Congresso Nordestino de Educação Médica

24/05


2019

Deputada representa a Alepe em homenagem a Fernando Figueira

Na manhã de hoje, a deputada estadual Roberta Arraes esteve representando a Assembleia Legislativa de Pernambuco, no plenário do Senado, em Brasília, durante a Sessão Solene em homenagem ao Centenário de Nascimento do Professor Fernando Figueira, patrono do Instituto de Medicina – IMIP.

Em seu pronunciamento, Roberta Arraes citou a principal obra do homenageado, o Instituto Materno Infantil de Pernambuco, o IMIP, que hoje é chamado de Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira. "Entidade filantrópica que atua nas áreas de assistência médico-social, ensino, pesquisa e extensão comunitária, possuindo um imenso complexo hospitalar voltado para o atendimento da população carente pernambucana", afirmou.

Por fim, a parlamentar citou outras criações do Professor Fernando Figueira e afirmou que ele deixou como herança, um dos maiores legados da medicina brasileira e uma lição de vida dedicada aos princípios da solidariedade, fraternidade e respeito aos mais carentes, assim como uma imensa dedicação ao ensino e à produção científica. “Legado este que é devidamente enaltecido e reconhecido nesta ocasião em que comemoramos o seu centenário de nascimento. Parabenizo o senador Humberto Costa e os deputados federais, Felipe Carreras e João Campos pela iniciativa deste merecido reconhecimento”, finalizou Roberta Arraes.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Governo de PE

Confira os últimos posts



17/06


2019

Governadores do NE e o contrato com Mais Médicos

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Concluídas as etapas formais para a criação do Consórcio do Nordeste, figura jurídica que une os governos da região, começaram os debates sobre os primeiros planos de ação. Uma das frentes em estudo é firmar contrato com a Opas, a organização pan-americana responsável pela exportação de profissionais de saúde, para reinstalar atendimento similar ao do programa Mais Médicos. Segundo Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, já foi feita consulta à entidade.

A ideia é retomar um contrato regional com a organização. A Opas rescindiu o acordo com o Brasil e anunciou a retirada de médicos do programa, a maioria cubanos, logo após a vitória de Jair Bolsonaro.

A incapacidade do governo federal de repor as vagas antes ocupadas por cubanos deixou 28 milhões sem atendimento, estimou o New York Times. O Ceará é o segundo estado com o maior número em postos ociosos.

Não curti- Desceu quadrada a declaração de João Doria (PSDB), atribuindo aos governadores do Nordeste a exclusão dos estados da reforma da Previdência. Wellington Dias (PT), do Piauí, diz que Doria prega o “divisionismo”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Caruaru

17/06


2019

CPI: Bolsonaro intensifica "fritura" de aliados

às vésperas da fala de Moro para evitar CPI

Ministro da Justiça deve ir quarta-feira ao Senado para se defender de vazamento de mensagens

Angela Boldrini - Folha de S.Paulo

Em meio ao clima de instabilidade gerado pela onda de demissões no alto escalão do governo, o ministro Sergio Moro (Justiça) terá de ir ao Congresso nesta semana para dar explicações.

O rotulado superministro vai à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado na quarta-feira (19) para responder a questionamentos sobre as mensagens trocadas com membros da força-tarefa da Lava Jato, reveladas pelo site The Intercept Brasil.

A audiência ocorre no momento em que há um clima de “fritura” de membros da gestão por Bolsonaro, iniciado com a demissão do ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, na última quinta-feira (13).

Leia íntegra da reportagem clicando ao lado:  Bolsonaro intensifica 'fritura' de aliados às vésperas de fala de Moro ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Gravatá

17/06


2019

Os advogados de Lula e as mensagens com Moro

Os advogados de Lula estão seguros de que não vão aparecer trocando mensagens com Moro no escândalo revelado pelo site The Intercept Brasil. Eles não tinham sequer o número do telefone celular do ex-juiz.

O uso de aplicativos como o Telegram, adotado pelo procurador Deltan Dallagnol para conversar com Sergio Moro e colegas do MPF (Ministério Público Federal), já serviu mais de uma vez para reforçar condenações no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), onde tramitam, em segunda instância, os processos da Lava Jato.

Em uma das decisões, o desembargador Thompson Flores integrou à sua sentença o argumento de que o réu mantinha “intensa comunicação por meio de aplicativos velados, a exemplo do Telegram”. 

Em outra sentença, o desembargador Leandro Pausen afirmou que o réu, processado por tráfico de drogas, se comunicava principalmente por diversos meios eletrônicos —entre eles, o Telegram— “a fim de dificultar o rastreamento”.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/06


2019

Bancada evangélica com Moro de forma incondicional

"Ele está blindado por nós", diz o deputado Pastor Marco Feliciano”

Mônica  Bergamo – Folha de S.Paulo

bancada evangélica da Câmara dos Deputados, a mais próxima de Jair Bolsonaro, decidiu apoiar o ministro Sergio Moro, da Justiça, de forma incondicional.

 “Ele está blindado por nós”, diz o deputado Pastor Marco Feliciano (Pode-SP).

FICA TRANQUILO  - Na quarta (12), cerca de trinta parlamentares evangélicos se encontraram com Moro. “Fizemos uma oração e abençoamos a vida dele. Pedimos que Deus dê tranquilidade ao ministro”, diz o parlamentar.

Feliciano viajou com Bolsonaro e Moro para Belém na quinta (13), onde participaram da celebração dos 108 anos da Assembleia de Deus no Brasil. “Ele foi ovacionado.”


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

17/06


2019

Estados buscam recursos do gás recém-descoberto

Nove estados manifestaram interesse em aderir às regras do novo marco do setor de gás, que deve ser lançado em uma semana. Sergipe, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo estão no pelotão de frente. São Paulo só começou a se mexer nos últimos dias.

O governo tem a expectativa de reduzir à metade o preço do gás. Aos estados caberá a criação do consumidor livre, que como o próprio nome diz, será liberado para escolher seu fornecedor. Hoje, este mercado é monopólio das distribuidoras estaduais.

Para funcionar, os estados terão que aproveitar a renegociação de contratos com as distribuidoras. A CEG do Rio, por exemplo, quer renovar sua concessão por mais 20 anos. A ideia é evitar mudanças na legislação, esquivando-se do Congresso dada a dificuldade de articulação política do governo.  (Daniela Lima – FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Asfaltos

17/06


2019

Queda de Levy: jogo combinado Bolsonaro-Guedes

Parlamentares ficaram com a impressão de que o arroubo de Jair Bolsonaro contra Joaquim Levy, agora ex-presidente do BNDES, foi parte de um jogo combinado com o ministro Paulo Guedes (Economia).

A insatisfação com Levy já era notada nos bastidores, mas a forma como a demissão ocorreu foi interpretada como uma aproximação de Guedes ao campo mais radical e ideológico que cerca o presidente, o que afasta os moderados do Congresso.  (Folha)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/06


2019

Na briga pelo lugar de Raquel Dodge

Correndo por fora da lista tríplice para a PGR, o subprocurador-geral Augusto Aras começou a se mover para tentar diminuir a predileção do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por Raquel Dodge.

Ele encontrou aliados do democrata na semana passada para apresentar suas credenciais.

Ex-procurador-geral da Justiça Militar, Marcelo Weitzel também começou a ser considerado para a PGR. Ele é do Rio de Janeiro e teria chamado atenção de de uma ala do bolsonarismo.  (Folha Painel)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

bm4 Marketing 3

17/06


2019

Bancada da bala: policiais se insurgem contra a reforma

A chamada “bancada da bala” também não está satisfeita com o relatório da Previdência, apresentado na última quinta (13). Policiais militares teriam que cumprir mais tempo na ativa e os federais se queixam do valor das pensões a familiares.

O PL, puxado por Capitão Augusto (SP), discute nesta segunda (17) propor mudanças ao texto na comissão especial.

Parlamentares do PSL, partido do presidente, ecoam a crítica e argumentam que a desidratação seria pequena (inferior a R$ 4 bi em 10 anos) para “uma categoria [PF] que fez tanto pelo Brasil”. (Painel – FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/06


2019

Dois fazendeiros presos: morte de sindicalista

FolhaPress - Fabiano Maisonnave

A Polícia Civil do Pará prendeu neste domingo (16) dois fazendeiros suspeitos da morte do sindicalista Carlos Cabral, 58, assassinado a tiros na última terça-feira (11), em Rio Maria, município a 820 km ao sul do Belém.

As prisões temporárias aconteceram no entorno da Terra Indígena Apyterewa, onde Cabral atuava como grileiro. É uma região distante de Rio Maria cerca de 425 km, sendo a maior parte do trajeto em estrada de terra.

Ex-petista, Cabral apoiou a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente e e se afastou dos movimentos sociais de esquerda da região, com a esperança de ter as suas áreas na Apyterewa legalizadas. Ele foi o terceiro presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio Maria assassinado desde 1985.

Em 1985, seu genro na época, João Canuto, ocupava o cargo quando foi morto por pistoleiros. Um segundo dirigente foi assassinado em 1991.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/06


2019

Campo armado para defender fazendeiros a bala

Apesar de ser parte de uma estatística macabra que comove o Brasil desde 1988, quando o seringueiro e sindicalista Chico Mendes foi assassinado em Xapuri, no Acre, a morte do seringueiro Carlos Cabral Pereira quase passou despercebida. Dos poderes constituídos, apenas o Ministério Público Federal se manifestou. Por dever de ofício, anunciou que vai acompanhar as investigações da morte do sindicalista.

Não se ouviu uma palavra sequer do presidente da República ou de seus ministros da Justiça, da Agricultura e dos Direitos Humanos. De Jair Bolsonaro não devia se esperar qualquer manifestação mesmo. O presidente defende um campo armado para que os proprietários possam defender suas terras a bala.  (Antônio  Seleme – O Globo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/06


2019

Previdência: a reforma de Bolsonaro

A saída do regime de capitalização do projeto de reforma da Previdência tirou a cereja do bolo que a banca ajudou a assar.

Ela continuará apoiando a reforma, mas chorará em segredo. Até mesmo porque é duvidoso que a mutilação tenha sido uma boa  .

Enquanto isso, nos 30 anos da repressão aos estudantes que estavam na praça da Paz Celestial, os organizadores das manifestações de Hong Kong deverão calibrar a radicalização de suas palavras de ordem.

Hoje sabe-se que Deng Xiaoping decidiu acabar com o acampamento e reorientar o governo em abril. Os estudantes acharam que tinham pista livre e radicalizaram. Em maio Deng chamou a tropa e deu sinais de que derrubaria. Em junho baixou o chanfalho.

Na política chinesa, três meses equivalem a uma fração de segundos em outras terras.  (Elio Gaspari – Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


16/06


2019

Governo procura substituto para o ex Joaquim Levy

Guedes busca perfil do mercado bancário para a vaga de Levy

FolhaPress – Mariana Carneiro

O ministro Paulo Guedes (Economia) procura um perfil de mercado para a vaga de Joaquim Levy, que pediu demissão do BNDES na manhã deste domingo (16).

A ideia é trazer alguém que conheça a operação de um banco de investimentos, a exemplo de Pedro Guimarães, que preside a Caixa é considerado bem-sucedido na função.

Guimarães acionou rapidamente a venda de ações da Petrobras em poder do banco estatal, como havia orientado Guedes. Há uma semana, ele anunciou que a Caixa devolverá R$ 20 bilhões neste ano ao Tesouro, cumprindo outra ordem do ministro, de “despedalar” o banco.

Já Levy resistia em empregar mudanças no BNDES. Não se comprometeu com a devolução dos R$ 126 bilhões solicitados por Guedes e não deu corda ao discurso de abrir a “caixa-preta”, que Bolsonaro prometeu na campanha. Em que pese as críticas, as investigações da Lava Jato não detectaram, até o momento, envolvimento de funcionários do banco.

No BNDES, auxiliares de Levy dizem que o agora ex-presidente era muito cuidadoso em assinar documentos e demorava a tomar decisões.

No governo, a visão é que seis meses foi tempo suficiente para avaliar o trabalho do executivo no BNDES e a conclusão é que não funcionou.

Guedes ainda não fechou um nome e fará conversas nas próximas horas para fazer uma indicação até, no máximo, esta segunda (17). Executivos do mercado já estariam sendo sondados.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


16/06


2019

BNDES: cotado, Gustavo Franco esnobou Bolsonaro em 2017

Declaração foi dada em 2017, no Roda Viva

ÉPOCA – Guilherme Amado

Cotado para assumir o BNDES no lugar de Joaquim Levy, Gustavo Franco, se escolhido, terá de explicar uma declaração dada ao Roda Viva, da TV Cultura, em 2017.  

Perguntado sobre a possibilidade de Paulo Guedes assumir o comando da economia em eventual governo Bolsonaro, Franco desdenhou: 

“Sou amigo do Paulo Guedes. Ele fala com todo mundo. Até com Bolsonaro”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


16/06


2019

É uma brasa, Moro

Carlos Brickmann

Juridicamente, pode ser que haja irregularidades nas comunicações entre o ministro Sérgio Moro e procurador-chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol. A OAB abriu fogo contra ambos e juristas respeitados os criticam. Em termos de comunicação, manda a boa técnica que se publique parte da denúncia e se aguarde a reação.  Só então se publica a denúncia completa. Esses fatores podem mudar a situação, mas, até o presente momento, Sérgio Moro parece ter vencido politicamente a guerra que o Intercept iniciou.

Alguns fatos demonstram que Moro, se o atingiram, foi só de raspão.

1 – No Maracanã, dizia Nelson Rodrigues, vaia-se até minuto de silêncio. Lula, no auge da popularidade, foi vaiado no estádio de São Januário. Moro foi ao estádio em Brasília, vestiu a camisa do Flamengo e foi aplaudido.

2 – Numa das mensagens atribuídas a Moro, há a frase “In Fux we trust” (em Fux confiamos). Na sexta de manhã, o ministro Fux tomou um avião em Brasília e foi aplaudido por passageiros. Houve gritos de “In Fux we trust”.

– Pesquisa da XP (elaborada para orientar investidores) mostra Moro como o mais popular integrante do Governo. Sua nota oscilou de 6,5 para 6,2, ainda bem acima do segundo, o próprio presidente Bolsonaro.

Quem votou em Bolsonaro por não aceitar nada do que está aí deve estar feliz com as transgressões atribuídas a Moro – justo ele, com cara de bom moço. E foi depois de ver as pesquisas que Bolsonaro lhe deu apoio total.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


16/06


2019

Funcionários do BNDES farão ato

Demissão de Levy; 5 ex-presidentes são esperados

FolhaPress – Julia Barbon

Em meio ao pedido de demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, funcionários do banco farão um ato no Rio de Janeiro, na próxima quarta (19), contra o que chamam de "antipatriótica desconstrução" da instituição. São esperados ao menos cinco ex-presidentes do banco.

A manifestação já estava marcada desde a última quinta (13) pela associação que representa os funcionários (AFBNDES), em repúdio à proposta de acabar com repasses do PIS e Pasep para o BNDES --medida que está no texto do relator da reforma da Previdência apresentado à comissão especial da Câmara dos Deputados.

Na noite deste sábado (15), porém, após declarações do presidente Jair Bolsonaro de que estava "por aqui" com Levy por ter nomeado um executivo que atuou em governos do PT, a associação reforçou a convocação para o ato, saiu em defesa do presidente do banco e criticou Bolsonaro.

Segundo o economista Arthur Koblitz, vice-presidente da AFBNDES, o que mais preocupa a entidade são os dois fatores que teriam levado à demissão de Levy. Um deles foi a não abertura da chamada "caixa-preta" do banco, com investigações de supostas propinas pagas a funcionários para que se concedesse empréstimos a empreiteiras no governo do PT.

O segundo é a resistência de Levy em devolver o dinheiro injetado pela União no BNDES no passado. O governo espera receber R$ 126 bilhões neste ano para ajudar no ajuste fiscal do país, mas Levy não se comprometeu com a cifra.

"Nunca lutamos para o Levy cair ou ficar, mas na nossa visão ele agiu corretamente nesses dois casos, ao não endossar o discurso da caixa-preta e ao não devolver os recursos. Não conseguimos imaginar qual presidente do BNDES teria uma posição diferente da que ele teve", afirmou Koblitz à Folha de S.Paulo

Para a associação, devolver os recursos que o governo pede infringiria a lei e insistir nessa medida mostra desconhecimento. "Resistências foram comuns a todos os presidentes do BNDES que tiveram que devolver os aportes do Tesouro. São executivos e técnicos do banco que colocam seus CPFs em risco com essas demandas", diz a nota.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha