FMO janeiro 2020

13/11


2019

Incêndio atinge depósito de carros do governo de PE

Fogo teve início na noite desta terça-feira, no bairro de Santo Amaro, centro do Recife. Fumaça preta podia ser vista de longe. Mais de 100 veículos foram danificados, segundo os bombeiros.

Incêndio atinge depósito de carros no Centro do Recife/Imagens G1/TV Globo

Por Pedro Alves, G1 PE

 

Um incêndio de grandes proporções atingiu, na noite desta terça-feira (12), um galpão onde ficavam guardados os carros do patrimônio do governo de Pernambuco, em Santo Amaro, na área central do Recife. A fumaça preta podia ser vista de longe. Moradores da área relataram explosões e o fogo danificou mais de 100 veículos, segundo os bombeiros.

A maioria dos veículos estava fora de operação, de acordo com informações repassadas, no local do incêndio, pelos bombeiros. Entre eles, havia viaturas da Polícia Militar.

"Foram atingidos cerca de 150 carros, todos já inoperáveis, em situação de descarte. As explosões foram dos pneus dos carros e, possivelmente, tanques”, declarou o coordenador da operação de combate ao incêndio, coronel Antônio Hilário.

Confira a matéria na íntegra aqui: Incêndio atinge depósito de carros do governo do estado, no ...


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Banco de Alimentos

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04/07


2020

Sobral Pinto deixa lição à Lava Jato

Por Marcelo Tognozzi

Alberto Barth, suíço e comerciante, encantou-se com o Rio. Chegou jovem, montou um pequeno comércio de importação e exportação na Rua do Hospício 43, hoje rua Buenos Aires, entre a Avenida Rio Branco e a Rua da Quitanda. Barth era metódico e protestante. Conforme prosperava, devolveu uma parte aos cariocas investindo na cidade. Fez muita coisa boa. Em 1906, já um senhor encanecido, uniu-se ao então prefeito do Rio, o baiano Marcelino de Souza Aguiar, e financiou a construção de uma escola.

Souza Aguiar ergueu o prédio no número 124 da atual avenida Oswaldo Cruz, no bairro do Flamengo. Mandou botar o nome de Alberto Barth na escola, homenageando o suíço gente boa que amava o Rio. A escola funcionou durante 23 anos. Em novembro de 1936, homens que diziam lutar contra a esquerda comunista, a direita integralista e corruptos em geral ocuparam a escola e ali instalaram o TSN (Tribunal de Segurança Nacional), tudo abençoado pelo ministro da Justiça do Estado Novo, o doutor Vicente Ráo.

O professor Reynaldo Pompeu de Campos, com quem aprendi muito sobre esse período, estudou profundamente essa corte de exceção. Lembro das suas aulas e é impossível não relacionar aquele passado de 84 anos atrás no Rio de Janeiro com o presente da República de Curitiba. Ráo tinha a mesma fome punitivista de Sergio Moro ou Deltan Dallagnol. A diferença é que Ráo, um tipo magro, empertigado, sempre metido num jaquetão bem cortado, cabelo gomalinado e abotoaduras de ouro, era um paulista rico, refinado e extremamente culto, fundador da USP.

Da caneta de Ráo, como a cumplicidade de Felinto Muller, o chefe da polícia de Getúlio Vargas, saíram os nomes dos integrantes do Tribunal presidido por Frederico de Barros Barreto, depois ministro e presidente do STF, com Honorato Himalaya Vergolino na cadeira de procurador, autor da denúncia contra os líderes da Intentona Comunista de 1935 e do requerimento de 23 de março de 1946 pedindo o cancelamento do registro do Partido Comunista do Brasil (PCB).

A turma do TSN era duríssima. Tão famosa neste quesito quanto a de Curitiba. Se Ráo era um Moro refinado, Himalaya Vergolino era um Deltan Dallagnol com jeito e nome de cangaceiro. Não tinham o menor apreço pelo Estado de Direito e faziam dos processos um vale-tudo, numa época ainda órfã da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Naquele tribunal sinistro, repleto de açougueiros do Direito, uma luzinha brilhava na pessoa do advogado Heráclito de Fontoura Sobral Pinto. Católico, conservador, anticomunista, defendeu Luiz Carlos Prestes o réu mais famoso do TSN, líder da revolta comunista de 1935. Prestes e seu companheiro Harry Berger foram encarcerados em condições tão precárias, que Sobral fez uma petição delatando os maus tratos e apelando para a aplicação da Lei de Proteção aos Animais. “Me expus durante 8 anos para restaurar a dignidade de 2 homens”, declarou numa longa entrevista. As crianças voltariam para a escola Alberto Barth somente em 1946.

Quem hoje passa pela avenida Oswaldo Cruz não imagina a luta travada ali pelo do doutor Sobral, um homem miúdo, nascido na mineira em Barbacena em 1893, que conheci na campanha das Diretas Já e vi de perto discursar no comício da Candelária diante de 1 milhão de pessoas.

Sua mais marcante característica era não ter medo nem ter ódio. Fé e convicções pairavam acima de quaisquer interesses, tinha a exata e precisa noção de que a garantia da liberdade é o Direito, jamais a força. Numa entrevista ao repórter Luiz Eduardo Lobo, o Lobinho, doutor Sobral deu uma lição perfeita para estes tempos de Lava Jato: “Os moços de hoje acham que é a violência quem comanda. Isso é uma tradição funesta e perigosa. (…) O Direito deve voltar a governar os homens. É preciso trabalhar através da palavra e do conhecimento no sentido de convencer”. O repórter Lobinho morreria dias depois, em 28 de junho de 1984, vítima de um acidente aéreo no qual perderam a vida 18 pessoas, a maioria jornalistas, a caminho de uma plataforma da Petrobras.

O doutor Sobral viveu 98 anos e foi embora em novembro 1991. Nestes tempos onde combate à corrupção e política se misturaram como nos idos do Estado Novo, nunca é demais lembrar que o Brasil já teve outra cara, outra ética e outra moral, com gente capaz de ganhar o jogo sem burlar as regras do Estado de Direito, como fez o doutor Sobral.

Morador na rua Pereira da Silva, em Laranjeiras, uma ladeira, ele andava a pé, terno preto e guarda-chuva. Com 75 anos, foi preso em Goiânia por criticar o AI-5. Não entregou os pontos e nem deixou de ser católico, conservador e anticomunista. Apoiara a tomada de poder pelos militares em 1964, porque “acreditava que os comunistas estavam tomando o governo”. Mas bastaram os primeiros sinais de ataque à democracia para que pulasse do barco e denunciasse o arbítrio.

Neste Brasil que deu uma marcha à ré de 80 e tantos anos, misturando justiça, política e malandragem, de vez em quando a gente precisa mandar rezar uma missa para pessoas como o doutor Sobral Pinto. Um extraordinário homem de princípios, algo tão singelo e humano e ao mesmo tempo tão raro nos dias de hoje.

Na escola que virou tribunal político, a lição de Sobral Pinto foi imortalizada no samba de João Nogueira:

Vovô Sobral
Pra quem não conhece é um grande homem
Tornou-se jurista de renome
Patrono de todo tribunal

Vovô Sobral
No alto dos seus 90 anos
Reclama por direitos humanos
Nas praças de cada capital

Pagou geral
Ele hoje é a razão que guia o povo
Pois sendo o mais velho
Hoje é o mais novo
Herói da justiça nacional

*Marcelo Tognozzi é jornalista. Artigo escrito originalmente para o Poder 360.


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O Jornal do Poder

04/07


2020

Jaboatão doa cestas básicas a comerciantes e guias

A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes distribuiu, hoje, 265 cestas básicas entre comerciantes da orla e guias turísticos, que desde março estão sem exercer suas atividades devido à pandemia da Covid-19. Esta foi a segunda entrega de alimentos para quem trabalha nas praias e faz parte do apoio da gestão municipal às categorias de trabalhadores que perderam renda neste período. A distribuição aconteceu na sede da Regional 6, no bairro de Piedade.

O prefeito Anderson Ferreira fala sobre o significado da ação. “Está sendo um momento difícil para os trabalhadores e esses comerciantes da orla e os guias turísticos estão entre os principais prejudicados. Ao Poder Público cabe cumprir as normas sanitárias para evitar uma maior disseminação da Covid-19, mas também nos preocupa a situação em que se encontram. Por isso fizemos essa segunda entrega de cestas básicas como forma de ajudá-los a superar a falta de renda e garantir refeição de qualidade”, destaca.

Carla Suzarte (foto), guia turística há cinco anos, nunca imaginava passar por uma situação como essa. “A gente vinha trabalhando normalmente e de repente tudo parou. Estamos sem renda e sem condições de fazer a feira. Essa cesta básica que a Prefeitura está distribuindo é muito importante pra gente. Só tenho a agradecer”, ressalta.

A comerciante Maria de Oliveira também lamenta que esteja impedida de trabalhar por causa da pandemia e diz não vê a hora de tudo voltar ao normal. “Queremos voltar a trabalhar com tudo organizado para voltarmos a ter renda. Mas, enquanto esse dia não chega, ainda bem que tem essa ajuda da Prefeitura de Jaboatão. Essa cesta está bem sortida e vai durar um bom tempo”, pontua.


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04/07


2020

Edir Macedo adquire controle do Banco Renner

Valor Econômico

O chefe da igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo Bezerra, que já tinha uma fatia de 49% no Banco Renner, adquiriu o controle da instituição, após receber recentemente o aval do Banco Central.

O Banco A. J. Renner foi criado em 1981 pela família Renner, em Porto Alegre, e o nome faz alusão a Antônio Jacob Renner, o patriarca da família e fundador também das Lojas Renner, varejista de moda que hoje em dia não tem mais nenhuma ligação com a instituição financeira nem com a família Renner.

Em 2009, Edir Macedo anunciou a intenção de comprar uma fatia de 40% na instituição, mas a operação só saiu em 2013, quando ele e a esposa Ester adquiriram uma fatia de 49%. Eles foram considerados pelo Banco Central como investidores estrangeiros, por terem domicílio no exterior, e, assim, a compra precisou de um decreto da presidente Dilma Rousseff considerando o investimento como de interesse do governo brasileiro.

Em 2018, já no governo Michel Temer, foi editado novo decreto com a possibilidade de a fatia estrangeira no capital ser elevada para até 80%. Na ocasião, o colunista Lauro Jardim, de O Globo, publicou que Edir Macedo vinha pressionando o governo para conseguir aumentar sua participação no banco, mas que esbarrava em objeções da área técnica do Banco Central.

A matéria completa está disponível no Valor Econômico.


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04/07


2020

Caudilhismo sertanejo

Por Marlos Porto*

A propósito do anúncio feito aqui em Arcoverde, de que o candidato escolhido pela prefeita é o empresário Wellington Maciel, lembrei que João do Skate, do PRTB municipal, afirmou ontem em uma rede social que "em política, quem toma decisão é a maioria, não 2 ou 3 gatos pingados".

Postei um comentário a respeito, concordando com a afirmação do líder partidário e tecendo algumas considerações sobre esse processo de escolha de sucessores tão viciado e que já deveria ter sido superado.

Não fazia ideia que haveria esse anúncio, com tanta pompa (fogos, aglomeração, etc.) e em circunstâncias tão inadequadas, pelo grave momento que vivemos em decorrência da pandemia - em suma, de forma tão atabalhoada, como bem classificou o arguto jornalista Magno Martins em seu atualizado, moderno e prestigiado blog.

Considero oportuno aqui transcrever o comentário que fiz: "Caro João Do Skate, acho correta e apropriada sua afirmação. Triste que em Arcoverde, desde 2004, só ganham os escolhidos pelo(a) prefeito(a), cujo prestígio é posto na briga em favor do seu sucessor.

Rosa foi a última a representar uma ruptura de hegemonia de um grupo, uma virada no comando da prefeitura, ocorrida na campanha de 1996. Presenciei aquela campanha e o sentimento de mudança era muito forte. A oxigenação da política e a alternância de poder é muito saudável para a democracia.

Observou-se, porém, que não apenas deixou de haver alternância de grupos desde então, mas que tanto Rosa Barros quanto Zeca Cavalcanti se decepcionaram com seus respectivos sucessores. Ou seja, tais escolhas não foram, certamente, as mais apropriadas.

Joga-se o peso da prefeitura numa sucessão, o que é indevido. Prefeito não é para estar em palanque de A, B ou C. É para governar para todos e não utilizar a máquina a favor desse ou daquele candidato. Só assim poderá ter uma postura moral irretocável.

A tradição de nossa política, porém, é que o prefeito se veja na obrigação de defender um determinado nome como sucessor, para assim defender a sua gestão de críticas, defender o seu legado. Considero esse um equívoco prático das democracias em geral.

Ora, a defesa de sua gestão será a própria qualidade da gestão, o trabalho deixado tem ou não valor e isso por aí só basta para a defesa desse mesmo trabalho.

Para ser honesto no seu discurso, todo candidato que adota essa prática de trabalhar pela eleição do sucessor deveria colocar esse item no seu projeto de governo - o que não acontece e que, se ocorresse, não deixaria de ser ridículo. Isso porque ser um bom gestor nada tem a ver com eleger o seu sucessor.

Assim, depois de eleito o sucessor, este lhe volta as costas, os antigos aliados brigam e se dividem em grupos rivais... Mas se o eleitor prestar atenção, estavam todos juntos, Zeca e Madalena, em 2004, em 2006, em 2008, em 2010, em 2012 e mesmo em 2014 (tirando o fato de que nesse ano divergiram nos apoios a candidatos a governador e presidente).

Assim que, voltando ao início, concordo que a maioria é que decide e essa prática de se julgar tão poderoso(a) a ponto de eleger seu sucessor é uma ilusão que, às vezes pode fazer o governante cair do cavalo. Abraço!"

Pois bem. Não sou filiado ao PSB e não tenho intenção de meter a colher onde não sou chamado, mas tomo a liberdade de dizer, como cidadão, que seria muito bonito se em Arcoverde o candidato apoiado pela prefeita fosse escolhido por meio de prévias partidárias. Seria um sinal de grande maturidade política em nosso município. E penso que o candidato que ganharia as prévias seria o combativo João Justino ou, quem sabe, a experiente vereadora Célia Cardoso.

Enfim, da forma que foi feito, ganhou o caudilhismo. Triste que tanta gente qualificada se cale. Hora de o eleitor arcoverdense refletir e ver se não é hora de buscar alternativas mais consentâneas com as aspirações dos mais variados segmentos sociais, em vez de sucumbir aos ditames arcaicos da elite econômica e política da terra do Cardeal.

*Funcionário público e membro do partido Cidadania em Arcoverde.


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04/07


2020

TRE mantém condenação de Dr. Evaldo em Mirandiba

Houldine Nascimento, da equipe do blog

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) manteve, ontem, a condenação do pré-candidato a prefeito de Mirandiba pelo PSB, Evaldo Bezerra, e do vereador Gilberto Gomes – vice da pré-candidatura – por propaganda eleitoral antecipada. A dupla recorreu, mas teve o pedido negado.

Em março deste ano, Evaldo Bezerra e Gilberto Gomes haviam sido condenados em primeira instância por organizarem um evento de Carnaval na cidade, intitulado “Bloco 40 Graus”, com a confecção de camisas que continham teor eleitoral, o que foi considerado pelo Juízo local como propaganda extemporânea.

A punição foi uma multa no valor de R$ 10 mil. O diretório municipal do Republicanos moveu a representação contra a dupla. É a primeira condenação eleitoral deste ano em Pernambuco.


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04/07


2020

Jornalista Hugo Studart reforça time de articulistas

O premiadíssimo e talentoso jornalista Hugo Studart, hoje  professor e doutor em História Política do Brasil, depois de passar por redações as mais afamadas do País atuando em Brasília, onde o conheci e com ele criei uma amizade sólida, se integra à equipe de articulistas deste blog, para minha alegria e deleite dos leitores. Seu texto de estreia trata da instabilidade na cadeira do Ministério da Educação, desde ontem ocupada já pelo quarto ministro em um ano e meio de Governo, recorde da história da República.

Studart trabalhou como repórter, editor, colunista ou diretor nos principais veículos de imprensa do País, como Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, revistas Veja, Dinheiro e IstoÉ. Na área acadêmica, atuou como professor de Jornalismo, Ciência Política e História em instituições como a Universidade Católica de Brasília, a Faculdade Casper Líbero, São Paulo, e a Universidade de Brasília, UnB. 

É membro acadêmico do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal e da Academia de Letras de Brasília. Seu livro mais recente, "Borboletas e Lobisomens - Vidas, sonhos e mortes dos Guerrilheiros do Araguaia", foi adquirido e indexado no Catálogo Mundial de obras referência (WorldCat) por 18 universidades estrangeiras, como University of California, Stanford, Chicago, Michigan, Toronto e as Bibliotecas do Congresso (EUA), New York Public e The British Library. Bem-vindo, grande Hugo Studart!

Abaixo, o seu artigo de estreia:

As escolhas de Bolsonaro para o MEC

Por Hugo Studart

Stefan Zweig certa feita escreveu cinco ensaios sobre conhecidos episódios, os quais chama de "miniaturas da História", e os reuniu em livro batizado de "Momentos decisivos da humanidade". Inspirando-se nas tragédias gregas -- tramas nas quais o homem tenta controlar o próprio Destino, mas acaba por ser abalroado pelo acaso em alguma encruzilhada da vida -- Zweig defende a ideia da existência de alguns episódios, como a derrota de Napoleão em Waterloo, que pelo que carregam de simbólico, de trágico ou de épico, teriam a força capaz de sintetizar uma época, ou até mesmo de determinar o destino da humanidade. 

Ou o destino de um governo. Jair Bolsonaro esteve nas últimas semanas diante de uma escolha decisiva, a do ministro da Educação. Ele poderia optar por um nome capaz de unir o setor (ou pelo menos parte), alguém de perfil "técnico", um educador que apresente um projeto que jogue luzes em direção ao futuro de nossas crianças e jovens. Poderia optar por fazer emergir outro nome sintonizado com as trevas da discórdia e o discurso do ódio. Ou, ainda, poderia fazer uma escolha política, olhando sobretudo para o presente, tentando agradar as bancadas no Congresso Nacional, das quais precisa tanto para aprovar projetos de governo.

Suas duas primeiras escolhas para a Educação foram ideológicas, sobretudo desastrosas. Ambas, Ricardo Vélez e Abraham Weitraub, se inviabilizaram sozinhos ao optarem pelo discurso do ódio e as trevas da inoperância. Na sequência, ele até tentou um técnico, Carlos Alberto Decotelli, que aliás, tinha uma excelente carreira como professor de Finanças Públicas, primeiro do Ibmec, depois na Fundação Getúlio Vargas, sempre avaliado pelos alunos como professor nota 10. 

Decotelli emergiu como fruto de uma costura de alianças delicadas, extremamente difíceis, iniciadas em março de 2018, quando o general Augusto Heleno aceitou integrar a campanha de Bolsonaro, emprestando-lhe um aval simbólico e informal das Forças Armadas. Heleno então organizou uma equipe para formular um Programa de Governo, equipe esta coordenada pelo general Aléssio Ribeiro Souto, considerado um intelectual lúcido por seus pares. 

Foi nesse momento que se fez uma aliança entre militares, todos conservadores "positivistas" (conforme acusação dos discípulos de Olavo de Carvalho), com um grupo de professores "liberais clássicos" sob a liderança do cientista político Antônio Flavio Testa. Integraram esse grupo os professores como Paulo Kramer, da UnB, Decotelli, Stavros Xanthopoylos e Marcus Vinícios Rodrigues, da FGV, dentre outros.

Esse grupo se dispersou no início do governo, muitos com cargos, outros não. Mas a aliança original entre "militares positivistas" e "intelectuais liberais" permaneceu latente em forma de amizades pessoais. O general Eduardo Villas Bôas ainda procurou agregá-los em torno da discussão voluntária de um novo "Projeto de Nação", segundo batizou. Com a queda de Weintraub, o quarteto de generais que ora tem assento no Palácio do Planalto convenceu o presidente da necessidade urgente de "pacificar" a Educação instalando um ministro "técnico". 

Então apresentaram um leque de cinco opções: Testa, Rodrigues, Decotelli, Stravos e Antônio Freitas, todos eles professores da FGV. Pela proximidade antiga, os generais gostavam mais de Testa e de Rodrigues. Contudo, dois fatores foram decisivos para a escolha de Decotelli. Ser negro, ainda mais com pós-doutorado na Alemanha. Pesou, sobretudo, o apoio decisivo de Paulo Guedes. 

Em janeiro passado, quando era iminente uma mini reforma ministerial (aquela que rebaixou o Onyx e ungiu o general Braga Neto para a Casa Civil), Guedes pressionou muito Bolsonaro para decapitar Weintraub. Foi quando ligou para Decotelli, com quem tinha boa relação dos tempos em que era sócio do Ibmec, e mandou se preparar para ser ministro da Educação, que era só questão de tempo. Decotelli também tinha a simpatia de Elizabeth Guedes, irmã de Paulo e vice-presidente do grupo educacional Kroton. 

Por fim, tinha forte apoio de um velho amigo, vice-ministro da Defesa, o almirante Almir Garnier dos Santos e, por tabela, da Marinha. Deram também a Decotelli a opção de ser presidente do Banco do Nordeste. Enfim, ele tinha o Mundo aberto a seus pés. Mas nenhum de seus amigos desconfiava que ele havia construído uma carreira em cima de mentiras -- o doutorado não concluído e o pós-doutorado inexistente. 

Quando era iminente que Decotelli seria o Escolhido, ele viu-se diante de uma encruzilhada. Poderia ter revelado aos amigos, aos generais e ao presidente sobre as "inconsistências" em seu currículo. Então eles decidiriam se iriam segurar a onda (ou não) caso fosse mesmo para o MEC. 

Decotelli teve seu "instante decisivo" quando se viu diante do convite do presidente. Poderia manter seu segredo e declinar do convite, optando pelo Banco do Nordeste, onde aliás estaria muito à vontade como professor de Finanças Públicas. Mas a ambição pessoal falou mais alto. E a soberba turvou seu pensamento. Avaliou que sua fraude não seria descoberta.


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04/07


2020

Morre irmão do deputado Danilo Cabral

O servidor do Tribunal de Contas de Pernambuco Marcos Jorge de Barros Cabral morreu, ontem, aos 57 anos, vítima de infarto fulminante. Ele era irmão do deputado federal Danilo Cabral e filho do conselheiro aposentado do TCE-PE, Adalberto Farias.

Devido às orientações das autoridades sanitárias por conta da pandemia, o velório e o enterro serão restritos aos familiares.


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04/07


2020

Morre Léo Saraiva, ex-prefeito de Exu

Léo Saraiva, ex-prefeito de Exu, faleceu na manhã de hoje, aos 49 anos. Ele estava internado no Hospital Português, no Recife. Com a saúde debilitada há algum tempo, sua morte não ocorreu em razão de Covid-19.

Welison Jean Moreira Saraiva, o Léo Saraiva, teve dois mandatos consecutivos como prefeito de Exu, em 2008 e 2012, ano que ficou marcado por vencer a eleição por apenas um voto de diferença.


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04/07


2020

A Veja passou batida

Acabei de ver a edição on-line de Veja com destaque de capa para a fase paz e amor instalada pelo presidente Bolsonaro. A revista vai fundo na tentativa de explicar o que levou o chefe da Nação, até então adepto do bateu, levou, para mudar seu comportamento. Só passou batido num detalhe fundamental: quem remove o estilo pavio curto do presidente, pacientemente, como maior bombeiro desta República depois de Marco Maciel, é o ex-presidente Michel Temer.

Só quem percebeu isso até agora foi o competente jornalista Tales Faria, do UOL, em Brasília. Segundo apurou Tales, foi Temer que convenceu Bolsonaro a demitir o ex-ministro Weintraub, da Educação. E esse namoro de Bolsonaro com Temer começou, mas a Veja ignorou, na live do ex-presidente ao meu blog, quando quis saber dele se aceitaria integrar um Conselho de Notáveis no Governo.

Temer respondeu que sim e que se sentiria honrado. Imediatamente, interlocutores de Bolsonaro entraram em campo e conseguiram reaproximar Temer do presidente. Já trocaram vários telefonemas. Temer só não bate ainda o ponto na assessoria especial de Bolsonaro para o habitual cafezinho quente palaciano por causa da quarentena.

Pelo visto, a Veja apurou mal a reportagem de capa.


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03/07


2020

O Poder fez o gol de número 100

Concebido originalmente pelo multicomunicador José Nivaldo Júnior, craque em tudo que faz, desde uma crônica sentimental tocando fundo no coração ao jogo eleitoral e maquiavélico da estratégia política, o jornal O Poder bate a marca hoje da centésima edição. Reza a tradição, quebrada agora por essa fantástica experiência de levar a notícia quente e em tempo real ao leitor, via WhatsApp, que um novo veículo leva anos para se consolidar e impor respeito.

Menos com O Poder, que instalou um novo paradigma, materializado graças à uma equipe entusiasticamente engajada ao projeto. A José Nivaldo, inicialmente o primeiro a estender a mão fui eu. Zé não é um midas, mas pelas suas mãos e sua usina de ideias moendo 24 horas do dia, tudo se transforma, tudo vira madeira de lei que cupim não rói.

Por isso, jornalistas de visão, gabarito e curtidos pelo sucesso no batente da notícia se engajaram imediatamente ao projeto, como Ângelo Castelo Branco, meu ex-chefe na Secretaria de Imprensa do Governo de Pernambuco, e Tonico Magalhães, feras que não precisam serem feridas nem tampouco provocadas para descascar os fatos e colocá-los no prato para o consumo diário dos leitores ávidos da boa, precisa e imparcial informação.

Em Brasília, por onde estou sempre presente, minha verdadeira universidade do jornalismo político, sequestramos a competente jornalista Hylda Cavalcanti, a quem descortinei a janela da corte como repórter da sucursal do Diário de Pernambuco nos anos 90. A Brasília sem esquina e sem povo nas ruas enlaçou Hylda de tal forma que deu-lhe o perfume da notícia, que fareja como ninguém e já se vão mais de 20 anos de vida candanga.

A centésima edição de O Poder é o ápice de um jornal que nasceu na aldeia pernambucana, mas subiu os pilares da aldeia global. Porque o jornalismo dos novos tempos é assim: sem fronteiras, universal. O Poder vira uma página de furaços que pautaram a tradicional mídia, defendendo bandeiras, para construção de um País mais justo e menos desigual.


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03/07


2020

Vetado uso de máscara no comércio, em escolas e templos

Foi sancionada, ontem, com vários vetos, a lei que disciplina o uso de máscara facial em espaços públicos em todo o território nacional. A Lei 14.019/2020 foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) de hoje.

O presidente Jair Bolsonaro, porém, vetou a obrigatoriedade do uso da máscara de proteção individual em órgãos e entidades públicas e em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos, instituições de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Ao justificar os vetos, o Planalto alega, entre outras razões, que a obrigatoriedade “incorre em possível violação de domicílio".

Pelo texto sancionado, os estabelecimentos também não serão obrigados a fornecer máscaras gratuitamente aos funcionários, e o poder público não será obrigado a fornecer o material à população vulnerável economicamente, conforme previsto pelo projeto que deu origem à lei (PL 1.562/2020), aprovado pelo Congresso em junho. A Presidência também excluiu da proposta dispositivo que agravava a punição para infratores reincidentes ou que deixassem de usar máscara em ambientes fechados.

Todos os trechos vetados deverão retornar para análise do Congresso Nacional, que poderá acatar ou derrubar as decisões do Palácio do Planalto.


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03/07


2020

Cabrobó recebe doação de álcool 70%

Começou, hoje, no município de Cabrobó, a distribuição, entre as unidades e serviços de saúde, de 5 mil litros de álcool 70% para o combate ao novo coronavírus. O produto, amplamente utilizado nesta pandemia na higienização e assepsia, foi uma doação da Agrovale, que fica em Juazeiro e é considerada hoje a maior empresa produtora de açúcar, etanol e bioeletricidade da Bahia.

De acordo com o prefeito, Marcílio Cavalcanti, a doação do álcool 70% teve a intermediação do deputado federal Gonzaga Patriota e chegou em boa hora uma vez que o número de casos da Covid-19 tem aumentado bastante no município. O último boletim oficial, divulgado na noite de ontem, revela que Cabrobó tem 84 casos confirmados, 32 pacientes recuperados e 2 óbitos.

“Com a doação do álcool 70 % vamos reforçar as ações de enfrentamento à pandemia que começam com barreiras sanitárias colocadas nas entradas principais da cidade”, ressaltou.


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03/07


2020

Os partidos políticos

Por Arnaldo Santos*

Os partidos surgiram, pela primeira vez, naqueles países que adotaram a modalidade de governo representativo, com suporte na organização dos seus processos civis e sociais. Esse modelo – bom que se expresse - previa uma gestão do poder por parte dos representantes do povo.

Em essência o nascimento dos partidos tem origem na busca pela criação de organizações de caráter participativo, quer dizer, em razão do crescente aumento da demanda por participação nos processos das decisões políticas pelas diversas classes e estratos da sociedade.

Ainda no século XVII, encontramos registros da existência de dois grandes partidos pertencentes à aristocracia, atuantes no Parlamento inglês, mas sem relevância ideológica, e de representação política.

Segundo Weber, não eram mais do que séquitos de poderosas famílias aristocráticas. É tanto que, sempre que um lord, por alguma razão, mudava de partido, tudo o que dependesse de sua ação transmudava para o grêmio de oposição.

Nos registros mais recentes, na primeira metade do século XIX, encontramos, na Europa e Estados Unidos, o partido dos notáveis; esse é o período de afirmação do poder da classe burguesa, com a difusão das ideias e instituições parlamentares, bem assim a superação do conflito político pela sua constituição.

No período que precedeu e se seguiu o final do  século XIX, conforme afirma Norberto Bobbio, em (Dicionário de Política – Vol.2), essa realidade começou a mudar, quando aflorou o movimento operário baseado nas transformações econômicas e sociais, resultantes da industrialização, levando à “ribalta política as massas populares, através dos movimentos inicialmente espontâneos para logo a seguir dar lugar aos protestos, até a criação do partido dos trabalhadores”.

Ainda segundo ensina Norberto Bobbio, “[…]”, é precisamente com o surgimento dos partidos socialistas – na Alemanha em 1875, na Itália em 1892, na Inglaterra em 1900, e na França em 1905”, que os partidos assumiram configurações completamente novas.

No itinerário malsão da política brasileira, historicamente, os partidos são a nossa primeira referência de negação da política como instrumento de constituição do bem-estar social coletivo, no contexto dos ideais de partidos programáticos e representativos de uma sociedade democrática.

A rigor, os partidos deveriam ser a porta de entrada para o efetivo exercício de uma práxis política, segundo nossas ideações, como organizações defensoras das reivindicações coletivas dos representados, nos oferecendo como opções eleitorais cidadãos vocacionados para o nobre exercício do poder político, entretanto sob o aspecto estico e moral dos candidatos, o que se verifica é uma aguda deterioração, com graves impactos na qualidade da representação política, e para democracia.

Para a consecução desse fim, aos grêmios partidários impõe-se a adoção de critérios no processo de formação dos seus quadros, mediante o estabelecimento da exigência de um padrão moral e ético, bem como de um perfil democrático, aos seus filiados, como precondição para se conceder legendas aos postulantes que disputarão mandatos eletivos; deveria, mas, na prática, o que prevalece é, tão-só, a “má” intenção daqueles que buscam se servir da política, em detrimento do bem societário.

As explicações para essa distorção podem ser encontradas na famosa definição de Marx Weber, onde ele ensina que “[...] os partidos têm caráter associativo, obedecem a um fim deliberado, seja ele de ‘objetivo’, a realização de um plano com intuitos materiais ou ideais, seja ‘pessoal’, isto é, destinado a obter benefícios, poder, e consequentemente, glória para os chefes”!

Ainda na trilha de Weber, essa definição põe em relevo “[...] o caráter associativo do partido, a natureza da sua ação essencialmente orientada à conquista do poder político dentro de uma comunidade, e concretamente tem motivações à consecução de fins, ‘objetivos’ e/ou pessoais”.

No Brasil, essa definição foi interpretada, e é exercida pelos chefes (donos dos partidos), ao pé da letra, haja vista o caráter personalista em nossa cultura politico-partidária. Não é por acaso que quase todos os políticos buscam ter um partido para chamar de seu, o que levou a essa profusão de legendas consideradas de aluguel. As eleições do ex-presidente Collor (PRN) e do atual (pelo PSL) são emblemáticas dessa realidade.

A existência e o desenvolvimento dos partidos, na teoria política, se fundam ou deveriam se fundar, ancorados pelo princípio democrático da participação cidadã, e da representação política da sociedade, para afirmação de um Estado autônomo e soberano, assegurando a participação do cidadão nas decisões políticas.

Como é consabido, nos períodos de crises políticas e de transformações econômicas e sociais, com influxo direto na ordem tradicional da sociedade, como a que vivemos agora no Brasil, a demanda por participação fica ainda mais intensa, na defesa,, especialmente, da democracia, e aos partidos caberia o papel de mediador dos conflitos e dessas transformações, mas não é o que ocorre, pelo menos na realidade fluente.

O antirrepublicanismo da cultura partidária, no Brasil, se materializa, e tem negativo registro na história recente do País, no escândalo protagonizado pelos “anões do orçamento”, no período imediatamente após a redemocratização. Este vergonhoso moto teve destacada participação, notadamente, dos grandes partidos, visto que alguns dos pequenos eram, como ainda sucede, da oposição, e pertenciam ao “baixo clero”, sem qualquer poder e influência.

No referido escândalo, há uma maneira de associativismo, não no sentido weberiano, em sua definição de partidos, e sim na modalidade predatória para a prática de crimes contra o Erário, em que deputados e senadores formaram um conluio, e, durante mais de uma década, desviaram trilhões do orçamento do Governo Federal.

O método utilizado para essa prática antirrepublicana foi pela alocação de recursos no orçamento da União, uma das funções dos congressistas, que formaram uma “associação” de paridos, para, por via dos seus parlamentares, desviar recursos da saúde, educação, segurança, habitação, saneamento básico (35 milhões de brasileiros, ainda hoje, não têm água tratada, e mais de 100 milhões não têm esgotamento sanitário), para o financiamento dos seus projetos de interesses particulares, (eleições e perpetuação no poder) e dos chefes de suas agremiações.

Nessa contextura de negar a função de representação dos interesses políticos da sociedade que deveriam ter os partidos, é imperioso lembrar, ainda, os mais recentes, e não menos famosos, que foram os escândalos do “mensalão” e da “lava-jato”, ainda bem acesos na memória.

Com tal ação, os partidos brasileiros, à extensão da história, foram não só perdendo a legitimidade intrínseca da representatividade política do País, como legaram às gerações de hoje o desestímulo à participação política, levando o cidadão de bem, vocacionado a servir na vida pública, a ter vergonha de participar.

*Jornalista, sociólogo e doutor em Ciências Políticas


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03/07


2020

André de Paula destina R$ 150 mil para Chã de Alegria

O deputado federal André de Paula (PSD) destinou R$ 150 para o combate e enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19), no município de Chã de Alegria. O recurso, que está inserido no montante de R$ 1.503,125,00 milhões, repassados ao município, por meio da Portaria do Governo Federal N° 1.666/2020, para o enfrentamento da emergência de saúde pública, é em atendimento ao pedido dos vereadores Ricardo Freire, Elton Honório, José Gustavo e José Leite.

Para o deputado, o valor irá auxiliar o município nas ações e planejamento, uma vez que o problema da pandemia ainda não foi solucionado. “Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente no enfrentamento ao novo coronavírus, mas com recursos destinados ao seu combate e a união das forças, poderemos seguir forte na atuação dos municípios”, disse André de Paula.


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03/07


2020

Frente a Frente reproduz entrevista de Ciro Gomes

O Frente a Frente de hoje traz a íntegra da entrevista do ex-ministro e pré-candidato à Presidência da República em 2022 pelo PDT, Ciro Gomes, na live de ontem pelo Instagram deste blog. Ancorado por este blogueiro, o programa é gerado para 37 emissoras do Nordeste pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, no Grande Recife.

Se você deseja ouvir pela internet, dois caminhos: clique no botão acima Rádio ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio pelo Play Store. E bom programa!


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