

Fernandes

Bolsonaro, genocida.

marcos

Senhor Fernando Castilho quando você fala O Governo de Risco Congressual exige negociação e tem custo alto para o Governo porque o Legislativo costuma cobrar alto pelo “serviço prestado”.Quer dizer Dinheiro, Propina, Corrupção, Roubo tudo que o PT fazia né? ......Pois bem , vai continuar assim até 2023 quando uma bancada nova e HONESTA chegar ao congresso. Aí o Brasil terá parlamentares Patriotas!